Com 1.350 novos postos de trabalho, Amapá lidera pelo 5º mês a geração de emprego e renda no país

Crescimento foi de 8,78% no acumulado de 2024, com mais de 7,5 mil empregos gerados, aponta novo Caged. Serviços e construção civil lideraram vagas em agosto.

O Amapá lidera mais uma vez a geração de emprego e renda na Região Norte e no Brasil. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) apontam que, pelo 5º mês consecutivo, houve saldo positivo para o estado. Em agosto, mais 1.350 postos de trabalho foram gerados, com destaque para os setores de serviços e construção civil, que lideram as contratações.

“Nós somos mais que o dobro no país com 8.78%, e a média do Brasil é 3.79%. Crescemos mais uma vez e boa parte desses empregos vieram da nossa 53ª Expofeira, com o setor de serviços. Outro fator importante, a construção civil volta a gerar mais empregos também por conta do nosso verão e as obras que estão nas ruas, todo mundo está vendo. Com isso a gente está gerando mais emprego e mais dignidade”, celebrou o governador do Amapá, Clécio Luís.

53ª Expofeira do Amapá impulsionou o setor de serviços no estado53ª Expofeira do Amapá impulsionou o setor de serviços no estadoFoto: Gabriel Penha/GEACom a retomada das obras estruturantes pelo estado, previstas no Plano de Governo da gestão para impulsionar diversos segmentos econômicos, o setor de serviços foi responsável por 874 empregos, enquanto a construção civil gerou 268 vagas. O comércio foi o terceiro (108), seguido pela indústria (61) e agropecuária (39).

“Em 2024 já foram gerados 7.585 empregos formais. No mês de agosto foram 1.350, mas quando a gente olha o conjunto dos dados se observa que todos os setores estão gerando emprego. Alguns nos surpreendem em termos de percentual de crescimento e começam a ganhar mais representatividade, como a indústria e a agropecuária, que são setores que ainda possuem o menor número de pessoas ocupadas. Em termos comparativos, ou seja, taxa de crescimento, eles apresentam variações significativas acima da média dos demais setores”, destacou o vice-governador do Amapá, Teles Júnior.

Desempenho positivo na geração de empregos acumula 8,78% no anoDesempenho positivo na geração de empregos acumula 8,78% no anoFoto: Lidiane Lima/GEAO saldo positivo no Amapá reflete o desempenho no acumulado do ano, que apresentou crescimento de 8,78%, maior que média nacional, que foi de 3,79%. Os dados do Novo Caged considera os índices de todos os estados brasileiros, com exceção de Minas gerais, Paraíba e Santa Catarina.

Com o maior crescimento no Brasil, o estado apresenta, proporcionalmente, um aumento de 1,40% no saldo de geração de emprego em agosto, bem acima da média nacional, que foi de 0,49%, seguido por Rio Grande do Norte (1,39%) e Mato Grosso do Sul (0,29%).

Obras estruturantes no Amapá seguem o Plano de Governo da gestão para promover o desenvolvimento econômicoObras estruturantes no Amapá seguem o Plano de Governo da gestão para promover o desenvolvimento econômicoFoto: Márcia do Carmo/GEA

Investimentos 

Os indicadores mostram o resultado do fortalecimento da economia no estado, diretamente ligados à política pública de desenvolvimento adotada pelo Governo do Amapá, que realiza investimentos diretos na construção civil com obras de infraestrutura, segurança, saúde e habitação. A reabertura das indústrias vinculadas ao setor de manejo florestal sustentável, que retornaram as atividades, também contribui com a geração de empregos.

O incentivo aos grandes eventos, como o retorno da Expofeira, em 2023, traz oportunidades de negócios e geração de emprego e renda, contribuindo para os índices de crescimento econômico que o Amapá vem apresentando. Além disso, promove a consolidação de diferentes setores, como o hoteleiro e o turismo, atraindo visitantes de todas as partes do Brasil e do mundo. Essas iniciativas representam uma estratégia da gestão estadual que coloca o estado em destaque também no segmento econômico.

Governador Clécio Luís entrega Novo Hospital Regional de Porto Grande para atender cinco municípios

Com tecnologia de ponta, a unidade hospitalar passa a ser referência em atendimento de alta e média complexidade e descentraliza os serviços de saúde da capital.


O governador do Amapá, Clécio Luís, realizou a entrega histórica do Novo Hospital Regional Maria Lúcia Guimarães da Silva, em Porto Grande, na segunda-feira, 26, para mudar a realidade no atendimento à saúde de 64 mil moradores de cinco municípios do estado. A unidade de saúde conta com uma estrutura moderna e equipamentos tecnológicos para atendimento de alta e média complexidade.

O hospital vai ajudar na descentralização de serviços para quem vive em Porto Grande, Ferreira Gomes, Serra do Navio, Pedra Branca do Amapari e Tartarugalzinho, com atendimentos ambulatórios, serviços de internação, pediatria, maternidade, urgência, exames de imagem e cirurgias de grande e médio porte. A iniciativa faz parte do Plano de Governo da gestão que prioriza a saúde da população amapaense de forma imediata e inegociável.

Moradora de Porto Grande, Eva MirandaMoradora de Porto Grande, Eva MirandaFoto: Márcia do Carmo/GEA“Esse hospital era muito esperado, é um sonho para todos nós, pois quando ainda não tinha ele, a gente tinha que fazer o trajeto até Macapá para ter atendimento. Agora temos os serviços que a gente precisa, esse olhar de cuidado com a saúde do povo é algo que não tem preço”, celebrou a cuidadora de Educação Básica de Saúde e compositora do hino de Porto Grande, Eva Miranda, de 52 anos.

O Novo Hospital Regional é o primeiro da Região Norte a contar com o moderno carro de anestesia A9, que trabalha com inteligência artificial. Em todo o país, só existem 39 unidades. Além disso, o espaço possui uma ampla estrutura que recebeu novas mobílias, computadores e equipamentos para o diagnóstico e tratamento dos pacientes.

“Estou muito feliz em poder fazer essa entrega histórica para a população amapaense. Por muitos anos, a população aguardou por este instante. A saúde precisa ser resgatada em sua integralidade e o Hospital Regional vai cumprir o seu papel de média e alta complexidade, com prontuário digital eletrônico e com tudo o que há de melhor. E ao atender os pacientes, esse hospital vai passar uma mensagem, isso aqui é hospital público e funciona, é do SUS e funciona”, enfatizou o governador Clécio Luís.

Unidade hospitalar passa a ser referência de alta e média complexidadeUnidade hospitalar passa a ser referência de alta e média complexidadeFoto: Márcia do Carmo/GEAnoA unidade conta, inicialmente, com 34 leitos, sendo 18 divididos nas alas de internação masculina, feminina e de pediatria. O hospital será referência em atendimento hospitalar nas especialidades médicas de ortopedia, ginecologia e obstetrícia, pediatria e cirurgia geral, com gestão pela Fundação de Saúde do Governo do Amapá (Fundesa).

Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Goés, representou o Governo Federal na entregaMinistro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Goés, representou o Governo Federal na entregaFoto: Márcia do Carmo/GEA“O primeiro Hospital Regional é uma entrega importante para o Amapá, toda a regulação desses municípios passará por aqui. Parabenizo o governador Clécio com toda a equipe de governo pela entrega dessa unidade hospitalar, importantíssima para o serviço publico de saúde. O povo do Amapá ganha um equipamento com serviço de 1ª qualidade” pontuou o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Goés, presente na solenidade de entrega.

Hospital Regional de Porto Grande conta com equipamentos tecnológicos de pontaHospital Regional de Porto Grande conta com equipamentos tecnológicos de pontaFoto: Márcia do Carmo/GEAO Centro Cirúrgico vai funcionar 24 horas para atendimento de emergência e demanda eletiva. Também serão ofertados exames de raio-x com laudo, ultrassonografia, eletrocardiograma, ecocardiograma, além de um laboratório com todos os exames atrelados às especialidades que a unidade de saúde oferta.

A primeira etapa da obra foi coordenada pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), com recursos do Tesouro Estadual e de compensação ambiental pela Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão.

Novo Hospital Regional de Porto GrandeNovo Hospital Regional de Porto GrandeFoto: Márcia do Carmo/GEANa segunda etapa, que já está em obras, é prevista a ampliação para 185 leitos, salas cirúrgicas, Unidade de Terapia Intensiva e heliponto, para agilizar o transporte de pacientes em casos de urgência. Os serviços avançam em ritmo acelerado com a instalação dos pilares para, posteriormente, construir o prédio e iniciar a parte de cobertura, com previsão de conclusão para dezembro.

Alcolumbre sobre primeiro Atlas Solar do Amapá: “significa atração de investimentos para o estado aliado a desenvolvimento sustentável”

 

Sob articulação do senador, Amapá também deu início à construção do Instituto Margem Equatorial (IMEQ)


Durante o lançamento do primeiro Atlas Solar do Estado do Amapá, nesta segunda-feira (26), em Santana (AP), o senador Davi Alcolumbre (União-AP), coordenador da bancada federal, disse que a ferramenta entregará ao povo do Amapá diretrizes não somente para a geração de energia solar abundante, como promoção de emprego e renda, desenvolvimento socioeconômico e preservação ambiental. Acompanhado do ministro da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), Waldez Góes, e do governador Clécio Luís, o parlamentar lembrou que a energia solar é, atualmente, uma das fontes de energias alternativas que mais cresce no país, destacando, assim, sua participação na matriz elétrica nacional.

