Jovem Descolado: Governo do Amapá e Sebrae oportunizam qualificação profissional para mais de 400 pessoas

Serão trabalhados modelos de negócios, características socioemocionais e comportamentos empreendedores com os alunos


Ampliando as oportunidades de inserção no mercado de trabalho para a juventude, o Governo do Amapá, em parceria com o Sebrae, iniciou nesta segunda-feira, 18, as primeiras aulas do projeto Jovem Descolado, que vai capacitar 450 pessoas de 18 a 29 anos em Macapá, Santana e Porto Grande.

Ao longo de dois meses, a trilha profissional terá 35 aulas em 4 eixos de capacitação, com foco em modelos de negócios, características socioemocionais e comportamentos empreendedores. O público-alvo é formado por jovens em situação de vulnerabilidade social.

A política pública, coordenada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e a Secretaria Extraordinária de Políticas para a Juventude (Sejuv), busca reduzir as taxas de desocupação, desemprego e informalidade da juventude amapaense.

“O Jovem Descolado vai impactar e transformar positivamente a vida desses quase 500 jovens. Eles terão a oportunidade e a possibilidade de trabalhar competência técnicas, cognitivas e emocionais visando o fortalecimento do currículo para ingressar no mercado de trabalho”, ressalta a secretária da Juventude, Priscila Magno. À frente do Jovem Descolado desde 2019, a gestora de projetos do Sebrae, Thaís Tabosa, conta que um dos diferenciais do programa é trabalhar a área comportamental dos alunos, para que eles possam desenvolver competências importantes para o mercado de trabalho e a abertura consciente de novos negócios.

“É muito comum a gente ouvir empresários que contratam por currículo, mas demitem por comportamento. Nós tentamos minimizar isso aqui no Jovem Descolado, deixando esses jovens preparados emocionalmente para enfrentar as novas perspectivas do mercado”, explica Thaís.  Balcão de oportunidades

Ao final do processo de capacitação, no dia 17 de novembro, acontecerá no Sebrae um ‘Balcão de oportunidades’. Os jovens irão apresentar os conhecimentos adquiridos em uma dinâmica de grupo, como uma espécie de vitrine para empresas locais, que poderão contratá-los, conforme o perfil desejado.

Formado em Administração, Gleison Duarte, de 29 anos, busca no Jovem Descolado a capacitação necessária e a melhor maneira possível para ingressar no mercado de trabalho e abrir seu próprio negócio.

“Eu busco muito essa capacitação para melhorar meu desenvolvimento pessoal e profissional. É uma experiência maravilhosa pra mim, que quero abrir a minha empresa. Nada melhor que o Jovem Descolado para me ajudar quanto ao meu objetivo”, afirma Duarte.

A estudante Evelin Costa, de 20 anos, enxerga o projeto como uma oportunidade de aprimorar seus conhecimentos e ingressar no mercado de trabalho para alcançar a sua independência financeira. 

“É a minha primeira vez no Jovem Descolado. Eu vim aqui em busca de conhecimentos que vão abrir as portas do mercado para mim. Espero sair daqui empregada para, assim, ajudar minha mãe na renda de casa, que atualmente está sozinha”, conta a jovem. 

Acadêmica de pedagogia, Estefane Pinheiro, espera que o programa traga capacitação e informação para prepará-la para o mercado de trabalho. A partir da oportunidade do primeiro emprego, ela sonha em investir no empreendedorismo. 

“O Jovem Descolado vai agregar muito na minha vida. Estando dentro do mercado, vou aprender coisas que eu não sei, que a gente só aprende na prática. Com a renda do meu primeiro emprego pretendo investir no meu negócio próprio. Vamos empreender!”, expressa a jovem. 

Transformando vidas

Desde 2017, o programa Jovem Descolado oportunizou o acesso à capacitação profissional para mais de 2 mil pessoas nos municípios de Macapá, Santana, Laranjal do Jari e Oiapoque. A edição 2023, com apoio do Governo do Estado, busca trazer protagonismo à juventude, promovendo competência empreendedora.

Participante da primeira edição do projeto, na época com 18 anos, Glenda Duarte, atualmente com 24, é formada em Psicologia e está no mercado de trabalho como consultora de gestão estratégica de pessoas. Credenciada pelo Sebrae como facilitadora do projeto, a psicóloga terá a oportunidade de compartilhar seus conhecimentos para nova geração de alunos em sala de aula.

“Eu era uma pessoa muito retraída, muito na minha, quieta. Eu não sabia qual era a minha potencialidade como pessoa e profissional. O projeto Jovem Descolado me ajudou muito a me descobrir como ser humano e como o profissional que eu sou hoje. Pra mim é uma satisfação imensa ser instrutora do projeto hoje. Aqui é o lugar para que os jovens compreendam a si mesmos e transformem a sua vida”, relata Glenda.

Governo do Amapá inicia 17ª Primavera dos Museus com feira indígena e quilombola, na Fortaleza de São José

Público poderá conhecer mais sobre cultura e arte indígena e quilombola

O Governo do Amapá dá início a 17ª Primavera dos Museus neste sábado, 16, com a Feira Afroameríndia, na Fortaleza de São José, das 9h às 18h, com exposição de peças artesanais, roupas e outras produções artísticas.

Pela manhã, povos das etnias Palikur Arukwayene, Wayana Aparai e Galibi Marworno estarão presentes. Pela tarde, o público terá a oportunidade de conhecer a produção dos povos quilombolas do Curiaú. No domingo, 17, a feira continua.

A 17ª Primavera dos Museus reforça o papel desses espaços na preservação da história do povo brasileiro. O evento acontece de forma simultânea em todo o país com o tema “Memórias e Democracia, pessoas LGBT+, indígenas e quilombolas”, sob coordenação do Ministério da Cultura (MinC).

No Amapá, o evento segue até 23 de setembro com exposições, rodas de conversa, oficinas e palestras nos museus Fortaleza de São José de Macapá, Sacaca e Joaquim Caetano, localizados na capital.

“Estaremos aguardando todos com muito conhecimento e diversidade cultural, teremos a disponibilidade de duas trancistas que também poderão atender o público, esse é um momento importante de aproximação da comunidade dos museus do Amapá, para conhecer melhor a nossa história e debater temáticas importantes, como a proposta este ano”, explica a gerente do Museu da Fortaleza, Flávia Souza.

Também participam do evento espaços como o Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas e Patrimoniais do Amapá (Cepap), administrado pela Universidade Federal do Amapá (Unifap), e o Museu Afro-Amazônico Josefa Pereira Lau, administrado pela Academia de Batuque e Marabaixo. A 17ª Primavera dos Museus envolve, ainda, o Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Exército Brasileiro.

Confira a programação da 17ª Primavera dos Museus:

  • Sábado, 16

    Feira Afroameríndia
    Local: Museu Fortaleza de São José de Macapá
    Hora: 9h às 17h
  • Domingo, 17

    Feira Afroameríndia
    Local: Museu Fortaleza de São José de Macapá
    Hora: 9h às 17h
  • Terça-feira, 19

    Visita Técnica pré-agendada com escolas
    Local: Museu Fortaleza de São José de Macapá
    Hora: 8h às 17h

    Roda de Conversa: os escravizados nos documentos da Guarda Permanente do Tjap
    Local: Museu Histórico do Amapá Joaquim Caetano da Silva
    Hora: 9h às 10h

    Ciclo de Palestras: memória e saúde – avanços, resistências e percalços para pessoas quilombolas, indígenas e LGBT+
    Local: Museu Histórico do Amapá Joaquim Caetano da Silva
    Hora: 9h às 12h

    Visita dos integrantes do projeto Reviver à exposição arqueológica dos povos originários do Amapá
    Local: Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas e Patrimoniais do Amapá (Cepap/Unifap)
    Hora: 9h às 12h

    Exposição dos acervos arqueológico dos povos originários do Amapá, Acervo de Roque Penafort, projeto Salvaguarda ICOMI e projeto Salvaguarda da Guarda Territorial do Amapá
    Local: Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas e Patrimoniais do Amapá (Cepap/Unifap).
    Hora: 9h às 12h

    Exposição arqueológica Territórios Indígenas e Quilombolas do Amapá: memória, cultura, educação e ensino de História;
    Local: Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas e Patrimoniais do Amapá (Cepap/Unifap).
    Hora: 9h às 18h

    Oficina: Construção de Relicário
    Local: Museu Histórico do Amapá Joaquim Caetano da Silva
    Hora: 14h às 18h

    Ciclo de palestras: Indígenas do Amapá – memória e cultura
    Local: auditório da Superintendência do Iphan/Amapá, (próximo ao Macapá Shopping)
    Hora: 14h às 18h

