
Reconhece alguém na foto?
Escreve aí.
Por Ruy Smith
O Ministério Público Estadual promoveu, na última quinta feira, reunião com deputados da Comissão de Educação, para expor os resultados das investigações sobre irregularidades detectadas em licitações e contratos de vigilância da SEED. O resultado do trabalho aponta para fraudes que somam R$ 200 milhões do erário da educação do Amapá, indicando como principal responsável o atual secretário da pasta, Adauto Bittencourt.
É necessário dizer que subscrevi a representação inicial ao MPE, como membro da Comissão de Educação da Assembléia, presidida pelo deputado Moises Souza, mentor da denúncia. Ainda, acompanhei Randolfe Rodrigues, presidente do PSOL do Amapá, ao mesmo Ministério Público, quando entregamos a famosa fita de vídeo ao Procurador Geral Iacy Pelaes, por iniciativa do referido partido. A fita é pedagógica (perdoem o uso do termo, mestres) sobre as falcatruas objetos da investigação ministerial, falando das propinas, dos engendrados esquemas de burlar licitações e dos beneficiários ilegítimos.
Ao contrário dos supostos autores das peripécias criminosas, quiçá crentes da falência da instituição, daí o sentimento amplo e irrestrito de impunidade, apostamos no ideário republicano que norteia o MPE e na sua condição de fiador do princípio da moralidade da coisa pública. O resultado estamos assistindo agora, protagonizado por um MP que soube transpor as conveniências e os interesses menores, exercício próprio e diário de todo detentor de poder. Aplausos ao MP. Todo poder emana do povo, e em seu nome será exercido.
É preciso avançar, entretanto. Fortalecer a causa demanda arregimentar apoios. Quem mais, além da Comissão de Educação, do MPE e da OAB (já aderente) teriam interesse precípuo em garantir o bom uso do dinheiro da educação? O SINSEPEAP, claro! O Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá, presidido pelo professor Aildo Silva, é a primeira organização social que deveria estar no front , pois congrega os interesses de mais de 12 mil profissionais da educação do Amapá, soldados de primeira hora dessa luta. Aildo sabe que está devendo, pois ainda não deu um tiro sequer contra as hostes dos inimigos da educação pública apontados pelo MPE. Será que é receio do fogo amigo?
Procuro no site do sindicato (http://www.sinsepeap.org.br/portal/index.php) e não há qualquer menção ao caso; o mesmo ocorre no twitter (http://twitter.com/SINSEPEAP); muito menos no blog (http://www.sinsepeap.org.br/portal/blog.php). Estranho, penso eu! Notório que a mídia local, a exceção de blogs e sites da imprensa livre e outros raros noticiários da grande imprensa, não mencionou nada sobre o escândalo, mas essa pode até argüir que tudo é uma mera questão comercial, … mas o SINSEPEAP não.
Cadê o valoroso SINSEPEAP, aquele que em glorioso passado se insurgiu contra os atos perpetrados em desfavor da categoria, da escola, dos alunos, da educação pública? Um sindicato engajado na defesa da gestão democrática nas escolas há de perceber que não há nada mais democrático na educação pública do que buscar garantir que o dinheiro seja gerido com honestidade, produzindo os efeitos esperados!
É pública a parceria política que Aildo Silva mantém com o atual gestor dos recursos da educação. Em 2008, Adauto empenhou-se na reeleição do presidente do SINSEPEAP, articulando o apoio de todos os diretores e outros detentores de cargos em escolas, para o seu preferido. É fato, também, que a proximidade do presidente do sindicato com o patrão não auferiu melhorias significativas para a categoria, nem para a educação como um todo. Apesar da linguagem sofista empregada na defesa do plano de cargos e salários “presenteado” pelo atual governo estadual, os profissionais da educação têm hoje um poder aquisitivo menor que em 2002, e a categoria caiu no ranking nacional de melhores salários do setor em pelo menos 12 posições; a falta de merenda nas escolas é uma constante; o recurso para manutenção das unidades atrasa até 6 meses; o uso de contratos administrativos como estratégia eleitoral é explícito.
