Recado da deputada Fátima Pelaes, deixado no blog, pra mim e para os leitores.

Comentário:
Minha cara Alcilene,

Acompanho o seu trabalho, sei do profissionalismo apaixonado que a move, e seria uma pena – ou uma omissão-não tornar publico o meu sincero agradecimento pelo espaço dado (e o respeito humano que você demonstrou) ao apresentar a matéria da revista Claudia, quando conto (depois de tantos anos de silêncio) o inicio  de minha vida
Mas queria, por intermédio desse blog, agradecer a todos os seus leitores que comentaram a matéria. Quero que eles saibam que a solidariedade espontânea e o carinho sincero que demonstraram foram, para mim, bálsamo, unguento e energético. Bálsamo o consolo que alivia. Unguento  a essência que perfuma, energético porque me dá força para continuar. Eles me fazem sentir que vale a pena resistir e superar. Obrigada!

Nota do Blog:  Sempre muito simpática e carinhosa a deputada Fátima.

Sua história vencedora é linda, deputada. E seus mandatos e projetos refletem isso,   sem se vitimizar.

fatimaP

Comentário do deputado Ruy Smith no post WG 2009

Embora com 14 anos de atraso o Governador entendeu nossa vocação. Virou de frente para as Guianas, parou com a estória de agro-negócio e com a questão da mineração de enorme custo social; hoje sabe que a cadeia produtiva do açaí gera mais trabalho e renda que a área de livre comércio, sabe que precisa do linhão para desenvolver, que a floresta é nossa maior riqueza e vantagem comparativa.

Enfim, só falta construir mais nove mil e quatrocentas casas populares para cumprir a promessa das 10.000; fazer as quase quarenta creches que prometeu (uma creche em cada bairro); tirar o Amapá da economia do contracheque; implantar o FDM (fundo de desenvolvimento municipal prometido na campanha, onde para cada R$ 1,00 de ICMS distribuído aos municípios o governo entraria com mais R$ 1,00) e reverter o processo de empobrecimento social que o Estado apresentou nos últimos anos (a FGV aferiu que o Amapá foi o único Estado brasileiro que regrediu entre 2002 e 2007, segundo 33 indicadores usados no estudo).

Mas isso fica para um terceiro mandato…

Valeu, governador.

Arpoador

Arpoador-Alipio

Olha a foto que o Alipio Junior fez domingo a noite do Arpoador, depois da vitória do Flamengo sobre o Botafogo (e ninguém cala esse chororô).

Muito antipático esse Alipio, flamenguista pé quente.

WG 2009

Estou com uma nova admiração pelo governador Waldez Góes.

Tenho ouvido e lido sobre o que ele fala, atentamente.  Tenho me impressionado mesmo, quando o vejo falar sobre o desenvolvimento do Amapá através das diferenças competitivas do estado.

Nosso governador vem trabalhando e discursando na direção, de que a vocação econômica do Amapá, esse “verde território da esperança”, como dizia o poeta Álvaro da Cunha, são os seus diferenciais de biodiversidade, para uso em produtos econômicos para indústria alimentícia, de fármacos, entre outras, além de uma imensidão de possibilidades de pesquisas. O uso do seu potencial madeireiro, em produtos certificados de alto valor agregado mundialmente, e a compensação financeira por preservar a floresta para a saúde da população mundial, através de unidades de conservação, como as reservas indígenas, reservas de desenvolvimento sustentável, reservas extrativistas, parques nacionais, etc…Além da valorização do fato do Amapá fazer a fronteira com a França e a União Européia valorizando essa relação.

Me parece que o discurso e o modelo anterior defendido por Waldez e seus aliados políticos, dançou. O discurso foi reposicionado. A indústria que deve vir para o Amapá é a que trabalha com conceitos mundiais avançados de preservação ambiental e desenvolvimento econômico e social, que trabalha com pesquisa, ciência e tecnologia, e investe em geração e transferência de conhecimento. Jamais seremos competitivos em outros setores econômicos, gerando um balanço ambiental e social negativos.  Não poderíamos realmente ser competitivos plantando soja em nosso cerrado, ou colocando todo o nosso potencial de crescimento e geração de postos de trabalho e renda, nas mãos das mineradoras.

Ainda bem que WG parece que pipocou desse modelo atrasado, explorador e de degradação ambiental.

