Assaltante em fuga fez refém na tarde de sexta-feira, na esquina do Fórum de Macapá, em plena avenida Fab com Manoel Eudóxio
Bope conseguiu que o bandido se entregasse sem que ninguém ficasse ferido.
Fotos: Eloísy Auzier
A Prefeitura de Macapá inicia nesta sexta-feira, 5, a ação de retirada dos medicamentos vencidos e com avarias, deixados pela gestão passada.
Quase uma tonelada de medicamentos que deveriam ter sido distribuídos para os usuários da rede municipal de saúde serão incinerados. Além dos remédios vencidos, estão os avariados por estarem mal armazenados.
Dentre os remédios inapropriados para o consumo estão antibióticos, analgésicos, corticóides e hipertensivos que poderiam ter sido consumidos para sanar problemas de saúde dos usuários que buscam atendimento nas unidades de saúde de Macapá. O prejuízo contabilizado soma cerca de R$ 300 mil.
Janine Cruz – Asscom Semsa
Acabou de tapar os buracos de Macapá?
Presidente do Instituto de Turismo de Macapá-MacapaTur, Teko Lemos, está solicitando ao prefeito Clécio Luis, que os equipamentos de turismo da orla e balneários, como quiosques, bares, píer, entre outros, passem para a gestão e gerenciamento do órgão de turismo do município.
Gosto da idéia. Acho que esses locais devem ser gestionados com um olhar turístico, como é na maioria das cidades.

Foi lido e aprovado nesta quarta-feira (3), na Comissão de Desenvolvimento Rural e Turismo do Senado (CDR), requerimento do senador João Capiberibe (PSB/AP), para que a CDR apoie a realização e promoção, em conjunto com o Governo do Estado do Amapá, do ‘Seminário para o Desenvolvimento Regional da Amazônia’.
O evento será realizado no próximo dia 24 de maio, em Macapá.
Capiberibe solicitou que o Seminário seja assessorado por um Consultor Legislativo do Senado Federal e um servidor da Secretaria da Comissão, para auxiliar na preparação dos relatórios, estudos e outras tarefas correlatas.
Para o seminário, serão convidados o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, o presidente do Banco da Amazônia, Valmir Pedro Rossi, o diretor da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), Djalma Bezerra Mello, e da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), Thomaz Afonso Nogueira.
Amapá também se mobiliza contra a PEC 37 quer impede que o Ministério Público, tanto estadual, quanto federal, façam investigações, deixando somente na competência das policias. Membros do Ministério Público do Amapá se unem aos Ministérios Públicos de todo o Brasil, mobilizando os parlamentares federais contra a famigerada PEC 37.
Abaixo, nota da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil e link para o abaixo assinado contra a PEC 37. Assine também.
NOTA DA CNBB SOBRE A RETIRADA DOS PODERES INVESTIGATIVOS
DO MINISTÉRIO P� �BLICO – PEC Nº 37/2011
“Todo o que pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz,
para que suas ações não sejam denunciadas!” (Jo 3,20)
O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, de 5 a 7 de fevereiro, vem manifestar sua opinião sobre Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n.º 37/2011, que acrescenta o §10º ao art. 144 da Constituição Federal, estabelecendo que a apuração das infrações penais de que tratam os §§ 1º e 4º do mesmo artigo caberá “privativamente” às Polícias Federal e Civis dos Estados e do Distrito Federal.
A consequência prática de tal acréscimo significa a exclusividade de investigação criminal pelas Polícias Civil e Federal, que hoje têm o poder de investigar, mas sem que tal poder seja “privativo”. Tal exclusividade não garantiria uma melhor preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e d o patrimônio (Art. 144). Ao contrário, poderia criar um clima de insegurança pública e jurídica, limitando ou impedindo uma ação civil dos cidadãos.
Essa exclusividade, além disso, resultará na indesejável restrição do poder investigativo de outros entes, em especial, do Ministério Público. No momento em que os valores e as convicções democráticas da sociedade brasileira passam por uma preocupante crise, custa-nos entender a razão de tal vedação.
A importância do Ministério Público em diversas investigações essenciais ao interesse da coletividade é fundamental para o combate eficaz da impunidade que grassa no país. Não se deve, portanto, privar a sociedade brasileira de nenhum instrumento ou órgão cuja missão precípua seja a de garantir transparência no trato com a coisa pública e segurança ao povo. A PEC é danosa ao interesse do povo devendo ser, por isso, rejeitada.
