Nota de Esclarecimento

Em resposta a matéria publicada no dia 08.04.2012 no Programa Fantástico da Rede Globo de Televisão:

 

Aos cidadãos amapaenses, informo que reconheço o papel da liberdade de imprensa enquanto instrumento democrático, todavia, gostaria de esclarecer os seguintes equívocos:

 

Em nenhum momento fui procurado pelo Jornalista. Até porque, no dia em que a matéria foi gravada, eu me encontrava na Assembleia Legislativa desempenhando minhas funções. Encontrei – o três vezes nos corredores e em nenhum momento fui convidado a dar entrevistas, tampouco minha assessoria de imprensa foi procurada.

Em relação ao Posto de Combustível, afirmo que não sou  sócio nem dono de nenhuma empresa. Isso porque, quando entrei na vida pública, decidi encerrar minha vida empresarial.

 

Considero que a agressividade da matéria em relação ao meu nome, se deve a minha Pré – Candidatura a Prefeitura Municipal de Macapá, o que me torna foco de adversários. Gostaria de garantir que não desistirei do meu compromisso partidário.

 

Além disso, tomarei todas as medidas judiciais cabíveis para o restabelecimento da verdade.  Devo respeito ao povo do Amapá e continuarei lutando pelo que acredito.

 

Michel JK, Deputado Estadual.

Lançamento da Transparência Amapá – Release

A cada dia surgem novas notícias sobre os casos de corrupção no Brasil e o estado do Amapá nos últimos anos tem figurado como referência negativa sobre o assunto. Assim, um grupo de pessoas, de vários setores da sociedade, dispostas a combater os corruptos, resolveu se reunir na cidade de Macapá e, em 12 de junho de 2011, criaram a Transparência Amapá, uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que tem por objetivo a promoção da cidadania, com ênfase no combate à corrupção.

 

A Transparência Amapá é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, religiosos ou político partidário que atua no combate a corrupção, na promoção da cultura da probidade, na fiscalização de gastos públicos, na organização, educação e mobilização da sociedade civil em defesa dos seus direitos constitucionais.

 

Se você se interessa pelo assunto e se indigna com todas as mazelas provocadas pela corrupção, venha conhecer a Transparência Amapá.

 

Dia 13 de abril, 9h, no auditório da UEAP, evento de lançamento da Transparência Amapá.

http://transparenciaap.blogspot.com.br/

Twitter: @TranspAP  –  Facebook: Transparência Amapá

 

O Show da Vida

Na reportagem sobre algumas Assembléias Legislativas do Brasil, o Fantástico deste domingo dedicou o maior tempo a nossa milionária Assembléia Legislativa do Amapá e as verbas indenizatórias dos deputados.

Matéria daquelas de se meter embaixo da mesa, pra se esconder.

O Fantástico mostrou que a diária de um deputado é 2.600 reais. Diária local. Um absurdo.

Mostrou que o deputado Michel JK é sócio do posto de combustível que fornece para Assembléia Legislativa e pra ele próprio, e que o deputado Edinho Duarte pega nota fiscal da produtora de sua mulher, para ser ressarcido com verba indenizatória.

O presidente Moisés Souza não quis aparecer na fita. Seu assessor de comunicação disse que ele não daria entrevista por que estava com dor de garganta. O repórter do Fantástico conseguiu falar com ele ao telefone e Moisés disse que não dava entrevista gravada. Quando o repórter perguntou sobre seu problema de garganta, ele desligou o telefone.

Época

Não comentei aqui sobre a matéria da Revista Época que diz que o governador Camilo Capiberibe tem 35 contas bancárias. Estava viajando no feriadão e o blog andou meio devagar.

Comento agora.

Achei a matéria estranha para uma publicação impressa. Deveria ter mostrado os fac-símiles das contas. Como não é crime ter 35 contas, a matéria deveria ter informado se eram contas com movimentações atípicas.

O governador Camilo Capiberibe nega ter as tais contas. Mas tem a obrigação de provar que não tem e exigir retratação da notícia, não sendo ela verdadeira.

Suzane

Registro a grande tristeza que foi receber a notícia do falecimento da amiga Suzane Leite Costa.