Mas, independente das relações políticas criadas e cultivadas com o patrão, não pode o professor Aildo Silva negar que sabia das pretensas irregularidades ocorridas na SEED, visto que o próprio presidente do PSOL, Randolfe, ao entregar a fita denúncia ao MPE, também o fez em relação ao SINSEPEAP, acompanhada de correspondência endereçada àquele presidente. Se ainda assim, como argumento pela inoperância da direção do sindicato em mobilizar-se contra o anunciado desatino, na ocasião Aildo lançasse mão da tese de que a questão era oportunismo da oposição, agora não cabe mais escamotear a realidade. O MPE investigou durante 8 meses e precisa ser apoiado em suas convicções. Todos que são favoráveis a educação pública têm a obrigação de fazê-lo, sem que isso signifique montar um tribunal de exceção para o julgamento sumário dos envolvidos. Ou o SINSEPEAP vai esperar que a justiça sentencie para posicionar-se? Ou mesmo nem isso? A luta sindical por uma educação de qualidade não admite o faz-de-conta, Silva!
Ruy Smith é Deputado Estadual e Engenheiro
Por Cláudia Chelala
A covardia está relacionada ao ânimo traiçoeiro, pusilanimidade, deslealdade, sordidez. Quando alguém ou um grupo de pessoas se prevalece de uma situação ou circunstância favorável sobre quem não tem condições equivalentes de defesa.
Sou macapaense, tenho 42 anos e nasci no Bairro da Favela, sou economista com mestrado realizado na Universidade de Brasília e doutorado na Universidade Federal do Pará. Sou professora da Unifap, contribuindo para a formação de centenas de jovens do meu Estado e aonde há quase quatro anos exerço a função de Pró-Reitora de Administração e Planejamento. Sou mãe de dois rapazes, esposa de um homem admirável, filha, irmã, tia, madrinha e amiga de um grande número de pessoas que a minha profissão me deu a oportunidade de conhecer.
Jamais tive meu nome vinculado a nenhuma agremiação partidária neste Estado e tampouco a nenhuma escola de samba, bloco de carnaval e sequer jamais fui ver a banda passar… Fui convidada para ser jurada do Carnaval 2010 justamente pelas características de imparcialidade com a qual busco me conduzir ante aos temas: partidos políticos e escolas de samba. Contudo e, para minha sorte, tive meu nome impugnado por razões que desconheço.
Para minha surpresa, por conta de uma série de confusões ocorridas na apuração do Carnaval 2010, estou sendo vítima de sórdidos ataques de pessoas (porque não posso chamá-los de Homens) tentando macular minha biografia no sentido de vincular minha imagem a uma série de eventos que não fazem parte da minha vida como fraudes, subornos, má-fé, etc. Esse cenário de bandidagem expõem nitidamente o caráter (ou melhor, a ausência dele) daqueles que assacam contra mim, uma vez que eu não estive no Sambódromo, não julguei ninguém, e não há como sustentar uma trama eivada de covardia.
A história tem reservado aos covardes um espaço inversamente proporcional as suas ações.
Nós cidadãos amapaenses gostaríamos de ver o mesmo empenho extravagante que alguns expõem durante os dias de folia, por exemplo, em Brasília, na luta pela incorporação no quadro de funcionários da União de parcela dos servidores municipais. Tal feito desoneraria a Folha de Pagamentos da Prefeitura Municipal de Macapá, possibilitando um aumento de salários aos valorosos servidores da PMM.
De igual maneira queremos segurança pública de verdade, em um Estado que se torna cada dia mais violento, ante a um serviço extremamente precário e divorciado das demandas sociais. Aproveito para solicitar ao Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil que observem a conduta de autoridades policiais que podem estar utilizando os veículos de comunicação para acusar inocentes sem provas.
Quanto à parcela da imprensa marrom, é bom que ela exista. Assim é possível separar o joio do trigo. Isso só realça os profissionais de comunicação que estão verdadeiramente prestando serviços a sociedade, daqueles que eu sequer vou me ocupar em tecer comentários, em função de sua absoluta ausência de vértebras.
