UNIFAP abre seleção para Doutorado em Saúde

 

A Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) disponibiliza mais um curso de pós-graduação em sua grade: o Doutorado Interinstitucional (Dinter) na área de saúde coletiva. O Doutorado é ofertado em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A solicitação de projeto de cooperação entre as instituições foi homologada pela Capes no último dia 21 de junho.

O primeiro Edital foi publicado na manhã de ontem, 23 de junho, na página do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva, no site www.ppgsc.ufsc.br. Serão 20 vagas ofertadas distribuídas em três áreas de concentração e 10 linhas temáticas. As inscrições estão abertas desde ontem, 23 de junho, e prosseguem até o dia 8 de julho para o processo de seleção dos candidatos ao curso da TURMA DE DOUTORADO INTERINSTITUCIONAL – UFSC/UNIFAP – 2021.  A documentação exigida deve estar completa, digitalizada em formato PDF, e ser encaminhada por meio do preenchimento do FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO.

 

Os candidatos que não tenham vínculo com a UFSC devem efetuar o cadastro no sistema da Universidade. A seleção será composta por duas etapas: análise de anteprojeto e análise de currículo. A divulgação da homologação do resultado do certame será no dia 5 de agosto de 2021.

 

O Doutorado interinstitucional em Saúde Coletiva vai qualificar 20 doutores para atuar na docência e em pesquisas relativas aos desafios enfrentados no segmento no Estado do Amapá. Possibilita, ainda, o intercâmbio entre pesquisadores e discentes entre as regiões norte e sul do país, expandindo o espectro de atuação dos grupos de pesquisa de ambas as instituições.

 

“A pós-graduação em saúde coletiva tem a missão de qualificar o corpo de servidores (docentes e técnicos) da UNIFAP, além de estreitar a pesquisa e cooperação com a UFSC. É fruto do esforço coletivo das comissões das duas instituições envolvidas e foi recentemente aprovado pela CAPES/MEC. O edital já está publicado”, informou a pró-reitora de pesquisa e pós-graduação da UNIFAP, Prof. Dra. Amanda Fecury.

 

O Dinter é um doutorado acadêmico conduzido por uma instituição promotora (UFSC) para atuar na qualificação do corpo de servidores de uma instrução receptora (UNIFAP). A proposta de um doutorado na área de saúde coletiva visa atender à demanda de qualificação de docentes e técnicos que atuam no ensino, pesquisa e extensão do campo da saúde e áreas afins da instituição receptora (UNIFAP), para fortalecer as reflexões de temas de pesquisa relevantes, identificando novas vocações de estudo na região, ampliar seu potencial de atuação como centro de reflexão dos problemas do Brasil com destaque para a região Norte e dos países vizinhos.

 

MAIORES INFORMAÇÕES, EDITAL E DEMAIS DOCUMENTOS RELACIONADOS À SELEÇÃO, AQUI.

Governo e Sebrae entregam Plano de Negócios ao BNDES para revitalização da Fortaleza de São José

 

Nesta quarta-feira, 30, o Governo do Amapá e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) entregaram ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) o Plano de Negócios, elaborado por técnicos especialistas que servirá como base para a revitalização da Fortaleza de São José de Macapá e o entorno, com a reestruturação de diversos pontos.

Representantes do BNDES, incluindo o presidente Gustavo Montezano, cumprem uma extensa agenda no Amapá com objetivo de conhecer obras com financiamento do banco e conheceu locais de potenciais investimentos, entre elas a Fortaleza de São José que é candidata ao título de Patrimônio Mundial da Humanidade, outorgado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

“O BNDES faz uma parceria com o Governo do Estado para apoiar financeiramente cerca de R$ 26 milhões para a restauração da Fortaleza de São José para ser, efetivamente, nomeado como patrimônio histórico mundial e ser usado pela comunidade para o turismo, e assim manter a cultura viva amapaense”, disse Montezano.

 

Equipes de governo acompanharam os representantes do banco junto a diretoria do Sebrae e o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) numa visita técnica ao monumento que é a maior fortificação da América Latina e considerada uma das sete maravilhas do Brasil.

De acordo com o secretário de Estado de Planejamento, Eduardo Tavares, o aporte financeiro de cerca de R$ 26 milhões será investido na revitalização da Fortaleza como também da área poligonal histórica, que inclui o píer do bairro Santa Inês até a residência oficial do governador, que está inativa.

 

Os recursos não reembolsáveis fazem parte do fundo cultural do BNDES arrecadados através de doações, e serão disponibilizados ao Estado por meio de articulação feita pela bancada federal, com liderança do senador Davi Alcolumbre e do governador Waldez Góes. É o maior projeto de financiamento cultural da região Norte feita pelo banco.

 

Com o montante, o secretário destacou, ainda, que o Plano de Negócios pretende fazer a integração de patrimônios já ativos, como o Mercado Central, Shopping Popular e a Casa do Artesão, e também demais prédios que estão sem atividades e terão outras destinações, como o Macapá Hotel e a residência oficial do governador.

 

“O Governo do Estado tem trabalho junto ao IPHAN essa questão da revitalização da Fortaleza de São José para a candidatura como patrimônio da humidade da Unesco. E dentro deste processo, com a parceria do BNDES, foi identificado a possibilidade de acessar recursos do fundo cultural do banco”, explicou Tavares.

 

Para o presidente do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae no Amapá, Iraçú Colares, a revitalização do monumento vai movimentar o turismo, a cultura e aquecer a economia local, além de gerar emprego e renda para milhares de amapaenses.

 

“À pedido do Governo do Estado, o Sebrae contratou especialistas para elaborar o Plano de Negócio para a Fortaleza e o entorno para ela deixar de ser esse monumento inerte. A ideia é movimentar toda a área e assim dinamizar a economia do estado”, finalizou.

 

 

Ainda morador de Santana, Clécio Luís está se aprofundando na vocação portuária do município

O ex-prefeito de Macapá, Clécio Luís, que é pré-candidato a governador, resolveu ficar morando mais um mês no município de Santana.

Clécio está dedicando esses dias a se aprofundar em conhecimentos, na prática, sobre a vocação portuária do município de Santana e seus diversos engajamentos econômicos, como a pesca, estaleiros, exportação de açaí, entre outras tantas.
Nesta terça-feira, 30.06, ele dedicou o dia inteiro a área portuária: Tomou café com trabalhadores do Porto do Açaí, depois esteve na cooperativa e colônia dos pescadores, almoçou na região portuária e visitou empreendedores e trabalhadores, além de ir ao Porto do Greco e ao Porto municipal, que está com uma empresa privada.


Esses dias, Clécio vai fazer ainda o Delta do Matapi, terminal de combustível, antigo porto de minérios, e áreas de indústria de barcos.

