Povos Originários: TJAP leva grande ação de Justiça e Cidadania a aldeias indígenas no município de Oiapoque

O Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) estará presente, no período de 22 a 30 de junho de 2024, nas terras indígenas de Oiapoque em uma Ação Itinerante com diversos parceiros. A iniciativa, idealizada pelo desembargador-presidente Adão Carvalho, levará justiça, cidadania e diversos serviços essenciais aos povos originários que residem nas aldeias de Kumenê, Espírito Santo e Manga – que abrigam as etnias Palikur, Karipuna e Galiby Marworno –, sempre no horário das 8 às 17 horas.

O objetivo da ação é facilitar o acesso das comunidades indígenas a serviços e atendimentos básicos e, assim, promover a inclusão social e cidadania, além de fomentar o respeito e a valorização das culturas indígenas. Entre os serviços disponibilizados estão: emissão de documentos civis, atendimento jurídico, orientações sobre direitos humanos e cidadania e atendimentos de saúde, além de diversas ações educativas e culturais.

O desembargador-presidente percebeu que os povos originários do Amapá ainda são um público carente de muitos serviços públicos e com problemas muito específicos que ainda demandam forte atuação do Poder Público.

“A distância, a cultura e seu contexto de vida produzem obstáculos que só os indígenas enfrentam e eles precisam de nosso apoio para superar. Não é um ato de caridade, mas uma obrigação que temos com os povos que primeiro ocuparam este país e que tanto sofreram ao longo de nossa história – e ainda sofrem”, afirmou.

“A Justiça do Amapá tem feito sua parte pela socioinclusão dos diversos públicos vulneráveis em nosso estado, por meio de diversos programas e serviços. Nada mais justo do que incluí-los com uma jornada terrestre própria”, complementou o desembargador Adão Carvalho.

Entre os parceiros, destacam-se órgãos governamentais, organizações não governamentais e representantes das próprias comunidades indígenas, entre eles: 22ª Brigada de Infantaria de Selva; Capitania dos Portos do Amapá; Cartório do Oiapoque; Colégio de Ouvidorias Judiciais da Mulher; Coordenadoria Distrital de Saúde Indígena; Defensoria Pública Estadual; Fundação Nacional dos Povos Indígenas; Governo do Estado do Amapá; Instituto Nacional do Seguro Social; Ministério do Trabalho; Ministério Público do Estado do Amapá; Ministério Público do Trabalho; Ministério Público Federal; Receita Federal do Brasil; Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas; Tribunal Regional do Trabalho; Tribunal Regional Eleitoral do Amapá; e Tribunal Regional Federal.

Com base nas demandas indicadas pelos órgãos que atuam junto aos povos indígenas e em sondagens diretas dentro das aldeias, por meio de servidores do Judiciário do Amapá, ficaram estabelecidos, para oferta junto com parceiros, os seguintes serviços para prestação durante a ação:

Sessões de conciliação/mediação;
Orientações jurídicas;
Orientações sobre benefícios sociais e aposentadoria;
Orientação sobre segurança na navegação;
Arqueação de embarcação;
Cinema;
Consultas médicas;
Emissão de Carteira de Agricultor;
Emissão de Carteira de Trabalho;
Emissão Cartão do SUS;
Emissão de Certidão de Nascimento – 1ª e 2ª Via;
Emissão de CPF – 1ª e 2ª Via;
Inscrição no CadÚnico.
As atualizações sobre esta ação podem ser acompanhadas no Portal do TJAP e em seus perfis institucionais nas mídias sociais (Facebook, Instagram eTwitter/X).

 

Secretaria de Comunicação do TJAP

Governo do Amapá garante retorno de mais um grupo de amapaenses afetados pelas enchentes no Rio Grande do Sul

Com apoio do Estado, mais oito cidadãos reencontram familiares no Amapá com expectativa de recomeço.

O Governo do Amapá garantiu o transporte aéreo de mais oito pessoas que residiam nas cidades de Porto Alegre e Gramado, no Rio Grande do Sul, atingidas pelas enchentes. O grupo retornou em segurança ao estado, no início da madrugada deste sábado, 15, e foram recepcionados por familiares e uma equipe da Secretaria de Estado da Assistência Social, no Aeroporto Internacional de Macapá.

Desde o início da crise, o Governo do Estado faz o acompanhamento dos amapaenses que vivem no Sul do país, e já realizou, entre os resgates, o traslado de sete pacientes que estavam realizando Tratamento Fora de Domicílio (TFD) no estado gaúcho. Esta é a terceira ação de retorno, totalizando 24 acolhimentos de 10 famílias.

A operação foi possível através da articulação da Defesa Civil Estadual e da Secretaria de Estado da Assistência Social, que realizaram o monitoramento e apoio às vítimas das enchentes que atingem o Sul do país, coordenados pelo Comitê de Gerenciamento de Crises e Respostas Rápidas do Governo do Amapá.

Recepção

Familiares e amigos se reuniram na área de desembarque do aeroporto para receber quem voltava ao estado, após a tragédia no Rio Grande do Sul. Com abraços e demonstrações de afeto e carinho, três famílias se reencontraram.

É o caso da vigilante Fabiane Lima, de 35 anos, que morou por três anos em Porto Alegre e retornou ao Amapá com seus três filhos, após passar 26 dias em um abrigo.

“Logo no início, quando aconteceu a enchente, a gente ficou em casa e só fomos resgatados depois de 3 dias. Às assistentes sociais entraram em contato conosco perguntando sobre a nossa disponibilidade para voltar e como temos família aqui a gente optou pelo retorno sendo muito bem acolhida pelo Governo do Estado, só tenho que agradecer”, declarou.

O professor da rede estadual de ensino, Harrison Castro também recebeu seus familiares no aeroporto. Ele entrou em contato com o Governo do Estado para pedir o apoio na repatriação de uma familiar que estava em tratamento de saúde na capital gaúcha.

“A questão da saúde estava bem preocupante para toda a família e a gente não estava conseguindo uma direção. Foi aí que surgiu a ideia de entrar em contato com o gabinete do governador e houve toda essa mobilização impressionante, foi muito rápido e graças a Deus que toda a equipe lá em Porto Alegre deu todo esse apoio para levar a minha cunhada no hospital e fazer essa transferência e hoje concluir com a chegada dela aqui em Macapá”, agradeceu o professor.

Já o jovem Roger Ataíde morou em Gramado por um pouco mais de um ano e já havia construído uma nova vida no estado gaúcho. Porém, com a calamidade, perdeu o emprego e entrou em contato com o Governo do Amapá para retornar e recomeçar em sua terra natal, junto com sua esposa Yasmin Gonçalves.

“Eu estava há dois meses no meu trabalho, infelizmente tiveram que me demitir com tudo o que aconteceu, fiquei sem o que fazer e através do pessoal do Governo do Amapá, sempre apoiando a gente, sempre ajudando, eu entrei em contato com eles, pedindo uma ajuda, e eles responderam rápido.

Programa Acolher Amapá

A iniciativa é fruto de política pública do Governo do Estado que propõe levar à população amapaense, em situação de vulnerabilidade, serviços e programas desenvolvidos pela Assistência Social.

Governo do Amapá garante retorno de amapaenses atingidos por enchentes no Rio Grande do Sul

Com apoio do Estado, sete cidadãos que tiveram as casas invadidas pela água reencontram familiares e buscam recomeço na terra natal.

