Coletiva: Governador eleito Clécio Luis concede entrevista e faz novos anúncios

O governador eleito do Amapá, Clécio Luis, concedeu entrevista coletiva à imprensa na manhã desta terça-feira, 22, juntamente com o vice-governador eleito, Teles Jr, e os coordenadores da transição, Rodolfo Vale e Marcelo Roza.

Além de comunicar sobre a nova fase dos trabalhos das equipes de transição, Clécio fez outros anúncios importantes como a criação de um Conselho Politico formado pelos partidos que compuseram a aliança que o levou a vitória.

O governador eleito também informou que sua posse ocorrerá na virada do ano, para que ele possa participar da posse do presidente Lula. O vice, Teles Jr assume o governo até o dia 02.01.

No dia 02, Clécio entra nos hospitais e vai instalar um gabinete no Hospital de Emergencia.

Sobre o secretariado, Clécio anunciará no final do mês de dezembro. Vai privilegiar escolhas com perfil técnico, mas também politico.

Em face da grave crise social que o país enfrenta, o governador eleito anunciou prioridade no combate à fome no estado, através da ampliação dos programas sociais e auxílios como vale gás, renda pra viver melhor e outros, além da ampliação do Programa Amapá Jovem.

 

Fotos: Celiane Freitas

Governador Waldez Góes recebe alta médica e já está em sua residência

O governador do Amapá, Waldez Góes, recebeu alta hospitalar na manha desta segunda-feira, 21, e segue com os cuidados e recomendações medicas em sua residência.

Waldez teve um pequeno AVC na última quarta-feira,  e está liberado pelos médicos para trabalhar em home-office.

Governador com a esposa Marília, em sua residência

Boletim Médico sobre estado de saúde do governador Waldez Góes

O Governo do Amapá informa que o governador Waldez Góes se sentiu mal na noite da última quarta-feira (16) e, levado ao hospital, recebeu diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Desde então, vem realizando exames e recebendo tratamento em uma Unidade de Terapia Intensiva.

O boletim também afirma que Waldez Góes encontra-se consciente e orientado, cognitivamente normal, estável e apresentando os parâmetros hidroeletrolíticos e laboratoriais normais. Tem programação de alta da Unidade de Terapia Intensiva nas próximas 24 horas, podendo retomar suas atividades em regime a distância (Home office) ate sua completa recuperação.

Sobre Gal: “Quem foi que disse que essa mulher não voa?”

*Por Alcione Cavalcante. Engenheiro Florestal e amante de música 

 Gal atravessou, ainda atravessa e vai continuar a atravessar minha vida até o fim dos meus dias.

Ali pelo final da década de 60 e início dos anos 70, em casa, tivemos o primeiro contato com o trabalho de Gal. Acho que a Alcinéa, minha irmã, foi a responsável pela apresentação aos irmãos do primeiro manifesto musical do Tropicalismo: o LP “Tropicália” ou “Panis et Circensis” onde aquela que viria a ser uma das mais importantes vozes do planeta emerge, límpida, juntamente com Caetano, Gil, Tom Zé Nara Leão. O impacto se deve em parte ao fato de que à época ouvíamos em casa, a bossa nova de João Gilberto e Tom, clássicos como Mozart e Chopin, preferidos do Alcy Araujo, nosso pai, além de Elza Soares, Ataulfo Alves, Miltinho e Doris Monteiro, estes mais ao feitio de minha mãe, Delzuite. Ou seja, em tudo muito diferente do conteúdo estético de Panis, de “Mamãe, Coragem”, composição de Caetano e Torquato. 

Mas o encanto mesmo veio, definitivo, com a bolacha Gal Costa, com “Baby e Não Identificado”, ambas compostas por Caetano. A primeira feita para Bethânia e a segunda pra Gal, que acabou, ambas, por força das interpretações apropriadas à Gal. 

Posteriormente, em 1973, ainda debutando em Curitiba, onde estudei Engenharia Florestal, deparei-me com o LP “Índia”, aquele onde Gal, pra desespero dos puritanos de plantão, aparecia de tanga na capa, e que a censura impôs sua comercialização num envelope plástico de cor azul, levemente mais pálida que a “seda azul do papel que envolve a maçã”, como definiu Caetano muito mais tarde em Trem das Cores. Talvez a peça publicitária involuntária mais eficiente, promovida pela ditadura em prol de um desafeto político da resistência cultural. O LP vendeu demais, por sua qualidade evidentemente, mas também pela força do marketing ditatorial.

De Índia destaco “Dá Maior Importância”, uma canção de quase namoro feita por Caetano pra Gal, a esplêndida “Presente Cotidiano” do Luiz Melodia e a guarânia “Índia” em tudo diferente das intepretações da minha infância. 

