Professora , escritora e poetisa, Carla Nobre, faz protesto na Fundação Municipal de Cultura e exige que artistas sejam respeitados

Um vídeo que circula nas redes sociais nesta terça-feira, 21, mostra a professora , escritora e poetisa, Carla Nobre, estacionando bastante aborrecida e socando a porta da Fundação Municipal de Cultura ( Fumcult), protestando contra o julgamento do edital, que segundo ela, contempla inúmeras pessoas desconhecidas e deixa de fora vários artistas. Ela cobra respeito da instituição e do atual diretor-presidente, o DJ Alan Cristhopher. Para protestar ela usou literalmente a expressão “metendo o Pé na porta, mas no caso dela foi a mão mesmo”.

 

“Meu nome é Carla Nobre , eu sou poeta desta terra, e a Fumcult e a prefeitura estão fazendo um escândalo com esta Secretaria de Cultura. Tenho mais de 20 anos de carreira, três livros publicados, prêmios nacionais pelo Ministério da Cultura e pela Funart. Nós queremos respeito. Não teve edital para o aniversário da cidade e nem para o Macapá Verão”, protesta ela no vídeo.

Segundo os artistas e escritores, foi deixado quase um milhão em caixa, pela ex- gestão municipal da cultura, que daria para fazer editais e contemplar artistas e programações tanto no aniversário da cidade quanto no Macapá Verão, que são as maiores festividades do calendário da capital.

Reaparelhamento do MP-AP: gerentes de projetos e Assessoria Técnica alinham com PGJ a execução de convênio federal da Plataforma Mais Brasil

Nesta terça-feira (21), o convênio firmado com recursos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para o reaparelhamento do Ministério Público do Amapá (MP-AP) teve sua execução alinhada com a procuradora-geral de Justiça, Ivana Cei, e a Assessoria Técnica (Asstec). Dois projetos estratégicos da instituição foram contemplados no Convênio nº 010/2020, inserido na Plataforma Mais Brasil, e suas implementações foram discutidas pelos gerentes com suas respectivas equipes técnicas.

O ouvidor do MP-AP, Paulo Celso Ramos, informou sobre o planejamento do projeto “Ouvidoria Itinerante”, enquanto que o promotor de Justiça titular da Promotoria de Defesa da Educação, Roberto Alvares, falou do projeto que gerencia, “Gabinete nas Escolas”, ambos beneficiários com os recursos do MJSP, obtidos por meio de emendas.

parlamentares. Eles participaram da reunião acompanhados das servidoras da Ouvidoria, Beatriz Rabelo e Marinete Rocha, e da pedagoga da PJDE, Danilli Soares.

As servidoras da Asstec, Nalciléia Salomão e Suyane Melo, informaram sobre as etapas executadas e os procedimentos administrativos para a aquisição de um veículo adaptado, a fim de dar suporte às ações do MP-AP, conforme objeto formalizado, especialmente, aos dois projetos estratégicos que visam a aproximação com a comunidade.

“Esta reunião de alinhamento é necessária para darmos andamento à execução do convênio, a fim de cumprir os prazos firmados com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. É resultado da captação de recursos extraorçamentários para o aprimoramento das atividades ministeriais e no apoio às Promotorias de Justiça, na defesa da sociedade. Um trabalho essencial que somente com o orçamento do órgão ministerial não seria possível”, destacou Ivana Cei.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá

Presidente do CNPG e PGJ do MP-AP, Ivana Cei, se reúne virtualmente com dirigentes da Anamatra

A presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG) e procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Ivana Cei, reuniu-se, de forma virtual, nesta terça-feira (21), com o presidente e diretores de Informática e de Assuntos Legislativos da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), juízes Luiz Colussi, Jônatas Andrade e Valter Pugliesi, respectivamente.

Durante o encontro foram debatidos assuntos institucionais de interesse comuns do MP e magistratura nacional.

Os dirigentes da Anamatra pediram o apoio da presidente do CNPG e PGJ do MP-AP para realização de ações integradas em Brasília, em favor da magistratura e do Ministério Público brasileiro.

“Nosso país atravessa momentos difíceis e para seguirmos fazendo nosso trabalho em favor da sociedade, precisamos de um MP forte, bem como, da magistratura forte. Vamos trabalhar uma ampla articulação política e institucional, envolvendo associações e instituições do Ministério Público e Poder Judiciário para reforçar a atuação institucional”, comentou Ivana Cei.

 

Sobre a Anamatra

A Anamatra foi fundada em 28 de setembro de 1976, em São Paulo, durante o Congresso do Instituto Latino Americano de Direito do Trabalho e Previdência Social, quando magistrados decidiram criar uma entidade de âmbito nacional, “com a finalidade de congregar os juízes do trabalho do país em torno de seus objetivos e interesses comuns”.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá

Sudam no Amapá: Governo e prefeituras abordam estratégias para aplicação de recursos de convênios

 

A expertise na captação e gestão de recursos de convênios para um planejamento assertivo e execução eficaz com foco em quem está na ponta, o cidadão, foi o tema de um encontro entre a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e técnicos de secretarias estaduais e municipais. O debate integra a ação itinerante Sudam nos Estados, que acontece no Amapá de 20 a 21 de Setembro.


