PF disponibiliza canais para denúncias de crimes eleitorais no Amapá

A Polícia Federal disponibilizou dois canais de comunicação exclusivos para facilitar o recebimento de denúncias de crimes eleitorais pela população no Amapá.


As denúncias poderão ser feitas 24 horas por dia através do aplicativo WhatsApp
no número (96) 32137535 e do e-mail [email protected]. As mensagens
podem vir acompanhadas de localização, fotos, vídeos, áudios, descrição da
ocorrência dos crimes dentre outros.

A PF destaca que as informações serão tratadas sob sigilo, não sendo necessário
o fornecimento de dados pessoais e assegurando-se o anonimato do denunciante.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

E-Título passa a ter foto do eleitor e pode ser usado como documento oficial para votar

O e-Título, aplicativo desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que consiste na via digital do título eleitoral, passou recentemente por novas atualizações. A principal alteração é que o app passa a mostrar a foto do eleitor, permitindo que o cidadão apresente apenas o aplicativo para ingressar na seção eleitoral e votar. Tal funcionalidade está disponível somente para quem realizou o cadastramento biométrico.

O objetivo é facilitar ainda mais a vida do eleitor no dia da votação. Outras mudanças foram feitas para oferecer maior proteção aos dados do usuário – confira abaixo.

O tribunal recomenda que os eleitores baixem o aplicativo com a maior antecedência possível do dia das Eleições Municipais 2020, cujo primeiro turno acontecerá no dia 15 de novembro. Com mais tempo para utilizar a interface do aplicativo, o eleitor estará mais seguro e apto para usá-lo no dia da votação.

 

Mais segurança para os dados

 

O documento digital exigirá a resposta do eleitor a uma série de perguntas. Apenas as pessoas que responderem com sucesso a esse desafio poderão usar o aplicativo e suas funcionalidades. Embora soluções de segurança como essa possam tornar a experiência do usuário menos fluída, elas são relevantes para a proteção dos dados do eleitor.

Atualmente mais de dois milhões de eleitores já baixaram o e-Título, e cerca de 60 mil pessoas têm acessado ao documento diariamente.

 

Além da emissão do documento em meio digital com foto, com as mudanças de segurança implementadas, há também a necessidade de criação de senha de acesso do eleitor ao app.

Entre outras vantagens, estão ainda as de emitir as certidões de quitação eleitoral e de crimes eleitorais, que estarão disponíveis ao eleitor a qualquer momento. O app também informa o endereço do local de votação e fornece informações sobre a situação eleitoral.

 

Justificativa de ausência

 

Os eleitores que estiverem fora do seu domicílio eleitoral no dia da eleição poderão utilizar o e-Título para justificar sua ausência, por meio da geolocalização do aplicativo. Essa funcionalidade estará disponível somente no dia da eleição, das 7h às 17h.

 

Para fazer a justificativa fora do dia da eleição, o eleitor poderá apresentar documento comprobatório que motivou a ausência (60 dias para justificar após cada pleito, ou 30 dias para justificar após retorno ao Brasil).

 

Nenhum dos serviços prestados pelo e-Título é exclusivo do aplicativo. Isso significa que as certidões também podem ser obtidas pelo computador ou junto ao cartório eleitoral. O app,

no entanto, visa tornar esses e outros serviços mais ágeis, seguros e de mais fácil acesso por parte dos eleitores.

 

Ascom TSE

 

1º aniversário: Bioparque da Amazônia celebra com pentatlo da floresta, feiras, oficinas, exposições, biocamping e homenagem especial ao mestre Sacaca

A Prefeitura de Macapá, por meio da Fundação Bioparque da Amazônia Arinaldo Gomes Barreto, celebra o primeiro ano de aniversário com extensa programação nos dias 24 e 25 deste mês. Depois de quase 20 anos fechado, o antigo Parque Zoobotânico de Macapá foi reaberto ao público com a denominação de Bioparque da Amazônia no dia 25 de outubro de 2019.

A programação comemorativa será aberta nas primeiras horas do próximo sábado com a competição do pentatlo da floresta. Equipes com cinco integrantes vão disputar cinco diferentes atividades esportivas, adaptadas para as modalidades de aventura existentes no Bioparque: corrida, arborismo (escalada em árvore), parede de escalada, arvorismo (trilha suspensa nas árvores) e tirolesa.

Em seguida, acontece a abertura da Feira da Sociobiodiversidade, no pátio externo do Bioparque, com exposições e comercialização de produtos naturais, agrícolas orgânicos, artesanatos, biojoias, plantas ornamentais, medicinais e gastronômicas. A feira ainda terá espaço gastronômico e apresentação cultural.

Pela manhã, a programação envolve também Feira Literária com a Afrologia Tucuju, no Espaço Multiuso; exposição fotográfica de Orquídeas Nativas do Estado do Amapá; exposição de Orquídeas Floridas de integrante da Sociedade Amapaense de Orquidologia e Orquidofilia (Soamor); e a oficina “Como cultivar orquídeas”.

Na parte da tarde, os destaques são para a premiação das equipes vencedoras do pentatlo da floresta; sarau da Feira Literária, na frente da casa da Jaguatirica; oficina “Como Cultivar Orquídeas” e o biocamping, que é uma prática de acampamento guiado dentro de uma área de floresta do Bioparque. O acampamento acontecerá no dia 24 de outubro, a partir das 15h até as 8h30 do dia seguinte.

Mestre Sacaca

No domingo, dia do aniversário de 1 ano do Bioparque da Amazônia, a programação tem prosseguimento com destaque especial para a cerimônia de lançamento e exibição do documentário sobre o mestre Sacaca e homenagens a servidores. Além disso, haverá ainda recepção aos visitantes no Jardim Medicinal e distribuição de mudas de plantas medicinais.

Raimundo dos Santos Souza, o mestre Sacaca, foi fundador e o primeiro funcionário do antigo Parque Florestal de Macapá, hoje Bioparque da Amazônia. Desde criança, foi incentivado pelos pais a conhecer as plantas e passou a fazer remédios caseiros, sempre orientado pela mãe.

Com o passar do tempo, o trabalho de Sacaca com as plantas foi referência para muitos pesquisadores que vinham estudar a fauna e a flora amazônica. Uma dessas pessoas foi o doutor Valdomiro Gomes, que ensinou Sacaca a manusear e a tirar o princípio ativo das plantas. Daí em diante, Sacaca começou a utilizar o conhecimento empírico nas atividades científicas que aprendeu com os pesquisadores, tornando-se muito famoso no Amapá, ao ponto de ser chamado de doutor da floresta.

Programação

Data: 24/10/2020 – sábado

Manhã

5h – Concentração para o Pentatlo na frente do Bioparque;
5h30 – Entrada dos competidores no Bioparque;
6h – Início da competição de Pentatlo;
8h- Feira da Sociobiodiversidade;
8h – Abertura com uma breve reunião com a Soamor – Sociedade Amapaense de Orquidologia e Orquidofilia;
8h30 – Assinatura do Livro Tombo;
9h – Abertura do Bioparque para o público;
9h – Início da Feira literária com a Afrologia – Espaço Multiuso;
9h – Abertura da exposição fotográfica de Orquídeas Nativas do Estado do Amapá. (Próximo ao Orquidário);
9h – Exposição de orquídeas floridas de integrantes da Soamor, pela manhã e pela tarde;
10h às 11h – Oficina “Como cultivar orquídeas”.

