Uma nova Macapá. É o que queremos

*por Domingos Dias

Não há dúvida de que a missão de resgatar o velho pseudônimo de Macapá (Cidade jóia da Amazônia), é algo que o prefeito recém empossado, Clécio Luis, terá que trabalhar muito para conseguir.

Não bastasse o caos diário vivido pelos habitantes da cidade, como falta de segurança, ruas esburacadas, unidades básicas de saúde fechadas, transporte coletivo precário e tantos outros problemas, no final do ano passado (fim também da administração de Roberto Góes), agravou-se a questão da falta de coleta de lixo, transformando a cidade em um verdadeiro lixão.

Além de todas as situações já elencadas, o verdadeiro buraco financeiro deixado pela última administração (que por sinal foi desastrosa), faz com que os habitantes preocupem-se ainda mais com Macapá.

Em meio a tudo que está acontecendo, uma situação incomum. Mesmo com inumeráveis adversidades, as pessoas têm esperança. Essa verdadeira onda de esperança parece ter dois motivos: o alívio pela vitória conquista e a fé por novos tempos.

Eu explico. O alívio pela conquista se dá por conta do verdadeiro caos institucional que nos acostumamos a ver nos últimos quatro anos. A população se cansou de ver o administrador de sua cidade invariavelmente na mídia nacional, como suspeito disso, acusado daquilo. Foi às urnas em outubro passado e escolheu um novo caminho. Um caminho que reuniu as forças progressistas de Macapá. Um gesto ousado e de esperança.

Graças a essa vitória, que aliás muitos duvidavam, finalmente os habitantes de Macapá puderam experimentar um novo sentimento. A esperança, a fé por novos tempos.

Conseguir expurgar o grupo da harmonia da administração da capital, à exemplo do que já havia acontecido com o Estado em 2010, pode ser considerada a maior vitória de 2012. Uma das grandes conquistas do povo de Macapá em anos.

Fraudes em licitações, destruição de provas, corrupção e tantos outros crimes que tornariam esse texto mais do que longo, foram algumas das práticas da última administração. Práticas que levaram a cidade ao caos administrativo.

Dentre todas as ações escusas do grupo harmônico no comando da prefeitura, destaco uma. A demissão em massa em novembro passado (alguns dias após a derrota nas urnas). Qual o motivo desse verdadeiro desespero? Muitas pessoas que levantavam a bandeira da harmonia há anos (e que também estavam na folha de pagamentos da prefeitura) foram demitidas sem qualquer aviso prévio pelo prefeito que eles queriam reeleger. Algumas dessas pessoas tiveram um péssimo final de ano, com dívidas e tudo mais. A verdadeira razão pra isso ninguém sabe. Há quem especule que o prefeito à época precisava preencher um buraco financeiro nos cofres da prefeitura, mas isso até agora não foi confirmado (ainda).

Não poderíamos deixar de destacar uma prática da antiga administração de nossa capital. A insistência em não firmar parcerias com o Governo do Estado. Ora, só porque era de campo político diferente, o então prefeito Roberto Góes penalizava a população e não fazia parcerias com o governador Camilo?

Devemos ter consciência de que por muitas vezes a administração estadual tentou o diálogo para que fossem firmadas ações conjuntas com o objetivo de melhorar a vida das pessoas que moram em Macapá. Infelizmente isso não aconteceu porque o prefeito preferiu desgastar o Governo do Estado. Indo pra mídia (a mesma que ele pagava) com o seu discurso de independência, vitimizando-se, quando na verdade todos sabemos que ele não firmou parcerias com o Governo do Estado porque não é adepto da política de transparência. Até mesmo por isso, que nenhum de nós sabe (ou sabe) ao certo o que foi feito com o dinheiro da prefeitura nos últimos quatro anos.