Amiga da adolescência. Suzane era doce, estudiosa, trabalhadora, competente.

Que Deus conforte seus irmãos, pai, seu esposo Manoel Costa e seus filhos, pela grande e irreparável perda.

Do Blog da jornalista Alcinea Cavalcante

Metade dos deputados da AL devem depor em Brasília sobre as Mãos Limpas

Provavelmente antes que o coelhinho da Páscoa distribua ovos de chocolate haverá uma revoada de deputados amapaenses para Brasília.
Informação que chega ao blog dá conta que mais da metade dos deputados estaduais está sendo intimada para prestar depoimentos no STJ. Tudo a ver com a “Operação Mãos Limpas”, deflagrada em setembro de 2010.
Os mandados de intimação já começaram a ser expedidos.

Como os “nobres parlamentares” não vão para Brasília a serviço ou representar o parlamento amapaense em algum evento, espera-se que banquem suas próprias passagens e nao recebam diárias.

 

Conselho Nacional do Ministério Público indefere pedido de liminar na reclamação disciplinar contra membros do MP-AP e MPF

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), por intermédio do relator Almino Afonso Fernandes, na reclamação disciplinar formulada pelo juiz federal João Bosco Costa Soares da Silva, contra membros do Ministério Público do Estado do Amapá e Federal, indeferiu pedido liminar e julgou extinto o presente feito em razão da superveniente falta de interesse de agir.

A reclamação disciplinar tramita em segredo de justiça.

SERVIÇO:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá

SEAD com outra cara

Fui outro dia à Secretaria de Administração do Estado e pude constatar que aquele importante órgão de gestão está com outra cara.

Há anos a SEAD estava um lixo. Feia, desorganizada, gente de mau humor por todo canto, talvez pelo péssimo ambiente físico de trabalho. A SEAD que deveria ser o coração do Governo, onde acontecem as principais políticas de gestão e que administra as pessoas (RH) que fazem o governo.

Parabéns à secretaria Luíza Cearense, que conhece a SEAD como ninguém.

COMPANHIA DE ELETRICIDADE DO AMAPÁ: NOTA SOBRE PROPOSTA DE FEDERALIZAÇÃO

O Governo do Estado do Amapá encaminhou à ministra chefe da Casa Civil da Presidência da República, em 12 de março de 2012, a proposta referente às negociações para solucionar, definitivamente, o endividamento da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA). O documento assinado pelo governador Camilo Capiberibe recebeu ainda a assinatura de todos os deputados federais e senadores que compõem a Bancada Federal do Amapá.

Pela proposta, o Estado fará um empréstimo de R$ 1.020 bilhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para sanear a estatal amapaense. Deste total, serão destinados R$ 716 milhões para quitar a dívida da CEA com a Eletronorte e taxas intrasetoriais, retirados os juros e multas, e mais R$ 304 milhões para constituir um fundo para pagamento de dívidas trabalhistas, cíveis e tributárias vincendas, podendo ainda servir para garantir a contrapartida do Estado nos investimentos para interligação do Amapá ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Talvez por desconhecer o teor da proposta em detalhes, o presidente do Sindicato dos Urbanitários (STIUAP), Audrey Cardoso, procurou os meios de comunicação e de maneira desrespeitosa atribuiu ao presidente da CEA, José Ramalho, conduta inadequada a um gestor público. As afirmações ferindo a moral do cidadão e a ética do profissional, José Ramalho (economista, advogado, professor e funcionário público federal), serão respondidas em juízo.

Ao contrário do que afirma Audrey Cardoso, os reflexos da atual gestão podem ser aferidos pela garantia do fornecimento de energia com a contratação da geração de 47MW adicionais ao sistema. Não fosse pela decisão da Diretoria da CEA a população amapaense estaria sofrendo com racionamento devido à paralisação de uma das turbinas da Hidrelétrica de Coaracy Nunes que ainda se encontra desligada para reparos.

Reflete ainda na atual gestão a retirada do passivo da empresa de mais de R$ 600 milhões mediante negociações e encontro de contas com o Governo do Estado e pagamento de fornecedores como a Soenergy e parte do consumo da Eletronorte.