Tarde

– Segue a competição de Pentatlo até que todas as equipes concluam o percurso.
– Premiação das equipes entrega de medalhas e troféus.

15h às 17h – Sarau da Feira Literária – na frente da Casa da Jaguatirica;
15h às 17h – Credenciamento do Biocamping – Maloca Redário;
15h às 16h – Oficina “Como cultivar orquídeas” ministrada pela Sra. Fátima Santos;
17h – Saída para o Biocamping;
18h – Encerramento das atividades.

Data: 25/10/20 – domingo

8h – Feira da Sociobiodiversidade;
8h30 – Encerramento do Biocamping;
9h – Abertura do Bioparque;
9h – Feira Literária Afrologia;
9h às 17h – Exposição das fotos no orquidário;
9h30 – Cerimônia de Aniversário Lançamento e Exibição do documentário e homenagem aos servidores;
9h30 às 17h – Recepção aos visitantes no Jardim medicinal;
10h às 17h – Distribuição de mudas de plantas medicinais;
18h – Encerramento das atividades.

Secretaria de Comunicação de Macapá

Governo divulga terceira chamada para contratação temporária de professores e pedagogos

 

O Governo do Amapá dá continuidade ao edital do processo seletivo para contratação temporária de pedagogo e professor. Os profissionais vão atuar na educação básica e profissional nas escolas da rede estadual de ensino. A convocação da terceira chamada do cadastro reserva está disponível no site www.processoseletivo.ap.gov.br.


A análise documental acontecerá no período de 20 a 22 de outubro no Centro de Valorização da Educação (Cveduc), localizado Avenida Cora de Carvalho, 2028, no bairro Santa Rita, em Macapá. Os candidatos devem conferir a data e horário para apresentação dos documentos originais comprobatórios, com a entrega de três cópias legíveis, encadernadas, com numeração em cada página conforme sequência e listagem apresentada no edital, além de uma foto 3×4.
Para efetivação da contratação, os candidatos aprovados não poderão possuir vínculo empregatício e deverão declarar a ausência de vínculo por meio de declaração, conforme modelo anexo no edital.

Cargos e Salários

Pedagogo (40h/semanal): R$ 3.300.
Professor (20h/semanal): R$ 1.650.
Professor (40h/semanal): R$ 3.300.

Semana de Ciência e Tecnologia terá cerca de 200 atividades no Amapá

Palestras, minicursos, oficinas, congressos e seminários são algumas das mais de 150 atividades que vão compor a 17ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) no Amapá. A programação desenvolvida pelas instituições participantes ocorrerá de forma virtual no período de 19 a 23 de outubro. Para saber quais atividades e as instituições que estão promovendo a SNCT, basta acessar www.snct.ap.gov.br. O evento terá certificação total de 40 horas, além dos específicos, como oficinas e minicursos.

A cerimônia de abertura será no dia 19 de outubro, às 19h, no canal no YouTube da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Amapá (Setec). O tema da edição deste ano é Inteligência Artificial: A Nova Fronteira da Ciência Brasileira.

A palestrante da abertura será a pesquisadora Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária de Campinas (SP), que palestrará sobre os Desafios e oportunidades no Agro 4.0.

Entre os destaques do evento está o 9º Congresso Amapaense de Iniciação Científica, onde alunos apresentam seus trabalhos desenvolvidos ao longo do ano. Os melhores avaliados representarão o estado nacionalmente.

A SNCT é realizada em todo o País pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e tem o objetivo de promover ações que mobilizem a população em torno do tema, valorizando a criatividade, o desenvolvimento científico e a inovação.

No Amapá, o evento é coordenado pela Setec e contribui para a divulgação dos importantes resultados da pesquisa científico-tecnológica para a melhoria da qualidade de vida da sociedade.

Os realizadores e parceiros locais são a Universidade do Estado do Amapá (Ueap), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Amapá (Fapeap), o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Amapá) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (Ifap).

Temática

Inteligência Artificial (IA) é um avanço tecnológico que permite que sistemas simulem uma inteligência similar à humana — indo além da programação de ordens específicas para tomar decisões de forma autônoma, baseadas em padrões de enormes bancos de dados.

Vislumbra-se que a IA pode trazer ganhos na promoção da competitividade e no aumento da produtividade brasileira, na prestação de serviços públicos, na melhoria da qualidade de vida das pessoas e na redução das desigualdades sociais, dentre outros.

Inteligência artificial é definida, no grosso modo, como a capacidade das máquinas de pensarem como seres humanos: aprender, perceber e decidir quais caminhos seguir, de forma racional, diante de determinadas situações.

ASCOM/GEA

Longa sobre escravidão contemporânea na Amazônia é premiado no Festival Internacional de Cinema de Washington DC

Longa estrelado por Dira Paes e filmado no Pará foi laureado no “Washington DC International Film Festival”.

Mais um prêmio para “Pureza”. Desta vez, foi no “Washington, DC International Film Festival”, onde recebeu a Menção Honrosa Justice Matters de longa-metragem “pela perspicaz, comovente e reveladora representação feita pelo diretor Renato Barbieri das práticas escravistas modernas, o tratamento brutal dispensado aos trabalhadores na Amazônia brasileira e a busca corajosa e determinada de uma mulher para salvar seu filho das garras da escravidão”, como foi posto pelo júri.

A obra já havia recebido outros três prêmios internacionais neste segunde, semestre a Menção Honrosa de Longa-metragem e o Grande Prêmio de Público, no festival “22èmes Reencontres du Cinéma Sud-A-méricain”, em Marseille, na França e o prêmio de Melhor Filme, pelo júri popular do “Florianópolis Audiovisual Mercosul – FAM 2020”. O diretor destaca a capacidade que o filme tem tido em falar sobre o drama social brasileiro secular da escravidão, que continua sendo uma prática no país.

“O fato de estar passando em grandes festivais e receber esses prêmios é um feita Estamos em vários países em exibição, Sérvia, Romênia, Rússia, Itália… E a gente está conseguindo tocar, sensibilizar, diferentes povos e culturas. Isso é muito importante para a trajetória do filme”, diz Renato Barbieri. Baseado em fatos reais, o filme conta a história de Pureza Lopes Loyola, que saiu em busca do filho desaparecido no coração da Amazônia, cativo pelo sistema brasileiro de escravidão contemporânea. Além das filmagens no Pará, com vários profissionais locais, a obra tem Dira Paes como protagonista.

O cineasta diz que foi um orgulho ter contado com essa equipe em uma produção que nasceu de uma produtora em Brasília. “A gente coloca na sinopse que ela é uma produção do DF e do PA. O engajamento das pessoas foi incrível, elas perceberam que estavam fazendo algo relevante, um filme abolicionista, e deram uma dedicação incrível. ‘Pureza’ está servindo para que a gente perceba que consegue comunicar algo importante pela emoção, pela construção cinematográfica, pelo elenco. Os rostos paraenses do filme têm muita brasilidade, e tem a Dira, essa pessoa gigante. Tenho muita gratidão pelo quanto o Pará oferece ao Turezam.

