Tarifas da CEA são prorrogadas até 12 de dezembro

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou a emissão do contrato de concessão a ser assinado pela Companhia de Eletricidade do Amapá, estabelecendo 13 de dezembro de cada ano como nova data de aniversário contratual. Com isso, as tarifas atuais da distribuidora serão prorrogadas pelo período de 30 de novembro a 12 de dezembro.

O contrato do CEA terá vigência até 23 de novembro de 2051. A primeira revisão tarifária esta prevista para dezembro de 2026, e as revisões seguintes serão feitas a cada cinco anos a partir daquela data.

A empresa foi privatizada em 25 de junho desse ano, em leilão de lance único dado pela Equatorial Participações e Investimentos. A CEA foi arrematada pelo valor simbólico de R$ 50 mil, e o novo concessionário assumiu o compromisso de aporte imediato de R$ 400 milhões, além de fazer investimentos da ordem de R$ 500 milhões nos primeiros cinco anos da concessão.

Equatorial Energia assume comando da CEA dia 23 de novembro

 

Está confirmada para o dia 23 de novembro, a assembleia geral que marcará oficialmente o controle da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) pela Equatorial Energia, empresa que venceu o leilão de privatização realizado este ano em São Paulo. Durante a assembleia serão destituídos os atuais integrantes do Conselho de Administração, presidido por Odanete Biondi, e assumem os indicados pela Equatorial Energia, que já tem alguns de seus diretores atuando no processo de desestatização dentro da CEA.

Assembleia que encerra o processo de desestatização está marcada para dia 23.

O governo do Amapá, até então principal acionista da CEA, terá o procurador-geral do Estado Narson Galeno como representante na assembleia geral da companhia, autorizado a anuir e praticar os atos necessários para a conclusão do processo de desestatização.

Em junho deste ano, a Equatorial Energia arrematou mais uma concessão de distribuição no país. Dessa vez, a companhia ficou com a amapaense CEA. Foi o único interessado no ativo na Região Norte do país. O índice que compunha o lance de deságio na flexibilização da outorga foi de zero. Ou seja, o lance mínimo de R$ 50 mil e investimentos de R$ 500 milhões mais a dívida de R$ 1,2 bilhão.

O grupo Equatorial, que abriu espaço na comercialização de energia, recentemente venceu a concessão de saneamento no Amapá em leilão da Caesa.

Instabilidade e falta de energia nos últimos dias, causam desconforto e revolta no consumidor

 

As constantes falta de energia e a instabilidade na distribuição nos últimos dias tem gerado desconforto, revolta e reclamação nas redes sociais pelo consumidor do Amapá. O problema agravou nessa quinta-feira, 21. Além da falta de energia, pelas redes, internautas postaram vídeos com a energia em sistema de “pisca-pisca” em alguns pontos da cidade, como a orla, e relatam o desconforto que está tirando o sono e a paciência dos amapaenses.

Em nota, a assessoria da CEA, informou que a instabilidade na quinta-feira, foi causada por um acidente ocorrido no período da tarde, na Rua Remo Amoras, no bairro do Muca, que derrubou poste e rede elétrica, afetando os bairros: Conjunto da Ego, Muca, Laurindo Banha, Santa Rita, Rodovia JK, Vale Verde, Nova Esperança, Trem, Centro. Até o começo da tarde desta sexta-feira, a energia ainda não tinha sido totalmente reestabelecida.

Usina de Energia Solar é inaugurada no Amapá e economia com conta de energia irá superar meio milhão de reais anualmente

No último mês de agosto, a empresa amapaense de energia solar RLC Energia, em parceria com a paulista Brasol, inaugurou uma das maiores usinas de energia solar do estado. Localizada no município de Porto Grande, a usina é composta por 1.288 placas solares instaladas no solo, que fazem a captação e conversão da energia solar em energia elétrica e a escoa por cerca de 300 metros de uma rede de média tensão compacta para a rede da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA). Toda energia gerada e escoada para a rede da CEA é convertida em créditos de energia, que por sua vez são abatidos nas contas de energia dos imóveis amapaenses de um grande grupo nacional do ramo farmacêutico. Toda essa solução irá garantir uma economia anual acima de meio milhão de reais em conta de luz para o grupo, que deve passar a pagar uma taxa desprezível nas próximas faturas de energia. Além do mais, o grupo irá reduzir substancialmente suas pegadas de carbono.

