Coluna Café com Notícia

Por Ana Girlene

O recado é para todos nós

 

Mas exatamente o quê desejam hoje os milhares de brasileiros que tomam as ruas Brasil afora? É tanta coisa que seria impossível descrever em poucas linhas. Mas, a gente se arrisca e numa frase tenta traduzir: Um país melhor.

 

Sabe aquela sensação boa que você sente quando está satisfeito com algo? É exatamente isso que estou sentindo no momento. Uma felicidade de fazer parte disso tudo, de também poder soltar o meu grito livremente e dizer: Quero sim um país melhor.

 

Sinto que subimos um degrau na escala da cidadania. E, ao subir esse degrau, parece que o povo criou coragem de dizer aos Três Poderes: Não estamos satisfeitos. Mudem! Melhorem! E façam isso agora.

 

Melhor ainda é sentir que no Amapá as coisas também estão mudando. Foi possível ver, com alegria, um universo de pessoas, sempre distantes de debates, aderindo ao movimento.

 

Essa horizontalidade de sentimento e atitude de protesto resultou na maior passeata que já presenciei. Por outro lado, revelou uma faceta violenta, vinda de um pequeno grupo, idêntico ao que acontece em todo o Brasil. Mas, talvez seja melhor concentrar o nosso olhar sobre o lado bom desse momento, considerado histórico.

 

O recado precisa ser ouvido por todos. Nós da imprensa também estamos sendo questionados. As redes sociais mostraram, definitivamente, o seu poder. Ignorar o fato de que o povo brasileiro pede, entre tantas outras coisas, uma nova forma de fazer jornalismo no nosso país, pode nos impedir de crescermos juntos.

 

O desgaste também tem seu lado positivo. Afinal, todo processo de mudança acontece quando as críticas chegam. É necessário seguir inovando com criatividade e interatividade cada vez maior com o seu público, que se revela a cada dia mais crítico e conectado. No entanto, não basta apenas receber as críticas, é preciso dar voz, democraticamente, aos mais diversos atores sociais.

 

No campo da comunicação oficial, um recado mais claro ainda: Quando o povo ganha as ruas, a velha mídia, pautada única e exclusivamente pelo discurso oficial, ajuda muito pouco. Em casos mais extremos, só piora o que já estava muito ruim.

 

Uma nova política de comunicação social também precisa ser pensada e para nós, trabalhadores da área, talvez seja uma ótima hora de lutarmos por mais respeito e liberdade de imprensa. A verba pública não pode mais servir aos interesses do poder.

Manifestaçao-

GEA quer garantir desenvolvimento regional para compensar impactos da hidrelétrica de Caldeirão

O Governo do Estado do Amapá (GEA) quer garantir um amplo quadro de desenvolvimento, com ações estruturantes, para compensar as comunidades atingidas pelos impactos causados a partir da instalação da Usina Hidrelétrica (UHE) Cachoeira Caldeirão, que será construída no rio Araguari.

“O governo enxerga este empreendimento como uma oportunidade para viabilizar ações estruturantes que possam garantir o desenvolvimento regional para as populações que sentirão os impactos ambientais e sociais que sempre ocorrem por ocasião da instalação de um projeto deste porte”, foi o que enfatizou o governador do Amapá, Camilo Capiberibe, durante reunião realizada neste sábado, 22, no Palácio do Setentrião, com diretores da EDP Energias do Brasil, empresa do Grupo Energias de Portugal, vencedora da concessão da UHE de Caldeirão.

Durante o encontro, o vice-presidente de geração da EDP do Brasil, Luiz Otávio de Assis, entregou ao governador um parecer técnico em resposta à análise prévia do Executivo com relação às condicionantes para obtenção das licenças necessárias ao início das obras da hidrelétrica.

Até a próxima quarta-feira, 26, o Grupo de Trabalho (GT) formado pelo governador deverá concluir as propostas de um plano de desenvolvimento regional para as comunidades que serão afetadas pelos impactos da instalação da UHE. A mais robusta das proposições é que a empresa construa um Hospital Regional, sediado em Porto Grande e que deverá ter capacidade para atender as demandas dos outros municípios do centro-oeste amapaense (Ferreira Gomes, Pedra Branca e Serra do Navio).

“Nós sabemos que só vamos poder operar a usina quando o Estado disser que podemos. Por isso é de total interesse da empresa dialogar com o governo e cumprir o que a lei determina. Estamos trabalhando para cumprir os prazos porque sabemos que as condições climáticas anuais são determinantes para as obras”, disse o vice-presidente de geração da EDP do Brasil.

