Pescaria na Praça Floriano Peixoto retorna à programação do Dia do Trabalhador em Macapá

No próximo domingo, 1º de abril, a Prefeitura de Macapá promoverá uma edição especial do Feirão do Povo, que vem para comemoração ao Dia do Trabalhador. A ação acontecerá na Praça Floriano Peixoto, no centro da cidade, e entre as atrações do evento está o retorno da pescaria nos lagos da praça, que se tornou uma tradição dessa celebração.

Para a pescaria no lago, a Prefeitura disponibilizará duas toneladas de peixes das espécies pirapitinga e tambaqui e de acordo com o secretário municipal de Agricultura, Raimundo Costa, a atividade exige regras. “Durante a pescaria não é possível usar a tarrafa ou qualquer outra rede destinada à pesca. Ela pode ser feita somente com a utilização de pescar”, diz.

Durante o evento, cerca de 40 empreendedores, entre agricultores e do segmento da economia criativa, estarão participando do evento. Eles vêm dos distritos do Maruanum e Santo Antônio da Pedreira, da Comunidade do Bonito e dos bairros Fazendinha e Coração.

O Feirão também contará com o suporte dos guarda-parques do Bioparque da Amazônia, que estão no local da pescaria prestando orientações sobre educação ambiental.

Tratamento
Para que o lago possa receber os peixes, a Prefeitura de Macapá submeteu os lagos a um tratamento sanitário, que foi feito com a utilização de carvão ativado e cal, que tem a função de baixar o nível bacteriológico da água. Além disso, também foi colocado substâncias para matar os coliformes fecais presentes no lago.

O tratamento do lago também incluiu a retirada de entulhos e resíduos sólidos que, eventualmente, possam estar depositados nos lagos da Praça.

“Estamos tomando todos os cuidados para garantir uma pescaria tranquila e segura aos participantes e desde o início da semana estamos trabalhando na limpeza dos lagos. Assim que eles estiverem aptos, vamos depositar os peixes”, destaca Raimundo Costa.

Sobre a Feira
O Feirão terá 6h de duração e a previsão de início está marcada para às 8h da manhã. Além da pescaria e da feira com empreendedores, o evento terá a venda de comidas típicas e artesanato e a comercialização de itens produzidos por afroempreendedoras locais.

A edição em comemoração ao Dia do Trabalhador também prevê a prática de atividades esportivas para idosos, que será feita na academia ao ar livre da praça e doação de 500 mudas de plantas cultivadas no Horto de Macapá. Durante todo evento o público também terá acesso a uma programação cultural, com apresentação de seis artistas que entre outros ritmos tocarão samba, Música Popular Amapaense (MPA) e sertanejo.

Secretaria Municipal de Comunicação Social/PMM

Macapá das nostálgicas festas de aniversário da Confraria Tucuju

Era um aniversário muito esperado, e invariavelmente chovia no dia 4 de fevereiro em Macapá, o que criava uma atmosfera inesquecível, poética e apropriada na capital do Amapá, que em tupi-guarani significa “lugar da chuva”. O cheiro de terra encharcada, folhas verdinhas, perfume doce das últimas mangas caídas na rua, nuvens acinzentando o céu e os pedidos para que São José trouxesse o sol pra festa ficar mais bonita. No centro velho de Macapá, a movimentação começava na madrugada, com a montagem do quilométrico bolo confeitado, feito por dezenas de padeiros e confeiteiros, os canhões e fogos preparados para a alvorada, e as ruas no entorno da Igreja Matriz fechadas e vigiadas, até os primeiros sinais do amanhecer do dia.

Assim começava a programação da Confraria Tucuju para festejar o aniversário de Macapá. Uma festa única, popular, para todos, sem diferença entre autoridades e povão, festa das crenças, da tradição, da história, do pioneirismo, da memória, do jovem, do idoso, da criançada, do famoso, do anônimo, do dono da concessionária, do ambulante, do padre, do pai de santo, do marabaixo, do brega, e tantos outras distinções que se uniam, diluindo o antagonismo em linhas paralelas no Largo dos Inocentes, ou Formigueiro, cenário protagonista dessa história iniciada há 264 anos.

Os boêmios que iniciavam as comemorações no dia anterior para ver o dia nascer eram os primeiros a chegar, com o rosto amanhecido, pele amarrotada pelos vincos das tantas gargalhadas e histórias contadas na madrugada, e já marcavam seu lugar na fila do bolo. Acordados pelos canhões e fogos da Fortaleza de São José, a cidade se arrumava para a missa na catedral antiga, chegavam com a roupa de domingo, cheiro de alfazema, alinhados, penteados, senhores e senhoras, o governador, o prefeito, as damas, as marabaixeiras, a professora, o jornalista, a dona de casa, o agricultor, o juiz, e sentavam entre cumprimentos e acenos, quem tinha alguma mágoa ou inimizade, já esquecia, porque naquele dia estava selada a paz, e nada mais importava que não ser celebrar o aniversário de Macapá.

Na hora dos parabéns, após a missa, as roupas ainda estavam alinhadas, colarinho engomado, saia esticada, maquiagem e cabelo intactos, algumas sombrinhas para proteger do sol ou da chuva, e a fila já se enrolava pela praça Veiga Cabral pelo Cruzeiro, com pessoas de panela e vasilhas plástica nas mãos, se preparando para o grande momento. A organização inicial dava lugar ao momento que todos sabiam que aconteceria, que era a confusão por causa do bolo, e no final, as roupas engomadas acabavam manchadas de confeito, e o glacê que desenhavam os pontos turísticos de Macapá se desmanchavam nas vasilhas, bocas e camisas, por baixo de críticas, gargalhadas e ironias, e a cena de cinema grotesco ganhava pinceladas de humor pastelão, marcando mais um aniversário de Macapá.

A cena da distribuição do bolo era rapidamente substituída por saias, tambores, flores e chapéu na cabeça, hora do Encontro das Bandeiras dos marabaixos da Favela e Laguinho, quando geralmente a chuva já havia encerrado sua participação especial, e marcava o reencontro das famílias negras que nos anos 40 saíram do centro da cidade para povoar os que hoje são estes bairros tradicionais. No dia 4 de fevereiro era o encontro destas famílias, muitas ligadas por laços de sangue, resgatando da memória as rodas de marabaixo que Mestre Pavão gostava de contar, próximo da Igreja Matriz, quando ainda se jogava a “carioca’, e a molecada fazia a festa junto com os mais antigos, e comiam as “rosquilhas” como lanche especial.

Enquanto as rodas de marabaixo aconteciam, outra roda se formava na Biblioteca Elcy Lacerda, desta vez, para a parte cívica da festa, com os hinos tocados pelas bandas de música, e as autoridades ganhavam um tempinho para dar seu recado, com certa urgência, porque atrás da igreja as famílias de pioneiros já se organizavam embaixo das barracas, formando um grande aglomerado de história, vivência, amizades iniciadas gerações atrás, piadas, muitos risos, fotos, memória, em um só espaço, um eco de felicidade repercutia nos grupos animados, alguns já com cerveja nas mãos, outros com caldo de cana para amenizar a ressaca da noite anterior, as equipes de jornalismo a postos para a cobertura e entrevistas. Pessoal da música, da igreja, aposentados, artistas, políticos, bêbados, senhorinhas, punks, roqueiros, bregueiros, universitários, a artesã que vende camisa, a que faz um vatapá delicioso, o senhorzinho do caldo, o imigrante, o turista, o hippie, o desabrigado, o poeta declamando sua homenagem à Macapá, o fotógrafo fazendo os registros da festa, o guarda municipal que batuca o pé no ritmo da festa, o sambista, a passista, todos imponentes, já se organizando para pegar um bom lugar, de preferência ao lado de um ambulante, para esperar os shows que exaltavam a música regional, sem distinção de estilo, porque era o dia de festejar Macapá.

Almoço dos Pioneiros começava exatamente ao meio-dia, preparado com muito cuidado pela Confraria Tucuju, sem gordura, sem fritura, sem exageros, servido com muito carinho para eles, que formavam a memória viva da nossa cidade. Mas também tinha a vez do povão, que formava as filas para degustar a feijoada preparada pelo Malafaia, que passava a madrugada na beira do fogo temperando a comida que era disputada por todos, que queriam comer antes que os shows começassem, e a frente do palco enchesse de dança e rodopios, de passos estranhos e também cadenciados, sem a obrigação da perfeição, o objetivo era um só: festejar Macapá.

O dia passava, os grupos acabavam e se formavam novamente, pessoas chegava, pessoas iam, a sarjeta ia enchendo de gente sentada, dando beijos nos cachorros de rua, cantando mais que os cantores, um coro enorme de emoções, os bancos do Largo disputados na sorte, ninguém mais sabia quem estava pagando tanta cerveja, depois se descobria que estava saindo do próprio bolso, o menino do bombom já tinha vendido o da semana inteira, o tabuleiro de tapioquinha estava vazio, o chopeiro com a cuba leve e o bolso cheio, água quente, vendedor de balão granado, pés pisados, roupas suadas, novas canções criadas, versos inspirados, passos atrapalhados, voz gaguejante. E os que ainda resistiam desde a manhã, a esta hora estavam com a roupa encardida, com cheiro de chuva secada pelo sol, os cabelos grudados, e disparando as últimas piadas entre soluços e suspiros.

Poucos sabiam, mas quando a noite caia, um grupo saia para levar os últimos pedaços de bolo para quem não pôde ir na festa da cidade, o enfermeiro que estava nos hospitais, o vigilante, o vendedor do ponto fixo na Beira Rio, o policial militar, o gari, todos recebiam sua fatia, e enquanto isso, um batalhão se formava no Largo dos Inocentes, para desmontar o palco, limpar o chão, tirar os confetes presos nas árvores, os banheiros químicos, sob os protestos dos últimos ébrios, com o rosto corado, e o eco dos riso, músicas e conversas ainda presente no ar. Sem dúvida, Macapá teve já suas melhores festa, as mais animadas, com participação de todos, que hoje não passam de lembranças de um tempo que ficou emoldurado, como aquele quadro antigo na parede, que quando a gente olha, os olhos ficam molhados, e a gente se pergunta: porque tudo isso acabou?

Feliz aniversário, Macapá!!!

Mariléia Maciel

Macapá completa 264 anos e comemora com virada cultural e programação artística em pontos turísticos

Virada cultural, música, artesanato e teatro de rua integram a programação do aniversário de 264 anos de Macapá, comemorado no dia 4 de fevereiro. A Prefeitura prepara uma grande festa para a capital banhada pelo rio Amazonas. O objetivo é atrair a comunidade para celebrar as atrações em homenagem à cidade.

O festival de Iemanjá, que visa saudar a Rainha do Mar, abre os festejos no dia 2 de fevereiro. A festividade tem como objetivo fortalecer as ritualísticas do candomblé, umbanda e tambor de mina, valorizando as manifestações tradicionais da cultura negra em Macapá.

As atrações contemplam os diversos segmentos culturais e pretendem fazer um resgate histórico da terra tucuju. Além de lazer e entretenimento, o esporte ganha notoriedade, abrindo a programação do dia 4 de fevereirocom corrida de rua.

‘’Neste primeiro momento, os grupos de Fanfarra, que contam com instrumentos de sopro e percussão, participarão do decorrer do percurso da corrida, anunciando a passagem dos atletas’’, destaca o diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura, Olavo Almeida.

No setor artístico, a Virada Cultural terá atrações simultâneas em toda a cidade, com ações realizadas em galerias, palcos e pontos turísticos.

Confira a programação:

2 de fevereiro

Festival de Iemanjá

4 de fevereiro

  • Prefeitura de Macapá

Corrida de rua

Horário: 6h

  • Araxá

Sexta da diversidade / LGBTQIA+

Horário: 16h

  • CEU das artes

Artes cênicas e visuais

Horário: 12h (Início da exposição de obras de artista plásticos)

  • Curiaú

Marabaixo e Batuque

Horário: 12h10min

  • Fazendinha

Shows de Música: melody, brega, saudade e guitarrada

Horário: 12h10

  • Mercado Central

9h – Pronunciamento oficial

10h – Audiovisual

12h10 – Shows musicais

16h – Dança (clássica, brega, salão etc.)

  • Praça da Bandeira

Música instrumental, rap, shows de rock e música alternativa.

Horário: 16h

  • Praça chico Noé

Capoeira e teatro de rua

Horário: 16h

  • Praça da Prefeitura

Música Popular Amapaense (MPA)

Horário: 12h10min

  • Praça Veiga Cabral

Concerto de Poesias, exposições de artes visuais, artesanato e música voz e violão

10h – Artesanato e Artes visuais

15h – Poesia e música

  • Bicicleata

Horário: 16h

Concentração: início da avenida Cora de Carvalho, em frente ao prédio da Igreja Universal

Percurso: sistema binário (Avenidas Cora de Carvalho e Padre Júlio), com término no Mercado Central

Projeto Orla Viva acontece nesse domingo

O trecho das avenidas Pedro Lazarino e Professor Zacarias Alves Araújo ficará fechado para atividades físicas e empreendedorismo.

Cultura, esporte e lazer fazem parte da programação do ‘Orla Livre’, que acontecerá pela primeira vez neste domingo (5). A atividade desenvolvida pela Prefeitura deseja incentivar a população para que ocupe e transforme um dos pontos mais visitados de Macapá em espaços culturais. A iniciativa tem como base o projeto ‘Orla Viva’, criado por meio da Lei de nº 2.493 de 2021, de autoria do vereador Bruno Santos (PSDB).

O trecho das avenidas Pedro Lazarino e Professor Zacarias Alves Araújo, na rampa do açaí, será fechado das 8h às 18h, para desenvolvimento de atividades culturais, entretenimento e empreendedorismo na orla de Macapá.

A programação inicia com um espaço aberto para atividades esportivas livres, como, por exemplo, andar de bicicleta, patins e skate. A Coordenadoria Municipal de Esporte e Lazer (Comel), junto com a comissão municipal de Futlama, também realizará a quarta rodada da competição de Futlama, uma prática de futebol tradicional amapaense jogado às margens do rio Amazonas.

Na parte cultural, a Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) proporcionará uma aula de zumba, com o dançarino e professor de dança Marcio Black. Além de um momento musical, com o cantor e músico Francisco Vaz, conhecido pelo seu repertório cover e autoral.

O carnaval chegará mais cedo, com o show da bateria da Escola de Samba Piratas Estilizados, aquecendo o coração dos macapaenses com muito samba no pé.

O diretor-presidente da Fumcult, Olavo Almeida, destaca a necessidade da atenção para as medidas sanitárias contra a covid-19, durante toda a programação. “Convidamos os munícipes para prestigiar o primeiro domingo de Orla Livre. Vale ressaltar que a alegria vem junto com a responsabilidade, então não esqueça a máscara de proteção”.

Confira as atrações:

8h – Início quarta rodada de Futlama

8h às 11h – Espaço livre para atividades esportivas

14h – Atração Musical com DJ

15h – Abertura oficial

16h – Zumba

17h – Atração Musical com Francisco Vaz

17h30 – Show com bateria da Escola de Samba Piratas Estilizados

18h – Encerramento

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Prefeitura Municipal de Macapá

http://www.macapa.ap.gov.br/

Confira a programação do Museu Sacaca em homenagem ao Dia da Consciência Negra

Evento acontece de 23 a 28 de novembro, com exposições de arte, apresentações musicais, e outras atrações.

Exposição de arte religiosa, exibição de documentários e apresentações culturais são algumas das atividades que o Governo do Amapá preparou em homenagem ao Dia da Consciência Negra. A programação acontece de 23 a 28 de novembro, na área de exposição do Museu Sacaca, em Macapá.

Veja aqui a programação completa

Quem participar do evento, poderá conferir atrações como a da artista Verônica dos Tambores, além de participar de oficinas de turbantes, tranças afro, vendas de artesanato, rodas de conversas e exposições. Também haverá o retorno do passeio no tradicional barco Regatão.

O dia da consciência negra é comemorado no sábado, 20 – a data foi instituída oficialmente pela Lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011 e faz referência à morte de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.

A programação é intitulada “O Museu Sacaca Ressoa a Cultura Afro-Brasileira e a Miscigenação dos povos”, e busca reforçar a importância e a contribuição negra para a formação histórica e socioeconômica do Amapá.

A diretora do Museu Sacaca, Eliane Cavalcante, explica que o evento acontece anualmente, sendo um dos momentos mais esperados pela equipe técnica e comunidade em geral, pois o local possui grande representatividade e valorização da cultura negra amapaense.

“A programação foi preparada com muito carinho e o nosso sentimento é de orgulho em poder homenagear a cultura negra e nossos povos quilombolas. Teremos grandes apresentações culturais e convidamos toda a sociedade amapaense para prestigiar esse evento”, enfatiza a diretora.

Visitantes do Bioparque pagam meia-entrada no feriado da Proclamação da República

O parque conta com atividades voltadas para educação ambiental, contemplação da natureza e prática de esportes de aventura.

O Bioparque da Amazônia estará aberto para visitação no Dia da Proclamação da República, celebrado na próxima segunda-feira (15). O espaço, que é formado por ecossistemas que integram floresta de terra firme, cerrado e áreas de ressaca, funcionará das 9h às 17h. A bilheteria encerra às 16h20. Excepcionalmente no feriado nacional, a meia-entrada no valor de R$ 5,00 estará disponível para todos os públicos.

