Deputada Marcivânia estica a corda

Ontem no twitter, a deputada Marcivânia reclamou por que faltou energia em Santana, sábado, na hora em que aconteceria um ato de festejo a sua posse como deputada. Reclamou e insinuou.

Veja o que ela escreveu:

@marcivania1312

“Muito estranho o que acaba de acontecer em Santana…

Nossa militância havia marcado um ato comemorativo de nossa posse em Brasília como Deputada Federal, na praça civica de Santana…

pois, pasmem… faltou energia (coincidentemente), no exato horário (período) do ato e no trecho que envolve a praça cívica…

ou seja, entre 17 h e 19:30 h…visto que apos a 19:30 h ocorre a missa de sa’bado…

Não serei leviana em fazer acusaçoes sem provas aqui… mas quero comunicar publicamente, que vou cobrar explicações da autoridades…

afinal de contas (e ainda coincidentemente), a energia retornou após as 19:30 h… Via de consequencia e em respeito aos fiéis católicos…

adiamos o ato, mas não deixaremos de fazê-lo… o fato só animou ainda mais a militância… VAMOS SEGUIR EM FRENTE.!

Nosso ato não visava agredir e nem acusar ninguém, só gostaríamos mesmo é de comemorar uma VITÓRIA DO POVO!”

Cea

O presidente da CEA, José Ramalho, informou ao blog que não soube da falta de energia nesse perímetro em Santana e que no domingo faltou energia na sua casa. Ele esclarece que as faltas de energia são decorrentes dos anos sem investimento na rede elétrica do estado. “Mas garanto que vamos ajeitar, por enquanto vamos ter que conviver com o esse desagradável problema”, disse o presidente.

José Ramalho estranhou a reação de Marcivânia e a insinuação. Os responsáveis pelo escritório da CEA em Santana ainda são os indicados pelo PT.

Bloco A Banda. 45 anos

08.02.1966 – Alice Gorda (Maria Alice Guedes de Azevedo), juntamente com Amujacy Alencar, Darciman, Abdallah Houat e Coaracy Barbosa, fundam um bloco carnavalesco denominado A Banda, nome inspirado na música de Chico Buarque de Holanda, vencedora de um dos festivais de música da TV Record.( Arquivo do Historiador Edgar Rodrigues)

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Quem já fez “mizura” na Banda?Conta aí!

GOVERNADOR EMPOSSA SECRETÁRIOS E GESTORES

Com a definição de sua equipe de trabalho, Camilo Capiberibe começa a etapa seguinte de sua administração com o planejamento de governo para os próximos anos

O governador do Estado, Camilo Capiberibe, empossou nesta segunda-feira, 7, secretários e gestores que faltavam para completar o primeiro escalão de sua administração. Ao todo, dezoito profissionais tomaram posse, sendo que alguns não tinham sido nomeados por impedimentos legais, como os ex-deputados Joel Banha, Ruy Smith e Janete Capiberibe. O governador pediu aos novos secretários que retribuíssem com trabalho a confiança que foi dada pelo povo.

Segundo Camilo Capiberibe, com a definição de sua equipe de trabalho, começa a etapa seguinte de sua administração, que é o planejamento de governo para os próximos anos. “Comprometemo-nos em mudar o Estado e a mudança começa a partir de agora. Não vamos esperar um ano, mas é preciso ter consciência de que não tem como fazer tudo dentro do prazo que se pretende em função das dívidas e da situação de falência do Estado”, esclareceu o governador. Ele afirmou ainda que a sociedade irá participar, discutindo prioridades, do Plano Plurianual Participativo.

Transparência
O governador aproveitou para anunciar que nesta quarta-feira, 9, estará disponível na internet o Portal da Transparência. Assegurou que os técnicos do Prodap estão trabalhando um modelo mais acessível para a população. “A partir de agora, as contas de 2004 a 2011 podem ser fiscalizadas e o Portal será uma ferramenta de apoio ao governo, sociedade e imprensa. Os serviços serão mais transparentes e com a certeza de que o dinheiro público será gasto com responsabilidade”, disse o governador.