Ainda de acordo com o chefe do Executivo, além da Saúde, o plano de compensações também prevê ações para as áreas da Educação, Agricultura, Pesca e Floresta, entre outras. “Sabemos que a hidrelétrica vai exportar energia elétrica, e assim, contribuir para o desenvolvimento do país, e do Amapá também, já que ainda podemos comprar trinta por cento do que vai ser gerado por ela. Mas, a nossa outra linha de atuação é lançar mão de todas as salvaguardas que a lei nos permitir para garantir o futuro das populações, não só com geração de emprego e renda, que o empreendimento vai proporcionar, mas também com as outras compensações em função dos impactos”, avaliou Camilo Capiberibe.

A UHE Cachoeira Caldeirão

Projetada para gerar 219 megawatts de energia, a UHE Cachoeira Caldeirão tem previsão de iniciar a geração de energia para 2014. A EDP do Brasil pretende investir no projeto, nos próximos três anos, R$ 1,1 bilhão, do qual 16% serão em 2013; 43% em 2014; 35% em 2015 e 6% em 2016. O início da comercialização de energia da central está previsto para janeiro de 2017, e o prazo do contrato é de 30 anos.

A hidrelétrica faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para aumentar a capacidade de geração no Brasil. A UHE Cachoeira Caldeirão será ligada à rede nacional através da Subestação Ferreira Gomes, com uma linha de transmissão de 230 KV com cerca de 10 km de comprimento.

Elder de Abreu/Secom

NOTA OFICIAL DO MOVIMENTO ATO PLURAL PELA MELHORIA NOS TRANSPORTES PÚBLICOS NO AMAPÁ

NA QUARTA-FEIRA, AS 19 DE JUNHO, O AMAPÁ VIVEU UM DIA HISTÓRICO. APROXIMADAMENTE 20.000 PESSOAS FORAM AS RUAS ROMPER UM ESTIGMA DE QUE O AMAPAENSE É APATICO POLITICAMENTE. PROVAMOS O CONTRÁRIO: O AMAPÁ ACORDOU.

O ATO COMEÇOU AS 16 HORAS E TERMINOU AS 18:30. FOI UMA BELÍSSIMA ATUAÇÃO DO POVO AMAPAENSE DE FORMA PLURAL, APARTIDÁRIA, TODOS JUNTOS PELA MESMA CAUSA: UM BRASIL E UM AMAPÁ MELHOR.

RESSALTAMOS QUE O ATO FOI PACÍFICO DO INÍCIO AO FIM COM A PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS, PAIS, MÃES, IDOSOS E TODOS OS SEGMENTOS DA SOCIEDADE.

TUDO O QUE, PORVENTURA, ACONTECEU APÓS O TÉRMINO DO ATO FORAM AÇÕES DE GRUPOS ISOLADOS, 100 PESSOAS, SEGUNDO A POLÍCIA MILITAR. PEDIMOS A POPULAÇÃO QUE VEJA QUE ATOS EXAGERADOS FORAM FEITOS POR UM NÚMERO ÍNFIMO, DE MANEIRA ISOLADA. MINORIA QUE, VALE RESSALTAR, FEZ-SE PRESENTE NÃO APENAS EM MACAPÁ, MAS EM SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, NITERÓI E TANTOS OUTROS.

A POLÍCIA MILITAR TEVE UMA POSTURA CIDADÃ E PACÍFICA ATÉ O FINAL DO ATO, AS 18:30, DANDO SEGURANÇA A TODOS OS PARTICIPANTES. ELES, COMO CIDADÃOS, ENTENDEM A IMPORTÂNCIA DO ATO, POIS SÃO USUÁRIOS DOS MESMOS SERVIÇOS PÚBLICOS QUE A POPULAÇÃO. QUAISQUER ATOS EXAGERADOS DE VIOLÊNCIA DEVERÃO SER APURADOS PELA PRÓPRIA PM.

PEDIMOS TAMBÉM À IMPRENSA QUE FORTALEÇA A CIDADANIA AMAPAENSE DANDO VISIBILIDADE AOS PONTOS POSITIVOS, À PARTICIPAÇÃO DAS FAMÍLIAS E À POSTURA DA POPULAÇÃO EM GERAL.

NOS PRÓXIMOS DIAS LEVAREMOS ÀS AUTORIDADES AS REIVINDICAÇÕES QUE A POPULAÇÃO LEVOU PARA QUE O MOVIMENTO NÃO PARE E PARA QUE A POPULAÇÃO TENHA RESULTADOS.

AS PAUTAS QUE SERÃO LEVADAS

PAUTAS À PREFEITURA:

  1. REDUÇÃO E CONGELAMENTO DA TARIFA MUNICIPAL, NO MÍNIMO ATÉ O FINAL DE 2014.

  2. ESTRUTURA BÁSICA (BANHEIROS, COPAS, ÁGUA E OUTROS SERVIÇOS) NOS TERMINAIS DE FINAL DE LINHA.

  3. FISCALIZAÇÃO DA CATRACA.

  4. FISCALIZAÇÃO PARA O CUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO DO ESTATUTO DO IDOSO E DO BENEFÍCIO DA MEIA PASSAGEM PARA ESTUDANTES E DO BENEFÍCIO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS.

