Equinócio da Primavera 2021 terá programação científica e cultural no Marco Zero

Na próxima quarta-feira, 22, o Governo do Amapá dá início à programação do Equinócio da Primavera 2021. O evento – que marca a chegada da primavera no hemisfério sul – será totalmente transmitido pelas redes sociais da Secretaria de Estado de Turismo (Setur) e terá visitações guiadas ao monumento Marco Zero do Equador, na zona sul de Macapá, durante todo o dia.

Quem visitar o monumento deverá usar máscara e manter o distanciamento social.

O número de visitantes será limitado devido à pandemia de covid-19. Todos os presentes devem usar máscara e manter o uso de álcool em gel.

Quem visitar o ponto turístico receberá explicações sobre o fenômeno. Na programação, haverá experimentos científicos e observação da movimentação e inclinação da Terra em relação ao Sol. Um dos convidados é o professor Carlos Santos, da Universidade de São Paulo (USP), que vai fazer o 1º Experimento de Eratóstenes, demonstrando que a Terra não é plana.

Uma live das 10h às 14h vai apresentar a evolução da sombra no obeslico e, pela parte da tarde, haverá programações culturais musicais com bandas locais, grupo Kazumba Akelê e também do DJ 008.

Equinócio

As estações são determinadas pelo movimento de translação da Terra. Enquanto a rotação é o movimento em torno de seu próprio eixo, a translação é a volta que ela dá ao redor do Sol. Durante o período do fenômeno, o dia fica com a mesma duração da noite (12 horas cada).
O Equinócio acostuma atrair turistas ao Amapá. Com a reabertura gradual das atividades turísticas, a intenção é retomar a promoção do Monumento Marco Zero do Equador consolidado do Amapá, para geração de emprego e renda no setor de turismo.

Novo Trapiche Eliezer Levy terá 4 pontos de contemplação para o rio Amazonas

O novo Trapiche Eliezer Levy foi projetado com o objetivo de valorizar um dos pontos turísticos mais conhecidos da capital. A nova arquitetura do local foi inspirada nos baluartes da Fortaleza de São José, que além de embelezar, vão proporcionar uma contemplação do majestoso rio Amazonas em quatro pontos diferentes.A obra será de reforma de toda estrutura de base já existente, e a ampliação contará com deck para eventos regionais de economia criativa, iluminação de led, píer para atracação de pequenas embarcações e revitalização do restaurante.

Projeto arquitetônico foi aprovado pelo Ministério da Defesa e agora segue para processo licitatório. A previsão é que a ordem de serviço para início da obra seja dada ainda em 2021. A obra vai ser executada pela Semob e custará pouco mais de R$ 4,3 milhões.

O projeto foi criado pela equipe da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura Urbana (Semob), que ganhará uma cobertura vazada, que será instalada no deck e irá permitir um espaço moderno e confortável para quem for visitar o local. A intenção busca incentivar o turismo e o empreendedorismo na capital.
“Nós fizemos uma ampliação que é uma homenagem à nossa história e estamos ressignificando o local trazendo a economia criativa para ser inserida. Será um espaço livre para feiras, eventos culturais, essa é a nossa meta com essa obra ”, disse o subsecretário de Obras, Ivy Vasconcelos.


Obra

A previsão é que a ordem de serviço para início da obra seja dada ainda em 2021. A obra vai ser executada pela Semob e custará pouco mais de R$ 4,3 milhões. Os recursos foram enviados pelo senador Davi Alcolumbre. O projeto já foi aprovado pelo Ministério da Defesa e agora segue para instrução do processo licitatório.


Concessão

O ponto turístico agora é de responsabilidade da Prefeitura de Macapá. A concessão foi concedida à prefeitura no dia 27 de julho deste ano, com a autorização para o uso do espaço por 20 anos. A partir da assinatura do Termo de Cessão de Uso de Imóvel, o local passará a compor o projeto Orla Viva, que busca a revitalização e transformação da orla de Macapá

Símbolo de Macapá, Mercado Central completa 68 anos de história nesta segunda , 13

 

O Mercado Central, um dos símbolos da cultura amapaense, economia e cartão postal da cidade de Macapá, completa 68 anos de muita história e tradição nesta segunda , 13 de Setembro. O espaço foi inaugurado dia 13 de setembro de 1953 pelo então governador Janary Nunes e o prefeito Claudomiro de Moraes. O espaço era uma obra gigantesca para a época e tinha como finalidade comercializar produtos da roça, que eram desembarcados no Trapiche Eliezer Levy.

