Inscrições para o cargo de Assessor Auxiliar de Promotoria de Justiça encerram nesta quarta-feira

As inscrições para a I Seleção de Formação de Cadastro de Assessor Auxiliar de Promotoria de Justiça irão encerrar nesta quarta-feira, 14. Para ocupar o cargo, cujo vencimento chega a R$ 4.402,41, é necessário que o candidato tenha formação superior em Direito.

 

As inscrições são gratuitas e devem ser efetuadas das 8h às 14h, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, localizada na Av. FAB, nº 64, Centro. O candidato deverá preencher o requerimento no site do MP-AP (www.mp.ap.gov.br), antes de comparecer no local de inscrição.

 

“É importante ressaltar que os cargos ofertados são de confiança, e que exige, como pré-requisito, ficha limpa dos candidatos que pleiteiam a vaga”, ressaltou a procuradora-geral de Justiça, Ivana Lúcia Franco Cei.

 

A prova terá a duração de três horas, e consistirá em uma dissertação e mais 50 questões objetivas de múltipla escolha, sendo que dez serão de língua portuguesa, a qual o candidato, para a aprovação, deverá acertar no mínimo cinco questões.

 

 

SERVIÇO:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá

Nota do Blog: Ministério Público do Amapá na vanguarda. Faz processo seletivo para contratar assessores de promotores de justiça, que são cargos de confiança

Notas de pesar pelo falecimento do jornalista Bonfim Salgado

Governo do Amapá
O governador Camilo Capiberibe, em nome de sua equipe de governo, se une à família e amigos do jornalista Bonfim Salgado neste momento de tristeza e dor. Jornalista e escritor, Bonfim é reconhecido como um dos grandes profissionais que contribuiu para escrever fatos da história do Amapá, contando não somente acontecimentos factuais, mas também o cotidiano de um caboclo apaixonado pela Amazônia.

O governo do Estado disponibilizou o que foi possível para que Bonfim Salgado tivesse atendimento dentro da rede pública de saúde, mas infelizmente os profissionais não conseguiram êxito por limitações humanas.

Continuamos à disposição da família para qualquer eventualidade.

Camilo Capiberibe

 

Nota do Sindicato dos Jornalistas

NOTA DE PESAR

 

 

 

É com profunda consternação que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amapá (Sindjor/AP) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) comunicam o falecimento do jornalista José Antônio Bonfim Salgado, 64 anos, ocorrido na manhã desta segunda-feira (12/03), no Hospital de Emergências, em Macapá. O jornalista foi internado na madrugada com complicações renais e não resistiu há três paradas cardíacas.

 

Bonfim Salgado foi um dos pioneiros da imprensa amapaense. Atuou em vários veículos de comunicação, sempre atentando para a ética e a responsabilidade com a informação. Era combativo e polêmico.

 

Neste momento de imensa tristeza, transmitimos nossos sinceros sentimentos aos familiares e amigos deste grande profissional que muito contribuiu com a imprensa e o  Amapá. Que Deus dê o conforto necessário a todos.

 

O velório acontece na Loja Maçônica, na Avenida Minas Gerais, no Bairro Santa Rita. O sepultamento será às 4 horas da tarde, desta terça-feira, no cemitério São José.

 

Macapá, 12 de Março de 2012.

Volney Oliveira

Presidente do Sindjor/AP

Vice-Presidente Regional da Fenaj

 

NOTA DE PESAR

 

Comunico a todos os amigos e irmãos, o falecimento do jornalista José Antonio Bonfim Salgado Filho, ocorrido nesta segunda-feira, 12 de março, na cidade de Macapá-AP.

 

Quero neste momento me solidarizar com a família, e com todos aqueles que admiravam o trabalho Brilhante deste que foi em vida um guerreiro da informação, destaco que esta é, sem dúvida, uma grande perda para o setor da Comunicação no Amapá.

 

Josiel Alcolumbre

Presidente do SERTEAP- Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado do Amapá.

 

NOTA DE PESAR da PMM

 

O prefeito de Macapá Roberto Góes comunica com pesar o falecimento do jornalista Bonfim Salgado, ocorrido nesta segunda-feira, 12 de março.

 

Roberto Góes se solidariza neste momento com a família, com a população do município que admirava o trabalho do escriba e destaca que esta é, sem dúvida, uma grande perda para o setor da Comunicação.

 

Roberto Góes

Prefeito de Macapá

 

 

 

Polícia Federal prende traficante em frente de escola

Macapá-AP: Na noite do dia 08/03, Policiais Federais efetuaram a prisão em flagrante de M. C. F., 35 anos, quando este vendia droga em frente a uma escola estadual na cidade.