Que Deus, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida , nos inspire a todos no compromisso com a construção de uma sociedade de irmãos em que prevaleçam a justiça e a paz.
Convido você a somar com sua assinatura eletrônica no site:
O Senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), acompanhado do senador Paulo Paim (PT-RS), e de membros de diversas entidades de representação da juventude, foram recebidos, nesta quarta-feira (03), pelo presidente do Senado. O presidente da Casa se comprometeu em garantir a urgência na tramitação do projeto no Plenário da Casa. A matéria deverá ser votada na próxima semana.
Avanços e Retrocessos
Para o senador Randolfe, o Estatuto é um “diploma legal” que concede direitos à juventude. Direitos que agora serão regulamentados por lei.
Nessa lógica, o senador comemora dois pontos aprovados no projeto. Um deles a federalização da meia entrada; o outro a garantia da meia passagem e da gratuidade no transporte interestadual para jovens carentes. Porém Randolfe contesta uma das emendas apresentada pelo governo, que foi acatada no relatório final. A emenda restringe o benefício da meia entrada na Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas. O senador afirma que contestará essa emenda, pois em seu entendimento, é uma submissão indevida.
“A federalização da meia entrada para os jovens estudantes e jovens de baixa renda, é um avanço significativo. Porém, precisamos acumular forças no próximo período para que este direito se estenda para toda a juventude, portanto é inadmissível restringir esse direito nos grandes eventos”, afirmou Randolfe.
Projeto segue para a Câmara
Após a aprovação na CAS, por consenso dos líderes partidários, foi aprovado um requerimento de urgência, dispensando a tramitação do projeto nas três comissões que ainda deveriam analisá-lo. A comissão de Educação, a Comissão de Defesa do Consumidor e a de Direitos Humanos. Desta forma, a matéria seguirá direto para o Plenário para a apreciação dos Senadores.
Se aprovado no plenário do Senado, o projeto que sofreu modificações na Casa, volta para a Câmara. A intenção dos parlamentares e dos setores da juventude é a de que o Estatuto seja aprovado no Congresso e sancionado pela presidenta Dilma, até julho deste ano.
Companheirada petista não gostou de a vice-governadora Dora Nascimento ter indicado o não-petista Mário Brandão para o cargo de secretario de Estado do Desporto e Lazer, na cota do PT.
No twitter, petistas disseram que Mário Brandão é do PT do “D”.
Respirai aliviados, ó detentores de cargos de primeiro escalão!
Governador Camilo Capiberibe disse ontem no twitter que “Pelo instante não existe previsão de novas mudanças no primeiro escalão do governo”.
Então tá!
Inadimplências
Pelo twitter o governador também informou que o Ministro Ricardo Lewandowski, do STF, concedeu liminar retirando 10 inadimplências que bloqueavam as contas do Estado.
Por Marco Antonio Chagas. Doutor em desenvolvimento socioambiental pelo NAEA/UFPA e professor da UNIFAP/Curso de Ciências Ambientais
“Não foi fácil à construção de um terminal em Santana para receber navios graneleiros no mais volumoso rio do mundo, sofrendo forte influência das marés e com uma geologia de leito jamais estudada.” Assim é destacada uma das frentes da ICOMI no Amapá, capitaneado pelo empresário da mineração Augusto Antunes, na década de 50.
O projeto de um cais flutuante foi elaborado pela empresa Morgan, Proctor, Freeman & Mueser para acompanhar as oscilações das marés, como pode ser observado em uma das citações de publicação da ICOMI na época: “o impacto que os navios imprimem à estrutura afasta os contrapesos da vertical, os quais, após a absorção do impacto, voltam à posição primitiva, trazendo a estrutura para o alinhamento normal”.
Os processos fluviais do sistema da foz do Amazonas caracterizam-se como os mais dinâmicos do planeta. Fatores como regime dos rios, ventos e correntes contribuem para o desvio da descarga fluvial do Canal do Norte em direção noroeste e formação de uma planície de acresção onde se acumulam milhões de toneladas de sedimentos anualmente.