No encontro, houve a participação de técnicos de pastas ligadas ao planejamento; execuções de obras e; promoção de políticas públicas, principalmente na geração de emprego e renda.

Para a gerente de captação de recursos da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplan), Marillene Nascimento, a oportunidade vai gerar bons resultados aos órgãos que atuam na captação e execução de recursos melhorando as formas de atuação, com investimentos assertivos em áreas estratégicas.

“Esse momento representa a possibilidade de trabalharmos em conjunto para o desenvolvimento do nosso estado. Focar neste diálogo com a Sudam é importante para avançar em políticas públicas”, destacou.

De acordo com diretor de planejamento e articulação de políticas da Sudam, André Azevedo, o Amapá conta com 40 convênios em operação com a Superintendência, que ultrapassam R$48 milhões. Ele destaca a importância de fazer a melhor gestão do recurso, assim atingir da melhor forma quem está na ponta: o cidadão.

“Nosso objetivo é trocar ideias sobre melhores práticas no processo de gestão de convênios, que fazemos com estados e municípios. A proposta é aproximar os técnicos da área para dar mais fluidez para que o convênio atingir o seu objetivo”, disse.

A programação da Sudam nos Estados segue até terça-feira, 21, no Amapá com o objetivo de fortalecer a interlocução da autarquia junto aos entes subnacionais em busca de ações que promovam o desenvolvimento sustentável na Amazônia. Com o fim das atividades locais, o evento vai percorrer outros estados da região.

Polícia Civil indicia servidores municipais por falsificação de documento para o evento “Luau no Bioparque”

A Polícia Civil do Amapá, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (DEMA), concluiu o inquérito policial que apurava supostas irregularidades na realização do evento denominado “Luau do Bioparque” e indiciou sete servidores da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMAM) e do Bioparque da Amazônia pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público, uso de documento falso, falso testemunho e pelos crimes ambientais constantes nos artigos 60, 66, 67 e 69-A, todos da Lei nº9.605/98.

De acordo com a Delegada Lívia Pontes, as investigações iniciaram após a divulgação do referido evento nas redes sociais, em 11 de junho desse ano. O Batalhão Ambiental repassou à DEMA informações preliminares de que o Bioparque da Amazônia não teria autorização ambiental para realizar o “Luau do Bioparque”. A direção do parque apresentou à DEMA uma autorização ambiental, que, no curso do inquérito policial, foi comprovada que era falsa.

Durante as investigações, constatou-se que, na SEMAM, foi montado um processo administrativo de licenciamento ambiental a posteriori, que resultou na expedição da autorização ambiental em data posterior ao evento. Diante dos indícios de falsificação dos documentos apresentados, a Delegada representou pela busca e apreensão na SEMAM, que foi cumprida no dia 19 do mês passado.

“Da análise dos autos, verifica-se que o que começou como uma simples realização de evento sem licença ou autorização do órgão ambiental competente evoluiu para um patamar bem mais grave, culminando no conluio de servidores públicos que, mediante concerto prévio, montaram um procedimento administrativo falso, resultante na expedição de uma autorização ambiental igualmente falsa, de forma que, dentre outros delitos, se sobressai o previsto do art. 288 do Código Penal, isto é, associação criminosa”, destacou a Delegada.

O inquérito policial foi encaminhado ao Ministério Público para oferecimento de denúncia.

A Polícia Civil não divulgou o nome dos servidores.

Composição de Nonato Soledade vence 1º Festival da Canção Macapaense com homenagem a sambista

 

‘Macunaíma’, de autoria de Nonato Soledade e interpretação de Silmara Lobato, arrematou a premiação máxima do 1º Festival da Canção Macapaense (Fescam). A música faturou o troféu de campeã e mais a quantia de R$ 8 mil. A competição aconteceu neste domingo (19) e celebrou o estímulo à produção musical e aos compositores tucujus, valorizando o cenário musical amazônico.

A canção representa uma homenagem ao falecido intérprete da Associação Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, Aguinaldo ‘Macunaíma’ dos Santos, figura ilustre da cultura popular macapaense.

“Eu sou compositor de samba e o meu primo Macunaíma era uma figura ilustre do Boêmios do Laguinho. Fizemos essa música tão bonita em homenagem a ele. Graças a este evento da prefeitura ele ficará eternizado. Estamos ansiosos para a próxima edição presencial do festival”, comentou Nonato.

A música ‘Macunaíma’ rendeu a premiação de Melhor Intérprete à Silmara Lobato, artista renomada no cenário musical amapaense, com 26 anos de carreira. Além do troféu, a artista receberá prêmio em dinheiro.

“Pela primeira vez recebo o reconhecimento como melhor intérprete em todos esses anos de carreira. Batalhei muito por isso. Me arrisco dizer que não sou cantora, mas sim intérprete. A música Macunaíma foi feita com o coração e representa a história de um amigo. É uma emoção ímpar e estou realmente tremendo. O Fescam marcou a minha vida e ficará para sempre”, diz emocionada a artista.

‘Nega Jolie’, de Amadeu Cavalcante e interpretada por Cléverson Baia, ficou em segundo lugar na competição. A canção remete à história da cultura macapaense, falando sobre quilombos.