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Outro momento que guardo foi o Show Doces Bárbaros, que tive a oportunidade assistir no Teatro Guaíra em Curitiba, nos idos de 76, quando já se aproximava o fim de minha estada na cidade.
Ver ali, no que era até então um dos melhores teatros da América Latina, Caetano, Bethânia, Gal e Gil juntos foi um momento de intensa felicidade, afinal juntar quatro talentos incrivelmente diferenciados artisticamente, ainda que de mesma cepa, não é muito simples e fácil. Mesmo a plateia conservadora da idem Curitiba da época, se rendeu e ao final explodiu em reconhecido aplauso ao quarteto.

Guardei durante muitos anos o canhoto do ingresso desse evento, do qual tenho a bolacha até hoje. Particularmente gosto muito da canção “Eu te Amo” de Caetano,  onde Gal exuda um mar de carinho e ternura.  

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Outra coisa legal aconteceu com o CD Mina d’água do meu canto (1995), que se perdeu de mim e que vim a resgatá-lo ao desistir de reparar um aparelho de som que não possuía peça de reposição no Brasil. O mesmo se encontrava no local de reprodução de CD, intacto mesmo anos depois. Produzido por Jaques Morelenbaum e formado exclusivamente por músicas de Caetano e Chico Buarque, é um dos que guardo cuidado e carinho, do qual destaco “O Ciúme” de Caetano e a apaixonada “Futuros Amantes” do Chico. 

A última apresentação que vi de Gal Costa foi a live comemorativa de seus 75 anos, onde apesar de alguns problemas técnicos,  mostrou a incrível cantora que Gal Costa sempre foi desde seu primeiro disco. 

Há pouco tempo li “Não se Assuste Pessoa! As Personas Políticas de Gal Costa e Elis Regina na Ditadura Militar”, de Renato Contente, o qual recomendo a leitura a todos interessados na trajetória de Gal. O nome do livro é emprestado da música “Dê Um Rolê” de Moraes e Galvão, que Gal também gravou (Enquanto eles se batem/Dê um rolê e você vai ouvir/ Apenas quem já dizia/Eu não tenho nada/Antes de você ser eu sou/Eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés).

  Por fim lembro de versos da canção “Sem Medo nem Esperança” de Arthur Nogueira e Antônio Cicero), do CD Estratosférica,  onde Gal manda o recado: “Nada do que fiz / por mais feliz / está à altura / do que há por fazer”. 

Gal nos deixou, não sem antes, em seu último show, em setembro, nos pedir para votar direitinho, destacando seu compromisso com a democracia, fazendo o “L”, para delírio dos presentes. LeGal.

 

  *Trecho da música O Céu e o Som de Péricles Cavalcanti, que Gal Costa Gravou no LP Cantar. 

Transição: Randolfe terá papel fundamental para o desenvolvimento do Amapá e da Amazônia

O senador do Amapá, Randolfe Rodrigues, vai para transição do novo governo de Lula em uma posição que será  fundamental para o desenvolvimento do Amapá e da Amazônia. Mas também do nordeste brasileiro.

Junto com o governador Helder Barbalho, e os senadores Otho Alencar e Camilo Santana, vão coordenar na transição o Desenvolvimento Regional  que trata  do papel importante da Suframa, Codevasf, Fundo Amazônia,SUDAM, Banco da Amazônia, entre outros órgãos de desenvolvimento tão fundamentais para a diminuição das desigualdades regionais e para o desenvolvimento sustentável e justo da Amazônia e do nordeste do Brasil.

Nesta quarta-feira em Brasília
Randolfe acompanhando o presidente Lula em reunião nesta quarta-feira no Supremo Tribunal Federal – STF

O Mercado Central em três momentos

O bonito Mercado Central de Macapá em três momentos.
A primeira imagem é dos anos 60.
A segunda imagem, quando foi revitalizado e reinaugurado em 2020, pelo então prefeito Clécio Luis, hoje governador eleito do Amapá.
E a terceira imagem é de 2022, com esse letreiro na frente e um paisagismo de gosto duvidoso. O Mercado está na área de entorno da tombada Fortaleza de São José de Macapá.

O antigo

 

Na reinauguração em 2020
Hoje. Com letreiro e paisagismo de gosto duvidoso

Documentário “Professora Ana Maria Vieira: Vida, Arte e Educação” está disponível no YouTube

O documentário *Professora Ana Maria – vida, arte e educação*, está disponível no YouTube.

Em 2020, na pior fase da pandemia da COVID-19, no período de isolamento social, a produtora e filha da professora Ana, Clicia Vieira Di Miceli, decidiu registrar em vídeo parte da  história dessa mulher incrível, como educadora que inicia na educação infantil, passa pela educação artística e cultural e se encerra como contadora de estória.

O doc mostra sua formação musical, com o maestro Oscar Santos, a implantação da educação infantil no Território Federal do Amapá, sua experiência como professora de educação artística e da fase de contadora de estória na biblioteca pública Elcy Lacerda.

É uma narrativa muito particular, mas que segue um diálogo com a história da educação do Amapá contada a partir dos seus 55 anos vividos e dedicados ao ensino e às artes.

