“COP 30, o que vi e vivi”. Por João Capiberibe*

Por João Capiberibe*

Ver-o-Açaí e Amazônia na Cuia são lugares onde se come muito bem – e, mais do que isso, são exemplos didáticos da economia da floresta em pé. Você acredita?

Deve haver outros restaurantes tão bons quanto, mas esses eu conheci porque fui jantar em um e almoçar no outro. Neles, o que é servido vem do rio e da floresta, coletado por mãos ribeirinhas. No cardápio, uma sinfonia de iguarias cujos nomes, às vezes, precisam de tradutor – nada que o Google não resolva. São duas casas que, pelos meus cálculos, empregam entre duzentas e trezentas pessoas nascidas nos arredores: gente raiz, que te recebe de bom humor e, quase sempre, com um sorriso nos olhos.

No Ver-o-Açaí, o tradicional bolinho de bacalhau sai de cena e entra o bolinho de maniçoba – crocante, saboroso, amazônico até o caroço. O Amazônia na Cuia resolveu radicalizar: aposentou a porcelana. Da entrada à sobremesa, tudo é servido na cuia, reafirmando que a floresta não é paisagem, é cultura, trabalho e renda.

Em nossas andanças pelos meandros da COP 30, além da extensa cadeia bioprodutiva do Ver-o-Açaí e do Amazônia na Cuia, visitei um projeto em que tive que me beliscar para acreditar. Trata-se do parque industrial da empresa KAATECH, na grande Belém.

Conversei com Reinaldo, o empresário que lidera o projeto, que falou com brilho nos olhos sobre seus produtos. Começou pelo AçaiBot, um robô desenvolvido para fazer a colheita do açaí. Em seguida, apresentou o teleférico, um sistema de trilhos que entra floresta adentro, sem causar impacto, para transportar, em basquetas, o açaí colhido pelo AçaiBot. Depois, mostrou a fábrica onde essas basquetas são produzidas.

Por último, revelou a joia da coroa: o açaí em pó que, dissolvido em água, reproduz consistência, aroma e sabor da polpa natural. Eu provei. Achei muito semelhante ao açaí que consumo em casa, pelo menos duas vezes ao dia. E tem mais: a extração da polpa é feita a frio, sem alterar seus componentes químicos, como as antocianinas, substâncias antioxidantes vendidas a preço de ouro no mercado global.

Sem dúvida, trata-se de uma inovação tecnológica de impacto positivo e decisivo na cadeia de valor do açaí. Além de gerar milhares de empregos, essa tecnologia impulsiona a busca por mais conhecimento e mais pesquisa para chegar à produção de suplementos alimentares de altíssimo valor agregado, tendo o açaí como protagonista.

É disso que estamos falando quando dizemos “economia da floresta em pé”.
Do fruto na palmeira ao prato — ou à cuia — do consumidor, tudo forma um ciclo integral:
• o ribeirinho que coleta o fruto;
• o transporte cuidadoso, por rio ou por cabos aéreos que respeitam a floresta;
• a agroindústria que transforma o açaí em polpa, pó, bebidas e suplementos;
• os restaurantes e empreendimentos turísticos que levam essa riqueza, com identidade amazônica, à mesa de quem consome.

Quando a cadeia de valor fica nas mãos das comunidades locais – do extrativista ao trabalhador da cozinha, do técnico de laboratório ao garçom –, o açaí deixa de ser apenas matéria-prima barata exportada a granel e se transforma em conhecimento, tecnologia, emprego, renda e dignidade.

Essa é a Amazônia que vimos brilhar na COP 30:
uma Amazônia em que a floresta insiste em continuar de pé, onde seu
povo segue em pé,
e sua riqueza deixa de sair apenas em navios para circular também na vida de quem nasceu e vive aqui.

Essa é a economia da floresta em pé que queremos para toda a Amazônia.

*Ex preso político, ex prefeito, ex governador, ex senador, autor da Lei Complementar 131/2009, a Lei da Transparência. Atualmente empresário da bioeconomia.

Lô, Luz e Estrela

* Por Alcione Cavalcante 

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De repente, do nada,  como diria meu amado sobrinho Biel, resolvi usar uma camisa que ganhei do meu amigo Reca, (enviada de BH), alusiva ao derradeiro show do Milton Nascimento “A Última Sessão de Música”. Show cujo nome remete a música de mesmo título que figura do disco “Milagre dos Peixes” de 1973.

De pronto recorri ao meu bau de preciosidades, onde guardo para uso em ocasiões especiais, camisas do Ypiranga, da Tuna Luso, do Vasco da Gama, da fundação da REDE Sustentabilidade, do Piratas da Batucada e uma especial de São Francisco com reprodução de gravuras de Portinari na Igreja da Pampulha. Nada de pressentimento ruim. Apenas uma leve angústia derivada da saúde do Milton. Nada a temer…
Pois que na esteira da camisa me vieram as lembranças de 1972, do jovem estudante concluinte do colegial no Colégio Amapaense e vestibulando de florestas da Universidade Federal do Paraná e do Clube da Esquina. Tempos duros. Pleno AI-5. Por aqui o mandachuva era o carrancudo General Ivanhoé Martins, que – diziam – tinha o hábito de bisbilhotar o que ocorria no Colosso Amapaense. Pra dizer o mínimo.
Rodando as horas pra trás, como o Chico em “Valsa Brasileira”, tenho nítida a sensação de fisgo, que me tomou desde a primeira audição, daquele que seria o primeiro álbum duplo de artista brasileiro. Antes havia o Álbum Branco. Bem, mas aí eram os Beatles.

Inicialmente fui tomado pela linha melódica e pela harmonia. Não era bossa-nova, não era samba, não era tropicalismo, não era regionalismo e ao mesmo tempo era tudo. Um pouco mais tarde pela beleza e mensagens esculpidas nas letras das canções.
Abrindo o Clube 1, de sola, a música “Tudo que Você Podia Ser” (Milton/Lô), onde somos desafiados a manter o idealismo, ainda que o momento imponha medo e cautela. (Você sonhava, que ia ser melhor depois. Você queria ser o grande herói das estradas).
Segue com “Cais” (Milton/Bastos) que demostra a coragem e a determinação de buscar novos horizontes.
Que dizer de “Trem Azul”, que até Tom Jobim, do alto de sua genialidade gravou? Tom que sempre valorizou suas composições, até porque as tinha em profusão e qualidade, fez uma raríssima concessão e rendeu ao talento dos jovens Lô e Ronaldo Bastos.
E de “Os Povos” (Ah, um dia, qualquer dia de calor, É sempre mais um dia de lembrar, A cordilheira de sonhos que a noite apagou) e sua resiliente resignação?
Que esperar de “Nada Será como Antes”, a não ser esperança esparramada no verso “Resistindo na boca da noite um gosto de sol”.
Em “Ruas da Cidade” registra o avanço sem dó da dita civilização sobre os povos originários da Terra de Santa Cruz (Guajajaras, Tamoios, Tapuias, Tupinambás, Aimorés. Todos no chão. Passa bonde, passa boiada, passa trator, avião. Ruas e reis).

A música que dá nome ao álbum foi gravada inicialmente por Milton em 1970 (na ocasião Lô pinha apenas 18 anos. Talvez a tivesse composto aos 16?), carrega nos seus versos a esperança e a confiança na amizade ( a gente sozinha se vê ….um grande país eu espero / Espero do fundo da noite chegar).
No “Clube da Esquina 01” é registrada a versão instrumental de “Clube da Esquina 02”, versão entendida como definitiva pelos autores.

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Mal sabiam que por insistência de Nana Caymmi, a canção receberia versos de Márcio Borges que a colocaria entre as mais belas de todo o mundo. Ali, resistir não se traduz em violência (Em meio a tantos gases lacrimogênios
Ficam calmos, (calmos), mas requer audácia e união (E o rio de asfalto e gente. Entorna pelas ladeiras, entope o meio-fio. Esquina mais de um milhão. Quero ver então a gente, gente, gente) transpira sonho no amanhã e coragem no dia a dia, ensinado que “sonhos não envelhecem”.
Vevendo hoje essas obras, tenho que tudo está nos Clubes 1 e 2. Ali constam ideais e princípios caros a toda a nossa geração.

