Com redução de casos e baixa demanda por internações Centro Covid HU entra em fase de transição

 

Esta etapa foi marcada pela alta médica, na sexta-feira, 29, do último paciente do Centro Covid HU, que agora entra na transição para ser entregue à população como o novo Hospital Universitário.


O estado continuará ofertando à população toda retaguarda necessária para o combate à pandemia. A partir de agora, os casos que necessitarem de internação serão encaminhados ao Centro Covid em Santana, que possui 20 leitos de UTI, ou, dependendo da necessidade, para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Sul, em Macapá, que está dedicada ao atendimento exclusivo para covid-19 e conta com 20 leitos clínicos.

Ainda no âmbito de internações, o Hospital Estadual de Oiapoque conta com 12 leitos para atender a região norte do estado.
O secretário de Saúde, Juan Mendes, agradeceu os esforços dos profissionais que atuaram HU e pela confiança da população no trabalho que foi desenvolvido na unidade.

“Desde quando foi inaugurado, o HU cumpriu o seu objetivo, que foi o de salvar vidas. Foi uma experiência e um desafio enormes. Agora estamos em tratativas junto a Universidade para acharmos o melhor caminho para fazermos a entrega o mais breve possível. O HU deve ser devolvido para a finalidade dele, que é de um hospital acadêmico que irá contribuir para fortalecer a nossa rede de assistência”.

Funcionando desde junho de 2020, a unidade foi a principal referência no Amapá para o tratamento de complicações da covid-19. O saldo do HU: 364 vidas salvas.
Durante os momentos mais críticos da pandemia, o HU chegou a ter 210 leitos divididos entre de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e clínicos, o que o tornou o maior hospital da rede pública e privada do Amapá e o terceiro maior em capacidade do Norte do país para atender casos de covid-19.

Trabalharam no hospital 1.134 mil colaboradores entre equipes médica, de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais, laboratório, limpeza e alimentação. O pagamento dos trabalhadores foi 100% custeado pelo Governo do Amapá.
A secretária adjunta de Saúde do Amapá, Maracy Andrade, reforçou que a decisão de devolver a unidade à Unifap levou em consideração a melhora nos índices epidemiológicos, o avanço da vacinação e a taxa de ocupação de leitos, que tem se mantido baixa, como mostrado no boletim epidemiológico de sexta-feira – quando era de 11,50% a taxa de leitos ocupados nas redes pública e privada.

Histórico
O termo de cessão do espaço foi resultado de uma parceria entre Governo do Amapá e a Unifap, com a articulação senador Davi Alcolumbre.
Para garantir o funcionamento da unidade, o Governo do Amapá investiu na instalação dos sistemas de energia elétrica, água e tanques de gases medicinais. O Estado também investiu na compra de equipamentos de suporte para o diagnóstico que auxiliaram no atendimento aos pacientes que passaram pela unidade, como dois raio-x portáteis e aparelho de ultrassonografia.

O Governo Federal enviou equipamentos e parte dos insumos para o local. Um termo de doação do Ministério da Saúde garantiu que os equipamentos e mobiliários continuarão no Amapá dando suporte à rede de alta complexidade estadual e deverão ser remanejados para outras unidades da rede estadual de saúde.

Todo Música: obra de Enrico Di Miceli chega ao mercado musical com clipe em animação

 

Música, desenhos gráficos e a criatividade de um roteiro emocionante conceituam o novo produto de divulgação do álbum Todo Música, de Enrico Di Miceli, que novamente inova ao apresentar sua obra. O videoclipe em animação será lançado nesta sexta, 05 de novembro, no canal virtual do artista, que segue trabalhado promocionalmente o disco. É o primeiro álbum solo de Enrico, artista amazônico com morada em Macapá, onde produz suas inspiradas canções e alimenta a sua musicalidade de compositor de melodias.


Lançado em 2019, o disco Todo Música foi pensado para ser explorado de forma diferenciada, trilhando caminhos na seara digital para chegar ao público antenado em arte e tecnologia. Primeiramente ele apresentou a música Encontro dos Tambores, através de um clipe gravado durante a Semana da Consciência Negra, materializando a composição inspirada na cultura e tradição afrodescendente do Amapá. Em seguida a produção surpreendeu com a divulgação voltada para navegadores das redes sociais e plataformas digitais com o Pocket Show, com a cobertura da imprensa e influenciadores digitais, que movimentaram a internet.

Em grande estilo, a temporada de shows de lançamento iniciou em Belém, depois ele atravessou a fronteira e aportou na Guiana Francesa, encerrando em Macapá, no fim do ano de 2019. As mudanças de planos provocadas pela pandemia obrigaram a uma longa pausa nas apresentações aquecidas pelo público, mas a produção de Enrico seguiu a tendência mundial e preparou a live Todo Música, levando aos que seguiam rigorosamente o isolamento social, companhia e afeto através da sua arte. Para manter o clima de amizade com com o público, durante a live foi lançado um documentário contando o processo de Enrico ao criar uma composição e o produção do Todo Música.