Após denuncia anônima de que haveria comercialização de droga em frente a uma escola estadual em Macapá/AP, Policiais Federais, juntamente com o cão farejador TARGOS, deslocaram-se para o local para checar a denúncia.

No momento da abordagem, M.C.F. estava em um veículo pálio repassando um pequeno pacote a um condutor de outro veículo.

Com M.C.F foram apreendidos aproximadamente 100gr de cocaína, 9 munições calibre .38, o carro que o mesmo conduzia e R$ 3 mil em espécie.

Após o interrogatório, o preso foi conduzido ao Instituto Penitenciário da capital.

 

Comunicação Social da Superintendência da Polícia Federal no Amapá

Morre o jornalista Bonfim Salgado

Morreu o Marquês de Bonfá. Surpreendendo seus muitos admiradores e amigos.

Notícia no blog da jornalista Alcinéa Cavalcante. www.alcinea.com

Estou no trabalho. Mais tarde quando tiver mais informações e sobre velório, posto aqui..

Atualização da Noite

O corpo do jornalista Bonfim Salgado está sendo velado na Loja Maçônica Grande Oriente, na Rua Minas Geraes, no bairro Nova Esperança.

Seu enterro será às 16 horas de hoje, terça-feira, no cemitério São José, no Buritizal

Tempo

Presença da Miss Brasil, a paraense Celice Marques, em Macapá.

Ladeando Celice, a Miss Amapá daquele ano, a belíssima Fátima Diniz, e a Miss Verão, a hoje deputada Sandra Ohana.

E mais. O jornalista Haroldo Franco, o engenheiro Henrique Duarte e sua esposa Nilza.

Foto: Colaboração de Telma Duarte

PT sem prévias

Em encontro neste final de semana em Macapá e em Santana, o PT aprovou a “Unidade” e que não vai realizar prévias para escolher os candidatos à prefeito desses municípios. E quer a cabeça de chapa.

Em Macapá há três nomes colocados(e mais 2 em segredo): Os secretários Marcos Roberto(Segurança) e Joel Banha(InfraEstrutura) e Evandro Gomes (Procurador Federal e ex-secretário de Saúde)

Prefeito de Macapá mente ao criar decreto que estende a licença maternidade

O vereador Clécio Luís – PSOL autor da Lei nº 042/2007 que amplia a Licença Maternidade de quatro para seis meses (180 dias) se surpreendeu com a divulgação e o oportunismo do prefeito de Macapá, Roberto Góes, nesta sexta-feira, 09, na imprensa local. O chefe do Executivo Municipal aproveitou a comemoração do Dia Internacional da Mulher para criar um Decreto estendendo a licença maternidade, omitindo o fato de que já existe uma Lei Municipal que garante esse direito.

 

A Lei Municipal foi aprovada no dia 24 de agosto de 2007, com a presença da Drª. Zilda Arns, que depois veio a falecer durante um terremoto no Haiti, e do então deputado estadual Randolfe Rodrigues – PSOL, que foi o autor de Lei Estadual com o mesmo objeto. A Lei proposta pelo vereador Clécio foi promulgada pela então presidente da Câmara Municipal de Macapá, Helena Guerra, hoje vice-prefeita de Macapá.

 

Segundo o vereador, o prefeito de Macapá está agindo com “oportunismo político”, aproveitando a comemoração do Dia Internacional da Mulher para divulgar um direito já conquistado, e inclusive negado por ele mesmo, pois durante todo o seu mandato, Roberto Góes negou o direito da licença maternidade de 180 dias para os agentes de endemias e de saúde, além dos contratos administrativos. “A lei não discrimina funcionaria por ser celetista ou estatutária”, afirmou Clécio.

Assessoria de Comunicação do Vereador Clécio Luís

Danielly Salomão

(96) 9154-8850

[email protected]

“O Mandato de todas as lutas”

A foto registra a votação da lei  em 2007, com a presen’ca da médica Zilda Arns, Randolfe Rodrigues, autor da lei estadual de licen’ca maternidade de 6 meses, médica-pediatra Maribel Smith e equipe da Pastoral da Criança, com o vereador Clecio

Rio+20 e a Amazônia

Por Marco Antonio Chagas, professor do curso de ciências ambientais da UNIFAP, doutor em desenvolvimento socioambiental.

 

Um dos principais desafios da Rio+20 é pactuar entre as nações um conjunto ambicioso e eficaz de reforma da governança ambiental internacional e o seu fortalecimento para o desenvolvimento sustentável.

Em 1972, a ONU criou o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA para apoiar os encaminhamentos da Conferência sobre Meio Ambiente Humano. Em 1992, foi instituída a Comissão de Desenvolvimento Sustentável (CSD), com o objetivo de assegurar a continuidade da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92).