  5. AMPLIAÇÃO DO BILHETE ÚNICO PARA TODAS AS LINHAS.

  6. PRAZO DE ATÉ O FIM DO ANO DE 2013 PARA QUE A PREFEITURA REALIZE UM EVENTO AMPLO COM TODA A POPULAÇÃO PARA DEBATER O PASSE-LIVRE, COM A PRESENÇA DA SOCIEDADE, TÉCNICOS E PODER PÚBLICO.

  7. QUE A PREFEITURA SE COMPROMETA EM FIRMAR UMA AGENDA POSITIVA COM TODAS AS CATEGORIAS DO TRANSPORTE PÚBLICO PARA OUVIR SUAS DEMANDAS.

PAUTAS AO GOVERNO:

  1. REDUÇÃO E CONGELAMENTO DA TARIFA INTERMUNICIPAL

  2. PAVIMENTAÇÃO IMEDIATA DAS ESTRADAS ESTADUAIS

  3. FISCALIZAÇÃO PARA O CUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO DO ESTATUTO DO IDOSO E DO BENEFÍCIO DA MEIA PASSAGEM PARA ESTUDANTES E O BENEFICIO DOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS.

  4. QUE O GOVERNO SE COMPROMETA EM FIRMAR UMA AGENDA POSITIVA COM TODAS AS CATEGORIAS DO TRANSPORTE PÚBLICO PARA OUVIR SUAS DEMANDAS.

  5. PRAZO DE ATÉ O FIM DO ANO DE 2013 PARA QUE O GOVERNO REALIZE UM EVENTO AMPLO COM TODA A POPULAÇÃO PARA DEBATER O PASSE-LIVRE, COM A PRESENÇA DA SOCIEDADE, TÉCNICOS E PODER PÚBLICO.

Em Macapá, prefeito recebe manifestantes e discute melhorias para transporte público da capital

Prefeito de Macapá, Clécio Luís, recebeu nesta quinta-feira, 20, cerca de 50 manifestantes do “Ato Plural para melhoria dos Transportes Públicos no Amapá”, para dialogar sobre as demandas do Movimento Social. O Processo revolucionário é mais uma garantia do empoderamento dos direitos humanos. É a primeira vez na história um gestor municipal abre diálogo com o Movimento Social, estipulando prazos e soluções para as demandas pautadas.

Entre os integrantes, representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), Grêmio Estudantil do Instituto Federal do Amapá (Ifap), estudantes da rede pública de ensino, da Universidade Estadual do Amapá, Universidade Federal do Amapá, Coletivo Palafita.

Para o militante Edinaldo Batista, a atitude do prefeito representa o fortalecimento da cidadania amapaense. Ele agradeceu a possibilidade de diálogo com o movimento e parabenizou o ato legítimo, que traduz a democracia popular, lamentando os episódios isolados de vandalismo.

A pauta apresentada pelo Movimento Ato Plural engloba sete pontos prioritários:

01   – Redução e Congelamento da Tarifa Municipal, no mínimo até o final de 2014. Item acordado com a Prefeitura, com base na possibilidade de que a redução seja estudada após levantamento da planilha de fiscalização, tendo como primeiro passo a apresentação de Projeto de Lei de Redução Tarifária, com prazo para apresentação estipulado para a segunda quinzena de setembro.

02   – Estrutura Básica (banheiros, copas, água e outros serviços) nos terminais de final de linha. Item o qual a Prefeitura assumiu responsabilidade de negociar com o Setap e rodoviários, com apoio da fiscalização da CTMac.

03   – Fiscalização da catraca. A diretora Presidente da Companhia de Trânsito e Transportes de Macapá (CTMac), Cristina Baddini, sinalizou que a ação pode ser imediata, com apoio de uma comissão do Movimento, conjugada com a equipe de fiscalização da CTMac. A data prevista para o início da fiscalização foi marcada para o dia 08 de julho.

04   – Fiscalização para o cumprimento da legislação do estatuto do idoso e beneficio da meia passagem para estudantes, e do benefício para pessoas com deficiência. Neste item o prefeito sinalizou que a fiscalização conjunta pode iniciar na próxima segunda, envolvendo fiscais da CTMac e comissão do Movimento Social.

05   – Ampliação do bilhete único para todas as linhas. O item reivindicado será inserido no debate do novo modelo dos terminais de integração, que está sendo montando pela Prefeitura de Macapá.