Com o transporte aéreo garantido pelo Governo do Estado, sete amapaenses que residiam nas cidades de Pelotas, Charqueadas e Viamão, no Rio Grande do Sul, e tiveram as casas inundadas pela água, retornaram em segurança para o Amapá. Sob forte emoção, os moradores foram recepcionados por familiares e equipes da Defesa Civil Estadual e Secretaria de Estado da Assistência Social, no Aeroporto de Macapá.

A iniciativa representa o trabalho contínuo de monitoramento e apoio às vítimas das enchentes que atingem o Sul do país. Na última semana, o Governo do Amapá fez o translado de pacientes que estavam realizando Tratamento Fora de Domicílio (TFD) no estado gaúcho. Ao todo, já são 14 amapaenses resgatados.

“Todo amapaense que está entrando em contato com a gente, estamos dando total atenção, seja viabilizando o retorno ao estado ou proporcionando toda estrutura necessária para que essa pessoa possa recomeçar a vida”, explicou o secretário adjunto de Assistência Social, Hugo Paranhos.

Ao desembarcar no aeroporto de Macapá, a auxiliar de saúde bucal, Samily Adriane Duarte, de 39 anos, não conteve a emoção ao reencontrar a família. Ela morava há três anos na cidade de Charqueadas, com os três filhos, e perdeu tudo após a enchente.

“O lugar que eu morava não tinha grande probabilidade de ser afetada, mas a água chegou e foi um caos. Estávamos estabilizados lá, não tínhamos a intenção de voltar ao estado, mas depois de tudo que aconteceu o desejo era só de ter a oportunidade de voltar e ficar perto da família. Só tenho a agradecer ao Governo do Estado por atender o nosso pedido e nos trazer de volta”, relatou Samily.

A missionária Eliana Lisboa, de 47 anos, que estava há cerca de um mês morando no sul do país, conta que a situação vivida foi tão desesperadora que imaginou que voltaria para casa com vida.

“Não foi fácil, passei por momentos bem difíceis, tanto que até me despedi da minha família enquanto estava lá, porque as coisas aconteceram muito rápido e quando vi a cidade toda de Charqueadas estava inundada, ninguém entrava ou saía e, nesse momento, pensei no pior. Mas graças a Deus consegui voltar e agradeço muito o governador Clécio Luís por ter nos fornecido toda ajuda necessária para que a gente voltasse em segurança”, destacou a missionária.

Programa Acolher Amapá 

A iniciativa é fruto de política pública do Governo do Estado que propõe levar à população amapaense, em situação de vulnerabilidade, serviços e programas desenvolvidos pela Assistência Social.

Governo do Amapá leva alimentos e água para mais de 250 indígenas afetados pela cheia do Rio Oiapoque

Apesar da situação, nenhuma família precisou ser remanejada

Nesta quarta-feira, 15, o Governo do Estado enviou 50 kits de alimentos, do programa Amapá Sem Fome, e 250 litros de água potável para três aldeias afetadas por alagamentos causados pela elevação do Rio Oiapoque, na fronteira entre Brasil e Guiana Francesa. As localidades ficam dentro das Terras Indígenas de Juminã e Galibi, onde cerca de 43 famílias foram atingidas pelas águas.

A situação ocorre devido às contínuas chuvas que afetam a região, elevando o nível do rio. Segundo a secretária dos Povos Indígenas do Amapá, Sônia Jeanjacque, o material enviado à região chega na manhã desta quinta-feira, 16, e será enviado diretamente para as aldeias, onde irão atender 250 pessoas.

“A logística que montamos considera todo o percurso até as localidades. São cerca de 600 quilômetros da capital até Oiapoque e, chegando no município, desembarcamos os kits na sede da Funai. Da cidade até as aldeias, leva aproximadamente uma hora de viagem. Lembrando que as três comunidades ficam geograficamente em lugares diferentes. Uma dentro do Igarapé do Taparabu, dentro da Terra Indígena Galibi, e duas dentro do Igarapé do Juminã”, explicou Sônia.Os alagamentos afetaram as aldeias Uahá, Marripá e Kuai Kuai, localizadas em áreas de ilhas, dentro de campos naturalmente alagados. A chuva na região tem elevado o nível da água, fazendo com que alcance as residências e afetando o fornecimento de água potável em pelo menos uma comunidade. Apesar da situação, nenhuma família precisou ser remanejada.

“Pedimos uma visitoria da Defesa Civil, que foi até a região e constatou o alagamento. A partir disso, o governador Clécio Luís, solicitou que a gente pudesse estar enviando toda essa auxílio para as aldeias”, destacou a secretária.

Monitoramento

Desde a última quinta-feira, 9, o Governo do Amapá vem monitorando o aumento do Rio Oiapoque, com verificação nas localidades para identificar a situação de cada área atingida com o objetivo de traçar e colocar em prática ações que amenizem os prejuízos causados pelo avanço da água.

De acordo com o acompanhamento da Defesa Civil do Amapá, avaliando os últimos três meses do ano, houve elevação no nível do rio, contudo foi registrada queda na última semana.

Segundo o major do Corpo de Bombeiros e chefe da Seção de Planejamento da Defesa Civil, Wagener Reis, o monitoramento do nível do Rio Oiapoque é contínuo.

“Estamos dando apoio a Defesa Civil Municipal com estes levantamentos das áreas indígenas, que é para onde estão indo os kits e continuamos no monitoramento até a normalização da situação na região”, explicou o major.

Ainda segundo a observação da Defesa Civil, o aumento do nível da água provocou a contaminação de poços e fossas sanitárias utilizadas pelos povos indígenas, por isso a necessidade de também levar água potável para a região.

Dependendo da situação nos próximos dias, outras ações poderão ser encaminhadas às comunidades, como entrega de mais mantimentos.

Governo do Amapá envia bombeiros para ajudar no salvamento de vítimas no Rio do Grande do sul

Os militares especialistas do Corpo de Bombeiros do Amapá foram convocados pelo Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (Ligabom) para atuarem nas ações de resgate para ajudar nos esforços de buscas e salvamentos em razão dos temporais que atingem o Rio Grande do Sul. Os 16 bombeiros já estavam em prontidão e se deslocam nesta segunda (6), para a missão.

O Governo do Amapá está de mãos dadas com a população afetada pela tragédia causada pelas enchentes e chuvas no Sul do país.
Fazem parte da equipe amapaense, mergulhadores de resgate e salvamento aquático, além de especialistas em salvamentos terrestres, inundações e deslizamentos. Também serão enviados além de insumos, equipamentos e quatro viaturas.

Nos últimos dias, o Governo do Estado intensificou o contato com a Defesa Civil e com o Governo do Rio Grande do Sul e participa da campanha nacional de arrecadação de fundos. O governador Clécio Luís se colocou à disposição do governador Eduardo Leite e se solidarizou ao povo gaúcho neste momento tão difícil.

 

O Governador do Amapá Clécio Luísfalou que o Amapá está oferecendo solidariedade técnica e profissional do Rio Grande do Sul.

“16 bombeiros militares que são especializados nesse tipo de catástrofes, especializados em busca, em salvamento, resgate. Os mergulhadores, os nossos mergulhadores, são especializados em águas sem luminosidade, águas barrentas, águas sujas. Então, a gente vai fazer toda a diferença. Eles são profissionais testados em outros momentos, em outras tragédias, como a de Petrópolis, por exemplo, de Rondônia, do Espírito Santo, fora do Brasil. Então, vai uma equipe extremamente especializada. O Amapá está oferecendo, com solidariedade técnica e profissional, o que há de melhor”, frisou o governador.

O Comitê de Crise de Eventos Hidrológicos e Mudanças Climáticas está com diversas frentes de trabalho e estabeleceram as tratativas para prestar todo o apoio necessário durante a urgência no Rio Grande do Sul.

