Petrobrás apresenta ao Governo cronograma de início das operações no litoral amapaense

Estatal planeja para novembro a perfuração do primeiro poço exploratório, que fica a 40km da fronteira com a Guiana Francesa.

A diretoria da Petrobrás apresentou ao governador, Waldez Góes, o cronograma de início de operações de prospecção do primeiro poço exploratório da região denominada Amapá Águas Profundas, no litoral norte do estado, a 40 km da fronteira com a Guiana Francesa. O encontro aconteceu na terça-feira, 9, no Palácio do Setentrião.

Para Waldez Góes, trata-se de uma oportunidade de fortalecer a economia do estado por meio da cadeia produtiva do petróleo e do gás, uma inovação que irá se refletir em benefícios para os amapaenses.

“O expressivo potencial exploratório e descobertas na região colocam o Amapá na posição de possível província petrolífera, com parcerias para potencializar o desenvolvimento econômico do Estado e gerar oportunidades”, destacou Góes.

Águas Profundas

A região Amapá Águas Profundas integra a Margem Equatorial Brasileira, nova fronteira petrolífera que  engloba desde o litoral do Amapá aos estados do Pará, Maranhão, Piauí e Ceará até chegar ao Rio Grande do Norte.

As bacias sedimentares nesta extensão demonstram grande potencial exploratório, uma vez que possuem semelhanças com descobertas feitas recentemente na África, na Guiana e no Suriname, de acordo com estudos pela Universidade Estadual do Norte Fluminense com dados fornecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Dos oito poços que a petrolífera pretende explorar na Margem Equatorial Brasileira de 2022 a 2025,  seis ficam na região Amapá Águas Profundas.

Para perfurar o primeiro deles, a estatal planeja a realização de um simulado no segundo semestre deste ano que vai testar a capacidade logística e de segurança da companhia no litoral amapaense – a estratégia permitirá o  início das perfurações ainda no mês de novembro.

O poço em lâmina d’água (que é a distância entre a superfície ao fundo do mar) possui cerca de 2,5km e fica no bloco FZA-M-59.

A empresa pública foi representada pelo diretor de Relações Institucionais, Rafael Santos, e pelos gerentes executivos de Relação Externa e de Inteligência e Segurança Corporativa, Pedro Bragante e Ricardo Silva, respectivamente.

Adequação da infraestrutura

Na ocasião do encontro, o Governo do Amapá tratou também da adequação da infraestrutura aeroportuária de Oiapoque com a logística para viabilizar a operação, prevendo terminal de passageiros, hangar e pista, iluminação para operação noturna, gerador, capacidade de armazenamento de querosene de aviação, infraestrutura de comunicação, hotelaria e alimentação, assim como adequação do entorno para segurança das operações.

O Plano Estratégico da Petrobras 2022-2026 prevê R$2 bilhões na exploração da Margem Equatorial Brasileira.

https://docs.google.com/document/u/0/d/1FwtFkWCa0VWGrJ20keydMOXrqIaw_5yPL0mlka6t6JA/mobilebasic

 Aneel reajusta bandeiras tarifárias em até 64%

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça (21) o novo reajuste das bandeiras tarifárias, que incidem na conta de luz em caso de escassez hídrica ou qualquer fator que aumente o custo de produção de eletricidade. Os aumentos irão de 3,2% a 63,7%, dependendo do tipo da bandeira.

Os aumentos não encarecerão as contas de luz porque, desde abril, a bandeira tarifária está verde, quando não ocorre cobrança adicional. Os valores entrarão em vigor em 1º de julho e serão revisados em meados de 2023.

Segundo a Aneel, a alta reflete a inflação e o maior custo com as usinas termelétricas em 2022, acionadas em momentos de crise hídrica.

Confira os novos valores das bandeiras tarifárias:

Bandeira verde: sem cobrança adicional;
Bandeira amarela: +59,5%, de R$ 1,874 para R$ 2,989 por megawatt-hora (MWh);
Bandeira vermelha patamar 1: +63,7%, de R$ 3,971 para R$ 6,500 por megawatt-hora (MWh);
Bandeira vermelha patamar 2: +3,2%, de R$ 9,492 para R$ 9,795 por megawatt-hora (MWh).

Desde 16 de abril, vigora no Brasil a bandeira verde, quando foi antecipado o fim da bandeira de escassez hídrica. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a bandeira verde será mantida até dezembro, por causa da recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas no início do ano.

 

Amapá Solar: saiba como acessar linhas de crédito para investimentos em energia renovável

Empreendedores, servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada têm opções de financiamento da Afap

Já está disponível para acesso a linha de crédito do programa Amapá Solar – criada para ampliar a produção de energia renovável, com foco no desenvolvimento do mercado e qualificação profissional. Com investimento inicial de R$5 milhões, o incentivo é parte integral da agenda de crescimento sustentável e implantação da Nova Economia do Amapá, plano do Estado para o desenvolvimento da economia circular no período 2022-2030.