 

EXIBIÇÕES

Depois de passar por salas de quatro festivais internacionais este mês, “Pureza” ainda será exibido na programação do “Workers Unite! Film Festival”, de Nova York, que ocorre virtualmente até este domingo. Antes, a produção ainda passou pelo “21 The Newport Beach Film Festival”, encerrado dia 11; na abertura do “22èmes Reencontres du Cinema Sud-A-méricain”, em Marseille, no dia 6; e no “Film Festival DC (Washington, DC Inter-national Film Festival)”, com exibição nos dias 2 e 8 de outubro, e ainda levando para casa sua Menção Honrosa.

O filme deveria ter sido lançado no primeiro semestre, mas com a pandemia teve todo o seu calendário adiado. O diretor conta que a saída foi dedicar-se ao circuito de festivais. “Até o momento, essa trajetória já soma 20 festivais nacionais e internacionais, alguns ainda por vir. Para nós, para a Dira, esse é um fato muito relevante, pois estamos sensibilizando mais pessoas para a história dessa mulher, com atitude notável, que gerou um movimento importante contra o trabalho escravo, premiado em Londres. Acredito que esses prêmios mostram que a vida dessa mulher está muito bem representada no filme. É uma jornada do herói o que ela vive, mas um herói verdadeiro”.

Texto: Lais Azevedo (Jornal Diário do Pará)

Ainda em no mês de Outubro, o diretor Renato Barbieri conversou com o Repiquete no Meio do Mundo sobre a produção dos filmes e participações nos festivais, confira a entrevista em: https://www.alcilenecavalcante.com.br/alcilene/escravidao-contemporanea-cineasta-renato-barbieri-fala-sobre-pureza-e-servidao-seus-premiados-filmes

Fight! Governador Waldez e senador Randolfe protagonizam debate acalorado no twitter, na noite de sábado,17

O governador Waldez Góes e o senador Randolfe Rodrigues tiveram uma “treta”nível master na rede social twitter, na noite de sábado, 17.

O motivo foi essa matéria da revista Veja, publicada ontem, que Randolfe comentou atacando Waldez.

Namoro de Randolfe com o PDT não vingará, diz Waldez Góes

Adversário do governador do Amapá, Waldez Góes, o senador Randolfe Rodrigues (Rede) tentou em sigilo aliar-se ao desafeto para mudar de partido e migrar ao PDT. O próprio Góes confirmou ao Radar que c…

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/blog/radar/namoro-de-randolfe-com-o-pdt-nao-vingara-diz-waldez-goes/

Como a conversa não vingou, Randolfe tentou apear Góes da legenda numa articulação com o cacique do partido Carlos Lupi.  O chefe do PDT confirmou ao Radar a aproximação. “Há conversas para que Randol…

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/blog/radar/namoro-de-randolfe-com-o-pdt-nao-vingara-diz-waldez-goes/

O senador respondeu a matéria, atacando o governador Waldez Góes.

 

O governador Waldez Góes, normalmente comedido no debate político em redes sociais, ficou pistola e respondeu.

 

Teve meme, claro.

Homenagem do Pastor Kelson Abraão. “Padre Aldenor, um bom companheiro de inúmeras jornadas”

* Pastor Kelson Abraão
Ele foi um companheiro de muitas,muitas mesmo,celebrações religiosas conjuntas.

Talvez eu tenha feito mais cerimônias com Pe.Aldenor que com muitos pastores.

Sempre que me via, sorria, deixando muito claro o prazer de estarmos juntos.

Terminadas as celebrações nunca saia correndo, como fazem alguns clérigos catolicos ou protestantes, às vezes deixando para trás a matéria prima de nosso sacerdócio: pessoas,gente,almas,vidas.

Conversávamos gostosamente.

Não o verei mais em nossas celebrações. Mas lembrarei sempre, de alguém que se fez digno de ser lembrado.

Até breve companheiro! Nós que somos da ressurreição (eternidade nao é papo de religião) esperamos pela grande celebração das Bodas do Cordeiro, um encontro da humanidade com o Redentor.

Do companheiro-pastor ao companheiro-padre.

Assinado: Pastor Kelson Abraão

Padre Aldenor: a rebeldia segundo às leis de Deus

Professor Aldenor. Acervo do curso de Jornalismo da UNIFAP.
O Padre era aquele tipo de professor que, ao entrar na graduação, você já conhecia antes de vê-lo. Era uma lenda e também uma presença. “Tá vendo essas câmeras? Foi o Aldenor que conseguiu aqui pro curso” eram coisas comuns no nosso vocabulário. Ali, ainda no primeiro ano da faculdade, vi minha turma organizar um evento lindo totalmente financiado pelo “Aldenor Projetos e Engenheiria”. Desde a gengibirra com abacaxi com shot a um real, até a carona depois do sarau, na carroceria daquele carro branco que era a marca dele. E que anos mais tarde, entre uma risada e uma explicação, quando a formatura já era um sonho mais concreto, soltou um “eu dou a placa de formatura de vocês, mas só se vocês colocarem o meu nome como o nome da turma”. Aldenor e suas negociações, que aliviaram várias vezes os meus picos de raiva e indignação dentro da UNIFAP. Não havia naquele mundo algo que não pudesse ser resolvido pelo padre, fosse na diplomacia ou na reza. Aliás, se o professor tivesse sumido, era só procurá-lo na missa das 18h. E eu, que nem orar o terço sei, criei até simpatia pela coisa.
Quando ele veio pra reitor, lotamos a sala de reuniões da coordenação com tanto aluno, que não dava para fechar a porta. Não levamos as eleições, mas duvido que os outros candidatos tenham alimentado tão bem as suas equipes. Qualquer coisa era um motivo para uma panela de mingau de milho.
O meu leve ceticismo e total desconhecimento sobre a cultura católica sempre foram motivos de piadas pra ele, que logo de início, passou a me chamar de encosto. Não é pra menos, o procurava uma a duas vezes por semana para resolver um BO da turma 2016. E os BOs que ele mesmo arrumava pra mim, como me fazer dançar na frente da reitora. Não negar um favor a um padre deve ser um desses mandamentos bíblicos do livro que eu nunca li, mas ele falava.
Mas meu carinho pelo Padre Aldenor vinha da admiração que tenho pela rebeldia genuína desse homem. Uma desobediência segundo às leis de Deus, tão correta e transgressora que fazia pequenas revoluções a cada aula ou a cada sermão. E garanto que isso foi o que mais aprendi com ele, aprendi para ensinar a ser assim, também. Vai ser esquisito passar pela Rádio Universitária e não lhe ver. E não poder dizer “ei, Aldenor, tu tens que ver Fleabag, tem um padre lá que é doido que nem tu kkkk”. Que vazio imenso deixaste naquele curso, curso esse que também era um filho pra ti. E eu, como filha do curso de jornalismo, sinto a perda do pai daquela graduação.
Em nome da 2016, a turma que prometeste a placa, posso dizer que talvez a placa nem saia, mas que o seu nome vai ser levado com a gente para além do histórico acadêmico. Que Deus lhe receba de braços abertos e risadas sonoras. Faça a festa na casa dele, que também é tua, sempre foi. Os “encostos” do lado daqui vão sempre orar por ti.
Da sua eterna aluna, Luiza Nobre.