Talvez nunca saibamos o que acontecia no prédio da prefeitura de Macapá durante a administração azul. Só ficaram as contas a pagar e o caos institucional implementado. E também algo novo. A onda de esperança por novos tempos. A fé de que a administração popular (como vem sendo citada) possa superar os problemas deixados. Mais do que isso. Que as forças progressistas que ajudaram a eleger Clécio Luis, possam novamente se unir. Dessa vez para resgatar o título que nossa cidade merece. De cidade jóia da Amazônia.

 

* Domingos Dias é acadêmico de História na UNIFAP e secretário nacional de comunicação da Juventude Socialista Brasileira – JSB

63 anos do Estádio Glicério Marques

PMM faz programação esportiva para festejar a data

 

Programação de aniversário

12h- inicio do evento.

14h30- Jogo de Convidados

15h35- jogo entre instrutores das escolinhas.

16h10 Jogo das entidades desportivas do estado e município.

16h50 Final do campeonato Sub-15

18h Solenidade de entrega das placas e homenagem aos ex-jogadores e ex-funcionários.

19h jogo com os ex-jogadores.

20h Shows de pagode e samba.

Ambulancha que atende comunidades do Bailique está desaparecida

Técnicos da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) informaram ao secretário Anderson Walter o desaparecimento de uma ambulancha que deveria atender as comunidades que compõem o Distrito do Bailique, distante 180 km da capital. O fato foi constatado durante o levantamento patrimonial que está sendo realizado pela Semsa.

 

O Secretário de Saúde, Anderson Walter, disse que vai registrar um Boletim de Ocorrência (BO) para que a polícia possa investigar o paradeiro desta embarcação.

 

“Estamos tomando todas as providências cabíveis a esta situação. A ambulancha realiza um trabalho de fundamental importância nas comunidades ribeirinhas”, ressaltou o secretário.

 

A Ambulancha de pequeno porte serve como via de transporte para usuários que necessitam de remoção de urgência até a Unidade de Saúde do Bailique, localizada na Vila Progresso. Até o momento nenhum funcionário soube informar desde quando este serviço não está sendo realizado.

 

Janine Cruz

Ascom/Semsa

 

Asscom Prefeitura Municipal de Macapá

A Caricatura do Atraso

Por Marco Antonio Chagas. Doutor em desenvolvimento socioambiental pelo NAEA/UFPA e professor da UNIFAP/Curso de Ciências Ambientais

 

Um dos maiores desafios da ciência é explicar as diferenças de desenvolvimento entre as nações. Prevalecem as teses sobre colonização e regimes ditatoriais, mas também sobre determinismo ambiental e cultural, entre outras. Somos realmente atrasados?

O saque das colônias pelas metrópoles europeias tem forte aceitação pela ciência, incluindo argumentos favoráveis ao acúmulo de riqueza pelas nações colonizadoras em detrimento de perda de capital natural pelas colônias e a consequente afirmação das teorias “metrópole e periferia”, “ricos e pobres”. O saque continua, só que agora recebe o timbre “produto sustentável”.

Os regimes ditatoriais não somente respondem pelo atraso das nações como também pela forma mais perversa de autodestruição, pois na maioria dos casos, a disputa pelo poder político levou à chacina de pessoas de forma indiscriminada, por vezes dizimando famílias pela morte ou pela saudade. As guerras civis do Camboja, Angola, África do Sul e dos Países da Primavera Árabe”, representam essa categoria de países que ficaram para trás no desenvolvimento. No Brasil, o regime ditatorial gerou atraso e agora sobrevive camuflado pelas nomeações políticas sem concurso público.

O determinismo ambiental sustenta que o desenvolvimento de países é influenciado por causas ambientais naturais ou antrópicas, incluindo o clima, a geologia, a água. Essa tese, em alguns momentos ilustrou relatórios oficiais de agências internacionais de desenvolvimento, que faziam referência ao atraso de nações devido à condição climática, à localização em áreas de risco geológico, entre outros. Sabe aquela “leseira” que acomete os moradores dos trópicos em dias muito quentes? Pois é! Em resposta, trabalhamos dois turnos, mesmo que o segundo seja uma enganação oficial pactuada.