A ONU, promotora da Rio+20, reconhece a necessidade de reformas diante dos crescentes problemas ambientais e sociais do planeta. Os desafios do desenvolvimento sustentável não podem ser imputados à estruturas do segundo escalão da ONU, como o PNUMA e a CDS. Espera-se da Rio+20 inovações no Sistema ONU. As criticas ao sistema ONU são recorrentes nos textos de Edgar Morin, Ignacy Sachs e outros.

Olhando para nosso umbigo, estamos diante de um genocídio institucional. A governança ambiental na Amazônia simplesmente não existe. Como discutir desenvolvimento sustentável se o sistema ambiental institucional que dá suporte ao desenvolvimento econômico encontra-se fragilizado, sem quadros técnicos capacitados e/ou com pouca capacidade de influenciar políticas de desenvolvimento? Como evitar que as instituições públicas de gestão ambiental tornem-se meros cartórios de licenciamento ambiental ou personagens simbólicos da política do nada? Qual o modelo institucional adequado? Existe compromisso político com o desenvolvimento sustentável da Amazônia?

Penso que um dos pontos de reflexão dos Estados para a Rio+20 é o quadro atual de vulnerabilidade das instituições públicas que atuam na Amazônia diante do desafio da gestão ambiental para o desenvolvimento sustentável.

O problema é que a Amazônia perdeu o tempo de formular uma pauta para a Rio+20 e os Estados deverão ter uma participação apenas panfletária. “Eu sou o melhor nisso, naquilo e por aí vaí..”. Isso não tem significado estratégico! Uma pena, pois tudo indica que a Amazônia será mais uma vez exposta numa Conferência da ONU como uma paisagem primitiva e selvagem a ser “mumificada” sob o apelo dos “compromissos com as futuras gerações”.

Em todo caso, o Rio de Janeiro continua lindo e tem um chopp com frango a passarinho ao alho num barzinho no baixo Leblon que fortalece a hipótese de que essa história de desenvolvimento sustentável é coisa de carioca.

Perdoe-me o final irônico, mas acabei contaminado pelo “Falar Tucuju”, de Lamarão (2006). Na contracapa desse dicionário amapaense, encontrei uma peculiar maneira de perceber o desenvolvimento sustentável do povo daqui:

“O retorno ao passado não muito distante, serve para matar a saudade de muitos e mostrar às novas e futuras gerações como era o modo de falar e a vida nesta terra que todos aprenderam a amar (João Nobre Lamarão).”

 

CEA- Qual é o melhor negócio para o Amapá?

Por Lourival Freitas. Analista de Sistemas e Administrador. Assessor da Eletrobrás

Tentando explicar a gravíssima situação patrimonial e financeira da CEA percebo a dificuldade de me fazer entender, até por pessoas que detêm  algum conhecimento de Economia e Administração.Eis alguns comentários que ouço quando defendo a idéia de que o melhor negócio para o Amapá é a Federalização da companhia, ou seja , a transferência total do controle do capital para a Eletrobrás:

– a CEA é patrimônio do povo do Amapá;

– a CEA é uma empresa viável;

-o Amapá será um grande produtor de energia e não podemos ficar “fora deste negócio”.

Tecnicamente  a CEA é uma empresa falida, ou seja,  o total de suas  dívidas(passivo)  é superior aos seus bens e direitos(ativo) e a ANEEL já recomendou ao governo federal  a retomada da concessão desde 2007(caducidade) por descumprimento das exigências legais. Portanto, não há que se falar em “patrimônio do povo”, pois o mesmo já foi totalmente corroído por seguidos anos de prejuízos, e consumada a caducidade a CEA não teria mais razão de existir, vez que a sua missão de distribuir energia no Amapá seria concedida a outra empresa.

Estima-se que o Patrimônio Líquido da CEA (Ativo – Passivo) já ultrapasse a cifra negativa de  R$1.000.000.000,00 (um bilhão de reais), isto mesmo , um bilhão de reais negativo. Ou seja, contabilmente a CEA vale ( -)R$1.000.000.000,00 (menos um bilhão de reais).Isto significa dizer que se o GEA desejasse doar a CEA para alguém teria que doar também R$ 1.000.000.000,00 (um bilhão de reais)para que a doação fosse aceita.

Muitos, sem conhecer profundamente o novo modelo do setor elétrico, a real situação da CEA e as especificidades do nosso mercado, alimentam a ilusão de que podem recuperar a CEA simplesmente porque são otimistas e imaginam ser  uma  “empresa viável”. A estes eu recomendo uma leitura atenta dos últimos balanços patrimoniais e das famosas DRE´s(Demonstração de Resultado do Exercício).