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p.s – Ainda que nem caiba.
p.s 1 – Alcione é meu irmão. E foi quem me apresentou o disco “Clube da Esquina”, considerado um dos melhores álbuns de todos os tempos do mundo. Me apresentou Milton, e consequentemente Lô Borges.
Obrigada, irmão.
O artigo é um registro poético e emocionante.

‘Queremos um desenvolvimento ético que cabe perfeitamente na história do Amapá’, destaca governador Clécio Luís na abertura da COP30 em Belém

COP30 reúne lideranças mundiais e sociedade civil para discutir soluções concretas diante da crise climática

Chefiando uma comitiva do Governo do Estado e convidados com mais de 300 pessoas, o governador Clécio Luís celebrou nesta segunda-feira, 10, o primeiro dia da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém, capital do Pará. Na abertura oficial da programação, Clécio ressaltou a presença firme e protagonista do estado na agenda global.

“O Amapá chega grande na COP, com uma delegação que se faz grande não só pela presença física, mas pela autoridade moral que o Amapá tem de falar em meio ambiente. Esta será a COP da verdade, vamos mostrar essa insustentabilidade. Nós nos orgulhamos muito dos índices ambientais, mas nós queremos desenvolvimento, sobretudo um desenvolvimento ético que cabe perfeitamente na história do Amapá. Nós continuamos fazendo todos os deveres de casa até hoje, para poder chegar na COP30 e dizer que a Amazônia amapaense tem propostas muito claras”, evidenciou Clécio Luís.

COP30 é realizada em Belém, capital do Pará, com participação expressiva de países
COP30 é realizada em Belém, capital do Pará, com participação expressiva de países
Foto: Hermes Caruzo/COP30

Realizada pela primeira vez na Amazônia, a COP30 reúne lideranças mundiais e sociedade civil para discutir soluções concretas diante da crise climática. Organizada pelo Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), a programação acontece até o dia 21 de novembro, em Belém. A abertura nesta segunda-feira marcou o início das negociações.

“Trazer a COP para o coração da Amazônia foi uma tarefa árdua, mas necessária. A Amazônia não é uma entidade abstrata. Quem só vê floresta de cima desconhece o que se passa à sua sombra. O bioma mais diverso da Terra é a casa de quase 50 milhões de pessoas, que ainda enfrentam desafios sociais e econômicos que o Brasil luta para superar com a mesma determinação com que contornou as adversidades logísticas inerentes à organização de uma conferência deste porte”, destacou o presidente Luís Inácio Lula da Silva, durante a abertura.

Presidente Lula evidenciou importância da COP ser na Amazônia
Presidente Lula evidenciou importância da COP ser na Amazônia
Foto: Ueslei Marcelino/COP30

A comitiva do Amapá desembarcou na capital paraense no domingo, 9, em um ferry boat, e é composta por representantes indígenas, quilombolas, gestores públicos, pesquisadores, cientistas, jornalistas, professores, estudantes, empreendedores de bioeconomia, artes culturais e representantes da sociedade civil. Além do Pará, o Amapá é o único estado que possui estande próprio no evento internacional, apresentando potencialidades, inovação e alternativas sustentáveis.

ESTANDE DO AMAPÁ NA COP30; VEJA PROGRAMAÇÃO

“A presença de governadores e prefeitos é importantíssima, porque os entes subnacionais têm um papel absolutamente essencial na implementação das decisões das COPs. O Brasil está unido em torno da agenda que a COP30 vai tratar. Eu acho que é muito importante que o mundo veja que há, no Brasil, essa união de todas as instâncias por uma agenda que, como nós sabemos, será excepcional para o crescimento, para a criação de emprego e para a melhora da vida das pessoas”, afirmou o presidente da COP30, André Corrêa do Lago.

André Corrêa do Lago, embaixador e presidente da COP 30, na abertura do evento
André Corrêa do Lago, embaixador e presidente da COP 30, na abertura do evento
Foto: Alex Ferro/COP30

Propostas claras
Porta-voz do Amapá, o governador do Estado cumpre uma agenda estratégica durante a COP30, apresentando projetos em 5 principais eixos:

  • Eixo I – Sistema Amapá de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Sustentabilidade
  • Eixo II – Programa de Transição Energética Inclusiva
  • Eixo III – Plano de Apoio à Sociobioeconomia
  • Eixo IV – Justiça Climática e Desenvolvimento Sustentável das Comunidades Tradicionais
  • Eixo V – Cidades das Águas: Gestão Hídrica e Ordenamento Territorial

“Trouxemos 5 temas para a COP que nós precisamos de recursos para financiar estudos, negócios, equipamentos, para financiar o aprofundamento dessas cadeias produtivas. O Amapá é pauta mundial hoje. Em todos os encontros que eu participei nas duas últimas COPs, nós levamos delegações expressivas e falamos do Amapá. O reflexo disso está aí: já tem várias empresas se implantando no Amapá, tratando e fazendo os negócios, não de qualquer jeito, mas dentro desses parâmetros éticos”, disse Clécio Luís.

Amapá participa da COP30 com estande próprio
Amapá participa da COP30 com estande próprio
Foto: Max Renê/GEA

A COP da Amazônia
A  30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) iniciou nesta segunda-feira, 10, e segue até 21 de novembro de 2025, em Belém, no Pará. Realizada pela primeira vez na Amazônia, a COP30 reúne lideranças mundiais, cientistas, representantes de governos, empresas, organizações e sociedade civil para discutir soluções concretas diante da crise climática. A presença robusta do Amapá simboliza o fortalecimento da região no centro das discussões globais sobre sustentabilidade.

Com cerca de 73,5% de seu território sob proteção ambiental, incluindo unidades de conservação, terras indígenas e quilombolas, o Governo do Estado pretende mostrar que é possível unir conservação ambiental, inovação e desenvolvimento social.

A iniciativa é resultado de um esforço conjunto de órgãos estaduais, como as fundações de Amparo à Pesquisa do Amapá (Fapeap) e de Promoção de Políticas de Igualdade Racial (Fundação Marabaixo), o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), e as Secretarias de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (Setec), Cultura (Secult), Meio Ambiente (Sema), Planejamento (Seplan), Povos Indígenas (Sepi), Juventude (Sejuv), Educação (Seed), de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Amapá Internacional) e a Agência de Desenvolvimento Econômico (Agência Amapá), que atuam de forma integrada na elaboração e apresentação de projetos.

De Estado esquecido à referência nacional: o novo lugar que Clécio colocou o Amapá

Em pouco mais de 2,5 anos e meio de gestão, o governador Clécio levou o Amapá a outro patamar de estado. Não por acaso, 78,4% dos amapaenses avaliam como positiva a administração que entrega resultados. De Estado esquecido a referência nacional, este é o Amapá que o governador está entregando.

E ainda: mais da metade da população aprova o desempenho pessoal do governador. Clécio não é milagreiro. É gestor. Essa qualidade rara deixou de ser virtude e virou necessidade para o Amapá continuar a crescer. A seguir, um retrato fiel do que a gestão fez em apenas dois anos e meio.

*Educação: 32 escolas levantadas, ampliadas e devolvidas à dignidade*

O chefe do executivo estadual devolveu dignidade à educação com ação concreta e resultado visível: 32 escolas reconstruídas, reformadas ou ampliadas, com salas equipadas, energia, carteiras novas e ambientes que voltaram a inspirar quem ensina e quem aprende. Investiu R$ 83,4 milhões desde 2023, modernizou unidades, reforçou programas de apoio ao aluno, incluiu tecnologia, valorizou professores e aproximou a escola das famílias.

O Amapá retomou a autoestima na educação, elevou indicadores e mostrou que ensinar com respeito ao aluno não é promessa, é entrega.

*Saúde: o fim da gambiarra e o início da era da estrutura definitiva*

A atual administração tirou a saúde pública do improviso e colocou o Amapá na era da estrutura definitiva, com investimentos em hospitais, profissionais, atendimento especializado, prevenção e cuidado humano. O símbolo dessa virada é a construção do novo Hospital de Emergências, orçado em R$ 140 milhões, acompanhada do reforço de mais de R$ 69 milhões na compra de medicamentos e da modernização da rede, que deixou o remendo institucional para trás.

Em 2024, o HE de Macapá realizou 6.017 cirurgias e o Hospital Alberto Lima ultrapassou 2.900 procedimentos nos primeiros cinco meses, enquanto as cirurgias eletivas do Programa de Redução de Filas cresceram de 194 para 460 entre 2023 e 2024.