Entre as novas teorias para explicar o atraso das nações, o determinismo cultural aparece complementando as demais teorias e ofertando um conjunto de hipóteses para investigação pela ciência. Como determinadas sociedades conseguem se organizar para resolver problemas comuns? O que determina as transformações de uma sociedade individualista em solidária?

Preconceito ou não, o determinismo cultural aproxima a racionalidade necessária para entender e planejar os instrumentos de desenvolvimento regional, sobretudo quando se considera a miscigenação do povo brasileiro, tão bem caracterizadas em “Casa Grande e Senzala”, obra de Gilberto Freire e leitura obrigatória para aqueles que insistem em caricaturar politicas públicas baseadas em modelos exógenos e vivem se debatendo com os problemas de uma realidade que nunca está errada.

Marco Antonio Chagas é doutor em desenvolvimento socioambiental pelo NAEA/UFPA e professor da UNIFAP/Curso de Ciências Ambientais

 

Blecaute

Um apagão de energia atingiu todo o estado do Amapá na noite de ontem, quinta-feira. Só ficaram fora do blecaute os muncipios de Oiapoque e Laranjal do Jari, que recebem energia através de sistemas isolados.

O problema foi causado por uma falha na Hidrelétrica do Paredão, que é da Eletronorte. Até ontem a empresa ainda estava estudando as causas da pane.

O diretor técnico da CEA, Jucicleber Castro, disse ao blog que o problema no Paredão, impactou nas usinas termoelétricas operadas pela CEA e Soenergy. A energia começou a ser restabelecida aproximadamente duas horas depois, iniciando pelos alimentadores de hospitais e Caesa. A CEA aguardava informações da Eletronorte sobre o que causou a falha no sistema.

Coletiva

O gerente regional da Eletrobras Eletronorte, Marcos Drago, e o presidente da CEA, José Ramalho, concedem entrevista coletiva nesta sexta-feira, 11 de janeiro de 2013, às 09 horas, no auditório da Eletrobras Eletronorte, na rua Paraná com a av. Antonio Coelho de Carvalho, bairro Santa Rita.

Em pauta o desligamento ocorrido na noite desta quinta-feira, 10 de janeiro, em torno de duas horas, das 19h30 às 21h30. Técnicos da Eletrobras Eletronorte e CEA trabalham para identificar a causa do desligamento no Sistema Amapá e a demora no pleno restabelecimento do fornecimento de energia. (Assessoria de Comunicação)

 

Gestão Criminosa

Enquanto a população padecia nas Unidades de Saúde de Macapá, olhem como a gestão do PDT tratava equipamentos, instrumentos e medicamentos, que deveriam estar servindo para curar e prevenir doenças.

Descaso: PMM confirma denúncias de medicamentos e equipamentos hospitalares abandonados em depósitos

 

Duas denúncias de descaso com o dinheiro público e com a população levaram técnicos da Secretaria de Saúde do Município (Semsa), da Vigilância Sanitária e da Guarda Civil Municipal aos depósitos onde estariam guardados os medicamentos. A visita para constatação do que foi relatado, com pedido de segredo quanto à fonte, aconteceu na manhã desta quinta-feira, 10. Os técnicos confirmaram que nos dois locais havia grande quantidade de medicamentos que deveriam ter sido usados nas Unidades Básicas de Saúde da sede da capital e distritos.

Medicamentos, equipamentos como balança infantil, bebedouro lacrado, e equipamentos como autoclave, usado para esterilizar instrumentos, kit para exame de PCCU, soros, gel para utrassonografia, livros para orientação de agentes comunitários de saúde, documentos com termos que comprovam doações do Ministério da Saúde para o município, dentre outros materiais, foram encontrados.

Alguns medicamentos estão no prazo de validade, outros devem ser descartados. Há equipamentos que podem ser recuperados, outros não.

Causou indignação a quantidade de medicamentos que perderam o prazo de validade, como para hanseníase, tuberculose, diabetes, hipertensão e remédios como o paracetamol.