“A energia solar é uma das vertentes mais importantes para a geração de energia renovável, pois permite a produção de energia em grande escala, por meio das usinas centralizadas, como também possibilita que cada pessoa produza sua própria energia por meio da geração distribuída”, frisou Davi Alcolumbre. O Atlas Solar é uma ferramenta importante para quantificar e indicar, por meio de mapas georreferenciados, as regiões mais promissoras em recurso energético solar no estado, incluindo a estimativa do potencial técnico-econômico. O documento oficial referente ao Amapá mostrou que o estado pode garantir a segurança energética e exportar energia limpa para todo o planeta, tornando-se, assim, a capital da margem equatorial.

No Amapá, o atlas foi conquistado por meio de uma parceria entre Alcolumbre, o governo do Estado, o Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) e o Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI). As negociações para essa conquista começaram em 2020, quando o estado sofreu um triste apagão. Nesse ano, Alcolumbre se reuniu com Legislativo e os Executivos estadual e federal em busca de soluções definitivas para a crise energética amapaense. No ano seguinte, em 2021, o senador articulou o recurso de R$ 5 milhões para que o estudo para identificar o potencial solarimétrico do Amapá fosse realizado.

Inicialmente, foram instaladas estações nos municípios de Santana, Laranjal do Jari, Porto Grande, Ilha de Maracá-Jipioca e Tartarugalzinho. Pesquisas mostram que, com significativo potencial para a concepção da energia solar, o Amapá pode suprir a demanda atual do estado em 72 vezes e, o mais importante, sem prejudicar o meio ambiente. Atualmente, o estado possui a floresta mais conservada do Brasil. “A energia solar é uma importante alternativa energética para se levar energia do Norte ao Sul, do Leste ao Oeste do Amapá. A ampliação dessa matriz tem um forte papel nas ações de combate aos efeitos do aquecimento global”, disse Davi Alcolumbre.

De acordo com o governador Clécio Luís, o atlas levará ao Amapá benefícios diretos para a população, como energia renovável, desenvolvimento, pesquisa, inovação, geração de emprego de alta qualidade, renda e mudança da matriz econômica. “Tudo isso será possível a partir destes dois estudos. Um deles foi apresentado hoje, que é o Atlas Solar. E o senador Davi pensou exatamente nisso. Mesmo na agonia do apagão, em 2020, onde muitos só se preocuparam em ‘tirar proveito’, o Davi estava socorrendo o estado e pensando no que poderíamos fazer pelo futuro”, reconheceu o chefe do Executivo.

Já o diretor do Senai-RN e do Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis, Rodrigo Diniz de Mello, destacou o grande potencial do Amapá para a produção de energia renovável. “Em uma análise bem simples, utilizando menos de 1% da área do Amapá, nós conseguimos um potencial capaz de gerar mais de 50 vezes tudo que o estado consome de energia. Isso é mais de duas vezes tudo que a região Norte consome de energia. É mais de três vezes uma Itaipu que, durante muito tempo, foi a maior usina geradora de energia do mundo”, explicou.

De acordo com o Atlas Solar, o Amapá tem a capacidade de produção anual de até 426 TWh de energia solar, o que equivale a três vezes o consumo da maior cidade brasileira: São Paulo. Também presente no lançamento, o coordenador de Pesquisa do ISI-ER, Antonio Medeiros, disse que, com os resultados do levantamento, é possível comprovar que o Amapá será um dos grandes potenciais produtores de hidrogênio , o “combustível do futuro”. “Assim como ser um grande produtor de combustíveis líquidos dependentes de biomassa que o bioma da Amazônia pode ofertar, combinado com eletricidade e com a água, que também tem bastante abundância aqui, no estado do Amapá”.

Entre os convidados, também estiveram presentes o ex-senador e ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates; o diretor da Eletrobras Eletronorte, Antonio Pardauil; e o superintendente de Negócios Internacionais do Senai Nacional e diretor do Senai-AP, Frederico Lamego.

_Instituto Margem Equatorial_

Ainda nesta segunda-feira, o senador comemorou a inauguração da pedra fundamental do Instituto Margem Equatorial (IMEQ), que funcionará como polo de conexão para o desenvolvimento sustentável da Região da Margem Equatorial Brasileira – área que vai da costa do Rio Grande do Norte à do Amapá. Sob a articulação de Alcolumbre, foram garantidos, via MCTI e o MIDR, os recursos no valor de R$ 14,3 milhões para a criação de um grande laboratório de desenvolvimento de pesquisa aplicada voltada para a questão energética regional, tanto do Amapá quanto da Margem Equatorial.

O prédio onde funcionará o IMEQ foi cedido pela Eletrobras graças à intervenção também do senador Davi. O diretor da empresa de energia elétrica, Bruno Eustáquio, compareceu à inauguração. Importante destacar que a cessão do espaço foi feita em regime de comodato – uma espécie de empréstimo cuja principal característica é a gratuidade, ou seja, sem onerar os cofres públicos. O edifício terá 3,3 mil m² e as obras deverão começar nos próximos meses e serão concluídas em novembro de 2025 para a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-30), em Belém (PA).

De acordo com Alcolumbre, tanto o governo do estado quanto a bancada federal têm se preocupado em desenvolver alternativas ambientais relevantes e sustentáveis para o grande encontro climático internacional. “Esse esforço em busca de uma economia de baixo carbono para o Amapá se soma às diversas iniciativas de promover a utilização dos recursos naturais em prol do desenvolvimento dos amapaenses, auxiliando o Brasil no cumprimento das metas e acordos globais de emissões”, afirmou o senador.

Também estiveram presentes no evento o diretor de Relações Institucionais e Programas Setoriais, Bruno Eustáquio de Carvalho; o gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Regional Norte-Margem Equatorial da Petrobras, Silvesnilson da Silva Paiva; o diretor da Agência Nacional de Petróleo, Daniel Maia Vieira; e o diretor do Instituto Nacional de Meteorologia, Naur Teodoro Pontes, deputados estaduais e autoridades locais.

Governo do Amapá lança Plano de Pavimentação Asfáltica em Oiapoque


Serão asfaltadas 32 vias urbanas do município que juntas somam aproximadamente 15 km de extensão.


Nesta sexta-feira, 23, o governador do Amapá, Clécio Luís, lançará o Plano de Pavimentação Asfáltica em Oiapoque, a 590 km de Macapá, durante a sua 14ª visita ao município. O projeto de mobilidade urbana contemplará 32 vias, que juntas somam aproximadamente 15 quilômetros de extensão de toda a cidade.

As obras levarão mais qualidade de vida, trafegabilidade e segurança aos mais de 28,5 mil habitantes da região, assim como todos aqueles que usufruem dos serviços básicos urbanos e de infraestrutura da cidade. Entre as vias beneficiadas, o ramal da comunidade de Vila Vitória será asfaltado por quase 5 km, uma reivindicação histórica da população.

Os serviços serão coordenados pela Secretaria de Estado de Transportes (Setrap), que já enviou para Oiapoque mais de 30 equipamentos como caçambas, caminhão pipa, patrol, trator e prancha, para otimizar os trabalhos.

O mecânico Itamar da Silva, de 50 anos, é um dos moradores que estão aguardando ansiosamente pela chegada do asfalto. Residente há 22 anos próximo da Avenida Barão do Rio Branco, que será contemplada pelo plano, ele afirma que a pavimentação significa um sonho realizado.

Itamar da Silva, de 50 anos”Fiquei muito feliz com essa notícia. Só quem mora aqui nessa região sabe o que passamos com a falta de asfalto. No verão é muita poeira e no inverno sofremos com a lama. Então o asfalto, para a gente, significa a realização de um sonho muito antigo e agora está perto de se tornar realidade “, celebrou Silva.

As vias urbanas também receberão serviços de drenagem, calçamento e sinalização horizontal e vertical. A obra conta com investimentos de emenda parlamentar do senador Davi Alcolumbre, do projeto Calha Norte e contrapartida do Governo do Amapá. Todo o trabalho tem previsão de conclusão para um ano, com geração de emprego 60 empregos diretos e indiretos, garantindo mais renda para aquecer a economia local.

“Já mobilizamos todo o maquinário e mão de obra qualificada para que as ações iniciem com todo o gás. Temos um grande quantitativo de ruas que nunca foram asfaltadas, então é a primeira vez que os moradores poderão contar com uma pavimentação de qualidade “, frisou o secretário de Estado de Transportes, Marcos Jucá.

O Plano de Pavimentação Asfáltica é mais uma das iniciativas de fortalecimento dos municípios, previstas no Plano de Governo da gestão que, em menos de dois anos, já levou ações de limpeza urbana, segurança,recuperação asfáltica, saúde, ajuda humanitária e infraestrutura e desenvolvimento para Oiapoque.