A professora Ana Maria Vieira é mãe do governador eleito do estado do Amapá, Clécio Vieira.

O documentário tem trilha sonora de Enrico Di Miceli, Alan Gomes e Mestre Oscar Santos.

Ficou lindíssimo! E você pode assistir nesse link.

 

https://youtube.com/watch?v=feGWLT2PoHE&feature=share

O Ministério da Amazônia e a COP 27

*Marco Chagas – Professor de pós-graduação da Unifap e doutor em Gestão Ambiental 

 

 

 

 

 

 


Com a eleição de Lula em 2002, a expectativa de que a luta de Chico Mendes se tornasse política pública foi efetivada pela indicação de Marina Silva para a pasta do M
inistério do Meio Ambiente (MMA). Antes, porém, um problema pautou a agenda do movimento alinhado à Marina: como transformar o MMA em uma instituição capaz de gerenciar os conflitos socioambientais da Amazônia? A hipótese era que o MMA, além da complexidade dos conflitos territoriais e ambientais na Amazônia, responde também pela gestão dos demais biomas e seria muito complicada a divisão petista de poder e de interesses no Ministério.

Na época havia uma Secretaria de Coordenação da Amazônia (SCA) no MMA que gerenciava um conjunto de ações na região, com expressivos resultados em termos de avanços na descentralização da gestão ambiental e na participação social local. Cabe destacar o Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG7), com recursos que eram repassados aos estados e organizações não governamentais com atuação na Amazônia. Em complementaridade, a SCA articulava um conjunto de projetos que potencializava os resultados do PPG7, como o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) e o Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR).

Um dos exemplos das dificuldades enfrentadas pela atuação do MMA na Amazônia é a frágil capacidade de articulação da gestão institucional dentro da estrutura do governo federal em relação aos projetos para a região que apresentam alto potencial de impacto ambiental, como no caso das obras de infraestrutura, mineração, hidrelétricas, agropecuária e outras. Boas práticas de gestão foram implementadas no MMA com treinamentos em Avaliação Ambiental Estratégica (AAE). Essa ferramenta é aplicada a planos, programas e projetos governamentais no mundo inteiro, mas no Brasil não é se firmou como instrumento de planejamento e ainda não tem base legal.

A par disto, o dilema da gestão ambiental integrada na Amazônia pelo governo federal se tornou a pauta de um grupo de lideranças políticas em reunião ocorrida no Amapá no ano de 2002 com a presença da indicada para o MMA, Marina Silva; da então titular da SCA, Mary Allegretti; dos governadores do Acre e Amapá, Jorge Viana e João Capiberibe, respectivamente; e de representantes do Conselho Nacional dos Seringueiros, com lembranças do nome de Júlio Barbosa e Joaquim Belo, se minha memória ainda não entardeceu.

O resultado da reunião foi a proposta da criação do Ministério da Amazônia, com argumentos favoráveis pelo cenário da crise climática a ser enfrentada, pela meta do desmatamento zero da floresta e da oportunidade em convergir esforços técnicos e científicos para cuidar da natureza e das pessoas. “Chico Mendes no poder era um fato, mesmo sem a convicção de que essa era a luta de Chico”.

A nomeação de Marina Silva para o MMA se efetivou e importantes avanços foram alcançados na redução do desmatamento da Floresta Amazônica. A SCA, que fazia parte da estrutura do MMA, foi extinta por argumentos pouco convincentes e atualmente ocupa espaço invisível na estrutura do MMA.

O Ministério da Amazônia se tornou mais uma utopia à espera de uma decisão política para adiar o fim do mundo e poder contar mais uma história”, na fala de Ailton Krenak. Se o passado é a chave do presente, que então se reinvente uma nova proposta de gestão institucional para cuidar da Amazôniae se anuncie como a principal ação do Brasil em favor do clima na COP 27.

Exposição: “Sítio Torrão Bonito -berço da Sustentabilidade” traz PDSA como tema

A Exposição Sítio Torrão Bonito: berço da Sustentabilidade, será aberta a visitação, nesta sexta-feira (04), às 17h, em Macapá. A exposição acontece na galeria Flor da Samaúma, localizada no Sítio Torrão Bonito, na margem esquerda do rio Curiaú, espaço de ecoturismo e bioeconomia de propriedade de Janete e João Capiberibe.

O sítio existe desde 1990 e no ano de 1994 aconteceu uma reunião com um pouco mais de vinte pessoas da sociedade amapaense e duas de Belém do Pará, cujo objetivo era debater o futuro do Amapá. Ao longo daquela jornada surgiram as primeiras formulações do que viria a ser o PDSA ( Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá (PDSA), colocado em prática a partir de 1995 com a posse de João Capiberibe no Governo do Amapá.