Ele pediu ainda aos secretários que não prolonguem o prazo dado de transição emergencial. “Herdamos um governo com políticas em andamento e alguns contratos foram renovados para que os serviços não parassem, mas quero o esforço de todos para que no prazo de três meses a licitação seja utilizada para a contratação de todos os serviços”, finalizou o governador.

Relação dos gestores que tomaram posse:
– Chefe da Casa Civil: Kelson de Freitas Vaz;
– Secretaria da Infra-Estrutura (Seinf): Joel Banha;
– Secretaria da Saúde (Sesa): Evandro Gama;
– Secretaria de Transportes (Setrap): Sérgio Roberto La-Roque;
– Secretaria Extraordinária em Brasília (SEGB): Janete Maria Góes Capiberibe;
– Secretaria de Esporte e Lazer (Sedel): José Luiz Amaral Pingarilho;
– Secretaria de Povos Indígenas (Sepin): Coaracy Maciel Gabriel;
– Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa): Ruy Guilherme Smith Neves;
– Universidade do Estado do Amapá (Ueap): Maria Lúcia Teixeira Borges;
– Junta Comercial do Amapá (Jucap): Jean Alex de Souza Nunes;
– Fundação da Criança e do Adolescente (Fcria): Dinete Regina Pantoja;
– Fundação Tumucumaque: Jadson Luiz Rabelo;
– Agência de Desenvolvimento do Amapá (Adap): Ivana Maria Antunes Moreira;
– Escola de Administração Pública (EAP): Maria Izabel de Albuquerque Cambraia;
– Instituto de Pesos e Medidas (Ipem): Aline Paranhos Varonil Gurgel;
– Laboratório de Saúde Pública (Lacen): Fernando Antônio de Medeiros;
– Instituto de Administração Penitenciária (Iapen): Nixon Kenedy Monteiro;
– Rádio Difusora de Macapá (RDM): Juliana Alves Coutinho Alexópulos.

Mariléia Maciel
Assessora de Comunicação

Nota do Blog

Deputada Janete Capiberibe foi a mais aplaudida na cerimônia de posse coletiva.

Ex-deputados e engenheiros, Joel Banha e Ruy Smith, que já foram executivos de Gestão Pública, voltam animados para atuar novamente a frente de setores da infra-estrutura do estado.

Engenheiro Sérgio La Rocque, um quadro do PT na região Amazônica, depois de dirigir a Cosampa, no estado do Pará, assume a responsabilidade da gestão da secretaria de Transportes do Amapá.

Formada a Lista Tríplice para escolha do novo Procurador-Geral de Justiça

O documento foi entregue ao governador Camilo Capiberibe no mesmo dia da eleição.

A lista tríplice com os nomes dos três candidatos mais votados ao cargo de Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Amapá já está definida. Na lista estão a promotora de Justiça Ivana Lucia Franco Cei, com 41 votos, o promotor de Justiça Iaci Pelaes dos Reis, com 37 votos, e o procurador de Justiça Márcio Augusto Alves, com 31 votos. Setenta e cinco membros, entre procuradores e promotores de Justiça, votaram na manhã do dia 07, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça.

A lista com os nomes dos candidatos mais votados foi entregue ao governador do Estado Camilo Capiberibe, pela presidente da Comissão Eleitoral, procuradora de Justiça Maria do Socorro Milhomem e pelos três  candidatos. O governador terá 15 dias para nomear o novo chefe ministerial para o biênio 2011/2013.

SERVIÇO:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá

Secretários. Pluguem-se!

Olha o que o governador Camilo Capiberibe disse ontem no twitter:

@Camilo40

“Não sei se os Secretários vão gostar, mas o fato é que eu não posso estar acessível sozinho no Twitter. Todo mundo tem que estar também!”

Tá certo o governador que valoriza a comunicação direta com a população, mas não dá conta de responder sozinho perguntas sobre todos os setores do governo.

Então autoridades. Bora fazer seus twitters? Consultoria aqui.

Ela ama Macapá

Querida Alice Caxias, que todos os anos, faz a doação do delicioso bolo de aniversário de Macapá, para a festa da Confraria Tucuju.