A novidade do Todo Música é que agora ele ganhará um videoclipe no formato de animação.

Esse trabalho de animação é feito, na história de Todo Música, eles dão vida aos personagens que passeiam na história de Todo Música, composição em parceria com o letrista Joãozinho Gomes. Sob a coordenação da idealizadora desse projeto, Clicia Vieira Di Miceli e da Duas Telas Produções responsável pela produção executiva. A equipe de criação tem a Bianca Liane, no roteiro, direção de arte e ilustração; Giorgio Moura, direção de fotografia e Nichola Batista, como editor. Eles dão vida aos personagens que passeiam na história de Todo Música.

“Todo Música foi concebido com a proposta de atingir vários públicos, por isso ele começou a chegar no mercado por portas até então pouco utilizadas pelo Enrico que se apropriou de novas tecnologias e espaços, para pegar pelo acesso digital esse público cada vez maior. Estes recursos e inovações são instrumentos que auxiliam de forma incrível na divulgação de produto e espetáculos” afirma Clicia.

Autor de inúmeras composições que já rodaram o Brasil na interpretação de muitos cantores e parceiros, ele se reinaugura nesta nova fase da carreira. “É um trabalho para ser apreciado com os ouvidos, olhos e coração, por sua beleza artística e lúdica. É importante assumirmos que a tecnologia é necessária e envolvente, uma aliada que entrou em nossas vidas de maneira definitiva e por isso precisamos estar antenados aos novos caminhos e linguagens dessa comunicação”, disse o artista.

Enrico Di Miceli está confiante nessa nova proposta, que é se tornar um artista dos palcos digitais aos 60 anos, sem perder a sua essência natural e bem humorada. Ele admite que é mais fácil deixar que o desenhem do que fazer performance em frente às câmeras. Esta fase da divulgação foi incentivada através da Lei Aldir Blanc, executada pela Secretaria de Estado da Cultura (SECULT).

Mariléia Maciel

Dia das Bruxas: ciclistas fazem ‘pedal de Halloween’ em Macapá

 

O Halloween é só no domingo (31), mas ciclistas de Macapá já estão em clima e trajes de comemoração. Apesar da data não ser tipicamente brasileira, os macapaense me decidiram fazer um circuito de bike pela cidade fantasiados com personagens marcantes do “Dia das Bruxas”.


O circuito começa às 20h, com saída do Bairro Zerão e chegada ao Mercado Central. Para participar é necessário levar um quilo de alimento não perecível, fantasia ou traje preto e equipamento de luz.

Binário Padre Júlio e Cora de Carvalho começa a funcionar neste sábado, 30 de outubro

 

A prefeitura de Macapá vem realizando desde o início de setembro as sinalizações verticais e horizontais das avenidas Cora de Carvalho e Padre Júlio Maria Lombaerd – trabalhos fazem parte do plano de adequação do trânsito para a implantação do sistema binário, neste sábado (30).

Na Padre Júlio, terá sentido único – zona oeste-centro – até a São José, já foram instaladas as placas de orientação de velocidade e travessias e de proibição de conversão, assim como a readequação semafórica e instalação do motobox (área destinada a espera de motos).

A avenida Cora de Carvalho recebeu ciclofaixas do lado esquerdo e sinalização semafórica. A rodovia Duca Serra, no sentido zona oeste-centro foi totalmente sinalizada com placas orientando a proibição de conversão à esquerda.

A avenida Padre Júlio será sentido Oeste/Leste (da Rod. Duca Serra à Rua São José) e avenida Cora de Carvalho sentido Leste/Oeste (da São José à Duca Serra).

Após a implantação do sistema binário os órgãos de segurança pública realizarão diariamente trabalhos de orientação nas avenidas durante um período de 10 dias para garantir que todos estejam seguros.

Governo do Amapá promove Aulão Show da Central do Enem

 

O Governo do Amapá retoma com a programação do Aulão Show da Central do Enem, que ajuda na preparação de estudantes rede pública estadual para o Exame Nacional do Ensino Médio, principal recurso de ingresso ao ensino superior. A edição 2021, primeira realizada após o início da pandemia, será promovida em dois dias: 29 de outubro 5 de novembro, na arena do Amapá Garden Shopping.

A ação é coordenada da Secretaria de Estado da Educação (Seed). As credenciais para estudantes participarem do Aulão foram distribuídas nas escolas, pelas equipes gestoras, e 10% dos ingressos também foi ofertado para a comunidade em geral, através de solicitação feita no polo da faculdade Unama, no Amapá Garden.

Para participar, os interessados devem apresentar o comprovante de vacinação, de pelo menos da 1ª dose, conforme recomendação da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS). Atualmente, o Governo do Estado oferta vacinação para o público de 12 a 17 anos.

Nota à imprensa-senador Davi Alcolumbre

 

Venho sofrendo uma campanha difamatória sem precedentes. Há algumas semanas soltei nota à imprensa informando que não aceitaria ser ameaçado, intimidado e tampouco chantageado. Pois bem, além de repetir firmemente o mesmo posicionamento, acrescento que tenho recebido todo tipo de “aviso”, enviado por pessoas desconhecidas, que dizem ter informações sobre uma orquestração de denúncias mentirosas contra mim.