Com um mercado com baixa densidade de carga, preponderantemente com classe de consumo residencial, baixa renda, e ainda alta incidência de encargos e tributos sobre a atividade de distribuição, a empresa teria que ser altamente eficiente para lograr resultado satisfatório. Num ambiente altamente regulado onde as exigências de qualidade são cada vez maiores e uma carga tributária em torno de 40% sobre o faturamento, poucas empresas tem obtido resultados que remunere adequadamente seus acionistas.

E o que tem a ver o aumento da produção de energia no Amapá com a CEA. Nada, ou quase nada. A única vantagem seria ter participado do leilão de compra da energia da Hidrelétrica de Ferreira Gomes. Infelizmente isto não aconteceu e a CEA perdeu a oportunidade de comprar energia muito mais barata do que compra atualmente de seus supridores (Eletronorte, Soenergy e Aggreko). Mantida a situação de inadimplente, a CEA estará impedida de participar dos próximos leilões de compra de energia, no Amapá ou em qualquer outra parte do Brasil, comprometendo seriamente o suprimento do seu mercado. Já estamos “fora deste negócio” e deixando de ser beneficiários da modicidade tarifária proporcionada por este novo modelo do setor elétrico brasileiro.

Após um ano de nova administração onde grandes esforços foram feitos para se buscar o equilíbrio econômico e financeiro, não é preciso ser vidente nem “profeta” para saber que o resultado será novamente um grande prejuízo. Os parágrafos seguintes foram extraídos de um artigo que escrevi em fevereiro de 2011:

Com todo o esforço e austeridade que a nova direção está fazendo, a CEA não deixou de piorar. Com apenas um mês da nova administração a dívida já aumentou R$25.000.000.00. Explico: R$10.000.000,00 de energia comprada da Eletronorte e não paga; R$15.000.000,00 correspondente a 1% da dívida total de R$1.500.000.000,00).

Se o atual governo conseguir defender “o patrimônio do povo” por mais 4 anos, o povo, coitadinho, estará argolado com no mínimo mais R$1.200.000.000,00 (um bilhão e duzentos mil reais)..”

O cálculo que fiz um ano atrás tende a se confirma. Portanto, espero que o bom senso e a racionalidade prevaleçam nas negociações com o governo federal, para que a Eletrobras assuma urgentemente a missão de distribuição de energia no Amapá, a exemplo do que ocorre no Acre, Amazonas, Rondônia, Boa Vista, Alagoas e Piauí. Por puro capricho ideológico o Amapá não pode se dar ao luxo de insistir no erro de achar que “a CEA é um patrimônio do povo” , que “a CEA é viável” e que “estamos perdendo um grande negócio”. Este equívoco tem dado um prejuízo de aproximadamente R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais) por ano e faz muita falta na saúde, segurança e educação do nosso povo.

Reafirmo com mais convicção: o melhor negócio para o Amapá é a transferência total do controle do capital para a Eletrobras.

 

 

DO “LA ROTONDE” AO BAR DO ABREU

Por Wagner Gomes, advogado

O meu amigo advogado Ronaldo Serra Alves, é um assíduo freguês do Bar do Abreu, desde os tempos do canto da COBAL. Eu, particularmente, a convite do inesquecível Hélio Pennafort, meu parceiro da extinta Rádio Educadora, também me tornei um, e vez por outra lá apareço. O bar tem uma legião de frequentadores fiéis que lhe acompanham onde quer que ele se localize. Atualmente, está situado em uma das salas da famosa Galeria Comercial, da av. FAB. O recinto, propriamente dito, não é nada confortável. Mas possui algo mágico, reunindo pessoas completamente diferentes. Lá podem ser vistos juntos e frequentemente: advogados (as), juízes (as), promotores, jornalistas, delegados de polícia, médicos, dentistas, artistas, músicos, pinguços, jogadores de futebol,noiados, “facadistas”, lésbicas, gays e até foragidos de justiça. Todos deixam do lado de fora do Bar os seus títulos e passam a ser simples frequentadores do Bar do Abreu. No último “réveillon” do ABREU, sentados em uma mesa, eu, Ronaldo Serra, João Lamarão, Evaldy Motta, Luiz Melo, Renivaldo Costa, Fernando Canto, Vicente Cruz, Fernando França, José Caxias, entre outros, comentávamos os acontecimentos e as figuras emblemáticas que fazem o Bar do Abreu. Concluímos: dá uma verdadeira poesia.