Governo do Amapá promove a 1ª edição do Feirão do Turismo, em Macapá

Materiais destacam belezas naturais, história e eventos tradicionais das localidades.
O Governo do Amapá promove neste sábado, 24, até a segunda-feira, 26, o 1º Feirão de Turismo ‘Conheça o Brasil’, que promete movimentar o setor econômico e turístico do estado. Realizado em parceria com o Ministério do Turismo, o evento reunirá cerca de 30 entidades públicas e privadas no Museu Sacaca para ofertar pacotes de viagens, hospedagens e passeios turísticos com descontos especiais.

Coordenada pela Secretaria de Turismo (Setur), a programação será uma oportunidade de promoção do turismo e movimentação da economia, gerando renda e negócios no estado. A iniciativa busca revitalizar o turismo brasileiro durante a baixa temporada e incentivar as viagens pelo Brasil. O feirão acontece presencialmente em 14 cidades de todo o país e também pela internet.

Operação Amapá Verde: em 20 dias, Governo do Estado atende 12 ocorrências de queimadas e incêndios florestais

Ao todo, também foram realizadas 160 ações preventivas e educacionais.


O Governo do Estado finalizou o 2º ciclo da Operação Amapá Verde e, em 20 dias de ação, atendeu 12 ocorrências, entre pequenos focos e incêndios florestais que poderiam chegar a grandes proporções. Foram feitos, ainda, 63 monitoramentos em áreas de risco.

Em relação às atividades preventivas, que contam com palestras educativas em escolas, centros de convivência comunitária e visitas residenciais, foram realizadas, nos dois primeiros ciclos, 159 ações.

O Corpo de Bombeiros Militar (CBM) atua, desde o dia 1º de agosto, em 11 bases instaladas em áreas estratégicas no interior do estado com trabalhos preventivos e operacionais para reforçar o combate às queimadas.

“Estamos com mais de 230 atividades, que incluem prevenção em escolas, conscientização da comunidade local e o combate aos incêndios florestais. Estamos tendo uma excelente aceitabilidade da população e das crianças nos ciclos iniciais, algo que é essencial, pois, a partir dos meses de setembro e outubro, há uma crescente exponencial nos focos de queimadas. Com todos esses trabalhos, conseguimos alcançar em torno de 4.189 pessoas”, frisou o coordenador da operação, capitão Leandro Dias.

Operação Amapá Verde

A Operação Amapá Verde é um conjunto de ações desenvolvidas pelo Governo de Estado para prevenir e combater crimes ambientais e incêndios em vegetação no período de estiagem. A ação está na 7ª edição e faz parte da Operação Protetor dos Biomas, do Governo Federal.

A frente ostensiva, com 730 membros da corporação, tem 13 ciclos de 10 dias cada, com cinco militares por equipe. As ações aconteceram nos municípios de Vitória do Jari, Laranjal do Jari, Oiapoque, Ferreira Gomes, Tartarugal Grande, Tartarugalzinho, Cutias, Itaubal, Amapá, Pedra Branca do Amapari e Calçoene, onde foram distribuídos os militares com viaturas e equipamentos.

Este ano, as missões do Corpo de Bombeiros utilizam pela primeira vez sopradores costais, equipamentos eficazes para dar suporte aos militares no combate aos incêndios e focos. A programação das atividades operacionais conta com uma frente ostensiva dividida em 13 ciclos, que deve acontecer até o dia 11 de dezembro.

As ações de combate começam a se intensificar a partir do 3° ciclo, que iniciou na quarta-feira, 21, com monitoramento remoto e presencial, e também com maior atuação nos incêndios em vegetação devido ao aumento da estiagem nos municípios de todo o Amapá.

Denuncie

Ao avistar um foco de queimada, a primeira ação do cidadão deve ser ligar para os telefones de emergência: 193, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e 190, Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes). Por esses canais, a população também pode denunciar incêndios criminosos nas vegetações e matas.

EDP abre inscrições para Chamada de Projetos Incentivados

Empresa deve destinar cerca de R$ 10 milhões para iniciativas voltadas à cultura, ao esporte e à saúde, às crianças, adolescentes e idosos, em oito estados brasileiros

São Paulo, 21 de agosto de 2024 – A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, está com inscrições abertas para a Chamada de Projetos Incentivados: Sim para Cuidar do Futuro. A previsão é de que a companhia destine cerca de R$ 10 milhões para iniciativas culturais, esportivas e de saúde por meio das Leis Federais de Incentivo à Cultura e ao Esporte, da Lei do Idoso, do Fundo da Criança e do Adolescente, e dos Programas Nacionais de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas). As inscrições vão até 23 de setembro pelo site https://prosas.com.br/editais/14835-sim-para-cuidar-do-futuro-chamada-edp-de-projetos-incentivados.

Podem se candidatar projetos de oito estados (Amapá, Espírito Santo, Goiás, Paraíba, Piauí, Rio Grande de Norte, São Paulo e Tocantins), que contribuam para melhorar as condições de vida e o desenvolvimento socioeconômico das comunidades nessas regiões, oferecendo capacitação e formação para a geração de trabalho, emprego e renda; que promovam o empoderamento cultural, o acesso ao esporte, a proteção da biodiversidade, a conscientização sobre as mudanças climáticas e a economia circular ou que contribuam para uma transição energética justa. O resultado da seleção será divulgado dia 4 de dezembro.

“A Chamada de Projetos reafirma o compromisso da EDP em oferecer experiências e oportunidades para as comunidades nas regiões em que atuamos. São iniciativas sociais, culturais e esportivas, além de ações voltadas para a saúde e bem-estar, que refletem o nosso objetivo em contribuir para uma sociedade melhor, mais justa e inclusiva”, afirma Dominic Schmal, diretor de ESG da EDP na América do Sul.

A Chamada de Projetos Sociais complementa outras iniciativas da EDP, como o edital Energia Solidária, por exemplo, e está alinhada ao Y.E.S. – You Empower Society, programa global da companhia para desenvolver e apoiar projetos de responsabilidade social para uma transição energética justa.
Quais projetos podem ser inscritos:
• Esporte – Projetos que utilizem o esporte como ferramenta educacional e inclusiva, beneficiando crianças e jovens e democratizando o acesso ao esporte para o exercício pleno da cidadania, preferencialmente, com foco na modalidade surf.

• Cultura – Os projetos devem ter como temas prioritários economia criativa, arte e cultura na educação, sustentabilidade e energia. O corpo docente também é parte fundamental de um ensino de qualidade, por isso, os projetos culturais devem incluir capacitações de educadores, gestores e organizações sociais que atuam no setor cultural. Também serão consideradas ações educacionais e inclusivas voltadas para crianças e adolescentes em projetos sociais.

Projetos de Fomento à Economia Criativa podem ser inscritos na Chamada, desde que promovam atividades, formações e capacitações, além de estimular o turismo e gerar emprego e renda. Iniciativas de Diversidade cultural devem valorizar a cultura local e periférica.

• Crianças e Adolescentes – O foco deverá ser em educação ambiental, digital e financeira, com o objetivo de complementar e apoiar a educação em temas como sustentabilidade, energia elétrica, meio ambiente e empreendedorismo.

• Idosos – Os projetos de atenção ao idoso precisam priorizar a saúde e o acolhimento, além de proporcionar acesso à cultura, arte e esporte. As iniciativas também devem buscar qualidade de vida e bem-estar, formação e capacitação e promoção de experiências digitais.

• Saúde – Que atuem na prevenção e combate ao câncer ou que promovam ações de saúde para pessoas com deficiência.

Serviço:

Mais informações, regulamento completo e inscrições: https://prosas.com.br/editais/14835-sim-para-cuidar-do-futuro-chamada-edp-de-projetos-incentivados ou https://bit.ly/3Mlvazj
Inscrições: 21 de agosto a 23 de setembro
Divulgação do resultado: 4 de dezembro

No Dia Nacional da Habitação, governador Clécio Luís celebra entrega de mais de 2 mil moradias no Amapá


Nesta quarta-feira, 21, Dia Nacional da Habitação, o governador Clécio Luís celebra o avanço e a ampliação da política habitacional no Amapá, um dos compromissos pré-estabelecidos no Plano de Governo da gestão para garantir dignidade e bem-estar social da população. Em 1 ano e 8 meses, já são mais de 2 mil moradias entregues, entre casas e apartamentos.

“O Amapá finalmente pode celebrar a vigência de uma política habitacional sólida e eficaz, direcionada àqueles que antes não tinham condições de adquirir a casa própria. Nós estamos criando oportunidades de uma vida melhor para mais de 2 mil famílias, trabalhando incansavelmente para garantir dignidade para aqueles que precisam”, destacou o governador Clécio Luís.

Foto: Nayana Magalhães/GEA

Em maio deste ano, o governador entregou o Residencial Vila dos Oliveiras, proporcionando dignidade para 512 famílias, e em 2023, com a conclusão das etapas 3 e 4 do Conjunto Miracema, cerca de mil pessoas foram beneficiadas. Quando prefeito, Clécio Luís foi o gestor que mais entregou moradias populares, com os habitacionais São José, Mestre Oscar Santos e Jardim Açucena, todas em Macapá.

A autônoma Wiara Gama comemorou a oportunidade de entrar, pela primeira vez, na casa própria no Miracema.

“Quero agradecer a Deus e ao governador por esse momento, a gente estava morando em condições precárias, em áreas que não eram nossas porque a gente não tinha para onde ir. Agora, minha família tem um teto”, celebrou Wiara.