“Faço canções que falam da nossa terra. As pessoas pensam que os quilombos estão distantes, mas não, ficam bem próximos. A música Nega Jolie fala de uma mulher que esteve no Maruanum, no Curiaú e no Mazagão, demonstrada de forma poética. A canção deseja valorizar as belezas da nossa região. A cultura é para sempre e como sou religioso, digo que é uma dádiva de Deus”, comenta Amadeu.

‘Lanterna Chinesa’, de Nitai Santana, venceu duas categorias: o terceiro lugar e o melhor arranjo. O artista é neto do Mestre Oscar Santos e compõe a nova geração da Música Popular Amapaense (MPA). A música representa um fazer cultural produzido manualmente e que faz parte de uma tradição milenar.

“É uma honra e um privilégio receber duas premiações na minha primeira participação em um festival de música, ao lado de compositores maravilhosos. A música nasceu a partir da letra, inspirada no poeta Aldo Gatinho e foi finalizada durante a pandemia. Lanterna Chinesa tem toda uma contextualização, pois representa uma passagem ritualística, que atrai festividade. Na nossa canção, as lanternas iluminam uma lembrança e um enigma de uma paixão de dois amantes que foram para direções opostas, sendo uma viagem poética’’, explica Nitai.

Melhor Música Popular
‘Um Açaí para Arrematar’, de Lene Balieiro, venceu a categoria Melhor Música Popular, com mais de 17 mil votos durante votação online. A canção narra sobre as várias espécies de peixes populares na região amazônica, que acompanhados de uma bela tigela de açaí, deliciam as comunidades nortistas. Além de troféu, a intérprete ganhou uma premiação em dinheiro.

 

Fotos: Júnior Dantas
Premiação simbólica
O prefeito de Macapá, Dr. Furlan, recebeu também um troféu simbólico em nome da gestão municipal, por ser incentivador da cultura macapaense. O Fescam foi o primeiro festival em âmbito municipal e teve o investimento de aproximadamente R$ 18 mil em premiações para valorização da música amazônica, com recursos oriundos da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), através do programa Macapá Tem Cultura.

Apresentações
O terceiro dia de festival contou com uma Live Show da cantora Patrícia Bastos, além das apresentações das 10 canções finalistas, por ordem de sorteio.

CONFIRA AQUI A 3ª NOITE DO FESCAM

A competição iniciou com a canção ‘Sina (I) dos tempos’, de autoria de Carol e com interpretação de Alber Matos. Seguida de ‘Amazônia, Meu País’ de Cley Lunna; ‘Lanterna Chinesa’, de Nitai Santana; ‘No Pé do Tambor’, de Zaqueu Santos e interpretação de Lene Balieiro; ‘Oração’, do compositor e intérprete João Amorim; ‘Jardineiro Cantor’, de Harinama Sukhi Das;

Os espetáculos musicais seguiram com as apresentações de ‘Nega Jolie’, de autoria de Amadeu Cavalcante e interpretação de Clérveson Baia; ‘Pororoca’, de Sabrina Zahara; ‘Avepoema’, do compositor Aroldo Pedrosa e interpretação de Alber Matos; finalizando com ‘Macunaíma’, de Nonato Soledade e interpretação de Silmara Lobato.

Além disso, as 10 canções finalistas e a música mais popular irão compor um CD produzido pela organização do evento, que será disponibilizado nas plataformas digitais. O 1º Festival da Canção Macapaense tem organização da CIA. Oi Noiz Aki, representada neste festival pelo diretor artístico Cláudio Silva.

Peixe Tucuju: Vigilância em Saúde e secretariado fiscalizam comércio de pescado nas feiras da capital

Neste domingo (19), o prefeito de Macapá, Dr. Furlan, e comitiva do secretariado municipal visitaram feiras da capital em conjunto com a fiscalização da Vigilância em Saúde. As ações fazem parte da campanha Peixe Tucuju Gostoso e Saudável, que busca assegurar a qualidade do pescado comercializado na capital, em virtude da queda na procura devido ao temor pela Síndrome de Haff.

A primeira visita foi na Feira Maluca, localizada no bairro Novo Buritizal, zona sul de Macapá, onde as equipes da Vigilância em Saúde, desde o início da campanha, vêm fiscalizando e orientando os feirantes quanto à qualidade e ao acondicionamento correto do pescado para a comercialização.

Estamos com a Vigilância Sanitária fazendo uma blitz educativa para falar, principalmente, da higiene na forma do tratamento e acondicionamento do pescado, algo que está sendo muito produtivo e satisfatório por saber que da semana passada pra cá já houve um crescimento na venda dos peixes. Com isso, estamos nos certificando que esses peixes estão saudáveis para que a população possa consumir”, explicou Raquel Souza, coordenadora da Vigilância em Saúde.

Em seguida, a comitiva continuou as ações na Feira da 13, onde o chefe do executivo municipal acompanhou os agentes na inspeção da qualidade do pescado.

“Visitamos três importantes feiras hoje. Graças a Deus todos os peixeiros relataram uma retomada das vendas do nosso peixe. É importante dizer que a Vigilância Sanitária do município acompanhou a comitiva, dando transparência à venda do peixe e mostrando que o peixe é saudável e, sobretudo, muito gostoso”, afirma Dr. Furlan.

A terceira feira a receber a comitiva foi a do Novo Horizonte. No local os feirantes já aguardavam ansiosos por fiscalizações, pois acreditam que a ação certifica a qualidade do produto que vai para a mesa do consumidor.