E foi pensando nessa poesia, ainda não escrita, que lembrei de uma descrição do “La Rotonde” feita por Ilya Ehrenburg, em suas Memórias – Vol 1 – Infância e Juventude – 1891/1917, demonstrando que determinados bares possuem algo de magia:

– O café parecia-se com centenas de outros. Junto ao balcão de zinco, choferes de táxi, cocheiros e criadas tomavam café ou aperitivos. Atrás havia uma sala escura, impregnada para sempre de fumaça de cigarro, e onde havia dez ou doze mesinhas. A sala enchia-se ao anoitecer; havia barulho permanente: discutia-se pintura, declamavam-se versos, debatia-se o problema de onde conseguir cinco francos, brigava-se, faziam-se as pazes; alguém ficava bêbado e era arrastado para fora. Às duas da madrugada, La Rotonde se fechava por uma hora; de quando em vez,o dono permitia aos velhos frequentadores, se eles se portavam decentemente, passar àquela hora na casa vazia e escura: era uma transgressão das normas policiais; às três, o café reabria e podiam-se continuar as conversas nada alegres. O seu proprietário era Libion, um taverneiro gordo e bonachão, que adquirira um pequeno café; casualmente, La Rotonde se tornara o estado-maior de uns tipos originais, que falavam diferentes línguas. Libion a princípio olhava torto para os seus tão estranhos clientes: ao que parece os tomava por anarquistas. Depois acostumou-se a nós, afeiçoou-se. Libion nunca se seduziu por pinturas, preferia ganhar dinheiro vendendo bebidas, embora que às vezes aceitava um desenho de Modigliani por dez francos: os pires já formavam montanha diante dele, e o coitado não tinha um cêntimo sequer. De quando em vez, Libion punha cinco francos na mão de um poeta ou de um artista dizendo zangado: “Procure uma mulher, pois você está com uns olhos loucos.” Uma guimba apagada enfeitava-lhe invariavelmente o lábio inferior. Andava geralmente sem paletó, mas de colete. A aparência dos visitantes devia também deixar surpreendidos os profanos. Ninguém, por exemplo, é capaz de descrever com precisão como se vestia Modigliani; nos períodos de abundância, usava uma japona de veludo claro e um lenço vermelho no pescoço; mas, quando passava muito tempo bebendo, na indigência e na doença, ficava envolto em trapos de cores vivas. O pintor Fujita andava numa túnica de pano feita à mão. Diego Rivera assombrava a todos com o seu cajado mexicano esculpido. Sua amiga, a pintora Marevna (Vorobiova-Stiélskait) gostava de trajes coloridos e tinha uma voz alta e penetrante. O poeta Max Jacob residia em Montmartre, na outra extremidade de Paris; vinha de dia já em traje de noite, brilhava-lhe o peitilho níveo da camisa e estava sempre de monóculo. Um índio de penacho na cabeça exibia seus trabalhos em pastel. A negra Aicha jogava para trás a cabeça grande, coberta de pixaim negro-azulado, dava gargalhadas tempestuosas; os dentes faiscavam-lhes na penumbra. O escultor Zadkin aparecia em roupa de trabalho, acompanhado de um enorme cão dinamarquês. Seguindo o seu costume, a modelo Margot despia-se; uma vez, ela me disse que o seu sonho era tornar-se rainha; espantei-me, e ela explicou: Bobinho! É que cada um tem vontade de violentar a rainha. Devo confessar que eu não ficava atrás dos demais. Uma vez Alekseis Nicolaiévitch mandou um cartão para o café e escreveu em lugar do meu sobrenome: Au monsier mal coiffé. “Ao senhor mal penteado” e o cartão me foi entregue. Os freqüentadores do La Rotonde permaneciam ignorados além de suas fronteiras. Apollinaire às vezes aparecia na Rotonde e eu traduzia seus versos. Uma vez propôs que se escrevesse um mistério sobre a serpente, a maçã e Picasso: na qualidade de espanhol supersticioso, Pablo não podia sequer ouvir a palavra cobra. A vida no Rotonde era bastante monótona; mas às vezes ocorriam acontecimentos que depois se comentavam durante alguns dias. Kisling e Gottlieb lutaram em duelo, e Diego foi um dos padrinhos. Lembro-me de uma vez em que um pintor sueco estava sentado comigo; a todo momento pedia uma porção dupla de conhaque; sobre a mesinha, ostentava-se todo um poste de pires. O conhaque não impedia de ler com atenção o SvenskaDablat, que lhe escondia o rosto. De repente o jornal caiu, e constatou-se que o sueco morrera. Veio à polícia, e nos dispersamos calados, cada um para sua casa. De uma feita um espanhol enorme ficou furioso, agarrou pela perna uma mesinha de mármore e começou a balançá-la no ar, gritando que ia matar a todos, pois estava enojado da vida. Recuamos para o balcão. Libion tinha um princípio firmemente assentado: nunca chamar a polícia. O espanhol inesperadamente sorriu, pôs a mesinha no lugar e disse: “E agora podemos beber à saúde da vida número dois.” Íamos à  Rotonde, porque sentíamos atraídos uns pelos outros. Não eram os escândalos que nos seduziam; não nos inspirávamos sequer com ousadas teorias estéticas; simplesmente nos arrastávamos uns atrás dos outros: aproximava-nos a sensação de um estado comum de desconforto.