Nos últimos 10 anos não houve investimentos, manutenção e nem interesse político em buscar uma solução para a CEA, sem qualquer manifestação do Sindicato, e que agora está sendo feito por decisão política e compromisso do governador Camilo Capiberibe.

Com a decisão política do governador, o apoio da Bancada Federal, o esforço e a dedicação do Grupo de Trabalho composto pela equipe da Cea, Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan) e Procuradoria do Estado (Prog) essa dívida foi reduzida em mais da metade. O controle acionário ficará com a União (51%) e o Estado vai participar da gestão (47,5%) com o único objetivo de garantir ao Amapá a energia necessária para seu desenvolvimento e à população amapaense o direito de ter um serviço de qualidade.

 

A Diretoria

 

Hildegard Angel – A manifestação dos caras-pintadas diante do Clube Militar

31/Março/2012

Foi um acaso. Eu passava hoje pela Rio Branco, prestes a pegar o Aterro, quando ouvi gritos e vi uma aglomeração do lado esquerdo da avenida. Pedi ao motorista para diminuir a marcha e percebi que eram os jovens estudantes caras-pintadas manifestando-se diante do Clube Militar, onde acontecia a anunciada reunião dos militares de pijama celebrando o “31 de Março” e contra a Comissão da Verdade.

Só vi jovens, meninos e meninas, empunhando cartazes em preto e branco, alguns deles com fotos de meu irmão e de minha cunhada. Pedi ao motorista para parar o carro e desci. Eu vinha de um almoço no Clube de Engenharia. Para isso, fui pela manhã ao cabeleireiro, arrumei-me, coloquei joias, um vestido elegante, uma bolsa combinando com o rosa da estampa, sapatos prateados. Estava o que se espera de uma colunista social.

A situação era tensa. As crianças, emboladas, berrando palavras de ordem e bordões contra a ditadura e a favor da Comissão da Verdade. Frases como “Cadeia Já, Cadeia Já, a quem torturou na ditadura militar”. Faces jovens, muito jovens, imberbes até. Nomes de desaparecidos pintados em alguns rostos e até nas roupas. E eles num entusiasmo, num ímpeto, num sentimento. Como aquilo me tocou! Manifestantes mais velhos com eles, eram poucos. Umas senhoras de bermudas, corajosas militantes. Alguns senhores de manga de camisa. Mas a grande maioria, a entusiasmada maioria, a massa humana, era a garotada. Que belo!

Eram nossos jovens patriotas clamando pela abertura dos arquivos militares, exigindo com seu jeito sem modos, sem luvas de pelica nem punhos de renda e sem vosmecê, que o Brasil tenha a dignidade de dar às famílias dos torturados e mortos ao menos a satisfação de saberem como, de que forma, onde e por quem foram trucidados, torturados e mortos seus entes amados. Pelo menos isso. Não é pedir muito, será que é?

Quando vemos, hoje, crianças brasileiras que somem, se evaporam e jamais são recuperadas, crianças que inspiram folhetins e novelas, como a que esta semana entrou no ar, vendidas num lixão e escravizadas, nós sabemos que elas jamais serão encontradas, pois nunca serão procuradas. Pois o jogo é esse. É esta a nossa tradição. Semente plantada lá atrás, desde 1964 – e ainda há quem queira comemorar a data! A semente da impunidade, do esquecimento, do pouco caso com a vida humana neste país.

E nossos quixotinhos destemidos e desaforados ali diante do prédio do Clube Militar. “Assassino!”, “assassino!”, “torturador!”, gritava o garotinho louro de cabelos longos anelados e óculos de aro redondo, a quem eu dava uns 16 anos, seguido pela menina de cabelos castanhos e diadema, e mais outra e mais outro, num coro que logo virava um estrondo de vozes, um trovão. Era mais um militar de cabeça branca e terno ajustado na silhueta, magra sempre, que tentava abrir passagem naquele corredor humano enfurecido e era recebido com gritos e desacatos. Uma recepção com raiva, rancor, fúria, ressentimento. Até cuspe eu vi, no ombro de um terno príncipe de Gales.