“É dinheiro jogado fora, são medicamentos e equipamentos caros, que deveriam estar salvando vidas e prevenindo doenças. A população padeceu por causa desse tipo de atitude. Não podemos permitir que fatos como esse volte a acontecer. Vamos apurar para que os responsáveis sejam punidos”, disse o prefeito Clécio Luis, que acompanhou a inspeção.

O primeiro depósito visitado fica no bairro Jardim Felicidade I. O proprietário fez a denúncia e relatou que em outubro de 2012 foi procurado por funcionários da Prefeitura de Macapá (PMM) para alugar o espaço. Com a promessa de que o contrato seria assinado, ele entregou as chaves do local e o material foi transferido. Ele procurou a atual gestão da Semsa para comunicar que no depósito estavam materiais hospitalares e que estava exalando um cheiro anormal, o que levou os profissionais até o depósito.

No bairro do Trem, outra denúncia causou a segunda vistoria. O galpão estava fechado, porém, o proprietário permitiu que os cadeados fossem arrombados porque não estava com as chaves em mãos. Dentro, mais demonstrações de descaso: foram encontrados caixas com espéculos para preventivos, bacias em inox, documentos oficiais da Secretaria e do Ministério da Saúde, prontuários de pacientes e outros.

A especulação de que materiais escolares estariam no local não procedeu completamente. Apenas carteiras quebradas foram achadas.

A secretária adjunta da Semsa, Daniela Pinheiro, informou que o Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado e será feita uma perícia para que as providências sejam tomadas e os responsáveis penalizados.

 

Mariléia Maciel

Asscom Prefeito Clécio Luís


Amapá dá passo decisivo para sua industrialização com a construção da primeira siderúrgica

Grupo Zamin confirma ao governador Camilo Capiberibe investimento de US$ 120 milhões no Amapá

Dentro de 18 meses entrará em operação o primeiro alto-forno para produção de ferro-gusa do Amapá, etapa inicial para a construção da primeira siderúrgica do Estado. Com investimentos de US$ 120 milhões do grupo Zamin Ferrous, sediado em Londres (Reino Unido), o projeto e o plano de investimentos foram apresentados nesta quinta-feira, 10, ao governador do Amapá, Camilo Capiberibe, pelo proprietário e presidente da corporação indiana, Pramod Agarwal.

A reunião com o staff da companhia, que recentemente adquiriu o controle da Anglo Ferrous, aconteceu no Palácio do Setentrião. Além do governador, estavam presentes o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Mineração, José Reinaldo Picanço; o prefeitos de Santana, Robson Rocha; de Pedra Branca do Amapari, Wilson de Souza; e de Serra do Navio, José Maria Lobato, municípios que serão diretamente beneficiados pelo empreendimento. Pela Zamin Ferrous, participaram Pramod Agarwal (presidente do grupo), Malay Mukherjee (CEO global), Atul Injatkar (diretor geral da Zamapá, subsidiária do grupo), e os executivos Antonio Cau e Jay Shah.

Segundo o cronograma apresentado pelos executivos do grupo Zamin, a implantação da primeira siderúrgica do Amapá se dará em duas etapas. Em 18 meses, a empresa vai investir US$ 60 milhões na construção de um alto-forno para produção de ferro gusa. A planta industrial será localizada na área que pertencia à Sólida Mineração S/A, no Distrito do Coração, em Macapá. Nessa fase, serão empregadas 1.000 pessoas. Ao término, serão contratados 200 trabalhadores para operar a produção de ferro-gusa.

A construção do segundo alto-forno destinado à produção de aço está prevista para doze meses, com investimento de US$ 60 milhões. De acordo com o projeto, 600 pessoas serão contratadas e, ao final da obra, 100 trabalhadores irão operar a aciaria. O aço proveniente do Amapá será utilizado na produção de máquinas agrícolas, eletrodomésticos, indústria automobilística, construção civil, mineração e fundição.

Salto industrial

“Com a implantação da primeira indústria siderúrgica no Estado, o projeto da Zamin Ferrous representa o primeiro passo para a industrialização do Amapá, que sairá da condição de fornecedor de matéria-prima mineral para a produção de aço, voltado aos mercados local, nacional e para a exportação”, avaliou Camilo Capiberibe.

O governador acrescentou que “além da verticalização industrial com produto de valor agregado, o empreendimento vai gerar 1.900 empregos diretos, impulsionar a construção civil, estimular novos negócios e gerar mais impostos. Com isso, vamos reduzir a dependência do Amapá em relação às transferências de recursos federais, hoje, da ordem de 65% das nossas receitas”.

Ao anunciar os investimentos, Pramod Agarwal destacou o excelente ambiente político do Amapá para novos empreendimentos. “O primeiro alicerce para o sucesso de qualquer empreendimento de verticalização consiste em ganhar o apoio político, especialmente do governador do Estado, como acontece agora”, frisou.

Além da ambiência política favorável, o proprietário do grupo empresarial ressaltou outros dois fatores fundamentais para a decisão de investir no Amapá: a matéria-prima local, no caso, o ferro de Pedra Branca do Amapari, e a energia de qualidade.

Pramod Agarwal destacou também a logística existente no Amapá, especialmente o Porto de Santana, onde serão desembarcados os equipamentos para a construção dos dois alto-fornos e, futuramente, servirá para escoar a produção do aço produzido no Estado.

O presidente da Zamin Ferrous acentuou que irá contratar, preferencialmente, mão-de-obra local tanto na fase de construção como na operação da produção de ferro-gusa e aço. Ponderou, no entanto, que irá precisar de, pelo menos, dez vistos para trazer profissionais especializados do exterior, que atuarão na fase de construção da aciaria.

Governo do Amapá vai investir R$ 30 milhões

Com relação ao fornecimento de energia, o governador Camilo Capiberibe confirmou que o Estado do Amapá vai investir R$ 30 milhões, valor da isenção do ICMS, para a construção de um linhão que levará energia elétrica da Hidrelétrica da Ferreira Gomes Energia, até os municípios de Pedra Branca do Amapari, base da extração do minério de Ferro, e serra do Navio.

“Diante das metas agressivas do projeto apresentado, vamos trabalhar de forma conjunta para cumprir esse cronograma, por isso, o acordo para construção do linhão até Pedra Branca do Amapari, que foi selado com a Anglo Ferrous, será mantido e executado na implantação do polo siderúrgico da Zamim Ferrous”, garantiu.

O governador também disse que vai encaminhar à Assembléia Legislativa o pedido para autorização de concessão da linha férrea no transporte de minério de ferro de Pedra Branca do Amapari até os alto-fornos que a Zamin Ferrous vai construir no Distrito do Coração, em Macapá.

Autorização da Assembleia

No almoço oferecido por Camilo Capiberibe aos empresários na Residência Oficial do governador, o presidente da Assembleia Legislativa, Júnior Favacho, disse que receberá os executivos do grupo Zamin Ferrous neste sábado, 12, para uma audiência.

“Vamos apreciar a anuência da reivindicação e, assim que o pedido formal do governador Camilo Capiberibe sobre a concessão da estrada de ferro chegar ao Parlamento, ele transitará pelas comissões específicas e deverá ser votado após o recesso parlamentar”, garantiu Júnior Favacho.

Régis Sanches/Secom

Queda de árvore

Árvore que caiu agora a tarde, na avenida Coriolano Jucá, entre General Rondon e Tiradentes, em frente ao jornal Diário do Amapá

Foto postada no twitter pela jornalista Ziulana Melo

Bloco na Rua

Equipe de eventos do governo, decidiu que o estado não vai patrocinar o desfile dos blocos este ano. Em minha humilde opinião, o governo está certo.
Pra quê patrocinar os blocos, se os abadás são vendidos e não é um desfile contemplativo que a população queira assistir?