“São muitas vocações. Tem a parte das embarcações populares, comércio forte, mecânica de motores, estaleiros,  entre tantas outras. A vocação portuária de Santana é realmente impressionante”, disse Clécio Luís ao blog.  “Esse tempo em Santana tem sido valiosa matéria-prima para o meu aprendizado”,  diz ele.
Clécio resolveu ficar mais um mês no município , porque ainda quer dedicar uns dias a conversar com os moradores antigos de Santana.
Seguindo sua decisão de passar um tempo em todos os municípios do Amapá, em agosto, Clécio faz sua mudança provisória para Laranjal do Jari.

 

 

A Associação Juízes para a Democracia – AJD, adere pedido de impeachment

NOTA PÚBLICA

A Associação Juízes para a Democracia, juntamente com diversas entidades representativas da sociedade civil brasileira, assinou pedido de instauração de processo de impeachment em face do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro.
A decisão pela adesão ao pedido se deve ao conjunto de provas e indícios de uma multiplicidade de crimes de responsabilidade que se avolumam em torno da figura do atual mandatário.
A recusa contumaz em: (1) adquirir as vacinas da Pfizer; (2) determinar ao Ministério da Saúde e ao Ministério das Relações Exteriores que apoiassem a importação dos insumos, com vistas à fabricação das vacinas pelo Instituto Butantan; (3) determinar a compra de vacinas já aprovadas por outras agências regulatórias de reconhecimento internacional, com a finalidade de acelerar, ao máximo, sua distribuição, assim que aprovadas pela Anvisa; (4) adotar medidas sanitárias não farmacológicas, reiteradamente colocando em dúvida a letalidade do vírus, incentivando aglomerações e desrespeitando medidas como o uso obrigatório de máscara, entre outras. Tudo isso demonstra que as vidas de centenas de milhares de brasileiros e brasileiras poderiam ter sido poupadas, caso as ações do Presidente não se pautassem pelo negacionismo renitente, mas sim pelo respeito à ciência e pelo cuidado com a vida da população, o que restou demonstrado por estudos científicos realizados, entre outros, pela Universidade Federal de Pelotas.
Quanto às populações indígenas, as atitudes comissivas e omissivas do Presidente da República em determinar a vacinação prioritária e a adoção de medidas de segurança eficazes para sua proteção contra invasores, grileiros, madeireiros e garimpeiros, fez com que o vírus se alastrasse de forma especialmente mortal para essas populações. O mesmo se diga quanto à negativa de prioridade à população em situação de rua e às pessoas encarceradas.
Mais recentemente a CPI vem apurando grandes probabilidades de que o intencional retardo na aquisição de vacinas já aprovadas em agências técnicas internacionais e de menor custo tenham relação com a opção preferencial pela compra de outro imunizante, mais caro, com dados de eficácia questionados em muitas agências internacionais, por indícios de corrupção e irregularidades.
O pedido de impeachment elenca ainda muitos outros fatos, relacionados a ameaças à independência do Supremo Tribunal Federal, à participação em atos públicos antidemocráticos além de inúmeros outros supostos crimes de responsabilidade.
Neste contexto, por entender que todos estes fatos perfazem um quadro gravíssimo, de ameaças cada vez mais concretas de ruptura da institucionalidade, além de ofensas reiteradas aos direitos fundamentais de milhões de cidadãos e cidadãs brasileiras, pelo manejo intencional de políticas públicas, de forma comissiva e omissiva, que produziu como resultado a morte de mais de meio milhão de brasileiros, bem como danos à saúde de milhões de pessoas infectadas e ameaça de infecção de outros milhões de brasileiros, a AJD tem o dever de se posicionar.
Conforme já decidiu a Corte Interamericana de Direitos Humanos, os juízes não têm apenas o direito fundamental à liberdade de expressão, mas o dever de se manifestar em face de atos governamentais que conduzam o país a momentos de grave crise democrática (Caso López Lone y Otros v. Honduras, outubro de 2015), tal como ocorre no presente caso.
Por estas razões, a AJD entende que a adesão ao pedido não traduz ato de natureza político-partidária, mas sim dever jurídico inerente ao próprio exercício da jurisdição e do compromisso de respeitar e velar pelo cumprimento da Constituição e das leis do País.

Em meio a crise hídrica nas regiões sudeste e centro-oeste , Aneel aprova reajuste da bandeira tarifária em todo território nacional.

Depois do aumento do preço do combustível e do gás de cozinha, chegou a vez da conta de energia sofrer aumento. O adicional da bandeira tarifária vermelha já vinha sendo cobrado desde maio, em patamar 1, o patamar 2, tem previsão para ser aplicada de julho a novembro deste ano. A cobrança passará de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos, e deverá ser valida para todo o território nacional.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse em pronunciamento no dia 28/06, que o Brasil atravessa a pior escassez de recursos hídricos dos últimos 90 anos, o que afeta a produção de energia das hidrelétricas, as quais correspondem a 63% da produção de energia elétrica no país.

Segundo o site do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), a energia armazenada (EAR) no subsistema sudeste/centro-oeste, regiões densamente habitadas e com grande parte das industrias instaladas no país, está abaixo de 30%, um nível considerado muito baixo para atender a demanda da região, a qual também não tem previsão para grandes chuvas. O subsistema sudeste/centro-oeste tem a maior capacidade de armazenamento energético, com capacidade para 203.567,078 MegaWatts por mês, mais que o dobro da soma dos outros três subsistemas (sul, nordeste e norte), que juntos tem capacidade para armazenar 86.664,004 MegaWatts por mês.

O ministro ainda afirmou em seu pronunciamento que não há risco de um novo apagão, como o que ocorreu em meados de 2001 na região sudeste, devido a menor dependência que o país possui do setor hidrelétrico, que passou de 85% em meados dos anos 2000, para 61% nos dias atuais.

O ministro também disse que o ministério está trabalhando em parceria com a indústria para deslocar o horário de funcionamento das indústrias do país para horários de menor demanda energética e pediu que a população faça uso responsável de água e eletricidade, evitando desperdícios.

Assita o pronunciamento do ministro (começa em 1:30) :

Saiba mais informações sobre os reservatórios e subsistemas em:

http://www.ons.org.br/paginas/energia-agora/reservatorios

Saiba o que são as bandeiras na conta de energia e seus impactos na reportagem do g1:

https://g1.globo.com/economia/noticia/2021/06/29/conta-de-luz-aneel-reajusta-valor-da-bandeira-tarifaria-vermelha-2-em-52percent.ghtml

 

 

Coren-AP repudia os cortes nos salários dos Profissionais de Enfermagem do Município de Macapá

 

O Conselho Regional de Enfermagem do Amapá, vem, por meio desta nota, expressar em público o repúdio contra os cortes salariais e o não pagamento do adicional noturno devido aos Profissionais de Enfermagem do Município de Macapá, segundo informações de servidores.

A conduta da gestão municipal desvaloriza os profissionais da categoria, que diariamente estão na linha de frente do combate ao novo coronavírus, prestando atendimento direto ao paciente, arriscando suas vidas em prol da saúde da população. Há um grande equívoco quanto ao reconhecimento da profissão com o maior contingente de profissionais da saúde no Brasil. O cuidado de Enfermagem é imprescindível para o restabelecimento da saúde, bem como, para a prevenção de doenças e agravos à saúde.