Primeiro, fui acusado de ser um intolerante religioso (um judeu contra um evangélico), depois um áudio, de quase 10 anos atrás, foi divulgado em uma narrativa venenosa e maldosa de algo que nunca aconteceu.

Na sequência, uma operação da Polícia Federal, iniciada em 2020 e com desdobramentos somente agora, em vários estados, onde apenas um nome foi citado e amplamente divulgado: o meu. Operação na qual não sou investigado.

Agora, novamente, sou surpreendido com uma denúncia que aponta supostas contratações de funcionários fantasmas e até mesmo o repudiável confisco de salários.

Nunca, em hipótese alguma, em tempo algum, tratei, procurei, sugeri ou me envolvi nos fatos mencionados, que somente tomei conhecimento agora, por ocasião dessa reportagem.

Tomarei as providências necessárias para que as autoridades competentes investiguem os fatos.

Continuarei exercendo meu mandato sem temor e sem me curvar a ameaças, intimidações, chantagens ou tentativas espúrias de associar meu nome a qualquer irregularidade.

É nítido e evidente que se trata de uma orquestração por uma questão política e institucional da CCJ e do Senado Federal.

*Davi Alcolumbre*
*Senador da República*

Sesc promove exposição ‘ASAS: pinturas de pássaros da Amazônia amapaense’

 

O Sesc Amapá promove a exposição de mais uma artista amapaense, ‘ASAS: pinturas de pássaros da Amazônia amapaense’, por Vanea Ávlis. São telas pintadas durante o isolamento social da artista no período pandêmico, quando ela observava a beleza dos pássaros pela sua janela. O Período de visitação começa nesta sexta, 29 de Outubro a 26 de Novembro.

Vanea desenvolveu o interesse pelo significado dos pássaros para diferentes culturas e, dos livros e fotografias, nasceram as pinturas. Asas fala da busca por desenvolvimento emocional pela inteligência, sabedoria e sociabilidade.

Informações e agendamentos: 3241-4440 ramal 239 – Coordenação de Cultura.

Waldez anuncia pagamento integral do salário aos servidores estaduais e data para o 13º

 

O governador do Amapá, Waldez Góes, anunciou nesta quinta-feira (28) – véspera do Dia do Servidor Público – o retorno do pagamento integral do salário do funcionalismo público estadual e a data para a segunda parcela do 13º salário de 2021.

Governador também determinou estudos para a data-base 2022 do funcionalismo público do Amapá.

Assim, os servidores estaduais voltam a receber integralmente no último dia útil de cada mês. A medida já vale para a próxima sexta-feira, 29, para todo o funcionalismo, referente ao mês de outubro.

Outra novidade anunciada pelo governador é o pagamento da segunda parcela do 13º salário para o dia 15 de dezembro – a primeira parcela foi paga no mês de junho.

Góes afirmou que as medidas só foram possíveis graças ao esforço imprimido pelo governo para colocar as ações de proteção à economia e à vida durante a pandemia de coronavírus,assistindo os mais impactados e pequenos empreendedores e mantendo a organização fiscal do Estado.

Entre as ações, está o Programa Amapá Mais Forte, um pacote econômico implementado em 2020 com ações como: linhas de crédito para reerguer empreendedores individuais (MEI) e micro e pequenas empresas (MPE); e o Renda Cidadã Emergencial, um auxílio para empreendedores e transportadores escolares.

Para contribuir com a renda das famílias, o Governo implementou programas como o Comida em Casa, que alcança milhares de trabalhadores informais atingidos pelos efeitos da pandemia de covid-19. Outra medida foi a entrega de cartões do Renda Cidadã Emergencial para famílias em situação de vulnerabilidade social.

O Estado também assegurou a distribuição de cestas de alimentos para famílias de alunos da rede estadual durante as aulas remotas com o Programa Merenda em Casa.

Waldez também destacou que a compreensão dos amapaenses nos momentos de maior restrição de atividades econômicase sociais foi fundamental para as condições mais favoráveis ao final de 2021.

“Mesmo com as dificuldades enfrentadas, complementamos a renda das famílias,distribuímos alimentos e apoiamos os empreendedores durante a pandemia. A volta do pagamento integral dos nossos servidores numa mesma data é um símbolo da nova fase que já estamos vivendo e um grande passo no nosso plano de retomada do crescimento do Amapá, de construção de uma nova economia”, frisou Góes.

O governador ressaltou que a equipe de governo está se dedicando a um plano de retomada do crescimento econômico, visando um novo modelo,baseado na inovação, tecnologia e na bioeconomia.

Góes também anunciou que determinou às equipes de Planejamento e Administração os estudos para a data-base do funcionalismo público do Amapá, referente ao ano de 2022.