‘Estamos agindo preventivamente’, garante governador Clécio Luís sobre monitoramento do Rio Araguari

Governo do Amapá monitora volume de água do Rio Araguari, que esta em alerta

O governador do Amapá, Clécio Luís, está monitorando junto com as equipes do Estado a cheia do Rio Araguari, em Porto Grande e Ferreira Gomes. Em reunião com a Defesa Civil, prefeituras e o Comitê de Respostas Rápidas, o governador determinou uma atuação preventiva, em caso de necessidade, atender às famílias da região.

“Estamos utilizando todos os recursos de monitoramento e agindo com antecedência, preparando tudo o que for necessário, caso haja necessidade de atuar para atender as famílias, em possíveis alagamentos. Nós não queremos que isso aconteça, mas estamos alinhando ações conjuntas para agir prontamente, já que estamos em situação de alerta pela Defesa Civil”, ressalta o governador.Na quinta-feira, 25, e sexta-feira, 26, o governador Clécio Luís esteve em tratativas com os prefeitos dos municípios e dirigentes das três hidrelétricas que ficam no Rio Araguari e informou a situação ao ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes.

Até o momento, cerca de 20 famílias ribeirinhas, que residem no Alto Araguari, no município de Porto Grande, atingidas pela cheia do rio, receberam assistência do Estado. O monitoramento também segue sendo feito pelas hidrelétricas, que acompanham a vazão do rio a cada 2 horas.

“Seguiremos atuando de forma preventiva, porque há uma estimativa das enchentes, se ocorrerem, atingirem até 500 casas segundo a previsão. As prefeituras de Porto Grande, Tartarugalzinho e Amapá, que também possuem caminhões pipa, vão se juntar aos nossos para que, caso haja necessidade, possam fazer um abastecimento complementar de água para os afetados”, finaliza o governador.Os reforços no trabalho para atender os moradores envolvem equipes da Defesa Civil Estadual, Vigilância em Saúde e Assistência Social, mobilizando entrega de água potável, kits de alimentos e dormitório, além de medicações. Também serão disponibilizados equipamentos para guardar o patrimônio de famílias.

Alerta sobre os rios

Os trabalhos fazem parte das medidas de proteção, envolvendo equipes de sobreaviso para atuar nos casos de alagamento com fortes chuvas ou aumento do nível dos rios. O Comitê de Respostas Rápidas atua para garantir ações imediatas para população que sofre com as crises naturais, sanitárias e de saúde.

O Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa) divulgou a previsão do tempo para o fim de semana e reforça as projeções de acumulados diários significativos de chuva nos municípios de Porto Grande, Ferreira Gomes, Macapá, Santana, Mazagão e arquipélago do Bailique.

Brinquedoteca e cinemateca do centro de acolhimento do Governo do Amapá ajudam a amenizar impactos dos alagamentos nas crianças

Cerca de 100 crianças e adolescentes estão abrigadas em escola desde a última terça-feira, 13.
Para amenizar os efeitos provocados pelos alagamentos em Macapá, sobretudo, nas crianças e adolescentes cujas famílias ficaram desabrigadas, o Governo do Estado vem trabalhando atividades lúdicas e recreativas, além do apoio psicológico para quem está alojado no Centro de Acolhimento montado na Escola Estadual Reinaldo Damasceno, no bairro Novo Buritizal, Zona Sul da capital.

São mais de 50 famílias atendidas no local, num total de 300 pessoas, dessas cerca de 100 são crianças e adolescentes. Ao menos 40 profissionais dos mais diferentes órgãos de Governo, integram a força-tarefa de assistência.

Toda a escola foi adaptada para garantir o mínimo de conforto para os alojamentos e serviços de saúde e sociais. Nos banheiros, por exemplo, foram instalados chuveiros para a higiene dos abrigados.

A Secretaria de Estado da Educação (Seed) adaptou a biblioteca da escola para uma cinemateca, onde a criançada pode assistir a vários filmes infantis. Além disso, um cantinho da quadra poliesportiva está funcionando como brinquedoteca. Profissionais também se revezam ao longo do dia, para acompanhar as atividades, estimular a criatividade e distrair o grupo.

A autônoma Diovane Oliveira, de 42 anos, moradora do bairro Novo Buritizal, contou que perdeu todos os móveis da casa. Ela e os cinco integrantes da família estão alojados em uma das salas da escola.

“Eu perdi todas as minhas coisas. Não tinha o que fazer porque foi muito rápido, encheu bastante e não teve como fazer nada mais. Esse apoio que a gente está recebendo ajuda a aliviar nossa dor, o desespero de não ter mais nada”, relatou a autônoma.

A secretária adjunta de Apoio à gestão da Seed, Francisca Oliveira, reforça que os próprios servidores estão empenhados em ajudar. A solidariedade vem se multiplicando em várias secretarias com a campanha de doação de roupas, brinquedos, material escolar, móveis e eletrodomésticos, coordenada pelo Governo do Amapá.

“A equipe da Secretaria está totalmente envolvida para que possamos garantir o mínimo de dignidade para essas famílias que perderam suas casas, perderam seus bens. Mas este recomeço terá total apoio do Estado e de cada um que se propôs a ajudar”, destacou Francisca.

‘Operação Dr. Teles’ completa um ano com mais de 390 pacientes atendidos e recuperados em casa

A “Operação Dr. Teles”, completou um ano de criação celebrando o atendimento de 396 pacientes durante esse período de atuação. Criado pelo Governo do Amapá, no dia 11 de fevereiro de 2023, o programa oferece tratamento domiciliar a pacientes do Hospital de Emergências (HE) de Macapá. A maioria dos atendidos são adultos com casos de média e baixa complexidade que são acompanhados até a recuperação definitiva.

O programa seleciona pessoas que deram entrada no HE apresentando casos com maior probabilidade de alta hospitalar. A partir da triagem feita pela equipe médica, o paciente recebe um plano terapêutico, que será executado ao longo do tratamento.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) também disponibiliza aos pacientes toda a medicação e insumos para os procedimentos, além da assistência diária através de uma equipe multiprofissional formada por médicos, técnicos em enfermagem, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas e psicólogos.

 

O autônomo Josiel da Silva, de 54 anos, recebeu os cuidados do programa e externou toda a sua gratidão através de cartas que dedicou aos profissionais. Segundo o ex-paciente, o carinho de toda equipe foi fundamental para vencer a pneumonia.

“Eu sou muito grato a esse projeto e essa equipe maravilhosa que me deu tanto carinho e cuidado, por isso escrevi essas cartas agradecendo por tudo, desde a medicação até a conversa que tínhamos. Todo esse conjunto foi determinante para a minha melhora”, disse o paciente.

 

Em janeiro de 2024 o projeto atendeu 43 pacientes, destes, 31 já receberam alta médica e 12 seguem em acompanhamento domiciliar. “Todos esses números são reflexo do compromisso de toda a equipe em proporcionar cuidados de qualidade e promover uma transição suave para o ambiente domiciliar, garantindo o bem-estar e a recuperação completa dos pacientes”, ressaltou a médica da equipe, Ingrid Rebouças.

Entre os serviços, estão a administração de medicamentos injetáveis e de via oral; orientação sobre o horário e posologia de remédios; realização de exames laboratoriais; aferição de sinais vitais; curativos; orientações sobre hidratação oral e dieta; além de oferta de suporte nutricional, quando necessário.