Alice é dona da padaria que, pra mim, faz o melhor pão da cidade: Esquina da Leopoldo Machado com padre Júlio.

Foto: Chico Terra
Foto: Chico Terra

O blog vale a pena

Amanha, esta que vos escreve, recebe da Câmara de Vereadores de Macapá o título honorífico de Mérito da Comunicação, Projeto de Lei do vereador Clécio Luis.

De Clécio recebi uma carta com o seguinte texto:

“Assim, é com muito orgulho que aprovamos na Câmara Municipal de Macapá, o projeto de Lei que concede o título Honorífico de Mérito da Comunicação como reconhecimento de sua contribuição e empenho na construção de uma cidade mais humana”…..

Obrigada Vereador

Vereador Clécio: neste aniversário, Macapá já conta com Lei do Patrimônio Cultural

No aniversário que marca os 253 anos de Macapá, a Lei 1.831/2010 que trata do Estatuto da Proteção do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, de autoria do vereador Clécio Luis (PSOL), já está em vigor o estatuto que preserva a nossa história levou cinco anos para aprovação e seis meses para ser sancionada. “O projeto foi construído com muito carinho e a mais profunda convicção de que proteger nossa cultura e nossa identidade gera desenvolvimento em todos os aspectos, inclusive de uma sociedade mais feliz e com maior auto-estima. Estou muito orgulhoso com a lei, principalmente, porque a lei foi construída por muitas mãos”, diz Clécio.

O objetivo desta lei é reconhecer e proteger como patrimônio todos os elementos que definem a identidade cultural de nosso povo, como práticas, representações, expressões, conhecimentos, técnicas, instrumentos, objetos, artefatos, lugares e inclusive pessoas que as comunidades e os indivíduos reconhecem como parte integrante de nossa cultura, impedindo, através da aplicação da lei, que bens materiais e imateriais de valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental sejam destruídos, descaracterizados ou simplesmente esquecidos.

São exemplos de patrimônios imateriais: músicas, cantigas, festas populares, danças, rituais religiosos, moda, costumes, culinárias, tradições, lendas, contos e demais expressões artísticas de Macapá e cuja a preservação seja de interesse público. São exemplos de patrimônios matérias: fotografias, acervos de livros, mobiliários, obras de artes, edifícios, ruas, praças, florestas, prédios entre outros.

A preservação da memória histórica de um povo se dá pela manifestação e apropriação dos seus símbolos, resistindo e avançando, para que a identidade cultural se fortaleça. O vereador Clécio acredita que a partir de agora, se criará um ritual jurídico administrativo que respaldará a proteção dos bens materiais e imateriais, não só através dos registros e tombamentos, mas também dos planos de salvaguarda, previstos no estatuto.

Assessoria de Comunicação

Vereador Clécio Luis

Carla Ferreira

QUANDO EU MORRI

Uma crônica de Rubem Bemerguy

Era a última quarta-feira do ano e chovia muito.  Eu suava e mantinha uma permanente sensação de palidez. Também senti que o ar me era escasso e ofeguei muitas vezes. Nas vezes anteriores, em que o ar também faltou, eu me socorria dos cisnes brancos.  Como eles, eu abria minhas asas e desfiava o vento pouco a pouco até erguer-me o suficiente para atravessar a privação de viver sem ar. Não era um exercício simples, mas ter aprendido com os Cisnes foi decisivo para minha sobrevivência até a última quarta-feira do ano.

Ai, próximo às cinco horas da tarde, eu sentei em uma cadeira de balanço disposta no pátio descoberto da casa. Ali, já não mais tive forças para voltar a abrir minhas asas. Então, confiei na agitada atmosfera que acompanhava a chuva que me marinava justamente para compensar a falta que o ar fazia. Não lembro tudo. Mas Levemente eu perdia a autoridade sobre meu corpo que se inclinava para o lado esquerdo e uma dor lancinante se derramou em meu peito. Fui ao chão, em morte tardia, como há muito pressentido.

