Uma Paulista Chamada Avenida

Republicando

Meio clichê e turistão. Mas sempre um dicão 

Em São Paulo, tire um dia inteiro pra caminhar na avenida Paulista. 

Opção para todos os gostos e bolsos. Cultura, gastronomia, compras de Shopping, artesanato, antiguidades, quinquilharias chinesas e contrabando bem na cara do capital. 

Na área tem tudo de muito. Livrarias, como a maravilhosa e imensa livraria Cultura. Teatros. Centros culturais. Vários cinemas. Feiras de antiguidade e de artesanato. (Alguns ainda fechados por causa da pandemia) 

Escolha o que mais gosta,  e entre em alguns desses lugares porque é quase impossível entrar em todos. Na bela Casa das Rosas. Na Reserva Cultural. No icônico MASP. No Novo Sesc Paulista e seu mirante . Itau Cultural, Centro Cultural FIESP e tantos outros. 

Casa das Rosas. Literatura e rosas

Tomar café, chopp ou fazer um lanche? Tem os melhores. Inclusive o estrelado pastel de feira da Maria. Um dos queridinhos de São Paulo. Que deu um passo a mais: da feira da Pacaembú para o coração da Paulista. 

Mas se quiser jantar ou almoçar muito bem, vá aos arredores, como a alameda Santos, paralela à Paulista , ou outras mil coisas na região . 

Eu e a amiga Leda, no descolado Spot

Aos domingos a Paulista é apenas sensacional. Fica fechada o dia inteiro para carros. A avenida é das pessoas. 

Música de rua. Dança. Artes de todos os tipos. De maneira organizada. (Um músico não atrapalha o outro) 

A Paulista fechada aos domingos foi obra de Fernando Haddad quando prefeito de São Paulo. Depois copiada pelo prefeito de Paris, que passou a fechar a Champs Elisès aos domingos também. 

Reka e Rafael no domingo da Paulista

 

Como diz o Premeditando o Breque em uma canção. “É tão bonito andar na cidade, de São Paulo”. 

Na Paulista então, é o melhor rolê aleatório para todas as tribos. 

Rolê com o sobrinho Marcelino Tithé

Vá. O destino é somente andar na Paulista. O resto vem! 

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