06   – Prazo até o fim do ano de 2013 para que a Prefeitura realize um evento amplo com toda a população para debater o passe livre, com a presença da sociedade, técnicos e poder público. Prefeito Clécio Luís acordou com o Movimento que, no dia 21 de setembro, será realizada uma Conferência voltada para Juventude, que englobe todos os temas de interesse da categoria.

07   – Que a Prefeitura se comprometa em firmar uma agenda positiva com todas as categorias do transporte público para ouvir suas demandas. Item esclarecido pelo prefeito, que tem pautado sua administração no diálogo, exemplo claro é a mesa de negociação salarial entre Setap e Sincotrap mediada pela Prefeitura de Macapá.

Ao final das discussões o militante do Movimento Social, Otto Ramos, ressaltou a importância do interesse da Prefeitura em solucionar as demandas e assumiu a responsabilidade de integrar o Movimento na resolução dos itens pautados.  “O novo é o que a gente está disposto a cumprir juntos. E não vamos apenas cobrar, mas também cumprir a nossa parte”, afirmou Otto Ramos.

O novo é agora

 

Prefeito Clécio Luís, em conversa clara com o Movimento, explicou para os estudantes que as políticas de investimentos no setor de transportes estão apenas começando.

“Foram entregues à população 20 novos ônibus, e até o final de 2013 entregaremos mais 100 ônibus novos. Além disso, estamos trabalhando para implantarmos o terminal de integração, que permitirá agilidade e economia para população”, destacou Clécio Luís.

A comissão do Movimento Social estará em contato constante com a diretora Presidente da Companhia de Trânsito e Transportes de Macapá (CTMac), Cristina Baddini, no acompanhamento das demandas acordadas.

 

Pref.Clecio recebe manifestantes foto MARCIA DO CARMO-1

Pref.Clecio recebe manifestantes2 foto MARCIA DO CARMO

Lílian Guimarães – Assessora de Comunicação PMM.

Fotos: Márcia do Carmo

 

A manifestação de ontem em Macapá

Macapá engrossou os protestos que acontecem no Brasil inteiro, na tarde dessa quarta-feira.

Caminhada linda em todo o percurso.

Muitos jovens. Protestos de vários tipos. Gente de todas as idades.

A avenida Fab foi tomada por aqueles que protestavam contra o preço do açaí, por transportes públicos, saúde, educação, internet, contra a corrupção e etc…Valia protestar contra tudo.

A manifestação era livre. Sem pautas fechadas e sem donos.

Desceu a Candido Mendes. Sem alteração. Subiu pela Padre Júlio. Dobrou a Leopoldo Machado. Parou e fez repúdio em frente a Assembléia Legislativa. Pegou a Fab novamente. Gritou palavras de ordem em frente à PMM e voltou à Praça da Bandeira.

Ao final da manifestação, num completo desrespeito à sociedade que se fez presente e aos jovens que com suas inquientações foram legitimamente externar seus protestos, vândalos (sim, são vândalos) que foram à manifestação com esse objetivo, com camisas cobrindo o rosto e mochilas cheias de bombas e pedras,  começaram a jogar bombas nos policiais e no palácio do governo, a apedrejar o palácio e a tentar invadir.

A PM reagiu duramente. O BOPE foi chamado e daí foram muitas bombas de efeito moral, tiros com balas de borracha, spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo.

O centro da cidade virou praça de guerra.

Os loucos saíram apedrejando a PMM, TCE, Secretarias do Centro Cívico, Jucap e outros. Viraram carros, quebraram empresas, apedrejaram ônibus.

Policiais foram feridos, e alguns dos aproveitadores presos.

Já por volta das 22 horas, o major Huelton Medeiros informou ao blog que tinham dois carros virados, uma policial ferida, a ótica Diniz apedrejada, 1 ônibus apedrejado, um semáforo quebrado, além de orgãos públicos depedrados. O major Huelton informou ainda que manifestantes atiraram com armas de fogo nos policiais e nos mostrou mostrou uma bomba cheia de pregos, que a PM recolheu.

Aconteceu em Macapá, do mesmo jeito que está acontecendo no Brasil.

Hora do “movimento” dar direção, comandar, ter estratégia operacional para afastar os vândalos, ou perderá o apoio da sociedade, que está no clima do #Vemprarua, ainda.

Cobertura completa da manifestação no blog da jornalista Alcinéa Cavalcante http://www.alcinea.com

 

Prefeito Clécio Luís apoia manifesto popular e repudia atos de violência em Macapá

“Manifestação legítima e histórica no Amapá. Venho de lutas sociais, forjei minha conduta nas ruas em defesa de melhorias. Gostaria de ter estado lá”. Assim define o prefeito Clécio Luís sobre a manifestação popular ocorrida na tarde desta quarta-feira, 19, em Macapá, Amapá, que levou milhares de pessoas às ruas em voz de protesto.