O tempo imprevisto adivinhou a morte e, aflito, demorou águas em meu corpo. O vento, já desnecessário, soprava um hálito viril em minha boca como se ainda possível guincha-me a vida. Um transitório clarão de relâmpago às vezes iluminava meu maxilar inferior caído e os olhos arregalados, como desejassem alguém que, por indulgência, os fechasse, desassustando a morte. Desejo foi algo sempre presente em minha vida, agora morta, designadamente o desejo de morrer.

Essa não foi a primeira vez em que morri. Aliás, tive muitas mortes. Algumas atrozes, difíceis de lembrar. Em todas, entretanto, eu estava amando e é por isso que sempre receei não morrer mais. Morri em segredo. No escuro do quarto. Rés a solidão. No sábado que foi. No domingo que vem. No sopro do rio que morreu no mar, eu morri. Tantas foram as vezes em que morri que por aqui pouco se ouviu falar de dor. Morri a morte que dura. Faz feliz a criatura e, às vezes, imortaliza o amor.

Mas agora era diferente. Eu estava diante de minha última morte. Não haveria outra, como dantes. Assim, mesmo não sendo um iniciante em morte, tive a oportunidade de senti-la mais profunda e definitivamente. Ela, sem cerimônia, vestiu-me de noivo. Deixou que suas tranças incolores deitassem em meu colo e pôs-se a ciciar em meus ouvidos palavras que acasalam. Recém nascidos, ziguezagueamos em fina lã até tecermos um idioma famélico de corpo e gozo. Lembro também de quase gemidos assíduos e um turvo leite gravitando em gotas e em bocas.

Aprendi muito com a morte. Aprendi, por exemplo, que existem pelo menos duas coisas que não se pode deixar de fazer depois de morrer. Uma, é passar em revista a cidade, inspecioná-la, acariciá-la nos extremos, inconfidenciar todos os traços da vida. A outra é secar as lágrimas e as corizas dos rios. Tristeza não é a consequência lógica da morte. Pelo menos da minha morte. A morte que morri estimula a vida, às vezes surda, noutras ouvida. A morte e a poesia andam tão perto, bem dizer prosa e verso. Vida. Foi assim, quando eu morri.

Sarney e Randolfe

Da jornalista Eliane Catanhede, na Folha de São Paulo

José Sarney, 80 anos de idade, 56 de Parlamento, é do Maranhão, mas é do PMDB do Amapá. É o mais longevo senador da República.

Randolfe Rodrigues, 38, primeiro mandato, acaba de ser eleito pelo PSOL do mesmo Amapá que elege Sarney. É o mais jovem senador da República.

A vitória de Sarney para seu quarto mandato como presidente do Senado era já considerada líquida e certa, inclusive repetindo o mesmo ritual de sempre: enfáticas negativas durante meses, aquiescência às vésperas, votação tranquila. Mas houve uma novidade, sim, da eleição de terça-feira, primeiro de fevereiro de 2011.

Essa novidade se chama Randolfe, que se lançou candidato ao Senado em cima da hora, pegou o microfone na sessão exigindo o direito à palavra, ocupou o microfone com uma voz peculiar, mas firme e sem tropeços, e fez um discurso muito político e elegante. Não acusou nem meteu o dedo na cara do decano, mas lembrou a necessidade de renovação e de ética na política.

No final, Sarney foi igualmente político e elegante, trocando um abraço de companheiro com o jovem e audacioso adversário – no Amapá e em Brasília.

Sarney teve 70 votos, Randolfe ficou com 8 e houve duas abstenções e um nulo. Eleito, o velho oligarca fez um discurso emocionado, com voz embargada, em que chegou a chorar. Lembrou seu início na Banda de Música da UDN, a guerra contra Getúlio e Juscelino, o esforço pela redemocratização em 1985 e a legalização dos partidos clandestinos no seu governo-que-o-destino-quis (1985-1989/1990).

Só não deu uma palavra sobre o ‘seu’ Maranhão, onde ele e sua família mandam há 5 décadas e que ostenta os mais vergonhosos índices do país, seja no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), seja no aprendizado de matemática e de português (e Sarney é imortal da Academia Brasileira de Letras!).