Foto: Lilian Monteiro

O centro histórico foi considerado espaço de compras de alimentos e de encontros das famílias amapaenses por muito tempo. No local, diversas histórias trazem a memória desse sexagenário monumento, composto de nativos e imigrantes que deram início à expansão da atividade comercial no estado.

Foto: Max Renê

Entre as lembranças dos primeiros empreendimentos estão os famosos Bar Du Pedro, Clip Bar, Banca de Revistas Cinelândia, Mercearia do Chaquib, Sapataria do Irmão, Sapataria Chic, Ervanaria Amazônia, o Salão Latino Americano, Farmácia Droga Norte, entre tantos outros.

Luiz Gonzaga Nery, o segundo proprietário do famoso Bar Du Pedro, point etílico tradicional da cidade. “Sou nascido e criado neste bar”.

Falar de mercado é contar a história de quem o viu e o ajudou a nascer, como relata Luiz Gonzaga Nery, o segundo proprietário do famoso Bar Du Pedro, point etílico tradicional da cidade. “Sou nascido e criado neste bar. Vi a cidade inteira crescer, e a memória mais viva que tenho é do Mercado Central lotado e meu pai conversando com os clientes. Essa tradição tem passado de pai para filho. Hoje meu filho Pedro Nery da Cruz Neto toma a frente do bar”, disse.

Em 2019, o mercado foi totalmente revitalizado e ampliado, mas foi mantida a sua arquitetura. Em 2020 o novo espaço foi entregue. Além disso, ganhou obras em tons vibrantes que retratam alguns dos símbolos da cultura local, como o Marabaixo e o batuque.

Painéis expostos nas áreas interna e externa do novo Mercado Central abrilhantaram ainda mais um dos pontos mais bonitos da cidade. O artista amapaense Ralfe Braga é reconhecido internacionalmente e assinou toda identidade do local. Suas artes são cheias de energia e tonalidades exuberantes. Segundo ele, as obras dentro e fora são inspirações que refletem exatamente as questões históricas e estéticas do local, que trazem as cores vivas da Amazônia.

 

Curiosidades


A escultura que está bem em frente ao mercado tem as cores da bandeira do município de Macapá e também foi criada por Ralfe. Como o artista frisa, a primeira coisa que se busca na concepção de uma obra artística são símbolos, marcas, objetos que tenham uma simbologia para o projeto. “Eu, visitando certa vez aqui e estudando a concepção do projeto, olhei para cima e percebi que havia uma roseta na fachada, e essa roseta me chamou atenção desde criança. Quem criou ela usou esse símbolo que se usava muito na arquitetura da época, pois sua criação foi em 1953. É uma marca registrada da própria arquitetura, nada mais justo, óbvio e mais natural do que usar essa roseta como marca e símbolo do mercado, que está representado na escultura”, explicou o artista.


68 anos do Mercado Central

Os 68 anos de Mercado Central será celebrado na segunda-feira (13), data também dos 78 anos de fundação do Território Federal. A programação inicia com Alvorada no Mercado Central, com a banda da Guarda Municipal, plantação do pé de Amapazeiro e de uma cápsula do tempo com os sonhos de crianças amapaenses. Haverá ainda o anúncio, pelas autoridades da segunda fase de revitalização do Mercado Central.

Em seguida, na Assembleia Legislativa do Amapá, acontecerá sessão solene, com a participação da Orquestra Florescer, Batuque Raízes do Cunani e a entrega das Medalhas Notável Edificador do Amapá a 14 personalidades amapaenses, além da presença de 24 amapaenses ilustres que serão homenageados ocupando as cadeiras do parlamento estadual.

Belezas do Amapá: Cachoeira da dona Antônia e Lagoa Azul no município de Serra do Navio

 

O Amapá têm muitos encantos e belezas naturais espalhados pelos 16 municípios. São pequenos paraísos no estado. A Serra do Navio, apesar da ainda pouca estrutura como destino turístico, os locais fazem valer a pena. Suas paisagens de extrema beleza em plena Floresta Amazônica, fazem do lugar uma experiência de lazer apaixonante.

Cachoeira da Dona Antônia, localizada na Vila do Cachaço na Serra do Navio. Foto: Lilian Monteiro

Entre as cachoeiras e lagoas, não deixe de conhecer a cachoeira da Dona Antônia, localizada na Vila do Cachaço. Fica dentro da comunidade, encanta pelo cenário mesmo sem ter uma queda grande, é cercada de pedras, árvores e com água transparente e gelada.

