Com 687 novos postos de trabalho formais em fevereiro, Amapá segue em destaque na geração de emprego e renda no país

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Com um saldo positivo de 687 novos postos de trabalho com carteira assinada, e uma variação relativa de 9,74, o Amapá é o estado que mais gerou empregos, proporcionalmente, nos últimos doze meses em todo o país.  Os dados foram divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, que considera as ocupações nos setores públicos e privados.

Conforme o levantamento, foi gerado um saldo de 8.860 novos postos de trabalho, no período de fevereiro de 2024 a março de 2025.  O estoque, ou seja, a quantidade total de pessoas formalizadas trabalhando no estado, chegou a 96,5 mil. Os índices positivos refletem as políticas públicas do Governo do Estado que impulsionam o crescimento econômico em diversas áreas, como construção civil com obras de infraestrutura, segurança, saúde e habitação.

Obras de infraestrutura por todo o estado, como a do novo HE de Macapá, impulsionam o cresciemnto econômico
Obras de infraestrutura por todo o estado, como a do novo HE de Macapá, impulsionam o cresciemnto econômico
Foto: Jhon Martins/GEA

“O Amapá continua mantendo uma tendência de crescimento na geração de empregos formais, mostrando a consistência da política econômica de desenvolvimento que vem sendo adotada pelo Governo que investe no fortalecimento de diferentes áreas para garantir que o Estado possa crescer a partir de empregos na iniciativa privada. A reabertura das indústrias vinculadas ao setor de manejo florestal sustentável, que retornaram as atividades, também contribui com a geração de empregos”, destacou o vice-governador, Teles Júnior.

Com obras pelo Amapá inteiro, previstas no Plano de Governo da gestão para aprimorar diversos segmentos econômicos, o Amapá continua mantendo uma tendência de crescimento na geração de empregos formais. No primeiro bimestre de 2025, o Estado alcançou um saldo positivo de 1.304 novas vagas, com destaque para os setores de serviço (1.064), comércio (242) e indústria (51). Os dados do Novo Caged consideram os índices de todos os estados brasileiros, com exceção de Minas Gerais, Paraíba e Santa Catarina.

Índices positivos refletem as políticas públicas adotadas pelo Governo do Amapá
Índices positivos refletem as políticas públicas adotadas pelo Governo do Amapá
Foto: Maksuel Mertins/GEA

Investimentos 

O incentivo aos grandes eventos, como o retorno da Expofeira, em 2023, a realização da Folia Literária Internacional do Amapá e do Maior Ano Novo da Amazônia, são iniciativas que trazem oportunidades de negócios e geração de emprego e renda, contribuindo para os índices de crescimento econômico que o Amapá vem apresentando. Além disso, promovem a consolidação de diferentes setores, como o hoteleiro e o turismo, atraindo visitantes de todas as partes do Brasil e do mundo. Essas iniciativas representam uma estratégia da gestão estadual que coloca o estado em destaque também no segmento econômico.

Amapá é destaque nacional em geração de emprego no varejo de materiais de construção

Dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados que apontam uma variação positiva de 9,67%.


O resultado das políticas públicas que estão sendo implementadas desde o começo da atual gestão, reflete nos índices positivos de crescimento econômico que Amapá o vem apresentando em diferentes áreas.  Com uma variação positiva de 9,67%, o estado foi o que mais gerou empregos proporcionalmente no Brasil no varejo de materiais de construção em 2024 e liderou o ranking nacional do setor, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).

Os indicadores revelam que ações de desenvolvimento adotadas pelo Governo do Amapá, que realiza investimentos diretos na construção civil com 140 obras de infraestrutura, que incluem educação, segurança, saúde, mobilidade urbana e habitação pelo Amapá inteiro vêm garantindo novos postos de trabalho e o aquecimento da economia local.

“O que se vê aqui no Amapá é o reflexo direto do compromisso que temos em investir nas obras de infraestrutura. Cada tijolo colocado e cada parede erguida representam mais uma família que ganha sustento, mais trabalhadores com a carteira assinada, mais oportunidades de trabalho. Quando falamos em movimentar a economia, é disso que se trata: obras e projetos que viram realidades concretas, criando empregos e renda para quem mais precisa. É esse investimento sério, feito com responsabilidade e carinho pelo nosso estado, que faz do Amapá um verdadeiro protagonista na geração de oportunidades. O povo amapaense é o grande beneficiado quando damos prioridade à construção civil, porque infraestrutura de qualidade significa crescimento econômico duradouro e qualidade de vida”, destacou o secretário adjunto da Infraestrutura, Ivy Vasconcelos.

Com obras pelo Amapá inteiro, construção civil impulsiona o crescimento econômico do estado
Com obras pelo Amapá inteiro, construção civil impulsiona o crescimento econômico do estado
Foto: Jhon Martins/GEA

O setor de construção civil também foi um dos responsáveis pelo avanço e o destaque que o Amapá alcançou em 2024, com a abertura de 9.364 novos postos de trabalho com carteira assinada, sendo líder nacional, segundo dados do Novo Caged.

Os investimentos do Governo nos 16 municípios amapaenses que incluem, além de novas construções, fortalecimento das empresas e empreendedores com incentivos fiscais e a oferta linhas de crédito com juros baixos, a realização de grandes eventos culturais e os novos roteiros turísticos têm sido decisivos para o crescimento do mercado de trabalho no Amapá.