Governador Clécio Luís e a moradora Wiana GamaGovernador Clécio Luís e a moradora Wiana GamaFoto: Netto Lacerda/Arquivo GEA

Maria Silva, de 65 anos, saiu do aluguel e agora mora com a filha no Miracema. Como recebe o benefício da aposentadoria, Maria será isenta do pagamento do imóvel.

“Eu sou muito grata ao Governo do Estado por esse residencial que dá a chance de muita gente realizar o sonho de ter um teto. A minha casa é do jeitinho que eu sonhava. Estou muito feliz!”, agradeceu a aposentada.

Dignidade à população

Além das entregas das moradias, o Governo do Amapá acompanha de perto as famílias que vivem nos habitacionais, garantindo que elas tenham acesso contínuo a serviços essenciais. Durante todo o ano, são promovidas ações de inclusão social que incluem desde atividades de cidadania, lazer e cultura, até programas de educação, capacitação profissional e cuidados com a saúde.

Para promover a participação e a inserção social das famílias nas demais políticas públicas do Estado, os grupos do Plantão Social da Secretaria de Estado da Habitação, compostos por técnicos e assistentes sociais, oferecem à população um canal de diálogo mais próximo e menos burocrático, aptos a solucionar as questões propostas de forma rápida e satisfatória.

Política habitacional do Governo do Amapá devolve dignidade para a populaçãoPolítica habitacional do Governo do Amapá devolve dignidade para a população

Amapá registra queda de 3,4% na taxa de desemprego no 2º trimestre de 2024


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) divulgou os dados da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílio (PNAD) Contínua Trimestral, que apontam uma queda de 3,4% na taxa de desemprego no Amapá. A variação saiu de 12,4%, no 2º trimestre de 2023, para 9,0% em 2024, um resultado direto das políticas públicas de incentivo das atividades econômicas implementadas pelo Governo do Estado.

Os dados também apontam que os índices de desocupação do país, no 2º trimestre de 2024, foram de 6,9%, um resultado ainda menor que o registrado no 1º trimestre, com 7,9%, e o menor nível para o período desde 2014. Ao todo, a taxa de desempregados caiu em 15 das 27 unidades da federação, e o Amapá segue em ritmo positivo, o que evidência ascensão do mercado de trabalho.

“Esse resultado é o reflexo das estratégias do Governo do Estado para estimular a economia a partir de políticas públicas, como a abertura comercial para o agronegócio, o manejo florestal sustentável e o Selo Amapá, que promove a valorização de produtos locais. Tudo isso são ações que fortalecem cada vez mais a nossa economia, e com a chegada da 53º Expofeira, estamos mais uma vez oportunizando os amapaenses com essa grande feira de negócios, que garante a diversidade comercial por meio de vários setores e oportunidades”, enfatizou o vice-governador do Amapá, Teles Júnior.

O índice de 6,9% do país reflete o menor número de desempregos para o intervalo de abril a junho já alcançado em uma década, seguindo os mesmos dados registrados em 2014.

PNAD

A PNAD Contínua é a principal ferramenta de pesquisa que monitora a força de trabalho no país. A cada trimestre, dois mil entrevistadores integrados nas mais de 500 agências da rede de coleta do IBGE visitam 211 mil domicílios em 3,5 mil municípios das 27 unidades da federação.

MOBILIDADE URBANA: Proposta de Josiel é realidade de sucesso em mais de 90 cidades brasileiras

Lançado candidato a vereador pelo União Brasil, o presidente licenciado do Sebrae-AP, Josiel Alcolumbre, segue com a proposta de transporte público gratuito para a população como uma de suas principais bandeiras de sua campanha.

Desde a década de 1980, o sonho do transporte público gratuito para a população é uma pauta presente nos debates políticos e sociais. Antes, o nome era Passe Livre, palavra de ordem principalmente entre estudantes; hoje, é Tarifa Zero e é uma realidade em mais de 90 cidades brasileiras, sendo a maior delas Caucaia, cidade com mais de 400 mil habitantes.

Na virada da década de 1980 para 1990, a então prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PT), tentou implantar a Tarifa Zero na capital paulistana, mas foi impedida pela oposição. Seria a primeira cidade a ter transporte gratuito para a população, mas o feito ocorreu na cidade de Conchas, no interior de SP, em 1992. Hoje, o programa é uma realidade de sucesso.

Desde então, o número de cidades que adotaram a Tarifa Zero no transporte público vem aumentando, e o assunto é um dos temas centrais nestas eleições de 2024. Das mais de 90 cidades que oferecem transporte gratuito para a população, a que mais se destaca é Caucaia (CE), cidade com mais de 400 mil habitantes. No entanto, outros municípios, como Curitiba, capital do Paraná e a
cidade com o maior IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – do Brasil, já estão fazendo estudos para a implantação desse programa. Em Santa Catarina, a cidade de Balneário Camboriú adotou esse sistema desde 2023.

Jornais tradicionais como Estadão, Folha de São Paulo, O Estado de Minas, O Globo, e sites alternativos como Poder 360, Metrópoles, The Intercept, e Brasil de Fato já estão abordando esse tema como um dos principais destas eleições. Ou seja, de 1990 para cá, houve uma explosão do tema e quase 100 cidades brasileiras colocaram seus ônibus para rodarem gratuitamente para a população.

Em Caucaia, com a implantação do programa “Bora de Graça”, o impacto foi gigantesco não só no número de passageiros, mas na economia do município. A quantidade de passageiros saltou de 510 mil em 2021 para 2,3 milhões em 2024. O índice de quilômetros rodados também cresceu: passou de 385 mil km rodados, antes do projeto, para 560 mil km rodados agora. Como consequência do aumento do número de usuários, o comércio e o setor de serviços registraram um aumento de 25% no faturamento. A arrecadação do município também aumentou25%

https://www.intercept.com.br/2024/01/02/tarifa-zero-sera-tema-central-nas-eleicoes-municipais-de-2024/

https://www.intercept.com.br/2024/01/02/tarifa-zero-sera-tema-central-nas-eleicoes-municipais-de-2024/

 

Governador Clécio Luís anuncia ‘Parque da Residência’ para promover turismo e cultura em Macapá

Lançada nesta quarta-feira, 14, a obra prevê a preservação da Residência Oficial do Governo do Amapá e a implantação de novos espaços, com modernização do patrimônio.


Nesta quarta-feira, 14, o governador Clécio Luís anunciou o início das obras de requalificação completa da antiga casa que serviu, durante anos, como Residência Oficial do Governo do Amapá, no Centro de Macapá. O ‘Parque da Residência’ é uma iniciativa prevista no Plano de Governo da gestão para promover a preservação e a modernização do patrimônio público.

O local será transformado em um dos principais pontos turísticos da capital, como já ocorre em outros estados. A reestruturação é uma forma de preservar a história do imóvel e implantar estruturas mais modernas, com espaços para turismo e cultura. As obras serão realizadas em uma única etapa, sob coordenação da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), com execução estimada para um ano.

“Além do prédio principal da residência, que vai ser todo preservado e restaurado, nós vamos ter outros ambientes que possam atrair pessoas e turistas, que possam contar um pouco a história do Amapá. Queremos criar um ambiente de memórias e trazer outros elementos para que as pessoas tenham o prazer de vir visitar. Será uma “residência parque”, que eu tenho certeza que vai ser o lugar mais bonito de Macapá. É um resgate da história, mas também uma projeção do futuro”, destacou o governador Clécio Luís.

O espaço, que estava fechado há aproximadamente 10 anos, vai se transformar em uma área democrática com vários ambientes de contemplação, restaurantes, galerias, cafeteiras, playground para crianças e muitas oportunidades para empreendedores.

“Essa é uma proposta que está no Plano de Governo que surgiu a partir de diálogo com a comunidade e agora, depois de um ano e meio de gestão, de um intenso trabalho para a elaboração do projeto e captação dos recursos, a gente consegue lançar. Essa obra vai transformar essa antiga residência oficial em uma área de grande estrutura de desenvolvimento da economia criativa”, enfatizou o secretário de Estado da Infraestrutura, David Covre.

Desenvolvimento turístico

A obra de reconstrução e requalificação da Residência Oficial do Governo do Amapá, que faz parte da orla do rio Amazonas, em Macapá, integra o planejamento de desenvolvimento turístico aliado ao empreendedorismo, iniciado pela gestão em 2023, com entregas como o novo Trapiche do Santa Inês e do Deck do Curiaú.

Senado aprova renegociação de dívidas dos estados com a União, relatado por Alcolumbre

Com 70 votos a favor e 2 contrários, o Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (14) o projeto de lei complementar que cria um novo programa federal para que estados e Distrito Federal possam renegociar dívidas com a União e pagar os débitos em até 30 anos e com juros menores. Agora a proposta (PLP 121/2024) segue para análise e votação da Câmara dos Deputados. As dívidas estaduais somam atualmente mais de R$ 765 bilhões — a maior parte, cerca de 90%, diz respeito a quatro estados: Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

O Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) foi criado dentro de um espírito de cooperação, considerando a situação preocupante quanto ao nível de endividamento de vários estados. O Propag cria condições que viabilizam a recuperação fiscal dos entes fortemente endividados, ao mesmo tempo em que permite o incremento de investimentos em áreas sensíveis, como educação, segurança pública e infraestrutura.