“Como profissional me sinto muito grata ao ver a evolução do tratamento de cada paciente, o carinho, o agradecimento que ele tem de receber o atendimento em casa. É muito gratificante poder ajudar na cura e receber o carinho das pessoas de volta”, relatou a enfermeira Camila Dias, que faz parte da equipe que vai até a casa das pessoas.

 

Dr. Teles

O nome do programa homenageia Antônio Pinheiro Teles, médico que fundou o Serviço de Nefrologia e a Residência Médica no Amapá. O profissional era conhecido pela proximidade com os pacientes e pelo cuidado humanizado que dispensava a cada um. Dr. Teles dedicou boa parte de sua vida a cuidar da saúde da população amapaense.

Ele faleceu em 4 de janeiro de 2017, vítima de um infarto. Após seu falecimento, foi homenageado com o nome da Clínica de Nefrologia do Hospital de Clínicas Alberto Lima (Hcal).

Governo do Amapá acolhe animais domésticos desabrigados pelas fortes chuvas em Macapá

São ofertados serviços veterinários aos cães e gatos desabrigados

Os animais de estimação das famílias desabrigadas pelas fortes chuvas de terça-feira, 13, são acolhidos pelo Governo do Amapá na Escola Estadual Reinaldo Damasceno, na Zona Sul de Macapá, como parte das estratégias emergenciais diante dos danos causados pelos alagamentos na capital. Os pets recebem alimentos e cuidados veterinários, em uma política de proteção e combate ao abandono.

As ações de assistência são coordenadas pela Secretaria de Estado de Bem-Estar Animal. A gestora da pasta, Laudenice Monteiro, reforça que o objetivo do Governo do Amapá é alcançar todos os animais que foram desabrigados ou abandonados durante as fortes chuvas.

“Aqui, os cães e gatos serão atendidos por nossos veterinários, que vão realizar a vermifugação, analisar a saúde dos pets e entregar rações e coleiras aos responsáveis. Essa atenção é muito especial, pois muitas vezes esquecemos que os animais também sofrem em casos de alagamentos”, reforça a secretária.Atualmente, três cachorros são atendidos pelos profissionais na escola. Um deles é um pequeno cão branco, ainda sem nome, que foi uma das fontes de alegria e brincadeiras para as crianças desabrigadas.

O animal foi levado até a escola por Valdenir Mendes, de 30 anos, que é uma das pessoas acolhidas nos dormitórios provisórios da unidade. Valdenir conta que resgatou o animal após o pet ser abandonado por seus antigos donos. Além de receber cuidados, o cão terá uma nova família.

“As chuvas afetam todo mundo, até os animais, então agora esse é o novo membro da nossa família. Vamos atrás dos serviços veterinários que vão ser ofertados aqui na escola, pra saber se ele está bem. Essa ação é muito importante”, comentou Valdenir.Atendimento à população

A Secretaria de Bem-Estar Animal é uma das diversas pastas do Governo do Amapá que estão mobilizadas para atender a população atingida pelas fortes chuvas na capital. Na Escola Reinaldo Damasceno também são ofertados serviços de assistência como o cadastro em programas sociais, entrega de cestas básicas, kits de higiene e dignidade menstrual.

As 15 salas de aula da escola estão disponíveis para oferecer abrigo à população que teve as casas alagadas. Os dormitórios provisórios foram equipados com colchões, redes e mosqueteiros.

As pessoas afetadas pelas fortes chuvas que necessitam dos auxílios ofertados pelo Governo do Amapá podem se dirigir à Escola Reinaldo Damasceno, na Avenida 13 de Setembro, bairro Novo Buritizal, em frente ao habitacional Jardim Açucena.

No caso de chuvas intensas, fique atento:

  • Evite permanecer em praças e em ambientes arborizados durante, ou logo após ventos fortes e chuva;
  • Evite estacionar veículos embaixo de árvores, especialmente as de grande porte, que oferecem maior risco;
  • Se observar alguma árvore que esteja aparentemente tombando, ou com uma inclinação acentuada, com galhos secos ou quebrados, acione imediatamente o Corpo de Bombeiros;
  • Nunca tente cortar ou retirar a árvore por conta própria, pois podem haver cabos de energia em meio a vegetação, com risco de choque elétrico.

A população pode solicitar ajuda nos seguintes números:

  • 193 – Corpo de Bombeiros
  • 190 – Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes)

 

Governo do Estado leva kits de alimento, apoio psicológico e cadastro em programas sociais às famílias do Aturiá, em Macapá

Moradores tiveram danos nas casas devido à força do Rio Amazonas. Monitoramento na região continua.

O Governo do Amapá entregou colchões e kits de alimentos, de higiene pessoal e de dignidade menstrual nesta segunda-feira, 12, para famílias que tiveram as casas atingidas pela força do Rio Amazonas, na orla do Aturiá, na Zona Sul de Macapá. A ação também garantiu aos moradores apoio psicológico, atendimentos médicos e cadastro em programas sociais, como Renda Para Viver Melhor e o Aluguel Social.

Ainda no sábado, equipes do Comitê de Respostas Rápidas do Governo do Amapá estiveram na região para avaliar os danos nas residências e conversar com os moradores que tiveram prejuízos. Até o momento, 16 casas com danos estruturais foram mapeadas. A ação é coordenada pela Secretaria de Estado de Assistência Social, Secretaria de Estado de Infraestrutura e Defesa Civil.

“Aqui, nós identificamos que algumas pessoas vivem em situação de alta vulnerabilidade social e econômica e, por isso, reunimos vários órgãos do Governo do Estado para prestar total assistência. De forma emergencial, os moradores atingidos pelo Rio Amazonas já receberam alguns serviços assistenciais, mas não vamos parar por aí, o nosso objetivo é garantir que essas famílias tenham um lugar digno para morar”, destacou a secretária de Assistência Social, Aline Gurgel.

Entre os moradores atendidos, está a artista plástica Keila Maria Santos, de 50 anos. Ela conta que o suporte veio em boa hora e mostra o compromisso do Governo do Amapá em atender a população.

“Estou muito feliz, porque nossas demandas foram prontamente atendidas. Estamos passando por um momento difícil, mas, com o apoio que estamos recebendo do Governo, vamos superar os desafios”, ressalta Keila.

Para casos de urgência, o Governo do Estado dispõe de uma escola estadual, na Zona Sul de Macapá, para receber famílias desalojadas e desabrigadas. Até o momento, apenas uma família precisou ser retirada do local por conta do risco de desabamento do imóvel e pela presença de uma idosa com baixa visão. Eles estão na casa de parentes, em Santana, e, posteriormente, serão encaminhadas para atendimento em programas sociais de amparo em situações de risco e emergência.

Monitoramento

De acordo com a Defesa Civil, o avanço do Rio do Amazonas no Aturiá é um fenômeno natural regularmente acompanhado pelo órgão, principalmente, durante o inverno amazônico, para identificar os pontos mais críticos e auxiliar as pessoas que necessitem de ajuda.

“O avanço do rio é algo que ocorre naturalmente, pelo menos, desde 2013, mas com o aumento das chuvas e força da maré, as casas que ficam na orla do Aturiá acabam correndo riscos reais, por isso, temos um trabalho de acompanhamento contínuo e integrados com outras secretarias para que o Governo do Estado possa auxiliar, rapidamente, as pessoas que estejam em situação de vulnerabilidade”, reforçou o comandante da Defesa Civil, Alexandre Verissimo.

Próximas ações

Em outra frente, além das medidas emergenciais, o Governo do Amapá avalia projetos com foco em uma solução definitiva para a situação, como pontua o secretário de Infraestrutura, David Covre.

“Entre os projetos avaliados, estão a construção do muro de arrimo e a urbanização da orla do Aturiá”, detalhou Covre.