P. S.: Ilya Grigoryevich Ehrenburg (27/01/1891 – 31/08/1967) foi um escritor e jornalista soviético nascido na Ucrânia. O “La Rotonde” foium famoso boteco parisiense.

 

Wagner Gomes

 

MP-AP abre as inscrições para a I Seleção de Formação de Cadastro ao Cargo de Assessor Auxiliar de Promotoria de Justiça

O Ministério Público Estadual irá abrir as inscrições para a I Seleção de Formação de Cadastro de Candidatos ao Cargo de Assessor Auxiliar de Promotoria de Justiça, de provimento em comissão, que deverá ser ocupado por profissionais com formação superior em Direito.

 

As inscrições serão gratuitas e poderão ser efetuadas no período de 12 a 14 de março, das 8h às 14h, na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, localizada na Av. FAB, nº 64, Centro. O candidato deverá preencher o requerimento no site do MP-AP (www.mp.ap.gov.br), antes de comparecer no local de inscrição.

 

Os candidatos deverão indicar, no ato da inscrição, a cidade preferencial de lotação, dentre as Promotorias de Macapá, Santana, Laranjal do Jari e Oiapoque. As provas serão aplicadas pela Comissão de Habilitação no Cadastro de Opções, e a data e local serão publicadas no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público, com antecedência mínima de 48 horas.

 

A prova terá a duração de três horas, e consistirá em uma dissertação e mais 50 questões objetivas de múltipla escolha, sendo que dez serão de língua portuguesa, a qual o candidato, para a aprovação, deverá acertar no mínimo cinco questões.

 

Os aprovados serão nomeados de acordo com a disponibilidade de vagas, sendo que o cadastro tem vigência indeterminada.  “Este é o primeiro concurso do Estado para cargos em comissão, no qual não será permitida a indicação de pessoas ao referido cargo, sem que sejam ficha limpa”, frisa o subprocurador-geral para Assuntos Administrativos, Márcio Augusto Alves.

SERVIÇO:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá

 

Coleção Rock

Tica Lemos e sua descolada marca Coisa da Tica está com a coleção Rock de Camisetas.

Essas são minhas e do marido. Nem bota o olho.

Quer ver e encomendar? Vai no blog/lojinha da Tica  http://tica-lemos.zip.net/

Governador Camilo Capiberibe empossa novo secretário de Estado da Saúde

O governador do Amapá, Camilo Capiberibe, empossou nesta q uinta-feira, 8, o novo secretário de Estado da Saúde, Lineu da Silva Facundes. Também foi empossado o secretário adjunto de saúde na área de Atenção à Saúde, o médico Ronaldo Dantas de Melo. A solenidade aconteceu no Palácio do Setentrião e reuniu dezenas de servidores do Estado e representantes da sociedade civil.

O novo secretário de Saúde assume o cargo deixado, por problema de saúde, pelo fisioterapeuta Edílson Mendes Pereira. Lineu Facundes, que ocupava o cargo de secretário adjunto de Saúde, passou o posto para Ronaldo Dantas, que estava na função de diretor clínico do Hospital da Criança e do Adolescente (HCA).

Durante a solenidade, o governador Camilo Capiberibe destacou que o setor saúde é o principal desafio de seu governo. Ele tem consciência que o sistema de saúde ainda precisa avançar muito para atender de fato as necessidades da população, mas reconhece que desde que assumiu o governo, em janeiro de 2011, muitos avanços já foram registrados e reconhecidos pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) no Amapá.

Camilo relembrou que a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) tem um histórico negativo que envolve corrupção na execução do orçamento público do órgão. Ele citou, por exemplo, o caso dos três secretários de Estado da Saúde que atuaram no governo anterior e que acabaram presos pela “Operação Mãos Limpas”, desencadeada pela Polícia Federal.

O governador reforçou o apoio do GEA à gestão de Lineu Facundes e de Ronaldo Dantas, dizendo que um dos desafios é modernizar o sistema de informatização da Sesa, além de agilizar os processos de licitação e ter a garantia de serviços de assistência à saúde da população muito mais eficientes e rápidos.

Resultados

Entre os investimentos que a saúde do Estado obteve em um ano e dois meses de governo foram destacados: a redução na taxa de mortalidade neonatal no Hospital Estadual da Mulher Mãe Luzia, climatização de 97% de todos os ambientes do Hospital da Mulher, obras de construção e ampliação do Hospital Estadual de Santana (prevista para ser entre em abril deste ano com a ampliação de mais 110 leitos novos), reforma e ampliação do Hospital Estadual de Oiapoque (com mais 29 leitos novos), avaliação médica de cirurgias reparadoras das vítimas de escalpelamento, reforma do ambulatório do Hospital Estadual de Clínicas Alberto Lima, ampliação do orçamento da saúde para este ano, garantia de emendas parlamentares para investir na saúde e melhoria no atendimento na porta de entrada do Hospital de Emergência (HE).