O Amapá, a academia, as comunicações e a Igreja perdem o Padre Aldenor

Internado no hospital da Unimed há alguns dias, com complicações da diabete, faleceu no final da noite de sexta-feira, o queridíssimo padre Aldenor Benjamim, aos 53 anos.
Nota da Unifap
É com extremo pesar que a Administração Superior da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) comunica o falecimento do docente do colegiado de Jornalismo e diretor da TV e Rádio Universitária, Prof. Dr. Padre Aldenor Benjamim dos Santos, aos 53 anos, ocorrido às 23h50, desta sexta-feira, 16 de outubro, em Macapá.
A Reitoria da UNIFAP, por meio de sua administração, servidores, alunos e comunidade acadêmica, expressa a sua solidariedade e envia os mais sinceros sentimentos à família e amigos. Que a paz divina console o coração dos familiares e lhes dê serenidade para atravessar este momento de dor e luto.
*Os detalhes sobre o velório e sepultamento serão informados ao longo do dia, nos canais oficiais da UNIFAP.
Padre Aldenor na missa dos Quilombos
Padre Aldenor, na foto com a professora Claudia Chelala, na rádio universitária, em um dia de entrevista a este blog

“Você é o que você come”: o ato político por trás de uma garfada

*Laura Machado. Jornalista

Há tempos que a preocupação com aquilo que entra ou deixa de entrar em nosso prato deixou de ser sinônimo de dieta. Fazer a própria comida e carregar sempre a famosa marmita agora é muito mais comum do que se imagina, escolher comidas mais saudáveis também. E se eu disser que o que nós comemos também é político? A palavra política tem origem grega, e pode ser definida como “aquilo que se refere ao público e ao bem da população”, ou seja, tudo aquilo que pode ser considerado como direito de todos nós, é política. E isso vai muito além do lado partidário.

          “Tudo bem, mas onde entra a política na alimentação?” 

Alimentação é um ato político desde o momento em que você escolhe o que vai consumir. Comer de forma mais natural, ingerir mais alimentos orgânicos, é um ato político. E o mais importante de tudo, entender a origem daquilo que você coloca dentro do seu corpo, também é político. Compreender os impactos que a nossa alimentação gera no planeta ainda é um privilégio de uma pequena parte da população, assim como a alimentação saudável.

A agricultura orgânica ainda possui seus produtos com um custo elevado, mas é importante entender que o alto preço se deve à produção em pequena escala, envolvendo muito mais pessoas do que máquinas. Sem contar a falta de incentivo aos pequenos produtores que, não têm os mesmos recursos que grandes latifundiários no país. Com o aumento na demanda por produtos orgânicos, consequentemente os custos de produção e comercialização tendem a diminuir, e de quebra contribui para a maior preservação do meio ambiente.

A destruição da mata nativa ainda é frequente na agricultura e na pecuária, causando danos irreversíveis à natureza, o que é diretamente ligado ao produto final que chega na mesa do brasileiro. De acordo com informações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), retiradas da revista Forbes, em 2017, o Brasil ocupou o 6º lugar no ranking dos países que mais consomem carne no mundo. Vale lembrar que o consumo excessivo de carne significa mais impacto ambiental, o que inclui no pacote: assoreamento, destruição da fauna e flora, desgaste e contaminação do solo. Vale ressaltar que a indústria produtora de carne é a que mais consome água no mundo.

A relação do homem com a natureza ainda é de dominação, e o consumismo é a destruição daquilo que o próprio consumismo construiu. O primeiro passo para uma mudança de cenário é a consciência coletiva, escolher com mais cuidado não só aquilo que vamos comer, mas também o que vestir e usar, é também pensar de maneira sustentável. Lutar por um sistema alimentar mais justo, valorizar o pequeno produtor, diminuir o consumo de carne e até reconhecer os próprios privilégios é agir politicamente, se incomodar é o primeiro passo para a transformação.

(Laura Machado – Jornalista)

 

Um pouco da história e do início dos videogames: De método de estudo do homem com a máquina, a uma indústria que mais gera dinheiro no mundo

*Gabriel Cavalcante Leão Dias – Design de Games

 

Vamos falar um pouco do início dos videogames.  A “brincadeira” começou por volta de 1947, mas que só se popularizou na década de 1970. Inicialmente, jogos de videogame eram criados para demonstrar a capacidade dos computadores (hoje em dia alguns jogos ainda são usados para demonstrar hardware, como processadores e placas de vídeo). Para explorar um pouco mais o mundo da programação, vários jogos que eram repetecos de jogos da vida real foram criados em computador como xadrez e damas(os mais recriados). Com o primeiro jogo de videogame, propriamente dito, sendo criado em um osciloscópio, “Tennis for Two”,  e feito meramente para o entretenimento dos criadores.

Com os computadores ficando menores e mais poderosos, mais e mais pessoas começaram a criar jogos para entretenimento. Era uma época em que, quem quisesse jogar,  tinha que criar ele mesmo o jogo. Com a popularização e melhores preços dos computadores, a máquina foi entrando nas casas de mais pessoas e o interesse por jogos foi aumentando.

O primeiro videogame que fez sucesso se chama Pong, jogo que simula uma partida de ping pong entre dois jogadores, o sucesso de Pong foi tão estrondoso que gerou diversos jogos cujos nomes podem até ser diferentes mas a jogabilidade é basicamente a mesma,

Breakout, que foi o próximo sucesso da Atari(criadora do Pong) teve o mesmo problema de vários clones sendo criados a partir de seu sucesso. O problema de clones de jogos de sucesso perdurou por bastante tempo no mundo dos jogos, mas eu vou falar mais disso no tempo certo.

                                                     Um dia isso já foi tecnologia de ponta

 

Jogos inicialmente eram criados por universidades e laboratórios, como método de estudo para ver até onde o homem poderia se relacionar com a máquina e também para treinar sua programação. E agora, quase 50 anos depois, a indústria dos jogos virou uma das indústrias que mais geram dinheiro no mundo.

Nos próximos artigos, vou explorar mais como os jogos passaram de quadrados em uma tela, para o fenômeno mundial que é hoje.

 

MP-AP e Sebrae/AP retomam diálogos sobre suporte operacional para a reciclagem de resíduos sólidos na Baixada Pará

Para a reciclagem de resíduos sólidos organizada, que será feita por moradores da Baixada Pará, foram retomados os diálogos entre o Ministério Público do Amapá (MP-AP) e Sebrae/AP, após a paralisação em razão da pandemia. Nesta quinta-feira (15), o promotor de justiça Marcelo Moreira, titular da Promotoria de Meio Ambiente e Conflitos Agrários reuniu em teleconferência com o superintendente do Sebrae/AP, Waldeir Ribeiro, a diretora Marciane Santo e a técnica Isana Alencar, para dar continuidade ao processo que pretende capacitar e implantar um modelo de negócio para reciclagem.