A transformação avançou com a descentralização de serviços, equipamentos modernos, fortalecimento da saúde da família e melhorias no interior, que saíram do discurso e viraram estruturas, salas equipadas e atendimento real. Em 2025, o setor ganhou mais R$ 25,2 milhões para construir três novas UBSs e uma policlínica, o que ampliará o acesso e fortalecerá a infraestrutura. O resultado é uma saúde mais eficiente, digna e perto de quem precisa.

*Segurança: Estado forte, crime acuado*

O Amapá virou referência nacional em segurança pública e colocou ordem onde antes reinava a ousadia do crime. Reduziu 28,71% dos homicídios dolosos, muito acima da média brasileira, liderou a queda de latrocínios com 69,23% e registrou a maior redução do país em lesões corporais seguidas de morte, com 81,25%, além de cortar em 50% os feminicídios.

As facções que desfilavam em motos para fazer vídeo agora encontram inteligência, estratégia, estrutura e polícia equipada. A repressão ganhou método, presença e rigor. A mensagem ficou clara: o Amapá tem governo e não tem dono.

*Cultura: a alma amapaense*

O Governo do Amapá investiu mais de R$ 120 milhões na cultura entre 2023 e 2025, resultado da soma de recursos estaduais e federais executados no Estado. O número inclui a execução de R$ 46,4 milhões da Lei Paulo Gustavo (maior orçamento cultural da história do Amapá), R$ 22,5 milhões previstos da Lei Aldir Blanc 2 até 2026, R$ 15 milhões em reformas de equipamentos culturais, além de R$ 8,2 milhões em editais estaduais e aproximadamente R$ 30 milhões na retomada e modernização da Expofeira. O setor registrou crescimento de 38% na cadeia da economia criativa desde o início da atual gestão, com geração direta e indireta de mais de 12 mil postos de trabalho em eventos, produção artística, serviços culturais e turismo.

O Amapá virou referência regional ao ampliar editais, descentralizar recursos para os 16 municípios e valorizar culturas tradicionais, indígenas, periféricas, afro-amapaenses e da Amazônia urbana. Foram mais de 1.900 projetos culturais contemplados desde 2023, com aumento de 260% na oferta de editais e crescimento de 41% na participação de artistas do interior.

O Teatro das Bacabeiras passará por modernização, com investimento total de R$ 13,7 milhões. Ou seja, a cultura voltou a ser vetor de identidade, autoestima, turismo e desenvolvimento para quem faz arte no Amapá.

*Economia e Desenvolvimento: quando o Estado vira parceiro*

O Amapá registrou crescimento acumulado de 12,4% no PIB entre 2023 e 2024, acima da média nacional de 5,8% no mesmo período, e recebeu mais de R$ 6,2 bilhões em novos investimentos públicos e privados desde 2023. O governo destinou R$ 1,4 bilhão em infraestrutura urbana, com mais de 1.200 ruas asfaltadas, 85 km de novas passarelas de concreto e obras de mobilidade em todos os municípios.

O crédito e o apoio ao empreendedorismo ampliaram o acesso a recursos: o Banco do Povo e programas estaduais liberaram R$ 98 milhões em micro e pequenos financiamentos, beneficiaram mais de 14 mil empreendedores e fortaleceram o comércio local, que registrou aumento de 22% na abertura de novos negócios.

A economia criativa e a inovação avançaram com a criação do maior programa estadual de startups da região Norte, que destinou R$ 12 milhões em editais e aceleração e apoiou 136 startups, com crescimento de 48% no setor de tecnologia desde 2023. O agronegócio retomou força com assistência técnica, regularização e acesso a mercado, alcançou crescimento de 37% na produção agrícola e elevou as exportações do estado em 29%. O conjunto dessas ações elevou a renda média, ativou o mercado interno, gerou mais de 23 mil empregos formais e posicionou o Amapá como um dos estados que mais se desenvolveram no Norte nos últimos dois anos.

*Transparência: gestão limpa e reconhecimento nacional*

A gestão de Clécio colocou o Amapá entre as administrações mais transparentes do país, com portais, acesso facilitado a dados, contas claras e auditoria ativa. Quando o dinheiro público vira obra, serviço e resultado, a população sente, entende e aprova. E aprovou.

*Petróleo: soberania, coragem e futuro*

O Amapá deixou o papel de coadjuvante em Brasília e passou a ocupar espaço onde decisões estratégicas definem a matriz energética do país. A defesa da exploração responsável da Margem Equatorial ganhou método, ciência, articulação institucional e sentido de soberania. O Estado tratou o petróleo como política pública de desenvolvimento, não como bandeira vazia: royalties, empregos, capacitação técnica, inovação e proteção socioambiental ficaram no mesmo plano, sob lógica de futuro e não de oportunismo.

Esse movimento elevou o Amapá ao protagonismo nacional, consolidou credibilidade e abriu portas para investimentos estruturantes. A gestão provou que progresso e responsabilidade ambiental podem andar lado a lado e fixou um novo padrão civilizatório para o debate energético. O capítulo criado não admite nostalgia pré-industrial nem bravata ideológica: o petróleo virou vetor de autonomia, qualificação e riqueza duradoura para o povo amapaense.

*E por que isso tudo importa em 2026?*

A aprovação de 78,4% traduz comparação direta com anos de improviso, invisibilidade e discurso vazio. O Amapá entrou na era da execução séria, com obras, serviços e políticas que mudaram a vida de quem mora aqui. Reeleger Clécio significa preservar estabilidade, manter o eixo do crescimento e consolidar conquistas.

Por conta de tudo exposto, em 2026, o Amapá precisa seguir com o trabalho que fez do Estado referência nacional. Quatro anos a mais não significam a chance de transformar avanços em legado permanente. O eleitor sabe: quando algo deu certo, o dever é seguir adiante, não retroceder. Deu Certo, ponto final. Agora é seguir com Clécio.

*Renato Flexa – Jornalista.*

‘Significa um novo período na história econômica e social do Amapá’, diz governador Clécio Luís sobre licenciamento para Petrobras

Governador Clécio Luís, em visita técnica a sonda ODN-II, posicionada na Margem Equatorial.

O governador Clécio Luís celebrou na segunda-feira, 20, a informação de que a Petrobras obteve a licença de operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para iniciar a perfuração de um poço exploratório no bloco FZA-M-059, localizado em águas profundas do Amapá, na região da Margem Equatorial.

“Essa licença vai nos permitir fazer a pesquisa sobre o petróleo, e isso para nós significa um novo período na história econômica e social do Amapá. A perfuração deve começar imediatamente e tem previsão de duração de 5 meses. O objetivo é coletar informações geológicas e avaliar a viabilidade econômica de petróleo e gás na região”, destacou o governador Clécio Luís.

Durante a fase, não haverá produção. Para a conquista do licenciamento ambiental, a Petrobras cumpriu todos os requisitos do processo exigido pelo Ibama, incluindo a realização, em agosto, de uma avaliação pré-operacional para testar os planos de resposta a emergências.

“Foram praticamente dois ano e meio para convencer o Brasil e o Mundo de que a Margem Equatorial é necessária para as regiões norte e nordeste do país. Sem dúvidas o petróleo é um vetor de crescimento econômico para estas regiões e ainda alavancar o desenvolvimento de outras atividades econômicas”, enfatizou o vice-governador, Teles Júnior.

Para a conquista do licenciamento ambiental, a Petrobras cumpriu todos os requisitos do processo exigido pelo Ibama
Para a conquista do licenciamento ambiental, a Petrobras cumpriu todos os requisitos do processo exigido pelo Ibama
Foto: Mauricio Gasparini/GEA

Dentre tantos procedimentos para alcançar o licenciamento, a Petrobras construiu o Centro de Reabilitação e Despetrolização de Fauna (CRD), no município de Oiapoque, licenciado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Além disso, o apoio do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, do senador Randolfe Rodrigues e da bancada federal foi essencial para o andamento do processo.

Próxima etapa  

Com a emissão da licença de operação para perfuração do poço, o principal objetivo da etapa é coletar dados geológicos e avaliar se a área tem viabilidade econômica para produção.

Potencial 

A região estende‑se ao longo de cerca de 2.200 km entre o extremo Norte do Amapá e o litoral do Rio Grande do Norte, e engloba 5 bacias sedimentares: Foz do Amazonas, Pará‑Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.