A possível vantagem comparativa da localização do Amapá é relativizada pelos custos em se implantar uma logística portuária que possa se adequar a hidrodinâmica do Canal do Norte sem os devidos procedimentos tão conhecidos pelos práticos que operam na região, principalmente quanto à dragagem periódica de sedimentos.
Em recente entrevista em canal de televisão fechado, a ministra chefe da casa civil da Presidente Dilma, Gleisi Hoffmann, falou sobre dificuldades que o país enfrenta com sua logística portuária e destacou o Pará e o Maranhão como alternativas para desafogar Santos, Paranaguá e Tubarão.
A logística portuária pelo Amapá é tão ou mais viável do que pelo Pará e o Maranhão, com possibilidades de alternativas intermodais de portos fluviais e marítimos, implicando em redução de custos de fretes e menos impactos ambientais pela redução de emissões de carbono provocado pelos transportes rodoviários de cargas para os portos do sul.
A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR) contratou junto ao Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), estudos que apontam a construção de “um porto off-shore no Amapá para escoamento da bioprodução e de produtos minerais manufaturados”.
A ICOMI implantou a navegação no Canal do Norte do Amazonas, pois na época era maior que o Estado e por isso os papéis se confundiam. Não é possível que não tenhamos aprendido nada com o maior empreendimento de mineração da Amazônia e continuemos transferindo responsabilidades de Estado para a iniciativa privada.
O Estado brasileiro, que brigou para garantir o torrão do Amapá junto ao seu território e o usa para sustentar discursos ecológicos demagógicos junto à comunidade internacional, não é capaz de enfrentar as gigantescas disparidades regionais que nos faz pensar, a todo o momento, na hora da partida.
Por Roger Normando
Nasci do plim… duma fusão
Joãozinho Gomes, letrista em: “Zulusa”.
Daí que, ao ouvir “Zulusa”, é notória a sensação de estar destampando o curativo que protege o embrião de nossa arte: brasiliana arte, amazônica arte. Lá donde nossos ancestrais se enovelaram e deram o formato espiralado de nossa mameluca molécula do Ácido Desoxirribonucleico – DNA.
É que Patrícia Bastos veio para bulir nesse coto umbilical e renovar nossas origens. Dá vontade de escrever no ritmo do disco, mas como não tenho essa magia – e pretensão -, arrisco em dizer que ela atinge a maturidade: é o seu melhor disco.
“Zulusa” é com fusão etimológica, mesmo. Mais que neologismo, mais que ponte aérea para Sampa, Belém. É a lusofonia de nós, descendentes afrozulusíada, em forma de urros, vogais, atabaques, violões, contrabaixo, tecno-batida, fado, carimbó, marabaixo, boi e outro punhado de coisas. Destarte, “Zulusa” responde de onde viemos, onde estamos e para onde vamos – no sentido estrito da arte autopsiada pela própria cantora.
A capa já diz ao que veio: crianças miscigenadas canoam pelo vasto Amazonas. “Canoa voadeira”, a primeira faixa, retrata o neoverbo gaivotar, como se fosse canoar ou navegar a esmo no mar – ou no rio-mar – e na voz. Os dois verbos cabem na expressão artística de Patrícia Bastos, alcunhada no clique de Johne Sena. Ronaldo Silva, o letrista, ainda inteira o disco com a conhecida “rodopiado”, além do belo poema que evoca a luta sangrenta pela terra, na voz de Pretto.
Chego ao ponto alto da letraria: Joãozinho Gomes, aí, enverga o verbo. Percebe-se em “U amassú i u dubradú” e “Incantu” a flutuação no trejeito nheengatu de se pronunciar o formato amazônico da fala de nossos ancestrais. Traz-se à tona essa língua morta que bem lembrou “Kararaô”, recente livro de Walter Freitas, ou na mesma dobrada do disco “Tuyabae Cuaá”. Daí em diante, o fonema vira sonema e a clássica linearidade de Patrícia dá vez à voz em salvas, como se fosse o saltitar do traçado eletrocardiográfico.
“Linha cruzada” cruza as batidas do trio Manari com o acordeon rasteiro de Toninho Ferraguti. Nessa composição (Leandro Dias/Carla Cabral), a voz gaivota entre o tema e o arranjo, num rasante de tons irisantes. Um deleite, ou mais: um alísio para nossos ouvidos. Adiante, em “Boi de Rua”, sai Ferragutti e entra o gigante Zé Pitoco, com seu clarinete alvissareiro, anunciando a chegada do Boi Garboso em seu movimento pendular. Patrícia embala o ritmo.