A mim só resta agradecer as inúmeras mensagens de solidariedade de meus alunos, ex-alunos e colegas da Unifap, e dizer que estou processando judicialmente a todos que desferiram leviandades contra meu nome e a história de honradez e dignidade que construo dia-a-dia em todos os espaços que ocupo no meu Estado, e que não deixarei arranhar com um esdrúxulo e melancólico enredo de covardia.
Cláudia Chelala
Um espetacular nascer do sol, que se renova a cada dia, na frente da cidade de Macapá.
Foto: Do fera Fabiano Menezes.
Repercutiu Brasil a fora a denúncia de desvios de 200 milhões da Educação. Saiu na Folha de São Paulo, JB, Portal Terra e Blog do Noblat.
#vergonhapelosoutros
Abiu
Sindicato dos Professores, UNE, UECSA, ainda não se manifestaram em relação a tal fato, que compromete a formação de gerações.
Uma árvore inteira de abiu para entidades que ficarem caladas.
#pronto.falei.
Marketing
Governo veicula na propaganda oficial, filmete sobre o quanto é bacana a educação no Amapá.
#podemrirquandopassar
Camilo pede o afastamento de Secretário
Deputado Camilo Capiberibe deu entrada em requerimento na Assembléia Legislativa pedindo o afastamento do secretário de educação. O documento, que será votado pelos deputados até quarta-feira, 24, pede ao governador do Amapá, Waldez Góes (PDT/AP), através de ofício, o afastamento.
Professor e jornalista amapaense, Jackson Barbosa, o Jac, ex-Seama, foi aprovado no difícil e disputado doutorado de comunicação da USP.
E contratado pela conceituada Universidade Mackenzie, como professor da área de Comunicação.
Jackson passou o carnaval por aqui desfilando pela verde e rosa Maracatu da Favela.
Olha que Romã linda, que meu irmão Alcione Cavalcante, que é Engenheiro Florestal, plantou em Macapá e já está colhendo.
Na foto, ela faz pose em cima do meu notbook.

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Camila Karina Ferreira
A Promotoria de Justiça do Meio Ambiente da Comarca de Macapá propôs Ação Cautelar de Sequestro (ACS) contra as mineradoras Alto Tocantins Mineração Ltda. e Ecometals Manganês do Amapá Ltda., após ter recebido denúncia de que as empresas continuam em negociação com os órgãos estaduais responsáveis pela concessão de licenças ambientais para obter manejo e transporte de mais de 800 (oitocentas) toneladas de manganês para fins comerciais. Na ACS, o Ministério Público requer a determinação judicial liminarmente sem audiência com as referidas mineradoras, o sequestro cautelar das pilhas de manganês estocadas no Porto de Santana e em Serra do Navio, para assegurar o resultado prático de recuperação das áreas degradadas e, ainda, indenização pelos danos morais causados pela exploração do minério. Tais obrigações foram estabelecidas por Ação Civil Pública Ambiental. O promotor de Justiça, Haroldo Franco, explica que o sequestro cautelar trata de impedir provisoriamente as mineradoras Alto Tocantins Mineração Ltda. e Ecometals Manganês do Amapá Ltda. de comercializarem o manganês. “Requeremos que essa comercialização só aconteça com mandado judicial, e, se não houver, que o manganês fique retido”, esclarece o Promotor de Justiça. Esta é a segunda ação ajuizada contra as mineradoras. A primeira foi ingressada ano passado, com decisão liminar (parcial) favorável ao Ministério Público Estadual, e em desfavor das mineradoras Alto Tocantins Mineração Ltda. e Ecometals Manganês do Amapá Ltda. A concessão dessa liminar deu-se a partir da análise do conteúdo apresentado no processo, e, de acordo com o entendimento da Juíza Alaíde Maria de Paula, Titular da 4ª Vara Cível e de Fazenda Pública da Comarca de Macapá, “ficou demonstrado que a área se encontra degradada, necessitando de recuperação, sendo que o plano de recuperação não foi cumprido, além dos trabalhos estarem paralisados, e ainda, de não haver nenhum tipo de providência para recuperar o meio ambiente degradado pelas Mineradoras, com a exploração de manganês”, informou a Magistrada. Na época, foi determinada a suspensão e a eficácia da Licença Ambiental 096/2006, e que ao Estado do Amapá se abstivesse de conceder qualquer licença ou autorização para o manejo, embarque e/ou transporte de manganês até ulterior decisão do Juízo, e também a imediata suspensão dos benefícios fiscais concedidos às empresas citadas. |
Mas volta, logo.
Sou Hugo, fui jurado no quesito Fantasias e Adereços, e estou extremamente indignado com as colocações que estão fazendo em desfavor dos jurados. Penso que há vários pontos a serem analisados.
1- Não se pode generalizar a atitude de um e estereotipar os outros jurados que julgaram na maior lisura. E, ainda assim, devemos dar a oportunidade do jurado da nota da discórdia (9,1) se defender. As pessoas esquecem que nós justificamos as nossas notas. É só analisar a justificativa para tal nota e tirarem suas conclusões.
2- Nem sempre a escola mais bonita (na visão empírica) é a escola vencedora. Para ser campeã, a escola há de ser impecável TECNICAMENTE, e nós jurados estamos para analisar tecnicamente a escola, e não de acordo com o frissom da torcida e com as opiniões antes mesmo do desfile. Nós enxergamos o que muitas pessoas na arquibancada não enxergam, pois os mínimos detalhes estamos analisando, e numa visão privilegiada. O público vê o desfile por uma outra percepção, analisa o desfile pelo conjunto.
3- A Escola Boêmios do Laguinho, de fato, estava muito bonita e contagiante. Entretanto, posso responder pelo meu quesito (e aí aproveito para justificar minha nota 9,7, a qual foi descartada). As fantasias da Escola realmente eram as mais bonitas, melhor acabadas, muto bem trabalhadas nos materiais e detalhes, entre todas as Agremiações. Porém, para este quesito, não se pode analisar a fantasia pela fantasia, e sim, a fantasia pelo enredo, ou seja, a fantasia de acordo com a porposta da planta baixa, que é dado para nós jurados como forma de nos auxiliar no julgamento no dia do desfile. Percebi que as fantasias da Boêmios estavam extremamente semelhantes, em todas as alas. Prejudicando na originalidade e na diferenciação das alas. Do início ao fim, as fantasias das alas foram trabalhadas na mesma estrutura e forma. O que mudava eram as cores e outros detalhes. Poderiam explorar os adereços de mão e cabeça, por exemplo, para transpor a proposta, a mensagem, de cada ala.
O que eu quero dizer é que, para um olhar leigo, aquelas fantasias, e outros quesitos talvez, a escola merecia nota máxima. Se no meu quesito alguns jurados proferiram nota 10, é porque a percepção deles foi outra. E é por isso que há mais de um julgador por quesito, para que cada um observe uma concepção diferente que o outro possa não perceber.
4- Certamente aquela nota 9,1 ia ser descartada. Então acho que foi precipitada a atitude da diretoria da Escola. E, mais uma vez, é por isso que este ano resolveu-se aplicar a metodologia de descarte das notas mais baixa e mais alta, para minimizar as disparidades entre notas.
5- Houve radialista que pronunciou o nome de cada jurado publicamente e atraiu o adjetivo de burro para nós, jogando a opinião pública contra nossa reputação.
Agora estamos sendo condenados indevidamente e prejudicados quanto a nossa bonificação, pois passamos por um desgaste e dedicação muito grande para exercer tal atividade. Uma vez que ela foi suspensa até que se resolva o caso.
É unânime que o carnaval na Ivaldo Veras este ano foi um dos mais belos já visto, em termos de organização e beleza proporcionada pelas Agremiações. E é muito triste que esse brilho tenha se manchado por este episódio lamentável.