Mas perdeu tempo precioso, pra quem precisa urgentemente garantir circulação de riqueza e empregos pra sua população que cresce.

È bom ver o estado trabalhando assim. E por isso tendo respeitabilidade nas mesas de debates. Sei que muito desse rumo é dado pelo Secretário Alberto Góes, competente, e colaborador abnegado do governo, e com conhecimento das tendências mundiais para valorização dos produtos amazônicos. Inclusive dos intangíveis.

E outra parte por pressão externa. Não é visto com bons olhos um governador amazônico que não priorize o desenvolvimento sustentável.

Outro dia ao ver o governador falando pensei até que era o ex-governador Capiberibe.

Só vi que não era, por que não ele falava “prrruuugrama” , e por que a voz do Capi é mais lindona.

Ah! O governador já fala as palavras Desenvolvimento Sustentável aqui no Amapá. Tá liberado, pessoal. Pode voltar a falar, sem medo.

Hoje é o Dia do Macarrão

macarrao-ubatuba

Pode se esbaldar.

Sugestões de boa massa por aqui.

Cantina Italiana, D.Garcia, Bizzum da Pizza.

Pode deixar sua sugestão também aí na caixinha de comentários. Ou sua receita pra o pessoal fazer em casa.

Repiquete é Memória

Reunião do Conselho Territorial

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Médico Alberto Lima, empresário Rugatto e professor Brazão, ex-reitor da Unifap.

P.S

Povo do blog. Mexam nos álbuns e arquivos de família e colaborem com o Repiquete é Memória, enviando fotos antigas para [email protected]

Ministério Público no Dia Global de Ação Climática para divulgar o 350

O dia 24 de outubro de 2009 está sendo organizado como um dia internacional de ação em centenas de lugares em todo o mundo – desde o Taj Mahal à Grande Barreira de Corais – chamando a atenção para a necessidade de um acordo internacional para reduzir a emissão de carbono.

A Promotoria do Meio Ambiente do MP-AP, a convite do ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, é mais uma instituição integrante em prol do 350.org, e realiza ação neste sábado, 24,  plantando 350 mudas  de alvineira, oitizeiro e ipê amarelo, para registrar o número. Promotores, técnicos, alunos das faculdades IMMES, FAMA e Unifap e a Associação de Moradores do bairro Ipê estarão juntos no plantio.

Pajelança

Gilvan Borges “dizque” disse na rádio Antena 1 para o deputado Jorge Amanajás que as chapas para a eleição majoritária de 2010 ficarão assim:

Pedro Paulo com Waldez

Jorge Amanajás com Capi e Papaléo

Lucas Barreto com Gilvan Borges

Você caríssimo leitor politizado, qualificado e plugado deste bombado blog, faça também sua pajelança e diga:

Como você acha, faltando 1 ano para as eleições, que vão ficar as chapas majoritárias para o governo e senado em 2010?

Take It Easy

Governo paga os salários dos servidores públicos hoje.

Take it easy, colegas barnabés.

O GEA não vai pagar só por que é bonzinho e quer você “balado” na Expofeira, que começa hoje. Vai pagar para que os salários engordem o relatório de negócios gerados.

Portanto, não gaste tudo nos acarajés, churrascos, roda-gigante, nem fique muito empolgado com Victor e Léo. O pagamento do próximo mês não vai ser assim e é pule de 10 que você vai ficar mais de 30 dias sem salário na conta.

Deputada amapaense é destaque em matéria publicada pela revista Cláudia

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A deputada federal amapaense Fátima Pelaes (PMDB) foi destaque na edição especial de outubro da revista Cláudia. Na reportagem de duas páginas intitulada “A Vida é Bela”, a parlamentar faz um relato de sua vida, desde o nascimento na penitenciária, sua passagem como diretora da extinta LBA (Legião Brasileira de Assistência), até a ascensão na política.

O título da matéria é uma alusão ao filme “A Vida é Bela”. Na reportagem, Fátima Pelaes compara sua vida com sua mãe no presídio, com trama mostrada do filme. Ambientada na dura realidade da Segunda Guerra Mundial, A Vida é Bela é uma comovente película de amor e fantasia, que conta a história da personagem Guido Orefice (Roberto Benigni) que usa a imaginação para criar um mundo fictício para que o filho, Giosué Orefice (Giorgio Cantarini), não perceba que estão em um campo de concentração nazista.