Pacientes que passaram por mastectomia recebem próteses externas no Creap

 

Autoestima também é questão de saúde, e por esse motivo o Centro de Reabilitação do Amapá (Creap), fornece próteses mamárias externas para mulheres que passaram pela cirurgia de mastectomia, que é a retirada parcial ou total da mama de pacientes oncológicas.

Prótese é de silicone e de fácil adaptação com uma estrutura macia que imita a mama.

A paciente que fez a mastectomia e que ainda não passou pela reconstrução da mama pode requerer ao médico o documento de solicitação da prótese para ser apresentado ao Creap. Para marcar a avaliação em que será escolhido o tamanho ideal da prótese, até que ela veja que está esteticamente agradável ou simétrico para ela.

Ela pode entrar em contato através do número (96) 99147-1939 por ligação ou WhatsApp. Também é possível marcar a avaliação indo diretamente ao Creap que fica localizado na Rua Tiradentes, nº 1597, de segunda a sexta das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Além do encaminhamento médico requisitando a prótese, é preciso ter em mãos o documento de identificação, carteira do Sistema Único de Saúde (SUS) e comprovante de residência. Em média são entregues 5 próteses por mês para pacientes que passaram pela mastectomia.

A fisioterapeuta Bárbara Orellana, explicou que a prótese é de silicone e de fácil adaptação com uma estrutura macia que imita perfeitamente a mama.

“A prótese devolve a estética e trará uma melhora psicológica, já que para algumas mulheres a mama está ligada a feminilidade, a partir do momento em que ela é removida, as pacientes podem sentir que perderam também a feminilidade, psicologicamente isso pode ser muito forte”, disse.

O Creap também realiza o atendimento de Fisioterapia Geral Feminina, que trabalha entre as especialidades, realiza a fisioterapia pós mastectomia em casos de perdas de gânglios, ou comprometimento motor, de músculos e articulações na região da mama e axila ocasionados pela cirurgia de mastectomia.

A prótese

A prótese mamária externa não tem contraindicações é durável, não muda sua consistência, nem endurece. Anatômica e confortável, pode ser adaptada em qualquer sutiã normal.

Possui peso, mobilidade e consistência semelhantes às de uma mama, tornando-a uma réplica de um seio natural. Deve ser trocada a cada seis meses devido ao desgaste natural causados pelo calor e suor.

As pacientes são orientadas sobre os cuidados com a limpeza e armazenamento. Ela só pode ser lavada com água e sabão neutro, não deve ser exposta ao sol e deve secar na sombra e ser mantida em temperatura ambiente. Outro cuidado importante é não usar a prótese durante banhos de piscina, já que o cloro pode danificar o material.

Amapá Jazz Festival será na Praça da Samaúma com artistas, instrumentistas e público

 

O Amapá Jazz Festival retorna com força e organização nesta 13ª edição do evento, coordenado pela Associação dos Músicos do Amapá (AMCAP) com direção de Finéias Neluty. Neste ano o palco muda de endereço, mas continua com toda elegância na beira do rio Amazonas, na praça da Samaúma, no Araxá, com atrações regionais e uma justa homenagem ao músico Aymoré Nunes. O Festival será nos dias 29 e 30 de novembro, a partir das 19h, com a produção, prestígio, clima e segurança que são marcas do evento que valoriza a música instrumental e amapaense.

Grupo Amazon Music, Tom Campos, Canícula Blues, Finéias Nelluty e Negro de Nós são as atrações da primeira noite, que encerra em clima de festa com os swings da banda comandada por Silmara Lobato. A segunda noite tem Vinícius Bastos, Ingridy Sato, Nelson Dutra, Marrecos Land e pra celebrar o fim desta edição do festival, Patrícia Bastos sobe no palco da Praça da Samaúma. “Em 2020 fizemos o festival online devido a pandemia, e neste ano retornamos com público e as atrações locais, todas com grande prestígio e talentos reconhecidos” disse Finéias.

O Festival foi criado pela necessidade da popularização do jazz no Amapá, estilo que ganhava espaço nos eventos culturais, a adesão dos músicos mais jovens que tinham a atenção de quem já era apaixonado pelo estilo, mas que precisava conquistar a admiração de uma nova platéia. Dos bares, restaurantes e palcos públicos, o jazz ganhou um novo status com a formação do Amazon Music, que fez o público reservar as quintas-feiras para prestigiá-los na beira do Amazonas, em um grande encontro de músicos, fazedores de cultura e adoradores da música instrumental, que incentivavam um evento de grande porte.

Não demorou e o palco foi ampliado, nascendo assim, em 2008, o Amapá Jazz Festival, já com o carimbo e passaporte internacional, fazendo o intercâmbio de músicos nacionais e estrangeiros e sempre com uma merecida homenagem. Artur Maia, Esdras de Souza, Ney Conceição, o moçambicano Ivan Mazuze, Mestre Solano, a guianense Jean Marceline, o francês Pierre-Marrie, o Quarteto Invention, formado por músicos do Amapá e Guiana, Paulo Flores, foram alguns convidados de fora do Amapá que já cruzaram seus acordes com os artistas amazônidas.