Este procedimento está contemplado no projeto estratégico “Colorindo o Futuro – Baixada Pará”, executado pela Promotoria de Meio Ambiente com a comunidade, em 2019/2020, e interrompido com as medidas do isolamento social. O projeto é fundamentado na conscientização ambiental e tem caráter educativo e de promoção da justiça e dignidade. Durante sua execução foram realizadas atividades múltiplas que, em sua fase de finalização, que é a criação de uma cooperativa de reciclagem de resíduos sólidos, buscou a parceria do Sebrae/AP para a capacitação técnica e identificação de modelo de negócio para a geração de emprego e renda.

Na retomada do diálogo, o promotor Marcelo Moreira reafirmou a importância da parceria com o Sebrae/AP, que através da sua diretoria, em março, se colocou à disposição para atuar nas capacitações e parte técnica do negócio a ser implantado. O objetivo do “Colorindo o Futuro – Baixada Pará” é que os moradores que aderirem à iniciativa se organizem para fazer o reaproveitamento de resíduos que comumente são descartados de forma incorreta, mas que podem ser transformados em renda para famílias, como pneus, papel e óleo de cozinha. Os interessados passaram por oficinas de reciclagem oferecidas pelo projeto do MP-AP.

Waldeir Ribeiro ressaltou que o trabalho iniciado pelo MP-AP terá o apoio do Sebrae/AP, que poderá oferecer capacitação jurídica e técnica, e que precisam ir até a comunidade Baixada Pará conhecer a realidade e conversar com lideranças que estão à frente da iniciativa. “É preciso estimular o espírito empreendedor destes moradores”, afirmou o superintendente.

Para a diretora Marciane Santo, é necessário conhecer o nível do amadurecimento dos interessados para identificar as necessidades e estabelecer o apoio com precisão. “Temos que conhecê-los para saber qual o modelo de negócio que é melhor para eles, para que o empreendimento sobreviva”, disse.

Isana Alencar, especialista no tema Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou que esta parceria entre o MP-AP e o Sebrae/AP é um divisor de águas, por serem duas instituições interessadas na gestão de resíduos sólidos e reciclagem, e que é uma excelente oportunidade para que a instituição implemente as metas da ODS, da qual o Sebrae é signatário. “É preciso identificar as lideranças, fazer com que conheçam iniciativas idênticas de geração de negócios e práticas de sustentabilidade no Brasil para saberem que é viável. Eles precisam passar por capacitação e receber apoio técnico”, pontuou.

Foi deliberado que será realizada uma visita técnica, na próxima semana, do Sebrae/AP e MP-AP na comunidade; haverá a formalização de um Termo de Cooperação Técnica entre as instituições; o Sebrae/AP  fará capacitação de aspectos técnicos, práticos e de gestão; e o MP-AP irá aderir oficialmente aos ODS-2030 (ONU).

“Estivemos durante meses na Baixada Pará, através do projeto Colorindo o Futuro, oferecendo, por meio de parcerias, ações de limpeza na área de ressaca, ações de saúde, capacitações, oficinas de reciclagem e de audiovisual, e no início do ano encerraríamos o projeto com a pintura de casas, oficina da produção de vasos reciclados, jardinagem e a criação de uma cooperativa. Porém, a pandemia da Covid-19 nos impediu de darmos continuidade a estas últimas etapas, que estamos retomando agora. Na próxima semana reuniremos com os moradores e o Sebrae/AP, para a continuidade do planejamento”, disse o promotor Marcelo Moreira.

Serviço:

Ascom/MP

Refis Verde: programa de estímulo à economia sustentável será lançado pelo Governo do Amapá

O governador Waldez Góes lançará, no próximo dia 21, o Refis Verde, o primeiro programa de Recuperação Fiscal do Brasil, que está integrado à política de sustentabilidade – o Tesouro Verde. O Refis busca a renegociação de débitos de ICMS das empresas com descontos, estimulando a economia sustentável.

Com o programa, as empresas que possuem dívidas com o Estado receberão descontos de juros e multas para pagamentos à vista e parcelado. As empresas que possuem o selo do Tesouro Verde receberão mais incentivos ainda. Por exemplo, uma empresa que não é reconhecida com o selo terá 85% de desconto no pagamento à vista, já a que é reconhecida terá 95% de desconto.

De acordo com o governador Waldez Góes, a realização do programa é uma conquista do Estado.

“Trabalhamos a aprovação no Conselho Fazendário, por conta da pandemia, e com essa novidade, que é o Refis Verde, um estímulo que integra o programa de recuperação ao Tesouro Verde”, explicou Góes.

Em setembro, depois de articulação política, o Governo do Amapá conseguiu a autorização necessária para lançar mais uma edição do programa, onde o secretário de Estado da Fazenda do Amapá, Josenildo Abrantes, que é vice-presidente do Confaz, defendeu a aprovação da edição, tendo o apoio de todos os estados.

O secretário de Estado do Planejamento, Eduardo Tavares, explica que sem essa autorização o governo não poderia realizar o Refis e que a integração ao Tesouro Verde é um estímulo para o desenvolvimento sustentável.

“O governou prorrogou prazos e suspendeu cobranças por conta da pandemia e agora poderemos realizar o Refis, uma oportunidade para os empresários e estímulo com para que outras empresas façam a adesão ao programa Tesouro verde”, disse Tavares.

Após a publicação, as empresas terão 90 dias para aderir ao programa. Também participaram da reunião representantes do Serviço de Apoio às Pequenas e Micro Empresas, da Federação do Comércio do Amapá, Agência Amapá e empresários.

Café com Ciência Online promove encontro interativo entre autores e público em geral

Cinco publicações técnico-científicas serão lançadas pela Embrapa Amapá nos dias 19 e 23 deste mês, durante o Café com Ciência Online, evento de encontros informais e interativos entre os autores e públicos interessados, por meio do canal da Embrapa no Youtube (https://www.youtube.com/watch?v=CYArYgrYWws).

A programação faz parte da VI Jornada Científica da instituição, que será totalmente digital este ano devido à pandemia do novocoronavírus e necessidade de distanciamento social. Esta sexta edição da Jornada Científica faz parte da programação da 17ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2020, que tem como tema “Inteligência Artificial: a Nova Fronteira da Ciência Brasileira”.


Na manhã desta segunda-feira, 19/10, por ocasião da abertura da Jornada, serão apresentadas publicações do XI Café com Ciência Online, com dados de estudos sobre o uso do cipó-alho na dieta de alevinos de pirarucu; qualidade de água e produtividade de camarão e de alface em aquaponia; e imunoestimulantes para o sistema imunológico de alevinos de pirarucus.  No último dia da Jornada, 23/10, acontecerá o XII Café com Ciência Online, a partir das 15 horas, quando os autores de novos trabalhos vão apresentar informações referentes ao manejo antecipado de plantas daninhas em Sistema Plantio Direto no cerrado amapaense; e ao potencial oleífero e ponto de colheita de inajá em área de ocorrência natural no Amapá.