Segundo estimativas do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) a área possui um volume de recursos de óleo e gás “in situ” da ordem de 1,1 milhão de barris por dia.

Amapá recebe missão prospectiva de executivos e lideranças do setor de Petróleo e Gás

Governador Clécio Luís encontrou empresários e investidores do Petróleo e Gás.

As grandes oportunidades apresentadas atualmente pelo Amapá têm atraído os interesses do mercado nacional. Nesta quarta-feira, 3, a convite do Governo do Estado, Macapá recebeu uma missão de prospecção formada por um grupo de mais de 60 executivos e lideranças do setor de Petróleo e Gás.

Realizado durante a 54ª Expofeira, maior evento de negócios da Amazônia, o encontro apresenta aos empresários as possibilidades de investimento no estado mais preservado e protegido do Brasil, que oportuniza segurança jurídica, política e ambiental, com vantagens comparativas em relação a logística e incentivos fiscais.

Governador Clécio Luís encontrou empresários e investidores do Petróleo e Gás
Governador Clécio Luís encontrou empresários e investidores do Petróleo e Gás
Foto: Maksuel Martins/GEA

“São grandes empresários que vieram conhecer o Amapá, conversar e interagir com empresários amapaenses, além de representantes de entidades empresariais. Estamos aqui para mostrar a felicidade e o orgulho que o Amapá tem em oferecer terras, dinâmica econômica, logística, porto, preservação, legislação avançada, segurança. Os empresários se animaram a vir nos conhecer e tenho certeza que daqui vão sair bons negócios para o Amapá”, afirmou o governador Clécio Luís, em almoço com os executivos.

Governador Clécio Luís, em almoço com empresários e investidores do Petróleo e Gás
Governador Clécio Luís, em almoço com empresários e investidores do Petróleo e Gás
Foto: Maksuel Martins/GEA

Além da recepção oficial, a programação inclui ainda a visita ao Porto de Santana, o Seminário “Petróleo e Gás no Amapá – Portas Abertas para Negócios, Carreiras, Inovação e Sustentabilidade” e rodadas de negócios, no ambiente Petróleo e Gás, na Expofeira.

“É uma operação onde temos bons desafios aqui no Amapá, na Margem Equatorial com a Petrobras e outras petroleiras, com a conservação do bioma amazônico. Estamos vindo com muita expectativa de poder ajudar o Governo a construir um novo caminho para uma nova fase econômica do Brasil”, descreveu Fabrício Fonseca, presidente das operações da Ambipar no Brasil.

Fabrício Fonseca (ao centro), presidente das operações da Ambipar no Brasil
Fabrício Fonseca (ao centro), presidente das operações da Ambipar no Brasil
Foto: Maksuel Martins/GEA

Organizada pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá), a missão objetivou organizar um ambiente que inspire novos negócios.

Wandenberg Pitaluga, diretor-presidente da Agência Amapá
Wandenberg Pitaluga, diretor-presidente da Agência Amapá
Foto: Maksuel Martins/GEA

“Nós conectamos os empresários com todas as potencialidades do Amapá. O Governo quer abrir estado do Amapá para o Brasil e para o mundo. Sem dúvidas, hoje o Amapá está no centro das atenções e está pronto para receber os investidores e os investimentos. Hoje é um pontapé para essa nova fase”, disse o diretor-presidente da Agência Amapá, Wandenberg Pitaluga.

Entre os convidados estiveram o diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), David Zyulbersztajn; o presidente da Transpetro, Sérgio Bacci; representantes de bancos como o BTG; além de representantes de multinacionais que atuam na cadeia e consultores do setor.

Vice-governador Teles Junior (ao centro)
Vice-governador Teles Junior (ao centro)
Foto: Jessé Matos/Agência Grito

Durante o almoço, o vice-governador Teles Júnior, que também atua na área econômica, ressaltou a importância de aproximar o setor produtivo das oportunidades abertas pelo estado.

“Iniciativas como essa nos permite novos investimentos, traz recurso novo para o estado, garantindo um crescimento sustentável para o futuro, mostrando para o Brasil e para o mundo nossas potências”, citou o vice-governador Teles Júnior.

Missão de prospecção de negócios reuniu empresários e investidores no Amapá
Missão de prospecção de negócios reuniu empresários e investidores no Amapá
Foto: Maksuel Martins/GEA

A missão prospectiva consolida o Amapá como novo ponto de interesse no mapa do Petróleo e Gás brasileiro, em função da exploração da Margem Equatorial, com ambiente seguro e competitivo para negócios. Com a aproximação entre Governo do Estado, empresários e investidores, a iniciativa abre espaço para geração de empregos, diversificação da economia e desenvolvimento sustentável da região.

Governador Clécio Luís e a primeira-dama, Priscilla Flores
Governador Clécio Luís e a primeira-dama, Priscilla Flores
Foto: Jessé Matos/Agência Grito
Governador Clécio Luís encontrou empresários e investidores do Petróleo e Gás
Governador Clécio Luís encontrou empresários e investidores do Petróleo e Gás
Foto: Maksuel Martins/GEA
Legislativo e Judiciário destacaram segurança política, jurídica e ambiental do Amapá
Legislativo e Judiciário destacaram segurança política, jurídica e ambiental do Amapá
Foto: Maksuel Martins/GEA
Governador Clécio Luís se reuniu com David Zylbersztajn, diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP)
Governador Clécio Luís se reuniu com David Zylbersztajn, diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP)
Foto: Maksuel Martins/GEA
Encontro com investidores e empresários destacou protagonismo do Amapá para o mercado
Encontro com investidores e empresários destacou protagonismo do Amapá para o mercado

Recondução ao CNMP: Ivana Cei será sabatinada dia 13 na CCJ do Senado Federal

Procuradora de Justiça, Ivana Cei, será sabatinada no próximo dia 13, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, para recondução ao cargo de conselheira do Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP.

Nem tenho dúvida de quanto será vitorioso o desempenho de Ivana na CCJ. Pela sua competência, carreira relevante e capacidade de trabalho.

Além de Conselheira, Ivana Cei é Ouvidora Nacional e presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente.

O senador Randolfe Rodrigues, relator da indicação, destacou a competência e compromisso da conselheira nacional afirmando ser orgulho do Ministério Público amapaense e nacional. Presente na sessão, a candidata foi aplaudida pelos senadores.

Sucesso, amiga. Na torcida sempre por vc.

Inova Amazônia Summit: maior encontro de bioeconomia do Amapá debate potencial de negócios sustentáveis na Região Amazônica

Abertura aconteceu na quarta-feira, 21, na sede do Sebrae-AP

O Amapá se tornou o epicentro da inovação sustentável na região Norte com o início do Inova Amazônia Summit, maior evento de bioeconomia da Região Norte. O encontro, que antecede a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), é realizado pelo Governo do Estado e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amapá (Sebrae-AP), e reúne empreendedores, investidores e representantes governamentais para debater e impulsionar negócios sustentáveis baseados na biodiversidade amazônica.

Evento reúne público de todo o Brasil
Evento reúne público de todo o Brasil
Foto: Jorge Júnior/GEA

A cerimônia de abertura aconteceu na quarta-feira, 21, na sede do Sebrae-AP, e segue até esta sexta-feira, 23. O secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Edivan Andrade, destacou que o evento é uma oportunidade única para posicionar o Amapá como referência nacional em bioeconomia.

“Queremos ser protagonistas nas discussões ambientais, apresentando soluções que aliem bioeconomia, inovação e inclusão social. Este é o momento de colocar o Amapá no centro do debate global sobre o futuro da Amazônia”, frisou Andrade.

Edivan Andrade, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação
Edivan Andrade, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação
Foto: Jorge Júnior/GEA

O evento é uma preparação para a COP30, e conta com mais de 120 expositores e 30 painéis com temáticas relacionadas aos ecossistemas, bionegócios, tecnologia, inovação, liderança e impacto. O encontro também serve como plataforma para discutir políticas públicas que incentivem o empreendedorismo sustentável e a valorização dos recursos naturais da Amazônia.

“É uma oportunidade para fortalecer empreendedores que já obtiveram resultados significativos com o programa Inova Amazônia e para incentivar novos empresários a ingressarem no setor”, destacou o presidente deliberativo do Sebrae-AP, Josiel Alcolumbre.