“A fiscalização era uma coisa que já pedíamos antes. A campanha Peixe Tucuju veio para ajudar com uma questão que enfrentamos aqui, pois alguns feirantes comercializam peixe apenas no domingo, não sabemos a qualidade do pescado deles, isso acaba prejudicando quem trabalham durante a semana toda. Esperamos que a campanha ajude nas vendas”, conta o feirante Carlos Eduardo Câmara, de 32 anos.

Comitiva

A participaram das ações os secretários Cássio cruz (Semob), Rafael Martins (Semhou), Raimundo Amanajás (Semam), Jean Patrick (Zeladoria Urbana), Cleudo Trindade (Comel) e José Rigamonte (Iluminação Pública).

Delegado confirma confronto de facções. Tiro matou criança no bairro Marabaixo 4

 

Um criança foi morta em um confronto de facção, na noite deste domingo, 19, no bairro Marabaixo 4. Yalisson de Andrade de Moura tinha 9 anos e foi atingido com um tiro no peito e não resistiu.

O crime aconteceu por volta das 19h30, próximo à travessa Solimões no bairro Marabaixo 4, Zona Oeste de Macapá.

O Delegado Dante Ferreira, da Delegacia de Homicídios, disse que houve um tiroteio entre integrantes de duas facções criminosas, há quase dois quarteirões de onde se encontrava Yalisson. “Foram disparados cerca de 4 a 5 tiros e um deles atingiu a criança que estava em frente de sua casa”, explicou.

A criança chegou a ser levada a UBS do bairro, mas já tinha vindo óbito no local do crime. A Polícia Civil já tem informações sobre os suspeitos envolvidos na morte de Yalisson e segue investigando o caso.

Governo entrega 35,3 mil doses de vacinas para Macapá e Santana continuarem vacinação de adolescentes

 

Neste domingo, 19, o Governo do Estado entregou 35.364 doses de vacinas da Pfizer aos municípios de Macapá e Santana para a continuidade da vacinação do público de 12 a 17 anos. A Prefeitura da capital recebeu 29.064 doses e a de Santana 6.300 doses.

Vacinas chegam à Central Municipal de Imunização, em Macapá.

A Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) emitiu uma Nota Técnica recomendando que todos os municípios continuem a vacinação de pessoas de 12 a 17 anos. A decisão, segundo a nota, é embasada em informações da comunidade científica nacional e internacional. Essa decisão, inclusive, havia sido respaldada em reunião da Comissão Intergestora Bipartite (CIB) com todos os municípios.

A nota demonstra que o Ministério da Saúde não apresentou evidências científicas para a interrupção da vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos, portanto, o Governo do Estado orienta que o processo de vacinação deve ser mantido em todos os municípios, de acordo com o que já foi deliberado em CIB.
De acordo com o Plano Nacional de Imunização, cada prefeitura é responsável pela elaboração do cronograma de vacinação, mas, cabe ao Governo do Estado a orientação e distribuição dos imunizantes.

“Estamos realizando neste domingo a entrega de 35.364 doses da Pfizer que estavam armazenadas em nossa rede de frio. É importante que cada prefeitura avalie a melhor forma de agilizar a vacinação da população. O governo já orientou que todas as cidades continuem a vacinação do público adolescente como já havia sido acordado em CIB”, frisou Dorinaldo Malafaia. superitendente da SVS no Amapá.
A SVS também esclareceu que os demais municípios receberão suas cotas de doses ao longo da semana.

Mais vacinas

Na tarde deste domingo, 19, o Governo do Estado recebeu um novo lote de vacinas da Pfizer. São 35.100 novas doses que vão auxiliar no combate à pandemia de covid. A Pfizer é o único imunizante autorizado para uso em adolescentes.
“As vacinas Pfizer serão muito utilizadas neste momento para atender o público jovem de 12 a 17 anos. Tanto que o governo já orientou os municípios a continuarem a vacinação. Essas vacinas também serão utilizadas para reforço de idosos e imunossuprimidos”, manifestou Dorinaldo Malafaia superitendente da SVS no Amapá.

A caixa de Marabaixo silenciou no Laguinho e no Amapá, mas os tambores rufaram no céu pra dar passagem a Tia Biló. ( Por Clécio Luis)

 

O toque de caixa de Marabaixo silenciou no Laguinho e no Amapá, mas os tambores rufaram e ecoaram no céu nesta madrugada, para dar passagem a Tia Biló, o símbolo da nossa resistência cultural, do nosso marabaixo que nos deixou hoje, aos 96 anos anos. Benedita Guilherma Ramos, faleceu neste sábado, 18.

A história de vida da Tia Biló é daquelas para admirar e inspirar tantas gerações de mulheres e homens que aqui vivem.
Benedita Ramos deixa uma história de luta pela preservação da cultura do Batuque e do Marabaixo.

Durante quase um século ela repassou e demonstrou toda a importância que o Marabaixo tem seja no fortalecimento cultural, no crescimento social, histórico e político para todos nós do Amapá.
Tia Biló, muito Obrigado pelos ensinamentos e por nos repassar o seu amor através do som, da dança, do batuque e da magia de cada Ciclo do Marabaixo que nos encanta e engrandece a cada rodar de saia.