Também compõem a ação as equipes da Secretaria de Estado da Habitação, Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Secretaria de Estado da Mobilização, Secretaria de Estado de Transportes (Setrap) e Superintendência de Vigilância em Saúde do Amapá (SVS).

Amapá sem Fome: governador Clécio Luís institui programa para combater a insegurança alimentar em todo estado

Pedra Branca do Amapari foi o primeiro município a aderir ao programa, que irá atender todo estado

O governador, Clécio Luís, lançou nesta quarta-feira, 17, o programa ‘Amapá Sem Fome’, que terá duração permanente e possui o objetivo de tirar o estado do mapa da fome. Serão destinados R$ 24 milhões para a estratégia, que inclui políticas públicas idealizadas para atender, prioritariamente, os 13% da população amapaense que possuem uma ou nenhuma refeição diária.

Com recursos destinados por emendas articuladas pelo senador Davi Alcolumbre e pela então deputada federal Aline Gurgel, o maior programa de segurança alimentar da região Norte será executado ainda em 2024. O projeto prevê a implementação de ações como Vale Gás Social, Restaurante Popular e kits nutricionais para crianças.

Clécio Luís detalhou que o Amapá é o segundo estado do Brasil com maior índice de pessoas que enfrentam insegurança alimentar, por isso a necessidade de implementar um programa amplo.

“Não é um favor, é política pública. O Amapá Sem Fome foi um programa maturado por um ano, sendo pensado, estudado e escrito com políticas assertivas. Não vamos dar só cestas básicas, vamos gerar dignidade e aumentar os índices de desenvolvimento econômico, social e pessoal. Os recursos garantidos pelo senador Davi vão garantir que o programa seja executado e as entidades civis atuarão como um braço dessa política para alcançar as comunidades e famílias necessitadas”, reforça Clécio Luís.

O programa é coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social, junto com o Conselho de Segurança Alimentar e a Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional. Pedra Branca do Amapari foi o primeiro município a aderir ao programa, que irá atender todo estado.Próximas ações

Cada política descrita no plano será regulamentada por meio de editais. As igrejas, entidades socioassistenciais, organizações da sociedade civil e líderes comunitários que comprovem o trabalho destinado à segurança alimentar, serão chamadas e fomentadas pelo Governo do Estado para continuar e ampliar as atividades.

A secretária de Estado da Assistência Social, Aline Gurgel, detalha que será feito um grande banco de dados com quem já coopera e trabalha com projetos sociais para facilitar a integração ao programa.

“É um dia histórico para o Amapá. Não é uma política só do Estado, mas de toda sociedade. A execução do programa será feita tanto pelos entes públicos como aqueles que fazem trabalhos nos bairros e nas comunidades, para que a gente consiga vencer a fome no estado e emancipar as pessoas socialmente e economicamente”, destaca a gestora. Parceria

O pastor Adriano Vasconcelos, da igreja Reino da Justiça, em Santana, trabalha há cinco anos com a distribuição de alimentos para pessoas em vulnerabilidade social. As ações são feitas pelos fiéis, que doam os alimentos para as cestas básicas. Com apoio do Governo do Estado, ele pretende aumentar a quantidade de famílias e a frequência das doações.

“Nós não temos muitos recursos, então a parceria com o Governo é muito bem-vinda e vai favorecer muitas pessoas. Eu vejo esse projeto de uma forma muito positiva para todos. E queremos abençoar mais vezes. Realizar esse trabalho enche o nosso coração de alegria, porque eu tenho certeza de que é isso que Jesus faria hoje. Esse projeto vai nos ajudar, com certeza, a alcançar muito mais famílias”, descreve Vasconcelos.

Os alimentos que serão disponibilizados serão regionalizados, assim, favorecendo a agricultura familiar e garantindo nutrição e segurança alimentar. Entenda como funciona cada uma das sete políticas do programa Amapá sem Fome: 

Restaurante Popular e Unidades Sociais Produtoras de Refeições  

A iniciativa busca oferecer locais que disponibilizem alimentação saudável e com preço acessível, a partir de processos seguros.

Os Restaurantes Populares ficarão a cargo do poder público e, por terem a limitação de atender municípios com até 100 mil habitantes, funcionarão apenas em Macapá e Santana.

As Unidades Sociais Produtoras de Refeições atenderão os outros municípios, por meio do trabalho da sociedade civil.

Vale Gás Social  

A ação consiste no fornecimento de gás de cozinha a famílias em situação de pobreza, extrema pobreza ou socialmente vulneráveis. A inclusão das famílias no benefício obedecerá ao critério de avaliação social, com parecer técnico expedido pela Secretaria de Estado Assistência Social.

Kits de Alimentação  

Outra política adotada dentro do Amapá Sem Fome é a distribuição de kits de alimentação diretamente para entidades que, por sua vez, entregarão os itens às famílias que necessitam.

A medida oferece, ainda, kits específicos para crianças de até 6 anos, garantindo a nutrição desde a gestação até a primeira infância.

Banco de Alimentos

Faz parte da política contra a fome a criação do primeiro banco de alimentos do Norte do Brasil. Trata-se de um espaço para receber doações pela iniciativa privada e itens como peixes apreendidos pela Polícia Militar. O objetivo é destinar esses alimentos a quem precisa, evitando que eles sejam descartados ou estraguem.

Cartão Alimentação  

É um auxílio financeiro temporário destinado a famílias em situação de vulnerabilidade social, com objetivo de adquirir alimentos ricos em proteínas, como carne e ovo, opções não incluídas nas cestas básicas. Brasil sem Fome 

Os esforços para tirar o Amapá do mapa da fome estão entre as prioridades da gestão do Governo do Estado. Em 2023, iniciativas como distribuição de kits de alimentos e água alcançaram comunidades atingidas pela estiagem e salinização dos rios. O Amapá também foi o primeiro estado a aderir ao programa federal ‘Brasil sem Fome’, em maio de 2023.

Na ocasião, o representante do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Luiz Farias, ressaltou a preocupação do Governo do Estado em implementar políticas de redução da segurança alimentar.

“O programa dialoga perfeitamente e diretamente com as estratégias do ‘Brasil sem Fome’. É preciso a integração de todos os atores envolvidos, o Governo Estadual, Governo Federal e a sociedade civil. Com este conjunto de ações previstas, eu não tenho dúvidas que o Amapá será o primeiro estado a sair do mapa da fome”, ressaltou Farias.

Com áreas de lazer e acessibilidade, estrutura do Conjunto Miracema oferece qualidade de vida aos moradores

Habitacional também conta com campo de futebol, academias ao ar livre, playground e linha de ônibus gratuitas.

Com a entrega das mil moradias das etapas 3 e 4 do Conjunto Miracema, na Zona Norte de Macapá, o habitacional passa a abrigar cerca de cinco mil pessoas. Ao abrir as janelas dos apartamentos, os moradores têm acesso a uma vista de espaços como áreas de lazer, parque infantil e academias ao ar livre. Uma estrutura erguida para garantir qualidade de vida à comunidade.

O espaço também conta com escola, drenagem pluvial, pavimentação asfáltica, saneamento básico, rede de abastecimento de água, campo de futebol, linha de ônibus gratuita e urbanização da área. Além disso, as calçadas possuem acessibilidade, com instalação de pisos táteis.

As casas e apartamentos contam com sala, cozinha, área de serviços, banheiro, dois quartos, janelas com vistas privilegiadas pela iluminação do dia, rede elétrica, pintura, caixas de correspondências, impermeabilização de paredes, estrutura de forro em PVC, cobertura, calhas e tubulações de águas pluviais das chuvas.