Já a Lagoa Azul, com profundidade de até 80 metros, é perfeita para um mergulho. De carro ou com uma pequena caminhada, é possível chegar a uma grande lagoa, que chama atenção por sua coloração. A Lagoa Azul é uma das atrações mais visitadas na Serra do Navio. A cor azul anil é dada por conta dos minérios da região, segundo os entendidos.

A Lagoa Azul é uma das atrações mais visitadas na Serra do Navio. Foto: Lilian Monteiro

Serra do Navio

A Serra do Navio, no estado do Amapá, foi fundada em 1950 para abrigar os engenheiros, administradores e operários da grande mineradora Icomi que trabalhava na extração de manganês que firmou contrato de exploração do manganês amapaense por 50 anos, e ficou no município até 2003. Em 2010, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tombou a cidade como Patrimônio Cultural. Entretanto, como esgotou a reserva antes do tempo previsto, a empresa deixou o local. Enquanto a sede estava sendo administrada pela Icomi, a vila era modelo de organização e eficiência em todos os setores. Representava a rede de maior projeto privado do estado do Amapá.

Curiosidade sobre o nome do município

Uma curiosidade que pode explicar o nome da cidade é, segundo os moradores, que o rio Amapari que passa em frente à cidade, se observado via área, possui a forma de um navio.

Como chegar

A Serra está localizada a 210 quilômetros da capital e o acesso é pela BR-210 (Perimetral Norte), são cerca de quatro horas de viagem, parte da estrada é de difícil acesso.

Praça Jaci Barata: local terá área de contemplação e prática de esportes

 

O novo espaço de lazer que irá embelezar a orla de Macapá terá ambientes desenvolvidos para a prática de esportes e contemplação com jardins. A reconstrução da Praça Jaci Barata faz parte do programa Orla Viva, que tem o objetivo de valorizar e desenvolver o turismo local.
A nova praça Jaci Barata tem uma área de pouco mais 96 mil m² e foi projetada pela renomada arquiteta Rosa Grena Kliass, 88 anos, especialista em paisagismo. Um dos projetos de maior destaque da arquiteta é a Avenida Paulista. No estado do Amapá, Kliass desenvolveu o projeto do Parque do Forte.

São executados agora serviços de concretagem e terraplanagem. O projeto arquitetônico foi desenvolvido pela arquiteta Rosa Grena Kliass, especialista em paisagismo. Previsão de conclusão é no mês de dezembro.

Com previsão de conclusão para dezembro, a obra é executada pela Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura Urbana (Semob). São executados os serviços de demolição da estrutura antiga para receber a terraplanagem que é a preparação do solo para a construção dos novos espaços.
De acordo com o subsecretário de Obras, Ivy Vasconcelos, a execução da base é uma das etapas mais importantes da obra, porque começa a formar a identidade planejada durante o projeto.


“Paralelo a isso iremos iniciar a concretagem para construção das calçadas e logo vamos começar os serviços da nova iluminação em LED. Vamos construir uma praça que vai ficar marcada na história de Macapá por ter a assinatura de uma das arquitetas brasileiras da atualidade mais influentes no cenário internacional”, disse o subsecretário.

A praça contará com deck de madeira, três quadras poliesportivas, redário, bicicletário, estacionamento, campo gramado, campo de areia e espaço de convivência com um lago e jardins. O local de recreação custará pouco mais de R$ 9.4 milhões, sendo R$ 6,9 oriundos de emenda parlamentar destinada pelo então senador José Sarney (2011) e R$ 2,5 milhões de contrapartida municipal.
Mudanças

Para dar apoio à movimentação das máquinas e zelar pela segurança da população, a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura Urbana (Semob) ampliou o acesso da extensão da avenida Fab, que já existia, para dar uma opção de saída ou entrada para o Igarapé das mulheres. Essa medida foi tomada porque foi necessário fechar a rua que passa em frente à obra da praça.
Outra mudança é a nova organização dos comerciantes que ocupavam o espaço, que agora estão alocados no estacionamento da Praça do Coco. São 24 empreendedores que atuam com infláveis, cama elástica, comercialização de pipoca, doces e venda de brinquedos, que agora contam com uma estrutura coberta e com grades.

“As mudanças foram necessárias para adequar o espaço para a construção da praça. Todos esses transtornos são temporários, à medida que os trabalhos avançarem iremos fazendo novas alterações. Nosso objetivo é dar à população um espaço novo, moderno e com qualidade para empreendedores e visitantes”, finalizou o secretário de obras Cássio Cruz.

