Banco da Amazônia destaca aplicação de crédito recorde no Amapá durante Caravana Federativa do Governo Federal


Nesta quinta-feira (02), o Banco da Amazônia marcou presença na 9ª Caravana Federativa, sediada no Parque de Exposições da Fazendinha, na Zona Sul de Macapá – AP. Esta Caravana faz parte de importante política pública do governo federal, que está oportunizando a sociedade amapaense o acesso direto à 35 ministérios, além de diversas autarquias, empresas públicas e bancos federais.

“O Banco da Amazônia, como principal ator no crédito de fomento no Estado do Amapá, tem papel de destaque no evento, ratificando seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social da região amazônica, com respeito ao meio ambiente e a sociedade local”, comentou Luiz Lessa, presidente do Banco da Amazônia.

A Caravana Federativa, iniciativa do governo federal através da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, tem como propósito principal estreitar laços entre os entes federativos e apresentar os serviços disponibilizados pela União. Além disso, busca facilitar a troca de recursos, diálogos para a produção de projetos, soluções de problemas e desenvolvimento de parcerias para o progresso regional. Este evento também proporciona um contato direto com bancos, empresas públicas, ministérios e diversas outras entidades.

O evento em questão ocorre nos dias 2 e 3 de maio, tendo o Amapá como sede, e é parte de uma série de caravanas já realizadas em diversas cidades brasileiras como Salvador, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Palmas. A iniciativa visa promover uma maior aproximação entre o governo federal, os estados e municípios, facilitando a troca de informações e articulação de ações conjuntas para democratizar o acesso aos programas e serviços essenciais.

Durante a Caravana Federativa, foram destacados os números de aplicação de crédito pelo Banco da Amazônia no Amapá. No Plano Safra 2023/2024, o Banco destinou mais de R$ 26,2 milhões para o Programa Nacional da Agricultura Familiar (PRONAF) e R$ 19,5 milhões para microempresas e empresas de pequeno porte. O montante contratado e internalizado até abril de 2024 foi de R$ 108,2 milhões, representando um aumento significativo de 50,04% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Com relação às agências bancárias, o Banco da Amazônia conta com apenas duas unidades no estado, em comparação com outras instituições financeiras presentes na região. No entanto, apesar do número limitado de agências, o Banco da Amazônia destaca-se com uma participação expressiva no crédito de fomento, representando 78% da carteira total, sendo 87% em 2023.

Destaca-se ainda o crescimento no Plano Safra da Agricultura Familiar, que saltou de R$ 13,8 milhões em 2022/2023 para mais de R$ 26 milhões até abril de 2024, registrando um aumento de 81,73%. A participação no PRONAF atingiu 93,69% em 2023, evidenciando o compromisso do Banco da Amazônia com o desenvolvimento sustentável e inclusivo da região.

A participação no agronegócio também merece destaque, atingindo 51,25% em 2023, reforçando o papel fundamental do Banco da Amazônia no apoio ao setor produtivo e na promoção do crescimento econômico do Amapá.

A abertura do evento contou com a representação do presidente do Banco, Luiz Lessa, do gerente executivo de Estratégias de Negócios, Misael Moreno, do gerente executivo de Mini, Micro e Pequenos Negócios, Esmar Prado, do gerente geral da agência de Macapá, Alessandro Pereira, e da gerente geral da agência de Santana, Neuma Bastos.

A presença do Banco da Amazônia na 9ª Caravana Federativa reforça o compromisso da instituição em promover o desenvolvimento socioeconômico da região, através do incentivo ao crédito e apoio aos empreendedores locais.

Nova Ponte Sérgio Arruda ‘transformará mobilidade de Macapá’, diz Davi Alcolumbre

Em parceria com o deputado Vinícius Gurgel, parlamentares destinaram R$ 10 milhões para o projeto


Um dos principais articuladores por recursos para reconstrução da ponte Sérgio Arruda, na Zona Norte de Macapá, o senador Davi Alcolumbre (União-AP) disse que a inauguração da obra, prevista para a manhã desta sexta-feira (15), será primordial para melhorar a mobilidade urbana, desafogar o trânsito, dar qualidade de vida para a população local e, consequentemente, aprimorar o desenvolvimento da região. Líder da bancada federal, Alcolumbre destinou, em parceria com o deputado federal Vinícius Gurgel (PL-AP), R$ 10 milhões para a concretização do projeto, que prevê a requalificação da área do Canal do Jandiá e o alargamento da ponte e construção de quatro faixas de rolamento.

Com problemas estruturais e considerada primordial para facilitar o fluxo de trânsito na região, a ponte Sérgio Arruda contava com uma estrutura frágil e precária. Com a nova estrutura, serão três vias no sentido Centro/Zona Norte e uma via no sentido Zona Norte/Centro, com faixa exclusiva para transporte coletivo, uma ciclofaixa, calçadas com acessibilidade e sistema de drenagem urbana. “É uma obra importantíssima para Macapá e não podíamos deixar de alocar os recursos necessários para essa reconstrução, que melhorará o fluxo de veículos, a mobilidade urbana e levará benefícios e conforto para a população de Macapá”, afirmou o senador.

