“Eu posso ser firme, inclusive na defesa dos direitos da mulher, mas jamais fui violento”, desabafou Clécio 50 hoje pela manhã durante sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Macapá. Clécio fez questão de recolher assinaturas para requerimento autorizando a suposta liderança feminista Leila Viana do Carmo a usar a tribuna. Leila é autora da “representação” que pede o impeachment de Clécio com base em declarações feitas no twitter.
“Faço questão de ouvi-la e lamento que a senhora esteja sendo usada por pessoas inescrupulosas que querem cassar o meu mandato, para em seguida pedir a cassação do registro da minha candidatura a prefeito de Macapá. Essa é a armação que tem por trás do seu pedido”, afirmou Clécio. Leila subiu à tribuna, se expressou com muita dificuldade, atropelando as palavras, mas não apresentou nenhuma prova ou evidência das denúncias que assinou.
As contradições se sucederam no episódio de hoje da CVM. O grupo de mulheres que acompanhava Leila na sessão, levado para fazer coro às suas denúncias, acabou por aplaudir Clécio após as palavras do vereador. Ao subir à tribuna, Leila disse ter “ouvido no twitter” sobre as acusações contra Clécio. Isso sem se dar conta de que as afirmativas no microblog foram feitas por escrito.
Após os dez minutos regimentais utilizados por Leila, a vereadora Adriana Ramos (PTC), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da CVM, disse que as denúncias contra Clécio não tinham fundamento por falta de provas e pediu o arquivamento da representação. Vários vereadores, inclusive de oposição ao PSOL, manifestaram apoio a Clécio e o presidente da Casa, Rilton Amanajás (PSDB), acolheu o pedido de arquivamento.
Assessoria Clécio 50