Ativista em muitos episódios de protestos sociais ao longo de sua vida, Clécio Luís lamenta, não aceita e manifesta sua indignação em relação ao desvio de foco sofrido ao final da manifestação, que perdeu o controle, registrando ações de vandalismos de grupos isolados, que incitaram à violência e ocasionaram a depredação de lojas, órgãos públicos, agressão a manifestantes e policiais. “Não consigo entender a motivação para tais atos protagonizados, é bom ressaltar, por grupos isolados. Os rastros deixados vão ficar marcados e de certo modo enfraquecem o movimento que se propõem pacífico”.

Pouco antes da passagem da multidão em frente ao prédio da PMM, o prefeito reuniu-se com a brigada da Guarda Municipal, que resguarda o patrimônio público, e pediu ao grupamento que realizasse suas funções com respeito à democracia, assegurando a integridade das pessoas e do patrimônio público. “Como venho dessa base popular, sempre inserido e à frente das discussões que tratam de melhorias para a sociedade, reuni com a guarda para que fosse garantido ao manifesto o exercício da cidadania, da democracia e que fosse resguardada a integridade dos participantes e da estrutura predial do bem público”, diz o prefeito.

O poder de mobilização pelas redes sociais na internet mostrou sua força e a democracia foi soberana. Porém, em Macapá, o cenário é diferente, ao contrário de cidades que aumentaram a tarifa de ônibus, aqui, a rejeição ao aumento já é decisão política clara antes mesmo das manifestações ganharem as ruas do Brasil, divulgada e reafirmada desde o início da atual gestão. A firme decisão do prefeito Clécio Luís se baseia em pautas concretas. Para ele, é necessário se discutir a melhoria do sistema como um todo.

Ascom – PMM

Do G1

Clima fica tenso em manifestação e Bope é acionado para conter protesto

Tumulto começou em frente ao Palácio do Governo, no centro da capital
Polícia Militar estima mais de 20 mil manifestantes.

Do G1 AP

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Policiais cercam manifestantes em Macapá (Foto: Gabriel Penha/G1)Policiais militares cercam manifestantes em Macapá (Foto: Gabriel Penha/G1)

Após caminhar pacificamente pelas principais vias da capital na tarde desta quarta-feira (19), os manifestantes que protestam contra o aumento da passagem de ônibus entraram em confronto com a polícia em Macapá. O clima segue tenso.

Manifestantes jogaram pedras nos prédios do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e na Prefeitura de Macapá. O prédio da Junta Comercial do Amapá (Jucap) foi invadido por volta das 20 horas.

Um oficial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e uma policial feminina foram feridos com pedradas na cabeça. Manifestantes quebraram dois ônibus e uma viatura da polícia.

Manifestantes ateiam fogo em pedaços de madeira (Foto: Gabriel Penha/G1)Manifestantes ateiam fogo em pedaços de
madeira em Macapá (Foto: Gabriel Penha/G1)

Nas ruas liberadas pela polícia, manifestantes colocaram fogo em madeiras e armam fogueiras no meio da rua, fazendo barricadas e impedindo o trânsito. Um grupo arrombou o portão da Prefeitura Municipal de Macapá.

A confusão tomou conta da rua em frente ao Palácio do Governo. A polícia isolou o local, e os manifestantes entraram em confronto com a PM. Bombas de gás lacrimogênio, spray de pimenta e tiros de borracha foram disparados pelo Bope.

Manifestantes seguem jogando pedras, paus e objetos metálicos na polícia. Desespero e gritaria tomam conta da região central da cidade.

A Polícia Militar estima público de mais de 20 mil pessoas.

Policial atira contra manifestantes no centro de Macapá (Foto: Gabriel Penha/G1)Policial atira contra manifestantes no centro de Macapá (Foto: Gabriel Penha/G1)
Policiais formam barreira para se defender de manifestantes  (Foto: Gabriel Penha/G1)Policiais formam barreira para se defender de manifestantes em Macapá (Foto: Gabriel Penha/G1)
Manifestantes em confronto com o Bope, no Centro de Macapá (Foto: Gabriel Penha/G1)Manifestantes em confronto com o Bope, no Centro de Macapá (Foto: Gabriel Penha/G1)

 

 

Sem trios

Organizadores da manifestação que acontece hoje em Macapá informam que não haverá, e nem serão permitidos, trios elétricos e outros carros de som, no ato público.

A medida é para evitar financiamentos de grupos e  que tentem se apropriar de microfones e pautas do movimento.