Enrico Di Miceli, Val Milhomem, Joãozinho Gomes, Brenda Melo, Deize Pinheiro, são apenas algumas das atrações amapaenses que já tiveram destaque no festival. O homenageado, Aymoré Nunes, chamado de Aimorezinho, foi um multi-instrumentista que tocava com excelência piano, escaleta, violão, acordeom, gaita, flauta e guitarra, talento que o tornava indispensável nas rodas musicais, festas e bailes. Aluno do antigo Conservatório Amapaense de Música e da Academia Mestre Oscar Santos, participou de diversos grupos musicais no Pará e Amapá, escreveu seu nome em Fortaleza e Rio de Janeiro, e faleceu em 2018, deixando registrada sua história na música instrumental brasileira.

O Festival é o ápice, o evento que projetou a terra do meio do mundo no cenário musical internacional, mas a movimentação começa em agosto, quando os músicos participam do Jazz na Calçada nos fins de tarde de sábado, um esquenta para energizar a platéia para o grande momento, onde o rio Amazonas, o céu, o luar, o vento, ilustram as apresentações. “Neste ano teremos ainda a encantaria da samaúma, que é uma atração a mais. É a primeira vez que fazemos o festival nesta praça, que já tem um histórico de eventos culturais, e estamos garantindo a mesma segurança e organização de sempre” garante Finéias.

Mariléia Maciel

Pat Andrade faz da cidade seu palco e declama poesia ao som de caixas de marabaixo

 

Reconhecida pelo público e premiada pela lei Aldir Blanc, Pat Andrade espalha sua poesia pela cidade de Macapá com o projeto “Parada Literária: A Poesia Invade o Cotidiano da Cidade”, ao lado do músico Marcelo Abreu. Em vários pontos urbanos a poeta destila sua arte sensível e contestadora ritmada pelo som da caixa de marabaixo em uma envolvente mistura de poesia e ancestralidade, fazendo das declamações, momentos de encantamento e reflexões.

As intervenções poéticas iniciaram nesta semana. Nesta terça-feira será no ponto de ônibus em frente ao SESC Centro, quarta-feira, 27, na praça Floriano Peixoto, às 16h, e retorna na próxima semana com mais apresentações.

A poesia de Pat é de linguagem urbana e cotidiana, estilo que a artista imprime em seu trabalho, conhecido e prestigiado no Amapá, onde se fez reconhecer declamando em ambientes públicos, onde também vende seus livros artesanais marcados por poemas, originalidade e desenhos feitos a mão. Realidade chocante, crítica social, amor e exuberância da natureza tucuju compõem a arte desta paraense que fez sua morada nos campos de Macapá.

Quem dá o tom na caixa de marabaixo não é um amapaense, mas um percussionista que se identificou com a cultura regional a ponto de estar familiarizado com os tambores. Marcelo Abreu é maranhense e chegou ao Amapá fazendo o enlace das tradições de lá e de cá. Também poeta e intérprete, ele se apresentou recentemente no Jazz na Calçada e Cabaret da Resistência.

Mariléia Maciel
Fotos: Aog Rocha

‘Aperte o play’: Clube da Esquina Nº 2 de Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges

“Clube da Esquina nº 2” é uma canção de Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges, gravada para o álbum Clube da Esquina, de 1972.

Esta canção, de forma instrumental, foi gravada pela primeira vez no Lp  “Clube da Esquina”, de 1972. A melodia foi composta por Milton Nascimento e Lô Borges. O seu nome é clube da esquina II, porque já existia outra canção chamada clube da esquina que havia sido gravada no disco “Milton” em 1970. A letra foi composta por Márcio Borges, irmão de Lô Borges, a pedido de Nana Caymmi no final dos anos 70. Os Sonhos não envelhecem: Histórias do Clube da Esquina. 2ªed. São Paulo: Geração Editorial, 1996).

Em meio a ditadura uma flor exala seu perfume e colore um jardim de galhos secos com suas pétalas. Essa flor é o clube da esquina.

“Porque se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem lembra se olhou pra trás
Ao primeiro passo, aço, aço”

Milton Nascimento ganha homenagem de artistas em seu aniversário

O cantor Milton Nascimento comemora seu aniversário de 79 anos de idade nesta terça-feira, 26. Nas redes sociais, ele recebeu os parabéns de diversos artistas. Bituca (seu apelido) é um dos maiores artistas da nossa música, dono de uma obra poética lindíssima. “É dia de um dos maiores cantores e compositores da nossa música. Feliz aniversário! um novo ano cheio de luz, sons e saúde. Viva o Bituca”, escreveu o cantor Djavan.

A Banda Skank postou uma foto de um show com Milton: ” Hoje é aniversário do grande Milton, o mais mineiro de todos os cariocas, te admiramos muito!”, disse a banda.