Os moradores vivem em uma área de localização geográfica privilegiada, próximo às rodovias do Centenário (Norte-Sul) e Duca Serra, que interligam a Região Metropolitana de Macapá.

“Essa entrega representa a realização de sonhos da moradia própria com dignidade na vida das famílias. O Governo do Amapá segue trabalhando para realizar outras entregas, como essa no desenvolvimento da infraestrutura”, destacou o secretário de Estado da Infraestrutura, David Covre.

As mil famílias beneficiadas nessas duas etapas finais fazem parte de uma demanda dirigida à Justiça Federal. São pessoas que ocupam área de intervenção, em alguns pontos, próximo à Rodovia do Centenário.

Entre os beneficiários, também estão pessoas que dependiam do aluguel social da Prefeitura de Macapá. A medida deve gerar uma economia de R$ 735 mil à gestão municipal.

O habitacional conta com investimentos do Fundo de Arrendamento Familiar (FAR), articulados pelos senadores Davi Alcolumbre e Lucas Barreto, e do Governo do Estado, que, desde janeiro, investiu cerca de 40% dos recursos totais da obra para a entrega das duas últimas etapas do conjunto.

Inauguração

A cerimônia de entrega das fases 3 e 4 do Conjunto Miracema contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que, ao lado do governador, Clécio Luís, entregou as chaves das casas aos novos moradores.

Também estiveram presentes os ministros da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; das Cidades, Jader Filho, e de Minas e Energia, Alexandre Silveira, além dos senadores Randolfe Rodrigues e Davi Alcolumbre.

No Bailique, Davi participa do lançamento do “Luz Para Todos”, anuncia recursos para construção de passarelas e R$ 8 milhões para reconstrução da Escola Bosque


Coordenador da bancada federal, o senador Davi Alcolumbre (União-AP) participou, durante o fim de semana, de uma série de ações promovidas pelo governo amapaense em prol dos moradores do Arquipélago do Bailique – conjunto de oito ilhas a 180 quilômetros de Macapá, no leste do Amapá. Na companhia do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; do governador Clécio Luís e do presidente da Codevasf, Marcelo Moreira, Alcolumbre e comitiva ficaram por dois dias no Arquipélago a fim de conhecer de perto as maiores demandas da região.

Entre as ações da comitiva está a vistoria das obras de construção das passarelas em madeira na região, demanda aguardada há anos pela população local. Para o senador, essas obras são fundamentais para garantir a mobilidade, a geração de emprego e renda, o bem-estar e mais qualidade de vida para os moradores das quase 57 comunidades banhadas pelo rio Amazonas. Os mais de R$ 4 milhões destinados para a construção das passarelas no Arquipélago foram conseguidos graças às articulações do senador Davi. Do total, cerca de R$ 1,3 milhão foi transferido para a construção das passarelas das vilas Bom Amigo, da Margem do Igarapé Seco, Filadélfia, Maranata e Livramento do Bailique.

Os outros R$ 3 milhões foram repassados para as passarelas das vilas São Pedro, Marinheiro de Fora, Franco Grande, Freguesia e Limão do Curuá. “É importante destacar que essas passarelas foram executadas pela prefeitura de Macapá, mas são fruto da nossa atuação parlamentar, em Brasília, enquanto senador. Foram demandas levantadas pelo município, que procurou nosso mandato e, então, alocamos os recursos necessários para a realização desse projeto”, explicou Davi.

*Luz para Todos Regiões Remotas, no Limão do Curuá*

Ainda durante o final de semana, o senador amapaense compareceu ao lançamento do “Luz Para Todos” para 884 famílias das regiões remotas da comunidade do Limão do Curuá. A instalação do programa é uma luta de anos do senador Davi, desde quando assumiu a Presidência do Senado Federal, em 2019. Por meio do programa, todas as famílias cadastradas receberão sistemas individuais de geração de energia solar com capacidade mensal de 80 KWh com armazenamento em bateria de lítio que confere ao sistema uma confiabilidade de mais de 48h sem sol.

“Foi uma luta árdua, mas conseguimos. Saímos vitoriosos e, graças a Deus, temos agora energia para as comunidades do Limão do Curuá”, destacou. Ao longo do ano, serão distribuídos, pelo governo federal, kits de energia solar, garantindo, assim, energia para essas comunidades sem energia elétrica. Até o momento, 700 famílias na região do Vale do Jari já foram atendidas pelo “Luz para Todos”. O programa prevê a execução de 2,4 mil unidades em todo o Amapá, contemplando novas famílias, em 2024.

_*R$ 8 milhões para a Escola Bosque e ação pela saúde _*

No final de semana, a comitiva também visitou a Escola Bosque, um dos símbolos da educação socioambiental do arquipélago. Localizada na Vila Progresso, a principal do Bailique, a instituição é uma das maiores escolas públicas da região e atende alunos do ensino fundamental 2 e ensino médio. No entanto, o prédio corre o risco de desaparecer com os impactos do fenômeno natural das “terras caídas”, em que o avanço do Rio Amazonas provoca a erosão das encostas, destruindo tudo construído às margens das ilhas.
Durante a visita à instituição, o senador Davi anunciou a destinação de R$ 8 milhões para a reconstrução da escola. “Para mim, educação, saúde e segurança são temas inadiáveis, não dá para esperar. E, por mais que a Escola do Bosque aguarde há anos por uma ação efetiva, estamos aqui para anunciar os recursos necessários para dar início a essa construção que renovará a instituição e beneficiará mais de 450 alunos”, frisou o senador.

As ações não terminaram por aí. Davi Alcolumbre participou ainda de uma ação social, promovida pelo governo do Amapá, em que foram oferecidos serviços de saúde e cidadania para a população de Bailique, além da distribuição de cestas básicas e água potável para os moradores da região.

“Estamos incansáveis na busca para melhorar a vida das pessoas”, destaca governador Clécio Luís sobre sistema de dessalinização em teste no Bailique

Projeto coordenado pela Caesa está em fase experimental na região do arquipélago, distrito de Macapá.

O Governo do Amapá, iniciou no sábado, 18, os testes do projeto experimental da máquina de dessalinização de água do rio, no Arquipélago do Bailique, distrito de Macapá. O sistema que poderá produzir diariamente cerca de 8 mil litros de água potável para a população, foi adquirido pensando em uma solução para diminuir os impactos do desabastecimento causados pelo fenômeno da salinização das águas dos rios na região.

Os testes, coordenados pela Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa), estão sendo feitos em uma máquina montada na Vila Progresso. O equipamento filtra a água doce, separa os sedimentos do rio, realizando um pré-tratamento para garantir o consumo sem danos à saúde.

“Esse mecanismo é experimental e busca limpar a água, mas muito especialmente, tirar o sal. A ideia é que a população, durante esta fase de testes, receba fichas para encher os garrafões e fazer uso desta água potável, limpa, sem sal, gratuita, e própria para o consumo. Ressalto que estamos incansáveis na busca para melhorar a vida das pessoas”, enfatizou o governador Clécio Luís.

A máquina tem a capacidade de produzir 100 litros por hora de água limpa e potável. Os primeiros experimentos estão sendo realizados para que, futuramente, mais 25 máquinas de dessalinização sejam adquiridas e distribuídas na região do Bailique e, assim, a comunidade possa ter acesso rápido a uma água de qualidade.

“Nós planejamos, futuramente, colocar os equipamentos nas comunidades maiores do arquipélago do Bailique, e nas comunidades menores, em pontos estratégicos para atender a população, durante o período de dificuldade de acesso à água potável”, explicou o diretor-presidente da Caesa, Jorge Amanajás.