Vem pra rua por que a rua é a maior arquibancada do Brasil

Macapá se une hoje aos protestos que acontecem pelo Brasil.

A manifestação será a partir das 16 horas, na Praça da Bandeira.

Segundo os organizadores locais, o ato será plural, pacífico e apartidário e terá como pautas principais a melhoria do transporte público, defesa da saúde e educação e luta contra a PEC 37. A manifestação é livre e cada um pode levar sua pauta.

O movimento popular informa que não são bem-vindos os que queiram desvirtuar ou tirar proveito da manifestação, os baderneiros, e nem os envolvidos com corrupção.

“A manifestação é pacífica e acima de tudo ética”, informam.

A mobilização dos jovens através das redes sociais é realmente impressionante

Nota do Diretório Estadual do PSOL

O Diretório Estadual do PSOL, reunido no último dia 14 de junho, após amplo debate e de uma aprofundada análise de conjuntura do Amapá, dirigentes e filiados presentes na reunião, decidiram por unanimidade, que para as eleições de 2014, o PSOL apresentará uma alternativa socialista, com um programa Democrático e Popular, que atenda aos anseios da população amapaense, na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Esta alternativa se dará através de candidaturas a Deputado Federal e Estadual, mas também e principalmente através de uma candidatura ao Governo do Amapá, na perspectiva de solucionar os principais problemas do estado. Caberá ao partido a tarefa de fazer o bom combate em 2014, mas é ao povo do Amapá que caberá a decisão de eleger seu próximo governador, e que este seja comprometido com a luta do povo.

Macapá-AP, 14 de Junho de 2013

Djalma do Espirito Santo

Presidente

Repiquetes

Com a colaboração de Mariléa Maciel

Mulheres

Após o conturbado fim do casamento, a deputada Roseli Matos entrou de cabeça na luta para garantir direitos e a segurança física e psicológica das mulheres. Ela conseguiu transformar a Rede de Atendimento à Mulher (RAM) em Lei, por unanimidade na ALAP. A partir de agora, os órgãos que compõem a Rede terão funções e responsabilidades definidas para melhor atuarem com a mulher vítima de violência sexual ou doméstica. A deputada falou no Café com Notícia de segunda-feira, que sentiu na pele esta carência quando precisou de ajuda. “Eu ainda encontrei apoio de amigos e familiares, mas me coloco no lugar de dezenas de mulheres que sofrem todo dia e não têm a quem recorrer para pedir auxílio jurídico e psicológico para se livrar do opressor”.

Velho problema sendo resolvido

Um antigo problema começou a ser resolvido esta semana. A PMM está trabalhando para elevar o nível da avenida Raimundo Álvares da Costa entre Hildemar Maia e Manoel Eudóxio Pereira, onde os moradores há anos sofrem com o alagamento. O trecho é próximo a um canal natural que foi ocupado irregularmente há mais de 30 anos, quando começou a ser aterrado e a passagem de águas pluviais foi obstruída.  A obra é emergencial e, além da elevação, será feita a limpeza de todo o canal reduzindo as dificuldades constantes dos moradores e de quem usa a via.

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Processo seletivo na PMM

A PMM publicou o edital do Processo Seletivo Simplificado para contratação de 760 profissionais para cargos do ensino fundamental, médio e superior. O Edital I oferece 523 vagas para médico, veterinário, enfermeiro, farmacêutico, nutricionista, psicólogo, terapeuta ocupacional, assistente social, pedagogo, biólogo, técnico em nutrição, técnico em enfermagem, técnico em administração, operador de caixa, programador de microcomputador, atendente de farmácia, motorista, auxiliar de almoxarifado, técnico agrícola, arte-educador, agente de transporte marítimo, laboratorista e técnico em  radiologia. O Edital II tem 237 vagas para medico, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista, assistente social, odontólogo, fonoaudiólogo, psicólogo, técnico em saúde bucal, educador físico, técnico em enfermagem e agente social. Estes irão compor as equipes dos programas federais ESF, NASF, SAD, Consultório de Rua e Academia ao Ar Livre. Edital e ficha de inscrição no www.macapa.ap.gov.br

TRE

O Tribunal Regional Eleitoral (TER) continua fazendo a revisão biométrica obrigatória para os eleitores de Macapá e Santana, a partir da próxima eleição. Para fazer o recadastramento é necessário levar  documento oficial com foto, comprovante de residência e título de eleitor. Em Macapá foram disponibilizados a sede do TRE, das 8:00 às 14:00, e órgãos como INSS, Receita Federal, Secretaria de Estado da Educação e unidades do Super Fácil. Em Santana o eleitor pode procurar o Cartório Eleitoral e o Super  Fácil do município.