Em seu Instagram, Caetano Veloso fez uma postagem em sua homenagem: ”
@miltonbitucanascimento é o maior artista da música de minha geração. Catolicismo mineiro, DNA africano, Milton desceu o vale do Mississipi e subiu os Andes com seus acordes e ritmos cheios de milagre e surpresa. Criou uma escola definida, formou legião de gênios, encantou os gênios do grande mundo e manteve tudo onde o oculto do mistério se escondeu. Feliz Aniversário!

“Eu tinha 19 anos quando fui convidado pelo Bituca, para ir morar no Rio com ele, para compormos e gravarmos um album duplo chamado Clube da Esquina, que além de nossas duas parcerias, homenageava também a esquina em que eu ficava tocando violão com meus amigos de bairro, de quarteirão. Fomos eu e o Beto. Quando chegamos à gravadora, eles não queriam que Bituca – já famoso e consagrado – fizesse esse projeto com um adolescente, desconhecido e inexperiente. Bituca, então, disse pros caras que trocaria de gravadora, caso eles não aceitassem o projeto com aquele adolescente, desconhecido e inexperiente. O ano era 1972, e o resto da história todos conhecem. Devo muita coisa pra esse cara, generoso e genial 🙏🏽! Gratidão eterna! Feliz aniversário, irmão, mestre, parceiro e AMIGO! ❤️”. Lô Borges


Outros cantores, atores e atrizes também publicaram homenagens a Milton Nascimento.




Fernando Canto lança o livro “Fortaleza de São José de Macapá: vertentes discursivas e as cartas dos construtores”

 

Na próxima sexta-feira (29), às 18h, no Museu Sacaca, o escritor amapaense Fernando Canto fará o lançamento do seu mais novo livro “Fortaleza de São José de Macapá: vertentes discursivas e as cartas dos construtores”. O livro foi incentivado pelo senador Randolfe Rodrigues por meio da Editora do Senado.

“A publicação desta obra é fundamental para a manutenção da nossa memória, como professor de história acredito cumprir meu dever, contribuindo o contato do povo amapaense com essa obra ”, disse o parlamentar que possibilitou a existência do livro.

No livro, o escritor traz a Fortaleza de São José de Macapá vista na extensão da paisagem urbana, conta que lá foi o palco das explosões emocionais daqueles que a fizeram. “A Fortaleza ficou quase dois séculos intata, sobrevivendo aos rigores das condições climáticas amazônicas até sofrer radicais transformações e reformas na sua estrutura de pedra e no entorno”, afirma no livro. “Imprimir esse livro e poder dividir com o povo macapaense é sem dúvida um marco na nossa história”, explica o escritor.

Com o apoio do senador Randolfe Rodrigues, por meio da editoria do Senado Federal, também já foram impressas as seguintes obras, contidas e lançadas recentemente no box de livros “Amapá: história, imagens e mitos”:

– Os Selos Postais da República do Cunani (Wolfgang Baldus)

– Amapá à francesa (Pauliany Barreiros Cardoso)

– Mitos e Lendas do Amapá (Joseli Dias)

– Um Cais que Abriga Histórias de Vida ( Verônica Xavier)

– Histórias de Oiapoque (Sonia Zaghetto)

*Sobre o autor*

Fernando Canto nasceu em Óbidos (PA), mas é amapaense de coração. Já publicou livros de contos, poesia, crônicas, artigos e outros textos acadêmicos, é jornalista, sociólogo da Universidade Federal do Amapá (Unifap) e doutor em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará. Também é um dos compositores mais atuantes do estado, sendo membro fundador do Grupo Musical Pilão, que há mais de 40 anos divulga a música da Amazônia.

É vencedor de festivais de música e premiado escritor literário. É autor dos livros “O Bálsamo e outros contos insanos”,  “O Marabaixo através da história”, “Os periquitos comem manga na avenida” e “Adoradores do sol – novo textuário do meio do mundo” e “Mama Guga – Contos da Amazônia”.

Jornada Fluvial: Barco da Justiça Itinerante se transforma em salas de audiências para atendimentos no Bailique

 

A lua ainda clareava o rio quando o barco, já ancorado na comunidade do Porto Fábrica, se transformava em salas para atendimentos e audiências. As redes atadas para transportar as equipes atendendo a população, começavam a dar espaço a mesas, cadeiras, computadores, impressoras, documentos e tudo que é necessário para o início de mais um dia de trabalho da Jornada Fluvial do Programa Justiça Itinerante. A iniciativa atendeu dezenas de comunidades ribeirinhas no Arquipélago do Bailique cujo acesso se dá apenas por meio de transporte fluvial ou aéreo e que atualmente enfrentam problemas como falta de energia, salinização da água e o fenômeno das terras caídas.


As equipes ainda estavam terminando a arrumação das salas, a informática esticava os cabos de conexão por mais de 80 metros entre as pontes até chegar à embarcação, quando a população começava a chegar por volta das 6h30 da manhã, pois essas comunidades dependem da maré para saírem e chegarem em suas casas.

Para Roberta Sena Pereira, que navegou por cerca de 30 minutos até chegar onde o barco da Justiça estava ancorado em busca de resolver problemas relacionados à pensão alimentícia, o atendimento foi rápido. “Sempre são muito atenciosos, essa já é a quarta vez que venho até o barco da Justiça e consigo resolver questões que estavam pendentes”, relatou.