A mistura embrionária do áfrico-homem canoa na lusofonia camoniana sob forma de fado. É dor doída em “Miss Tempestade”. O texto expõe, ao bisturi de lâmina afiada, as entranhas do silêncio. Mas é o poeta Ricardo Corona quem goteja anestésico na veia de Vitor Ramil e no pomo de Patrícia Bastos. O resultado enebria.
“Mais uma” é a reinvenção de Patrícia na tecno-carona de Felipe Cordeiro. Mais uma demonstração de sua saltitante voz. Demonstra, assim, que é capaz de abraçar todos os ritmos populares. Louva-se o trato que Manoel Cordeiro e Trio Manari dão ao arranjo. Um primor.
Pulando para a faixa “Mal de Amor”, Du Moreira transforma a tragédia sheaksperiana em solenidade de encantamento. Dá vontade de levitar na melodia de Milhomem e chorar pelo amor do nego. Percebe-se que a descrição de um suicídio ao melhor estilo Ingmar Bergman: ”nada poderia ser mais classicamente romântico”.
Encerra-se com Guinga e Paulo César Pinheiro. Deles não preciso falar. Falo do piano plangente de Heloisa Fernandes e da voz dessa caboca. Da passagem de “O batuque” à entrada de “Ribeirinho”, de que falo, há um resfriamento dos pés à cabeça, deixando o ouvinte estupefato, gélido; só os tímpanos tremulam com a gaivotagem da voz e a pele engelha à cada nota do piano. Patrícia, neste momento, atinge a erudição e Ozzetti, o produtor, se emociona.
Eu também…
Agora as manhãs de quarta-feira estão mais interessantes, com muita música, cinema, quadrinhos e seriados. Esses são alguns dos temas do Rádio Pop, programa apresentado toda quarta-feira das 10 às 11 horas, na Rádio Unifap, 96,9 FM.
O programa faz parte de um projeto de extensão do curso de Jornalismo da Unifap e é capitaneado pelo professor, Ivan Carlo, e pela acadêmica Jackeline Carvalho.
Entre os quadros apresentados estão notícias da cultura pop, do fundo do baú (que fala sobre antigos seriados e desenhos animados), o filme de sua vida (no qual um convidado fala um pouco sobre um filme que o marcou), trilha sonora (no qual é apresentada uma música e o público interage através das redes sociais tentando adivinhar o filme) e, finalmente, música pop (com discos que fogem do convencional, ou são pouco conhecidos).
Para Ivan, o programa é uma oportunidade de mostrar algo diferente, uma linguagem diferente do que normalmente se ouve nas rádios. “É a linguagem dos podcasts transposta para a rádio com muito bom humor”, diz.
Já Jackeline acredita que programas que abordam entretenimento pelas manhãs, como o caso do Rádio Pop, atraem principalmente o público jovem, ávido por cultura e informação.
Quer interagir com o Rádio Pop? Então sigo o twitter @radiopop_ e confira tudo sobre cultura pop.
Ivan Carlos – professor do Curso de Jornalismo da Unifap
A Casca Grossa Produções realiza em Macapá, o Tributo a Banda inglesa Led Zeppelin. O show é nesse dia 05 de Abril, sexta-feira, a partir das 22 horas no Armazem Beer (o novo, próximo a Escola Bartolomeia). O Tributo terá apresentação da Banda Cover de Macapá, que irá interpretar os maiores sucessos da banda.
A banda Velho Johnny esquentará a noite, antes da atração principal.
Os ingressos estão à venda no valor de 10 reais individual e 15 reais o ingresso casado (compra de dois ingressos ao mesmo tempo).
O evento conta com a parceria do Blog Tribos AP, Loja Imperial Music, Loja Marmota, Loja Limbo, Loja Inventário, Amapanime, Vila do Rock e Underground Produções.
Postos de venda:
Loja Imperial Music – Av: Pe Júlio 64E, próximo a casa do artesão
Loja Inventário – Av: Iracema Carvão Nunes, 1467, próximo a Praça da Bandeira
Loja Marmora – Av. José Antônio Siqueira, 18, Laguinho. Entre São José e Cândido Mendes (uma rua antes da Pizzaria Estrela de Davi)
Governador Camilo Capiberibe promoveu ontem mais uma reforma no secretariado. No geral, não sei se trará grandes e significativas mudanças, mas é o governador tentando acelerar o passo da equipe.