O Café com Ciência é uma proposta de Boas Práticas originada dos serviços da Biblioteca da Embrapa Amapá, em parceria com o Comitê Local de Publicações (CLP) e o Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO). A ação consiste em encontros entre autores de novas publicações e públicos interessados, gerando a oportunidade para apresentações interativas e dinâmicas.  “Ao trazer a sociedade para dentro da Embrapa, em específico a comunidade acadêmica, no intuito de aproximação, para conversar com os pesquisadores, acreditamos na circulação, popularização das informações e conhecimentos especializados aqui gerados”, ressaltou a bibliotecária Adelina Belém, idealizadora do Café com Ciência.
Publicações do XI Café com Ciência Online – Dia 19/10 – 9h às 12h
Recomendação do cipó-alho (Mansoa alliacea) na dieta de alevinos de pirarucu para melhoria do crescimento e imunidade.
http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1125430

A pesquisa liderada pelo pesquisador Marcos Tavares Dias constatou que o extrato das folhas do cipó-alho (Mansoa alliacea), borrifado na ração comercial destinada a alevinos de pirarucus, melhorou o desempenho de crescimento e a sanidade dos animais alimentados no experimento e aumentou o seu peso em cerca de 19%. A resistência a infecções por bactérias de ocorrência frequente na piscicultura também mostrou-se maior. O cipó-alho na ração melhorou a resistência imunológica dos alevinos a bactérias que são frequentes em pirarucus em pisciculturas. A professora Márcia Kelly Reis Dias, co-autora da publicação, participou como bolsista da pesquisa para desenvolver sua tese de doutorado em Biodiversidade Tropical, pela Universidade Federal do Amapá (Unifap).

Qualidade de água e produtividade de camarão e de alface em aquaponia em leitos cultivados semissecos. http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1117593
O sistema aquaponia foi a base para este estudo que testou a qualidade da água e a produtividade do camarão e da alface. Na busca por uma solução prática e inovadora, e de baixo custo, a equipe da Embrapa Amapá chegou a este sistema misto que poder ser desenvolvido em escala familiar ou comercial, e tem como características o baixo consumo de água e o alto aproveitamento de resíduos orgânicos para produção vegetal. Os pesquisadores, junto com os acadêmicos bolsistas do CNPq Uclédia Roberta Alberto dos Santos, Rogério Morais de Lima e Claudiana de Lima Castilho, se dedicaram a montar o sistema de leitos cultivados semissecos e canaletas, e entre várias atribuições estava a alimentação dos camarões, durante 90 dias, três vezes ao dia.

Imunoestimulantes para melhoria no crescimento e sistema imunológico de alevinos de pirarucu.
http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1112891
Durante a alevinagem e recria do pirarucu, doenças podem ocasionar perdas econômicas na produção, influenciando negativamente a alimentação, a taxa de crescimento, as condições corporais e a qualidade dos peixes, consequentemente interferindo na produção e na produtividade. É preciso incrementar o manejo alimentar e nutricional, aumentando a imunidade dos peixes, viabilizando uma maior produção e produtividade. Os produtos imunoestimulantes podem ser utilizados como aditivos nas dietas de peixes e são compostos de natureza variada, comerciais e não comerciais. Foram realizados quatro experimentos para verificar a quantidade adequada para pirarucus na fase inicial de desenvolvimento. Os produtos foram testados em dietas para alevinos de pirarucus, em diferentes doses. Marcos Tavares Dias, Márcia Kelly Reis Dias, Maria Danielle Figueiredo Guimarães Hoshino e Eliane Tie Oba Yoshioka assinam a publicação.

Publicações do XII Café com Ciência Online – Dia 23/10 – 15h às 18h
Manejo antecipado de plantas daninhas em Sistema Plantio Direto no Cerrado amapaense.

http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1117949
O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência do manejo antecipado de controle de plantas daninhas com herbicidas, em área de produção de grãos com rotação de culturas em sistema plantio direto no Cerrado amapaense, contribuindo para o alcance do Objetivo do Desenvolvimento Sustentável: ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável. O trabalho foi implantado na safra de 2018, no Campo Experimental do Cerrado (CEC) da Embrapa Amapá, localizado no município de Macapá (AP). O clima, pelos critérios da classificação de Köppen, é Ami, apresentando período seco definido entre agosto e novembro. A publicação é assinada pelos pesquisadores Luis Wagner Rodrigues Alves, José Francisco Pereira e Ana Elisa Alvim Dias Montagner.

Potencial oleífero e ponto de colheita de inajá em área de ocorrência natural no Amapá.
http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1116786
Este estudo teve por objetivo avaliar o potencial de produção de óleo de amêndoas e o ponto de colheita dos frutos de inajazeiro Attalea maripa (Aubl.) Mart, na região do Pacuí, município de Macapá (AP). Frutos maduros de matrizes georreferenciadas foram coletados para avaliação do teor de lipídeos totais em amêndoas. Também foram coletados frutos aos 90, 60, 45, 30 e 15 dias antes da queda do cacho para avaliação do ponto de colheita. A grande variabilidade e o destaque das matrizes nº 71 e nº 84, em relação ao teor de óleo nas amêndoas, demonstram o potencial produtivo para futuros trabalhos de melhoramento genético, a fim de domesticar a espécie para produção de óleo, com indicação de que o maior período de acúmulo de óleo nas amêndoas do inajá pode ser alcançado em até 30 dias antes da queda do cacho. A pesquisadora Valeria Saldanha Bezerra e o analista Leandro Fernandes Damasceno são os autores da publicação.
SERVIÇO:
Abertura da VI Jornada Científica / XI Café com Ciência
Data: 19 / 10 / 2020 (segunda-feira)
Hora: 9h
Link de acesso: https://www.youtube.com/watch?v=CYArYgrYWws

Dulcivânia Freitas, Jornalista DRT/PB 1063-96
Núcleo de Comunicação Organizacional

Prato da Semana na Confraria Semblano: Filé a Parmegiana ( e eu ainda conto que é um dos melhores do Brasil)

Sugestão para o jantar desta semana:
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Cinema amapaense: filme Açaí compete com curtas de outros estados no 43º Festival Guarnicê de Cinema

Lançado em fevereiro de 2020, o curta-metragem Açaí, da produtora de audiovisual amapaense Grafite Comunicação, está entre os filmes que compõem o 43º Festival Guarnicê de Cinema. Nessa edição, devido à pandemia, as atividades ocorrerão de forma presencial e remota, no período de 13 a 20 de outubro no canal do Guarnicê no YouTube e na plataforma digital da Academia Internacional de Cinema (AIC).

A produção local concorre com mais 22 obras de outros estados na Mostra Nacional de Curtas, sendo que os espectadores poderão assistir e votar gratuitamente baixando o App Guarnicê em smartphones com sistemas operacionais Android e iOS. Na plataforma o usuário tem acesso a um menu com as Mostras Nacionais e Maranhenses, Atividades Formativas, Júri Técnico e Curadoria.

O Festival é realizado pela Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proec) da Universidade Federal do Maranhão e promovido pela Diretoria de Assuntos Culturais (DAC). A abertura oficial do evento ocorreu na última quarta-feira (14), onde foram exibidos filmes convidados e que já participaram de outros festivais de cinema, além do longa “Selvagem”, direção Diego Costa, vencedor do Guarnicê edição de 2019.

Filme Açaí

No ano de 2017, a produção foi selecionada no 1º Edital de Fomento ao Setor Audiovisual do Amapá, organizado pelo Governo do Estado para conteúdos inéditos. O curta conta a saga de Dionlenon, um homem de 30 anos que está acostumado com a vida que leva ao lado da mãe, com quem mora numa periferia de Macapá. Ele sai em busca de dois litros de açaí para almoçar, mas não conta com uma viagem tão distante assim.