O complexo solar foi todo executado e instalado pela empresa amapaense RLC Energia e conta com soluções de engenharia complexas. Gustavo Cardoso, engenheiro da RLC, explica: “O cliente queria uma solução completa, desde a geração até o escoamento dessa energia gerada para a rede da distribuidora CEA. Sendo assim, oferecemos toda a solução: limpeza da área, cercamento, montagem estrutural mecânica, instalação das placas, malha de aterramento, passagem de cabos, montagem e comissionamento dos inversores de frequência, instalação e comissionamento de dataloggers para fins de análise de performance (registradores de dados em tempo real com dados de energia, frequência, tensão, índices de radiação solar, etc.), montagem de células de medição solarimétrica, subestação elevadora de 500 kVA, montagem e comissionamento de cubículo de proteção em média tensão (muflas, barramentos, parametrização de relés de proteção e controle), além da construção de 300 metros de rede de média tensão compacta para garantir o escoamento da energia para a rede da concessionária. Além do mais, o trecho da rede em questão foi doado pelo cliente para a Companhia de Eletricidade do Amapá, que a partir de agora poderá usar o trecho para garantir uma melhor qualidade de energia para a população local e para expandir a distribuição de energia”.

Leonardo Salgado, também engenheiro da RLC, explica que o modelo adotado para a geração dos créditos e posterior abatimento nas contas de energia do grupo é chamado de autoconsumo remoto. “Nesse modelo, toda a energia gerada pelas placas solares não é consumida no mesmo local da geração, como normalmente vemos em casas com telhado solar. A energia gerada é primeiramente medida e posteriormente é escoada diretamente para a rede da concessionária, sem consumo no local. Com o registro de medição de toda a energia que foi escoada para a rede, a concessionária consegue então ‘distribuir’ essa energia para diferentes imóveis espalhados pelo estado e abater o que foi gerado do que foi consumido. Para isso, basta que o local da geração e os imóveis estejam todos registrados sob o mesmo CPF/CNPJ, e que estejam todos na mesma área de circunscrição de concessão da distribuidora de energia, que no Amapá, no caso, compreende todo o estado. Logo, é perfeitamente possível, por exemplo, que a geração seja feita no município de Porto Grande e todo a abatimento de contas de energia seja feito em Macapá O local onde a energia é gerada e onde ela é consumida não precisa ser necessariamente o mesmo. Muito além de tudo isso, é importante ressaltar que o cliente irá praticamente zerar suas pegadas de carbono com o consumo de energia elétrica proveniente de uma fonte limpa, sustentável e renovável, como a energia solar. A usina solar em questão irá evitar a emissão de cerca de 400 toneladas de CO2 anualmente ao meio ambiente”.

A RLC Energia é uma empresa experiente e referência em Energia Solar no mercado amapaense. Com mais de 3.500 placas solares instaladas no estado, está há mais de 3 anos no ramo e conta com uma equipe técnica de engenheiros e técnicos qualificados. Caso queira saber um pouco mais sobre Energia Solar, como adquirir, como funciona e linhas de financiamento, basta entrar em contato pelos números (96) 9.9142-9107, (96) 9.8414-8118, (96) 9.8122-0952 ou acessar o site da empresa: www.rlcenergia.com.br.

Nota da CEA sobre a falta de energia em Macapá e outros 13 municípios do estado

A CEA, empresa responsável pela distribuição de energia no estado, foi comunicada na manhã desta quarta-feira, 25, que houve uma falha na comunicação com o Sistema Interligado Nacional (SIN) e que ocasionou na interrupção geral do fornecimento em 13 municípios do Amapá. Não foram afetados os municípios de Oiapoque, Laranjal do Jari e Vitória do Jari.

 

A situação está sendo investigada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) que deve emitir comunicado oficial da ocorrência. A Companhia está atuando no momento na recomposição dos sistemas para restabelecer o fornecimento em Macapá e demais cidades atingidas.

A CEA informa ainda que, Às 11h35 foi restabelecido o fornecimento 100% na capital Macapá e no município de Santana, segundo maior do Estado. No momento, as equipes operacionais estão atuando para normalizar nos demais municípios atingidos.

 

Ascom-CEA