Ao longo dos anos, o que se vê, são as arquibancadas do sambódromo vazias nos dias do desfile dos blocos. É que bloco é pra curtir e brincar, não para assistir.

Penso que os blocos deveriam sair em seus bairros, usar a orla, o centro ou fazer circuitos alternativos. E cumprir o papel de animar a cidade nos dias de folia.
Gosto muito dos formatos dos blocos do Rio de Janeiro. Cada bloco sai em um local da cidade e em dia variados. O poder público patrocina carros de som e a estrutura e segurança das ruas. Não tem abadás e quem quer participar, vai atrás do trio elétrico.

Se os blocos de Macapá querem usar o estilo dos blocos da Bahia, que assumam os custos, por que esse modelo é comercial e dá lucros.
Mas a verdade é que os blocos de Macapá precisam achar sua identidade. Aquele modelo de desfile que eles fazem no sambódromo é muito sem graça.

O governo do estado propôs que os blocos fossem para os bairros, ou que fossem fazer o carnaval na orla. Os dirigentes não quiseram. Queriam que o estado bancasse uma banda da Bahia pra se apresentar no dia desfile e chamar público pra eles. O governo não aceitou.

Dê sua opinião sobre o assunto, aí na caixinha de comentários.

Como você acha que deveria ser o carnaval de blocos?

15 anos

Amigos Camilo e Claudinha Capiberibe festejaram ontem, dia 09, 15 anos de casados.

Desejo muitos anos de amor aos dois, junto com Cloé e João, frutos da família que eles formaram.

Achei Genial

O projeto Um Rio de Lazer, de práticas de esporte na orla de Macapá, que está sendo executado pelo GEA/SEDEL. Os esportes são praticados a noite, quando a maré está baixa, nas modalidades: futlama, voleibol, futevôlei, ruggby, capoeira, queimada e basquetebol de trinca.

Acho bacana a utilização da orla para prática de atividades saudáveis, e não apenas para beber e ouvir som alto.

E projetos como esse promovem inclusão social aos jovens pela via do esporte e podem criar uma identidade turística e de lazer diferenciada, na beira famoso Rio Amazonas

O projeto de revitalização da Escola de Música Amilar Artur Brenha inicia ainda esse ano

Um dos projetos da Fundação Municipal de Cultura começa a ser encaminhado é a reativação da Escola de Música Amilar Artur Brenha, que está parada há aproximadamente seis anos. Localizada no bairro Brasil Novo, na zona norte, foi fundada e desativada na gestão do ex-prefeito João Henrique. Em 2011 houve uma tentativa de reabertura, porém sem sucesso.

Na manhã da última quinta-feira, 03 de janeiro, a presidente da Fundação Municipal de Cultura, Márcia Corrêa, os diretores da área administrativa da Entidade, Artur Iudici e Marcelo Serra, juntamente com funcionários da Secretaria de Obras do Município de Macapá – SEMOB, arquiteta Jeanne Mescouto e o técnico em edificações Márcio Teles, visitaram o prédio da escola de música, constatando total abandono.

Os professores lotados na escola se sentem desmotivados em lecionar no local, que está infestado de pombos. O mau cheiro, provocado pelo acúmulo de urina e fezes desses animais por todo o prédio, torna a permanência no local impossível.

Neste primeiro momento, a equipe técnica da SEMOB constatou que será necessário mudar o forro, construir um palco, adaptar banheiros com acessibilidade e substituir  divisórias por paredes de alvenaria com revestimento acústico, além de outras adequações que deverão ser feitas no prédio da escola.

Pela tarde, em um encontro produtivo com os professores de música, ficou combinado que, enquanto a escola permanecer em reforma, o grupo vai ocupar uma sala na Fundação para capacitar professores da rede municipal de ensino com oficinas de musicalização.