A exposição, utilizando fotos e vídeos da época, contextualiza aquele encontro, permitindo-nos mergulhar no tempo para sentir a atmosfera do debate ali travado, acompanhar as tensões políticas daquela conjuntura e refletir como aquelas ideias chegaram aos nossos dias.

Presentes naquela reunião: Rugatto Boettger, Azolfo Gemaque, Mariano Klautau (in memoriam), Maria Alvanéia, Ana Paula, Armindo Sousa, João Bosco (in memoriam), João Capiberibe, Gervásio Oliveira, Elcy Lacerda (in memoriam), Janete Capiberibe, Elson Martins, Osvaldino Raiol (in memoriam), Maria Benigna, Raquel Capiberibe, Rubem Bemerguy, Jardel Nunes, Maurício Júnior, Djanira Modesto, Cláudio Pinho, Roldão Brito.

Ideias e reflexões daquele encontro atravessaram o tempo, chegaram aos nossos dias impactando positivamente o desenvolvimento socioeconômico do Amapá. Ainda hoje, castanheiros da Rds do Rio Iratapuru, organizados em cooperativa, coletam e processam a castanha para vender o óleo a Natura, multinacional da indústria de cosméticos. Outra espécie vegetal de nossa biodiversidade, o açaí, que na época era visto como produto de consumo dos pobres, virou commodities, ganhou o mundo, é hoje a maior fonte de geração de emprego da nossa economia.

E há muito por vir, novos produtos derivados do açaí surgem a todo momento, as mais novas sensações, o café e o vinho de mesa de açaí, os visitantes poderão degustar durante a visita.

A confirmação pode ser feita através do telefone (96) 99108-4814.

Chegando no bairro Novo Horizonte, você entra no ramal que dá acesso ao Curiau Mirim, onde está localizado o Porto Mocambo, onde você embarca num passeio de Catamarã pelas águas do rio Curiaú Mirim até chegar na Foz do Rio Amazonas. O Empreendimento Flor da Samaúma fica localizado no sítio Torrão Bonito.

Nicole Lemos (Texto e Imagens)

“Não quero esquerdistas no laboratório”. Professora da Unifap pede desculpas públicas por assédio contra orientandos

A professora Sheilla Susan Almeida, da Universidade Federal do Amapá (Unifap), usou suas redes sociais nesta quinta-feira (03) para pedido público de desculpas, após dispensar dois alunos/orientandos do curso de Farmácia por conta de posições políticas diferentes.

“Venho me manifestar acerca dos fatos ocorridos em um grupo de WhatsApp que envolve dois alunos, meus orientandos. De início, cabe esclarecer que sou ser humano como qualquer outra pessoa capaz de reproduzir sentimentos instantâneos. Dessa forma, no calor das eleições, acabei me excedendo nas palavras onde disse para dois alunos que procurassem outro orientador. No entanto, minha missão como professora não acolhe esse tipo de conduta, posto que dediquei a minha vida pela educação”.

Ao final ela pede mais uma vez desculpa e menciona os alunos. “Peço desculpas aos meus alunos Líbio e Débora, à sociedade, bem como a Unifap”.

Desde terça-feira (02), circula nas redes sociais um print da professora efetiva da Universidade Federal do Amapá (Unifap) Sheilla Susan Almeida, no qual teria dispensado dois alunos do curso de Farmácia. Na conversa, ela os informa que eles procurem outro professor que possa orientá-los. “Amanhã estarei entregando a carta de desistência da orientação. Sigam a vida de vocês. Se tiver mais algum esquerdista, que faça o favor de pedir deslizamento”, era o que estava escrito no print.

Ao final ela encerra a conversa: “ou estão comigo, ou contra mim”.Os prints circularam o dia todo nas redes sociais. A Unifap confirmou nesta quarta-feira (03), que vai apurar o caso e afirmou, em nota, que o fato se caracterizou como “assédio”.

“A Universidade Federal do Amapá tomou conhecimento por meio das redes sociais de um fato caracterizado como assédio, desta forma, vem a público mostrar sua indignação e contrapor toda e qualquer forma que reprima o pensamento ou liberdade de nossos acadêmicos e servidores.”

“Registra-se que a UNIFAP não concorda com tal conduta e os fatos estão sendo apurados, bem como serão adotadas as providências necessárias após as devidas apurações”, conclui a nota.
A reitoria da Universidade do Estado do Amapá (UEAP) lançou nota se solidarizando e repudiando o assédio contra a aluna doutoranda Débora Arraes da Unifap, que é do quadro de professores da instituição.

Academia Amapaense de Letras empossa 19 novos membros nesta quinta-feira (27)

A Academia Amapaense de Letras (AAL) realiza nesta quinta-feira (27), às 19h30, no Centro de Convenções João Batista, uma sessão solene para empossar os acadêmicos eleitos em agosto e setembro de 2022. Com 69 anos de existência, a Academia possui 22 imortais. O atual presidente da entidade é o professor Nilson Montoril de Araújo, e o vice-presidente, o poeta Manuel Bispo Correa.