Diante disso, apoiamos o ato público da categoria bem como repudiamos veementemente a desvalorização profissional. Lutamos incansavelmente pela valorização da categoria, zelando sempre pelo bom exercício da Enfermagem.

Projeto de Rádio e Tv Web do MP-AP terá investimentos do Fundo para Desenvolvimento Institucional

Na primeira reunião da Junta de Administração e Planejamento para utilização do Fundo Especial de Apoio e Desenvolvimento do Ministério Público do Amapá (FEMPAP), realizada nesta terça-feira (29), foi aprovado o investimento no projeto de Rádio e Tv Web do MP-AP. A Junta, composta pela procuradora-geral de Justiça, Ivana Cei, pela procuradora de Justiça Socorro Milhomem e o promotor de Justiça José Cantuária Barreto, avaliou o projeto que tem por objetivo ampliar a capacidade de comunicação da instituição com a comunidade.

Foi aprovado o investimento no projeto de Rádio e Tv Web do MP-AP.

Por unanimidade, os membros aprovaram a utilização de recursos do FEMPAP no Projeto Básico para Contratação de Consultoria Especializada, a fim de dar suporte na Implantação da Rádio e Tv Web do MP-AP, apresentado pela servidora Nalciléia Salomão, auxiliada pela assessora Suyane Melo, integrantes da Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral de Justiça (Astec).

O projeto Rádio e Tv Web é uma iniciativa da Assessoria de Comunicação do MP-AP, gerenciado pela jornalista Ana Girlene, que será executado por meio da captação de recursos federais, via articulação institucional junto à Bancada Federal do Amapá no Congresso Nacional, para garantir a aquisição de equipamentos.

O projeto Rádio e Tv Web é uma iniciativa da Assessoria de Comunicação do MP-AP, gerenciado pela jornalista Ana Girlene, que será executado por meio da captação de recursos federais, via articulação institucional junto à Bancada Federal do Amapá no Congresso Nacional, para garantir a aquisição de equipamentos. O objetivo é ampliar a comunicação institucional, criando um canal permanente para divulgação de campanhas de conscientização, entrevistas com membros e servidores do MP-AP sobre os direitos do cidadão e notícias de interesse público.

O projeto de implantação da Rádio e TV Web do MP/AP está sendo executado via Convênio Nº 010/2020 – SNJ/MJSP, Plataforma + Brasil Nº 902184/2020, por meio do qual serão adquiridos os bens para equipar a Rádio. No entanto, o convênio não prevê o serviço de consultoria técnica especializada para dar suporte nas fases de planejamento, montagem do estúdio, aquisição e instalação dos equipamentos.

A Junta deliberou pela aprovação da utilização do Fundo, diante da importância do projeto para difusão da informação e aproximação com a sociedade, bem como por não ter na instituição membro ou servidor com essa expertise.

Fempap

O Fundo Especial de Apoio e Desenvolvimento do Ministério Público do Estado do Amapá é regido pela Lei N° 1.440, de 30 de dezembro de 2009. O Fempap tem por finalidade proporcionar recursos e meios para desenvolver projetos de responsabilidade social e apoiar atividades e programas de sua modernização.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá

Nota de falecimento da “Tia Cila”

 

A família FRANÇA TRINDADE, vem a público comunicar o falecimento de sua matriarca CILA FRANÇA TRINDADE, ocorrido no dia 29 de junho de 2021. Sabedores do carinho que a comunidade amapaense, em especial a do Bairro do Buritizal, local que “TIA CILA” adotou como parte de sua própria existência; e à educação, a qual se dedicou durante décadas, agradecemos todas as manifestações encaminhadas à família.

Entretanto, é com pesar que informamos a restrição do acesso ao velório somente aos familiares, em razão pandemia que assola nosso estado, país e o mundo.

FAMÍLIA FRANÇA TRINDADE

MP Eleitoral obtém cassação do deputado estadual Max da AABB por compra de votos Ação, protocolada em 2018, foi julgada em sessão do TRE/AP nesta terça-feira (29)

 

Por maioria de votos, o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE/AP) julgou procedente representação do Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) e determinou a cassação do mandato do deputado estadual Max da AABB por compra de votos. O parlamentar também foi condenado ao pagamento de multa no patamar máximo (50 mil Ufir). O julgamento ocorreu na tarde desta terça-feira (29). Da decisão, cabe recurso.

Na ação, protocolada em 2018, o MP Eleitoral narra que o então candidato, por meio de cabos eleitorais, promovia a captação ilícita de votos com a promessa de dinheiro, remédios e materiais de construção aos eleitores. O esquema foi descoberto durante blitz de fiscalização realizada no dia anterior ao primeiro turno das eleições daquele ano. Na ocasião, equipes da Polícia Militar e do MP Eleitoral abordaram cabos eleitorais de Max da AABB que portavam, além de material de campanha, listas de eleitores, incluindo o número do título eleitoral, bem como anotações das vantagens a serem entregues em troca de votos.

Para o MP Eleitoral, a lista demonstra de maneira clara que Max da AABB empregou seu poder econômico para promover, em larga escala, a captação ilícita de votos, por meio da entrega de material de construção, pagamento de contas de energia elétrica ou mesmo a entrega de dinheiro. As investigações demonstraram que a compra de votos ocorria em vários bairros de Macapá e até do município de Santana, local onde os cabos eleitorais foram flagradas pela equipe de fiscalização.

Assessoria de Comunicação Social
Ministério Público Federal no Amapá

Covid-19: Confira os grupos que serão vacinados nesta quarta-feira (30)

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) segue na vacinação da população em geral da capital e, também, na execução dos grupos prioritários. Nesta quarta-feira (30), as vacinas contra a Covid-19 serão ofertadas para pessoas acima de 42 anos sem comorbidade, pessoas que atuam com manipulação de alimentos em supermercados e atacarejos, profissionais da construção e engenharia civil, arquitetura e urbanismo. Além deles, a Semsa ofertará a segunda dose da vacina Oxford/AstraZeneca e CoronaVac.

 

Pessoas acima de 42 anos

A Semsa está fazendo a terceira chamada para pessoas a partir de 42 anos. A vacinação deste grupo acontecerá de 9h às 15h e o imunizante estará disponível nos pontos de drive-thru da Praça Floriano Peixoto, Praça do Estádio Zerão, Rodovia do Curiaú e Marabaixo. Também é possível ter acesso ao imunizante na quadra da Igreja Jesus de Nazaré, no Anfiteatro da Unifap, no IFAP e na UEAP.

 

Nesses locais também serão atendidas para a aplicação da 2ª dose de Astrazeneca, pessoas de 60 anos ou mais, ou que estão com o vencimento marcado até o dia 15 de julho.

 

Para receber a 1ª dose é necessário apresentar originais e cópias de um documento oficial com foto, comprovante de residência e carteira de vacinação. Para a segunda dose, o munícipe deve apresentar a carteira com indicação da 1ª dose.