Segundo o biólogo laboratorista, da Caesa, Claudinaldo Ferreira, os testes preliminares são muito positivos, mas novas fases também precisam ser desenvolvidas até a liberação total.

“Já foi feita análise bacteriológica da água, os resultados preliminares mostram ausência de qualquer coliformes e bactérias que possam causar algum tipo de infecção. Então, podemos afirmar que, neste momento, está água está apta para consumo”, ressaltou.

De acordo com o cronograma da Caesa, nesta etapa inicial, o equipamento precisará passar por algumas fases para certificar a pureza, qualidade e a quantidade de água potável que será destinada para a população do arquipélago do Bailique.

Ação humanitária

Desde o dia 12 de novembro, o Governo do Estado se voltou ao Bailique para garantir suprimentos, saúde, cidadania e dignidade neste momento difícil em que passam as 52 comunidades, devido ao fenômeno da salinização dos rios, o que acarreta diversas dificuldades para aquela região.

No total, foram entregues mais de 2 mil kits de alimentos e 18 mil litros de água mineral para famílias das 57 comunidades espalhadas por todo o arquipélago. Durante a ação, também foram realizados atendimentos de saúde, consultas médicas, entrega de medicamentos, vacinação, serviço de ultrassonografia para a comunidade do Bailique.

Água potável

A Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) fez a distribuição de 460 mil litros de água potável, vindos diretamente de Santana, para a região do Bailique. Equipes da instituição se dividiram em embarcações menores para realizar a distribuição nas comunidades do arquipélago.

Mais de 70 idosos do Abrigo São José recebem acompanhamento de saúde bucal do Governo do Estado

Profissionais do CEO realizaram o acolhimento e o primeiro atendimento para a confecção de próteses dentárias.

Os 79 idosos que moram no Abrigo São José, em Macapá, tiveram uma quarta-feira especial com a oportunidade de ganhar um novo sorriso. O Governo do Estado levou uma ação de saúde bucal, que ofertou ainda a confecção de próteses dentárias para melhorar a mastigação, fala e autoestima deles.

A ação foi coordenada pelo Centro de Especialidades Odontológicas do Amapá (CEO), da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). A iniciativa levou uma equipe de profissionais especializados para realizar o primeiro atendimento e a confecção dos moldes.

De acordo com a coordenadora estadual de Saúde Bucal, Cassia Klein, a ação proporciona diversas melhorias aos idosos, na saúde física e mental, devolvendo dignidade a eles.

“Ao levarmos os atendimentos de saúde bucal até o abrigo, estamos assegurando que os idosos tenham acesso aos mesmos cuidados odontológicos que qualquer outra pessoa. Essa ação não apenas devolve a dignidade aos idosos, mas também contribui para a melhoria da qualidade de vida e bem-estar. Além disso, ao promover a saúde bucal dos idosos, estamos prevenindo doenças e reduzindo a demanda por tratamentos mais complexos no futuro”, destacou Cassia.

 

Neste primeiro momento, todos os idosos que necessitavam fizeram os moldes para as próteses, que serão entregues dentro de uma semana, como explicou o diretor do CEO, George Araújo.

“Hoje demos início ao processo da confecção das próteses com a produção dos moldes, já na próxima semana vamos retornar com as peças e, não havendo necessidade de ajuste, realizaremos as entregas. Com o atendimento aqui, além de evitar o deslocamento dos idosos conseguimos restabelecer a saúde bucal deles como um todo”, pontuou.

Durante a atividade, a equipe multiprofissional repassou orientações de limpeza e higiene bucal para que os cuidadores dos idosos possam realizar de forma correta o acompanhamento diário dos moradores da casa.

 

Segundo a diretora do abrigo, Tatiane Barreto, essas orientações são muito importantes não só para melhorar a saúde bucal dos abrigados, mas para devolver a eles um pouco de autoestima.

“Nós já tínhamos detectado a necessidade que alguns deles apresentavam, com a parceria e o olhar carinhoso do CEO conseguiremos devolver aos nossos idosos o sorriso, que é o cartão-postal de qualquer pessoa”, disse.

Cícero Silva, de 69 anos, disse que esperava por essa oportunidade. “É bom ter essa atenção com a saúde, eu usava a prótese, mas perdi e não achei mais. Hoje tirei as medidas e agora vou esperar o meu novo sorriso”.

 

Atingida por incêndio, Vitória do Jari (AP) vai receber apoio do Governo Federal

Ministro Waldez Góes colocou estrutura do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional à disposição do município. Defesa Civil Nacional vai dar apoio nos pedidos de reconhecimento de situação de emergência e de recursos para atendimento à população afetada e reconstrução de moradias destruídas

Brasília (DF) – Horas após um incêndio de grandes proporções destruir completamente oito residências e um estabelecimento comercial no município de Vitória de Jari, no Amapá, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, entrou em contato com o prefeito da cidade, Ary Duarte, e com o governador do Amapá, Clécio Luís, para mostrar solidariedade e colocar a Defesa Civil Nacional à disposição para todo o trabalho de recuperação e atendimento à população.

“Toda a minha solidariedade às famílias afetadas pelo incêndio que atingiu oito residências e um estabelecimento comercial na noite de ontem em Vitória do Jari, no Amapá. Determinei que a Defesa Civil Nacional preste todo o suporte necessário às equipes da Prefeitura e do Governo do Estado”, afirmou Waldez Góes.

“Desde 1º de janeiro, o presidente Lula nos recomendou que agíssemos rapidamente em todos os municípios que passassem por qualquer tipo de desastre. E, com Vitória do Jari, não seria diferente. Estamos ajudando, por meio da Defesa Civil Nacional, no mais rápido reconhecimento de situação de emergência e nos planos de trabalho para repassarmos recursos para ajuda na assistência humanitária e na reconstrução das residências”, enfatizou o ministro.

O ministro Waldez Góes integra no momento comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está nesta quinta-feira (31) no Piauí para assinar o decreto do Plano Brasil Sem Fome, e na sexta-feira (1º), estará no Rio Grande do Norte, onde serão anunciados investimentos do Novo PAC no estado e feita uma vistoria às obras do Ramal do Apodi, infraestrutura hídrica acessória à Transposição do Rio São Francisco.

O prefeito de Vitória do Jari, Ary Duarte, se mostrou satisfeito com a agilidade do retorno dado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

“Nós estamos passando por essa situação complicada, foram oito famílias que perderam casa, móveis, tudo que tinham, mas fico feliz porque o ministro Waldez Góes entrou em contato e estamos correndo com reuniões com a Defesa Civil Nacional para que a gente decrete situação de emergência estadual o quanto antes. Pois, a partir daí, poderemos solicitar situação de emergência no âmbito nacional”, declarou o prefeito.

“Agradeço o Governo Federal, por meio do ministro Waldez, pois a Defesa Civil Nacional está em contato com a nossa equipe, tirando dúvidas para a gente apresentar esses planos de trabalho com o intuito de, em primeiro lugar, recebermos recursos para ações humanitárias e, em seguida, para a reconstrução das residências que foram completamente destruídas pelo incêndio”, completou Duarte.

https://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/atingida-por-incendio-vitoria-do-jari-ap-vai-receber-apoio-do-governo-federal

Governo do Estado envia máquina de dessalinização para garantir água potável à população do Bailique

Medida faz parte das alternativas para amenizar as dificuldades enfrentadas pelas famílias devido à salinização das águas dos rios que banham as ilhas.


O Governo do Amapá enviou ao arquipélago do Bailique uma máquina de dessalinização de água para testes na localidade. A estratégia faz parte das alternativas para amenizar as dificuldades enfrentadas pelas famílias da região devido à salinização das águas dos rios que banham as ilhas.

O equipamento tem capacidade para tratar cerca de mil litros de água por hora, transformando o líquido insalubre em potável, pronto para o consumo. Estima-se que o super dessalinizador funcione em fase de teste por aproximadamente 15 dias, na Vila Progresso, a comunidade mais populosa do arquipélago.

“Estamos buscando várias soluções para aplacar a situação das famílias que sofrem com a falta de água potável no Bailique por causa da salinização do rio. Esse equipamento vai para o arquipélago e vai ficar lá por um período de testagem. Essa máquina é muito similar à que nós vimos no Rio Grande do Norte quando estive lá no mês de junho, justamente em busca de soluções. Estamos com uma expectativa muito boa”, detalhou o governador Clécio Luís.

A máquina funciona com o auxílio do gerador de energia, mas também pode ser adaptada para alimentação através de energia solar. O responsável pela fabricação da máquina, Wester Araújo, explicou como ela funciona.

“É um modelo de salinizador compacto de fácil funcionamento. A bomba de sucção capta a água do rio, leva para os tanques onde recebe um pré tratamento físico químico. O sal é separado da água, a deixando própria para o consumo humano. É importante lembrar que o equipamento já passou por um pré-teste. A água foi examinada em laboratório que comprovou que ela estava livre de substâncias e organismos que possam trazer doenças”, disse Araújo.

Ajuda humanitária

Para atender as famílias de forma imediata, desde janeiro de 2023, o Governo do Amapá já distribuiu cerca de 2,2 mil caixas d’água aos moradores do distrito. Os reservatórios são utilizados como sistemas individuais de captação da água da chuva, servindo como para armazenamento do líquido para consumo.

As famílias também receberam hipoclorito de sódio para tratamento da água. Foram enviados, ainda, água mineral, kits de higiene bucal, kits para vacinação contra a Covid-19 e Influenza e medicamentos.

Estudantes participam do projeto “Rapunzel Solidária” para doação de cabelo

O projeto é executado em parceria com o Instituto de Prevenção do Câncer Joel Magalhães e a Associação de Mulheres Ribeirinhas e Vítimas de Escalpelamento do Amapá.

Para incentivar o voluntariado e ação social entre os estudantes, a Escola de Gestão Compartilhada Militar Risalva Freitas do Amaral iniciou o projeto “Rapunzel Solidária”.

A iniciativa visa estimular os alunos na doação de cabelo para confecção de perucas, que serão destinadas às vítimas de escalpelamento e câncer.

O projeto é executado em parceria com o Instituto de Prevenção do Câncer Joel Magalhães (Ijoma) e a Associação de Mulheres Ribeirinhas e Vítimas de Escalpelamento do Amapá.

A ideia surgiu com as estudantes Maria Fernanda Figueiredo, 8º ano, e Danielly Luiza Araújo, 1º ano, elas decidiram realizar a doação e comunicaram a escola, que resolveu abraçar a causa e lançar o projeto “Rapunzel Solidária”. As alunas foram apresentadas para toda a comunidade escolar e reconhecidas publicamente pela atitude louvável.

Maria Fernanda fala da maravilhosa sensação de alegria em poder compartilhar seu longo cabelo com quem precisa.

“Me sinto muito feliz, sempre quis ajudar as pessoas de alguma maneira, e doar meu cabelo está sendo uma delas. Sei que muita gente que sofreu acidentes ou está doente precisa melhorar sua autoestima e essa atitude ajuda muito”, disse Fernanda.

Para Danielly Araújo é muito importante praticar o voluntariado nessa ação e adquirir novos hábitos para a vida.

“Decidi fazer parte do projeto, porque além de ajudar pessoas que precisam, sei que meu cabelo sempre vai crescer e vou poder continuar ajudando. Espero que ele fique grande logo para ajudar mais”, disse Danielly.

Segundo Maria Trindade, presidente da Associação De Mulheres Ribeirinhas e Vítimas de Escalpelamento do Amapá, a iniciativa é um exemplo de solidariedade e adesão à causa social.

“Esse trabalho é de extrema importância para que as crianças e jovens tenham a consciência da importância de realizar essa doação, promovendo a solidariedade dentro da escola e mudando a vida de muita gente”, completou Maria Trindade.

O projeto funciona de forma voluntária e qualquer estudante da instituição pode participar, após a autorização dos pais ou responsável, a doação é realizada na própria instituição.

https://www.portal.ap.gov.br/noticia/1105/estudantes-participam-do-projeto-ldquo-rapunzel-solidaria-rdquo-para-doacao-de-cabelo

Ação Social: ‘Movimento Reggae Pela Vida’ entrega alimentos para comunidade do Rio Vila Nova, no município de Santana

Através de uma ação social, o ‘Movimento Reggae Pela Vida’ (RPV) fez a entrega de alimentos no último sábado, 11 , para a comunidade do Rio Vila Nova, no município de Santana. A programação contou também com atividades lúdicas para as crianças e doação de roupas.

O idealizador da iniciativa, Victor Hugo conta que para a realização do evento e a doação dos alimentos, contou principalmente com a ajuda dos familiares e amigos que foram peças principais e que acreditaram na ajuda ao próximo como resultado.

“Essa foi apenas a primeira ação que o RPV fez a escola, ainda virão outras ações para a comunidade e a escola EMEB Foz Rio Vila nova, nossa intenção é abraçar a escola e acreditamos que podemos colaborar muito mais. Estamos planejando atividades de apresentação de vídeos, contação de história, implantação de cultura através de pinturas, além da doação de alimentos e brinquedos”, complementa Victor Hugo.


Edna Pacheco, diretora da escola, recebeu o grupo MPV e falou que se sentiu muito gratificada com a ação, pois a comunidade não recebe esse tipo de ações.

“A presença desse movimento foi fundamental! momentos de lazer, principalmente, para as crianças, pois a maioria delas são ribeirinhas e muito carentes de eventos culturais, no qual elas possam interagir. As Famílias ficaram muito felizes em receber as doações, nesse momento ainda de pandemia os alimentos foram recebidos com muita gratidão. Foi um momento único para todos aqui”, finaliza Edna.

Os alimentos doados para a comunidade, foram arrecadados como ingresso + o valor de R$10 para entrada no evento de reggae realizado pelo Movimento Reggae Pela Vida no último domingo (05), no espaço Casa Viva, localizado no centro de Macapá.

Na escola onde foi feita a entrega, o Movimento Reggae Pela Vida, encontraram o aluno destaque, que tem notas boas, dedicação, presença assídua nas aulas (mesmo durante as aulas onlines), que faz todas as atividades e bom comportamento, o RPV pretende fazer uma vaquinha para presentear o aluno destaque. O presente será uma forma para incentivar outros alunos para serem destaques nas escolas, estudando e indo sempre pelo melhor caminho, para colher bons frutos no futuro.

 

Movimento Reggae Pela Vida

Campanha da CUFA: “Natal de Afeto por Elas”

 

A Central Única das Favelas – AP convida você para participar dessa rede de afeto e cuidado com as mulheres chefes de família da periferia, fazendo a doação de brinquedos, alimentos e produtos de higiene que serão destinados às mulheres que fazem farte do Projeto ‘Mães da Favela’ atendidas nos polos da CUFA em Macapá e Santana.

Contato para mais informações Redes Sociais da CUFA AMAPÁ