Filha do mestre Julião Ramos, membro da academia de Batuque e Marabaixo, a matriarca da Família Ramos, assumiu a responsabilidade de repassar aos seus filhos, netos e bisnetos todo o amor às raízes e memória das manifestações culturais de nossa terra.

Neste momento de dor, me solidarizo com os familiares e amigos, em especial, a amiga Laura Ramos, neta de Tia Biló.
Que Deus a receba em nova morada. Descanse em paz, grande Tia Biló.

Clécio Luis

Tia Biló: a perseverança para manter viva a memória de Julião Ramos

* Por Marileia Maciel. Jornalista e moradora do bairro do Laguinho 

“Eu tinha mamãe eu tinha, eu tinha meu passarinho, estava preso na gaiola, bateu asas e foi embora…”

Esse ladrão cantado na voz poderosa da Tia Biló chamava o povo de volta pra roda de marabaixo, por mais cansados que estivessem, porque era força e fé que saia dessa mulher, única filha de Julião Ramos que ainda vivia entre nós. Hoje ela se despediu como um passarinho, bateu asas e voou, depois de 96 anos criando filhos, netos e bisnetos, recebendo fieis e marabaixeiros em sua casa, repassando ensinamentos e contando histórias permitidas por sua memória carregada de lembranças e saudades de seus antepassados.

“Pra onde tu vais rapaz? Eu vou fazer minha morada lá pros campos do Laguinho…”

Benedita Gulilherma Ramos nasceu em Macapá, no ano de 1925, e presenciou o nascimento da cidade, brincou no antigo Largo de São João, onde as famílias negras firmaram a Vila de Santa Engrácia, dançavam o marabaixo e professavam a fé na Santíssima Trindade e Divino Espírito Santo. Quando estas famílias saíram do centro de Macapá, carregando a meninada e seus poucos pertences, tocando caixas e entoando ladrões e lamentos e começaram a ocupar onde hoje é Laguinho e Santa Rita, antes Favela, Tia Biló veio junto com o pai e mãe, Januária Simplícia Ramos e os irmãos Martinho, Joaquim, Apolinário e Felícia, iniciar a povoação deste reduto negro.

“…Eu tenho fé em Deus e na sagrada Maria, a quem Deus promete não falta, serei feliz algum dia…”

A família foi se despedindo deste mundo, e ficou tia Biló, com seus descendentes, assumindo a responsabilidade de manter o legado deixado. Ela esteve até ontem entre nós, mantendo as tradições e a fé em torno das coroas, fitas, murtas e mastros, símbolos da resistência, que fazem parte do ambiente místico da casa do mestre Julião Ramos, onde se respira ancestralidade, da frente, onde as rodas de marabaixo acontecem e os mastros são erguidos, passando pela sala, dos santos e coroas, até a cozinha, onde as refeições são preparadas e servidas durante o período do Ciclo do Marabaixo.

O oratório da sala, o radinho no quarto, os lençóis floridos, as saias e calças muito limpas e perfumadas, o panelão do caldo, as garrafas da gengibirra, as caixas coloridas, os mastros e bandeiras, azuis, brancas e vermelhas, as grandes mesas e bancos, compõem o cenário da casa que conta a história do Laguinho e dessa família que está na sexta geração. Foram 6 filhos, 15 netos, 31 bisnetos e Tia Biló ainda conheceu seu tataraneto Gabriel

Como moradora do Laguinho, vizinha de personalidades como a Tia Biló, com quem tenho a satisfação de dividir meus dias ao longo destes quase meio século de vida, sempre freqüentei os lugares que vibram nossa cultura. Curiosa, sentava e sento para ouvir e histórias, muitas viram textos, outras guardo na memória. Foram muitas horas e dias de rodas de marabaixo, anoitecendo e amanhecendo, rezando, acompanhando os rituais no Curiaú ou nas ruas do bairro, registrando, divulgando, e Tia Biló é uma de minhas personagens preferidas, assim como Mestre Pavão, Tia Fé, Naíra, Dona Diquinha, Tia Zefa, e tantos que tive e tenho a oportunidade de contar as histórias vividas com eles, ou ouvidas pelos campos do Laguinho.

Foi um grande prazer conviver, sentar ao lado, rodar a saia com a família, fotografar e ouvir esta preta velha falar e cantar, vê-la desfilando na Boêmios do Laguinho, na missa dos Quilombos, sorrindo com simpatia para as fotos, chegando para cantar os ladrões na aurora da Quinta-feira da Boa Hora. Estas lembranças são como quadros que emoldurei em minha memória, e que hoje, com a despedida de Tia Biló vieram como filme que tive a oportunidade de participar como coadjuvante, para poder contar com detalhes.

“…Já vou-me embora já ergui minha bandeira, já vou-me embora já cumpri minha missão…”

Mariléia Maciel
Fotos: Márcia do Carmo

Aperte o Play. E assista essa versão linda do clássico “Dia Branco”

 

O violonista, cantor e compositor pernambucano Geraldo Azevedo de Amorim e seu parceiro Renato Rocha, na letra de “Dia Branco”, expõem a promessa e a expectativa do amor acarretar desejo, cumplicidade e eternidade. Neste sentido, o título “Dia Branco” é uma proposta de vivência nessa relação amorosa. Esta música foi gravada por Geraldo Azevedo, em 1981, no LP Inclinações Musicais, pela Ariola.