 

2ª dose de CoronaVac

Pessoas que estão com a segunda dose de Coronavac atrasada ou no período de recebimento serão atendidas das 9h às 15h nos pontos de drive-thru da Prefeitura, localizados na Praça Floriano Peixoto, Praça do Estádio Zerão, Rodovia do Curiaú e Marabaixo.

 

Será preciso apresentar originais e cópias de um documento oficial com foto, comprovante de residência e a carteira de vacinação com indicação da 1ª dose.

 

Manipulação de Alimentos

As pessoas que trabalham com manipulação de alimentos em supermercados e atacarejos nos departamentos de laticínios, hortifrutigranjeiros e açougues receberão a 1ª dose do imunizante conta a Covid-19 na sede da Associação Amapaense de Supermercados (Amaps), localizada na Avenida General Gurjão, 259- Centro.

 

A vacina estará disponível das 13h às 17h e para iniciar o esquema vacinal é necessário apresentar os originais e cópias de um documento oficial com foto, comprovante de residência, carteira de vacinação e documento que comprove vínculo com a empresa.

 

Construção e Engenharia civil, Arquitetura e Urbanismo

Os profissionais ligados à construção e engenharia civil, arquitetura e urbanismo poderão se vacinar contra a Covid-19 das 9h às 13h nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) São Pedro, Novo Horizonte, Congós, Pedrinhas e Raimundo Hozanan.

 

Na hora da vacinação é necessário apresentar os originais e cópias de um documento oficial com foto, comprovante de residência, carteira de vacinação e documento que comprove vínculo com a empresa.

 

Quilombolas

Na quarta e quinta-feira (30/06 e 01/07) serão realizadas ações de aplicação de 2ª dose para quilombolas do Curiaú. As atividades serão realizadas das 9h às 14h na Escola Estadual José Bonifácio, localizada no quilombo do Curiaú.

 

Para receber o imunizante é preciso apresentar originais e cópias de um documento oficial com foto, comprovante de residência e a carteira de vacinação com indicação da 1ª dose.

 

Prefeitura de Macapá – Secretarias Municipal de Comunicação Social

CPI da Covid: Quem é quem no escândalo Covaxin.

Reportagem da BBC.

Dois meses depois de ser instalada, a CPI da Covid entra em uma nova fase, como dizem os próprios senadores, e deve voltar-se mais para a investigação de um suposto esquema de corrupção na compra da vacina indiana Covaxin pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido).

O Planalto nega as acusações de que a aquisição de 20 milhões de doses desse imunizante, no valor total de R$ 1,6 bilhão, teria sido superfaturada em 1000%.

Documentos obtidos pela CPI mostram que o valor contratado pelo governo brasileiro, de US$ 15 por vacina (R$ 80,70), ficou bem acima do preço inicialmente previsto pela empresa Bharat Biotech, fabricante da vacina, de US$ 1,34 por dose (R$ 6,64).

A compra não foi finalizada porque o escândalo estourou antes.

A aquisição da Covaxin chama atenção porque a recusa do imunizante da Pfizer pelo governo federal se deu porque o preço seria alto demais, mas a dose da Covaxin saiu por US$ 5 a mais.

Já a recusa da CoronaVac teria se dado porque essa vacina não teria sido ainda na época aprovada pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas o contrato da Covaxin foi fechado sem a aprovação.

A CPI e o Ministério Público Federal (MPF) agora investigam se houve irregularidades nessa negociação, como apontam as denúncias, que envolvem o presidente da República, o líder do seu governo na Câmara, outro deputado federal, um servidor, um empresário e dois militares.

Entenda seguir quem são eles — até agora.

Luis Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde e irmão do Deputado Luis Carlos Miranda.

Luis Ricardo Miranda é servidor de carreira no Ministério da Saúde. Imagem: Agência Senado.

Foi quem identificou e denunciou as supostas irregularidades na compra da Covaxin pelo governo federal.

É servidor de carreira do Ministério da Saúde e trabalha atualmente como coordenador de importação no Departamento de Logística em Saúde.

Luis Ricardo Miranda disse em depoimento ao Ministério Público Federal (MPF) em 31 de março que sofreu pressão para assinar o contrato.

Também teria apresentado provas ao presidente Jair Bolsonaro em uma reunião no Palácio do Planalto — o encontro, em 20 de março, foi registrado com fotos.

O servidor foi chamado para depor na CPI em 25 de junho, onde reafirmou suas suspeitas de que a compra da Covaxin é parte de um esquema de corrupção.

“Meu cargo não é de indicação política, não sou filiado a nenhum partido. Meu partido é o SUS. Eu trabalho em defesa do interesse público”, afirmou na ocasião.

Dois dias depois, segundo ele, seu acesso aos sistemas internos do Ministério da Saúde teria sido bloqueado.

Luis Carlos Miranda, deputado federal

Luis Carlos Miranda era alinhado ao governo federal, até que em 2019 denúncias contra ele o deixaram isolado na câmara. Imagem: Agência Senado.

 

É irmão de Luis Ricardo e está à frente da denúncia junto com ele.

Miranda era youtuber e vivia em Miami. Ficou conhecido ao dar dicas de como empreender e fixar residência nos Estados Unidos.

O empresário foi eleito deputado federal em 2018 pelo Democratas (DEM) no Distrito Federal.

Ele diz que foi alertado pelo irmão de que havia problemas na negociação da Covaxin.

Os dois afirmam que procuraram Bolsonaro e fizeram a denúncia. Segundo eles, o presidente teria dito que pediria à Polícia Federal para investigar o caso.

Luis Carlos Miranda era alinhado ao governo federal, mas agora diz que está sendo ameaçado pelo Planalto — por causa da denúncia, o ministro Onyx Lorenzoni (DEM-RS) disse que ele e seu irmão teriam de se entender “não só com Deus, mas com a gente também”.

O deputado é ele próprio alvo de denúncias de compra de votos em 2018 (a denúncia foi rejeitada pela Justiça), de estelionato (a ação foi extinta por iniciativa da vítima) e de fraude (por meio de seus negócios no Brasil e nos Estados Unidos; ele nega as acusações).

Ricardo Barros, deputado federal.

 

O deputado Ricardo Barros. Ele está na há mais de 20 anos no Congresso Nacional. Imagem: Câmara dos Deputados.

 

É acusado de ser o chefe do esquema de corrupção por trás da compra da Covaxin.

Após bastante pressão dos senadores na CPI, Luis Miranda disse que seu nome foi citado por Bolsonaro como o responsável, após o presidente ouvir a denúncia das irregularidades.

O deputado federal do Paraná pelo Progressistas (PP) é um dos principais nomes do Centrão, bloco informal da Câmara que garante a sustentação política do presidente hoje.

É figura antiga dos altos escalões de Brasília. Está há mais de 20 anos no Congresso e chegou a ter seu mandato cassado em 2018 por compra de votos. A sentença foi anulada três meses depois.

Barros fez parte da base de quatro presidentes — FHC, Lula, Dilma e Temer — antes de ser o líder do governo Bolsonaro no Congresso.