As obras foram conduzidas pela Prefeitura de Macapá. Desde novembro de 2023, o trânsito está interditado na região para construção da nova estrutura, o que alterou completamente o fluxo que interliga bairros da Zona Norte com o centro da capital. “Essa revitalização só foi possível porque acreditamos e trabalhamos pelo desenvolvimento dos municípios amapaenses. Onde há dedicação, boa vontade e muito trabalho, os projetos acontecem e melhoram a vida das pessoas.”, frisou Alcolumbre.

O deputado Vinícius Gurgel reconheceu o esforço do senador Davi para que a revitalização da Sérgio Arruda se tornasse realidade na capital amapaense. “Essa é uma grande obra, muito esperada, que vai melhorar a economia, a mobilidade em toda Zona Norte, interior também, e que teve o apoio e articulação fundamental do senador Davi, em Brasília”, ressaltou.

Novo Minha Casa Minha Vida: Amapá é contemplado com mais de 1,7 mil novas unidades habitacionais

Do total de moradias, 750 serão gerenciadas pelo Governo do Amapá

O Governo Federal anunciou a liberação de 1.746 moradias do novo programa Minha Casa Minha Vida para o Amapá. A iniciativa, que faz parte da política de habitação desenvolvida em parceria com governos estaduais e municipais, beneficiará diretamente famílias com renda de até 2 salários mínimos (R$ 2.640,00 em valores atuais).

De acordo com a secretária da Habitação do Amapá, Mônica Dias, a medida ajuda na diminuição do déficit habitacional no estado, que chega a aproximadamente 1/5 da população amapaense. Do total de moradias, 750 serão gerenciadas pelo Governo do Amapá.

“Nossos dados apontam um total de mais 130 mil amapaenses vivendo em condições precárias de habitação. O Novo Minha Casa Minha Vida traz muitos benefícios, e o anúncio para construção de novas unidades era muito aguardado. Das 1.746 novas moradias populares, 996 serão gerenciadas pelas prefeituras dos municípios de Santana, 496, e 500 de Macapá, as outras 750 unidades serão construídas na capital com gerenciamento do Governo do Estado”, explicou Mônica Dias.Ainda segundo a gestora, a portaria 1.482/23 do Ministério das Cidades, traz um pacote de benefícios para as novas habitações populares como, por exemplo, a construção de unidades próximas dos centros urbanos, em áreas com infraestrutura adequadas com pavimentação e sinalização; equipamentos sociais como unidades de saúde, assistência social, policiamento, escolas e creches, além de melhorias nas especificações dos imóveis, inclusão de varandas e de espaços como biblioteca, entre outros.

A medida foi anunciada pelo presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, e pelo ministro das Cidades, Jader Filho. Com a nova proposta serão liberadas a construção de 187,5 mil unidades habitacionais em todo o país.

Economia

O programa deve injetar também ganhos na economia amapaense com abertura de novos postos de trabalho. Com as novas mudanças no programa Minha Casa Minha Vida, o Governo Federal estima a contratação de 2 milhões de moradias no país e a abertura de 8 milhões de empregos no setor da construção civil.

No Amapá, quatro cidades com plantações atingidas por fungos entram em situação de emergência

Terras indígenas em Calçoene, Oiapoque, Pedra Branca do Amapari e Porto Grande enfrentam doenças no cultivo de mandioca, base da alimentação da população local

Brasília (DF) – Quatro cidades do Amapá obtiveram, nesta segunda-feira (7), o reconhecimento federal de situação de emergência em razão de doenças causadas por três fungos e uma bactéria em plantações de mandioca nas terras indígenas de Oiapoque. Integram a lista os municípios de Calçoene, Oiapoque, Pedra Branca do Amapari e Porto Grande.

A Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do Amapá (Diagro) e a Embrapa, em conjunto com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), detectaram nas plantações fungos dos gêneros fusarium e colletotrichume a bactéria fitoplasma. Eles causam uma série de problemas e impedem a produção de raízes com eficácia. O tubérculo não se desenvolve e, portanto, não há aproveitamento do que foi plantado.

A mandioca é a base da alimentação do povo da região de Oiapoque, que abriga 66 aldeias e uma população estimada em mais de 10 mil indígenas. Estudos identificaram que as pragas atingem todas as áreas de plantio e impactam quase toda a produção de farinha.

Com o reconhecimento federal, os municípios atingidos poderão solicitar recursos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, para atendimento à população indígena afetada pelo desastre. O repasse pode ser usado, por exemplo, na compra de cestas básicas e água, entre outros.

Também nesta segunda-feira, os municípios de Valente, na Bahia, e Acopiara, no Ceará, receberam o reconhecimento de situação de emergência devido à estiagem.

Como solicitar recursos federais para ações de defesa civil

A solicitação de recursos para ações de defesa civil deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Além de acoes de socorro e assistência às vítimas, os repasses também podem se destinados ao restabelecimento de serviços essenciais e à reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada.

Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a valor ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

https://www.gov.br/mdr/pt-br/noticias/no-amapa-quatro-cidades-com-plantacoes-atingidas-por-fungos-entram-em-situacao-de-emergencia