Presidente deliberativo do Sebrae Amapá, Josiel Alcolumbre
Presidente deliberativo do Sebrae Amapá, Josiel Alcolumbre
Foto: Jorge Júnior/GEA

A expectativa é que o evento contribua significativamente para o fortalecimento da bioeconomia na região, promovendo um modelo de desenvolvimento que alia inovação, sustentabilidade e valorização da biodiversidade amazônica.

Márcia Costa, natural de São Miguel da Boa Vista, em Santa Catarina, veio ao Amapá especialmente para prestigiar o evento. Segundo ela, o Inova Amazônia Summit representa um marco na história da região amazônica e sua realização no estado do Amapá é de grande importância.

“O evento inspira as pessoas a saírem de seus casulos e enxergarem novas possibilidades. Para as empresas, é uma excelente oportunidade de mostrar ao mundo a grandiosidade de suas startups e empreendimentos, além de destacar o potencial da bioeconomia como motor de desenvolvimento sustentável”, disse Márcia.

Márcia Costa, natural de São Miguel da Boa Vista, em Santa Catarina
Márcia Costa, natural de São Miguel da Boa Vista, em Santa Catarina
Foto: Flávio Sousa/SETEC

A programação do Inova Amazônia Summit inclui painéis temáticos, rodadas de negócios, exposições de produtos com indicações geográficas, apresentações culturais e visitas técnicas, além de empresas locais que são casos de sucesso em bioeconomia.

Inova Amazônia Summit

O Inova Amazônia Summit busca transformar a percepção sobre a Amazônia e o rico patrimônio de biodiversidade. Reunindo painéis temáticos, pitchs, exposição de indicações geográficas, rodadas de negócios, mostra de bioeconomia e apresentações culturais, o encontro busca promover um ambiente propício para a troca de ideias, o compartilhamento de experiências e o estímulo à geração de negócios sustentáveis.

O evento é realizado pelo Governo do Amapá e Sebrae, com apoio dos parceiros: Conselho Nacional das Fundações de Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Grupo CEA Equatorial, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Grupo Rede Amazônica e Fundação Rede Amazônica, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Social da Indústria e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Sesi e Senai Amapá), Associação Brasileira de Startups (ABStartups), Sebrae Play, Mariza Alimentos, Lan Telecom, Associação Amapaense de Tecnologia (Amapatec), Comunidade Tucuju Valley e Instituto Amazônia +21.

Governo do Amapá entrega Estádio Augusto Antunes totalmente revitalizado nesta quinta-feira, 22

Estádio Augusto Antunes recebeu novo gramado, iluminação de LED e estrutura moderna para receber atletas e torcedores

Nesta quinta-feira, 22, a população de Santana volta a viver o clima das grandes partidas de futebol com a entrega do Estádio Augusto Antunes, o tradicional “Augustão”. Totalmente revitalizado, o local foi reformado pelo Governo do Amapá, com recursos de R$ 2,5 milhões destinados por emenda do senador Randolfe Rodrigues, e com apoio da Federação Amapaense de Futebol (FAF).

O espaço, às margens do Rio Amazonas, agora conta com novo gramado natural, iluminação de LED, cabines de imprensa climatizadas, vestiários reformados, alambrado, pintura completa, além de pavimentação no entorno e nos acessos ao estádio. Toda a parte técnica já passou por vistoria final para garantir estrutura de qualidade para atletas e torcedores.

População de Santana volta a viver o clima das grandes partidas de futebol com a entrega do Estádio Augusto Antunes
População de Santana volta a viver o clima das grandes partidas de futebol com a entrega do Estádio Augusto Antunes
Foto: Jhon Martins/GEA

Programação esportiva e homenagens

A reinauguração será marcada por uma programação que une tradição, emoção e incentivo à nova geração. A partir das 16h30, o público acompanha dois jogos amistosos entre as escolas de futebol infantil de Santana e Independente, nas categorias sub-15 e sub-10.

Às 17h30, acontece uma cerimônia de inauguração, com as falas do governador Clécio Luís, do senador Randolfe Rodrigues e do ex-jogador Cafu, capitão do pentacampeonato mundial da Seleção Brasileira.

CREDENCIAMENTO DA IMPRENSA

Com investimento de R$ 2,5 milhões, o tradicional “Augustão” é devolvido à população de Santana
Com investimento de R$ 2,5 milhões, o tradicional “Augustão” é devolvido à população de Santana
Foto: Jhon Martins/GEA

Às 19h, ocorre o jogo entre os times principais do Santana Esporte Clube e do Independente Esporte Clube. Durante a programação, cerca de 60 personalidades do futebol amapaense – entre jogadores, técnicos e árbitros das antigas – serão homenageadas pela contribuição à história do esporte no estado.

Serviço

  • Reinauguração do Estádio Augusto Antunes
    Data: quinta-feira, 22 de maio de 2025
    Hora: a partir das 16h30
    Local: Avenida Lucena de Azevedo, nº 3, bairro Daniel, em Santana

Inova Amazônia Summit: Miguel Falabella realiza palestra sobre liderança e impacto no maior evento de bioeconomia do Amapá

Palestra magna de Miguel Falabella encerrou a primeiro noite do Inova Amazônia Summit

Na primeira noite do Inova Amazônia Summit, realizado pelo Governo do Estado e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amapá (Sebrae-AP), o público prestigiou a palestra “Reinventando o Presente”, ministrada pelo ator, diretor e cineasta, Miguel Falabella. Integrando a trilha “Liderança e Impacto”, o evento aconteceu na sede do Sebrae-AP, e proporcionou momentos de inspiração com conexão por meio da arte, criatividade e inovação.

Momento reuniu empreendedores, estudantes, potenciais empresários, expositores, painelistas e público em geral
Momento reuniu empreendedores, estudantes, potenciais empresários, expositores, painelistas e público em geral
Foto: Adriano Monteiro/GEA

Com uma trajetória de sucesso de mais de 40 anos, Falabella trouxe de forma descontraída as experiências que teve ao logo da carreira. O ator provocou o público para novas ideias e olhares sobre o futuro da Amazônia, além de reflexões sobre ferramentas que impactaram na vida pessoal, como a poesia, comunicabilidade e disciplina.

“É fundamental que adaptemos a originalidade constantemente, algo que a cada dia é mais difícil. As pessoas, na ânsia de serem originais, fazem tudo igual, mas precisamos encontrar formas de nos reinventar”, frisou o artista.

Ator, diretor e cineasta, Miguel Falabella integrou a trilha Liderança e Impacto
Ator, diretor e cineasta, Miguel Falabella integrou a trilha “Liderança e Impacto”
Foto: Adriano Monteiro/GEA

Um dos participantes foi o servidor da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Ivo Costa de Souza, de 45 anos, que é natural de São Paulo, mas mora em Macapá há 30 anos, e falou que o evento foi muito produtivo.

“O tema tem muito a ver com a nossa realidade, porque nosso estado é forte na bioeconomia e também com o crescimento das startups. Eu vim como expectador para ficar atento as novidades, porque tem a ver também com o meu serviço que faço na Suframa. A palestra do Miguel foi muito interessante, porque ele mostrou para gente uma realidade de vida e que não podemos desistir, mesmo diante das dificuldades”, ressaltou Souza.

Servidor da Suframa, Ivo Costa de Souza, de 45 anos
Servidor da Suframa, Ivo Costa de Souza, de 45 anos
Foto: Adriano Monteiro/GEA

Inova Amazônia Summit

Com expectativa de reunir cerca de 5 mil pessoas durante três dias de programação, o evento é voltado para empreendedores, estudantes, potenciais empresários, expositores, painelistas e o público em geral.

O Inova Amazônia Summit busca transformar a percepção sobre a Amazônia e o rico patrimônio de biodiversidade. Reunindo painéis temáticos, pitchs, exposição de indicações geográficas, rodadas de negócios, mostra de bioeconomia e apresentações culturais, o encontro busca promover um ambiente propício para a troca de ideias, o compartilhamento de experiências e o estímulo à geração de negócios sustentáveis.

Alcolumbre diz que criação da frente sobre Margem Equatorial contribui para aprofundar debate sobre exploração de petróleo no Norte do Brasil

Presidente do Senado é considerado um dos principais articuladores pela pesquisa sobre potencial petrolífero do Amapá.