Senador e artistas da amazônia debatem ampliação do acesso à Lei Rouanet

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL/AP) e artistas e produtores culturais da Amazônia discutiram meios de ampliar a participação dos estados da Região Norte na Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet (Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991). Dados do Ministério da Cultura, dão conta que 80% dos incentivos são destinados ao patrocínio de eventos culturais nas regiões Sul e Sudeste do país. O encontro ocorreu nesta segunda-feira (17) no Hotel Regente, com a participação do deputado estadual Edmilson Rodrigues (PSOL) e da vereadora de Belém, Marinor Brito (PSOL).

 

As cantoras Gaby Amarantos e Lia Sofia e o poeta amazonense Thiago Mello, estavam entre os artistas presentes ao encontro. Randolfe apontou que, notadamente, grande parte dos recursos da Lei Rouanet beneficiam os estados do Rio de Janeiro e São Paulo em detrimento dos demais entes federativos. Ele também informou que a ministra da Cultura, Marta Suplicy, reconhece o problema e está disposta a resolvê-lo, tendo manifestado a intenção de reunir com a classe artística da Amazônia.

Os participantes do encontro decidiram que será elaborada uma carta em favor da cultura e do desenvolvimento da Amazônia. O debate terá uma nova rodada, no segundo semestre de 2013 em Macapá, quando deverá ser realizado o Fórum de Cultura na Amazônia para o qual a ministra será convidada. As sugestões de alteração na Lei Rouanet serão enviadas ao senador Randolfe. Enquanto outros parlamentares serão sensibilizados a defender a distribuição mais equânime dos investimentos na cultura para Amazônia.

Também participaram do evento, os músicos do Pará, Pinduca, Paulo André Barata, Lucinnha Bastos, Júnior Soares do Arraial do Pavulagem, o teatrólogo Nazareno Tourinho e os produtores culturais Priscilla Brasil e Paulo Trindade. Do Amapá, vieram os músicos Enrico Du Miceli e Joãozinho Gomes e a produtora Patrícia Bastos. O presidente da Fundação Tancredo Neves (Centur), o também músico Nilson Chaves; a presidente da  Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa), Adelaide Oliveira; o gestor da Lei Semear, Marcos Quinan; e o representante regional do Minc, Délcio Cruz, também participaram do evento.

Texto: Enize Vidigal

 

 

#Vem Pra Rua

Não vou analisar os acontecimentos de ontem, porque toda a mídia nacional, jornalistas e cientistas políticos estão a fazer. A pauta difusa deixa governos e partidos políticos atônitos.

A nota destoante foi a violência em que se transformou o protesto no Rio de Janeiro, na noite de ontem e madrugada de hoje.

A música de O Rappa, jingle da Fiat(que vai tirar a campanha do ar), virou hino nacional da rapaziada, que segue em frente e segura o rojão.

Vem Pra Rua (Jingle Fiat)

O Rappa

Vem, vamo pra rua
Pode vim que a festa é sua
Que o brasil vai tá gigante
Grande como nunca se viu

Vem, vamo com a gente
Vem torcer bola pra frente
Sai de carro, vem pra rua
Pra maior arquibancada do Brasil

(Refrão)
É eooh, Vem pra rua,
porque a rua é a maior arquibancada do Brasil
OOH, Vem pra rua,
porque a rua é a maior arquibancada do Brasil

1-Brasilia-FSP-289272-970x600-1Fotos: Folha de São Paulo

 

#Vem Pra Rua Amapá

E o Amapá também entrando na vibe nacional do protesto.

Manifestação está sendo marcada, para quarta-feira, 19, 16 horas, na Praça da Bandeira.

Governador Camilo no blog

Em longa conversa com o blog, o governador Camilo Capiberibe falou sobre vários assuntos. A conversa não começou como entrevista. Mas foi pontuada por temas importantes, que aproveito pra compartilhar aqui.

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Camilo se diz, e demonstra, estar otimista com o futuro do Amapá e com ações de seu governo.

CEA – “Começar a pagar a dívida da CEA, foi como tirar um peso das minhas costas e das costas do Amapá. Isso era um entrave para o desenvolvimento do estado.  O Amapá não era respeitado em alguns órgãos do governo federal, como o Ministério das Minas e Energia, por causa dessa situação. Viveremos um novo tempo nessas relações”.

Servidores Públicos – “ Em 2,5 anos de governo, demos posse a mais de 4 mil funcionários públicos concursados, entre civis e militares. Isso melhora os serviços prestados à sociedade. A diminuição nas ocorrências de homicídios, registrada pelo DataSus, é reflexo dessa política. São mais policiais nas ruas, defendendo a população”.

Economia – “Peguei a era do PIBinho do Brasil. E mesmo assim o Amapá é o estado que mais cresce em geração de emprego formais. São os investimentos que fazemos, em obras e serviços, e o dinheiro circulando no próprio estado. Como comparação, lembramos que meu antecessor, no cargo, pegou o período de crescimento econômico no Brasil”.