A ideia do roteiro inicial veio de alunos da escola Estadual Professora Raimunda dos Passos, bairro Novo Horizonte, durante o ano de 2015, dentro do Festival “Curta o Curta”, iniciativa que busca desenvolver os talentos da comunidade escolar. A partir de 2017, a Grafite Comunicação iniciou o projeto “Cine Perifa” na instituição, por meio da parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF/RJ), oferecendo curso de formação em cinema na metodologia do “Inventar com a Diferença”, para professores e alunos da Escola sobre audiovisual.

Ficha Técnica:
Direção: André Cantuária
Roteiro: Sandro Romero
Direção de Fotografia: Nildo Costa
Edição/Montagem: Richard Monteiro e Ícaro Reis
Trilha Sonora: Manoel Cordeiro e O Sócia
Desenho de som: Hian Moreira

Elenco: Joca Monteiro, Deize Pinheiro, Rute Xavier, Naldo Martins, Paulo Bastos, Lu d Oliveira, Adalberto Marques, Veerney Nunes, Murillo Mathiel, Dionizio Junior, Kaio Castillo, José Augusto, Neto Montalvão, Laura do Marabaixo, Danu Alcântara, Sarah Aranha, Lucas Souza, Silvana Eduvirgens, Maria Rosa, Mauricio Maciel, Nilton “Biro Biro”, Caique Sampaio, cadela Pantera.

Assessoria de Imprensa: Daniel Alves – (96) 98131-8844

Fotos: Fotos do Jonathas Silva

Dia dos professores: os olhos do afeto

“Minha filha, não é ele ali subindo no ônibus?”, disse minha mãe, depois de atravessar o cruzamento de uma rua agitada cedo da manhã. No banco do carona e com a vista para longe comprometida pela miopia, eu o identifico por conta da bengala. Mas a carona veio tarde e Jodoval já havia embarcado. 

Seguimos o coletivo até a praça, onde eu deduzi que ele iria saltar, afinal, nosso destino era o mesmo. Dessa vez, chegando primeiro. Uma aflição me tomava ao vê-lo atravessando a rua, com uma segurança que nem mesmo eu tenho. Saio do carro e falo um sonoro “Jodoval?”. Ele paralisa assim que sobe a calçada, e eu brigo comigo mentalmente pela abordagem. Estendo a mão até ele delicadamente e digo “sou eu, a Luiza, estava indo encontrar com você, lembra?” entramos no carro juntos. 

O senso  de direção dele é certeiro, a ponto de saber exatamente onde está, seja calculando o trajeto no passo ou nos movimentos do carro. À esquerda da rua larga, um prédio de altos e baixos com uma placa escrito “Centro de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual – CAP” , ele pede para estacionar e avisa que chegamos. Ao som de “do you wanna dance?”, pessoas dançavam no pátio do centro, durante o ensaio para uma apresentação. Jodaval entra na frente  reconhecendo os colegas pela voz e procurando uma sala para conversarmos. 

As lembranças que tenho dele são das tardes no Conselho de Educação, enquanto eu perambulava pela garagem esperando meu pai sair do trabalho e de , vez ou outra, encontrar com ele pelo centro da cidade, enquanto passeava com minha mãe. 

– Tu és filha do Paulo, né?

– Aham, sou sim. 

– Eu lembro de ti naquela cerimônia da UNESCO.

– Sim, era eu mesma! Eu tava representando os alunos, foi meu último dia de aula na escola. 

– Isso! Você fez um discurso bonito, parecido com os que teu pai fazia. 

Sentados de frente um para o outro, eu o observo dobrar a bengala e guardá-la no bolso da calça. Com 43 anos, ele há quase 30 não enxerga mais o mundo com o olhos, mas com o tato e junção de todos os sentidos. 

 

As lentes 

“Desde pequeno, segundo a minha mãe, era visível a minha deficiência, tanto pelo estrabismo quanto pela lente opaca dos olhos”. Nascido em uma família simples onde ele e a irmã apresentavam limitações visuais, o tempo de Jodoval da Costa sempre foi diferente das outras crianças. A dedicação da mãe para que os filhos estudassem fez com que, aos sete anos, ele entrasse na Escola Estadual José de Anchieta, uma das poucas instituições de ensino pública da época preparada para receber alunos com deficiências. 

O ingresso do menino foi marcado por desafios. Ainda sem saber ler e escrever, ele foi direcionado para a turma específica, que atendia os alunos com necessidades especiais. Além das aulas regulares e material didático ampliado, ele fazia atividades de estímulo visual, psicomotoras e testes de cognição. “Os professores me disseram que se eu conseguisse me alfabetizar, no outro ano iria para a turma regular”, e com letras grandes e garrafais, ele assinou o passaporte para a turma da 2° série.

A baixa visão e os óculos de lentes grossas não eram um impedimento para correr, jogar bola e brincar como uma criança comum, ainda que dentro das suas limitações. “No primeiro momento eu lembro de copiar o conteúdo do quadro normalmente, porque eu sentava na primeira cadeira da fila central. Depois tive mais dificuldade e precisava levantar pra ler, memorizar e depois escrever”. Dos dez aos treze anos foi assim, até começar a perder a visão gradativamente. 

“Com treze anos eu parei de estudar, já não enxergava quase nada, e precisei ir para Belém tentar um novo tratamento”, o novo método, aplicado com o auxílio de uma telelupa, era especificamente para recuperar o desempenho da visão para que ele e a irmã pudessem voltar à escola. Foram oito meses longe de Macapá, um ano letivo perdido e uma terapia ocular que funcionou por muito pouco tempo. “No início eu até conseguia ler alguma coisa, tinha perspectiva, mas logo isso se perdeu. Meu problema na verdade era glaucoma, só que nenhum exame de pressão foi feito então não tinham esse diagnóstico. No ano seguinte eu perdi completamente  a visão”. 

Não parar de estudar foi uma determinação fruto do incentivo e da cobrança, tanto dos professores quanto da família. A adaptação para o sistema braille foi feita em meio a resistência, apesar da facilidade, por já ter sido alfabetizado, “eu não aceitava, estava de luto pela minha perda”.

Pergunto qual foi o  momento em que ele começou a desenvolver autonomia para andar só na cidade, ele sorri e diz “a primeira vez que andei sozinho em Macapá foi para encontrar o Paulo lá no Colégio Amapaense, em 2001, quando eu ainda estudava no Anchieta. Eu precisava fazer um trabalho de história, mas não tinha material, coincidentemente, era o mesmo conteúdo que ele tava dando para uma turma lá. Saí da aula e perguntei para os meus professores como chegava lá. Peguei o ônibus e desci perto da Praça da Bandeira. Na volta ele me deu uma carona”, relembra com risada em meio ao meu riso embargado, entregando para ele que dos meus olhos transbordavam águas de saudade.