Governo do Estado realiza investimentos diretos na construção civil com 140 obras de infraestrutura
Governo do Estado realiza investimentos diretos na construção civil com 140 obras de infraestrutura

Amapá cresce 168% na criação de empregos formais no primeiro bimestre de 2024

Com o fortalecimento das atividades econômicas pelo Governo do Estado, o Novo Caged aponta mais de 1,3 mil novos postos de trabalho.

As políticas de fortalecimento das atividades econômicas implementadas pelo Governo do Estado em pouco mais de um ano da atual gestão, começam a dar resultados significativos na geração de emprego e renda à população. Segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Amapá gerou mais de 1,3 mil novos empregos formais nos primeiros dois meses de 2024. O número representa um aumento de 168% se comparado ao mesmo período em 2023, quando foram registrados 493 postos de trabalho.

Em fevereiro, o número de trabalhadores com carteira assinada no estado chegou a 87,6 mil. Ainda segundo o percentual, os empregos nas áreas da indústria e agropecuária vem aumentando consideravelmente a participação no total de empregos e na economia do estado.

O vice-governador do Amapá, Teles Júnior, destaca que o crescimento representa uma série de políticas adotadas pelo Governo do Estado nos setores do comércio e serviços, destacando-se as do corredor de importação e de promoção da indústria local com o programa Selo Amapá, que certifica produtos .

“O crescimento do número de empregos é fruto dos estímulos gerados pelo Governo do Amapá especialmente no setor florestal, de saneamento e energia, por meio das concessões e investimentos públicos oriundos de recursos captados junto à União pela bancada parlamentar e da outorga de saneamento básico captado junto iniciativa privada”, destaca Teles.

Empregos em Macapá

Os incentivos das políticas públicas adotadas pelo Governo do Amapá, como a promoção de grandes eventos, fortalecimentos do turismo e grandes obras de mobilidade, impactaram diretamente na geração de empregos em Macapá.

Nos últimos três anos, o número de empregos com carteira assinada na capital saltou de 56,4 mil para 71,9 mil. Os novos 15,4 mil empregos formais representam um crescimento de 27% durante o período.

Estado com mais empregos desde o pós-pandemia

Desde julho de 2020, mês que marcou a redução de empregos no Brasil por conta da pandemia de Covid-19, o Amapá mantém uma taxa de crescimento de 33% com a criação de 22,7 mil novos empregos formais. O valor é maior que a média nacional, que alcança quase a metade, 18%.

Governo do Estado cria Grupo de Trabalho para impulsionar atividade pesqueira no Amapá

Grupo é composto por órgãos estaduais ligados ao setor de pesca. Entre os objetivos, está a implantação dos distritos pesqueiros.

Governo do Amapá realizou na última quinta-feira, 27, um encontro com a Secretaria Nacional de Pesca para avaliar políticas públicas de desenvolvimento do ramo pesqueiro. A agenda resultou na criação de um Grupo de Trabalho formado por órgãos estaduais que irão nortear os projetos dentro dos eixos indicados.

A Secretaria de Estado de Pesca coordenou o encontro. O Governo do Estado criou a pasta ainda em janeiro para impulsionar o crescimento do setor pesqueiro no Amapá, estado banhado pelo oceano Atlântico e por grandes rios, como o Amazonas, o Araguari, o Vila Nova e o Matapi. Nesse cenário, a pesca se destaca como uma das principais atividades econômicas.

Entre os objetivos definidos no encontro, estão:

  • A implantação dos distritos pesqueiros nos municípios de Amapá, Calçoene e Oiapoque;
  • Investimentos na infraestrutura dos portos de embarque e desembarque de pesca;
  • Fomento na cadeia produtiva do pescado.

A proposta é organizar cada projeto permitindo o desenvolvimento socioeconômico da população envolvida na pesca artesanal. Para o gestor da Secretaria de Pesca, José Cordeiro, a união de esforços vai permitir criar uma nova dinâmica dentro da área pesqueira do Amapá.

“Acreditamos que o envolvimento dos órgãos que compõem o setor produtivo irá contribuir para o fortalecimento da atividade por meio de parcerias e projetos intersetoriais”, destacou.

A secretária nacional da Pesca Artesanal, Mônica Cavalcante, detalhou que o órgão federal cumpre agenda nos estados para conhecer as realidades e formular políticas sociais junto às instituições públicas e associações comunitárias.

“Existe um novo momento para o setor e, agora, queremos estar perto dos nossos pescadores artesanais e junto com as demais entidades temos que criar ambientes fortes e estruturais. Sabemos do potencial do banco pesqueiro do Amapá e é muito importante fortalecermos”, disse.

Os órgãos que fazem parte do Grupo de Trabalho são:

  • Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural (Rurap);
  • Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural (SDR);
  • Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema);
  • Secretaria de Estado de Trabalho e Empreendedorismo (Sete);
  • Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf);
  • Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz);
  • Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá;
  • Amapá Terras.

Próximos passos

A programação do conjunto entre Estado e União, segue também com reuniões com cooperativas e colônias de pescadores nos municípios de Santana, Calçoene e Oiapoque; além de inspeções nas fábricas de gelo destas localidades.