Mais recentemente, foi ministro da Saúde de Temer, e hoje é investigado pelo MPF por causa da compra supostamente fraudulenta de R$ 20 milhões em medicamentos para doenças raras da empresa Global Gestão de Saúde.

O deputado nega essa e outras acusações, como a de que teria recebido propina pela contratação de uma empresa de energia eólica no Paraná ou tentado interferir numa licitação de serviços de publicidade da Prefeitura de Maringá.

Agora, segundo os irmãos Miranda, Barros estaria se beneficiando ilegalmente da compra da Covaxin.

Francisco Maximiano, dono da Precisa.

É uma figura central do escândalo.

Maximiano é sócio-administrador da Precisa Medicamentos, empresa que representa a Bharat Biotech, fabricante da Covaxin, no Brasil, e que intermediou a compra da vacina pelo governo federal.

Documentos da CPI mostram que a Precisa cobrou urgência do Ministério da Saúde para acelerar a celebração do contrato. Há suspeitas de que a companhia tenha sido favorecida.

A Precisa diz que a compra foi legal e seguiu os padrões da Bharat Biotech em negociações com outros países. A Bharat Biotech diz que as doses do imunizante são vendidas ao exterior a valores compatíveis com o que foi aceito pelo governo brasileiro.

Maximiano também é presidente da Global Gestão de Saúde, empresa investigada por fraude na compra de medicamentos pela Saúde durante a gestão de Ricardo Barros.

Ele teve seu sigilo bancário e telefônico quebrado pela CPI, decisão que foi mantida pelo STF, e também foi convocado para depor.

Isso estava previsto para ocorrer em 23 de junho, mas o empresário alegou ter chegado de uma viagem à Índia no dia 15 e que teria de fazer quarentena por duas semanas. Seu depoimento foi remarcado para 1º de julho.

O empresário pediu um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF) para poder ficar em silêncio e se retirar da sessão “caso seja alvo de condutas vexatórias no decorrer de sua inquirição”. A Corte ainda não se manifestou.

Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde.

 

 Pazuello pode ser reconvocado para a CPI. Imagem: Agência Senado.

O general era o responsável pelo Ministério da Saúde quando a compra da Covaxin foi negociada e fechada.

Os senadores governistas Marcos Rogério (DEM-RO) e Jorginho Mello (PL-SC) disseram que Bolsonaro teria pedido a Pazuello que ele investigasse a denúncia de corrupção.

“Como não tinha nada de errado, a coisa continuou”, disse Mello.

Mas, no dia da reunião entre os irmãos Miranda e o presidente, Pazuello já havia sido demitido e aguardava apenas a nomeação de seu substituto, Marcelo Queiroga, o que ocorreu três dias depois.

Luis Carlos Miranda disse que chegou a conversar com Pazuello sobre o caso e que o ministro teria reconhecido que havia corrupção na pasta.

Mas, segundo o deputado, o ex-ministro disse que não poderia agir porque estava prestes a deixar o cargo.

Pazuello não ficou muito tempo fora do governo: foi nomeado secretário da Presidência em 1º de junho.

O general já depôs à CPI, mas há senadores que querem reconvocá-lo após essa denúncia vir à tona. Ele ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto.

Alex Lial Marinho, ex-coordenador do Ministério da Saúde.

 

O tenente-coronel era auxiliar de Pazuello e teria sido ele, segundo os irmãos Miranda, que teria pressionado pela compra da Covaxin.

Marinho era coordenador-geral de Logística de Insumos Estratégicos. Foi nomeado em maio de 2019, quando Pazuello era ainda ministro interino, e foi exonerado por Marcelo Queiroga em 8 de junho.

A CPI da Covid convocou o militar para prestar esclarecimentos e quebrou seu sigilo fiscal, telefônico, telemático e bancário.

Seu depoimento ainda não tem data para ocorrer.

Élcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde

 Élcio Franco fez seu depoimento á CPI em 09 de Junho . Imagem: Agência Senado

O coronel era o chefe de Alex Marinho e o número 2 da Saúde sob Pazuello.

Foi o responsável por diversas decisões estratégicas, entre elas a compra de vacinas — o que lhe rendeu uma convocação para depor na CPI, ocorrida em 9 de junho.

Franco foi exonerado em março junto com o general, mas depois nomeado assessor especial da Casa Civil.

Foi ele quem saiu em defesa do governo Bolsonaro, ao lado de Onyx Lorenzoni, em uma coletiva de impresa.

Na ocasião, afirmou que os documentos apresentados pelos irmãos Miranda não batem com aqueles em posse do Ministério da Saúde.

Leia mais em:

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-57647163

Joca Monteiro e o “Amapá que Empreende”: Na Baixada Pará, escritor amapaense cria editora artesanal para lançar os próprios livros

 

Usando o bordão já conhecido “Vai passando o homem do livro”, o contador de histórias Joca Monteiro, morador da Baixada Pará, usou um dos cômodos de sua casa para planejar a pequena editora que conta com estrutura de impressora, computador, prensas e outras ferramentas. Os livros que ele vende vem numa embalagem charmosa e colorida, ideal para os apaixonados por leitura, e são vendidos pelos preços de  R$20 a R$ 50.

Com um olhar poético, Joca Monteiro, procurou escrever buscando suas raízes baseados na força da sua ancestralidade inspiradas nas avós, tataravós, bisavós, mãe.

A iniciativa, além de fomentar a arte do escritor, também gera oportunidades para outras pessoas, como a escritora e poetisa Patrícia Andrade, que compõe a equipe, cuidando da revisão dos livros produzidos na editora. Além de Patrícia, o projeto conta com seus dois irmãos, cunhada e sobrinha, todos envolvidos no projeto na produção dos livros artesanais.

O contador de histórias Joca Monteiro, morador da Baixada Pará, usou um dos cômodos de sua casa para planejar a pequena editora

“Depois que coletei as histórias, eu saí pelo Brasil em busca de uma editora, mas todas as propostas que recebi eram muito aquém do que eu imaginava, pois ganharia uma porcentagem tão pequena dos lucros que achei impossível alimentar o sonho de viver dessa arte, então decidi estudar um formato de livro artesanal e cheguei no livro de vinil. Com a criação da editora em casa e o sucesso que o livro está fazendo, já posso dizer que o sonho virou realidade”, comenta com orgulho o artista, Joca Monteiro.

Em 2019, ele saiu da Baixada Pará e cruzou a BR- 156, atravessou o rio Oiapoque de catraia e foi contar suas estórias as crianças da Escola, Henry Sulny, em São Jorge que é uma comunidade na Guiana Francesa.

 

Entre livros do autor da iniciativa e livros de outros escritores, a Editora na Baixada já produziu 21 títulos em mais de 500 exemplares e pretende aumentar a produção utilizando a mão de obra da própria comunidade. “Minha arte sempre está voltada em benefício do outro, há tempos que eu desenvolvo ações sociais com as crianças daqui, hoje muitas crianças atendidas pelos meus projetos já cresceram, são jovens em busca de uma oportunidade. Comecei a treinar alguns desses jovens, mas ainda estou em busca de parcerias para realizar esse outro sonho”, contou o artista.