Economia Verde – “Temos um programa de Economia Verde, que já apresentamos nos EUA e na Itália e que foram muito bem aceitos nesses países. Já lançamos o PROTAF – de apoio à produção de farinha. O ProPesca de apoio ao setor pesqueiro. O ProAgroindustria. E Agora o Proextrativismo, que vai apoiar as cadeias produtivas do açaí, da castanha, da madeira e do cipó-titica. Esses programas contemplam o desenvolvimento das cadeias produtivas com financiamentos e apoio técnico. Também estamos trabalhando uma linha para reconhecimento e pagamento dos  serviços ambientais”.

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Cooperação internacional – “Nos EUA, apresentamos nossos projetos ao BID, que ficou impressionado e quer investir no desenvolvimento do Amapá. Na Itália estivemos com a comissão de Relações Exteriores do parlamento. Conseguimos uma cooperação com o prefeito de Sorrento, na área de turismo. É uma cidade que vive exclusivamente do Turismo. Também conseguimos uma cooperação com a Cooperativa Italiana de Agricultura, que vai nos auxiliar no melhor aproveitamento de áreas ociosas dos nossos agricultores.

Saúde – “Estamos investindo e priorizando a reestruturaçao da Saúde do Amapá. São várias e grandes obras. Ampliação do Hcal, do PAI, do Hospital do Jari, e a construção de uma unidade na Zona Norte, entre outras obras. E vamos investir nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da Prefeitura de Macapá. Só estou esperando o prefeito Clécio me entregar os projetos. Vou investir porque a estruturação das unidades básicas é importante para um melhor atendimento nas unidades do estado”.

Relação com a PMM – “Confio no prefeito Clécio, como gestor. Eu e ele temos problemas emergenciais da população para resolver. Vou ajudar a Prefeitura de Macapá e manter uma boa relação e parcerias institucionais com a PMM”.

Estou feliz e otimista com o momento que estamos vivendo no Amapá.

 

Banda Larga pode demorar ainda mais

MPF/AP recomenda paralisação imediata das obras de implantação de cabos de fibra ótica

O Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP) recomendou à Telemar Norte Leste S.A., pertencente ao Grupo Oi, que paralise, imediatamente, as obras de construção da infraestrutura da Rede Telefônica de Transmissão de Dados através de cabo de fibra ótica. Segundo apurou o MPF/AP, a empresa não tem licenciamento do Ibama para a atividade. A recomendação foi emitida nesta segunda-feira, 17 de junho.

De acordo com a Lei Complementar nº 140/2011, compete exclusivamente ao Ibama emitir licença ambiental para “empreendimentos e atividades localizados ou desenvolvidos conjuntamente no Brasil e em países de fronteira” e em terras indígenas, como é o caso. A rede de transmissão passa por dentro da Terra Indígena Uaçá,  localizada em Oiapoque, a cerca de 600 quilômetros de Macapá, e possui interligação com a Guiana Francesa, país que faz fronteira com o Brasil.

O MPF/AP orienta a Telemar Norte Leste S.A. que solicite o regular licenciamento ambiental junto ao Ibama. Antes disso, porém, deve providenciar o Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) para avaliar possíveis danos socioambientais, inclusive em relação a comunidades indígenas diretamente afetadas.

Em 2010, o Ibama autorizou a supressão vegetal somente para as obras de implantação da rodovia federal BR-156, não para as atividades referentes à rede de transmissão. Por outro lado, a Secretaria de Estado de Transportes do Amapá (Setrap) autorizou, ilegalmente, que a empresa realize supressão vegetal na faixa de domínio – base física sobre a qual se assenta uma rodovia – da BR-156, em 70 metros de largura, entre o Km 577 e o Km 743.

Com base no conceito adotado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte, faixa de domínio não pode ser utilizada para construir rede de transmissão. Além disso, como somente o Ibama pode licenciar a obra, a portaria da Setrap é considerada inválida.

Anulação de licença – A Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amapá (Sema) e o Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial (Imap) devem anular a licença de instalação emitida em 2011, pois os órgãos não possuem atribuição legal para expedir licença ambiental para este tipo de empreendimento.

O MPF/AP orienta o Ibama a fiscalizar a empresa Telemar Norte Leste S.A. e Setrap, Sema e Imap – órgãos envolvidos nas irregularidades. O Ibama deve apurar os danos ambientais e a flagrante violação das normas que regulam a divisão de atribuições em matéria de licenciamento ambiental.

Se descumprida a recomendação, o MPF/AP vai propor medidas judiciais cabíveis.

Assessoria de Comunicação Social
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