“É morar na ilharga do Rio Amazonas e trocar de hemisfério toda vez que for pra fazendinha!” Bruna Cereja

“É rodopiar ao som místico de uma Caixa de Marabaixo, degustando doses transcendentais de gengibirra”. Gil Barbosa
“É sentir saudades do carurú e tacacá (sem goma, por favor, e ela respondia que não existia tacacá sem goma!!!!!) da finada Bebé”. Anna Rosa
“É conhecer a música do Zé Miguel. É poder comer camarão assado no Orlando. É ser filho do Alcy. É desfilar pelo PIRATÃO, torcer pelo Ypiranga, ouvir sermão do Pe Cláudio, lembrar do Pe Jorge Basile, apreciar a Via Sacra do Padre Fúlvio na Igreja de Fátima…”. Alcione Cavalcante
“É Provar o queijo do Amapá e nem se interessar pelo de Minas!” Mennahem
“É estar longe e ao ouvir uma musica da terra como eu, chorar de saudade, como por exemplo, a do Zé Miguel que tem um refrão que fala: Vou voltar de qualquer jeito se preciso á pé quem sabe na carona de um caminhão, quem sabe de avião nem que seja na asa eu vou voltar pra casa”. Marclivânia
“É num dia de domingo ensolarado, tomar açaí (do grosso…), comendo tucunaré recheado e assado no forno, ouvindo o CD do Zé Miguel e apreciando a praia de Boa Viagem da varanda do seu apartamento! Em Recife? Sim, porque mesmo estando longe não consigo esquecer as coisas boas de ser macapaense por adoção”.Wanduhy Lima
“É virar amapaense de coração. Vir pra passar 5 anos e estar há 20. E menos Carioca e mais Amapaense” D. Garcia.
“É assistir ao Amazonas de maré alta parir a lua de cara cheia enquanto a gente enche a da gente num papo molhado com os amigos”. Ewaldy Motta

“É poder tomar um banho de igarapé nos finais de semana para aliviar o stress do dia a dia. É poder saborear uma maniçoba, dançar marabaixo e tomar gengibirra”. Ivan Serrão.