Dia Branco

Se você vier
Pro que der e vier
Comigo…
Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva…
Se a chuva cair

Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar…

Nesse dia branco
Se branco ele for
Esse tanto
Esse canto de amor
Oh! oh! oh…
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo
Se você vier
Pro que der e vier
Comigo…

Eu lhe prometo o sol
Se hoje o sol sair
Ou a chuva…
Se a chuva cair
Se você vier

Até onde a gente chegar
Numa praça
Na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar…

E nesse dia branco
Se branco ele for
Esse canto
Esse tão grande amor
Grande amor…
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo
Comigo, comigo.

Vacinação de adolescentes: Governo do Amapá mantém e prefeitura de Macapá, suspende. Governo federal não se entende

 

Em comunicado, a prefeitura de Macapá informou que está suspensa a vacinação para jovens de 12 a 17 anos, e que vai seguir  as orientações do Ministério da Saúde. Essa decisão gerou muitas críticas contra a PMM nas redes sociais.


Governo

Já o governador do Amapá, Waldez Góes, usou suas redes sociais para informar que o estado continuará vacinando os adolescentes  e que seguirá as orientações da ANVISA.


Suspensão da vacinação

Após suspensão feita pelo Ministério da Saúde da aplicação de doses da vacina contra a COVID-19 em pessoas de 12 a 17 anos, a Sociedade Brasileira de Imunizações criticou a decisão e disse que ‘medida gera receio na população e abre espaço para fake news’.

A maioria dos estados e municípios está mantendo a vacinação de adolescentes, apesar da orientação contrária do Ministério da Saúde.

A nova orientação está sendo criticada por cientistas, lideranças políticas e pela imprensa.

Flávio Dino, governador do Maranhão, no twitter

 

A volta do Jazz na Calçada e os preparativos para o maior evento de música instrumental do Amapá

A volta gradual de eventos culturais em Macapá movimenta produtores, artistas e público, e nas tardes de sábado quem curte música instrumental pode prestigiar o Jazz na Calçada, que transforma um espaço aberto em palco cultural, no centro de Macapá. Finéias Nelluty está a frente desta movimentação que reúne músicos que desafiam os instrumentos com seus talentos e mostram que a afinidade entre eles é a fórmula do sucesso. Estes artistas se juntam no final da tarde, na calçada da casa da família do Professor Tiago, pioneiro no ensino musical no Amapá, e patriarca da família de Finéias. Neste sábado, 18, a convidada é a cantora Ariel Moura.

 

Jazz na Calçada nasceu em 2017, sem ousadias, era mais uma iniciativa para popularizar o jazz e suas variantes, e hoje é um aquecimento para o maior evento de música instrumental, o Amapá Jazz Festival, ápice de todo esse movimento artístico de acordes, sopros e percussão, pequenos ensaios semanais que criam uma atmosfera musical na cidade entre os meses de julho a outubro.

 

Não tem segredo, os músicos afinam os instrumentos na famosa calçada, enquanto o público chega e procura um lugar para sentar e apreciar a apresentação, que inicia ao entardecer e encanta quem passa pela rua e não incomoda os vizinhos, já acostumados com acordes vindos da casa 787, da avenida Clodóvil Coelho, no bairro do Trem. Paulinho Queiroga, Hian Moreira, Vinícius Bastos, Isaque Reis, Juninho Romano, Israel Cardoso, Fabinho Costa e Rogério Alsan, junto com Finéias Nelluty, fazem a recepção para a plateia e músicos convidados ou que chegam para dar uma qualificada e luxuosa canja.

 

A volta do jazz gratuito em espaço aberto é celebrado como uma vitória após meses de reclusão e isolamento. Em 2020, a pandemia da Covid-19 silenciou as ruas e locais de eventos, deixando o público isolado e sem estas e outras importantes vitrines musicais. O Jazz na Calçada calou e o Festival foi realizado online, uma adaptação necessária. Por isso, o retorno de produções responsáveis de entretenimento cultural, chega como uma brisa em pleno calor amazônico.

 

É uma excelente oportunidade para curtir o sábado a tarde em boa companhia, segurança e ouvindo um som de qualidade, e preparar os ouvidos para o Amapá Jazz Festival, que atualmente é o maior evento de música instrumental do Amapá e está no calendário nacional  e internacional  de eventos do estilo. O festival se consagrou pelo modelo popular, ao ar livre, na beira do rio Amazonas e por oferecer para o público um cardápio inquestionável de músicos, convidados brasileiros e estrangeiros de prestígio, que formam com o cenário um palco de cultura e natureza.

 

Os dois eventos são gratuitos. O Jazz na Calçada acontece todo sábado, a partir das 17h, na avenida Clodóvil Coelho, 787, no Trem. O Amapá Jazz Festival será nos dias 22  e 23 de outubro e a programação está em fase de fechamento de atrações.

Equinócio da Primavera 2021 terá programação científica e cultural no Marco Zero

Na próxima quarta-feira, 22, o Governo do Amapá dá início à programação do Equinócio da Primavera 2021. O evento – que marca a chegada da primavera no hemisfério sul – será totalmente transmitido pelas redes sociais da Secretaria de Estado de Turismo (Setur) e terá visitações guiadas ao monumento Marco Zero do Equador, na zona sul de Macapá, durante todo o dia.