Magros, ainda bem, esses velhos militares, pois cabiam todos no abraço daqueles PMs reforçados e vestidos com colete à prova de balas, que lhes cingiam as pernas com os braços, forçando a passagem. E assim eles conseguiram entrar, hoje, um por um, para a reunião em seu Clube Militar: carregados no colo dos PMs.

Os cartazes com os rostos eram sacudidos. À menção de cada nome de desaparecido ao alto-falante, a multidão berrava: “Presente!”. Havia tinta vermelha cobrindo todo o piso de pedras portuguesas diante da portaria do edifício. O sangue dos mortos ali lembrados. Tremulavam bandeiras de partidos políticos e de não sei o quê mais, porém isso não me importava. Eu estava muito emocionada. Fiquei à parte da multidão. Recuada, num degrau de uma loja de câmbio ao lado da portaria do prédio. A polícia e os seguranças do Clube evacuaram o local, retiraram todo mundo. Fotógrafos e cinegrafistas foram mandados para a entrada do “corredor”, manifestantes para o lado de lá do cordão de isolamento. E ninguém me via. Parecia que eu era invisível. Fiquei ali, absolutamente sozinha, testemunhando tudo aquilo, bem uns 20 minutos, com eles passando pra lá e pra cá, carregando os generais, empurrando a aglomeração, sem perceberem a minha presença. Mistério.

Até que fui denunciada pelas lágrimas. Uma senhora me reconheceu, jogou um beijo. E mais outra. Pessoas sorriram para mim com simpatia. Percebi que eu representava ali as famílias daqueles mortos e estava sendo reverenciada por causa deles. Emocionei-me ainda mais. Então e enfim os PMs me viram. Eu, que estava todo o tempo praticamente colada neles! Um me perguntou se não era melhor eu sair dali, pois era perigoso. Insisti em ficar, mesmo com perigo e tudo. E ele, gentil, quando viu que não conseguiria me demover: “A senhora quer um copo d’água?”. Na mesma hora o copo d’água veio. O segurança do Clube ofereceu: “A senhora não prefere ficar na portaria, lá dentro? “. “Ah, não, meu senhor. Lá dentro não. Prefiro a calçada”. E nela fiquei, sobre o degrau recuado, ora assistente, ora manifestante fazendo coro, cumprindo meu papel de testemunha, de participante e de Angel. Vendo nossos quixotinhos empunharem, como lanças, apenas a sua voz, contra as pás lancinantes dos moinhos do passado, que cortaram as carnes de uma geração de idealistas.

A manifestação havia sido anunciada. Porém, eu estava nela por acaso. Um feliz e divino acaso. E aonde estavam naquela hora os remanescentes daquela luta de antigamente? Aqueles que sobreviveram àquelas fotos ampliadas em PB? Em seus gabinetes? Em seus aviões? Em suas comissões e congressos e redações? Será esta a lição que nos impõe a História: delegar sempre a realização dos “sonhos impossíveis” ao destemor idealista dos mais jovens?


Do Blog de Hildegard Angel / R7

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Ministério Público do Estado do Amapá vem prestar esclarecimentos à população amapaense quanto à representação formulada pelo Juiz Federal João Bosco Costa Soares da Silva em face de membros da Procuradoria da República e do Ministério Público Estadual perante o Conselho Superior do Ministério Público (CNMP).

 

A Constituição Federal conferiu ao Ministério Público Brasileiro, seja da União ou dos Estados, a atribuição de defesa da sociedade, podendo utilizar-se, dentre outros instrumentos, da ação civil pública ou do ajustamento de conduta (art. 129, inciso III, e 225 da CF e Lei 7.347/1985). O ajustamento de conduta é considerado método de solução adequada dos conflitos, alternativo a ação judicial.

 

Foi com respaldo na ordem constitucional e na legislação vigente de nosso país que o MPF e o MPEAP assinaram, em 21/12/2007, o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), referente ao ICP 1.12.000.0000.62-2007-20, com a empresa MMX Amapá Mineração Ltda, tendo como finalidade a regularização do licenciamento ambiental que deixou de considerar o patrimônio arqueológico e, com isso, impedindo a ocorrência de danos e protegendo os elementos materiais e imateriais da história do Estado do Amapá e dos povos indígenas.