O Palhaço Boboca Nariz de Pipoca Perna Torta Não toma Coca Dorme na Maloca Na canela Muriçoca, desenvolve metodologias lúdicas para conduzir a criança no universo mágico da leitura.

Joca percorreu todo o território amapaense em busca de conhecer os 16 municípios e coletar as narrativas da cultura popular amazônica, histórias contadas pelos antigos e quase esquecidas na memória do amapaense. Situada no bairro Cidade Nova I, a Baixada Pará é uma comunidade sob área de ressaca, conhecida por um grande índice de violência e criminalidade. Mesmo em meio a todas as mazelas encontradas no local, o trabalho do jovem escritor e contador de histórias, Joca Monteiro que é militante da cultura no estado, está mudando o cenário e realidade do lugar que está respirando arte.

Nas escolas ele faz a alegria da garotada. Mas agora as contações de histórias são por meio de lives, por conta da pandemia.

”Minha intenção é registrar as histórias coletadas, então escolhi o lugar em que moro desde a infância para criar um Editora Artesanal, onde confecciono os livros com ajuda de familiares e outros moradores do lugar”, contou o escritor.

Palhaço, ator, multifacetado, contador de histórias, Josias Monteiro, conhecido como Joca, de 39 anos, produz livros artesanalmente fabricados com material de alta qualidade.

Das 16 histórias da pesquisa do escritor, 8 delas já viraram livros e estão sendo distribuídas não só no Amapá como para vários lugares do Brasil e até para o exterior. O último livro lançado  por Joca, foi “As filhas da Matinta”. Sendo uma história coletada no município de Oiapoque, o livro fez sucesso nas escolas locais e também na Guiana Francesa, país que faz fronteira com município, por onde Joca passou com seus livros, visitando as escolas e participando de eventos locais.

 Perfil de Joca Monteiro

Palhaço, ator, multifacetado, contador de histórias, Josias Monteiro, conhecido como Joca, de 39 anos, produz livros artesanalmente fabricados com material de alta qualidade. Os livros são de grande durabilidade e resistentes a água, uma forma também de se lidar com clima quente e úmido amazônico.

Novo Livro

Joca Monteiro está com o novo livro, o Pintinho Piu. Mas também voltou a contar as histórias na escola, no entanto, através de live, por conta da pandemia. Ele também montou uma biblioteca comunitária no interior de Breves. Além disso, ministra aulas pelo Google Meets sobre contação de histórias.

 

Livro de outros autores

Recentemente a editora na Baixada passou também a produzir livros para outros autores como o Poeta Jiddu Saldanha, um curitibano que atualmente reside em Cabo Frio/RJ. Jiddu assistiu a um vídeo nas redes sociais onde Joca apresenta seu livro e imediatamente entrou em contato, solicitando os serviços da editora. Intitulado “Paisagem da Alma – Tankas e Haicais de Jidduks” o livro já foi lançado.

 

Onde encontrar o homem do livro

Para saber mais sobre as obras do artista você pode procurar nas redes sociais a hashtag #olivrodojoca ou buscar por @jocamonteiro que você será direcionado à sua fanpage. Contato ainda pelo whatsapp (96) 99131-7042.

 

 Waldez apresenta planejamento de saneamento básico do Amapá em webinar do BNDES

 

O governador do Amapá, Waldez Góes, apresentou o projeto de concessão do saneamento básico e reestruturação da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) durante a 4ª Semana BNDES de Saneamento, na última segunda-feira, 28. A apresentação aconteceu no  webinar “O que esperar do setor de Saneamento”.

O governador Waldez falou ainda da reestruturação da Caesa. Evento online tratou sobre a evolução do saneamento básico no Brasil.

O webinar faz parte de uma ampla agenda que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e equipe técnica cumpre no Amapá de 28 a 30 de junho.

 

O Amapá possui um dos projetos estruturados pelo BNDES, que é a concessão dos serviços de saneamento básico da Caesa, com um modelo único que abrange os 16 municípios amapaenses. O leilão está previsto para o dia 2 de setembro de 2021.

 

No evento foram abordados temas como o marco regulatório, impacto social, estudos de caso de projetos estruturados e implementados com o apoio do banco nacional, entre outros assuntos.

 

“Desenhamos com o banco um projeto que pudesse ter a cobertura 100% de todos os municípios do Amapá. Enalteço o BNDES pelo esforço para conseguir essa organização, entendendo a realidade ambiental, econômica e social do nosso estado”, afirmou Góes.

 

Outra vantagem desse projeto é que a disputa para a concessão levará em consideração a empresa que ofertar a menor tarifa para o consumidor. Além disso, Góes explicou ainda que a economia que o Estado terá a partir das concessões da CEA e da Caesa, será destinada para levar os serviços de água, energia renovável e internet paras as comunidades descobertas.

 

Para o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, o acesso à água tratada e saneamento básico é prioridade e em um programa com esses projetos, o objetivo é ampliar o acesso aos serviços.

 

“Um dos maiores programas de redução da desigualdade social do nosso país e para isso contamos com o engajamento de todos. O edital de concessão foi lançado e o leilão do Amapá  tem tudo para ser bem sucedido”, informou Montezano.

 

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o governador da Paraíba, João Azevêdo, que estão com projetos de concessão de saneamento via BNDES, também participaram do webinar.

 

Dando continuidade à agenda, o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) do Saneamento será o tema abordado em uma reunião nesta quarta-feira,às 10:45h, entre governador, prefeitos dos 16 municípios e equipe do BNDES.

 

PPI

 

Garantir a universalização da distribuição de água tratada e mais qualidade de vida para a população amapaense. É com esse objetivo que o governador Waldez Góes, representantes do BNDES e os prefeitos dos 16 municípios amapaenses assinaram o termo do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) do serviço de abastecimento de água e esgoto.

 

São mais de R$3 bilhões em investimentos no setor para a universalização da distribuição de água tratada, coleta e tratamento de esgoto até o ano de 2033

Incentivo à leitura: projeto do MP-AP e TJAP, em parceria com instituições públicas e privadas, arrecada livros e organiza polos de cultura na comunidade do Ambrósio, em Santana

 

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio do Núcleo de Mediação, Conciliação e Práticas Restaurativas (NMCPR) da Promotoria de Justiça de Santana, em parceria com instituições públicas e privadas, realizará, na área portuária de Santana, o projeto “Era uma vez…”, organizado pela equipe do NMCPR e coordenado pela promotora Sílvia Canela e a Juíza Carline Nunes. O trabalho consiste na organização de espaços físicos dentro da comunidade que funcionem como pontos de cultura.

Entre os parceiros da atividade estão: o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP); empresa Amapá Florestal e Celulose S.A (Amcel); Secretaria Extraordinária da Juventude, pelo Programa Amapá Jovem (Sejuv); Livraria Leitura, DEV Mineração S.A.; Secretaria Municipal de Educação do Município de Santana (SEME); Federação do Comércio do Amapá – Fecomércio/AP, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Serviço Social do Comércio (Sesc/AP) e Associação Comunitária da Área Portuária (ACAP).