Edy Wilson Silva/Sesa

 

 

Homenagem da jornalista Márcia Corrêa

Oi Lene,

 

Gostaria muito de homenagear, através do teu blog, essa mulher que muito significa pra mim e minha família. Rosalena Maciel, pra nós a Rosa, é mesmo uma flor em toda a sua grandeza. Mãe de cinco filhos, avó calorosa, protetora e amiga extremamente solidária. É daquelas pessoas que arregaçam as mangas sempre que são chamadas a auxiliar quem quer que seja. Passou por muitas dores e sofrimentos, mas jamais perde o sorriso e a disposição. Além de tudo isso, há mais de 20 anos cuida de nossa família, em especial do papai, que tem nela seu braço direito. Em nome da Rosa agradeço a todas as mulheres maravilhosas que me ajudaram e ajudam a enfrentar o complexo desafio de viver.

 


Márcia Corrêa

Já está em funcionamento o Fórum dos Juizados Especiais Virtuais e o Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de Macapá

O dia 05 de março de 2012 representa um marco na história da Justiça
Amapaense. O Tribunal de Justiça do Estado do Amapá  integra-se aos
demais Estados Brasileiros por meio da modernidade do Judiciário. A
inauguração do Fórum dos Juizados Especiais Virtuais e a Instalação do
Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de Macapá se tornam um
referencial de avanço e eficiência nos serviços da Justiça.

TUCUJURIS WEB

Com a Tucujuris Web, o manuseio de processos e protocolos será
totalmente on-line, sem o uso de papel, gerando economia, comodidade e
celeridade nos trâmites. A novidade do sistema virtual é também a
possibilidade de as partes habilitadas do processo darem entrada na
ação, através da internet, sem precisarem ir ao juizado.
O Juiz José Luciano de Assis, coordenador da Secretaria de Gestão
Processual Eletrônica e responsável pelo sistema operacional Tucujuris
do Tribunal de Justiça do Amapá destacou o grande passo dado pelo Amapá
com a implantação dos Juizados Virtuais. “O Amapá caminha nessa trilha
da modernização desde 2005. Já estávamos com a estrutura preparada para
alçar esse grande vôo”. Ele ainda reforçou que essa é uma ferramenta
desenvolvida pelos servidores do próprio Tribunal: “o que significa que
o Judiciário Amapaense usou mão de obra própria para criação do Sistema.
Portanto, não teve custos com a aquisição de softwares que custam
milhões de reais”.

JUIZADO ESPECIAL DA FAZENDA PÚBLICA

A Juíza Sueli Pini, Titular da Vara do Juizado Especial da Fazenda
Pública da Comarca De Macapá,  reforçou que o dia de hoje representa uma
grandiosa revolução no atendimento ao cidadão. “O fato de nós termos um
espaço próprio com Juiz Titular, quadro de funcionários, e o mais
importante, essa tecnologia incrível que foi colocada a nossa
disposição, eu digo que realmente é uma grande conquista”, comemorou.

PRIORIDADE

Para o Presidente do Tribunal de Justiça, Mário Gurtyev de Queiroz, a
adoção da Justiça Virtual é uma prioridade, que contou com uma soma de
esforços, e representa melhor prestação de serviços à sociedade
amapaense. ” É importante que o cidadão participe deste processo de
virtualização e saiba como utilizar esta nova opção da Justiça a seu
favor.
Além da agilidade na prestação jurisdicional, o Tribunal de Justiça do
Amapá irá contribuir com a preservação ambiental, na medida em que
reduzirá resíduos e poupará as árvores que produziriam o papel. “Será
sem dúvida uma economia de milhares de resmas de papel que anualmente
são usadas pela Justiça Amapaense”.

A solenidade de inauguração e implantação  contou com  a presença do
Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, desembargador
Mário Gurtyev de Queiroz; do vice-presidente Desembargador Luiz Carlos
Gomes dos Santos; do Desembargador Carmo Antônio; dos Juízes Luciano
Assis, Sueli Pini, Mário Mazureck, Alaíde Maria de Paula, Marconi
Pimenta  e Fábio Santana; do presidente da Assembléia Legislativa do
Amapá, deputado Moisés Souza,  diretores do Tribunal de Justiça do
Amapá, serventuários e imprensa local.

Texto: Bernadeth Farias
Assessoria de Comunicação Social do Tribunal de Justiça

Congela!