A criação da Frente Parlamentar do Senado em Defesa da Exploração de Petróleo na Margem Equatorial representa um passo importante para fortalecer a exploração petrolífera e aprofundar debates responsáveis sobre novas pesquisas, no Norte do Brasil. A afirmação é do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), um dia após a Casa aprovar o projeto de resolução (PR) 2/2025, instituindo o colegiado. Alcolumbre é considerado um dos principais incentivadores e articuladores pela aprovação de estudos sobre o potencial exploratório do Amapá.

“A criação desta frente parlamentar é um avanço importante para o aprofundamento das discussões, esclarecimentos e entendimento sobre o potencial da Margem Equatorial. Conhecer as riquezas do nosso país é um passo importante para transformarmos toda essa potência em benefício direto para a população. Claro, sempre com toda responsabilidade que deve ser exigida”, disse o senador. “Minha busca incansável pela concessão da pesquisa em meu estado é porque sei que, a exploração sendo possível, será devolvida em mais emprego para as pessoas, em qualidade de vida, em mais oportunidades e em descoberta de outras riquezas”, destacou o presidente do Senado, que também é coordenador da bancada federal do AP.

Sugerida pelo senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) e aprovada nesta terça-feira (20) pelos senadores, a frente tem entre seus objetivos acompanhar o processo de exploração petrolífera em andamento no país e reunir senadores interessados no tema e no desenvolvimento econômico da região. A Margem Equatorial brasileira é uma região localizada no litoral norte do Brasil, estendendo-se do Rio Grande do Norte ao Amapá, abrangendo cinco bacias sedimentares: Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.

A região é considerada uma nova fronteira de exploração de petróleo e gás em águas profundas e ultraprofundas. “A possibilidade de pesquisarmos a exploração de petróleo na Margem Equatorial, em especial em meu estado, é de extrema importância para nós, amapaenses. Sonhamos com o dia, cada vez mais perto, de termos essa pesquisa concedida e a exploração, sendo possível, transformada em benefício direto, real e concreto para a sociedade”, afirmou Davi.

A criação da frente parlamentar ocorre um dia depois de o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizar a Petrobras a fazer vistorias e simulações de resgate de animais em um bloco da Bacia da Foz do Amazonas, no Amapá, na Margem Equatorial. Esse passo é considerado necessário para permitir a exploração do bloco no Amapá.

Inscrições abertas para a 9º Edição do Festival Curta Teatro

Evento acontece de 24 a 27 de julho na União dos Negros do Amapá (UNA), com espetáculos, oficinas e debates abertos ao público.


Macapá receberá, entre os dias 24 e 27 de julho, a 9º edição do Festival Curta Teatro, evento que celebra os 26 anos do grupo teatral Ói Nóiz Akí, referência na cena cultural amapaense. Com entrada gratuita, a programação acontece na União dos Negros do Amapá (UNA) e reunirá artistas, grupos e coletivos da Região Norte em quatro dias de intensa atividade cultural.

A proposta do festival é fortalecer o teatro independente e ampliar o acesso da população às artes cênicas, oferecendo ao público uma experiência rica, diversa e acessível. A programação inclui apresentações teatrais, oficinas formativas, rodas de conversa e debates com profissionais da área, promovendo o intercâmbio entre artistas, produtores, técnicos e espectadores.

O evento foi contemplado no Edital de Seleção Pública de Projetos Culturais e Esportivos Nº 01/2024, e conta com o patrocínio da CEA Equatorial e CSA, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). A realização é do Ministério da Cultura e do Governo Federal, com apoio do Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Estado do Amapá (CAPTTA).

“O Curta Teatro é um espaço de resistência e celebração da arte como ferramenta de transformação social. Queremos não só mostrar o que está sendo produzido na região, mas também formar novas plateias e inspirar futuros artistas”, afirma Cláudio Silva, produtor e integrante do grupo Ói Nóiz Akí.

As inscrições estão abertas através do site: https://oinoizaki.com.br/

IX Festival Curta Teatro
Data: 24, 25, 26 e 27 de julho de 2025
Local: União dos Negros do Amapá (UNA), Macapá/AP
Entrada: Gratuita
Informações: @cpcamapa| @oinoizaki

Assessoria de Comunicação

MPT, TRT8 e entidades participam de audiência pública para discutir a criação do Tribunal Regional do Trabalho do Estado do Amapá


No último dia 4 de abril, uma audiência pública, convocada pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amapá (OAB-AP), discutiu a proposta de criação do Tribunal Regional do Trabalho do Estado do Amapá. Hoje, o estado é jurisdicionado do TRT 8ª Região, que congrega o Pará e o Amapá.

O evento aconteceu no auditório da sede administrativa da Seccional, em Macapá. Para a reunião foram convidados representantes da bancada federal, senadores, autoridades locais, magistrados, sindicatos patronais e laborais, federações da indústria e do comércio, a Junta Comercial do Amapá (Jucap), Sebrae, instituições de ensino superior, além do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região e o Ministério Público do Trabalho PA-AP (MPT).

A audiência teve como objetivo abrir um espaço para o diálogo entre representantes de classe e a sociedade civil com vistas ao fortalecimento da Justiça do Trabalho no Amapá. Ao final, a OAB publicou a Carta da Advocacia do Meio do Mundo, documento que formaliza a demanda da classe pela instalação de um TRT no estado.

Ministério Público do Trabalho/Assessoria de Comunicação

‘O Amapá se posiciona como a mais nova rota de pesca esportiva do Brasil’, destaca presidente da Trade Show durante evento em São Paulo

Feira ocorre no Distrito do Anhembi, em São Paulo


O turismo amapaense está mais fortalecido com a participação do estado na 17ª edição do Pesca e Companhia Trade Show 2025, o maior evento sobre o segmento da América Latina, que aconteceu de 20 a 22 de março no Distrito do Anhembi, em São Paulo. O Amapá já fechou parcerias, firmou agendas e conquistou turistas.

O estado garantiu pela primeira vez um espaço dedicado ao estado na Trade Show. O estande atraiu expositores, turistas, gestores, técnicos e agentes do turismo, buscando diálogo sobre novas possibilidades para a pesca esportiva no Amapá.

Feira de pesca promove programação e atividades para amantes da pescaria
Feira de pesca promove programação e atividades para amantes da pescaria
Foto: Cássia Lima/GEA

Segundo o presidente da Trade Show, Marcelo Claro, a presença do estado marca um importante avanço da política pública na pesca esportiva do Norte do país. Para ele, a comitiva amapaense foi um grande sucesso nesta edição da feira.

“O Amapá se posiciona como a mais nova rota de pesca esportiva do Brasil e também a mais preservada. Sem dúvida, a feira ganhou um presentão, mas a presença do Estado fortaleceu a pesca esportiva do Norte”, destacou o presidente.

Presidente da Trade Show fala da importância da presença do Amapá na Feira
Presidente da Trade Show fala da importância da presença do Amapá na Feira
Foto: Divulgação/Trade Show

Como meta, o Governo do Estado busca firmar parcerias e ações para desenvolver toda a cadeia do segmento no Amapá, cumprindo assim as metas do desenvolvimento econômico sustentável.

A advogada Camila Facciolo, que mora em São Paulo, sempre quis conhecer o meio do mundo, muito especialmente o Rio Amazonas. Ela e o filho visitaram o estande do Amapá e já marcaram até a data da visita, nas férias de julho.

“Eu sempre quis conhecer a Amazônia amapaense e meu filho começou a pescar. Então, fomos apresentados a um roteiro lindo e vamos conhecer as belezas do extremo Norte do país logo mais”, disse a paulista.

A advogada paulista Camila já tem viagem marcada para o Amapá
A advogada paulista Camila já tem viagem marcada para o Amapá
Foto: Cássia Lima/GEA

O Amapá já possui guias e agentes de turismo preparados e com pacotes de pesca esportiva em diversos municípios, com destaque para os municípios de Tartarugalzinho, Laranjal do Jari, Amapá, Oiapoque, Calçoene, Serra do Navio, Ferreira Gomes e Porto Grande (este último já realizando diversos eventos de pesca).

Trade Show 2025

A Pesca Trade Show 2025 é reconhecida como uma das principais feiras do setor do mundo, ela compõe o calendário oficial das feiras internacionais de pesca, conforme publicado pela revista “Angling International”.

Esta 17ª edição reúne não só estados e profissionais de turismo e pesca do Brasil, mas também empresas de países como: Japão, China, Argentina, Chile, Panamá e Cuba. O evento tem foco nos segmentos de mergulho, pesca, náutica, camping e turismo de pesca.