LEIA MAIS: Amapá Solar: Afap dialoga com empresários linha de crédito para produção de energia solar

A linha de crédito do Amapá Solar é destinada a empreendedores para instalação dos sistemas fotovoltaicos, com taxa de juros de 1,10% ao mês e carência de quatro meses. O prazo do financiamento nesta modalidade é de 60 meses, com consumo médio de até 1.500 kwh/mês.

O programa é coordenado pela Agência de Desenvolvimento do Amapá e Agência de Fomento do Amapá (Afap).

Afap Construir

Outra novidade é que a linha de crédito Afap Construir será readequada para instalação de sistema fotovoltaico. Ela é destinada para servidores públicos do Estado e trabalhadores da iniciativa privada que sejam vinculados a empresas parceiras. A taxa de juros é de 1,10%, sem carência, o prazo do financiamento é de 60 meses, o critério de consumo médio também é de até 1.500 kwh/mês.

De acordo com a Afap, a implantação do sistema de energia, seja na residência, ou no empreendimento, traz maior economia e eficiência energética, além da geração de emprego e renda para os amapaenses em um mercado que só cresce.

O diretor-presidente da Afap, Francisco de Assis, incentiva as vantagens de acessar as linhas de crédito que estimulam a ampliação da energia renovável no Amapá.

“Ofertamos ao empreendedor e servidor a taxa de juros mais baixa do país, o prazo de financiamento é de 60 meses. A implantação do sistema de energia fotovoltaica irá gerar mais emprego e renda para os amapaenses”, pontuou Assis.

Saiba como ter acesso às linha de crédito da Afap:

Primeiro passo

O cliente vai até o fornecedor das placas fotovoltaicas onde solicitará um orçamento de acordo com a sua necessidade, em seguida deve verificar as condições de financiamento para a linha de crédito que está disponível no site da Afap – https://www.afap.ap.gov.br/ ou no guichê de atendimento do órgão; reunirá a documentação necessária e solicitará financiamento na Afap.

Segundo passo

O cliente deve levar a documentação de acordo com a linha que deseja acessar; realizar o cadastro da proposta onde incluirá documentações pessoais e análise de documentos da empresa; análise do crédito (visita in loco, parecer da visita e comitê de crédito) e resposta ao cliente (aprovação ou não do financiamento).

https://www.portal.ap.gov.br/noticia/2303/amapa-solar-saiba-como-acessar-linhas-de-credito-para-investimentos-em-energia-renovavel

Mudanças na Tarifa Social garantem inclusão automática de consumidores no benefício

 

Os consumidores amapaenses agora poderão ser incluídos automaticamente no Programa Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), sem precisar realizar o cadastro na CEA Equatorial. Essa inclusão automática será possível após a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mudar as regras de adesão ao benefício em todo país.

Novas regras de adesão foram anunciadas pela Aneel. No Amapá, a expectativa é ampliar o benefício para mais de 77 mil consumidores

De acordo com as mudanças estipuladas pela Aneel, qualquer cidadão com inscrição ativa no Cadastro Único (CadÚnico) ou que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC) será incluso no programa. O Governo Federal, por meio do Ministério de Desenvolvimento Social, encaminhará às distribuidoras de energia a base de dados de pessoas cadastradas o cruzamento destas informações.

O gerente de relacionamento com o cliente da CEA Equatorial, João Ricardo Medeiros, destaca que a mudança oportuniza mais famílias a serem contempladas, impactando positivamente a renda destes consumidores.

“Muitas famílias possuem as condições para recebimento da Tarifa Social, mas, por algum motivo ou desconhecimento sobre o direito ao benefício ou dificuldade de deslocamento, nunca solicitaram às distribuidoras. Com essa nova resolução, teremos mais pessoas atendidas, uma maior economia na conta de energia, promovendo o desenvolvimento social e diminuindo também a inadimplência”, frisou.

Aumento da cobertura da TSEE
Desde a chegada do Grupo Equatorial no Amapá, o número de beneficiários da Tarifa Social no estado dobrou, de 18 para 36 mil. Com as mudanças na regra, a expectativa é atingir 77 mil consumidores.

A CEA Equatorial também está estabelecendo parcerias com o Governo do Estado e com as prefeituras para alcançar um número cada vez maior de consumidores nos 16 municípios.

Quem tem direito
– Consumidor inscrito no CadÚnico, com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa;
– Famílias inscritas no CadÚnico que tenha portador de doença que necessite de aparelhos ligados à energia elétrica de forma continuada, com renda mensal de até três salários mínimos;
– Famílias indígenas e quilombolas inscritas no Cadastro Único com renda menor ou igual a meio salário mínimo por pessoa da família.