Seinf – Assumiu o engenheiro Hamilton Coutinho, que já comandou a pasta no governo de Capiberibe. Hamilton é disciplinado e dinâmico, deve dar agilidade as obras governamentais. O ex-secretario, Joel Banha, vai assumir vaga de suplente na Assembléia Legislativa.
Secult – Assumiu o advogado e professor de educação física, Luis Pingarilho, que já tinha assumido a Sedel nos dois primeiros anos do governo de Camilo. A pasta da Cultura voltou para as mãos do PC do B, que já tinha respondido pelo setor no governo de Waldez Goes. O ex-secretario Zé Miguel, militante do PSB, perdeu o foco e o posto.
SESA – Pela quarta vez a Saúde muda de gestor no governo de Camilo. Enfermeira Olinda Consuelo, que era diretora do Hospital da Criança, assumiu a SESA. Me parece que caiu todo o primeiro e segundo escalão da SESA. Fiquei surpresa. Na minha percepção, o trabalho vinha melhorando, apesar das sucessivas crises com os profissionais do setor, principalmente os médicos. Oremos.
Sead – Assumiu o deputado do PSB Aguinaldo Balieiro. Vamos torcer para que o companheiro faça um bom trabalho com os servidores e com a administração pública. Gente! No Amapa, acho que os governos não dão à Sead a importância que ela tem. E talvez por isso a administração publica não avance na velocidade que precisamos. A secretaria de Administração é o coração de qualquer governo que queira avançar na gestão. Tomara que Balieiro, com a força política que tem, consiga dar a importância que deve ter essa secretaria.
EAP – Assumiu o professor Adalberto Ribeiro, que já tinha respondido pela Sec. De Educação. A EAP estava precisando “de um up”, mesmo. Desde o inicio do governo de Camilo, vem oferecendo, na maioria das vezes, programação de cursos ” quéréquéqué” , como diz o jornalista botafoguense Paulo Silva.
Sedel – Assumiu o Mário Brandao. Não sei por onde foi indicado. E não tenho elementos para comentários.
DETRAN – Assumiu o tenente PM Aurivan, indicado pelo deputado Balieiro. Eu, particularmente, acho que delegado Sávio Pinto vinha fazendo um bom trabalho.
Bem.
Mudar é bom quando necessário. As vezes, a descontinuidade nos órgãos públicos acaba sendo muito ruim, com novos gestores o tempo todo querendo recomeçar.
Mas a administração publica nao pode ficar mantendo em cargos gestores, diretores, assessores, que não estão dando resultado, ou que dem respostas muito lentas em seus trabalhos.
O chefe é o Camilo, mas o patrão é o povo. E eu acho, só acho, que Camilo ainda nao mexeu em setores importantes, que ainda nao apresentaram resultados em seu governo.
E em 2014, é tempo de balanço.
Economia
Qual o impacto na economia do Amapá o desabamento e fechamento do Porto de Santana? Esperando por esses estudos.
A Praticagem da Amazônia estima que perderá 1 bilhão de reais/ano, sem o funcionamento do Porto.
Quase
Por cinco minutos apenas, não houve um grande desastre ambiental.
Quando o Porto da Anglo desabou, fazia 5 minutos que a Transpetro tinha acabado de fazer transbordo de combustível.
Esses cinco minutos salvaram as águas do Amapá de um derramamento de óleo diesel, o que seria um desastre ambiental de grandes proporções. O navio da Transpetro ainda estava atracado no Porto e também bateu e balançou.
Matérias da jornalista Alcinéa Cavalcante nos principais portais de notícias do Brasil
Relato de um diretor da Praticagem da Amazônia, sobre a hora do desastre em Santana.
Ocorreu hoje, às 01:00 LT, uma tragédia em Macapá, no terminal que escoa a produção de ferro, e onde havia um navio atracado, o “MV Sabrina Venture“. De acordo com as informações obtidas, pode ter sido um fenômeno de maré, onde o Rio Amazonas secou rapidamente e a enchente ocorreu em duas horas; ou seja, o volume de água deslocado e a velocidade da corrente foram muito superiores ao normal e o navio que estava atracado saiu empurrando o porto e quase que afundou junto, o que não ocorreu porque a tripulação cortou os cabos, em emergência.