Marabaixo na Bahia: O Eco Ancestral da Amazônia no Carnaval de Salvador

* Texto do jornalista e escritor Elton Tavares 

Os tambores do Marabaixo soaram alto no Carnaval de Salvador. O ritmo, nascido nas margens dos rios amazônicos e moldado pela resistência de um povo, atravessou fronteiras e aterrissou no circuito Barra-Ondina, um dos corações da festa baiana. No palco do camarote de Carlinhos Brown, nos dias 2 e 3 de março de 2025, o Amapá mostrou ao mundo sua identidade afro-amazônica.

Governador Clécio com os artistas
Governador do Amapá e o governador da Bahia com Carlinhos Brown

O Marabaixo, mais do que música, carrega a força da ancestralidade. A delegação amapaense levou essa essência para um espaço reservado a convidados e à imprensa nacional e internacional. E a recepção não poderia ter sido melhor: o próprio Carlinhos Brown, gênio criativo e ativista da cultura, aceitou o título de Embaixador do Marabaixo. Um gesto que ampliou o alcance desse patrimônio imaterial e fortaleceu os laços entre Amapá e Bahia.

Essa conexão se intensificou com a expedição de Brown ao Amapá. Da viagem, nasceram vivências e imagens que deram forma à exposição fotográfica “Amazônia Negra: Expedição Amapá”. A mostra, instalada no camarote, capturou os elos profundos entre as culturas afro-indígenas do Norte e do Nordeste. Um reencontro histórico registrado em cada fotografia.

O palco do camarote testemunhou uma descarga de musicalidade amapaense. Patrícia Bastos, voz premiada e potente, encabeçou o elenco ao lado de Finéias Nelluty, Brenda Melo, Jhimmy Feiches, João Amorim, Silmara Lobato e Enrico Di Miceli. Marabaixo, Batuque, Zouk e Kasekó se entrelaçaram. A dançadeira Mery Baraká traduziu no corpo a linguagem ancestral da manifestação, enquanto Nena Silva e Ismael Biluca, percussionistas do Quilombo do Curiaú, deram vida às batidas que contam histórias de resistência.

A presença do Amapá no Carnaval de Salvador não foi apenas um show. Foi estratégia, projeção, um grito de identidade. Um dos maiores palcos do mundo abriu espaço para uma cultura que merece reconhecimento global. Mais do que uma apresentação, um reencontro. Porque quando o Marabaixo ecoa, seja nos quilombos ou em Salvador, carrega o orgulho e a potência de um povo que se recusa a ser esquecido.

Alan Yared apresenta show “Sambas da Velha Guarda”, em Macapá

Sambas que marcaram gerações e refletem épocas, estão no repertório do show “Sambas da Velha Guarda”, que o artista Alan Yared irá apresentar em Macapá, dia 27 de fevereiro, uma volta musical pelos anos 50 até a década de 70. O show tem a participação especial da cantora Deize Pinheiro.

O show será no dia 27 de fevereiro, no Restaurante 313.

A apresentação será em grande estilo, com o acompanhamento de instrumentos que darão mais originalidade, como violão 7 cordas, cavaco, bandolim, flauta transversal, pandeiro e tantan.

A inspiração de Alan para a produção do espetáculo vem de sua história, embalada por canções nascidas do encontro de grandes artistas populares, como Cartola, Noel Rosa, Nelson Gonçalves, Adoniran Barbosa, Nelson Cavaquinho, Vinícius de Moraes, Nelson Gonçalves, Chico Buarque, Caetano Veloso, Alcione e Demônios da Garoa. Todos estão no repertório de “Sambas da Velha Guarda”.

A proposta é apresentar ao público vanguardista e novas gerações, as obras destes artistas, clássicos do samba inspirados em grandes amores, desilusões, exaltação à natureza e à vida simples e notívaga, cheia de paixões incertas e cotidiano vivido em sambas, carnaval, alegria e melancolia, de onde surgiram versos e canções imortais. Alan, que também é compositor, incluiu no repertório sambas de sua autoria, para apresentar nesta noite.

A produção garante momentos de nostalgia e degustação de músicas antológicas e também do variado cardápio da casa, um intérprete com figurino estiloso, presença de palco e talento de sobra, em um ambiente acolhedor e músicos que irão surpreender o público.

O versátil Alan Yared é um cantor e compositor amapaense, que ao longo das décadas vem consolidando sua carreira explorando com seu talento, as variadas facetas da música. Aos 10 anos já se aventurava em programas de calouros e nas domingueiras de clubes. Nos anos 80 foi um dos precursores das bandas de rock de garagem; e na efervescência da música regional, anos 90, Alan formou a banda Flor de Laranjeira. Já em 2000, mostrou seu lado compositor em festivais, e foi premiado em 4 edições do Festival Sescanta Amapá. Em 2023, mais uma vez ele ousou ao lançar a faixa e o clipe “Me Leve” com participação especial de Nilson Chaves e Piedade Videira. Para este ano, Alan prepara-se para lançar o álbum “Avenida Fab”, com vários singles já disponíveis nos streamings, e ainda, lançará 2 clipes aprovados pela Lei Paulo Gustavo.

Para comprar sua mesa para o show “Sambas da Velha Guarda, ligue para 96 98122-4968 (whatsapp e celular).

Mariléia Maciel
Assessoria de Comunicação

Governador Clécio Luís e presidente Lula entregam as primeiras chaves de moradias do Residencial Nelson dos Anjos, em Macapá

Governador Clécio, presidente Lula e o ministro Renan Filho, celebram a entrega de mais uma moradia em Macapá


Diante de um grande público, o governador Clécio Luís e o presidente da república, Luís Inácio Lula da Silva, entregaram na manhã desta quinta-feira, 13, as primeiras chaves de moradias do Residencial Nelson dos Anjos, que vai abrigar mais de 200 famílias em vulnerabilidade social. A cerimônia aconteceu no bairro Aeroportuário, Zona Norte de Macapá.

“Conhecemos muito bem a realidade dessas famílias que estão recebendo estas moradas e o nosso compromisso é trabalhar para o povo mais humilde. Nenhum governo no Brasil entregou mais moradias ao povo do que o nosso governo. Nosso compromisso é com o povo mais carente”, destacou o presidente Lula.

Presidente Lula evidenciou o grande número de moradias entregues no país, durante o seu governo
Presidente Lula evidenciou o grande número de moradias entregues no país, durante o seu governo
Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR

O conjunto habitacional, localizado no bairro Congós, na capital, está sendo entregue com 282 apartamentos. A obra, que foi retomada em 2023 pelo Governo do Estado, com articulação do senador Davi Alcolumbre, integra o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, compondo o programa “Minha Casa Minha Vida”.

“Moradia ao povo é dignidade e por isso, lutamos para concluir essas obras e garantir para essas famílias um ambiente com tudo aquilo que é necessário para se morar bem, com segurança e qualidade de vida”, declarou o governador, Clécio.

Governador Clécio agradeceu a parceria com o presidente Lula para garantir mais dignidade ao povo do Amapá
Governador Clécio agradeceu a parceria com o presidente Lula para garantir mais dignidade ao povo do Amapá
Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR

Nos últimos dois anos o Governo do Amapá junto ao Governo Federal, já entregaram mais de 1,2 mil moradias populares no estado. Uma política pública de gestão para o desenvolvimento social da população.

“Trabalhamos sempre visando o bem-estar das famílias e o estado do Amapá já apresenta muitos projetos de residências e habitacionais, para a comunidade mais carente. Isso sim é política pública”, enfatizou o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho.

A política habitacional da atual gestão do Governo do Estado foi reconhecida pelo ministro das Cidades, Jader Filho
A política habitacional da atual gestão do Governo do Estado foi reconhecida pelo ministro das Cidades, Jader Filho
Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR

Uma das contempladas com moradia digna no mais novo habitacional de Macapá, a senhora Lídia da Silva, recebeu as chaves da mão do presidente Lula e falou da emoção em ter uma casa própria.

Dona Lídia celebra o recebimento das chaves da nova casa
Dona Lídia celebra o recebimento das chaves da nova casa
Foto: Maksuel Martins/GEA

“Agora posso dizer que tenho uma casa própria, minha e de minha família, e essa entrega não significa somente uma casa para morar, um teto, mas isso é dignidade, respeito, com o povo, para quem mais necessita e tem sonhos como de ter um lar para viver bem e com felicidade. Isso é muito gratificante, para mim e minha família”, enfatizou a beneficiária de uma das 282 moradias no Residencial Nelson dos Anjos, Lídia da Silva.