Como funciona a Tarifa Social

A Tarifa Social de Energia Elétrica traz descontos no valor mensal do consumo das famílias beneficiadas, em três faixas de consumo. Para o consumo até 30 quilowatts-hora, a redução é de 65%; de 31 a 100 kWh/mês, o valor a pagar fica 40% menor; de 101 kWh a 220 kWh, a redução é de 10%; e apenas a energia consumida acima dos 220 kwh/mês tem custo similar à dos consumidores sem o benefício. Conforme representa o quadro abaixo:

Consumo Desconto na tarifa de energia
Primeiros 30 kWh/mês 65%
De 31 kWh a 100 kWh/mês 40%
De 101 kWh a 220 kWh/mês 10%
A partir de 221 kWh/mês 0%

Atendimento
Em caso de dúvidas, os consumidores podem procurar os postos de atendimento presencial da empresa ou entrar em contato com o 116 ou pelo 0800 096 0196.

Ascom-CEA EQUATORIAL

Tarifas da CEA são prorrogadas até 12 de dezembro

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou a emissão do contrato de concessão a ser assinado pela Companhia de Eletricidade do Amapá, estabelecendo 13 de dezembro de cada ano como nova data de aniversário contratual. Com isso, as tarifas atuais da distribuidora serão prorrogadas pelo período de 30 de novembro a 12 de dezembro.

O contrato do CEA terá vigência até 23 de novembro de 2051. A primeira revisão tarifária esta prevista para dezembro de 2026, e as revisões seguintes serão feitas a cada cinco anos a partir daquela data.

A empresa foi privatizada em 25 de junho desse ano, em leilão de lance único dado pela Equatorial Participações e Investimentos. A CEA foi arrematada pelo valor simbólico de R$ 50 mil, e o novo concessionário assumiu o compromisso de aporte imediato de R$ 400 milhões, além de fazer investimentos da ordem de R$ 500 milhões nos primeiros cinco anos da concessão.

Equatorial Energia assume comando da CEA dia 23 de novembro

 

Está confirmada para o dia 23 de novembro, a assembleia geral que marcará oficialmente o controle da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) pela Equatorial Energia, empresa que venceu o leilão de privatização realizado este ano em São Paulo. Durante a assembleia serão destituídos os atuais integrantes do Conselho de Administração, presidido por Odanete Biondi, e assumem os indicados pela Equatorial Energia, que já tem alguns de seus diretores atuando no processo de desestatização dentro da CEA.

Assembleia que encerra o processo de desestatização está marcada para dia 23.

O governo do Amapá, até então principal acionista da CEA, terá o procurador-geral do Estado Narson Galeno como representante na assembleia geral da companhia, autorizado a anuir e praticar os atos necessários para a conclusão do processo de desestatização.

Em junho deste ano, a Equatorial Energia arrematou mais uma concessão de distribuição no país. Dessa vez, a companhia ficou com a amapaense CEA. Foi o único interessado no ativo na Região Norte do país. O índice que compunha o lance de deságio na flexibilização da outorga foi de zero. Ou seja, o lance mínimo de R$ 50 mil e investimentos de R$ 500 milhões mais a dívida de R$ 1,2 bilhão.

O grupo Equatorial, que abriu espaço na comercialização de energia, recentemente venceu a concessão de saneamento no Amapá em leilão da Caesa.

Instabilidade e falta de energia nos últimos dias, causam desconforto e revolta no consumidor

 

As constantes falta de energia e a instabilidade na distribuição nos últimos dias tem gerado desconforto, revolta e reclamação nas redes sociais pelo consumidor do Amapá. O problema agravou nessa quinta-feira, 21. Além da falta de energia, pelas redes, internautas postaram vídeos com a energia em sistema de “pisca-pisca” em alguns pontos da cidade, como a orla, e relatam o desconforto que está tirando o sono e a paciência dos amapaenses.

Em nota, a assessoria da CEA, informou que a instabilidade na quinta-feira, foi causada por um acidente ocorrido no período da tarde, na Rua Remo Amoras, no bairro do Muca, que derrubou poste e rede elétrica, afetando os bairros: Conjunto da Ego, Muca, Laurindo Banha, Santa Rita, Rodovia JK, Vale Verde, Nova Esperança, Trem, Centro. Até o começo da tarde desta sexta-feira, a energia ainda não tinha sido totalmente reestabelecida.