Homenagem ao músico

Amilir Artur Brenha foi um grande instrumentista. Nascido no estado do Maranhão, mudou-se para o então Território Federal do Amapá em 1958, onde conquistou muitos amigos e exerceu influência na música regional.  Foi vereador em Mazagão , mas acometido por problemas de saúde, voltou para a capital, vindo a falecer em 1991.

Carolina Pessoa

ASCOM/FUNCULT

Lamento

Secretário de Educação, Professor Dr. Adalberto Ribeiro, entregou ao governador Camilo Capiberibe o cargo de secretário de estado de Educação.

O que vazou: Que a saúde de Adalberto reclamou e que cuidar da saúde ficaria incompatível com o stress da pasta.

Uma pena a saída de Adalberto. Que é um quadro técnico, competente e íntegro.

Assume interinamente a Professora Dra. Elda Araújo, que é secretária-adjunta.

Pelos bastidores noturnos, ontem, rolou a conversa de que o vereador Washington Picanço pode assumir a pasta, abrindo vaga na Câmara de Vereadores para Yuri Pelaes, que deixaria de tentar assumir a vaga da vereadora Neuzinha, ameaçada de cassação. Mas não consegui confirmar a informação.

 

Cardiologia no Pronto Atendimento do São Camilo

Equipe de Cardiologia  hospital São Camilo, envia informe ao blog:

É com grande satisfação que informamos que o Hospistal São Camilo oferece aos seus usuários o sobreaviso de cardiologia.

Assim o paciente que procurar o prontoatendimento do hospital e necessitar de uma avaliação cardiológica será,num curto espaço de tempo,atendido por um especialista.

Este serviço iniciou-se no dia 01/01/2013 e tem como objetivo melhorar o atendimento aos nossos pacientes,trazendo mais segurança,dignósticos precoces e tratamento eficaz o mais rápido.

A equipe conta com 5 cardiologistas(Antonio Furlan,Wilson Alfaia,Joseli Calandrine,Tatyana Magalhães e Eduardo Monteiro.)

O serviço está disponível para convênios e particulares.

Operação Pacto pela Paz inibe violência no primeiro fim de semana de 2013

No primeiro fim de semana de 2013, seis motoristas foram flagrados embriagados, onze Carteiras de Habilitação e 23 Certificados de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) foram apreendidos, além de 44 veículos removidos para o pátio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/AP).

Esse é o balanço da Operação Pacto pela Paz, anunciado nesta segunda-feira, 7, pelo secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública, Marcos Roberto Marques. “É um resultado positivo, pois abrimos o primeiro fim de semana de 2013 com o Pacto pela Paz. Os números mostram que conseguimos frear a violência no trânsito, especialmente no horário mais crítico, que vai de meia-noite às 5h30”, avalia Marcos Roberto.

Deflagrada na noite de sexta-feira, 4, a fiscalização conjunta da Polícia Militar, Batalhão de Trânsito, agentes do Detran/AP e Delegacia Especializada em Acidentes de Veículos se estendeu até as primeiras horas da manhã de segunda-feira, 7.

Durante os três dias, principalmente nos períodos da noite e madrugada, os agentes de segurança abordaram 630 veículos e expediram 155 notificações por irregularidades nos automóveis ou na sua documentação.

Também foi apreendida uma Carteira de Habilitação sob suspeita de falsificação. O documento e o condutor foram encaminhados para o Ciosp do bairro Pacoval.

“Preservar vidas”

Ao analisar o balanço dessa primeira operação do Pacto pela Paz em 2013, o secretário Marcos Roberto faz uma ponderação. “Embora nosso objetivo não seja prender pessoas e apreender veículos e documentos, os órgãos de segurança do Amapá continuarão agindo sob o rigor da nova Lei Seca”, diz.

Ele acrescenta que “a partir de agora, o Pacto pela Paz será constante, pois nossa meta é preservar vidas, reduzindo ainda mais as estatísticas de mortes e acidentes que deixam seqüelas graves nas vítimas no trânsito no Amapá”.

Marcos Roberto acentua que “ao mesmo tempo que atuamos de forma repressiva sob os ditames da Lei Seca, também procuramos conscientizar os cidadãos para tenham responsabilidade ao volante, pois as multas são pesadas e as fianças são altíssimas no bolso dos infratores”.

Próxima fase

Nesta terça-feira, 8, o secretário Marcos Roberto vai avaliar os resultados da fiscalização do fim de semana com a cúpula da Segurança Pública. O encontro também servirá para definir o planejamento das próximas etapas do Pacto pela Paz.

“Se no primeiro momento deflagramos a operação apenas com os órgãos de segurança do governo estadual, nas próximas etapas do Pacto pela Paz esperamos ter a colaboração da Polícia Rodoviária Federal, da CTMac (Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá) e do Ministério Público Estadual”, conclui Marcos Roberto.

Regis Sanches/Sejusp

Clécio consegue liberação das contas bloqueadas

O prefeito de Macapá, Clécio Luís, se reuniu nesta segunda-feira, 7, na sede da Justiça Federal do Amapá, na zona norte da capital, com o juiz Federal Felipe Andrade Gomes e o procurador da República Almir Teubl. O objetivo do encontro foi a liberação das contas da Prefeitura Municipal de Macapá (PMM) bloqueadas pela Justiça a pedido do Ministério Público Federal (MPF) em dezembro de 2012, após o MPF constatar indícios de desvios de verbas federais.
Conforme o prefeito de Macapá, cerca de R$ 7 milhões de recursos federais foram retidos com a medida judicial. De acordo com o levantamento da equipe técnica da PMM, ao todo 10 contas da prefeitura foram bloqueadas. Clécio Luis explicou aos magistrados que o pagamento dos agentes de endemias e comunitários de saúde do município depende da liberação.
O juiz Felipe Gomes explicou que o bloqueio foi em razão da constatação da precariedade nos serviços do município e a interrupção no pagamento de fornecedores e servidores da PMM.
Entretanto, os dois magistrados disseram entender que a medida foi para evitar a malversação dos recursos públicos por parte da gestão antecessora da Prefeitura de Macapá. O juiz Felipe Gomes encaminhará o pedido, protocolado hoje na Justiça Federal, ao MPF. Ele explicou que após um o retorno do processo à Justiça Federal, liberará as contas da PMM.
Após a liberação a PMM precisa de 48h para o pagamento dos servidores da saúde, por conta da compensação bancária. A iniciativa do prefeito foi acompanhada pelo do presidente do Sindicato dos Profissionais em Saúde do Amapá (Sindsaude), Dorinaldo Malafaia, presente na reunião. Clécio Luis enfatizou que o pedido foi feito somente hoje, por conta do recesso de fim de ano da Justiça Federal.
O encontro também contou com a presença dos secretários municipais da Saúde (Sensa), Anderson Walter, Finanças (Semfi), Paulo Mendes e do procurador Geral do município, Mannoel Dante Pereira, além de técnicos da PMM.
Compromisso com o trabalhador
O prefeito agradeceu a boa vontade dos magistrados e garantiu que os recursos liberados terão a destinação correta, o pagamento de servidores e fornecedores da PMM. Clécio Luís ressaltou ainda que a garantia da remuneração dos trabalhadores é prioridade em sua gestão e os cidadãos não podem continuar prejudicados pelos erros da gestão passada.
“Essa reunião foi mais uma medida do último item incluído no nosso Plano Emergencial, que consiste em honrar o que é de mais sagrado na vida de um trabalhador, o seu salário no final do mês. Já fizemos três liberações de pagamento de pessoal, e hoje, com a volta das atividades da Justiça Federal, após o recesso, conseguimos agilizar os desbloqueio das contas. Logo depois do trâmite judicial, de 48h, o dinheiro estará no banco, para o pagamento ser efetuado o mais rápido possível”, ponderou o prefeito Clécio Luis.
Elton Tavares/Ascom/PMM
Fotos: Nayana Magalhães