 

O instrumento de acordo foi publicado no DOE e foi informado nos autos da Ação Civil Pública nº 2006.31.00.001801-2, em trâmite na 2ª Vara Federal do Estado do Amapá, do qual o Juiz Federal João Bosco é titular. Os recursos, conforme a Cláusula Primeira, nunca foram depositados nas contas do MPF, MPEAP ou dos seus membros. Permaneceram em uma conta específica mantida pela empresa, sendo sua movimentação fiscalizada e efetuada por meio de ofícios para atendimento de projetos previamente analisados.

 

Os recursos do TAC foram utilizados na construção de postos médicos, museus, escolas, estruturação de comunidades indígenas, delegacias, hospitais, Batalhão Ambiental, Polícia Federal, IBAMA, Secretarias estaduais e municipais, Vigilância Sanitária, realização de cursos de especialização em perícia ambiental, patrimônio arqueológico, apoio ao mestrado, seminários, dentre outros projetos.

 

Tais elementos de aplicação financeira sempre estiveram e estarão a disposição da sociedade, inclusive com publicação no site oficial do MPAP ( http://www.mp.ap.gov.br/portal2011/transparenciaprodemac.html ), além de controle pelos órgãos da Administração Superior das Instituições (MPF e MPEAP), bem como do Tribunal de Contas do Estado e da União.

 

Por se tratar de uma atribuição do Ministério Público prevista na Constituição Federal e na legislação, e pelo fato de se ter assinado e dada ampla publicidade, é que nos causou surpresa e estranheza a representação mencionada, bem como os termos empregados pelo seu signatário, incompatíveis com um magistrado e injustos na busca de macular o MPF e MPEAP (e que não nos cabe discutir nesta nota), mas que se lastima profundamente.

 

O TAC e os documentos comprobatórios de sua aplicação estão à disposição de todo cidadão, inclusive do Juiz Federal João Bosco que, nunca os requereu. Por fim, ressalte-se que é do interesse do Ministério Público Estadual que as graves denúncias da representação sejam investigadas pelo CNMP, esclarecidos os motivos de sua interposição pelo peticionante e a verdade dos fatos.

 

Ivana Lúcia Franco Cei

Procuradora-Geral de Justiça

Afonso Gomes Guimarães

Promotor de Justiça

Ricardo Crispino Gomes

Promotor de Justiça

Já disse pra vocês que adoro árvores?

E essas são especialmente lindas, imensas, imponentes.

Gosto de passar na avenida Antonio Coelho de Carvalho só pra vê-las.

Penso que deveriam ser tombadas como patrimônio ambiental da cidade de Macapá.

Não sei qual é a espécie. Peço ajuda ao mano Florestal Alcione Cavalcante.

NOTA DE REPÚDIO

A Associação do Ministério Público do Estado do Amapá (AMPAP), entidade de classe que congrega os Promotores e Procuradores de Justiça do Estado do Amapá, vem a público repudiar a representação formulada pelo Juiz Federal João Bosco Costa Soares da Silva perante o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em detrimento de membros da Instituição, externando apoio irrestrito ao trabalho ético, responsável e incansável desenvolvido pela Procuradora Geral de Justiça Drª Ivana Lúcia Franco Cei, pelos Promotores de Justiça Afonso Gomes Guimarães e Ricardo Crispino Gomes.

Todos os membros do Ministério Público do Estado do Amapá realizam suas funções no estrito cumprimento das normas constitucionais e da legislação em vigência, atuando com profissionalismo e lealdade a sua missão institucional.

Fatos como este, isolados na história da Instituição, não abalam, nem intimidam os membros do Ministério Público no exercício de sua missão constitucional. Ao contrário, reforçam o ideal de intransigente busca por Justiça, na atuação firme e destemida em defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses da sociedade.

 

 

JOÃO PAULO DE OLIVEIRA FURLAN

Presidente da AMPAP