Confira os novos integrantes:
1-Adaury Farias
2-Ruben Bemerguy
3-Ricardo Pontes
4-Ivan Carlo (Gian Danton)
5-Ângela Nunes
6-Tiago Quingosta
7-Prof Jackson
8-Jadson Porto
9-Wilson Carvalho
10- Jô Araújo
11-Oton Alencar (pastor).
12- Raquel Braga.
13- Padre Paulo
14- Saulo Torquato
15- Edgar Rodrigues
16-Cristóvão Lins
17- Mauro Rabelo
18- João Barbosa
19- José Tostes

Fundação
Fundada em 21 de junho de 1953, data escolhida por conta de ser o mesmo dia do aniversário do escritor Machado de Assis, a Academia Amapaense de Letras surgiu como uma entidade civil, sem fins lucrativos e com o objetivo de promover o desenvolvimento literário, cultural, científico e artístico do Amapá. Seu primeiro presidente foi o professor de português e literatura Benedito Alves Cardoso.

Serviço:
Posse dos novos imortais da Academia Amapaense de Letras.
Data: 27/10/2022 (Quinta-feira)
Horário: 19h
Local: Centro de Convenções João Batista, Avenida Fab, Nº 86, centro de Macapá.

Reinaldo Azevedo: “Bolsonaro é a mão que puxou gatilho do fuzil e jogou granadas de Jefferson”

 

Reinaldo Azevedo

Colunista do UOL

24/10/2022 05h02

Jair Bolsonaro e seu ministro da Justiça, Anderson Torres, de maneira clara e inequívoca, resolveram dar piscadelas para a luta armada que Roberto Jefferson tentou deflagrar no Brasil — alinhado, note-se, com a pregação quase cotidiana do presidente. Quando perceberam que lhes faltaria, mesmo no terreno conservador, sustentação para a leniência com um canalha que enfrenta policiais federais com fuzil e granadas, decidiram recuar. Mas já tinham deixado as suas digitais na tentativa de levante contra o Supremo. Ainda volto a esse ponto. Antes, algumas considerações.

Jefferson, é fato, não pode ser considerado uma cria de Bolsonaro. Tinha o seu próprio espaço de delinquência política. A sua conversão à extrema-direita armada, no entanto, coincide com a chegada do atual presidente ao poder. A escalada disruptiva do seu discurso pertence ao mesmo movimento de deslegitimação das instituições liderado pelo chefe do Executivo. Dissociar o banditismo a que se assistiu neste domingo da cruzada golpista a que Bolsonaro deu início no dia 1º de janeiro de 2019, quando tomou posse, corresponde a ignorar o óbvio.

 

Não se matou. É pouco provável que Jefferson tenha lido as considerações de Albert Camus sobre o suicídio em “O Mito de Sísifo”. Também não se deve apostar que conheça o que pensa o cristianismo — e agora ele se diz um convertido — sobre o ato de tirar a própria vida, o que é considerado uma abominação. Como se pode perceber, no entanto, não tem os mesmos pruridos quando se trata de pôr em risco a vida alheia. Nem ele nem os tarados do armamentismo, de que este governo está coalhado. Aliás, essa é a maior evidência da picaretagem de líderes religiosos que dizem se alinhar com o presidente em nome de Deus. Onde houver o reino da morte não pode estar a palavra de Cristo. A tentativa de se criar uma “República dos Pastores” nada tem a ver com o divino. Trata-se de poder terreno mesmo; é luta política.

AMBIGUIDADE CRIMINOSA
Voltemos ao ponto inicial. Qual foi a primeira reação de Bolsonaro ao saber dos atos criminosos de Jefferson? Escreveu isto no Twitter:
“Repudio as falas do Sr. Roberto Jefferson contra a Ministra Carmen Lúcia e sua ação armada contra agentes da PF, bem como a existência de inquéritos sem nenhum respaldo na Constituição e sem a atuação do MP.”

Vale dizer: colocava em pé de igualdade decisões judiciais — e ele tem o direito de não gostar delas e de recorrer aos tribunais, segundo dispõe a lei — às ações de um delinquente. Mais do que isso: na prática, ele estabelece uma relação de causa e efeito, de sorte que os “inquéritos sem nenhum respaldo na Constituição e sem a atuação do MP” estariam na origem dos atos delinquentes. Uma nota: a PGR, o que não deixa mesmo de ser excepcional, é que pediu, originalmente, a abertura da investigação contra o biltre.

Bolsonaro fez mais — e depois tentou contar uma lorota a respeito: despachou para o local o ministro Anderson Torres (Justiça), originalmente um delegado federal. Não chegou a ir à casa de Jefferson. Acompanhou o caso a 50 km de lá, em Juiz de Fora. Escreveu o seguinte no Twitter:
“Momento de tensão que deve ser conduzido com muito cuidado. Ministério da Justiça está todo empenhado em apaziguar essa crise, com brevidade, e da melhor forma possível”.

