Ainda morador de Santana, Clécio Luís está se aprofundando na vocação portuária do município

O ex-prefeito de Macapá, Clécio Luís, que é pré-candidato a governador, resolveu ficar morando mais um mês no município de Santana.

Clécio está dedicando esses dias a se aprofundar em conhecimentos, na prática, sobre a vocação portuária do município de Santana e seus diversos engajamentos econômicos, como a pesca, estaleiros, exportação de açaí, entre outras tantas.
Nesta terça-feira, 30.06, ele dedicou o dia inteiro a área portuária: Tomou café com trabalhadores do Porto do Açaí, depois esteve na cooperativa e colônia dos pescadores, almoçou na região portuária e visitou empreendedores e trabalhadores, além de ir ao Porto do Greco e ao Porto municipal, que está com uma empresa privada.


Esses dias, Clécio vai fazer ainda o Delta do Matapi, terminal de combustível, antigo porto de minérios, e áreas de indústria de barcos.

“São muitas vocações. Tem a parte das embarcações populares, comércio forte, mecânica de motores, estaleiros,  entre tantas outras. A vocação portuária de Santana é realmente impressionante”, disse Clécio Luís ao blog.  “Esse tempo em Santana tem sido valiosa matéria-prima para o meu aprendizado”,  diz ele.
Clécio resolveu ficar mais um mês no município , porque ainda quer dedicar uns dias a conversar com os moradores antigos de Santana.
Seguindo sua decisão de passar um tempo em todos os municípios do Amapá, em agosto, Clécio faz sua mudança provisória para Laranjal do Jari.

 

 

  • Sem sombra de dúvidas o melhor e mais atuante político de Macapá, senão vejamos,qual dos políticos macapaense teve a preocupação de ir pra dentro dos municípios morar e sentir as alegrias,tristezas,costumes e crenças do povo, parabéns Clecio,vc me representa.

  • Na gestão Clécio, Macapá, q era a capital q mais matava no trânsito no país se tornou a segunda q menos mata, ruas foram asfaltadas, inclusive com geogrelha (uma tecnologia alemã q já tá dando problemas no asfalto) e começaram as obras do BRS na capital (pena q a nova gestão paralisou as obras).

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