    Encontro de Saberes: Guardiãs da Cura (bate-papo com rezadeiras, benzedeiras, curandeiras, parteiras, defumadores)
    Local: Museu Histórico do Amapá Joaquim Caetano da Silva
    Hora: 15h às 18h

  • Quarta-feira, 20

    Visita Temática pré-agendada com escolas
    Local: Museu Fortaleza de São José de Macapá
    Hora: 8h às 17h

    Encontro de Saberes dos Povos Originários do Amapá
    Local: Museu Sacaca
    Hora: 9h às 17h

    Exposição do acervo arqueológico dos Povos Originários do Amapá, Acervo de Roque Penafort, projeto Salvaguarda ICOMI e projeto Salvaguarda da Guarda Territorial do Amapá
    Local: Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas e Patrimoniais do Amapá (Cepap/Unifap)
    Hora: 9h às 18h

    Exposição arqueológica Territórios Indígenas e Quilombolas do AMAPÁ: memória, cultura, educação e ensino de História;
    Local: Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas e Patrimoniais do Amapá (Cepap/Unifap)
    Hora: 9h às 18h

    Ciclo de palestras: Indígenas do Amapá: memória, cultura, alteridade e ensino de História
    Local: Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas e Patrimoniais do Amapá (Cepap/Unifap)
    Hora: 9h às 12h

    Ciclo de palestras: Quilombolas do Amapá: memória, cultura, alteridade e ensino de História
    Local: Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas e Patrimoniais do Amapá (Cepap/Unifap)
    Hora: 15h às 18h

    Ciclo de palestras: Democracia e Políticas Públicas para quilombolas e indígenas no Amapá
    Local: Museu Sacaca
    Hora: 14h às 18h

  • Quinta-feira, 21

    Visita Técnica pré-agendada com escolas
    Local: Museu Fortaleza de São José de Macapá
    Hora: 8h às 17h

    Bate-papo com o escritor Thiago Quingosta (LGBTQIA+) sobre seu livro ‘Flosforescente’, com escola convidada
    Local: Museu Fortaleza de São José de Macapá
    Hora: 9h às 11h

    Oficina: atendimento ao público LGBTQIA+ e proteção social LGBT: acolhimento e atendimento não discriminatórios;
    Local: Museu Fortaleza de São José de Macapá
    Hora: 15h às 17h

    Roda de conversa: memórias afetivas e ancestralidade – o negro dentro da perspectiva das conquistas social, cultural e seus desafios como pessoas periféricas
    Local: Museu Afro Amazônico Josefa Pereira Lau
    Hora: 17h às 19h

    Apresentação: ancestralidade na dança – apresentação de dança folclórica afro Maculelê
    Local: Museu Afro Amazônico Josefa Pereira Lau
    Hora: 19h às 19h30

    Apresentação: ancestralidade na dança – apresentação de samba de roda
    Local: Museu Afro-Amazônico Josefa Pereira Lau
    Hora: 19h30 às 20h

  • Sexta-feira, 22

    Festival Cultural dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará
    Local: Toca da Onça
    Hora: 14h às 22h

Raiar da Primavera, celebrando a chegada da estação
Local: Marco Zero do Equador
Hora: 6h às 18h

Casamento Comunitário LGBTQIA+
Local: Marco Zero do Equador
Hora: 17h30 às 20h

  • Sábado, 23

Festival Cultural dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará
Local: Toca da Onça
Hora: 14h às 22h

Lista com empreendedores selecionados para a 52ª Expofeira do Amapá será divulgada dia 15

São 369 vagas disponíveis para os 10 dias de evento. O Edital de Chamamento Público alterou o cronograma após o grande número de inscritos.

Devido o grande número de empreendedores inscritos no Edital de Chamamento Público nº 002/2023 para ocupação dos espaços gratuitos na 52ª Expofeira do Amapá, a Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete) alterou para o dia 15 de setembro, a data de divulgação da lista final dos selecionados.

VEJA EDITAL COM NOVAS DATAS AQUI

A medida é necessária para que a Comissão Especial de Seleção (CES) realize o processo de análise documental, conforme determina o edital. A data anterior era 12 de setembro.

São 369 vagas disponíveis, para os 10 dias de evento, que estarão distribuídas em toda a área do Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá, movimentando a economia através dos mais diversos tipos de negócios.

Participam da seleção empreendedores dos ramos da alimentação, bebidas, bombons, de polpa de açaí com acompanhamentos, artesanato, trabalhos manuais, economia solidária, adornos, acessórios e vestuários, decorativos, utilitários, lembranças, souvenires, perfumaria, cosméticos, brinquedos e outros produtos populares.

Concorrem também trabalhadores na área de venda de comidas típicas, chapas, lanches, hambúrguer, pizzas, algodão doce, maçã do amor, churros, pipoca, sorvete, coquetéis e drinques diversos. Além da área de diversão como acerta ao alvo, chute ao gol, cama elástica, pano de mesa, pescaria, roleta, tiro ao alvo, touro mecânico, brinquedos infláveis, dentre outros.

Governo do Amapá monta ‘ParCão’ com brincadeiras que promovem saúde física e mental de pets na 52ª Expofeira

No ambiente, os cães poderão socializar e participar de opções de lazer, como piscina de bolinhas e argola fixa.

Para promover o bem-estar animal na 52ª Expofeira do Amapá, o Governo do Estado idealizou o “ParCão”, um espaço voltado para a interação entre cães e tutores, com lazer e brincadeiras que promovem a saúde física e mental dos pets, como piscina de bolinhas, túnel, argola fixa e rampa grande e média.

O parque pet será aberto ao público e ficará no Pátio de Negócios Rio Cajari, atrás do ‘Pavilhão Pet’, no Parque de Exposições da Fazendinha, com funcionamento das 18h às 23h, de 29 de setembro a 8 de outubro, em Macapá.

A Secretaria do Bem-Estar Animal e empresas de hotéis para cães são responsáveis pelo espaço. A coordenadora de saúde animal da pasta, Luciane Menegolo, explica que a socialização é uma necessidade dos animais domésticos.

“Os cães precisam brincar, precisam ver outras pessoas, outros cachorros. Um parque ao ar livre, exclusivo para eles, fará com que se movimentem, assim, perdendo calorias, fortalecendo a musculatura, as articulações e renovando a saúde mental”, ressalta Luciane.

O ambiente terá sete metros de extensão e será gramado e cercado com grades de 1,20m. A ornamentação externa terá recursos visuais que remetem à causa animal e será feita com o apoio da Distribuidora Lovet. O estande terá uma equipe responsável pela comodidade dos pets e monitoramento do fluxo no local.

Para adentrar o espaço, cães deverão, obrigatoriamente, estar acompanhados de seus donos e equipados com coleira e guia, para brincar, correr, pular e se divertir com segurança. Se quiserem, os tutores poderão trazer mais brinquedos de casa.

Governador Clécio Luís lança edital para mais de 360 empreendedores atuarem em espaços gratuitos na 52ª Expofeira do Amapá

As inscrições iniciaram nesta quarta-feira, 30, e seguem até sábado, 2 de setembro


O governador Clécio Luís lançou nesta quarta-feira, 30, o Edital de Chamamento Público para ocupação dos espaços gratuitos destinados aos empreendedores populares que vão participar, expor e comercializar produtos durante a 52ª Expofeira do Amapá, que acontece de 29 de setembro a 8 de outubro, em Macapá.

CONFIRA O EDITAL AQUI

São 369 vagas disponíveis, para os 10 dias de evento, que estarão distribuídas em toda a área do Parque de Exposições da Fazendinha, movimentando a economia através dos mais diversos tipos de negócios.

“Esse é um momento para acolhermos os nossos microempreendedores e dar a eles, a mesma importância que têm os grandes investidores, pois ambos são fundamentais para fazer acontecer a principal finalidade da Expofeira do Amapá, que é gerar negócios, emprego e renda”, enfatizou o governador Clécio Luís. A empreendedora Rosilda Sanches, de 74 anos, moradora da região, que vende roupas usadas em um carro ambulante, há mais de 20 anos, comemora a volta da Expofeira e a oportunidade de aumentar as vendas.

“Como moradora da Fazendinha, eu estou muito feliz com volta da Expofeira, pois meus três filhos conseguiram emprego temporário na estruturação, e agora, eu vim buscar as informações para conseguir colocar a minha venda no evento e sei que vou conseguir. Tenho certeza que a minha felicidade é a mesma de todos os moradores daqui das proximidades que estão acompanhando esse movimento que há muito tempo não se via. Só temos a agradecer”, comemorou Rosilda. Inscrições
A Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete) é responsável pelas inscrições dos empreendedores interessados, que iniciaram nesta quarta-feira, 30, e seguem até sábado, 2 de setembro.