Perceberam? Um delegado federal, convertido em ministro, chama de “crise” a situação criada por um bandido, que só teve a prisão preventiva decretada de novo porque desrespeitou as condições para a prisão domiciliar, decidindo enfrentar agentes federais com tiros de fuzil e granadas. Observem que Torres se abstém de censurar Jefferson.

NOVA ORDEM
Foi preciso que o ministro Alexandre de Moraes determinasse, de novo, a imediata prisão de Jefferson, ameaçando acusar de prevaricação quem criasse obstáculos à execução da ordem judicial, para que a coisa se cumprisse. Se Torres não entendeu, o recado era mesmo dirigido a ele. Imaginem algo parecido no Complexo do Alemão ou no Salgueiro, não é?

Uns 30 corpos pretos teriam sido empilhados, havendo ou não relação com a resistência criminosa, e o bolsonarismo aplaudiria os assassinatos. Aliás, não era raro que reses daquela turma que é conhecida como “gado”, nos comentários em defesa de Jefferson e contra o Supremo, sugerissem que os policiais fossem atuar nas favelas. O fascismo é também um sistema político e econômico. O Brasil não é fascista. Já o “fascistoide” é alguém que tem o comportamento, a moral e os valores de um fascista. E o país está, sim, coalhado deles. Inclusive no topo do poder.

CAVALO DE PAU
A barra, no entanto, começou a pesar. Os tais “fascistoides” a que me referi saíram dos esgotos para exaltar Jefferson, mas faltou, vamos dizer, volume no entusiasmo delinquente. Associações de trabalhadores da PF manifestaram seu repúdio e até Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, que costuma se calar diante de qualquer horror, veio a público para condenar o ato. Bolsonaro e Torres perceberam que as milícias criminosas nas redes não estavam conseguindo emplacar a demonização do TSE, do STF e de Alexandre de Moraes.

Aí o ministro da Justiça e o presidente resolveram mudar de prosa. Torres, o que queria “apaziguar a crise”, resolveu bater em Jefferson: “Após ataque covarde a policiais federais, Roberto Jefferson foi preso”.

Com o despudor habitual, aquele Bolsonaro que havia decidido responsabilizar o Supremo pelas delinquências do seu aliado, contou a seguinte lorota: “Como determinei ao ministro da Justiça Anderson Torres, Roberto Jefferson acaba de ser preso. O tratamento dispensado a quem atira em policial é o de bandido. Presto minha solidariedade aos policiais feridos no episódio”. Duas questões:
– Bolsonaro não pode mandar prender ninguém; isso é tarefa da Justiça. A ordem partiu de Alexandre de Moraes;
– observem que “a pobre vítima” do Supremo virou bandido…

Gravou um vídeo e postou nas redes sociais. O pânico estava estampado em seus olhos.

Torres também fez o seu, em apoio aos policiais “feridos nesse evento”. E acrescentou: “Voltando um pouco na linha do tempo, [gostaria de] me solidarizar com a ministra Cármen Lúcia, que foi ofendida por essa infrator”... Também eu vou voltar na linha do tempo: Moraes lembrou ao sr. Torres que qualquer dificuldade que ele criasse para a prisão do atirador implicaria crime de prevaricação.

VIOLÊNCIA SE ESPALHA
É claro que a democracia nunca assistiu a coisas assim. E a razão é simples: elas não são próprias da… democracia. “Ora, Reinaldo, mas Jefferson está sendo punido…” É verdade. Ocorre — e este é o ponto principal — que esse cara é apenas a dimensão prática do discurso de Bolsonaro. Ou o presidente, na sua primeira reação, não resolveu atacar o Judiciário?

Outra coisa não fez Hamilton Mourão, o ainda vice-presidente e senador eleito pelo Rio Grande do Sul. Está de volta à sua real natureza, e se evidencia como era falso aquele seu jeito de tiozão amigo da imprensa, que tentou fingir durante certo tempo. Disse lamentar e repudiar as falas e os atos de Jefferson, mas acrescentou: “Tal estado de coisas acontece porque o sistema de freios e contrapesos não está funcionando”.

Em Macaíba, Rio Grande do Norte, um tiroteio interrompeu ontem à noite um evento em apoio a Lula, liderado pela governadora reeleita Fátima Bezerra (PT). A deputada federal eleita Marina Silva (Rede-SP) foi chamada de “vagabunda” por um canalha no restaurante do hotel em que estava hospedada em Belo Horizonte, na noite de sexta.

Jornalistas e cinegrafistas foram cercados por militantes bolsonaristas que se reuniram em defesa de Jefferson em frente à sua casa. O cinegrafista Rogério de Paula, da Inter TV, afiliada da Globo, foi atingido na cabeça por um deles. Mesmo caído, sem poder se defender, a horda se amontou para xingá-lo. Fizeram isso mesmo com a polícia presente.

Esse é o país que Bolsonaro armou até os dentes.

Esse é o país em que o adversário virou inimigo a ser eliminado.

Esse é o país do “povo armado jamais será escravizado”.

Esse é o país comandando por um subversivo da ordem democrática. Jefferson é apenas o seu esbirro mais patético.

Bolsonaro e as mãos que movem as armas e as granadas de Jefferson e que espalham violência política Brasil afora - Helvio Romero/Estadão Conteúdo

Amapá é o primeiro estado a abrir a 19ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Governador Waldez e ministro Paulo Alvim deram início à cerimônia. O SNCT segue até o dia 23/10 com atividades de 8 instituições pelo estado.

Começou, nesta segunda-feira, 17, a 19ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que é o maior evento científico-tecnológico do Brasil. No Amapá, a abertura do evento contou com a participação do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim, do governador, Waldez Góes e representantes do setor científico amapaense.

A SNCT segue com atividades até o dia 23 de outubro, de forma gratuita e aberta a todos. Nesta edição, a Semana traz como temática o “Bicentenário da Independência: 200 anos de ciência, tecnologia e inovação no Brasil”. Para o ministro Paulo Alvim, começar a SNCT pelo Amapá é um marco para o evento.

“Estamos abrindo a Semana Nacional no Amapá, que é o começo do Brasil, na boca da Amazônia, e isso é muito significativo pra mim que frequento o estado há 3 décadas. Hoje, vemos esse ecossistema reunido, que é um conjunto de políticas públicas e pessoas que pensam o Amapá e a Amazônia e isso faz toda a diferença”, pontuou Alvim.

O Amapá vem investindo cada vez mais em ciência, como destacou Góes.

“Estamos na missão da COP27 e vemos como é importante o fortalecimento das instituições de pesquisa. A ciência é uma das poucas áreas que conseguem dar respostas rápidas e eficientes a políticas públicas e, por isso, ela é fundamental para a produção de tecnologias para a Amazônia. Nós temos investido em programas que geram o desenvolvimento humano na região”, destacou Waldez.

O secretário de Ciência e Tecnologia (Setec), Rafael Pontes, falou sobre a união do setor e as conquistas conjuntas de recursos e programas nacionais.

“Hoje, temos um setor fortalecido e unido e isso é fundamental para a construção de políticas públicas. O Amapá foi um dos primeiros estados a aprovar o Marco Legal e aprovou também a estruturação do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia, mostrando importantes avanços no setor”, destacou Pontes.

Às 18h no Centro de Música Walkíria Lima ocorre a palestra magna da SNCT, “As ciências na formação do Brasil entre 1822 e 2022: história e reflexões sobre o futuro”, que será ministrada pela pesquisadora Carolina Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A programação completa e as inscrições estão disponíveis em: www.snct.ap.gov.br.

Investimentos na Ciência

Entre os programas lançados pelo Governo do Estado estão o Rede Ciências, com 62 projetos de pesquisa financiados no ensino básico e superior do Amapá; programa Centelha, que financiou 15 ideias inovadoras para transformação em startups; Editais de apoio à pesquisa pós-graduação em parceria com agências de fomento do governo Federal; e o Prêmio Robério Nobre, que valoriza pesquisadores, profissionais e empresas que tenham contribuição com a ciência e tecnologia local.

Sobre o evento

A SNCT tem o objetivo de aproximar a ciência e tecnologia da população, promovendo eventos que congregam as instituições parceiras, a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o Brasil.

O evento é realizado nacionalmente pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

No Amapá, é promovido pela Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Setec), Universidade Federal do Amapá (Unifap), Universidade do Estado do Amapá (Ueap), Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (Ifap), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amapá), Fundação de Amparo à Pesquisa do Amapá (Fapeap) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Amapá).

https://www.portal.ap.gov.br/noticia/1710/amapa-e-o-primeiro-estado-a-abrir-a-19-ordf-semana-nacional-de-ciencia-e-tecnologia

Um sábado de sofrimento na zona norte. Moradores ficaram quase 15 horas sem energia

Segue o desrespeito com os moradores de Macapá.
A empresa CEA Equatorial, que assumiu a distribuição de energia no Amapá com a privatização, deixou os moradores da zona norte da capital, quase 15 horas sem energia.
A empresa tinha informado a falta de energia de 06:00 às 10:00 deste sábado. Depois passou para 14:00, para 17:00, para 18:00, mas a energia só voltou quase 21:00 horas.
Verão, calor, mas só restou aos moradores ficarem relatando sofrimento e incômodo pelas redes sociais.

Uma coletiva marcante: o início da transição do governo de Waldez Góes, para o de Clécio Luis

O governador do Amapá, Waldez Góes, e o governador eleito, Clécio Luis, junto com vice, Teles Júnior, reuniram a imprensa hoje, 13.10, em uma entrevista coletiva com informações de como será transição de governo.