Promotoria de Urbanismo reúne para tratar de reforma e organização do píer do Santa Inês

 

A Promotoria de Justiça de Urbanismo, Habitação, Saneamento, Mobilidade Urbana, Eventos Esportivos e Culturais de Macapá reuniu-se na data de hoje (5), com a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinf) e com a Secretaria Municipal de Habitação e Ordenamento Urbano e a Procuradoria-Geral do Município de Macapá para tratar da reforma e organização dos píeres localizados na orla da cidade de Macapá, no bairro Santa Inês.

O secretário de Infraestrutura, Alcir Matos, esclareceu que será necessária uma nova licitação para conclusão das obras, abandonadas pela empresa que ganhou a licitação anterior, deixando inacabadas. Imagem do site do Seles Nafes.

Na ocasião, foram esclarecidos pela SEINF os motivos da paralisação da obra e os projetos para o piér que está sendo construído pelo Estado há, aproximadamente, 10 anos.

O secretário de Infraestrutura, Alcir Matos, esclareceu que será necessária uma nova licitação para conclusão das obras, abandonadas pela empresa que ganhou a licitação anterior, deixando inacabadas.

O secretário de Ordem Urbanística de Macapá, Rafael Martins, disse que a área atualmente é de responsabilidade do Estado, mas que a Prefeitura pode intervir, se necessário, para organizar a venda de passagens e os ambulantes que ocupam o local, atualmente sem qualquer fiscalização ou permissão.

A Progem também reforçou que o Município, pode, ser for do interesse do Estado, passar a organizar o espaço, regulamentando seu uso.

Para o promotor André Araújo, titular da Promotoria do Urbanismo, “é inadmissível que um local com tanto valor turístico e paisagístico seja atualmente ocupado de forma tão desordenada, sem qualquer fiscalização, contribuindo negativamente para o visual de parte tão nobre da cidade”.

O promotor ressaltou ainda, que a tendência é que o Ministério Público recomende que o local seja utilizado somente para transporte de passageiros com fins turísticos, removendo-se de lá embarcações de carga e de outras finalidades que em nada contribuem para a valorização do local.

Ficou acordado que será agendada uma nova reunião para que a Seinf apresente o projeto atual para o novo píer, com a presença da Secretaria Estadual de Transporte (Setrap) e da Capitania dos Portos, visando traçar um plano de ação para as futuras intervenções no local.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá

Trapiche Elizer Levy passa a ser administrado pela Prefeitura de Macapá


A partir desde terça-feira (27) o Trapiche Eliezer Levy, localizado na região central da capital, passa a ser mais um ponto turístico administrado pela Prefeitura de Macapá. O local é de responsabilidade do Governo do Estado do Amapá e a transferência para o Executivo Municipal foi feita após uma solicitação do prefeito de Macapá, Dr. Furlan.

“Desde o início do ano estamos mantendo esse diálogo a fim de promover melhorias na vida da população de Macapá e a ideia de trazer o Trapiche Eliezer Levy para a Prefeitura não foi diferente. Fizemos a solicitação do espaço à Secretaria de Estado da Administração para que ele fosse cedido ao Município e o nosso pedido foi aceito. A partir de agora temos a autorização para o uso do espaço por 20 anos”, disse o prefeito de Macapá.

Com a assinatura do Termo de Cessão de Uso de Imóvel, a Prefeitura de Macapá revitalizará o trapiche, que ganhará uma nova área de circulação e estrutura moderna. Junto de outros equipamentos turísticos, o local passará a compor o projeto Orla Viva, que busca a revitalização e transformação da orla de Macapá. A iniciativa tem o objetivo de valorizar e incentivar o turismo e o empreendedorismo na capital.

“Acreditamos que o turismo será um dos vetores de desenvolvimento da nossa cidade. Com mais esse equipamento vamos ampliar a capacidade de atendimento aos turistas e entregar aos munícipes um espaço totalmente revitalizado e pronto para uso”, completou o chefe do Executivo municipal.

Durante a assinatura do documento, o governador do Amapá, Waldez Góes, destacou que a cessão do espaço consolida a boa relação entre o Estado e o Município. “A orla da cidade tem um potencial muito grande e através dessa iniciativa visamos aumentar ainda mais o desenvolvimento do turismo em Macapá”, frisou.

A revitalização do espaço já tem verba alocada através de emenda parlamentar do senador Davi Alcolumbre no valor de R$ 4,3 milhões, que já está empenhada. “Essa é uma obra que vai promover o desenvolvimento econômico. Tanto o Governo quanto a Prefeitura têm intervenções importantes para fomentar a economia local. Sem dúvida nenhuma esse será um vetor do desenvolvido do turismo e do empreendedorismo na nossa orla”, declarou o senador.