O trabalho consiste na organização de espaços físicos dentro da comunidade que funcionem como pontos de cultura.

A ação contará com voluntários e lideranças de dentro e fora da comunidade do Ambrósio. As pessoas interessadas em fazer parte do projeto, poderão fazer doações de livros infanto -juvenis novos e usados que poderão ser entregues na Promotoria de Santana. O objetivo é auxiliar as crianças, na faixa etária de 4 a 12 anos de idade, que residem na localidade, no processo de leitura e escrita, compartilhar princípios e valores da Justiça Restaurativa, desenvolvida há anos pelo NMCPR no bairro, assim como também ofertar círculos de diálogos e contação de histórias para todos os envolvidos.

 

A promotora de Justiça Silvia Canela e a juíza Carline Nunes elucidaram que serão preparados cinco polos contendo recursos materiais como livros, revistas, lápis, pincéis, massa de modelar e papéis, esclarecendo que toda a estrutura está sendo doada pelos parceiros do projeto. Os pais poderão emprestar os livros, se assim desejarem. Esses pontos de cultura funcionarão nos turnos da manhã e tarde ou conforme disponibilidade dos monitores/facilitadores que atuarão voluntariamente.

De acordo com a coordenadora do NMCPR, foi firmada uma parceria com o programa Amapá Jovem, do Governo do Estado, que colocará monitores para auxiliar com as crianças nos polos. Silvia Canela também explicou que, além deles, o projeto contará com facilitadores voluntários. Todas essas pessoas envolvidas no “Era uma vez…” farão cursos de Contação de História, curso que será ofertado pela Fecomércio e de Práticas Circulares, ministrado pela equipe do Ministério Público para o desenvolvimento das atividades do projeto.

Segundo a membro do MP-AP, na comunidade do Ambrósio a pandemia agravou os obstáculos para o desenvolvimento do gosto e de habilidades de leitura, pois muitas crianças sequer têm acesso à tecnologia para acompanhar aulas on-line. Somado a este fato, há uma porcentagem considerável de pais analfabetos e/ou desprovidos de práticas de leitura e o único acervo literário é o livro didático.

“Pretendemos contribuir para que as crianças possam se beneficiar e usufruir de tudo que a prática e o hábito de leitura nos trazem, como desenvolver a imaginação e a criatividade, adquirindo mais conhecimento que possam ajudar a despertar suas habilidades e os dons de cada um, além de outros conhecimentos que contribuirão para a fixação de valores, como empatia, amor próprio e ao próximo, oportunidade para a construção de um futuro promissor, uma vez que o contato com os livros podem mudar o futuro de alguém. As crianças, seus responsáveis, facilitadores e toda a equipe do projeto terão vivência em círculos. A temática e objetivos dos círculos ocorrerão conforme a necessidade do momento”, pontuou Silvia Canela.

Projeto Comunidade Restaurativa

O Projeto Comunidade Restaurativa é realizado, desde 2017, no bairro do Ambrósio, e já promoveu transformações profundas no meio social daquela comunidade, localizada na área portuária de Santana. A ação, desenvolvida pelo NMCPR em parceria com o Juizado Especial Cível e Criminal da cidade, estabeleceu relações mais saudáveis, atuando na prevenção da violência, resolução de conflitos por meio dos círculos de diálogos, empoderamento das pessoas e a busca por despertar o senso de pertencimento entre os moradores do lugar.

E, ainda, com a resolução de antigos conflitos, formação de facilitadores e a pintura artística das casas, contribuindo para melhorar a estética das moradias e, com isso, criando um ambiente mais lúdico, que estimule a sensação de bem estar e eleve autoestima dos moradores.

Mais informações:

Núcleo de Mediação, Conciliação e Práticas Restaurativas: 96 99104-4057 (de 9h às 13h)

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá

Repiquete é Memória. Desfile dos 50 anos da Assembleia de Deus, em 1972

Desfile da igreja Assembleia de Deus, na rua Cândido Mendes.

Segundo informações do pastor Oton Alencar, repassadas ao blog pelo pastor Iaci Pelaes, esse desfile ocorreu em 1972, por ocasião dos festejos dos 55 anos da Assembleia de Deus no Amapá, que foi fundada em 1917, sendo a primeira igreja evangélica a se instalar em Macapá.

Desfile Assembleia de Deus

Prefeitura anuncia o 1° Festival da Canção Macapaense com R$18 mil em premiação para os vencedores

 

A Prefeitura de Macapá anunciou nesta segunda-feira (28) a realização do 1° Festival da Canção Macapaense (Fescam), criado para fomentar a produção musical na capital. O investimento é de aproximadamente R$18 mil em premiações para valorização da música amazônica, com recursos oriundos da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), através do Programa Macapá tem Cultura.

Foto: Gabriel Flores

O prefeito de Macapá, Antônio Furlan, destacou que a cultura é prioridade na gestão. “Hoje anunciamos o Fescam, que é o segundo edital cultural de 2021. Este projeto é uma ação do município com participação dos trabalhadores da cultura, que pretende despertar o interesse da população e mostrar a importância da arte da composição’’, comenta.

 

‘’O Fescam será realizado no CEU das Artes da zona norte, com transmissão virtual, devido às restrições da pandemia da Covid-19. Quem sabe a próxima edição seja produzida de maneira presencial, nos nossos pontos turísticos’’, reforça o prefeito.

 

De acordo com o diretor-presidente da Fumcult, Alain Cristophe Medeiros, os compositores macapaenses esperavam ansiosos por um festival.

 

‘’Neste momento que enfrentamos o coronavírus, fica difícil pensar em apresentações musicais com plateia. Os artistas precisam de ações como o festival, que revelará novos ícones da música macapaense. O edital estará disponível nos próximos dias, mas já adianto que pessoas a partir de 18 anos poderão participar’’, informa o presidente.

 

Fescam

No primeiro momento, o Fescam selecionará vinte canções, que serão apresentadas em caráter classificatório, em duas noites de exibições virtuais. A fase final contará com dez canções escolhidas. Elas serão registradas em um álbum virtual, que será disponibilizado para download em plataformas digitais.

 

Segundo o diretor musical Paulinho Bastos, responsável pelo projeto do Festival da Canção Macapaense, a proposta garante valorização dessa prática e difusão da cultura local.

 

‘’Acredito que o Fescam seja o primeiro festival na versão municipal. Ele atenderá tantos os artistas renomados, quanto os novos, que por falta de oportunidade não conseguem divulgar o seu trabalho. A ação é importante no cenário cultural, pois incentiva a prática composicional de letras de músicas. Agradeço ao prefeito pela sensibilidade com a cultura local’’, disse Bastos.

 

Critérios e premiações

O Fescam estará disponível para Pessoas Físicas, com idade acima de 18 anos, residentes no município. Será permitido apenas uma inscrição por autor. Poderão participar da seleção somente canções em língua portuguesa inéditas, com duração máxima de quatro minutos.