Na sequência, o navio ficou à deriva e foi de encontro ao porto da ESSO (barcaças) causando avarias por lá também. Os rebocadores socorreram o navio e o posicionaram no meio do canal. Foi de muita valia todo o trabalho que tivemos, com o apoio do CPAP, para que houvesse rebocadores azimutais (os únicos que são capazes de manobrar nas velocidades envolvidas) no local, pois as populações ribeirinhas foram salvas de um esmagamento, assim como o tráfego local de pequenas embarcações e empurradores.
A Praticagem da ZP 01 foi acionada e imediatamente a estrutura permanentemente disponível acionou o sobreaviso, colocando um prático à bordo em menos de 1 hora após o ocorrido (o tempo de deslocamento até este terminal leva em média 45 minutos desde a estação dos práticos).
Este terminal sozinho é responsável por mais de 85% do movimento no Porto de Santana/AP. Caso os três terminais que lá existem (os outros são a CDSA 1 e CDSA 2) fossem a área total de uma ZP e seus únicos terminais, hoje ela estaria falida por algum tempo (anos).
Linésio Barbosa Junior
Diretor
Na procura pelo peixe, prato principal da mesa de muitas famílias na Semana Santa, o Mercado do Pescado Igarapé das Mulheres, localizado no bairro Perpétuo Socorro, foi um dos pontos de venda mais procurados. O novo mercado foi construído com recursos do Governo do Estado e abrange uma extensão total de 6.750 m², dos quais 3.400 m² compreendem a área de construção do prédio. A população aprovou o projeto elogiando o espaço.
O espaço abriga 227 trabalhadores que comercializam diversos produtos como peixe, camarão, caranguejo, frango, carne suína, verduras, açaí, polpas de frutas, entre outros. A construção contém 70 boxes para pescado, 5 boxes para açougue bovino, 14 para polpas de frutas, 44 para verduras, 5 para a comercialização de açaí, 30 para camarão, 9 para caranguejo, 16 açougues suíno, além de 22 diversos e 11 boxes para lanches.
A feirante Márcia do Carmo elogiou as novas instalações afirmando que o novo espaço, bonito e adequado para a comercialização dos produtos expostos, será um ponto de referência à população.
“Este espaço é uma realização de um sonho para nós, feirantes, que esperávamos por um ambiente como esse. Hoje, temos um espaço adequado e higiênico. Vamos zelar por ele para quem sabe no futuro ser um dos pontos de visitação para nossos turistas que queiram comprar nosso camarão ou nossas frutas regionais”, diz Márcia.
O peixeiro Raimundo Alves agradeceu ao Governo do Estado pela construção do mercado explicando que esse é um projeto e sonho antigo dos feirantes, mas somente agora nessa gestão pôde ser concretizado.
“Antes, nossas condições de trabalho eram precárias, sonhávamos com um espaço assim. Este é um local nosso e do povo. Vamos manter organizado para garantir a qualidade no atendimento. Dessa forma, seremos um ponto de encontro para comercialização dos melhores produtos da cidade”, conclui Raimundo.
A enfermeira Amanda dos Santos estava surpresa com as novas instalações elogiando o Governo do Estado pela iniciativa. “O espaço ficou muito bonito, é disso que o Amapá precisa de pessoas que trabalhem pelo povo. O governador Camilo Capiberibe está de parabéns por essa e outras obras realizadas em nosso Estado, como a Escola Augusto dos Anjos, que é outra obra exemplar”, afirma.
O advogado André Soares se surpreendeu com o tamanho e a beleza do espaço, concluindo que hoje os amapaenses têm um ponto de referência de mercado. “O Governo Estadual está de parabéns pela obra. Com esses projetos todos ganham, principalmente a população que se moderniza e adequa aos padrões de mercado”, relata.
Cristiane Mareco/Secom
Dom Pedro José Conti
Bispo de Macapá
Contam que o grande cientista Galileu Galilei, já avançado na idade, a quem lhe perguntava quantos anos tinha, respondia: “Oito, talvez dez”.Ao interlocutor, que o olhava sem entender, explicava: “Meu amigo, os anos que eu já vivi não me pertencem mais, já os perdi. O que posso ter ainda é o que resta da minha vida. Portanto, pense bem, o cálculo não está tão errado assim”. Sábias palavras de um homem consciente da pequenez humana.