Além disso, com a criação do fundo de equalização criado com o Propag, que será distribuído entre todas as unidades federativas seguindo os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE), que levará em conta as desigualdades regionais e os Estados mais pobres.

De autoria do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, o PLP 121/2024 foi aprovado na forma do substitutivo apresentado pelo relator, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), atual presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Davi promoveu algumas mudanças no texto original e acatou, total ou parcialmente, mais da metade das 78 emendas apresentadas por senadores. Ele já havia recebido, no dia anterior, os apelos da União e dos estados para ajustes no texto.

— A essência da proposta apresentada é dar um caminho de saída para uma dívida quase que impagável (…) A proposta é um esforço na construção de um instrumento que dê aos estados o espaço para produzir as políticas públicas de impacto diretamente para a população, criar o equilíbrio federativo, confiança entre a União e os estados e formas de manter uma saúde fiscal e atingir o objetivo de sustentabilidade ao longo prazo — afirmou Davi.

Propag
De acordo com o texto aprovado pelos senadores, será criado o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) para promover a revisão dos termos das dívidas dos estados e do Distrito Federal com a União.
A proposta autoriza desconto nos juros, dá prazo de 30 anos para pagamento (360 parcelas), abre a possibilidade de os estados transferirem ativos para a União como parte do pagamento e cria exigências de investimento em educação, formação profissional, saneamento, habitação, enfrentamento das mudanças climáticas, transporte e segurança pública como contrapartida.  Pacheco afirma que o objetivo do Propag é apoiar a recuperação fiscal dos estados e do DF, além de criar condições estruturais de incremento de produtividade, enfrentamento das mudanças climáticas e melhoria da infraestrutura, da segurança pública e da educação.

Foi retirado do projeto pelo relator o prazo de adesão ao Propag até o final de 2024. O texto aprovado determina prazo de adesão de 120 dias a contar da publicação da futura lei. O ingresso no Propag será por pedido de adesão do estado que tiver dívidas com o Tesouro Nacional.

As atuais dívidas bilionárias de estados com a União vêm de décadas de empréstimos e renegociações. Os estados mais endividados, que estão no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) criado em 2017, também poderão renegociar dívidas junto a instituições financeiras públicas e privadas e a organismos internacionais multilaterais.

Prioridades
Quem entrar no Propag terá que garantir que o dinheiro economizado será investido, de maneira prioritária, em educação profissional técnica de nível médio, em infraestrutura para universalização do ensino infantil e da educação em tempo integral, em ações de infraestrutura de saneamento, de habitação, de adaptação às mudanças climáticas, de transportes ou de segurança pública. Os recursos não poderão ser aplicados em despesas correntes ou para pagamento de pessoal.

Entrada
Como entrada da renegociação, os estados poderão quitar de imediato parte das atuais dívidas transferindo para o poder da União bens móveis ou imóveis, participações societárias em empresas, créditos com o setor privado, créditos inscritos na Dívida Ativa da Fazenda Estadual, dentre outros ativos.

Parcelas
Serão 360 parcelas mensais calculadas de acordo com a Tabela Price e corrigidas mensalmente. O estado poderá fazer amortizações extraordinárias da dívida. Haverá redução dos valores das parcelas ao longo dos primeiros cinco anos.

Durante a vigência do contrato, será proibida a contratação de novas operações de crédito pelo estado para o pagamento das parcelas da dívida refinanciada, sob pena de desligamento do Propag.  Também poderá ser desligado do Propag o estado que atrase o pagamento das parcelas por três meses consecutivos, ou por seis meses não consecutivos no prazo de 36 meses.

Taxa de juros
Será mantida a taxa de juros atualmente cobrada pela União, correspondente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acrescido de 4% ao ano. Mas haverá descontos de acordo com o montante da dívida que será quitado na entrada e outras regras fiscais e financeiras específicas. Com isso, estados poderão alcançar taxas de juros de IPCA mais 0%, 1% ou 2%.

— O pagamento do principal com o IPCA mais 4% de juros, principalmente para os estados que estão no regime de recuperação fiscal, é uma conta em que ninguém consegue ver efetivamente o resultado desse pagamento, porque o valor principal e o juro vão para uma conta única do Tesouro da União Federal, e praticamente não se consegue constatar o retorno disso para esses próprios estados que contraíram essas dívidas com o aval da União — disse o relator.

O senador Davi também parabenizou o presidente do Senado. — Parabenizo publicamente o presidente da nossa Casa, Rodrigo Pacheco, pela coragem de propor esse projeto, em um debate histórico para o Brasil. Agradeço aos colegas senadores que se uniram no desafio de encontrar uma solução que propiciasse o pagamento das dívidas sem dilapidar os ativos da União e, ao mesmo tempo, garantindo o pagamento das dívidas com responsabilidade e sustentabilidade fiscal por parte dos Estados — avaliou Davi.

Fundo
O Fundo de Equalização Federal receberá parte dos recursos economizados com o desconto de juros da renegociação para investimentos em todos os estados e no DF. Outra parte do dinheiro poderá ser integralmente aplicado em investimentos no próprio estado, ao invés de ser pago como juros da dívida à União. No mínimo, 60% deverão ser investidos na educação profissional e técnica.

Ou seja, parte dos recursos que seriam pagos como juros à União serão aplicados diretamente no próprio estado e outra parte será revertida ao Fundo de Equalização para investimentos em todos os estados da Federação.

Davi acatou emenda do senador Marcelo Castro (MDB-PI) para que 80% dos recursos do fundo sejam repartidos de acordo com os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e 20% “pela relação da dívida consolidada com a receita corrente líquida” do ente.

— Por que nós criamos esse fator? É porque tem alguns estados que têm um FPE muito baixo; por exemplo, o Distrito Federal tem 0,67%. Seria prejudicado, teoricamente, ou melhor, não seria beneficiado. Mato Grosso tem 1,8%. Quando a gente faz essa relação, você aumenta a participação de estados como Espírito Santo, que tem um FPE baixo, Distrito Federal, Mato Grosso, Tocantins — explicou Marcelo Castro.
O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) calculou em R$ 42 bilhões anuais o montante anual de que a União abrirá mão em benefício do Fundo de Equalização, o que impactará o equilíbrio fiscal do governo federal.

— Os estados resolvem todas as suas dívidas. Os estados que não têm dívida passam a ter um fundo que vai distribuir dinheiro para eles. Todo mundo sai ganhando. Será que ninguém perde? Não tem perdedor? Se não tiver perdedor, é um milagre. Em economia, não existem milagres — analisou Oriovisto.

Recuperação fiscal
O texto aprovado prevê exigências de equilíbrio fiscal aos entes que aderirem ao Propag. Eles terão 12 meses para instituir regras que limitem o crescimento de suas despesas primárias.

Fonte: Agência Senado

Pré-COP30: Governo do Estado debate desenvolvimento sustentável no 1° Workshop de Apoio à Sociobioeconomia

Ação segue nesta quarta-feira, 14, e integra eventos que antecedem a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.


O Governo do Amapá iniciou nesta terça-feira, 13, no auditório do no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AP), a elaboração do Plano Estadual de Apoio à Sociobioeconomia. A ação busca debater o potencial e as oportunidades de desenvolvimento do estado, aliando a geração de emprego e renda com o uso racional dos recursos naturais.

Durante o evento, o governador do Amapá, Clécio Luís, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e o Sebrae-AP assinaram um memorando para formalizar o apoio da instituição ao processo, que deve ser apresentado durante a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que em 2025 acontece em Belém (PA).

“Durante a COP-30, a COP da Amazônia, não seremos meros participantes. O Amapá é referência para o desenvolvimento econômico sustentável, um exemplo de sustentabilidade, e podemos mostrar que sim, é possível realizar práticas ambientais responsáveis e inovadoras”, destacou o governador Clécio Luís.

O projeto conta com a participação de 10 órgãos estaduais e o apoio da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas, da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional e do Centro Internacional de Agricultura Tropical.

“Com a construção do Plano Estadual de Apoio à Sociobioeconomia, estamos apontando os rumos que queremos e evidenciando nossas riquezas. Até a COP30, queremos equilibrar nosso ecossistema e elevar nossos indicadores ambientais, sociais e econômicos”, ressaltou a secretária de Estado do Meio Ambiente, Taísa Mendonça.

O diretor-presidente da Agência Amapá e presidente em exercício do Conselho Deliberativo do Sebrae-AP, Jurandil Juarez, frisou as constantes transições que permeiam a economia.

“Temos um desafio muito grande e um compromisso com as pessoas e o meio ambiente. É uma responsabilidade trabalhar com políticas públicas eficientes para a sustentabilidade, mas o Sebrae faz muito bem isso e agora com apoio do Governo do Estado”, finalizou Juarez.

Durante o evento, também ocorreram palestras, discussões e debates sobre diversas cadeias produtivas, como açaí, madeira, pescado, castanha do Brasil, cacau e também outras frutas. As atividades seguem nesta quarta-feira, 14, no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial.

Confira a programação do segundo dia do 1° Workshop de Apoio à Sociobioeconomia:

  • Quarta-feira,14
  • 8h30 – Palestra “Natureza, papel e composição da Rede Institucional”, com Elimar Nascimento e Sergio Moreira;
  • 9h – Estudo de caso: Amazonbai e Sementes do Araguari;
  • 9h30 – Estudo de caso: Selo Verde;
  • 10h – Palestra “O papel e o desafio das certificações para acessar mercado de qualidade”;
  • 10h20 – Intervalo
  • 10h35 – Debate geral;
  • 11h – Próximos passos;
  • 11h30 – Encerramento.

Pré-COP30: Governo do Estado inicia construção do Plano de Apoio à Bioeconomia com debate sobre potencialidades do Amapá

Evento acontece nesta terça-feira, 13, e quarta-feira, 14, com a participação de especialistas para discutir o crescimento econômico aliado ao uso racional de recursos naturais.


O Governo do Estado promove nesta terça-feira, 13, no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AP), a abertura do 1° Workshop que inicia a construção do Plano Estadual de Apoio à Sociobioeconomia. O evento reúne especialistas para debater as oportunidades de desenvolvimento nas zonas rurais e urbanas, com crescimento econômico sustentável e uso racional dos recursos naturais.

Na ocasião, também será assinado um memorando entre o Sebrae-AP e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) para formalizar o apoio da instituição ao processo, que deve ser apresentado durante a COP30, em novembro de 2025, no Pará.

A ação é uma iniciativa do Plano de Governo da gestão e segue o decreto instituído pelo governador Clécio Luís em junho deste ano. Na próxima quarta-feira, 14, as atividades serão encerradas no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

Palestrante do evento, Sérgio Moreira frisou os pilares essenciais para o desenvolvimento de uma bioeconomia, como a riqueza da biodiversidade e o meio ambiente preservado.

“Dentre tantos fatores abrangentes, o respeito aos povos tradicionais e a participação ativa deles durante o processo de criação é essencial. Ou seja, precisamos de um ambiente favorável e construído em articulação com a sociedade”, enfatizou Moreira.

O especialista ainda destacou políticas públicas de apoio à bioeconomia que incentivam o surgimento de empreendedores, como financiamento, crédito e capital; ambiente legal, legislação, regulação e simplificação; regularização fundiária, tributos e legislação tributária.

Também foi ressaltado regimes especiais, como a Zona Franca Verde e Área de Livre Comércio; tecnologia e inovação; pesquisa e desenvolvimento de novos produtos; capacitação empreendedora, associativista e cooperativista; infraestrutura, logística e estratégia, além de certificação para acesso a mercados.

“Esse momento é um marco histórico para o Amapá, o avanço no desenvolvimento sustentável gera crescimento econômico e, ao mesmo tempo, preserva as nossas riquezas naturais sem agredir o meio ambiente”, enfatizou a secretária de Estado do Meio Ambiente, Taísa Mendonça.

O projeto conta com a participação de 10 órgãos estaduais e o apoio da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas, da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional e do Centro Internacional de Agricultura Tropical.

Confira a programação do 1° Workshop de Apoio à Sociobioeconomia:

  • Terça-feira,13 – Manhã
  • 8h30 – Abertura do evento com o governador Clécio Luís e assinatura do Memorando de Entendimentos entre Governo do Amapá, Sema e Sebrae;
  • 9h10 – Palestra “Conceituação da Sociobioeconomia”, com Elimar Nascimento
  • 9h30 – Palestra “Mapa de Oportunidades de Investimentos Sustentáveis”, com Paulo Faveret e Carlos Espanha, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES);
  • 10h – Palestra “Desafio: Elaborar o Plano Estadual de Apoio à Sociobioeconomia do Amapá, Cenários e Road Map”, com Sergio Moreira;
  • 10h20 – Palestra “Cadeia Produtiva do Açaí”, com Claudia Chelala;
  • 10h35 – Palestra “Cadeia Produtiva da Madeira”, com Helder Esteves
  • 10h50 – Palestra “Cadeia Produtiva do Pescado”, com Claudia Chelala;
  • 11h05 – Palestra “Cadeia Produtiva da Castanha do Brasil”, com Helder Esteves;
  • 11h25 – Palestra “Óleo, Fármacos e Cosméticos: entraves e oportunidades”, com Irlon Maciel Ferreira e Terezinha de Jesus Santos;
  • 11h40 – Palestra “Cadeias produtivas de Mel e Turismo Sustentável”, com João Santos;
  • 11h55 – Palestra “Cadeia Produtiva do Cacau e das Frutas”, com Patrícia Pinheiro;
  • 12h05 – Encerramento.
  • Tarde
  • 14h15 – Orientações para Grupos de Trabalho (GT);
  • 14h30 – GT 1: Açaí e Pescado; GT 2: Madeira e Castanha do Brasil; GT 3: Cacau e frutas; GT 4: Mel e turismo; GT 5: Óleos, fármacos e cosméticos;
  • 15h30 – Intervalo
  • 15h45 – Apresentação dos resultados dos Grupos de Trabalho;
  • 16h45 – Palestra “Mineração e Agricultura: minerais, resíduos e rejeitos da mineração como oportunidade para o aumento da fertilidade no campo”, com Adriano Reis Luchetta;
  • 17h05 – Palestra “Explorando as Sinergias entre Bioeconomia e Recursos Minerais: Caminhos Sustentáveis para o Desenvolvimento do Amapá”, com Antonio Augusto Fidalgo Neto;
  • 17h20 – Encerramento.
  • Quarta-feira,14
  • 8h30 – Palestra “Natureza, papel e composição da Rede Institucional”, com Elimar Nascimento e Sergio Moreira;
  • 9h – Estudo de caso: Amazonbai e Sementes do Araguari;
  • 9h30 – Estudo de caso: Selo Verde;
  • 10h – Palestra “O papel e o desafio das certificações para acessar mercado de qualidade”;
  • 10h20 – Intervalo
  • 10h35 – Debate geral;
  • 11h – Próximos passos;
  • 11h30 – Encerramento.

Com incentivo do Governo do Estado, empresa exportará produto certificado com o Selo Amapá para os Estados Unidos


Certificada com o Selo Amapá, o início das exportações tem previsão para setembro, com expectativa de que o sucesso da iniciativa abra portas para outros empreendedores do Amapá


Incentivada pelo Governo do Estado com a certificação do Selo Amapá, a empresa Engenho Café de Açaí deu um grande passo rumo à internacionalização, com um acordo comercial para exportar 2,5 toneladas de seu produto para uma empresa dos Estados Unidos.

A negociação trabalhada por meses, iniciou com a participação na exposição Plant Based, em Nova Iorque, foi finalmente concretizada na sexta-feira, 9, para alavancar a economia amapaense com circulação de renda, geração de empregos e oportunidades de mercado.

Segundo a fundadora da empresa, Valda Gonçalves, a certificação do Selo Amapá foi quem abriu portas para que a empresa pudesse participar de importantes exposições fora do estado e também do Brasil. O início das exportações está previsto para setembro, com expectativa de que o sucesso da iniciativa abra portas para outros empreendedores da região.

“Nós estamos muito felizes por essa conquista que tem 100% a participação do Governo do Amapá com toda a acolhida que nos deram. Com o Selo Amapá fomos participando de todos os programas até sermos agraciados com a emenda parlamentar do senador Randolfe Rodrigues, que com a equipe do governo nos levou às exposições muito importantes como a dos Estados Unidos onde atraímos interesse de investidores e hoje, assinamos esse contrato” comemorou Valda.

A empresa nasceu na pandemia e nos anos seguintes foi se fortalecendo com capacitações do Sebrae e posteriormente, com participação em políticas públicas do Governo do Estado. Além da certificação do Selo Amapá, a Engenho Café de Açaí foi beneficiada pelo Centelha AP e o programa Minha Primeira Empresa que garantiu o financiamento para a compra de equipamentos e expansão do negócio.

“Estamos felizes com a exportação da Engenho Café, isso comprova a efetividade das nossas políticas públicas de fomento na economia local. Nós agradecemos por levarem ao restante do mundo o que nós estamos produzindo aqui com as raízes do Amapá, transformando as raízes da Amazônia em riqueza” destacou o diretor-presidente em exercício da Agência Amapá, Egídio Pacheco.

Selo Amapá

O certificado emitido pelo Governo do Estado assegura o uso de matéria-prima amapaense e garante que a produção respeita o controle de qualidade e as leis ambientais e trabalhistas. Mais de 215 empresas já fabricam itens certificados com o Selo Amapá, com produtos como farinha e goma de tapioca, chips de macaxeira, mel, sorvete, picolé, polpas de açaí, pimenta e temperos para carne.

Se é do Amapá, é muito bom!

Lançada em maio, a campanha “Se é do Amapá, é muito bom” incentiva a comercialização de produtos feitos com matéria-prima local. Em julho, com menos de dois meses, a iniciativa garantiu um aumento de 40% das vendas nos estabelecimentos comerciais participantes. A ação está disponibilizando mais de 1 milhão de cupons para o sorteio de 300 vales-compras, cada um no valor de R$ 1 mil.

Governos do Estado e Federal lançam as obras de restauro da Fortaleza de São José de Macapá

Serão feitas recuperações das estruturas e adaptação de espaços administrativos, expositivos, gastronômicos, de convivência e paisagístico.