Conciliações, audiências, estudos sociais, fiscalização do Comissariado da Infância e Juventude; emissão de CPF; inscrições para a Bolsa Família e Cadastro Único; atendimento ao empreendedor; oitivas da Polícia Civil; orientação e notificações expedidas pelo Conselho Tutelar foram alguns dos atendimentos oferecidos pela 140ª Jornada Fluvial do Programa Justiça Itinerante aos moradores daquela região.

Para a juíza Laura Costeira, coordenadora da Jornada Fluvial do Programa Justiça Itinerante, os dias de atendimento na região foram bastante produtivos apesar das dificuldades enfrentadas. “Chegamos ao fim da jornada, que foi extremamente produtiva. A população tinha muita demanda represada por conta de momentos críticos da pandemia que inviabilizaram o deslocamento das equipes. Tivemos problemas com a conexão internet, falta de energia (que é um problema crônico do Bailique), mas conseguimos atender cada cidadão que procurava a Justiça Itinerante”, pontuou a magistrada.

 

 

‘O Amapá que Empreende’: jornalista e fotógrafa Camila Karina produz cadernos artesanais, agendas e blocos

“Hoje em dia me dei conta que o empreendedorismo faz parte da minha essência há um tempo, mas não o empreendedorismo tradicional e sim aquele que descubro todo dia enquanto estudo e aprendo como administrar melhor meus projetos”, afirma Camila Karina.

Quem está no ‘Amapá que Empreende de hoje’ são os cadernos, agendas, blocos e marcadores de livros feitos artesanalmente pela jornalista e fotógrafa Camila karina, que faz este trabalho lindo desde 2018. Ela produz os materiais com uma qualidade inconfundível e fazem sucesso onde são expostos e comercializados. Os preços variam de acordo com o material utilizado. Camila avalia o tempo necessário para produzir e diz que a maioria da matéria prima não tem na cidade.

Este ano, ela lançou novas Coleções como pontos turísticos de Macapá, as Etnias Maracá e Cunani, cadernos rústicos e planner 2022. A produção está no forno com materiais novos, que vão desde estojos, porta canetas e bloquinhos destacáveis. Mas também tem outras novidades: Livro do Bebê, um livro acompanhar o crescimento e guardar memórias escritas e fotográficas do seu neném e álbum de fotografia artesanal.

Outro sucesso que foi um dos carros chefes logo no início, foi a produção de bloquinhos com a gíria tucuju. Mostrando a  cultura nortista bem peculiar, com um jeito próprio de se expressar e de se comunicar. Com vocabulário vasto e o chiado  como uma característica presente nas vozes dos amapaenses. Quem nunca se deparou falando ou ouvindo as expressões: “Égua não!, mana, bora lá só tu, pira paz, num te afoba”, esses são alguns bordões nas vozes dos macapaenses.

Pensando nisso foi que a jornalista e fotógrafa Camila Karina Ferreira planejou e idealizou mostrar literalmente a cultura tucuju e colocá-la nas mãos dos amapaenses. “Sempre senti falta de ter e de ver nossa cultura literalmente em nossas mãos, algo físico como cadernos, agendas, papelaria em geral, já que existem tantas expressões aleatórias sendo reproduzidas por aí, idealizei nossas expressões únicas com a mesma valorização”, explicou Camila.

“Desde então, tive a consciência de nunca colocar preço no trabalho de outros artistas, pois cada um avalia e precifica sua hora e sua habilidade, portanto, avalio todas estas condições, fico grata por quem respeita e acredita no trabalho de quem faz com as próprias mãos”, avaliou Camila.

O trabalho artesanal de papelaria, em geral, varia de R$ 5,00 a R$60,00 reais, mas também pode aumentar o valor de acordo com o que o cliente quer personalizar. Quem quiser encontrar a coleção gírias, coleção Maracá, Cunaní, projetos personalizados, agendas personalizadas, pode acessar o IG no Instagram: camila_karina e encomendar os produtos.

“Sempre procuro estudar as tendências artísticas e a paleta de cores da pantone (referência mundial de cores), a partir daí, vou experimentando letras e cores e o que me faz sentir alegria, vira uma capa. É um processo engraçado, mas acredito que cada pessoa que trabalha com criação/arte tem seu próprio processo criativo. Hoje em dia me dei conta que o empreendedorismo faz parte da minha essência há um tempo, mas não o empreendedorismo tradicional e sim aquele que descubro todo dia enquanto estudo e aprendo como administrar melhor meus projetos”, comenta.

Os preços de suas produções vão de R$ 10,00 a  R$ 200,00.

 

Criminosos levam eletrônicos e carro da Unidade do Hospital de Amor em Macapá

 

A sede do Hospital de Amor em Macapá, foi invadida no fim da deste domingo, 24, por pelo menos seis  criminosos que entraram na unidade renderam e amarraram o vigilante. Em seguida roubaram eletrônicos, computadores, notebook. Além disso, um dos veículos do Hospital, modelo Onix, também foi levado ajudando na fuga dos criminosos.