 

O conteúdo das músicas não pode trazer mensagens políticas, religiosas, incitação à violência, discriminação de qualquer gênero e citação de marcas comerciais. Além disso, as músicas não podem ter sido reproduzidas, comercializadas ou trazidas ao conhecimento do público por quaisquer meios.

 

O primeiro lugar receberá como premiação o valor de R$8 mil. O segundo lugar ganhará R$4 mil e o terceiro lugar levará a quantia de R$3 mil. Serão premiados também o Melhor Arranjo e o Melhor Intérprete, com R$1 mil para cada quesito. Além da Música Popular, com a quantia de R$500, que contará com votação online.

 

Todas as categorias ganharão troféu de reconhecimento e todos os autores, intérpretes, músicos e demais participantes receberão certificado de participação 0enviado em formato digital.

 

Apresentações

As apresentações das canções selecionadas poderão ocorrer em formato solo ou em conjunto. A Fumcult disponibilizará uma banda base, constituída por um teclado, um contrabaixo elétrico, uma guitarra (ou violão), uma bateria e um set de percussão.

 

O Fescam será executado em três dias. Em decorrência da pandemia da Covid-19, as apresentações serão virtuais, seguindo todos os protocolos sanitários. A transmissão ocorrerá pelas redes sociais da Prefeitura de Macapá e parceiros do projeto.

 

O edital será publicado nos próximos dias, na aba editais e publicações da Fundação Municipal de Cultura. Nele constará informações completas sobre o processo de inscrição no Fescam. Os compositores e demais agentes musicais serão avisados através do site e das redes sociais da Prefeitura de Macapá.

 

 

Cronograma

 

30/06 à 15/07/2021– Período de inscrição

 

16/07 à 18/07/2021– Curadoria das músicas inscritas

 

19/07/2021 – Divulgação das músicas pré-selecionadas

 

20/07/2021 – Período de recursos

 

21/07/2021 – Análise de recursos

 

22/07/2021 – Resultado final das músicas selecionadas

 

24, 25, 26, 31/07, 12 e 13/08/2021 – Período de ensaios

 

19/08 à 21/ 08/ 2021 – Passagem de Som

 

29/07 e 30/ 07/ 2021 – Mostra Competitiva

 

31/ 08/ 2021 – Cerimônia de Premiação

 

 

MPF apresenta projeto de alimentação regionalizada em escolas indígenas do Amapá e norte do Pará

Além de oferecer alimentos mais saudáveis, iniciativa também pretende incrementar renda das famílias e fazer cumprir a legislação sobre alimentação escolar

Garantir o direito à alimentação regionalizada em escolas indígenas, quilombolas e em outras comunidades tradicionais. Esse é o objetivo do Projeto Mesa de Diálogo Permanente Catrapovos Amapá. Para iniciar a implementação do projeto para os povos do Amapá e do norte do Pará, o Ministério Público Federal (MPF) organizou, na tarde da última sexta-feira (25), uma reunião online com representantes de comunidades tradicionais e de órgãos públicos para apresentar o programa.

A iniciativa também contribui para incrementar a renda das famílias e para o cumprimento da legislação que determina que pelo menos 30% dos recursos destinados à alimentação escolar devem ser utilizados na agricultura familiar. 

 

Iniciado no estado do Amazonas, o programa, que está em processo de expansão pelo país, busca discutir ações e medidas voltadas a viabilizar a compra, pelo poder público, de itens produzidos diretamente pelas comunidades tradicionais para a alimentação escolar. Coordenada pelo MPF, a estratégia foca em assegurar uma alimentação mais saudável, fresca e variada aos estudantes. A iniciativa também contribui para incrementar a renda das famílias e para o cumprimento da legislação que determina que pelo menos 30% dos recursos destinados à alimentação escolar devem ser utilizados na agricultura familiar.

Na abertura do evento, o procurador da República Alexandre Guimarães, titular do ofício que trata das matérias sobre comunidades indígenas e populações tradicionais no MPF no Amapá, explicou que o objetivo da reunião é institucionalizar um grupo de trabalho, de modo a colocar o projeto em prática no Amapá e norte do Pará. Em seguida, o procurador passou a palavra a Fernando Merloto, procurador da República que coordena o projeto no Amazonas há cerca de cinco anos.

Merloto conta que a ideia do projeto surgiu após visita a uma população indígena no Amazonas, em que foi verificada a insuficiência do fornecimento de alimentação escolar, além de produtos inadequados ao contexto da alimentação tradicional. “Percebemos que havia um problema: os indígenas tinham a produção, mas faltavam mecanismos para que as compras públicas fossem feitas diretamente dessas comunidades”, explica o procurador.

Assim, iniciou-se uma série de articulações para difundir conhecimento sobre as compras públicas entre os produtores, torná-los aptos a participarem dos processos de compra e também desburocratizar o processo de compra, envolvendo os órgãos públicos responsáveis pelos trâmites. Fernando Merloto apresentou, ainda, o resultado do programa no estado do Amazonas. Entre 2016 e 2018, os municípios amazonenses que cumpriram a cota destinada a compra da produção familiar subiu de 21% para 34%.

Cerca de vinte pessoas participaram da reunião virtual. Além dos membros do MPF e de representantes das comunidades indígenas e tradicionais, estiveram presentes no encontro a defensora pública do estado do Amapá Luma Pacheco, o advogado da União Utan Galdino, o promotor de Justiça Anderson Batista de Souza, Sineide Neres, representante da Fundação Nacional de Desenvolvimento da Educação, o defensor público da União Fábio Sampaio e Carmen Gouveia, gerente do Núcleo de Alimentação Escolar da Secretaria de Estado de Educação do Amapá.

Assessoria de Comunicação Social
Ministério Público Federal no Amapá

Falta de cuidados com a pandemia são cada vez mais flagrantes em Macapá.

Não é de hoje, após as medidas de isolamento serem flexibilizadas, voltou a se presenciar a aglomeração de pessoas nos espaços públicos da capital.

Nos finais de semana é possível ver a presença de muitas pessoas reunidas na orla e em outros espaços públicos, as quais se reúnem sem o distanciamento apropriado e sem fazer o uso de máscara, o que facilita a transmissão do vírus da covid-19, podendo isso causar uma nova onda de contaminação.

Vale lembrar, que apesar da vacinação estar avançando, muitas pessoas ainda aguardam sua vez para se vacinar, e que mesmo com as duas doses do imunizante, as pessoas ainda podem vir a se infectar e transmitir o vírus, mesmo sem sentirem os sintomas.

Somente com a colaboração de toda a população que a pandemia irá acabar, enquanto não houver uma conscientização coletiva, corremos todos o risco de uma  nova onda de contaminações, o que afetaria empreendimentos e pessoas.

Já perdemos muitas vidas devido a falta de cuidado, por isso fazemos um apelo para que você nosso leitor e também seus familiares respeitem as medidas de restrição, usem máscara e permaneçam com os cuidados.