Enquanto Sarney era confrontado por Randolfe, sua filha, Roseana Sarney, sofria sua primeira derrota no governo do Maranhão: o pai foi eleito presidente do Senado, mas a filha não conseguiu eleger seu candidato à presidência da Assembleia Legislativa do Estado. Foi derrotada justamente por um deputado do seu próprio partido, Arnaldo Melo, do PMDB.

Sarney discursou no Senado em tom de despedida e dizendo que assume a presidência como “um sacrifício”. Randolfe falou em tom de futuro, de esperança. Espera-se que, daqui a 50 anos, o Amapá não seja o que o Maranhão é hoje.

Açaí ou Juçara

Por Marco Chagas. Doutor em Gestão Ambiental

Não acompanho a “sarneymania” (mania de falar mal do Sarney) e acredito no seu talento para as letras. Saraminda é uma obra deliciosa e recomendo sua leitura em especial para os amapaenses. Também considero que Sarney deve ser um excelente chefe de família, pois mantém um casamento duradouro e sua esposa aparenta simpatia e discrição.

Trabalhei com Zequinha Sarney no Ministério do Meio Ambiente e na minha modesta opinião foi o melhor ministro que já passou pelo MMA, inclusive com muito mais capacidade de gestão do que a Marina Silva. Para quem não lembra, Zequinha fortaleceu a Secretaria de Coordenação da Amazônia e Marina a extinguiu.

Mas, recentemente o Amapá foi desprezado por Sarney ao indicar um conterrâneo para o Ministério do Turismo, inviabilizando a possível nomeação de uma amapaense para a pasta. Sarney fez sua opção e perdeu uma grande oportunidade de melhorar sua imagem não somente no Amapá, mas diante de todos aqueles que nos ironizam quando citam que os amapaenses garantiram sua aposentadoria como senador da república, coisa que a sua própria terra negou.

Não tenho estatísticas dos recursos que Sarney disponibilizou para o Amapá ao longo desses 20 anos de mandato e até acredito que foram volumosos, mas confesso que tenho muita dificuldade em avaliar os resultados.

Como Sarney é um estadista e vive de sacrifícios pela nação, seria grandioso vê-lo neste último mandato auto-declarado depurar-se dos pecados capitais e dedicar-se mais ao sofrido Amapá.

Gonçalves Dias, poeta também conterrâneo de Sarney, exaltou a terra pátria por meio da Canção do Exílio declamando que “minha terra tem palmeiras”, mas não disse se era açaí ou juçara.

Minha Homenagem

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Hoje, quando toma posse o novo parlamento brasileiro, minha homenagem é pra Capi e Janete.

Que com muito amor e companheirismo, dedicam-se à luta democrática e à inclusão social e política do povo brasileiro, especialmente da Amazônia e do Amapá. E que, por uma velha e asquerosa armação, hoje estão impedidos de assumir os mandatos delegados a eles pela população do Amapá, que os elegeu.

Mas sempre, travando mais uma árdua luta de tantas que já travaram, com integridade e cabeça erguida.

Janete será a representante do Governo do Amapá em Brasília

Governador Camilo anunciou que a representante do Governo do Amapá em Brasília será a deputada eleita Janete Capiberibe.

Janete conhece o caminho das pedras, é uma liderança política respeitada nos gabinetes de Brasília, e tem uma imensa energia e disposição para o trabalho.

Foto: Daniel de Andrade…http://saitica.blogspot.com

Começando “Dicunforça”

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Randolfe Rodrigues toma posse como senador hoje, e já encara novo e grande desafio: Disputa a presidência do senado pelo PSOL com o poderoso Zé Sarney.

Ontem, Randolfe, que é senador mais jovem, chamou atenção do Brasil e concedeu entrevista coletiva à imprensa nacional. E está recebendo apoio de honrados senadores.

Capi, senador eleito, reuniu ontem a noite com Randolfe em Brasília, articulando votos da bancada do PSB.

Deus É More

Foto: Manuela Pinheiro. http://clickassessoria.blogspot.com