O momento, pela história política do Amapá, foi marcante. Pela primeira vez se vê uma transição iniciar de maneira construtiva, respeitosa e transparente.

Vi a história passando ali na minha frente.

As equipes do atual e do futuro governo serão apresentadas no dia 17, quando começam a trabalhar no diagnóstico da gestão do estado, projetos em execução, obras em andamento, licitações iniciadas, para que nada seja paralisado ou atrasado, e nenhum recurso seja perdido.

O final do governo de Waldez

O governador não concorreu a nenhum cargo e resolveu levar seu governo até o fim. Sobre isso, Clécio Luis destacou que Waldez vai governar com plenitude até o dia 31 de dezembro, fazendo entregas e conduzindo obras em andamento. Teles Jr ressaltou que o governador Waldez não permitiu que o governo virasse um “comitê eleitoral”.

Waldez disse que essa transição será histórica. Que a gestão fiscal está arrumada, que não há déficit orçamentário de pessoal e que nada paralisou durante a campanha política e nem vai paralisar . “Vamos fazer entregas até o último dia de gestão”, afirmou.

Compromissos de Campanha

O governador eleito, Clécio Luis, reafirmou que todos os compromissos de campanha estão mantidos. “A prioridade à saúde, é inegociável”, disse ele. Falou ainda das obras da saúde que estão em andamento ou em processo licitatório,  como o novo  HE, o Hospital de Porto Grande, entre outras.

Municípios

“Não esperem  de mim nenhum tipo de retaliação contra qualquer prefeito por não ter me apoiado “, afirmou o novo governador.

E fez um destaque para Santana. Ele  lembrou dos três meses que morou em Santana no seu projeto “Pelo Amapá Inteiro”, e falou do ritmo intenso que o prefeito Bala Rocha imprime ao município, que  vai voltar a ser motor do desenvolvimento.

Sobre Macapá, disse que já ligou ao prefeito Furlan, e que Macapá terá todo o seu apoio. Clécio lembrou que as vias pavimentadas que estão sendo entregues pela gestão municipal,  são resultados de trabalho de parceria com o governo do estado, quando ele era prefeito, e que essa parceria vai continuar, com ele na condição de governador.

Transparência

Clécio Luís agradeceu a maneira como o governo está iniciando a transição e disse que será uma transição tranquila e de muita transparência.

O processo de transição será dividido em eixos, que são:

I – Gestão e Finanças: Conselho de Gestão Fiscal, estrutura de Governo, gestão de pessoas, aquisições e contratações, sistemas corporativos, governo digital, ouvidoria e acesso à informação, transparência pública, relação com os municípios, orçamento de 2023 e prestação de contas; despesa com pessoal, dívida pública, precatórios, passivos contingentes, dívida ativa, receita pública, relatórios da LRF, bens imóveis, bens móveis, previdência e balanço patrimonial;

II – Infraestrutura: transportes, saneamento, energia e terras públicas;

III – Economia: ciência, tecnologia e fomento, emprego e renda, agricultura e pecuária, agroindústria, economia verde e clima e biodiversidade;

IV – Proteção e Defesa Social: educação, saúde, assistência social, habitação, cultura, esportes, direitos humanos e segurança pública;

Carreta da Defensoria Pública estará na Fazendinha neste sábado (15)

A carreta de atendimento móvel da Defensoria Pública do Amapá (DPE-AP) vai estacionar no distrito da Fazendinha neste sábado, 15, com atendimentos jurídicos gratuitos à população, das Varas de Família, Cível, Criança e Adolescente, Direitos da Mulher, LGBTQIA+, Criminal, Execução Penal e outros. Serão 11 defensores e mais de 30 pessoas envolvidas nas atividades, que ocorrem de 8h às 12h, na Praça do Vale Verde.
Os atendimentos serão ofertados por livre demanda ao longo de toda a manhã, de acordo com a ordem de prioridade.

 

O novo e lindo espaço físico da Boutique Vinho e Cia

A Boutique Vinho e Cia, que já atuava no mercado de vinhos em Macapá no sistema delivery, agora tem uma loja física.

O espaço, comandado pelo sommelier Renato Salviano, é lindo, moderno e aconchegante.

O Show Roon tem mais de 220 rótulos de vinho do mundo inteiro, para todos os gostos e bolsos.

Além disso, tem sala de degustação e espaço para eventos de grupos, como aniversários, reunião de amigos e confraternizações. Para eventos, além dos vinhos, ele tem tábuas de frios e antepastos.


Na loja da Boutique também são realizados cursos, como “Vinho para Iniciantes”, “Harmonização Enograstrômica” entre outros.

Adoramos o local, e ficamos felizes de Macapá ter esse espaço diferenciado.

Endereço- Avenida Feliciano Coelho, 1438, no bairro do trem.

Horário – Segunda a sexta, de 14às 20 horas.

Sábado de 10 às  20 horas

E tem também o atendimento delivery. Chama a Boutique que o vinho vai até você.