“Apesar de tudo, o sistema braille me ajudou muito e através dele eu voltei a ter acesso aos conteúdos da escola”. Com todas as dificuldades enfrentadas, ele concluiu o primeiro grau sem muita expectativa do que viria pela frente. O desejo de cursar contabilidade tinha ficado para trás depois do avanço da deficiência, a alternativa era seguir a orientação dos professores e procurar um curso profissionalizante.

 

Do horizonte eu vejo  

“Por indicação dos professores eu fui para o IETA, porque segundo eles o instituto já havia recebido alunos com necessidades especiais e eu teria a possibilidade de conviver com outras pessoas como eu”, mas a busca por uma compatibilidade entre aprendizagem e a sua condição o levou a lugares antes inimagináveis. “Vieram muitas coisas ao mesmo tempo. O curso, o magistério, a integração no movimento estudantil. Toda uma conjuntura que me fez gostar e me identificar com a educação”. 

Estar em um ambiente para a formação de novos docentes foi um caminho para abrir os olhos e a vida para uma nova perspectiva. O acesso à leituras e a entrada no movimento de pessoas com deficiência visual, assim como as entidades representativas, mudou de forma definitiva a maneira como ele se entendia no mundo. O que no passado veio como alternativa, tinha se tornado realização. 

Antes mesmo de concluir o curso, Jodoval passou no concurso para telefonistas no Ministério Público do Amapá, onde trabalhou por 10 anos sem perder o flerte com a educação. “Era um cargo compatível com a minha situação, antes tinha muito isso de ser compatível com a deficiência da pessoa, hoje bem menos”. Em 2005, ele resolveu fazer o concurso para educação especial no quadro estadual e passou, deixando o MP para seguir o que realmente queira. “Apesar do salário menor e das condições de trabalho, em termos de realização pessoal, foi a melhor coisa que fiz!”

“Em 99 eu prestei vestibular para Ciências Sociais na UNIFAP, mas não passei. Aí fui cursar economia no CEAP, mas quando comecei a estudar, a faculdade não tinha estrutura nenhuma, nem recursos. Então abandonei, porque não me sentia bem, era uma formação profissional e eu sentia que não estava sendo bem preparado”. Quase vinte anos se passaram, e o enfrentamento de dificuldades para a inclusão de estudantes com necessidades especiais ainda é uma realidade da educação no Brasil. 

Criada em 2015, a Lei Brasileira de Inclusão n°13.146, é destinada a garantir acessibilidade nos diferentes aspectos sociais, entre eles, a educação inclusiva em todos os  níveis de aprendizado. Possibilitando assim, o desenvolvimento máximo das habilidades intelectuais, físicas e sociais do aluno. Mas a ausência de infraestrutura e capacitação para receber esses perfil de estudantes afeta não só a aprendizagem, mas a sociabilidade com o isolamento dentro e fora de sala de aula. 

Depois de se frustrar com a faculdade, ele conseguiu, ainda no mesmo ano, se inscrever no curso de formação de professores na área de deficiência visual do Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro. “O curso me motivou muito, fiquei hospedado no próprio instituto e tive a oportunidade de conhecer a história do sistema braille, como ele foi criado e chegou até o Brasil, além da construção de referências, porque convivi com grandes professores e estudiosos cegos como eu”, lembra ele, que voltou para casa com o desejo de se dedicar à educação. 

 

Só se vê bem com o coração

         A resignação que carrega desde criança fez Jodoval encarar a educação sempre de maneira positiva. Buscar enxergar o melhor da vida mesmo nas adversidades. “Eu tinha e acho que ainda tenho facilidade em influenciar as pessoas. Isso me ajudou a me destacar, fosse entre colegas cegos ou não que eu convivo normalmente. Esse foi o meu grande impulso!”, definiu ele.

         Pai de três filhos, ele vivenciou a paternidade precocemente, aos 18 anos, quando nasceu Rita, sua primeira filha fruto de um relacionamento conturbado com uma moça também cega. Foi só em 2002, durante o trabalho voluntário no CVV, que ele conheceu Sandra, com quem teve dois filhos, Thiago e Iara. “Eu lembro que depois da adolescência, quando que já tinha superado a perda da visão, ficava pensando sobre como os meus filhos iam me ver”. Mas os olhos do amor são empáticos, e ele me disse que nunca foi questionado por nenhum dos filhos sobre o porquê dos olhos dele serem diferentes. “Andava com eles por todo lugar, fosse no colo ou de mãos dadas, com um filho em uma mão e a bengala em outra. Dava banho, trocava a fralda, uma autonomia e segurança que eles me deram e que me fortalece muito”.

         Prestes a formar em Pedagogia pelo curso EAD da UNIP, ele percebe que o interesse pela educação nunca foi para estar em sala e sim, no envolvimento com a gestão e formação continuada de professores. “A educação me deu muita coisa que eu não esperava, por exemplo, a possibilidade de ser vice-presidente do Conselho Estadual de Educação”, surpreso até hoje com o convite feito pela conselheira Eunice de Paulo, ele acredita que veio pelos anos de trabalho dedicados à educação inclusiva.

         “O que mais me marcou nessa trajetória foi a possibilidade de conviver com as pessoas na mesma condição que eu. Isso me ajudou muito, porque é aquilo, né? Somos o que pensamos que somos, mas mesmo assim precisamos de referências para nos moldar”, uma troca cheia de solidariedade que permitiu um crescimento profissional e refletiu na construção da figura de representatividade que ele tem no Amapá.

         “O que espero é que as pessoas, sobretudo as pessoas com deficiência, que é o segmento do qual eu faço parte e me identifico, possam cada vez mais ter perspectivas para um futuro cheio de possibilidades. Um futuro onde as pessoas se assumam e se aceitem do jeito que são”. Um olhar para o futuro que vem de dentro, com os olhos do afeto. 

Ministério Público e Centro de Inteligência do Exército tratam de parcerias e estratégias para o atuação no Amapá

Recebidas, nesta quarta-feira (14), em Brasília, pelo chefe do Centro de Inteligência do Exército Brasileiro, general Luiz Gonzaga Viana, a procuradora-geral de Justiça do MP-AP, Ivana Cei, e as promotoras Andréa Guedes e Socorro Pelaes (do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MP-AP) discutiram estratégias e parcerias para fortalecer os setores de inteligência do Ministério Público Amapaense.

General Viana, que foi comandante da 22ª Brigada de Infantaria de Selva, “Brigada Foz do Amazonas”, conhece bem a região e o trabalho do MP-AP. Ciente dos desafios impostos aos órgãos de justiça e segurança pública em áreas de fronteira, Viana disse estar à inteira disposição para contribuir com o que for necessário, do planejamento à execução de ações de inteligência do MP-AP

A PGJ Ivana Cei destacou a importância desse estreitamento de relações institucionais entre o MP-AP e o Exército, especialmente com o intercâmbio de experiências e troca de conhecimentos específicos da área de inteligência.

“Vamos iniciar com um cronograma de capacitação para membros e servidores do nosso MP, que certamente nos colocará em condições de avançarmos ainda mais na luta contra o crime, em suas mais diversas tipificações. Agradecemos a recepção calorosa e reiteramos nosso respeito ao general, por todo o trabalho realizado no Amapá, e nossa estima permanente ao Exército Brasileiro”, manifestou a procuradora Ivana Cei.

 

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá