Núcleo de Mediação Comunitária Caroline Camargo de Rocha Passos é inaugurado

Moradores da Zona Norte de Macapá poderão resolver seus pequenos conflitos a partir desta segunda-feira, 24, em seu próprio bairro.
O Ministério Público Estadual inaugurou na sexta-feira, 21, o segundo Núcleo de Mediação Comunitária, denominado Caroline Camargo de Rocha Passos. No local, moradores do bairro Brasil Novo e adjacências poderão resolver pequenos conflitos, sem precisar recorrer à Justiça.
A equipe responsável para atender a comunidade é formada por 32 líderes comunitários “mediadores” da Zona Norte de Macapá, capacitados durante o curso “Solução de conflitos e mediação” ministrado pela ex-assessora jurídica do MP-AP, Caroline Camargo.
“Fui uma das alunas capacitadas pela professora Caroline, que hoje nos deixa saudades, mas tenho certeza que junto com as demais lideranças iremos colocar em prática tudo que nos foi ensinado por ela, em prol da comunidade”, declara emocionada a presidente do Conselho Comunitário do bairro Brasil Novo, Rochelândia da Silva.
Entre os presentes esteve a procuradora de Justiça Maria do Socorro Milhomem, o promotor de Justiça Paulo Veiga, coordenador do programa e o coordenador do curso de Direito da FAMAP, Leoremi Furtado.

Inauguração do Núcleo de Mediação Cominitária

Imagem da Semana

Sérios, competentes, incansáveis nas investigações e provas que levaram ao assassino de uma feliz e bela família.

Delegado Celson Pacheco, Promotor Flávio Cavalcante, Delegado Roberto Prata, Delegado Alan Moutinho, peritos Emanuel e Antonio Dantas.

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Caso Carol

Matéria completa sobre o relatório da Polícia Civil e o indiciamento de Wellington Raad, pelo assassinato de Caroline Camargo Rocha Passos, Marcelo e Vitória Konishi, você lê no blog da jornalista Alcinéa Cavalcante.
www.alcinea.com

Só te digo vem…

Toma-te João! Vem querer ter mais sapato que a gente!
Recebi de leitora do blog o seguinte e-mail com a foto de uma bela jovem, sobre o post Shoes Love, que falava da coleção de sapatos do ex-prefeito João Henrique.
“Olá.Tava lendo seu blog… vi q o ex prefeito tem 120 pares de sapato em sua coleção.. uma de nossas melhores clientes, possui esta “pequena” coleção de quase 1300 pares. Na foto anexada é parte da coleção.
Nesse quesito acho que nós mulheres ainda ganhamos dos homens!”
Se ganhamos…
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Reinventar a infância em nome dessa dor

Por Márcia Corrêa, jornalista

Vou começar por esse incômodo, quase uma dor, aqui no peito. Acabou ainda há pouco a coletiva de imprensa de promotores de justiça e delegados de polícia sobre o caso de triplo homicídio tendo como vítima a família Konish. Um gole de café pra tirar a secura da garganta e dar algum alívio ao paladar. Lembro de palavras e expressões do promotor Flávio Cavalcante, emocionado, tenso, às vezes trêmulo.

Naquele momento ele representava uma sociedade, ou parte dela – há quem se lixe – atônita com a barbárie que envolveu o crime. Uma mulher de 34 anos e seus filhos, um rapaz de 17 e uma menina de 11 esfaqueados dentro de casa por um “amigo” da família. Pela versão final da investigação, Wellington Raad, 19 anos, confessou os crimes, mas não revelou as causas nem os detalhes de sua ação.

Volto ao incômodo no peito e penso em algo sobre onde está a humanidade dentro de cada um de nós. Onde esse arcabouço de valores morais, sentimentos e limites éticos, alicerçados por alguma racionalidade se esconde para que possamos acessá-lo, ou perde-lo de vista, em momentos cruciais? Jogos Mortais I, II, III, IV, V e VI eram filmes locados por Wellington em seqüência.

Quantos adolescentes assistem a esses filmes e outros de teor inexplicavelmente violento como lazer em família? Quantas mentes juvenis, nesse exato momento, estão sendo estimuladas ou induzidas a atos de horror como num jogo ficcional onde tudo acaba num letreiro na tela? As estatísticas provam que drogas e álcool estão na origem de muitos crimes. A psicologia e a psiquiatria provam que cenas violentas repetidamente assistidas modificam a sensibilidade e o psiquismo humanos. À exceção das drogas, o álcool e as cenas são lícitos.

Tem também um oco na alma dos amapaenses, aqueles que nasceram aqui e aqueles que desde a infância vivem e ainda guardam a lembrança de um lugar de atmosfera leve e quase ingênua. Onde a liberdade nas brincadeiras de rua possibilitava experiências de convívio humano, que alicerçavam esse arcabouço de valores tão importante e vital.

Laços de gente com gente, não de uma mente solitária com a tela de um computador ou de uma TV. Gente de mãos dadas brincando de roda, pernas correndo no pira-esconde, bandeirinha, queimada, bola no quintal, no campinho da outra rua, goiabeira, mangueira alta com risco de cair, banho de igarapé. Desafios reais e saudáveis vivenciados e absorvidos. Construção de alguma humanidade.

Antes de cometer os crimes, Wellington jogava vídeo-game com uma das vítimas. Tiremos as crianças da frente da TV!!! Controlemos os horários de exposição à internet!!! Vigiemos os jogos virtuais!!! Dá vontade de gritar bem alto. Salvemos os quintais e as pracinhas!!! Outro grito mudo. Olhemos bem dentro dos olhos de nossos filhos e os reconheçamos em nós!!!

O mais difícil para essa sociedade atônita é admitir que está de tal forma degenerada, que não mais responde pelos sinais bucólicos de um passado bem recente. Que já produz seres humanos cuja humanidade perdeu-se nalgum canto escondido da alma, escuro e triste. Que Macapá não é mais a cidade das ruas descalças onde seu povo pacato era incapaz de um ato atroz.

Não foi ninguém de fora, um estrangeiro, um estranho. Não foi um fugitivo da penitenciária com ficha corrida. Não foi um crime encomendado e executado por matadores profissionais. Foi alguém de dentro, do convívio em comunidade, com a ficha criminal limpa. Alguém que pode ser qualquer um. Uma alma profundamente doente.

Ainda com o peito acanhado e sem nenhuma vontade de entrar nos detalhes do crime, necessários para a matéria jornalística, penso em lições, sempre nelas. Há que se tirar algum aprendizado dessa dor coletiva. Rever a infância das gerações que ainda estão em formação, repensar e represar os conteúdos fartamente oferecidos pelos meios de comunicação às crianças e aos adolescentes, impor limites e regras de convívio humano, reensinar a velha e tão nova lição do Cristo: amar ao próximo como a si mesmo.

Márcia Corrêa
Em 21 de maio de 2010

Direto do Twitter

Blog vai twittar, direto da Promotoria de Macapá, a coletiva dos Promotores, Delegados e Peritos, que vai apresentar o relatório de investigação do assasssinato de Caroline Camargo e seus filhos Marcelo e Vitória Konishi.
A coletiva começa às 09 horas.
Para acompanhar pelo twitter é http://twitter.com/alcileneblog

Do perfume das cerejeiras às marcas em uma cidade. Carol, Marcelo e ViVi: Recebam o nosso amor

Por Maria Emília – Advogada, Professora do Curso de Direito da Unifap.

I know I was born and I know that I’ll die
The in between is mine
I am mine
(Eddie Vedder)

Cerejeira

Mãe ainda na adolescência, (seu filho Marcelo nasceu no dia em que ela completara 17 anos), Carol casou muito cedo com seu amor de juventude e foi viver com ele no Japão, de onde recordava da beleza e do perfume das cerejeiras em flor, da vida neurótica e atribulada, das lições da cultura oriental e onde adquiriu a habilidade de “dissociar” a mente do corpo, uma capacidade incrível que tinha de abstração que a fazia viajar em pensamentos e se transportar a outros lugares enquanto o seu corpo, autômato, apertava parafusos na fábrica de aparelhos eletrônicos, quatro a cada quinze segundos, dizia ela. Posteriormente separou-se e voltou ao Brasil para fazer o curso de direito, onde conheceu seu marido Pedro, que fora seu professor e viveu com ele uma relação marcada por intenso companheirismo e amor

Em Macapá, exerceu com maestria a nobre profissão com que sonhara: o magistério superior, atuando na formação acadêmica de seus alunos, falando-lhes não somente por meio dos conteúdos ministrados, mas também por seu exemplo de ânimo, alegria, retidão e força para o trabalho; mesma postura que possuía junto aos colegas de Ministério Público, li em algum lugar que quando chegava para trabalhar diziam: “Lá vem o trator!”; a expressão é adequada também para defini-la em sua vida pessoal, pois apesar de muito jovem (35 anos), já possuía uma biografia recheada de acontecimentos e fatos importantes, era intensa e curiosamente (ou não) tinha muita pressa, quando via alguém demorar mais do que o esperado em alguma tarefa dizia: “Apura! Apura!”; à mesa era vegetariana, cozinheira de pratos simples e deliciosos e como toda boa “barriga verde” (nativa do Estado de Santa Catarina) adorava comer pinhão cozido, mesmo admitindo ser: “um troço que não tinha gosto de nada”.

O Marcelo, que foi alfabetizado em Japonês (e que ainda conseguia rabiscar e entender alguma coisa nessa língua) e era chamado de Máru pela mãe (por referência ao modo como seu nome era pronunciado por seus colegas e professores no Japão), era menino educado e fácil trato, de fala mais mansa do que o normal (coisa que, aliás, mais o caracterizava), tinha olhos puxados (lembrando sua ascendência) que sempre traziam uma expressão leve e afável, ia ser pai e preparava-se para casar com a namorada, batalhar e correr atrás juntos, como diziam muito animados e com um certo temor e expectativa naturais diante de tantas novidades e incertezas. E o que dizer da doce Vitórinha? De seu sorrisinho pequenino, seus risinhos curtinhos (sempre cobrindo a boca com a mãozinha, num gesto que remetia instantaneamente à sua herança nipônica) e portanto indefectíveis, sua meiguice e a voz baixinha que lhe era peculiar; a não ser lembrar que sua breve existência nesse plano foi marcada pelo imenso amor que recebeu de todos os que a cercavam.

Nem mesmo o seu assassínio absurdo, por pessoa (a quem tinham como) amiga justamente no lugar em que se sentiam mais seguros, o próprio lar, poderá destruir ou apagar suas existências, estas prosseguem, ao final, somos todos imortais, apenas somos remodelados, reconfigurados, reinseridos, e assim permanecemos no longo percurso que nos conduz inexoravelmente à marcha evolutiva, meritória e universal; os golpes mortais não foram capazes de lhes tirar a vida que viveram, as experiências e os aprendizados acumulados, as características, as suas individualidades e menos ainda o espaço que ocupam em nossos corações e memória; tudo isso ainda lhes pertence, a crueldade da mão assassina não foi (nem jamais seria) capaz de macular-lhes o espírito.

E quanto aos que ficaram? Como farão seus familiares para seguir com o pesado fardo de tão duras perdas? Como conseguirá o pai (que ficou impossibilitado de vir ao País para se despedir dos filhos) metabolizar sua imensurável dor? O marido, como será capaz de suportar suas ausências? A namorada, de onde tirará forças para lidar com a saudade e para gerar e criar o filho que espera? Os amigos, como apagarão seus números de telefone da agenda? Seus colegas de trabalho ou de estudo, como poderão encarar as cadeiras e mesas vazias? Os companheiros de fé o que farão para manterem-se firmes ante tão difícil prova?

E a nossa cidade? O que fará para lidar com as marcas indeléveis desse horror? Não raro ouço alguém dizer que as pessoas do convívio do assassino confesso o defendem, estão perplexas, em nada conseguem acreditar, pensam “meu Deus, se não podemos confiar em quem conhecemos, vimos crescer e convivemos, em que poderemos confiar?” Esta é aliás a mais assustadora perspectiva dessa tragédia, a que mais nos fere e corta a própria carne; tenho ouvido tantos relatos de famílias que passaram a dormir inteiras em um único quarto, pessoas que não podem pregar o olho a noite inteira, atentando-se a qualquer ruído; e ainda pais e avós que juram não mais deixar seus filhos e netos dormirem em casa de ninguém e o que é pior, que não os deixaram mais ter amigos por medo de serem eles também vítimas de tão terrível traição.
Será que podemos negar a existência da força da verdadeira amizade, nos privar e aos nossos pequeninos da alegria do convívio social, do companheirismo e do carinho e suporte dos amigos que conquistamos que tornam a nossa existência mais leve e feliz, sejamos cuidadosos sim, mas não amargurados e infelizes solitários sem ter com quem dividir as angústias e conquistas da vida.

Fica a lição de Carol e sua linda família, vivamos a vida com intensidade, foco e sabedoria, pois o trajeto que percorremos, a história que escrevemos, as conseqüências do amor ou da dor que distribuímos, tudo isso nos pertence e de nós depende para existir, não poderá ser ceifado ou roubado por ninguém
Carola, Máru e Vivi, sigam em paz, recebam o nosso amor e as boas energias e vibrações que emanam de nossas preces e nossos corações.

Bafond

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A posse de Rodrigo Portugal na Secretaria Especial para a Juventude foi bapho em tudo.
Primeiro. A posse foi no Ginásio Avertino Ramos. (Táaaaa meu bem!). E super-prestigiada. Mais de mil jovens compareceram.
Um violento vucu-vucu quase estraga a festa. Dizem que foi formado pela juventude do PDT, que não aceitou a saída do filiado Marco Jhony, exonerado pelo governador Pedro Paulo, e foi fazer barraco na festa alheia. A PM foi chamada pra acabar com o que quase vira quebra-quebra.
Os inconformados foram pra frente do Palácio do Setentrião. À toa. Os decretos já estavam assinados.

De O Globo

Chegou a hora de abrir as contas na internet
Gil Castelo Branco

Há quase 100 anos, o juiz Louis Brandeis disse que a luz do sol é o melhor dos desinfetantes, referindose ao opaco sistema financeiro dos Estados Unidos. Segundo o magistrado, os banqueiros costumavam se safar ilesos das crises financeiras, enquanto o ônus recaía sobre a classe média. Na verdade, nada muito diferente do que acontece hoje com gregos e americanos. Há mais de um século, sonha-se com a transparência.

No Brasil, existe uma luz no fim do túnel. A partir do próximo dia 28, começa a produzir efeitos a Lei Complementar 131, de autoria do ex-senador João Capiberibe. Com isso, os estados, o Distrito Federal e aproximadamente 275 prefeituras com mais de 100 mil habitantes, serão obrigados, neste primeiro momento, a informar pela internet o quanto arrecadam e como gastam o dinheiro dos contribuintes. Depois, todas as cidades deverão fazer o mesmo, em diferentes prazos, conforme o tamanho da população. A rigor, quem descumprir a legislação terá suspensas as transferências voluntárias do governo federal.

No Rio de Janeiro, por exemplo, 27 prefeituras terão que explicitar imediatamente as suas contas em seus sites. Desde a capital, com seis milhões de habitantes, a Japeri, que segundo o IBGE já possui 101 mil moradores.

Do PMDB, que administra dez dessas cidades, ao DEM, PR e PSC, com uma prefeitura cada. A implantação da lei mostrará quais são os administradores que realmente estão dispostos a prestar contas à sociedade. Embora o acesso à informação seja um direito essencial, os políticos, em geral, só o defendem quando estão na oposição.

Como a transparência é o principal antídoto contra a corrupção, esperase que a população, especialmente a sociedade civil organizada, acompanhe as informações divulgadas e passe a discutir sobre a alocação dos recursos e a qualidade das despesas governamentais.

O orçamento e a cidadania estão chegando pela via digital.

É evidente que ninguém quer saber apenas o telefone do Corpo de Bombeiros ou o local onde obterá a carteira de identidade.

Os portais eletrônicos deverão conter, pelo menos, o orçamento previsto, a arrecadação dos impostos, os nomes de todos os fornecedores, o que foi comprado, os serviços prestados, as licitações, os contratos e os programas implementados.

Com a finalidade de aproveitar a ocasião e fomentar o acesso à informação, especialistas no tema das universidades de Brasília e de Campinas, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo e da Fundação Getulio Vargas debatem com a Associação Contas Abertas sobre o conteúdo dos sites que estão sendo projetados.

Também contribuem nessa discussão experientes profissionais da Controladoria-Geral da União e do Tribunal de Contas dos Municípios do Ceará.

A proposta é criar parâmetros de transparência, que irão resultar em notas de zero a dez a serem atribuídas às administrações públicas, de acordo com o grau de transparência dos seus respectivos sites. Com base nas notas, será formado um ranking com os índices de transparência da União, dos estados e dos municípios.

Na prática, quanto mais os governos federal, estaduais e municipais forem transparentes, melhores notas terão. Desta forma, se um município divulgar quanto gasta com os seus funcionários receberá uma determinada pontuação, que aumentará se informar os nomes, cargos e salários dos servidores. Caso publique dados de um único exercício terá pontuação inferior àquela que obterá se oferecer uma série histórica dos cinco últimos anos. E assim por diante.

O objetivo é estabelecer competição saudável entre os gestores federais, estaduais e municipais para estimulálos a mostrar, centavo por centavo, como usam o dinheiro público.

Afinal, a publicidade das contas públicas é um dos princípios do Art. 37 da Constituição Federal, juntamente com a legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência. O Estado deve dar conhecimento à população sobre como administra os seus recursos. Por meio desse ranking, a sociedade poderá avaliar a transparência do Estado.

Apesar de reconhecidos avanços, ainda vivemos nas trevas principalmente no que diz respeito à visibilidade das contas estaduais e municipais.

A escuridão impede uma boa faxina nos orçamentos, mas a Lei Complementar 131 pode trazer novos tempos. A administração pública brasileira precisa rapidamente de muito sol, o melhor dos desinfetantes, há mais de um século.

GIL CASTELO BRANCO é economista e fundador da organização não governamental Associação Contas Abertas.

Promotor e Delegados que trabalham no caso Caroline Camargo reúnem imprensa e criticam declarações da diretora da Politec.

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O promotor de Justiça, Flávio Cavalcante, juntamente com os delegados de Polícia, Celso Pacheco e Roberto Prata, que atuam nas investigações do assassinato de Caroline Camargo Rocha Passos e seus filhos, Marcelo e Vitória Konishi, falaram com a imprensa no começo da tarde de hoje, em entrevista coletiva na Promotoria de Macapá, e criticaram duramente a diretora da Polícia Técnica, Eliete Borges, por suas ultimas declarações.
Eliete teria afirmado a alguns veículos de comunicação, que foi constatado haver mais impressões digitais na cena do crime, apesar de não poder dizer se as tais impressões eram do dia do crime, de antes, ou depois. Entederam? Não, Né?
O Promotor Flávio Cavalcante elogiou o trabalho dos peritos da Polícia Técnica, empenhados no trabalho das provas científicas e na dinâmica de como o crime aconteceu, mas classificou de levianas e irresponsáveis as declarações de Eliete Borges.
Flávio, que também já foi delegado de polícia, disse que os peritos da Politec, que reúnem diariamente com os promotores e delgados que cuidam do caso, não afirmaram essa declaração da Diretora. Disse ainda que as informações que não foram passadas a imprensa, são aquelas que podem prejudicar as investigações.
O delegado Celso Pacheco disse que a indignação do Dr Flávio Cavalcante era a mesma dele. E também elogiou o trabalho dos peritos.
O delegado Prata, que comanda as investigações, disse que essa outra pessoa(impreesão digital), não é confirmada pelos peritos e que a diretora da Politec, tentou colocar em xeque o trabalho deles.
Além de ter provocado nova onda de especulações na cidade.
Sobre o acusado, Wellington Raad, o promotor Flávio disse que ele é muito inteligente. Que o mesmo, no sábado, tentou envolver mais uma pessoa, mas numa versão sem consistência. E que ontem, na frente de seu advogado, disse que era mentira, pra ver se eles abriam outra linha de investigação, e reafirmou que foi ele e que estava só.
Welligton continua dizendo que não lembra de tudo. Mas os investigadores já tem outras provas e os passos dele no fatídico dia. Estão em fase de conclusão da investigação, enquanto os peritos trabalham na dinâmica de como o crime aconteceu, através das provas cientificas.
Dr Flávio disse que no momento o mais difícil está sendo saber o motivo do crime, já que Wellington não conta. “ Há crimes que de tão horríveis, são inconfessáveis”.

Executiva decide que PT sai do Governo de Pedro Paulo, e deu até o dia 31 para petistas entregarem os cargos

RESOLUÇÃO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO PT/AP DE 17/05/2010

O Partido dos Trabalhadores do Estado do Amapá, através dos Membros de sua Comissão Executiva, reunidos em Reunião Extraordinária devidamente convocada com a finalidade de fazer cumprir a Resolução aprovada pelo Encontro de Definição de Tática Eleitoral do Partido dos Trabalhadores do Estado do Amapá, ocorrido no dia 18/04/2010, e:
Considerando as vantagens comparativas que o Partido possui atualmente, fruto de anos de construção partidária e do sacrifício pessoal de milhares de militantes partidários;
Considerando ser o PT um partido programático, cujo compromisso fundamental é com a melhoria da qualidade de vida do povo amapaense, realidade essa que deverá ser construída através da implantação e consolidação de um projeto político fincado nos valores da solidariedade humana, da transparência e eficiência da gestão pública e, ainda, numa proposta de desenvolvimento que mire a valorização da vida e dos valores amazônicos;
Considerando que a necessidade de construir as vias mais condizentes a realizar os intentos políticos/eleitorais definidos no último Encontro de Delegados, cujas prioridades são: criar e consolidar um “palanque” forte para a eleição da Companheira Dilma e ainda reeleger e ampliar os espaços nos parlamentos estadual e federal, resolve:
Art. 1º. O Partido dos Trabalhadores reafirma suas prioridades como sendo a construção do terceiro mandato democrático popular em andamento no País, capitaneado na figura da companheira Dilma Rousseff e a manutenção dos mandatos da companheira Dalva Figueiredo, deputada federal e Joel Banha, deputado estadual, assim como a ampliação de novos mandatos e apoio às nossas prefeituras;
Art. 2º. Tendo em vista o silêncio do Partido Progressista-PP, até a presente data, em relação aos pleitos já apresentados, o Partido dos Trabalhadores do Estado do Amapá, a partir desta data, deixa de fazer parte do Governo Estadual. Nos casos em que se fizer necessária uma transição, haja vista a necessidade de manter a devida continuidade dos serviços prestados, todos aqueles cargos ocupados por filiados do PT deverão ser entregues, impreterivelmente e formalmente, até o dia 31 deste mês de maio;
Art. 3º. Em relação às eleições majoritárias e proporcionais de 2010, o PT priorizará a aliança com o PSB e outros partidos, desde que apóiem a candidatura Dilma Presidente e garantam ao PT a indicação do Vice-Governador dessa chapa até o dia 28/05/2010, devendo ser comunicados da decisão, que ora tomamos, os partidos PR e PCdoB e convidados para formação dessa frente, visando consolidar um bloco para viabilizar e materializar as prioridades do Partido;
Art. 4º. O PT mantém a candidatura ao senado federal do companheiro, Marcos Roberto, deixando a decisão final para a executiva do Partido dos Trabalhadores, intento esse que deverá contribuir para materializar as demais prioridades do partido, seja no plano das eleições proporcionais, seja no plano das eleições majoritárias; ou seja, a permanência dessa candidatura também estará condicionada a realização daquelas outras prioridades;
Art. 5º. As negociações e respectivos encaminhamentos com os partidos acima citados, serão realizados pela Comissão de Negociação composta pelos 7 membros (2 de cada força política e presidida pela presidenta do Diretório Estadual do PT), a saber: MARIA NILZA AMARAL, Presidente, JOEL BANHA, ANTONIO NOGUEIRA, EDIVAN BARROS, ERROLFLYNN PAIXÃO, ISAÍAS CARVALHO e ANA DALVA ANDRADE, Membros. Contudo, as decisões finais deverão ser referendadas pela Comissão Executiva Estadual do PT;
Art. 6º. A divulgação dos atos e dos resultados das negociações partidárias será feita pela instância competente (Secretaria de Comunicação).
Art. 7º. Esta Resolução deverá ser ratificada pelo Diretório Estadual em sua reunião do dia 24/05/2010, já convocada pelo Partido.