De acordo com a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Semob), o projeto está em fase de aprovação pelo Ministério da Defesa e, após essa etapa, a Prefeitura de Macapá fará a licitação da empresa responsável pela execução da obra. A previsão é que a ordem de serviço seja dada no início do último trimestre de 2021.

Por Ewerton França – Secretaria Municipal de Comunicação Social

Pelo Amapá: A Cachoeira Grande

Foto: Aydano Fonseca, no portal G1.

 

Conhecido como Cachoeira grande, o lugar na verdade é uma corredeira fantástica, um belo cartão postal do município de Amapá, e bem próximo ao município de Calçoene, o lugar tem atraído cada vez mais visitantes, principalmente os amapaenses que pouco conhecem o interior do Estado.

Um lugar bom para pescar e fazer acampamento, e principalmente para tomar banho, a água é  limpa, e no período mais seco a queda da corredeira fica  melhor ainda, como se fosse um “banho de cachoeira”.

O lugar conta com restaurantes e até mesmo uma pousada, porém o serviço desses lugares ainda é precário. A dica é levar alguns mantimentos para aproveitar o lugar, e também recolher seu lixo e preservar esse ambiente tão bonito.

Infelizmente, na última vez que visitei o lugar, estava tomado por maus frequentadores que espalham seu lixo pelo balneário.

 

 

Pedra Branca do Amapari desponta como rota do ecoturismo do estado

 

No Centro-Oeste do Amapá, Pedra Branca do Amapari é uma das cidades mais bem posicionadas da Amazônia. As belezas naturais cercadas pela imensa floresta chamam a atenção pela diversidade de fauna e flora, que agora começam a ser pensadas como a nova rota do ecoturístico do estado.

No Centro-Oeste do Amapá, Pedra Branca do Amapari é uma das cidades mais bem posicionadas da Amazônia.

No último final de semana, representantes da Abav, Sindetur, Abbtur, Senac, Observatório de Turismo, e guias de turismo, estiveram visitando o Vale do Amapari. Durante a visita, os participantes se surpreenderam com o potencial turístico do local, eles se aventuraram pelo rio Amapari e tiveram a oportunidade de conhecer corredeiras, trilhas e cachoeiras que deram espaço a esportes com caiaques e pranchas. Além disso, a culinária regional foi um show a parte, os atrativos e a comunidade local de cerca de 17 mil habitantes divididos em 12 comunidades da zona rural e urbana impressionaram os participantes.

Com 29 anos de instalação, o município de Pedra Branca do Amapari aposta em ações para mostrar sua diversidade natural, cultural e produtiva. “É uma beleza ímpar, um lugar ideal para fomentar o ecoturismo e alavancar o setor a nível nacional e internacional”, avalia a coordenadora Municipal de Turismo, Alcemira Miranda.
“Ficamos impressionados ao chegar aqui e poder observar como o município se desenvolveu de uns anos para cá. Pedra Branca tem hoje total possibilidade de se tornar uma potência no setor”, disse Gilson Torres, guia de turismo.

Para o turismo, o município possui uma variedade de bens e produtos que podem atrair pessoas do mundo todo. São inúmeras cachoeiras e corredeiras, o município também é uma das portas de entrada para o Parque do Tumucumaque e Reserva Natural Brilho de Fogo, além da gastronomia e artesanato local.
Todos os participantes da excursão realizaram testes para Covid-19.

Gastronomia do Amapá foi considerada a melhor do país, por youtuber e blogueiro de viagem e turismo

O youtuber e influenciador, “Estevam Pelo Mundo” visitou recentemente o Amapá. Ele divulgou no sábado, 10, em seu Instagram, o que ele considera os cincos estados melhores para comer. E a gastronomia do Amapá conquistou o primeiro lugar. O vizinho Pará ficou em segundo, seguido do Rio Grande do Sul, Amazonas e Bahia.

A culinária nortista conquistou três lugares, sendo eleita como as melhores do país.

Lucas Estevam quando morava na Alemanha, decidiu compartilhar suas experiências em um blog e, rapidamente, suas histórias e dicas ganharam bastante visibilidade. Hoje, ele é um dos principais youtubers brasileiros focado em viagem e turismo.

O canal “Estevam Pelo Mundo” já tem mais de 360 mil inscritos. E sabe quantos países ele já visitou? Mais de 70! Ele registra todas as suas aventuras em suas redes sociais e no youtube, atraindo cada vez mais seguidores e chamando a atenção de grandes empresas.