Quem visitar o monumento deverá usar máscara e manter o distanciamento social.

O número de visitantes será limitado devido à pandemia de covid-19. Todos os presentes devem usar máscara e manter o uso de álcool em gel.

Quem visitar o ponto turístico receberá explicações sobre o fenômeno. Na programação, haverá experimentos científicos e observação da movimentação e inclinação da Terra em relação ao Sol. Um dos convidados é o professor Carlos Santos, da Universidade de São Paulo (USP), que vai fazer o 1º Experimento de Eratóstenes, demonstrando que a Terra não é plana.

Uma live das 10h às 14h vai apresentar a evolução da sombra no obeslico e, pela parte da tarde, haverá programações culturais musicais com bandas locais, grupo Kazumba Akelê e também do DJ 008.

Equinócio

As estações são determinadas pelo movimento de translação da Terra. Enquanto a rotação é o movimento em torno de seu próprio eixo, a translação é a volta que ela dá ao redor do Sol. Durante o período do fenômeno, o dia fica com a mesma duração da noite (12 horas cada).
O Equinócio acostuma atrair turistas ao Amapá. Com a reabertura gradual das atividades turísticas, a intenção é retomar a promoção do Monumento Marco Zero do Equador consolidado do Amapá, para geração de emprego e renda no setor de turismo.

Chef Flora Dias fará aula show no festival gastronômico ‘ENCHEFS RJ 2021’

O festival ENCHEFS RJ 2021, que acontece nos dias 23, 24 e 25 de setembro, contará com a participação de 25 chefs de cozinha de 17 Estados e terá várias atrações, além do concurso gastronômico principal, que selecionará três chefs para concorrer ao Prêmio Nacional Dólmã, considerado o Oscar da gastronomia brasileira.

A Chef Flora Dias vai representar o Amapá com o prato “Pescada Amarela ao Perfume e Frutos Energéticos da Floresta”. Os participantes do evento terão acesso á diversas aulas show, com receitas apresentadas por ‘Chefs- Embaixadores’ e convidados, além de palestras e mesas-redondas que abordarão temas importantes e atuais.

O ENCHEF RJ 2021 é coordenado pelo Chef Pedro Alex, chef executivo da Presidência da República e vencedor do prêmio em 2019.

Sobre a Chef Floraci Pacheco Dias, mais conhecida como Flora, administra há 25 anos um restaurante que leva o seu nome, o “Flora Restaurante”, que nasceu da necessidade de sustendo da família e se transformou em um dos melhores e mais prestigiados restaurante do Amapá.

Recomendado pelo Guia Quatro Rodas desde 2010 e premiado pelo Guia Garfo de Ouro nos anos de 2016/17/18/19/20, recebeu o “Diploma Empresa padrão do Milênio”, selecionado pelo “25 melhores do Brasil” como um dos cinco melhores restaurantes da região norte, entre outras honrarias e consagrações. Atualmente, a Chef Flora é proprietária do “Flora Bistrô”  situado em uma área urbana da cidade e “Flora Restaurante”, que fica às margens do Igarapé da Fortaleza, no limite dos municípios de Macapá e Santana, e é cercado pela vegetação nativa, onde ela criou uma horta totalmente orgânica e um jardim com diversas variedades de plantas e flores, que é uma das suas paixões, além da gastronomia.

“O Amapá que Empreende” mostra hoje o resultado de sucesso dos laboratórios Medclin

 

Três jovens empreendedores amapaenses Alexandre Silva, Alex Diego Silva e Alfredo Silveira iniciaram um sonho de sucesso que vai completar 10 anos, no próximo dia 17 de Setembro: os Laboratórios Medclin. Uma empresa especializada em diagnóstico laboratorial, reconhecida por instituições locais pela qualidade de seus serviços prestados com atendimento totalmente humanizado proporcionado à população Amapaense.

Alex Diego Silva, Alexandre Silva e Alfredo Silveira são os três jovens empreendedores que comandam os laboratórios Medclin.

A  Medclin começou pequena em 2011, coletando um hemograma por dia, com dois funcionários, mas agora já tem cinco unidades próprias, a sexta está sendo implantada na região sul do estado, em Laranjal do Jari e o número de colaboradores hoje que ajudam a Medclin  a crescer saíram de apenas dois para mais de 60.  A história deles começou na faculdade, quando eles cursaram o curso de Biomedicina, e então resolveram investir na área da saúde no estado.

O lema dos três jovens empreendedores é empreender com qualidade, mas sempre valorizando o empreendedorismo ao lado social do negócio.

 

História da Medclin

Em 2017, os laboratórios assinaram um grande contrato com um hospital particular, no entanto com os pagamentos em atraso, as portas da MedClin quase fecham, mas eles não desistiram e continuaram arriscando. Em 2018, eles deram uma reviravolta e conseguiram assinar contratos com vários planos de saúde o que estabilizou  o caixa da empresa.

Já em 2020, com  chegada  da pandemia, a MedClin avançou e quando nenhum laboratório oferecia testes rápidos e sorologia, eles apostaram e começaram a fazer, as coletas iniciavam às 8h e encerravam às 23h.