Sala de Reuniões do Diretório Estadual/AP, em 17 de maio de 2010.

Assaltos no Araxá

O belo complexo do Araxá, na beira do Rio Amazonas, tem sido ponto constante de assaltantes e arrombadores de carros, que ficam no estacionamento. Grande parte deles menores e se utilizando de armas caseiras.

Ruy Smith no twitter

Mais um político do Amapá no debate on line diretamente com a sociedade e o eleitor. Deputado Ruy Smith está no twitter. Fã e usuário de ferramentas de comunicação eletrônica, Ruy possui alguns talentos e habilidades fora da sua área de engenharia e de política.
Filma, fotografa, faz layouts a artes e ainda edita vídeos.
O twitter do deputado é @ruysmithAP

Jovem, politizado e combativo

O blogueiro Heverson Castro, da juventude do PT de Santana, coloca seu nome como pré-candidato a deputado estadual.
Jovem, politizado, combativo e com formação política, Heverson vem arregimentando apoio em meio a petistas que andavam meio distantes do partido, mas com boas contribuições a dar a Heverson.

Promotoria orienta empresários hoteleiros sobre como prevenir crimes contra crianças e adolescentes

As orientações ocorreram durante uma reunião que tratou a prevenção e combate de irregularidades na hospedagem de crianças e adolescentes em hotéis de Macapá.
A Promotoria de Justiça da Infância e Juventude realizou, no dia 11 deste mês, uma reunião com proprietários de hotéis de Macapá. Na pauta, estavam os procedimentos que os empresários devem seguir para prevenir e combater a entrada irregular de crianças e adolescentes nesses estabelecimentos.
Estavam presentes o promotor de Justiça Aldeniz de Souza Diniz, o Comissário efetivo de Menores da Comarca de Macapá, José Casemiro de Souza Neto e os proprietários dos hotéis da capital.
O promotor de Justiça Aldeniz de Souza Diniz expos a vulnerabilidade de crianças e adolescentes, a crimes, nos hotéis. “Queremos preservar o menor que realiza a hospedagem nesses estabelecimentos sem a companhia de um responsável maior de idade, principalmente se este não for da família do menor”, alertou o promotor titular da Promotoria da Infância e do Adolescente.
Os empresários foram orientados a abordar todas as pessoas que queiram hospedar-se em hotéis com menores, a identificar-se ainda na portaria do local ao recepcionista, gerente ou ao proprietário do estabelecimento, apresentando a carteira de identidade da pessoa e da criança ou adolescente. “Caso a pessoa apresente recusa, o proprietário deve recusar a hospedagem e acionar o Conselho Tutelar que se deslocará até o local para realizar a verificação da idade do acompanhante e do menor. Caso a pessoa não pertença à família deverá ter mais de 18 anos e justificar o motivo da hospedagem com o menor”, finalizou o promotor Aldeniz.
O promotor ressaltou que a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude irá providenciar a produção de publicidade para fornecer aos empresários que deverão fixar esse material no estabelecimento comercial. Segundo o promotor, as próximas reuniões serão com proprietários de motéis e lan houses para combater a entrada de menores de idade nesses locais.