Estamos acostumados a medir o tempo de nossas vidas tendo como limites o dia do nascimento e o dia, ainda desconhecido, da nossa morte. No entanto se podemos dizer que morremos um pouco a cada dia, podemos também fazer destes dias – da vida que passa – o amanhecer de uma vida nova, a vida de Jesus ressuscitado, que venceu a morte de uma vez por todas.
Fazemos tanto esforço para prolongar a nossa vida. É nossa obrigação, sem dúvida alguma, porque esta vida é o primeiro grande dom que recebemos, de graça, das mãos de Deus. O que vale, porém, não é a mera sucessão dos dias, como se a nossa vida fosse “vegetativa”, o que vale é a nossa maneira de viver. Nós somos uma mistura maravilhosa de pensamentos e ações, de impulsos e decisões, de afetos, desejos e vontades. Assim Deus nos fez: livres, ativos e criativos. Não conseguimos ficar parados como os vegetais; menos ainda nascemos, mais ou menos programados, como os animais. Podemos usar e abusar da nossa liberdade. Podemos fazer o bem e podemos fazer o mal; às vezes confundimos tudo, mas às vezes est amos muito conscientes das nossas possibilidades de dar a vida ou de destruí-la; de dar esperança e alegria ou de sermos causa de desespero e lágrimas.
Como cristãos já deveríamos ter entendido que a morte verdadeira, afinal, é o mal que fazemos; todo coração incapaz de amar está morto também se funciona perfeitamente e bate sem parar. Precisamos colocar a vida nova da ressurreição de Jesus em nossas vidas, muitas vezes cheias de entulhos e de escuridão, faltando-lhes a beleza e a luz esplendorosa da Páscoa.
Quem teve a paciência de acompanhar a catequese da liturgia da Palavra, durante os últimos domingos da Quaresma, deve estar entendendo tudo isso. Todos os evangelhos nos convidaram a passar da morte para a vida. A figueira devia ser cortada porque não produzia frutos, mas ganhou uma sobrevida, na esperança de não ocupar mais o terreno inutilmente. O pai da parábola disse ao filho mais velho que o outro, o irmão dele, estava morto, mas agora voltou a viver. Por fim Jesus salvou a pecadora do apedrejamento e a devolveu, perdoada, para uma vida nova dizendo para ela: “Vá em paz e não peque mais”. Com o seu trabalho, o vinhateiro se propôs a dar vida nova para a figueira improdutiva. O pai devolveu ao filho aquela dignidade que tinha desprezado, mas nunca perdido. O filho pródigo encontrou uma vida nova no coração do pai que nunca esqueceu aquele que o tinha abandonado e considerado como morto, visto que pediu, antecipadamente, a sua parte da herança. Por fim, a adúltera, já condenada à morte por uma lei amparada por um falso deus, experimentou em Jesus a misericórdia do Pai que não condena o pecador, mas quer que viva por meio do perdão.
Páscoa é, portanto, uma nova vida, vida de amor que vence o ódio e o mal; vida de bondade, compaixão e misericórdia que supera toda indiferença e cegueira do coração. Tempo de vida verdadeira é quando gastamos os nossos dias para amar, mesmo sem ter total consciência disso, e, melhor ainda, se o fazemos sem nenhuma pretensão ou busca de recompensa. Quando saímos do nosso egoísmo interesseiro e amamos o nosso próximo com generosidade e gratuidade é a Páscoa acontecendo; é a vida nova de Jesus produzindo os seus frutos. Os dias que passamos articulando o mal, as horas que perdemos buscando o nosso exclusivo interesse, os instantes que gastamos na desonestidade e na mentira, não são dias de vida, são tempo de morte. Vale a pena nos perguntarmos, dos anos que já vivemos, quantos vivemos para a vida e quantos para a morte? Talvez seja melhor não perder mais tempo e decidir viver a vida nova do amor de Jesus. É a Páscoa acontecendo a cada instante. Contra esta vida – vida de amor em Cristo – a morte não tem mais poder nenhum, já está vencida.