“Recordo-me de brincar com a minha irmã, mas tenho poucas lembranças da prisão, talvez porque minha mãe camuflasse de beleza o que era na verdade muito feio”, diz a parlamentar na reportagem.

Marcionila Pelaes, mãe da deputada, tinha duas filhas quando tirou a vida do marido ao flagrá-lo em adultério com uma vizinha. Depois de julgada, condenada e presa, não abriu mão de levar a filha mais nova com ela. Na cadeia engravidou de Fátima, que teve que viver a dúvida de sua paternidade.

Na matéria, a deputada lembra que sua mãe era jovem e bonita é sofreu violências na prisão. “Para sobreviver ela teve que fazer o que não queria. Cresci sem ter pai e sentia muita raiva disso. Mais tarde, elaborei esse sentimento ao ver como minha mãe superava as dificuldades”, relata ela à revista.

Política

A revista também aborda a ascensão política de Fátima Pelaes eleita, quatro vezes para representar o Amapá na Câmara dos Deputados. A matéria também menciona o destaque nacional que ganhou a parlamentar amapaense ao relatar matérias importantes como o projeto de lei que criou a LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social).

Sua atuação como relatora da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investigou o extermínio de crianças e adolescentes também é lembrada, assim como o projeto de sua autoria que estendeu a licença maternidade às mães adotivas.

Exemplo

Sobre a história de vida de Fátima Pelaes, a líder da bancada feminina na Câmara Federal, deputada Alice Portugal (PCdoB/BA), afirma que a trajetória da parlamentar amapaense serve de estímulo para as demais 45 deputadas e os 468 homens que compõe a Casa.

“O momento em que Fátima revelou sua gênese foi de grande emoção. Ela é uma âncora moral, prova viva de que é possível dar a volta por cima”, diz a deputada baiana na reportagem.

Fátima Pelaes revela ainda a descriminação que sofreu ao ser apontada inúmeras vezes como a filha de uma ex-detenta. “Tenho muito orgulho da minha mãe pela sua força em superar as dificuldades, por ter me ensinado que não devemos desistir nunca dos nossos sonhos, pois quando se pensa que tudo está acabado, devemos lutar. É um novo tempo que está começando”, frisa.

Fátima disse ainda que nunca tentou se promover politicamente em cima desse acontecimentos, entretanto, numa entrevista concedida pela bancada feminina à TV Câmara, deparou-se com inúmeros depoimentos da violências sofrida pelas mulheres detentas em todo país. A deputada revelou em tom emocionado sua saga durante seus primeiros anos de vida.

A partir de então inúmeros jornalista interessaram-se pela sua história de vida e a procuraram para falar sobre o assunto, entretanto, a deputada resistiu inúmeras vezes falar sobre o assunto, mas com da sanção lei das creches, de sua autoria, que garante atendimento aos filhos das detentas no próprio presídio, a deputada, após conversa com a família, entendeu que esse seria o momento de contar a sua história de superação de vida.(Assessoria)

Fatima

Banha de Catita

Ouvi de um gaiato gente boa e popular da cidade, que me disse que o assunto estava sendo debatido no Bar do Abreu.

“Enquanto o Leury Farias não arrumar um pote de banha de catita pra passar não mão, não vão deixar ele tomar posse na Assembléia Legislativa, na vaga aberta pelo deputado Jorge Souza, que foi cassado pelo TSE”.

Banha de Catita??? Eu hein!

PSOL E PV JUNTOS

O Presidente do Diretório Estadual do PSOL e membro da executiva nacional do partido, Randolfe Rodrigues, manteve encontro no último sábado em Brasília-DF, com dirigentes nacionais do Partido Verde, ligados a senadora Marina Silva.

Randolfe, defende o apoio do PSOL à candidatura a presidente da senadora Marina Silva e procura construir palanques comuns nos estados com os dois partidos.

Randolfe têm mantido contato com lideranças e militantes do PV no Amapá, e adianta o interesse da direção nacional do PV na aliança entre as duas legendas no Amapá.

– A idéia é consolidarmos esta aliança ainda este ano, inclusive com o anúncio de uma proposta de chapa majoritária dos dois partidos.   Posso afirmar que dificilmente PSOL e PV estarão em palanques diferentes no Amapá, em 2010, afirmou Randolfe.