Para as áreas urbanas de Macapá e Santana, os cadastros devem ser realizados de forma presencial, das 9h às 17h, na Central da Expofeira. Já para as áreas rurais e ribeirinhas, e demais municípios, as inscrições poderão também ser feitas pela internet, via e-mail, pelo endereço: [email protected]

No caso dos artesãos, as inscrições ocorrem na Casa do Artesão durante o mesmo período, com horário de atendimento das 9h às 17h.

“É importante que os empreendedores acessem o edital, atentem às documentações necessárias e procurem o atendimento disponibilizado presencialmente, na Central da Expofeira, no Parque de Exposições da Fazendinha”, reforçou o secretário Ezequias Costa. Quem pode participar
Empreendedores dos ramos da alimentação, bebidas, bombons, de polpa de açaí com acompanhamentos, artesanato, trabalhos manuais, economia solidária, adornos, acessórios e vestuários, decorativos, utilitários, lembranças, souvenires, perfumaria, cosméticos, brinquedos e outros produtos populares.

Quem trabalha com venda de comidas típicas, chapas, lanches, hambúrguer, pizzas, algodão doce, maçã do amor, churros, pipoca, sorvete, coquetéis e drinques diversos.

Além da área de diversão como: acerta ao alvo, chute ao gol, cama elástica, pano de mesa, pescaria, roleta, tiro ao alvo, touro mecânico, brinquedos infláveis, dentre outros.

Divulgação dos selecionados
Uma Comissão Especial de Seleção (CES) foi instituída para tratar de todo o processo de análise documental e divulgação da lista provisória, no dia 6 de setembro, e definitiva dos empreendedores selecionados, no dia 11 de setembro, conforme determina o edital.

Governo do Estado faz cadastro de trabalhadores para vagas temporárias voltadas para a 52ª Expofeira do Amapá

Vagas são para serviços de limpeza, construção e segurança. Serão priorizados moradores do entorno do Parque de Exposição da Fazendinha, em Macapá.
O Governo do Estado está realizando o cadastro de trabalhadores para as vagas de emprego temporário que estão sendo geradas nos preparativos da 52ª Expofeira do Amapá, marcada para 29 de setembro a 8 de outubro, no Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá. As oportunidades são voltadas para serviços gerais de limpeza, construção e segurança.

O atendimento ocorre no espaço do Sistema Nacional de Emprego (Sine), que está funcionando na Central da Expofeira, das 8h às 12h e das 14h às 17h. Para se cadastrar, é preciso apresentar documentos como a carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de endereço e o currículo atualizado.

De acordo com a Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete), as vagas são para empregos temporários na pré e na pós-Expofeira. A seleção é feita por empresas privadas, que avaliarão o currículo e perfil do candidato. A prioridade será para os moradores da região da Fazendinha, onde ocorrerão os 10 dias da feira.

“Nós promovemos esse espaço aqui na Central da Expofeira para que os trabalhadores aqui da Fazendinha possam ser atendidos da melhor maneira possível para serem encaminhados para as vagas de trabalho que serão geradas pelo período pré-expofeira”, conta o gerente do Sine Amapá, Gabriel Silva.

 

Governo do Estado e Sebrae alinham ações para potencializar negócios na 52ª Expofeira do Amapá

Diretoria do Sebrae conheceu os espaços para o empreendedorismo na Expofeira

O Governo do Estado convidou o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AP) para conhecer a Central da Expofeira, no Parque de Exposições da Fazendinha, e alinhar os serviços que serão ofertadas à população durante os 10 dias de programação da 52ª edição da Expofeira do Amapá.

Durante o encontro, coordenado pelo vice-governador, Teles Júnior, foi apresentado o mapa estratégico com as áreas para os serviços que serão ofertados à população, para que o Sebrae possa inserir a expertise de apoio ao empreendedorismo.

“O Sebrae é a instituição que tem um trabalho intenso no apoio ao empreendedorismo e por isso, vai estar presente conosco, trazendo toda a sua expertise de qualificação empreendedora, com apoio às rodadas de negócios, pois essa é uma Expofeira diferente, que vai gerar negócios, emprego e renda”, enfatizou o vice-governador.

De acordo com o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Amapá, Josiel Alcolumbre, o momento de retomada da Expofeira é significativo, sobretudo, para o empreendedor amapaense.

“Estamos vivenciando uma organização da Expofeira diferenciada, focada em negócios, em alavancar a economia e potencializar nosso mercado e nossos empreendedores. E além disso tudo, ainda teremos muito entretenimento ao povo amapaense”, ressaltou o gestor.

Com uma extensão de 33 mil metros quadrados, a 52ª Expofeira terá cerca 820 estandes, possibilitando a apresentação de empresas e produtos e, promovendo rodadas de negociações. Além dos espaços para empreendedores populares, serão instaladas cinco praças de alimentação, e áreas para novas tecnologias com os startups, pesquisa, inovação, dentre outros segmentos.

“Sem dúvidas, o Sebrae vai atuar na Expofeira de maneira muito intensa com os seus serviços, transversalizando ações de atendimento, e de tecnologia, nos mais diversos setores”, garantiu Alcilene Cavalcante, superintendente do Sebrae Amapá.

A retomada da realização da Expofeira do Amapá, nesta 52ª edição, tem como finalidade movimentar de forma ampla os diversos setores produtivos, alavancando a economia, desde os pequenos empreendedores às grandes empresas e indústrias já estabelecidas no estado.

Central da Expofeira lançada pelo Governo do Amapá atrai trabalhadores e empreendedores em busca de informações; veja como funciona

O balcão de serviços funciona de segunda a sábado, das 8h às 12h e das 14h às 18h, no Parque de Exposições da Fazendinha.


A 52ª edição da Expofeira do Amapá, que será realizada de 29 de setembro a 8 de outubro pelo Governo do Estado, está atraindo empresários, investidores e trabalhadores, que buscam na Central da Expofeira, informações sobre como participar dos 10 dias de programação. Entre os serviços mais procurados está o cadastro para vagas temporárias.

O balcão de serviços funciona de segunda a sábado, de 8h às 12h e das 14h às 18h, no Parque de Exposições da Fazendinha. Os moradores dos bairros próximos ao local, foram os primeiros a utilizarem os serviços. O objetivo é organizar os espaços existentes para exposição, vendas, shows e entretenimento, além de oportunizar emprego e renda extra aos empreendedores.

Há dois anos desempregada e moradora do entorno do Parque de Exposições da Fazendinha, Ceciliane Soares viu na volta da Expofeira uma nova oportunidade para conquistar uma vaga de trabalho. Ela aproveitou a Central para se cadastrar e tentar uma vaga temporária.

“Como a gente sabe que a Expofeira gera muito emprego, eu e minhas vizinhas que moramos aqui próximo, ficamos sabendo e viemos tentar uma vaga para trabalhar, mesmo que seja temporário, mas já ajuda bastante”, disse empolgada.

O empreendedor Wemerson Tenório sabe que um dos atrativos da Expofeira são os negócios, e isso inclui também as praças de alimentação e a variedade do cardápio.

De olho no público que deve frequentar a programação nos 10 dias de evento e gosta de lanches, ele buscou a Central para se informar como adquirir um espaço para a instalação da sua hamburgueria.

“Eu vi o anúncio da inauguração da Central e imediatamente vim receber orientações e achei excelente essa ideia. Um atendimento muito bom, esclarecedor, já ajuda a gente a não perder tempo porque concentra os serviços, e não preciso ir em várias secretarias em busca de informações”, ressaltou o jovem, que mora no município de Santana, a 17 quilômetros de Macapá.

De acordo com o secretário de Estado do Trabalho e Empreendedorismo, Ezequias Costa, a utilização dos espaços da Expofeira, pelos microempreendedores será feita de acordo com o edital de chamamento que está sendo elaborado pela pasta.

“Esse espaço na Central da Expofeira é para já irmos repassando informações necessárias, porque já está havendo muita procura, mas é importante frisar que, por enquanto, estamos só dando orientações. Lançaremos o edital de chamamento, que trará todo um regramento para a utilização dos espaços dos empreendedores. Paralelo a isso, estamos também fazendo o cadastro de pessoas para o preenchimento de vagas de emprego que surgiram ao longo desses dias”, explicou o gestor.

Técnicos da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá) também estão realizando atendimento na Central da Expofeira explicando a funcionalidade dos estandes para as grandes empresas.

A retomada da Expofeira também vai movimentar de forma ampla os diversos setores produtivos do estado, alavancando a economia desde os pequenos empreendedores às grandes empresas e indústrias.

A Expofeira voltou!

De volta após quase 10 anos, a 52ª edição da Expofeira do Amapá vai acontecer entre os dias 29 de setembro e 8 de outubro, em Macapá. As datas, investimentos e o show do Gusttavo Lima foram anunciados pelo governador, Clécio Luís, na sexta-feira, 18, durante a abertura da Central da Expofeira.

Realizada pela última vez em 2015, a maior feira de negócios do estado volta a ser realizada como uma grande vitrine de produção e inovação do setor primário do estado, oportunidade de fazer negócios e reunir serviços voltados para o empreendedorismo, esporte e lazer.

A Comissão de Organização e Execução da Expofeira foi criada em abril, no balanço dos primeiros 100 dias de gestão, e, desde então, o grupo de trabalho coordena ações para a realização da feira. A área do Parque recebe intervenções como serviços de limpeza, capina, revitalização e construção de novas estruturas.

Governo do Amapá e Sistema S alinham estratégias para desenvolver negócios da bioeconomia

O ambiente propício para o crescimento do empreendedorismo amapaense é resultado de políticas públicas integradas. E para reforçar estratégias que potencializem a bioeconomia no estado, o governador, Clécio Luís, recebeu na terça-feira, 15, no Palácio do Setentrião, o diretor adjunto de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Sérgio Moreira. O encontro reuniu ainda as diretorias do Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Social da Indústria (Sesi) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

“Consideramos os assuntos tratados aqui como essenciais para o desenvolvimento sustentável do Amapá. Não tenho a menor dúvida de que o Amapá é um presente, a partir da formulação de estratégias e projetos que representam o desenvolvimento inclusivo, ambientalmente correto e economicamente dinâmico”, informou Sérgio Moreira, que também é diretor-regional do Sesi/Senai-AP.

A proposta foi apresentada ao Governo para que esta iniciativa se torne um programa de Estado, com a participação dos executivos Municipal e Federal, e ainda de instituições parceiras, tendo como foco as áreas da pesca e aquicultura, açaí, eficiência energética, madeira, moda e vestuário, e ainda tecnologia da informação.

O programa tem ainda o propósito de elevar a industrialização, incentivar o empreendedorismo com foco na inovação, uso eficiente de energia, redução e aproveitamento de resíduos e menor impacto das atividades econômicas no meio ambiente com responsabilidade social. O objetivo final é, além do financeiro, proporcionar qualidade de vida aos amapaenses. O sistema S vai fazer a destinação dos recursos.

Também foram tratados investimentos e projetos como uma missão do Amapá à Itália, o Observatório da Indústria, a disponibilidade de água potável para o Arquipélago do Bailique, a transferência de tecnologia educacional do Sesi para as escolas públicas do estado, e a Conferências das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-30) em Belém.

“Falamos de presente e de futuro, com empreendedorismo e com educação. Tenho certeza que dessa forma a gente vai alcançar as massas que vão transformar a vida das pessoas para melhor. No Amapá, a gente encontra as condições ideais para o empreendedor e para o consumidor no sentido de negócios sustentáveis. O Sistema S está disposto a auxiliar no que for necessário, buscando o melhor encaminhamento para o Amapá continuar avançando”, disse Josiel Alcolumbre, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-AP.

Idealizador da exploração de energia eólica no Amapá, Davi lança o maior mapeamento sobre o potencial energético do estado

O senador, que destinou R$ 5 milhões para a realização estudo, diz que medida pode alavancar economia do estado


Durante o lançamento do projeto “Potencial eólico _offshore_ da Margem Equatorial Brasileira e o Potencial Energético do Amapá”, nesta segunda-feira (31), em Macapá, o senador Davi Alcolumbre (AP) disse que o estado deu um importante passo na busca por possíveis soluções para superar os gargalos na produção e fornecimento de energia elétrica.

O projeto é o maior mapeamento em curso no país para identificação do potencial eólico offshore, no mar. O Amapá é o principal contemplado no levantamento, que tem como foco a Margem Equatorial Brasileira.

A região total no centro do estudo corresponde a 38,6% do litoral do Brasil, incluindo o Rio Grande do Norte, líder nacional em geração eólica em terra e um dos potenciais polos de investimentos futuros em complexos eólicos offshore, com os primeiros jà à espera de licenciamento. Os estados do Ceará, Piauí, Maranhão e Pará também farão parte do projeto.

Um dos principais articuladores para identificar o potencial da produção de energia eólica no estado, Alcolumbre destacou ainda que, comprovada a capacidade do Amapá nesse tipo de exploração, governo e população ganham, juntos, com mais desenvolvimento, inovação e sustentabilidade.

“Estamos falando de mais qualidade na geração de energia elétrica, da criação de empregos e, consequentemente, de mais renda para as famílias, além, claro, do avanço na economia estadual, na inovação e na sustentabilidade”, destacou Alcolumbre. Desde de 2020, ano que o Amapá sofreu seu maior apagão energético, o parlamentar luta para “que o estado não reviva um dos capítulos mais tristes de sua história”. Ainda em 2020, quando era presidente do Senado Federal, Alcolumbre e o ex-senador e atual presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, articularam com técnicos do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) a realização de um estudo sobre o potencial de energias renováveis do Amapá.

“Eu me lembro de que, na época, muitas medidas a curto prazo, necessárias, foram tomadas e imediatamente eu e o senador Davi já tentamos alinhavar soluções mais permanentes para o Amapá e que também gerassem desenvolvimento e projetassem o estado como uma potência energética que ele pode ser”, contou Jean Paul Prates.

O evento desta segunda-feira foi promovido pelo mandato do senador Davi em parceria com o SEBRAE, o governo do estado do Amapá e o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis, sediado no Rio Grande do Norte e considerado a principal referência do SENAI no Brasil em pesquisa, desenvolvimento e inovação em energia eólica, solar e sustentabilidade. O objetivo do projeto apresentado, cujo prazo de validade é de dois anos, é comprovar a viabilidade da implantação de torres eólicas em território amapaense e da costa equatorial.

Esse estudo sobre o potencial eólico viabilizará investimentos em toda margem Equatorial e, principalmente, no Amapá. Além do mapeamento do potencial eólico offshore da Margem Equatorial Brasileira, o projeto terá como resultado o primeiro Atlas Eólico e Solar do estado do Amapá. O senador Davi trabalha na publicação do Atlas com previsão de entrega para o ano que vem.

Davi foi o responsável pela destinação de R$ 5 milhões para a concretização do estudo. Além de Alcolumbre, participaram do evento o governador Clécio Luís; o secretário-executivo do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, Valder Ribeiro, deputados federais e estaduais, prefeitos e vereadores entre outras autoridades e lideranças políticas.

Antes do evento em Macapá, em outra parte da programação, Alcolumbre e o governador Clécio apertaram o botão que oficialmente pôs em operação uma das estações que irão medir os potenciais eólico e solar no estado. A estação foi inaugurada no SENAI, em Santana.

A estação de Santana lançada hoje é considerada a mais moderna da Margem Equatorial. “Temos o que há de melhor e mais moderno nesta nova estação”, acrescentou Alcolumbre.

Atualmente, seis municípios possuem a estação de medição de potencial eólico e solar – Laranjal do Jari, Oiapoque, Tartarugalzinho, Amapá, Porto Grande e Santana.

*_Mais economia para o estado_*

De acordo com o senador, com esse projeto, o Amapá está dando o “pontapé inicial” na vanguarda da agenda ambiental, da descarbonização, das energias renováveis e da transição energética. “Nossa expectativa é de que, até 2024, o Brasil tenha determinado o seu potencial eólico da Margem Equatorial, com um ambiente legal para viabilizar a exploração da nova fronteira energética brasileira, capaz de alavancar a indústria naval, a indústria de energia e aerogeradores, gerando empregos e renda para a transformação de vidas e uma transição energética justa no nosso querido Amapá”, afirmou.

Outra meta do estudo, segundo Davi, é, confirmado o potencial eólico do Amapá, atrair mais investimento para o estado e aumentar a geração de emprego e renda para a população.

Também presente no evento, o governador Clécio Luís reconheceu o empenho do senador Davi para a “concretização de mais um sonho para o Amapá” e também ressaltou a relevância do projeto para o crescimento do estado e suas consequências para o desenvolvimento regional. “Daqui a um ano estaremos entregando um Atlas para que o setor privado possa investir no Amapá para gerar energia eólica e solar. E, com isso, criar emprego, renda e novas fontes de energia, notadamente renovável”, frisou o governador.

O diretor do SENAI-RN e do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis, Rodrigo Mello, ratificou a necessidade do projeto para conhecer o real potencial do Amapá para a exploração de energia renovável. “Estamos apresentando o projeto, o início da operação, da instalação dos equipamentos que vão gerar os dados necessários, os levantamentos para se chegar ao potencial de geração de energia eólica e energia solar. Isso é muito relevante porque a qualidade e o volume de dados que existem na região ainda são baixos”.

O coordenador de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação (PD&I) do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis, Antonio Medeiros, também acredita que o levantamento será primordial para compreender a integração energética da Margem Equatorial brasileira. “Nós damos agora o _start_ das medições no Amapá e um aspecto fundamental disso é que medir variáveis climatológicas numa região que é bastante influenciada pelo clima da Amazônia contribui para que possamos entender toda a influência da Zona de Convergência Intertropical sobre o clima da Margem Equatorial”.

_Apresentações_

Durante o evento de lançamento do mapeamento, foram realizadas apresentações do diretor do SENAI-RN e do ISI-ER, Rodrigo Mello, do coordenador de P&D do ISI-ER, Antonio Medeiros, e dos pesquisadores do Instituto, Vanessa de Almeida Dantas e Jean Souza dos Reis.  Atividades já desenvolvidas e quais serão os produtos entregáveis aos brasileiros e especificamente aos amapaenses foram detalhados pela equipe.
Mello também apresentou resultados da análise “Impactos Socioeconômicos da produção de energia eólica nos municípios do Rio Grande do Norte”, desenvolvida pelo MAIS RN – Núcleo de Gestão Estratégica da Federação das Indústrias do RN (FIERN) – a pedido do SENAI.

O trabalho, explicou ele, mostra que municípios com parques eólicos instalados no Rio Grande do Norte deram um salto nos últimos anos em geração de riquezas, empregos e criação de negócios.

*Assessoria de Imprensa*
*Senador Davi Alcolumbre*

Governo do Amapá lança novos editais com R$ 2,3 milhões para o programa Minha Primeira Empresa

Iniciativa vai oportunizar 70 novos empreendimentos em todo o estado. Veja como participar.


Para incentivar quem sonha em ter o próprio negócio, o Governo do Amapá lançou os editais da  4ª edição do Programa Minha Primeira Empresa, na quinta-feira, 27, durante cerimônia no Palácio do Rio Mutuacá, em Mazagão Velho. O aporte é de R$ 2,3 milhões e vai oportunizar 70 novos empreendimentos em todo o estado.

SAIBA COMO SE INSCREVER

Durante o lançamento, o governador Clécio Luís entregou, simbolicamente, 20 cheques aos finalistas da 3ª edição do programa. São mais de R$ 600 mil injetados na economia amapaense para fomentar novos negócios gerados através da política pública de incentivo ao empreendedorismo.

“Nós estamos tratando o fomento como incentivo à criação e investimento de novos negócios, não como política de governo, mas como política de Estado, pois nós queremos um Amapá empreendedor”, enfatizou Clécio Luís.

Atuando há 20 anos no Amapá, com vendas de sorvetes, o empreendedor Robson de Sousa Brito, da empresa Sorveteiro Amigo, foi um dos beneficiados pelo programa.

“Eu confesso que nunca imaginei que um ambulante pudesse se tornar dono do seu próprio empreendimento. Hoje, eu estou aqui, recebendo esse fomento que vai me permitir aumentar o meu negócio e contratar dois novos colaboradores, ajudando a gerar emprego”, disse Brito.

Oportunidades

As inscrições devem ser efetuadas no site http://www.processoseletivo.ap.gov.br. A nova edição do programa traz três editais com oportunidades para os seguintes públicos:

  • Potenciais empreendedores de programas sociais (VEJA O EDITAL AQUI)
  • Universitários empreendedores (VEJA O EDITAL AQUI);
  • Multissetorial – Empreendedores dos segmentos do Comércio, Indústria, Serviços; Startup; Cooperativas e Associações de Produtores e Produtores Rurais (VEJA O EDITAL AQUI).

Ao todo, 10% das vagas serão destinadas a cotas para pretos, pardos e/ou indígenas; pessoas com deficiência; jovens empreendedores e mulheres empreendedoras.

Minha Primeira Empresa

A iniciativa faz parte Programa de Fomento ao Empreendedorismo, criado pela Lei nº 2447/2019, regulamentada pelo Decreto nº 4076/2020, como instrumento para fomentar ações empreendedoras, promovendo impactos econômicos no ambiente de negócios amapaense, com a criação de novas empresas, geração de empregos, incremento da renda, promovendo a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida da população local.

De geração em geração, mazaganenses mantêm vivo o costume das máscaras na Festa de São Tiago

Arte de confeccionar as ‘caraças’ passa de pai para filhos. Em 2023, Governo do Amapá investe R$ 1,2 milhão nos festejos.


É a tradição mantida por gerações de mazaganenses que faz acontecer a Festa de São Tiago, com toda a sua beleza, devoção e importância histórica. Um dos costumes que faz parte da celebração é o uso de máscaras tradicionais, também chamadas de caraças, amplamente utilizadas no Baile de Máscaras, que acontece no dia 24 de julho e é um dos momentos mais importantes da festa.

Na atualidade, quem conduz esse processo é o funcionário público Elisardo Pinto, de 63 anos. As máscaras são fabricadas a partir de moldes, com papel de jornais, revistas e com cola. Cada uma é pintada de forma individual, com a ajuda dos familiares. A luta, hoje, é para manter a tradição das “caraças” contra as máscaras industrializadas, que não são proibidas.

“É a nossa contribuição para a nossa cultura. Nossa colaboração para esse belo episódio da festa, que é o nosso Baile de Máscaras”, resume o mazaganense.

A produção de seu Elisardo é adquirida pela organização da festa. Em 2033, o Governo do Estado apoia a celebração com o repasse de R$ 1,2 milhão garantindo a estrutura de palco, cercas de contenção, sonorização, aluguel de cavalos para as encenações, aquisição de material e confecção das indumentárias, incluindo a Festa das Crianças.

Baile de Máscaras

O momento faz parte das encenações das batalhas entre mouros e cristãos.De acordo com o enredo, os mouros achavam que haviam conseguido a morte de cristãos, envenenados na “Entrega dos Presentes”, quando ofereceram comida envenenada sob a justificativa de trégua.

O baile inicia por volta 20h, depois da novena na igreja. Após um ritual no qual pedem proteção, os mascarados “invadem” o Barraco de São Tiago, dançam e se divertem até ao amanhecer do dia 25. Nos primeiros raios do sol, são os mascarados que levam as imagens de São Tiago e São Jorge para a capela, onde acontece a missa campal em louvor ao santo homenageado.

Festa de São Tiago

Tradição vinda da África ainda no século 18, a Festa de São Tiago retrata a história de um soldado anônimo que lutou ao lado dos cristãos e garantiu a vitória na Guerra Santa contra os mouros.

A festividade mistura as cerimônias religiosas com cavalaria e teatro a céu aberto, encenado pelos próprios residentes da cidade histórica, durante os 13 dias ininterruptos de programação, que acontece de 16 a 28 de julho.

Por meio da articulação do Governo do Estado, o tradicional festejo foi incluído no Calendário Nacional de Ministério do Turismo, uma ferramenta on-line que reúne os principais eventos de todo o país.

Solução corante à base de urucum que torna exame Papanicolau mais rápido e mais barato é a primeira invenção da Unifap patenteada

Pesquisadores Edilson Leal da Cunha, José Carlos Tavares e Irlon Maciel Ferreira inventaram técnica de coloração para lâminas que torna exame mais seguro e com baixo custo.

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) concedeu à Universidade Federal do Amapá (Unifap), no dia 4 de julho, carta patente pela invenção de uma solução corante a base de urucum que moderniza a técnica do exame preventivo de câncer do colo do útero, o PCCU. A invenção é fruto da tese de doutorado de Edilson Leal da Cunha, orientado pelo Professor Doutor José Carlos Tavares, pelo programa de Pós-graduação em Inovação Farmacêutica da Unifap. Pesquisadores aguardaram sete anos pela concessão da patente e já estão em tratativas para fabricação do produto pela indústria farmacêutica.
A pesquisa objetivou reduzir o tempo de coloração, diminuir o uso do álcool etílico, suprimir o uso do xilol (líquido incolor usado como solvente em preparados farmacêuticos e em análises laboratoriais) e usar uma solução de urucum para substituir o corante Orange G. A solução corante sintética é utilizada atualmente no processo de diagnóstico do câncer de colo de útero e nociva tanto para os profissionais que trabalham nos laboratórios de citologia quanto para o meio ambiente, além de ter um alto custo.
“A grande novidade é que nós mudamos o método de coloração de uma técnica antiga que é a técnica do Papanicolau. Além de descobrir um novo método de coloração, nós mudamos a técnica de diagnóstico do PCCU”, aponta o Prof. Dr. José Carlos Tavares.
A investigação durou cinco anos e contou com a participação do Prof. Dr. Irlon Maciel Ferreira na etapa de caracterização e validação química do material por meio das técnicas de espectroscopia, que permite a identificação da estrutura química do material analisado.
Desafios
Segundo o Dr. Edilson Leal, o maior desafio da pesquisa foi vencer a barreira de aplicação de um produto natural para substituir um sintético, dentro de uma coloração que é utilizada desde 1949, além da ausência de equipamentos adequados para fazer as análises.
“Um produto da biodiversidade brasileira (urucum) trás uma contribuição muito importante nessa área e fornece uma ferramenta: um corante de baixíssimo custo para fazer a substituição de um produto que é caro. A Universidade tem um produto que é barato, não dá trabalho para preparar e pode ser colocado no mercado de forma bem tranquila”, observou o Dr. Edilson Leal.
No exame de Papanicolau, coleta-se o material do colo uterino em uma lâmina, que posteriormente passa por coloração com solventes para detecção de anormalidades que possam levar ao desenvolvimento do câncer de colo do útero. Os profissionais que trabalham nesse processo são expostos a solventes tóxicos. Segundo o Prof. Dr. José Carlos Tavares, um dos maiores benefícios do solvente a base de urucum é a redução do risco ocupacional desses profissionais, que terão mais segurança na manipulação do material.
“Nós começamos a testar diversas substâncias e chegamos num produto à base do urucum, mas não é só pegar a semente do urucum e fazer o solvente, tem toda uma técnica de processamento e padronização até chegarmos ao produto final, que é uma solução corante”, explica o Prof. Dr. José Carlos Tavares.
Pesquisa e biodiversidade
O Prof. Dr. José Carlos Tavares, que já trabalha com o urucum há 17 anos em outras pesquisas desenvolvidas na Unifap, destaca que a Amazônia é um dos os maiores produtores de urucum do mundo, sendo o Brasil um dos três maiores produtores. Para ele, a importância da descoberta não contribui apenas com a evolução da farmacologia, mas também com a pesquisa na Amazônia.
“Existe o custo Amazônia e ele não está relacionado apenas à economia, mas também a nós, cientistas, que moramos na Amazônia e sempre temos que mostrar que somos capazes de fazer pesquisa de alta qualidade. Isso demonstra a qualidade das teses que estamos produzindo na Unifap”, avalia o pesquisador.
Transferência de tecnologia
Segundo o Prof. Dr. José Tavares, já existe tratativa em andamento com indústrias farmacêuticas para produção e comercialização do novo produto. A projeção é alcançar escala mundial, considerando os milhões de exames de Papanicolau realizados diariamente em diversos países.
O Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (Nitt/Unifap), responsável pelo depósito e acompanhamento dos pedidos de patentes, conduzirá a transferência da tecnologia para o mercado.
“Temos uma coordenação específica para parcerias, responsável pela comercialização dos produtos patenteados pelo Inpi. Todos os ganhos desta patente serão divididos entre os inventores, Nitt e Unifap”, declarou o Prof. Dr. Felipe Monteiro, diretor do Nitt/Unifap.
Essa é a primeira carta patente de invenção concedida à Unifap pelo Inpi, mas a Universidade conta também com uma carta patente de modelo de utilidade, expedida em março deste ano e que foi a primeira patente concedida ao estado do Amapá. Modelos de utilidade são objetos de uso prático já existentes, ou partes destes, suscetíveis de aplicação industrial, que apresentem nova forma ou disposição.
Patente é uma concessão pública, conferida no Brasil pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), que garante ao titular do documento a exclusividade da exploração comercial da sua criação. Ela protege todo o esforço de criação que um indivíduo faz ao colocar uma ideia na prática, seja uma invenção, seja uma produção intelectual.

Produtos certificados com Selo Amapá são destaque em evento sobre comércio internacional

Promovido pelo Governo do Estado, Amapá Export Day apresentou exposição com itens de produção genuinamente tucuju, como chocolates, produtos de beleza e cerâmica.


Os produtos certificados com o Selo Amapá ganharam ainda mais destaque no Amapá Export Day, evento promovido pelo Governo do Estado, na terça-feira, 18, na capital, para debater estratégias de ampliação dos bens e serviços locais no comércio internacional. Na exposição, os participantes puderam conhecer cerca de 30 produtos genuinamente amapaenses, como farinhas, chocolates, biscoitos, picolés, açaí, produtos de beleza, fitoterápicos, cerâmicas, dentre outros.

O Selo Amapá é um certificado que atesta a origem e agrega valor econômico e ambiental aos itens. A marca também garante que eles são produzidos com matéria-prima da biodiversidade local, de origem animal, vegetal e mineral, um fator que gera reconhecimento no comércio nacional e no exterior. 

Desde a implantação do programa, em 2017, já são mais de 150 empresas amapaenses com itens certificados, que, no total, somam mais 800 produtos com o selo origem. Para o Presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá, órgão responsável por coordenar o Programa no Estado, eventos como o Amapá Export Day fortalecem as empresas certificadas com o selo.

“Sobretudo para demonstrar mundo afora que ‘ficamos adultos’, não só pela emancipação política, mas principalmente, pela nossa capacidade de emancipação econômica” destacou, Jurandil Juarez.

Oportunidades

Durante o evento, algumas empresas tucujus foram selecionada para participar de exposições internacionais, escolha que marca o início de grandes oportunidades para empreendimentos.

Entre eles, está a Ybyrá Biodesign da Amazônia, que foi ranqueada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) para ser a única empresa a representar o Estado do Amapá na rodada Exporta BR Imóveis, evento de negociações internacionais, que vai acontecer em João Pessoa, de 16 a 18 de agosto.“Diante de tudo isso, quero dizer que a gente está muito feliz de ter o apoio do Governo do Estado e de múltiplas instituições e personagens que estão dando as mãos para desenvolver o Amapá, alicerçado ao impulsionamento da bioeconomia sustentável, que nós sabemos que é o setor que mais cresce no Amapá, no Brasil e no mundo”, declarou o diretor da Ybyrá, Yuri Bezerra.

A Ybyrá Biodesign da Amazônia trabalha com a produção de mesas, cadeiras, bancadas, luminárias, dentre outros móveis, tendo como matéria-prima o reaproveitamento de troncos de árvores tombadas de forma natural e de resíduos de empresas com áreas de madeira certificada, como a TW Forest.

Pesquisadores da Rede SENAI de Inovação apresentam soluções para o Amapá

Em visita técnica realizada ao Amapá e organizada pelo Hub de Inovação do SESI e SENAI, pesquisadores da Rede de Institutos SENAI de Inovação apresentaram soluções para demandas no estado. Especialistas do SESI e SENAI Amapá, do Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e CNI se reuniram para realizar diagnósticos os diagnósticos das demandas locais.

Na pauta estavam o projeto para a criação de bioasfalto com resíduos florestais para a pavimentação da BR 156. Assim como, a proposta de dessalinização das águas no Arquipélago do Bailique, localizado a 160 quilômetros de Macapá, e desenvolvimento de programas de aceleração para empresas em parceria com a Tucuju Valley e Amapatec.

O gerente Executivo de Operações do SESI SENAI Amapá, Julio Zorzal, explica que o encontro é um momento de discutir soluções efetivas para as demandas. “Estamos aqui com profissionais capacitados e interessados pela inovação e com isso fomentar o crescimento da bioeconomia do estado”, disse.

Para o pesquisador-chefe do Instituto SENAI de Inovação em Química Verde, Antonio Fidalgo, a rede de inovação vai contribuir com a industrialização do estado. “Debatemos assuntos importantes em conjunto com outros especialistas e dessa maneira vamos auxiliar em discussões e projetos para o desenvolvimento industrial sustentável da Amazônia Legal, especialmente do Amapá”, declarou.

Os programas pensados vão atender as tendências de ESG, que reúne as iniciativas de meio-ambiente, responsabilidade social e governança e são propostas para compor um portfólio de soluções do Hub de Inovação do SESI e SENAI Amapá e seus parceiros para a COP30.

Gerência de Comunicação Corporativa SESI/SENAI – AP

Com incentivo do Governo do Amapá, líderes de startups concorrem ao programa nacional ‘Mulheres Inovadoras’ de ciência e tecnologia

Prazo de inscrições encerra dia 4 de agosto. Serão selecionados seis projetos por Região do país para qualificação on-line e premiação financeira.


Fundadoras e líderes de startups, movidas por grandes ideias, receberam incentivo do Governo do Amapá, nesta terça-feira, 27, para participar da 4ª edição do programa Mulheres Inovadoras, que incentiva a representatividade feminina por meio da qualificação de projetos inovadores que favoreçam o desenvolvimento socioeconômico.

ACESSE O EDITAL

As empreendedoras foram orientadas por técnicos da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Setec), sobre prazos, regras para participação, estruturação do plano de negócios, entre outros assuntos. O programa é realizado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia.

“Hoje o ecossistema de inovação do Amapá tem a liderança de muitas mulheres. Temos certeza que essas startups serão inscritas neste edital para alavancar iniciativas que inovam, que agregam tecnologia e ajudam no desenvolvimento”, destacou o secretário da Setec, Edivan Barros.

Uma das candidatas ao programa é a empresária Janaína Silvestre, fundadora da startup ‘Vitrum’, que surgiu a partir da preocupação ambiental sobre a destinação correta do vidro. O tempo de decomposição na natureza é indeterminado, estimado em 1 milhão de anos.

“Fazemos a coleta das embalagens de vidro, tanto inteiras quanto quebradas, e transformamos em areias de vidro. Essa areia serve para produção de argamassas, peças cimentícias e uma infinidade de outros materiais para a construção civil. A expectativa é que possamos investir em pesquisas e no aperfeiçoamento do produto”, explicou Janaína.

Preocupação ambiental que também move Valda Gonçalves, fundadora da empresa ‘Engenho Café de Açaí’, a primeira a produzir a bebida aromática a partir dos caroços da fruta, antes descartado como resíduo na natureza. Ela pretende concorrer no processo seletivo para ampliar o alcance da empresa e a gama de produtos feitos a partir dos caroços de açaí.

“Retiramos toneladas de caroços, erroneamente tratados como resíduo, e transformamos em uma bebida de alto valor nutricional e benéfica para o organismo. Nosso produto já ganhou paladares até em outros países, como a Alemanha, e queremos ampliar ainda mais a produção, gerar empregos e renda”, frisou Valda.

Como participar?
A empresa precisa atender a requisitos como ter mulheres como sócias e em cargos de liderança, desenvolver tecnologia, produto, serviço ou modelo de negócios inovador, além de ter apresentado renda operacional bruta inferior a R$ 4,8 milhões em 2022. As inscrições ocorrem até o dia 4 de agosto e podem ser feitas pelo link no site da Finep.

Serão selecionadas seis startups de cada região do país, somando 30 empresas, para 7 semanas de qualificação com equipes de palestrantes e mentores das iniciativas pública e privada, como forma de aceleração e aprimoramento dos processos das startups.

Ao final, as candidatas se apresentarão para a Banca de Avaliação Regional. As startups que cumprirem todo o processo receberão um prêmio de R$ 52 mil para investir no negócio, e a vencedora de cada Região do país, escolhida pela banca, receberá o valor de R$ 100 mil.

“É uma oportunidade de aumentar a representatividade feminina nesse segmento inovador. A participação junto com essas empreendedoras busca aumentar a participação do Amapá neste edital, combater desigualdades regionais e incentivar mais mulheres a fundarem negócios inovadores”, ressaltou o gerente da Finep na Região Norte, Rodrigo de Lima.

Startup amapaense de couro de peixe recebe investimento pioneiro em bioeconomia



A Yara Couro da Amazônia foi a nova investida do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio) coordenado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e executado pelo Instituto de Desenvolvimento da Amazônia (IDESAM).

A empresa está situada no Amapá e desenvolveu uma tecnologia que transforma o resíduo da pele do peixe em couro.

Com menos de 1 ano de existência, a empresa já figura como promissora dentro do segmento da bioeconomia e atrai a atenção por onde passa por conta do produto exótico.

A tecnologia se baseia no desenvolvimento do “Green Leather”, um couro produzido de forma sustentável, desde a aquisição das peles do peixe (evitando que virem lixo e sejam descartados incorretamente), até o beneficiamento do produto final que tem em seu processo ingredientes orgânicos da própria floresta.

A empresa tem como principal missão desenvolver a cadeia do pescado de ponta a ponta e tratar a pele do peixe não como resíduo, mas como matéria prima para criar produtos com a identidade da Amazônia nas indústrias de moda e revestimento.

Bruna Freitas, CEO da Yara ressalta sobre os desafios das empresas de bioeconomia: “Empreender com foco em preservar a floresta é a missão da Yara. Para nós esse investimento de R$2 milhões é a oportunidade e também a responsabilidade de mostrar que é esse o tipo de desenvolvimento adequado para a região amazônica, o que para muitos é lixo é um problema quase que insolúvel, para nós é um rio de oportunidades e que nós estamos prontos para mergulhar, fazer acontecer e devolver os benefícios desse desenvolvimento para a comunidade local.”.

O investimento garantido pela empresa foi divulgado durante o Workshop sobre o financiamento de projetos a partir da Lei de Informática, realizado na última semana em Macapá. O IDESAM, instituto que executa o programa PPBio, avalia as empresas em potencial e faz a conexão entre investidores da indústria e as startups, no caso da Yara o aporte foi garantido pela companhia Digiboard, empresa de eletrônica.

Networking e parcerias estratégicas

A startup ressalta a importância da celeridade desse tipo de projeto, e atribui o ritmo da empresa às parcerias estratégicas que têm firmado ao longo da sua jornada. A empresa é ativa dentro da comunidade Tucuju Valley e a partir dela conseguiu diminuir a curva de aprendizagem, trocando experiências com empreendedores e entendendo o fluxo dentro das cadeias de bioeconomia.

Esta assiduidade na comunidade colocou a empresa em contato com a rede de soluções oferecidas pelo SEBRAE, SENAI e o próprio IDESAM, que abriram portas para o aprimoramento do negócio e que resultou no investimento.

Além disso, a Yara conseguiu evoluir os primeiros produtos e MVP em parceria com a fábrica também amapaense Arrazo Couro.

Essas parcerias foram peças essenciais para o sucesso da empresa e viabilizaram que a tecnologia oferecida pela Yara chegasse até o patamar de inovação e desenvolvimento com a identidade da Amazônia.

Próximos passos

Nos próximos seis meses a empresa se dedicará para ampliar a gama de produtos disponíveis e instalará o 1° curtume verde da Amazônia para iniciar o processo de escala.

https://docs.google.com/document/u/0/d/11SY5vpROhX8eCDxqpb2kXSwmlIrL1GeLQvmrASQ4vcw/mobilebasic

A expofeira está de volta: Governo do Estado inicia preparativos para 52ª Expofeira do Amapá

Após quase 10 anos, a Expofeira do Amapá será retomada este ano pelo Governo do Estado, como uma grande vitrine de oportunidade, negócios e lazer. E os preparativos para 52ª edição já iniciaram.

Na manhã desta quarta-feira, 14, o governador do Amapá, Clécio Luís, e o Grupo de Trabalho (GT) responsável pela organização, iniciaram a ocupação de todo o espaço do Parque de Exposições da Fazendinha, onde tradicionalmente ocorre o evento, que foi realizado pela última vez em 2015.

Para o governador do Amapá, Clécio Luís, mais que entretenimento, a Expofeira vai fomentar a economia do estado.

“Vai ser uma Expofeira de muita alegria, diversão e entretenimento. Mas sobretudo a população vai ter a retomada de um instrumento de negócios. Nós queremos fazer negócios no agro, incentivar a agricultura familiar, o extrativismo do Amapá, que tenhamos negócios sustentáveis. Então, nós queremos que essa Expofeira cumpra a sua função de gerar negócios, porque foi para isso que ela foi pensada desde a gestão do primeiro governador, Janary Nunes”, afirmou Clécio Luís.

Durante a visita técnica, foi avaliada toda a estrutura do Parque de Exposições da Fazendinha para que as intervenções sejam feitas até a data do evento, previsto para o mês de setembro. Serão feitos serviços de limpeza, capina e revitalização da estrutura. Além de espaço para empreendedores de diversos segmentos.

Geração de emprego
O Governo do Estado vai priorizar a mão de moradores do entorno do Parque que será integrada em todo o processo de revitalização, montagem e conservação do espaço.

“Culturalmente a Expofeira tem um papel de garantir entretenimento e diversão. Mas também gera emprego e renda. E este ano uma das novidades é que trabalhadores autônomos do entorno do Parque de Exposições vão participar trabalhando antes, durante e depois do evento na limpeza e revitalização do espaço”, disse Rodolfo Vale, secretário de Governo.

Moradora do Vale Verde, dona Maria Cardoso, já está na expectativa para a chegada do evento. A autônoma conta que tradicionalmente o período da festa é uma oportunidade para garantir uma renda extra.

“Para mim é uma felicidade muito grande ver o retorno da Expofeira. Pois é uma oportunidade de garantir uma renda. Então depois de quase 10 anos vem essa reabertura, só temos a agradecer”. afirmou Maria Cardoso.

Parque de negócios
Estima-se que o espaço do evento terá uma extensão de 33 mil metros quadrados, o que equivale a 10% de toda a área do Parque de Exposições da Fazendinha.

Serão 820 estandes de exposição que prioritariamente serão ocupados pela iniciativa privada, possibilitando a apresentação de empresas e produtos e negociações através do pavilhão de negócios, por exemplo. Além de espaços para empreendedores populares. A Expofeira também contará com 5 praças de alimentação.

O vice-governador Teles Júnior, que é um dos coordenadores do evento, disse que o GT já trabalha na organização desde março, quando o decreto foi assinado pelo governador Clécio Luís.

“A Expofeira está retornando com toda força e com uma proposta nova. A ideia é colocar o setor empreendedor aqui dentro, menos Governo e mais empreendedorismo para que a gente possa trabalhar pela geração de emprego e renda no estado”, pontuou Teles Júnior.

O Governo do Estado resgata a Expofeira do Amapá que este ano terá como principal foco gerar empregos para diversos setores. previsão é que o evento tenha início no final do mês de setembro.

StartupON: mais de 300 pessoas participam do evento que impulsiona a expansão das startups no Amapá

Ao longo deste sábado, 29, público tem a oportunidade de conhecer a modalidade de negócio e ouvir experiências de empreendedores que já atuam no ramo.


Mais de 300 pessoas participam do StartupON neste sábado, 29, em Macapá. O evento oferta orientações e mentorias gratuitas para empreendedores e pessoas interessadas em conhecer mais sobre as startups, que são empresas com soluções inovadoras e objetivas para atender uma ou mais necessidades do mercado.

Com objetivo de impulsionar a expansão das startups no Amapá, a iniciativa é da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), com o apoio do Governo do Estado e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Durante a programação, os participantes têm a oportunidade de ampliar o networking e conhecer mais sobre temas como bioeconomia, ensino e pesquisa e ‘vendarketing’, uma estratégia de marketing voltada para conquistar mais clientes.

Para a psicóloga Marciene Lobato, de 42 anos, o StartupON foi fundamental para conhecer mais sobre como é o processo de criação de uma startup. Ela tem interesse em desenvolver tecnologias voltadas para a saúde mental dentro das empresas, uma necessidade que vem crescendo nos últimos anos, principalmente, depois da pandemia da Covid-19.

“Uma grande dúvida que eu tinha é como é que a gente pode começar uma startup? Outro ponto, precisa de dinheiro? Eu descobri aqui que a gente precisa ter uma renda, uma fonte, mas o governo apresenta linhas de crédito. Com isso, aprendi que não precisa de muito dinheiro, mas precisa muita vontade e acreditar naquilo que você quer”, ressaltou a psicóloga.

Pessoas como Marciane tiveram a oportunidade de conhecer a experiência de startups amapaenses já consolidadas no mercado, como é o caso da Tributei, que atua na área fiscal.

“Eventos concentram agentes, atores e pessoas que são importantes no mundo de startups, onde eles compartilham conhecimentos e experiências que nos ajudam a evitar erros e também estabelecer conexões”, Jefferson Pinto, fundador Tributei.

O gestor da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia, Edivan Barros, pontuou que o Governo do Amapá aposta em soluções inovadoras como caminho para o desenvolvimento econômico e tecnológico.

“Startups, hoje, representam a nova economia, que agrega a inovação de tecnologia com os ativos ambientais da Amazônia. Nesse evento, vimos muitas pessoas de fora do mundo das startups com ideias inovadoras que poderão ser, no futuro, empresas com desenvolvimento de negócios puramente tecnológicos”, disse o gestor da Setec, Edivan Barros.

Incentivo à inovação

Com DNA 100% amapaense, a Tucuju Valley reúne um grupo de empreendedores com foco em apoiar startups que estão se consolidando no mercado local. Um levantamento realizado pelo grupo em 2021 mostra que as startups amapaenses conseguiram atingir uma marca superior a R$20 milhões em faturamento, com cerca de 500 empregos gerados diretamente e 2 mil indiretamente.

“A gente tem acompanhado a movimentação do Amapá, os últimos quatro anos foram muito ricos para o estado. Com o StartupON, a gente espera potencializar esse movimento que está acontecendo para que tenha mais empreendedores e mais startups na região Norte”, destacou Danilo Picucci, diretor de Ecossistemas e Comunidades Abstartups.

Para o empreendedor Lindomar Góes, que faz parte do Tucuju Valley, eventos como esse são um fator decisivo para pessoas que já têm a vontade de entrar no segmento.

“Deste público que participou do evento, muitos vão pesquisar sobre startups e voltarão, ano que vem, para o próximo evento, já  como cases de sucesso, como novas startups milionárias no Amapá”, destacou Lindomar.

A diretora-superintendente do Sebrae, Alcilene Cavalcante, reforçou que a entidade apoia iniciativas que formetam a inovação.

“O Sebrae vai estar sempre incentivando esse processo, porque a gente tem entendimento de desenvolver o Amapá através de soluções inovadoras”, pontuou.

Tucuju Valley: Conheça o grupo de empreendedores que apoia a consolidação de novas startups no Amapá

Comunidade vai compartilhar sua experiência no StartupON, evento gratuito que acontece neste sábado, 29, na capital amapaense, com apoio do Governo do Estado.

Com DNA 100% amapaense, a Tucuju Valley reúne um grupo de empreendedores com foco em apoiar startups que estão se consolidando no mercado local. Quem participar do StartupON 2023, o maior evento de negócios inovadores do Brasil, que acontece no sábado, 29, em Macapá, poderá conhecer a experiência do grupo e ampliar seu networking. 

O StartupON 2023 é realizado pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups) com apoio do Governo do Estado e reúne mentorias de especialistas de várias áreas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas aqui.

Startups são empresas recém-criadas que têm como principal característica a proposta de negócios inovadora e o grande potencial de crescimento. A Tucuju Valley tem como foco impulsionar esse tipo de empresa para que se tornem negócios de sucesso, com geração de emprego e renda no estado.

O grupo foi criado em 2013, com o surgimento de startups como a Proesc, uma iniciativa especializada no desenvolvimento de sistemas de gestão escolar, e a Tributei, que automatiza processos fiscais e tributários para facilitar a rotina de profissionais da área contábil.

O empreendedor Lindomar Góes, membro da Tucuju Valley, explica como o grupo atua no suporte a novos empreendimentos.

“A gente apoia a startup desde o início da jornada, passando pelas fases de ideação, operação, ajudando a criar máquinas de venda, a conseguir os primeiros clientes e, em seguida, passa para a etapa de tração, que é quando a startup começa a vender para outros estados. Depois vai pra fase de escala”, explica Lindomar Góes.

Um levantamento realizado pela Tucuju Valley em 2021, as startups amapaenses conseguiram atingir uma marca superior a R$20 milhões em faturamento, com cerca de 500 empregos gerados diretamente e 2 mil indiretamente. Hoje, no estado, as empresas que atuam nesta modalidade têm um valor de mercado que ultrapassa os R$200 milhões.

O secretário de Ciência e Tecnologia do Amapá, Edivan Barros, considera o Tucuju Valley estratégico para a ampliação desta modalidade de empresas no Amapá.

“Por meio da comunidade, hoje, o Amapá é um estado com muitas startups de sucesso da Amazônia”, pontuou o gestor.

StartupON

Durante todo o StartupON, o público terá acesso a palestras com empreendedores do Amapá e do Brasil. Dessa forma, startups terão mais chances de serem vistas por potenciais investidores.

O conteúdo apresentado trará uma visão de como empreendedores do Brasil inteiro podem encontrar suporte e oportunidades de mercado, por meio da experiência de pessoas envolvidas nos ecossistemas locais.