Jornalista Paulo Silva torna público ameaça de Luciano Marba

Fala do jornalista PAULO SILVA em programa na Rádio Difusora de Macapá

– Bom eu quero tornar público aqui uma situação. Ela de repente pode até parecer pessoal, mas tem haver com a minha profissão. Por conta de uma nota que eu publiquei na coluna que assino no Jornal Folha do Amapá, um jornal semanal eu recebi no sábado, 03, depois do meio dia e pouco, um telefonema do empresário LUCIANO MARBA SILVA, da LMS. Eu não atendi a chamada dele porque uso o meu telefone no silencioso, eu estava no supermercado Santa Lúcia lá no Trem. E depois ao entrar no meu carro pra sair eu vi a ligação, retornei a ligação. E ele reclamou da nota e de repente entendi que ele estava me ameaçando “Vou atrás de ti, vou te pegar. Vou tornar público gravação tua” e eu disse a ele que ele pode tornar público, que ele pode colocar no Youtube, no Facebook, aonde ele quiser. Colocar em programa de televisão que ele possa comprar, se ele tiver, alguma gravação minha que possa ser comprometedora, porque eu nunca pedi nada a ele nem ele pediu alguma coisa de mim. A relação que eu tenho com ele é uma relação profissional. É tão profissional que eu já disse aqui neste microfone que ele ganhou a licitação de forma legal, na Secretaria da Educação. Se os contratos vem sendo prorrogados de forma ilegal já é uma outra história, a questão judicial está aí para o Judiciário julgar. Já disse aqui que ele ganhou na mesa, da licitação porque naquele momento a ordem era dar para o seu MONTENEGRO continuar, e ele foi lá e ganhou. Agora fazer ameaça não adianta porque eu não tenho medo de ameaça, eu tenho respeito e não quero que ninguém tenha medo de mim porque eu tenho um microfone pra falar ou um jornal para escrever, mas também eu não vou ter me do de ninguém porque é autoridade, porque pode ser o que for. Eu vou tratar com respeito e também exijo respeito. E por conta disso eu to tornando público, porque no domingo, e eu não quero fazer nenhuma relação, mas é uma coisa suspeita, no domingo à noite pessoas da minha família precisaram sair de casa para ir até o Pronto Socorro por um problema de saúde, e na saída, a casa que eu moro fica nos fundos do quintal, o quintal é muito amplo a frente, e na saída depararam com um carro em atitude suspeita, eu até achei ruim porque as pessoas da minha família não anotaram a placa do carro, mas era um Fiat prateado com dois homens dentro, em atitude suspeita na frente da casa que eu moro, no bairro Alvorada. Quando abrir o portão, que o pessoal saiu no meu carro, eles ligaram o motor e saíram, no carro. Infelizmente o pessoal que saiu no carro não anotou a placa, mas a atitude era suspeita e coisa que até então não havia acontecido. Ao sair daqui hoje eu vou registrar um boletim de ocorrência, porque medo não, mas a preocupação sim, que a gente não sabe do que esse pessoal é capaz, ou sabe do que esse pessoal é capaz. E, tem mais uma notícia aqui, e eu não estou dizendo que o seu LUCIANO colocou o carro na porta da minha casa, para bisbilhotar, mas que dá pra desconfiar dá porque até então não havia acontecido isso. Depois da discussão que tivemos, ele me soltou uma pornografia e eu também soltei outra e os telefones foram desligados. Depois eu voltei a ligar pra ele porque eu queria continuar, e ele não atendeu. Aí eu mandei à ele a seguinte mensagem, e ele recebeu, mas não me deu o retorno. Mandei a ele a seguinte mensagem perguntando ao seu LUCIANO MARBA qual a mentira, pra ele me dizer qual a mentira que tem ali na nota. Aí eu prossigo “Se você quer ter relação respeitosa comigo, tudo bem. Mas a ssim como deve ser com você, não tenho medo de ameaças e nem de gravações”. Fui na sua empresa uma vez, à seu pedido e do SILAS ASSIS, quando eu trabalhava no jornal A Gazeta para reparo de uma nota publicada no jornal A Gazeta. O SILAS tava em São Paulo ou em Brasília, me ligou e pediu que eu fosse lá, e eu fui. De lá conversei com o seu MARBA, não pedi nada, ele não me deu nada também não me pediu nada, a não ser uma correção da nota que foi corrigida na edição seguinte. E digo à ele, que se tiver algo que me comprometa que pode tornar público onde bem entender. Eu vou continuar dando notícias sejam à favor ou contra você. Notícia é notícia. Quando sai notícia positiva você nunca liga para agradecer, mas acha que pode controlar todo mundo. Respeito, sim, medo, não, disponho.