Na terça-feira, 6, o Governo do Amapá lançou as obras de restauro da Fortaleza de São José de Macapá, para conservar, revitalizar e requalificar a maior fortificação do Brasil. As intervenções serão feitas ao longo de 2 anos, em parceria com o Governo Federal, para que o espaço possua uma nova destinação social adequada ao turismo.

A primeira etapa contempla os trabalhos de recuperação das estruturas e a adaptação dos espaços administrativos, expositivos, gastronômicos, de convivência e paisagístico. Toda a readequação foi definida com base na consulta pública, realizada em 2023, sobre o uso dos espaços físicos para a criação de galeria de artes, restaurantes, salas de exposições e espaço para shows.

“A Fortaleza de São José de Macapá já é patrimônio histórico nacional e elevada à categoria de museu. Sendo todo restaurado, terá a categoria que merece de Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco. É o que desejamos e o que nosso Amapá merece”, declarou a chefe de Unidade de Conservação e Preservação da Fortaleza, a turismóloga Analene Nogueira.

O governador do Amapá, Clécio Luís, pontuou que o dia é marcante, já que o forte é o maior do Brasil e um dos maiores da América Latina e com a readequação fortalecerá a economia, a cultura, o empreendedorismo, a história e, sobretudo, o turismo no estado.

“Não é apenas uma obra, é uma requalificação de uma estrutura que é a mais importante do nosso estado, símbolo múltiplo de todas as vozes do Amapá. Precisamos que esse espaço seja ocupado diariamente pela população. Estou muito feliz pelo dia hoje, também, porque já fui diretor da Fortaleza e vivenciei cada espaço por um ano e meio”, ressaltou o governador.

Serviços de urgência nas partes elétricas e hidráulicas também serão realizados, para evitar o avanço dos processos degradativos da edificação histórica e não prejudicar o avanço das restaurações. A ação integra o Plano de Governo da gestão de valorização dos espaços históricos e culturais.

A obra, orçada em R$ 44 milhões, foi aprovada na Lei Rouanet do Ministério da Cultura e recebeu o aporte inicial de R$ 27 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com uma contrapartida de R$ 5 milhões do Tesouro Estadual.

O superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Amapá, Michel Flores, reforçou que todos os trabalhos estão alinhados com os critérios de preservação do instituto e levam em consideração a opinião da população, com base na consulta pública.

“Queríamos saber o que a população esperava e o desejo era contar a história não só da Fortaleza de São José, mas de todo o Amapá. O processo de escuta pública foi uma das exigências do Iphan para prosseguimento das atividades”, afirmou Flores.

O presidente da Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes (APPA) – Cultura & Patrimônio, Xavier Vieira, explicou que o plano de trabalho contempla não só a conservação, restauração, revitalização e preservação, mas também a modernização, adaptação para promover a acessibilidade e espaços para atendimentos de emergência, evacuação, combate a incêndio e pânico.

“Nossa expectativa nesse primeiro momento é cuidar das coberturas e da infraestrutura elétrica para que a obra maior possa ocorrer, bem como da limpeza de toda a parte de alvenaria e o que o Bem possa ser entregue em 2026, totalmente restaurado e requalificado com a finalidade de uso diversificado, além de ser um indutor de turismo, economia e geração de empregos e renda para o amapaense”, finalizou Vieira.

Fortaleza de São José de Macapá

Inaugurada no dia 19 de março de 1782, a Fortaleza de São José ocupa uma área extensa de quase 30 mil metros quadrados, sendo um dos mais antigos pontos turísticos da capital amapaense. A fortificação foi tombada pelo Instituto de Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) em 22 de março de 1950, em um ato de reconhecimento a sua importância histórica e arquitetônica.

Em 2007, o local se tornou um museu. Nos dias atuais, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) é o órgão público responsável pelo monumento.

 

Reunião de comunicadores promove discussões e debates sobre atuação dos profissionais de comunicação na área de fronteira, em Oiapoque




Oiapoque sediou a 1ª Reunião Ampliada de Comunicadores do Norte do Amapá e Guiana Francesa, organizada pela Rádio Difusora de Macapá. O evento, aconteceu no Fórum do município, e teve como objetivo fortalecer e aprimorar a comunicação na região transfronteiriça, reunindo jornalistas e comunicadores dos dois países para discutir interesses comuns e debater questões relevantes para ambas as nações. O encontro contou com apoio do governo do Estado e Sebrae Amapá.

Além de proporcionar um espaço para a colaboração e troca de conhecimentos, a reunião incluiu palestras e oficinas conduzidas por professores, especialistas e guias turísticos de ambos os países. Ana Paula é social mídia e veio de Cayena para participar do encontro e buscar trocas de experiências com os colegas comunicadores.

“Eu vim me representar, que eu trabalho com humor e o dia a dia. Então eu tô filmando também hoje, o acontecimento de hoje, esse encontro. E também eu tô representando a Tukadong. A gente é um centro de coreografia, a gente trabalha com eventos de dança, a gente organiza dança durante o ano todo na Guiana Francesa, nas escolas, festival, temos dois festival no ano, e hip-hop, dança contemporânea, dança tradicional brasileira também e outros tipos de danças tradicionais que existem na Guiana. Eu gostaria de ter mais trocas com outros criadores de conteúdos brasileiros para que eles possam me ensinar o que eles sabem também, que eu possa aprender e que a gente possa fazer trocas e que a gente possa colaborar, trabalhar juntos”, afirma Ana Paula.

Outra comunicadora que estava presente era Kamilly Barbosa, social mídia que mora em Oiapoque. Ela ficou sabendo do evento e quis participar das tratativas e oficinas para aprimorar as suas habilidades profissionais.

“Eu quero muito aprender mais um pouco sobre a edição de vídeos, que é algo que eu ainda tenho um pouco de dificuldade, então eu estou com uma expectativa muito alta para eu melhorar mais um pouco nessa questão. Para me ajudar muito no meu trabalho, porque eu trabalho com isso, com questão de vídeo, é muito mais vídeo do que foto, então eu ainda tenho um pouquinho de dificuldade na questão de edição, então eu vim com essa expectativa de aprender mais um pouquinho e melhorar”, diz Kamilly.

Os temas abordados foram variados, abrangendo desde o papel da comunicação no fortalecimento da Universidade Federal da Fronteira até o turismo e a comunicação na fronteira, além da relação entre os povos indígenas e a mídia. O professor e consultor do Sebrae, Jacks Andrade também participou do evento com a palestra sobre Redes Sociais

A jornalista e diretora da Rádio Difusora Ana Girlene afirma que essa ideia surgiu da necessidade. De estreitar esses laços entre os comunicadores da área de fronteira.

“A ideia é nós colocarmos a comunicação como uma ferramenta fundamental para debater os temas que são tão caros a todos nós, o desenvolvimento econômico, o turismo, o ambiente, circulação de pessoas, aproveitamos o ensejo da primeira-feira binacional, temos o apoio total do Sebrae e do governo do Estado nessa reunião e daqui a gente pretende sair com um grupo de trabalho e o início de uma rede colaborativa entre os comunicadores para nós organizarmos um encontro ainda maior entre os comunicadores da fronteira e toda a região da Guiana”, afirma a diretora.

Outro ponto central do encontro foi a criação de um Grupo de Trabalho (GT) que ficará responsável pela organização do I Encontro de Comunicadores da Fronteira Amapá e Região das Guianas. Ana Girlene, diretora da Rádio Difusora, destacou ainda que a iniciativa surgiu das demandas dos próprios comunicadores que atuam na região de fronteira, com o intuito de fortalecer as relações binacionais e promover um evento ainda maior no futuro.

Ao fim, jornalistas e comunicadores prestigiaram a apresentação do grupo francês Doubout Collective integrado pelos artistas F2N, da cantora Flávia Judah e Dj Z-James.

A reunião foi realizada no último sábado, 03, e representou um passo significativo na construção de uma rede de comunicadores transfronteiriços.

Anita Flexa, jornalismo Difusora

Rádio Difusora promove 1ª reunião ampliada de Comunicadores do Norte do Amapá e Guiana Francesa, em Oiapoque

Encontro acontece no dia 03 de agosto em Oiapoque

Para aprimorar e fortalecer a comunicação do estado, a Rádio Difusora de Macapá, promoverá um evento significativo: a 1ª Reunião Ampliada de Comunicadores do Norte do Amapá e Guiana Francesa. O encontro será realizado no sábado, 3 de agosto, em Oiapoque. O evento conta com apoio do Sebrae Amapá e do Governo do Estado.

Durante o encontro, jornalistas e comunicadores dos dois países terão a oportunidade de discutir pautas de interesse mútuo, compartilhar informações e debater questões relevantes para ambas as regiões. O objetivo é criar um espaço para a colaboração e o intercâmbio de conhecimentos, promovendo uma cobertura jornalística mais abrangente e contextualizada sobre as questões transfronteiriças.

A reunião visa estimular a formação de um Grupo de Trabalho (GT) que será responsável pela organização do I Encontro de Comunicadores da Fronteira Amapá e Região das Guianas. Este evento inaugural servirá como um passo fundamental na construção de uma rede de comunicadores para a região transfronteiriça, fomentando o desenvolvimento profissional e acadêmico e aprofundando a compreensão da integração binacional.