A cerimônia contou com a presença do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, do senador Randolfe Rodrigues, de vários ministros do Governo Federal, incluindo Waldez Góes, da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), além de deputados estaduais e federais do Amapá.

Bacio de Latte e Bio + Açaí. Do Amapá para o mundo

Do Amapá para o mundo. A  Bacio de Latte, uma das maiores industrias de gelatto do mundo lançou ontem, 06.02,  em São Paulo, o gelatto de açaí, usando o melhor açaí do mundo, que é o açaí do Amapá (e isso não tem discussão).

A empresa fornecedora é a Bio + Açaí, referência em qualidade do produto.

O lançamento em São Paulo contou com a presença de produtores, empresários e show com a cantora amapaense Patrícia Bastos.

Screenshot

AçaiTinto, a alma líquida da Amazônia

AçaiTinto, a alma líquida da Amazônia – por João Capiberibe

Revelação 1
Ao longo de 2022, Janete e eu realizamos dezenas de experimentos até descobrir que era possível fermentar a polpa do açaí, resultando em uma bebida com sabores, aromas e cores únicos.

Revelação 2
Em janeiro de 2023, recebemos o relatório da primeira análise físico-química e sensorial do fermentado de açaí, produzido pela Flor da Samaúma. O estudo, realizado pela Embrapa Agroindústria Tropical do Ceará, trouxe informações inéditas e decisivas. Veja os principais pontos:

– As propriedades sensoriais e físico-químicas da bebida de açaí são muito semelhantes às dos vinhos tintos de uva.
– A amostra obteve uma aceitação sensorial de 74%, superando o nível mínimo exigido para lançamento no mercado.
– As amostras apresentaram aroma frutado e adstringência típica de vinhos secos.
– A faixa de acidez do fermentado de açaí é comparável à dos vinhos produzidos com uvas Touriga Nacional, Tempranillo e Petit Verdot.
– Na composição mineral, a bebida mostrou semelhanças com fermentados de uvas Chardonnay.

Com base nessas informações, passamos a ter certeza de que havíamos criado um produto de qualidade excepcional: uma bebida alcoólica com cor, aroma e sabor semelhantes aos do vinho, mas que não é vinho. Trata-se de uma bebida fermentada única, uma invenção que merece um nome próprio. Para isso, consultamos publicitários e apreciadores de vinho, que sugeriram diversas opções. O nome que prevaleceu foi AçaíTinto da Amazônia ou, simplesmente, AçaíTinto.

Revelação 3
A cereja do bolo chegou via Embrapa Uva e Vinho de Bento Gonçalves, cujo laboratório de enologia, para espanto de seus pesquisadores, constatou, em análise físico-química e sensorial do AçaíTinto, resultados semelhantes aos obtidos pela Embrapa do Ceará.

Conclusão

A trajetória do AçaíTinto é a prova de que inovação e tradição podem andar juntas. Desde os primeiros experimentos até a validação científica, cada etapa confirmou o potencial desse fermentado único, que combina a riqueza da Amazônia com a sofisticação dos vinhos tintos. Com o respaldo de dois conceituados centros de pesquisa do Brasil, ficou evidente que o AçaíTinto não é apenas uma bebida exótica, mas sim uma criação original e de qualidade excepcional.

Mais do que um produto, o AçaíTinto representa uma nova categoria no mundo das bebidas fermentadas, um convite para explorar novos sabores e experiências. Agora, com a certeza de sua aceitação e excelência, seguimos adiante para consolidá-lo no mercado, levando a essência da Amazônia para taças ao redor do mundo.

“Feliz aniversário, Macapá!” *Por Randolfe Rodrigues.

Feliz aniversário, Macapá!

*Randolfe Rodrigues – Senador da República

Nossa belíssima capital, localizada no endereço mais belo do planeta, fundada por Mendonça Furtado, a cidade das bacabas, el Adelantado de Nueva Andaluzia, faz 267 anos.

Prestes a completar seu terceiro século de existência, Macapá vive um momento muito especial, se tornando cada vez mais num lugar melhor para se viver. Isso graças a sucessivas gestões municipais exitosas, que contaramcom a destinação de vultosos recursos para tornar realidade essas melhorias. Tenho muito orgulho em ter utilizado nosso mandato no Senado para contribuir com algumas dessas conquistas para nossa cidade.

Como exemplo, destaco o novo aeroporto internacional, concluído com recursos de emenda de bancada e inaugurado em 2019. Uma estrutura moderna, bonita e confortável, melhor que muitos outros aeroportos do Brasil.

Também com muito esforço e verbas federais mobilizadas por nossa bancada, construímos o Hospital Universitário que evolui para disponibilizar, em breve, 230 leitos de média e alta complexidade.

Merece igualmente ser elencada a reinauguração, após duas décadas fechado, do maior parque em área urbana do Brasil, o Bioparque da Fazendinha revitalizado. Um lugar belíssimo para turismo, lazer, ciência e contato com a natureza, sendo uma amostra representativa de todos os biomas existentes no Amapá.

Outro presente para Macapá foi a rodovia do Centenário (norte-sul) que transformou a mobilidade urbana de Macapá, fruto de intensa articulação para a transferência da área da União para o Estado e peladestinação dos recursos para a obra.

Na moradia popular nossa capital recebeu, em pouco mais de uma década, os residenciais Mucujá, Macapaba, Mestre Oscar, São José, Açucena, Miracema (1 e 2) e Vila dos Oliveiras. Além desses, inovamos ao alocar recursos para pagar o valor da entrada do financiamento dos imóveis com o “Casa Macapá”. Aliás, em breve serão entregues mais unidades habitacionais no Congós e na Fazendinha, além de novas disponibilidades de pagamento das entradas dos imóveis.

A cultura efervesce em Macapá: a volta da Expofeiracom espaços para atrações nacionais e locais e todo tipo de expressão artística e cultural. Também temos tido eventos que movimentam a economia como os shows do fim de ano, o festival equinócio, a quadra junina, o carnaval, o festival gospel, além de eventos para a literatura como o Encontro Literário da Editora do Senado, a FLIMAC e a FOLIA Literária.

Tendo como fonte nossas emendas individuais, queria destacar a revitalização do Mercado Central, a reforma das praças Floriano Peixoto, Veiga Cabral e construção da praça Mestre Guiga, dentre outras. Na saúde, cito areforma da maternidade Mãe Luzia em andamento, a revitalização de dezenas de UBS e a entrega do centro de zoonoses. Na educação: o restaurante universitário da UEAP (em finalização),  a nova biblioteca da UNIFAP, a energia solar para o IFAP e recursos diversos para as escolas estaduais e municipais.

Alocamos emenda também para pavimentação, em asfalto e em bloquetes, em diversos bairros, além deconstrução e reforma de passarelas. Para fomentar ageração de emprego e renda, destaco o projeto Credbox da AFAP; o apoio ao Selo Amapá; o patrocínio para o trade turístico, como os festivais Brasil Sabor e ABRASEL; oincentivo às startups; a reforma da feira maluca e aconstrução da feira verde na Fazendinha.

E no esporte, entregamos o skate park, na orla do Araxá, arenas esportivas nos bairros e apoiamos o E.C. Macapá na copa São Paulo de futebol júnior, com a melhor campanha da nossa história no ano passado. E vem aí a reforma do Estádio Zerão e o complexo esportivo da Zona Norte “Cidade Tucuju”.

Uma conquista que muito me orgulha, tem sido a constante luta para o avanço da transposição para a União dos servidores que ajudaram a construir nosso Estado. Já são quase 7 mil transpostos, sendo 5 mil só nos dois anos do governo Lula, a maioria deles residentes na Macapá aniversariante. Os servidores transpostos recuperaram sua dignidade com trabalho e uma remuneração justa, incrementando o comércio com a circulação de mais dinheiro.

Querida Macapá: “se muito vale o já feito, mais vale o que será!”

Ainda são muitos os desafios pela frente nas mais diversas áreas. Seguiremos comprometidos em empenhar nossos esforços para torná-la cada vez mais bela, inclusiva e agradável de se viver.

Parabéns Macapá!