 

Uma empresa social

Desde o início, as taxas de coleta de exames feitos em casa não são cobradas, e se a pessoa puder pode doar um quilo de alimento que é opcional, eles são doados para instituições beneficentes.

Outra forma: os três empreendedores sempre prezam trabalhar com o melhor, oferecendo um preço justo à população. Todas pessoas que fazem exames nos laboratórios ganham um kit lanche  e também recebem uma moeda para pegar o café na máquina, tudo gratuito.

Nova estrutura

 

Com os dois novos equipamentos ‘Vitros 5600’ adquiridos que só MedClin tem no estado, eles passaram a fazer 90% dos exames de rotina  em Macapá, um exame que demorava cerca de cinco dias para chegar o resultado quando mandado para fora, passou a demandar menos tempo, otimizando o trabalho de todos.

Novo Momento

Alexandre Silva, Alex Silva e Alfredo definem o atual momento com uma palavra: Superação! Sempre inovando e levando o melhor aos clientes, resultado do sucesso garantido construído ao longo desses 10 anos, por esses três jovens que nunca deixaram de investir nos seus sonhos.

Novidades

Outra inovação da MedClin, é o  Espaço Kids que está sendo criado, mas essa novidade única exclusiva, é assunto para um próximo post do Portal. Aguardem!

 

Onde encontrar os laboratórios MedClin?

 

Centro, Marabaixo, Muca, Infraero II e Zerão. E logo mais a sexta unidade, no Jari!

E também nas redes sociais no instragam: https://instagram.com/medclinlab?utm_medium=copy_link

 

Polícia prende homem suspeito de matar criança na ponte do Ambrósio

 

O homem suspeito de matar a pequena, Ana Júlia, de 5 anos com um tiro na cabeça, em umas das pontes na Baixada do Ambrósio, em Santana, foi preso nesta quinta-feira, 16, pela Polícia Civil. O suspeito é Flavio Ferreira Deodoro, e segundo a polícia ele já responde por outros crimes, como latrocínio, roubo e tráfico de drogas. Ele foi levado para Unidade de Polícia Comunitária (UPC), onde funciona a 1ª DP de Santana.

O delegado plantonista da !ª DP de Santana,  Pedro Vergara, disse que a morte de Ana Júlia é resultado da guerra de duas facções rivais. O crime revoltou o amapaense e repercutiu bastante nas redes sociais. Ana Júlia foi morta quando voltava para casa com um lanche na mão. No momento não havia nenhum confronto de facção.

Novo Trapiche Eliezer Levy terá 4 pontos de contemplação para o rio Amazonas

O novo Trapiche Eliezer Levy foi projetado com o objetivo de valorizar um dos pontos turísticos mais conhecidos da capital. A nova arquitetura do local foi inspirada nos baluartes da Fortaleza de São José, que além de embelezar, vão proporcionar uma contemplação do majestoso rio Amazonas em quatro pontos diferentes.A obra será de reforma de toda estrutura de base já existente, e a ampliação contará com deck para eventos regionais de economia criativa, iluminação de led, píer para atracação de pequenas embarcações e revitalização do restaurante.

Projeto arquitetônico foi aprovado pelo Ministério da Defesa e agora segue para processo licitatório. A previsão é que a ordem de serviço para início da obra seja dada ainda em 2021. A obra vai ser executada pela Semob e custará pouco mais de R$ 4,3 milhões.

O projeto foi criado pela equipe da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura Urbana (Semob), que ganhará uma cobertura vazada, que será instalada no deck e irá permitir um espaço moderno e confortável para quem for visitar o local. A intenção busca incentivar o turismo e o empreendedorismo na capital.
“Nós fizemos uma ampliação que é uma homenagem à nossa história e estamos ressignificando o local trazendo a economia criativa para ser inserida. Será um espaço livre para feiras, eventos culturais, essa é a nossa meta com essa obra ”, disse o subsecretário de Obras, Ivy Vasconcelos.


Obra

A previsão é que a ordem de serviço para início da obra seja dada ainda em 2021. A obra vai ser executada pela Semob e custará pouco mais de R$ 4,3 milhões. Os recursos foram enviados pelo senador Davi Alcolumbre. O projeto já foi aprovado pelo Ministério da Defesa e agora segue para instrução do processo licitatório.


Concessão

O ponto turístico agora é de responsabilidade da Prefeitura de Macapá. A concessão foi concedida à prefeitura no dia 27 de julho deste ano, com a autorização para o uso do espaço por 20 anos. A partir da assinatura do Termo de Cessão de Uso de Imóvel, o local passará a compor o projeto Orla Viva, que busca a revitalização e transformação da orla de Macapá

Amapá Garden Shopping promove oficina de ‘Vivência Teatral’

Em comemoração ao Dia do Teatro, o Amapá Garden Shopping promove de 15 a 19 de setembro a oficina ‘Vivência Teatral’, com Marina Beckman, diretora, produtora, atriz, e gestora da Cia Supernova. A Inscrição é um quilo de alimento não perecível e reservas através do número (96) 99121-5973.

A oficina, acontecerá das 18h às 21h, no espaço do Galeria Garden com atividades de concentração, improvisação, fisicalidade, postura e técnicas vocais. A programação culminará com a apresentação do trabalho de experimentações dos participantes da oficina. As vagas são limitadas e destinadas a pessoas a partir dos 15 anos.