A diretora da Rádio Difusora, Ana Girlene, diz que a primeira reunião de comunicadores do norte da Amapá e Guiana Francesa nasceu de demandas apresentadas pelos próprios comunicadores que atuam na região de fronteira e assim fortificar essa relação entre os comunicadores da região binacional.

“Então a ideia é que a partir desta reunião preparatória, que acontecerá no dia 3 de agosto em Iapoc, nós possamos estender para um evento ainda maior, que vai ser o primeiro encontro de comunicadores do Amapá e região das Guianas. Temas sensíveis como a questão ambiental, circulação de pessoas, a própria Comissão Mista Transfronterista e seus resultados. A implantação da Universidade da Fronteira e outros temas que dizem respeito, que nos afetam, de que modo os comunicadores podem melhorar essa relação e fortalecer esses laços, é o objetivo maior desse encontro”, afirma a diretora.

No encontro serão debatidos temas como o papel da comunicação no fortalecimento da
Universidade Federal da Fronteira e outros como: turismo e a comunicação; Como é fazer comunicação na Fronteira e Povos indígenas e a mídia: quais temas realmente interessam.

Com esta reunião, espera-se um fortalecimento das relações de comunicação entre o Amapá e a Guiana Francesa, promovendo uma cooperação mais eficaz e uma cobertura jornalística que beneficie ambas as regiões.

Anita Flexa, jornalismo Difusora

Abertura da Feira Binacional de Oiapoque marca um novo tempo entre Amapá e Guiana Francesa

A primeira noite da Feira Binacional de Oiapoque celebra um novo momento na cooperação no comércio e na cultura da fronteira entre o Brasil e a França, e aponta para novos rumos na economia

O presidente do Conselho do Sebrae em exercício, Jurandil Juarez; a superintendente do Sebrae, Alcilene Cavalcante; o diretor de administração e finanças do Sebrae, Marcell Harb; o governador do Amapá, Clécio Luis; o senador da República, Randolfe Rodrigues; a chefe da delegação francesa, Tiarrah Steenwinkel; e os parceiros, receberam empresários, empreendedores e centenas de visitantes, na abertura oficial da Feira Binacional de Oiapoque, que acontece na Rua Presidente Getúlio Vargas n° 711, Centro (Antigo Espaço Embratel), de 31 de julho a 3 de agosto, das 17h às 23h.

O presidente do Conselho o Sebrae e exercício, Jurandil Juarez, declarou que as duas comunidades do Rio Oiapoque, de um lado a Guiana Francesa e do Oiapoque do Amapá, refletem um trabalho que está sendo feito há muito tempo de aproximação que continuou fazendo a demonstração da capacidade que tem os dois lados de construir de fazer com que as economias se fortalecessem apesar das dificuldades.

“Esse evento cristaliza esse trabalho enorme e esforço que foi feito e inclusive das nossas comunidades tradicionais, dos nossos irmãos indígenas, de um lado e de outro que também participam dessa feira”, destacou o presidente Jurandil Juarez.

A superintendente do Sebrae, Alcilene Cavalcante, informa que a feira é uma realização do Sebrae e do Governo do Amapá, com o objetivo de fortalecer as conexões e ligações comerciais entre o Amapá e a Guiana Francesa, e que está com 45 expositores dos municípios de Oiapoque, Macapá, Tartarugalzinho, Calçoene e Guiana Francesa.

“A agroindústria, artesanato, gastronomia, lojas de eletro, material de construção, setor de madeira, são setores em exposição com comercialização de produtos e serviços; temos oficinas, rodadas de negócios, atrações culturais, oficinas com indígenas, inclusive um grande artista Yermollay de Oiapoque, da etinia Karipuna, um dos que vai ministrar oficina, é um artista premiado internacionalmente, é um artista em que na atual turnê do Djavan, é o autor do cenário. Está sendo uma feira muito representativa, de muitos negócios e de muitas conexões”, declarou a superintendente Alcilene Cavalcante.

GEA

O governador do Amapá, Clécio Luis Vieira, afirmou que em parceria total com o Sebrae, ano passado fizeram a Feira de Negócios, e esse ano incorporou no projeto e transformaram numa feira binacional, cuja tendência é transformar numa feira internacional.

“Temos aqui além do Brasil, temos a Guiana Francesa que hoje já faz parte com a gente, mas temos Suriname, a Guiana Inglesa, a Venezuela, enfim a ideia é integrar esse arco norte. Essa feira é muito importante, Oiapoque é um município que já tem uma trajetória empreendedora que faz muitos negócios binacionais no seu dia a dia. Essa feira celebra a cultura empreendedora do Oiapoque, do Amapá e da Guiana Francesa, e também, aponta para novos rumos na economia para mais desenvolvimento, mais geração de emprego e renda, através dessa cooperação no comércio e na economia, assegurou o governador Clécio Luis.

Congresso

O senador da República, Randolfe Rodrigues, um dos principais apoiadores da Feira Binacional de Oiapoque, lembrou que durante um triste período essa relação entre o Brasil e a França, do Amapá com a Guiana Francesa, foi ofendida, atacada e suspensa.

“Mas graças, primeiro a determinação do governo do presidente Lula, das relações bilaterais construídas historicamente com a França em especial com o presidente Emmanuel Macron, e também, a paixão que tem o meu caríssimo governador Clécio Luis, por essa relação e pelo significado da nossa fronteira comum; e como costumo dizer que é uma fronteira de 500 anos. A história dessa região por muito mais tempo foi sem fronteiras e nisso temos que nos inspirar na retomada das relações entre o Brasil e a França, e o Amapá e a Guiana Francesa, expresso nessa Feira Binacional a primeira de uma série que sempre apoiaremos”, evidencia o senador Randolfe.

Fecomércio

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amapá (Fecomércio Amapá), Ladislao Monte, reiterou que a iniciativa juntamente com o Sebrae em promover essa Feira Binacional, uma feira de grande importância para os dois países, para o Brasil em Oiapoque e para a Guiana Francesa, território francês e principalmente, por sermos vizinhos precisam ampliar o comércio bilateral.

“Tenho certeza que nesses dias de feira em Oiapoque, e que nas rodadas de negócios, devem sair daqui bons negócios tanto para Caiena, quanto para o Amapá”, finalizou o presidente Ladislao Monte.

 

Sebrae no Amapa/Unidade de Marketing e Comunicação

Amapá apresenta queda no índices de roubo e furto registrados no 1º semestre de 2024

Resultados apontam diminuição de 18,35% nos crimes de roubo, e 9,11% nas ocorrências de furto, comparados ao mesmo período em 2023.

O resultado das estratégias de enfrentamento à criminalidade e investimentos na segurança pública adotados pelo Governo do Amapá, apresenta dados significativos na redução dos crimes de roubo e furto registrados no estado. Nos seis primeiros meses de 2024, comparado ao mesmo período do ano passado, a diminuição foi de 18,35% nos roubos, e 9,11% nos furtos.

Em números, de janeiro a junho de 2023 foram 4.164 ocorrências de roubos contra 3.408 este ano. Já os furtos, caiu de 6.202 para 5.637, no mesmo período.

Operações e reforço no efetivo contribuíram com a redução da criminalidadeOperações e reforço no efetivo contribuíram com a redução da criminalidadeFoto: Divulgação/Polícia Civil

A queda nos índices de criminalidade começou ainda no primeiro ano da gestão. Enquanto em 2022 foram catalogadas 10.619 ocorrências de roubo, em 2023, com a implementação de políticas públicas e integração das forças de segurança, os dados diminuíram para 7.963 casos. O mesmo padrão aconteceu com os furtos, que passaram de 12.899 para 12.514 registros em 2023.

O secretário de Segurança Pública, José Neto, atribui o bom desempenho do trabalho policial às tratativas do Governo do Estado com o Governo Federal que, através das operações “Hórus”, “Paz” e, mais recentemente, a “Protetor”, reforçaram significativamente o efetivo de agentes públicos nos principais municípios do Amapá.

Ações integradas entre as forças de segurança do Amapá Ações integradas entre as forças de segurança do Amapá Foto: Divulgação/PM-APOutro destaque do gestor é para a chegada de 500 novos policiais militares para fortalecer a segurança da população amapaense nas ruas. O efetivo foi distribuído para todos os municípios.

“Conseguimos aumentar, de uma forma muito significativa, o policiamento ostensivo e preventivo com a Polícia Militar, com o trabalho investigativo da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio, que apura esses delitos, e com as recorrentes operações em nosso estado. A prática esportes, por exemplo, nas áreas de lazer comuns, abertas, como na orla da cidade, onde havia vários registros de assaltos, hoje é mais tranquila com o trabalho de prevenção e presença da PM”, explicou o gestor.

Crimes letais

O Amapá também apresentou dados significativos referentes aos registros de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI). Nos primeiros seis meses de 2024, foi registrada uma redução de 32%comparado com o mesmo período no ano passado. Foram 175 vítimas de crimes violentos em 2023, contra 119, neste ano.

Os parâmetros continuam seguindo os dados de redução apresentados em janeiro de 2024, quando foi registrada queda de 60%, comparado com janeiro de 2023.