Usina de Energia Solar é inaugurada no Amapá e economia com conta de energia irá superar meio milhão de reais anualmente

No último mês de agosto, a empresa amapaense de energia solar RLC Energia, em parceria com a paulista Brasol, inaugurou uma das maiores usinas de energia solar do estado. Localizada no município de Porto Grande, a usina é composta por 1.288 placas solares instaladas no solo, que fazem a captação e conversão da energia solar em energia elétrica e a escoa por cerca de 300 metros de uma rede de média tensão compacta para a rede da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA). Toda energia gerada e escoada para a rede da CEA é convertida em créditos de energia, que por sua vez são abatidos nas contas de energia dos imóveis amapaenses de um grande grupo nacional do ramo farmacêutico. Toda essa solução irá garantir uma economia anual acima de meio milhão de reais em conta de luz para o grupo, que deve passar a pagar uma taxa desprezível nas próximas faturas de energia. Além do mais, o grupo irá reduzir substancialmente suas pegadas de carbono.

O complexo solar foi todo executado e instalado pela empresa amapaense RLC Energia e conta com soluções de engenharia complexas. Gustavo Cardoso, engenheiro da RLC, explica: “O cliente queria uma solução completa, desde a geração até o escoamento dessa energia gerada para a rede da distribuidora CEA. Sendo assim, oferecemos toda a solução: limpeza da área, cercamento, montagem estrutural mecânica, instalação das placas, malha de aterramento, passagem de cabos, montagem e comissionamento dos inversores de frequência, instalação e comissionamento de dataloggers para fins de análise de performance (registradores de dados em tempo real com dados de energia, frequência, tensão, índices de radiação solar, etc.), montagem de células de medição solarimétrica, subestação elevadora de 500 kVA, montagem e comissionamento de cubículo de proteção em média tensão (muflas, barramentos, parametrização de relés de proteção e controle), além da construção de 300 metros de rede de média tensão compacta para garantir o escoamento da energia para a rede da concessionária. Além do mais, o trecho da rede em questão foi doado pelo cliente para a Companhia de Eletricidade do Amapá, que a partir de agora poderá usar o trecho para garantir uma melhor qualidade de energia para a população local e para expandir a distribuição de energia”.

Leonardo Salgado, também engenheiro da RLC, explica que o modelo adotado para a geração dos créditos e posterior abatimento nas contas de energia do grupo é chamado de autoconsumo remoto. “Nesse modelo, toda a energia gerada pelas placas solares não é consumida no mesmo local da geração, como normalmente vemos em casas com telhado solar. A energia gerada é primeiramente medida e posteriormente é escoada diretamente para a rede da concessionária, sem consumo no local. Com o registro de medição de toda a energia que foi escoada para a rede, a concessionária consegue então ‘distribuir’ essa energia para diferentes imóveis espalhados pelo estado e abater o que foi gerado do que foi consumido. Para isso, basta que o local da geração e os imóveis estejam todos registrados sob o mesmo CPF/CNPJ, e que estejam todos na mesma área de circunscrição de concessão da distribuidora de energia, que no Amapá, no caso, compreende todo o estado. Logo, é perfeitamente possível, por exemplo, que a geração seja feita no município de Porto Grande e todo a abatimento de contas de energia seja feito em Macapá O local onde a energia é gerada e onde ela é consumida não precisa ser necessariamente o mesmo. Muito além de tudo isso, é importante ressaltar que o cliente irá praticamente zerar suas pegadas de carbono com o consumo de energia elétrica proveniente de uma fonte limpa, sustentável e renovável, como a energia solar. A usina solar em questão irá evitar a emissão de cerca de 400 toneladas de CO2 anualmente ao meio ambiente”.

A RLC Energia é uma empresa experiente e referência em Energia Solar no mercado amapaense. Com mais de 3.500 placas solares instaladas no estado, está há mais de 3 anos no ramo e conta com uma equipe técnica de engenheiros e técnicos qualificados. Caso queira saber um pouco mais sobre Energia Solar, como adquirir, como funciona e linhas de financiamento, basta entrar em contato pelos números (96) 9.9142-9107, (96) 9.8414-8118, (96) 9.8122-0952 ou acessar o site da empresa: www.rlcenergia.com.br.

Nota da CEA sobre a falta de energia em Macapá e outros 13 municípios do estado

A CEA, empresa responsável pela distribuição de energia no estado, foi comunicada na manhã desta quarta-feira, 25, que houve uma falha na comunicação com o Sistema Interligado Nacional (SIN) e que ocasionou na interrupção geral do fornecimento em 13 municípios do Amapá. Não foram afetados os municípios de Oiapoque, Laranjal do Jari e Vitória do Jari.

 

A situação está sendo investigada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) que deve emitir comunicado oficial da ocorrência. A Companhia está atuando no momento na recomposição dos sistemas para restabelecer o fornecimento em Macapá e demais cidades atingidas.

A CEA informa ainda que, Às 11h35 foi restabelecido o fornecimento 100% na capital Macapá e no município de Santana, segundo maior do Estado. No momento, as equipes operacionais estão atuando para normalizar nos demais municípios atingidos.

 

Ascom-CEA