A abertura do parque no feriado deseja proporcionar um momento de lazer para a população durante o feriado nacional. Para entrar no espaço é obrigatório o uso de máscara, que deve ser usada durante todo o passeio do visitante.

“De quarta-feira a domingo, contamos com diversas atividades de promoção da preservação do meio ambiente, ecoturismo, além do circuito aventura, uma das atrações mais procuradas. Decidimos abrir no feriado da Proclamação da República pensando naqueles que não têm tempo de visitar o local nos dias normais de programação”, afirma o diretor-presidente do Bioparque, José Aranha Neto.

O feriado contará com as programações tradicionais do parque. Os visitantes poderão se encantar com o ambiente, que reflete a natureza amazônica, através dos cantos dos pássaros e da correria dos quatis, além da vegetação nativa ao redor das trilhas.

CONFIRA ABAIXO O QUE VOCÊ ENCONTRA NO BIOPARQUE:

  • Trilha Terrestre Guarda Parque (4 quilômetros);
  • Trilha Terrestre Ressaca (700 metros);
  • Trilha Terrestre Sacaca (700 metros);
  • Trilha Terrestre da Onça (30 metros);
  • Trilha Terrestre Pau-brasil (330 metros);
  • Ecótono (transição de dois ou mais ecossistemas);
  • Jardim Sensorial (espaço acessível para pessoas com deficiência física e locomoção reduzida);
  • Memorial das Orquídeas de Teresa Leite Chaves;
  • Casa da Árvore (Construída a 3 metros do chão e pode ser utilizado por crianças);
  • Jardim Amazônico (Cascata e Poço da Mãe D’água);
  • Jardim dos Poetas.

Circuito Aventura:

  • Arborismo: R$ 15,00
  • Parede de escalada: R$ 20,00
  • Tirolesa: R$ 20,00
  • Trilha suspensa: R$ 20,00

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Fé, tradição e discussão de políticas públicas compõem a programação do Novembro Afro em Macapá


O Instituto Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Improir) divulga a programação do Novembro Afro que acontece ao longo do mês e promove discussões de políticas públicas, exalta as tradicionais festas ligadas aos Dia da Consciência Negra e favorece ações de saúde e cidadania para comunidades quilombolas.

Entre as primeiras agendas da programação está a reinauguração do Museu do Negro, localizado no novo prédio do Improir, na Avenida Feliciano Coelho. O espaço traz um pouco da história do povo negro na capital e será aberto ao público.

“A reabertura do nosso museu é um ponto inicial desse mês tão importante para discussão de políticas que alcancem a população negra de Macapá. Além das ações de cidadania e saúde, a Prefeitura quer promover discussões e ocupar espaços públicos”, ressalta a diretora-presidente do Improir, Maria Carolina.

As secretarias municipais de Saúde (Semsa) e Assistência Social (Semas), Guarda Civil Municipal, Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) e Instituto Municipal de Turismo (Macapatur) são parceiras do Instituto na realização da programação durante o mês de novembro.

Tradição

Com o planejamento das atividades, a Prefeitura de Macapá garante ainda o apoio às agendas tradicionais Caminhada Zumbi dos Palmares e a Missa dos Quilombos, realizadas em parceria com demais entidades negras representativas e Governo do Amapá.

 

Confira a programação completa do Novembro Afro

11/11 – Evento Neab+IFAP: Uma análise da atuação da FCP e da FUNAI na promoção da cidadania do povo negro e indígena.

12/11 – Reinauguração do Museu do Negro

10/11 – Pretas Potências – Escuta pública com mulheres negras de Macapá

13, 16 e 18/11 – Afrocidadania itinerante nas comunidades quilombolas Maruanum, Casa Grande e Lontra da Pedreira

14/11 – Comemoração do Dia Nacional da Umbanda no Bioparque da Amazônia

19/11- Divulgação do perfil do Afroempreendedor em Macapá

20/11 – Caminhada Zumbi dos Palmares

20/11 – Batalha de B-boys

20/11 – Exposição do Museu do Negro no Mercado Central

20/11 – Feira Preta na União dos Negros do Amapá (UNS)

20/11 – Missa dos Quilombos

22 a 26/11 – Programa especial “Conversas Pretas” na 102 FM, das 19h às 20h.

23/11 – Roda de conversa sobre segurança e políticas públicas com jovens da periferia e a Guarda Municipal de Macapá

26/11 – Expo Afro no Mercado Central

30/11 – Legado vivo das Tranças: da Tradição ao Afroempreendedorismo

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Prefeitura Municipal de Macapá

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