O Hospital de Amor atua na prevenção e tratamento do câncer  e os atendimentos foram suspensos nesta segunda-feira, 25, devido ao roubo. A unidade passará as imagens da câmera do circuito interno a polícia para ajudar na investigação. Até o momento nada foi recuperado.

A Prefeitura de Santana, informou em comunicado que a ação itinerante dos atendimentos da Unidade Móvel do Hospital de Amor, que ocorreria também nesta segunda-feira no município foi suspensa por conta do roubo.

O Padre Paulo usou as redes sociais lamentando o crime.

“Eu tenho vergonha do que aconteceu  entraram no Hospital de Amor e levaram várias coisas, inclusive o carro. Essa notícia é uma facada no peito. Enquanto a gente enterra ou cuida de doentes com câncer outros pisam na nossa dor e na nossa luta”, padre Paulo.

A Unidade do Hospital de Amor em Macapá é localizada na rodovia Norte-Sul, no bairro Infraero II.

 

 

Paratletas amapaenses conquistam 40 medalhas durante evento nacional Paralímpico em Brasília

 

Neste final de semana, 19 atletas paralímpicos amapaenses participaram do evento nacional paralímpico, intitulado Meeting Caixa Econômica Federal de natação e atletismo, que ocorreu em Brasília. Nesta segunda-feira, 25, os paratletas retornam para Macapá com 40 medalhas conquistadas durante os jogos, foram 26 medalhas de ouro, 13 medalhas de prata e 1 medalha de bronze.

A paratleta Alice Chagas, conquistou ouro no arremesso de peso e prata no lançamento de disco.

Os atletas fazem parte da Federação de Paradesporto do Amapá, que tem como presidente a paratleta Yndiraima Cunha e vice presidente o professor de educação física e técnico Paralímpico, Marlon Gomes. ” Estamos muito felizes com os resultados obtidos pelos nossos paratletas, agradecemos todos os parceiros que acreditam e apoiam o paratlelismo amapaense, a Federação vem se preparando desde julho para o nome do Amapá pudesse estar no lugar mais alto no pódio e mais uma vez colocando o Amapá no cenário nacional”. Comenta Yndiraima.

A Paratleta Yndiraima conquistou dois ouros no lançamento de dardo

“É a primeira vez que participo do Metting Caixa, conquistei medalha de ouro no arremesso de peso e prata e lançamento de disco, estou emocionada e muito feliz e grata à empresa de incentivo ao esporte, a Brazil Oportunites, e a todos que acreditam no paratlelismo amapaense”, conta a paratleta Alice Chagas, que faz parte da equipe de atletismo.

Kaiki, Dois ouros, dardo e disco.

Na natação o Amapá foi representado pelos atletas Kauã Souza, Lucas Costas e Luiz Silva, que conquistaram 5 medalhas de pratas, 2 medalhas de ouro e 1 medalha de bronze.

O atleta de natação, Lucas Costa conquistou duas medalhas de prata e conta emocionado sobre a sua participação nos jogos. “Foi uma experiência incrível, é muito significante para nós, pessoas com deficiência, conquistar essas medalhas, participar desses jogos é mais que uma uma simples vitória, é resultado de muito esforço e dedicação e sou grato por toda ajuda que recebi para estar aqui e com certeza continuarei levando o nome do nosso Amapá em muitos outros lugares”, comenta.

Os atletas contaram com apoio da Universidade Federal do Amapá ( UNIFAP), Universidade Estadual do Amapá (UEAP), do Instituto Federal do Amapá (IFAP), a Uninter, a empresa Thai Toyota, a secretária Lília Suely Amoras Colares e sua equipe da Secretaria Extraordinária de Representação do Governo do Estado do Amapá em Brasília – SEAB e a Secretaria Estadual de Esporte e Lazer (Sedel).

Assessoria de comunicação
Federação de Paradesporto do Amapá.

Conselho Universitário da Unifap concede título de Doutor Honoris Causa ao Mestre Sacaca, o Dotô da Floresta

 

O Conselho Universitário da Universidade Federal do Amapá (Unifap) aprovou, por unanimidade, a concessão do título de Doutor Honoris Causa, post mortem (após a morte), a Raimundo Souza, o Sacaca.

Doutor Honoris Causa é um título concedido por universidades a pessoas que tenham graduação ou não por se destacarem em alguma área de conhecimento. Em Novembro de 2018, ele foi condecorado pela Divine Academie Française des Arts Lettre et Culture por seus serviços prestados à comunidade científica nacional e internacional.

Com seu conhecimento profundo e extenso sobre as plantas medicinais amazônicas e aplicação magistral da fitoterapia nativa, Mestre Sacaca recebe o devido reconhecimento, e seu legado se faz presente em toda comunidade científica e coração amapaense . A cerimônia de outorga que oficializará o título ainda não tem data marcada, mas o processo já está em fase de conclusão.