Adauto Bitencourt denunciado, cerca de R$ 200 milhões foram desviados, diz MP
Nem fiquei muito a fim de falar dessa patuscada que foi o carnaval 2010, mas como esse blog é bafo, não pode ficar de fora do bafond.

Então
Parabéns Todas.
Por que todas, merecidamente, conforme decisão de quem entende de carnaval, mereceram o título de campeãs.
Parabéns principalmente para a “felomenal” Liga das Escolas de Samba, pela inteligente e inédita decisão de não terminar a apuração do desfile das escolas de samba.
O desfile não valeu. Deu a lôka.
Olha como fica a minha rua no dia de A Banda.
Foto do meu vizinho Antonio Guedes.
Cobertura e fotos do carnaval no Sambódromo nos blogs da Alcinéa Cavalcante www.alcinea.com, da Luciana Capiberibe www.lucianacapiberibe.com, e do Fernando Canto http://fernando-canto.blogspot. E também do Chico Terra www.chicoterra.com
A provocação é de Vinícius de Moraes. O poeta carioca chamou São Paulo de túmulo do samba e imortalizou a polêmica. Era outro contexto, outra temática. A analogia é uma brincadeira a uma séria questão restrita ao carnaval. O macapaense precisa esperar a tarde da terça-feira gorda – os estertores da festa – pra sair às ruas.
Depois da irrefreável Banda, tem a quarta-feira de cinzas com o Formigueiro e o Caldeirão do Pavão. Fora isso, o carnaval de rua de Macapá é um túmulo. Sexta, sábado, domingo e segunda a diversão não sai às ruas. A folia está presa ao sambódromo e suas arquibancadas vazias na sexta e segunda.
Aqui vai todo o respeito ao desfile das escolas de samba no sábado e domingo, embora tenha faltado esmero em algumas ocasiões. Seria o caso de apelar para a obviedade e dividir os grupos em grupos como é elementar o conceito de grupo, e não misturá-los. Grupo de acesso numa noite, e grupo especial em outra. Alega-se que a mistura de grupos em dois dias de desfile evita afugentar o público para uma única noite, a da apresentação das escolas maiores. A falta de público é uma questão maior. As escolas precisam buscar consolidação. E quem disse que isso vai ser fácil?
Mas vamos fechar este parêntese, e voltar à vaca fria. Por que o macapaense precisa esperar a tarde da terça-feira gorda pra ir às ruas no carnaval? Uma lei impede as micaretas neste período em nome da preservação cultural, e impõe o silêncio ao melhor lugar de Macapá: a orla da cidade. As capitais do Brasil costumam usar o melhor lugar da cidade para as manifestações artísticas. Que não fossem micaretas. Que tal blocos transportados do sambódromo para as ruas? Ou vá lá, vamos rever os conceitos e transfigurar as micaretas, quem sabe, com um marabaixo eletrônico no trio puxando o cordão de foliões.
Diversão paga não é um problema em si. Alguém tem que ganhar com isso. Quando os carnavais de clubes existiam, pagava-se para entrar. Então, melhor ainda quando o retorno desta diversão paga é garantido ao folião. Mas é possível também se divertir gratuitamente. Cerca de 200 blocos saíram às ruas no Rio de Janeiro. No Recife, tem o Galo da Madrugada com 2 milhões de pessoas, e as ruas de Olinda pra quem quiser. Salvador tem uma profusão de festas ao ar livre que não se restringe aos abadás. Pra não acharem que estamos longe demais, o carnaval de Santana ganhou cara. A festa se manteve nas ruas, e a cidade se assumiu micareteira.
O espírito carnavalesco invade a alma foliã de Macapá no mês de fevereiro com os ensaios de bateria das escolas, o aquecimento nas comunidades. Mas quando a festa chega, arrefece.
O caminho aqui não é impor a verdade, que como o carnaval pode ser multifacetada. É preferível buscar a reflexão. As ruas de Macapá estão com cara de túmulo do samba durante o carnaval. Sexta, sábado, domingo e segunda. Dias desperdiçados. Carnaval tem todo ano, mas é uma vez só. Macapá precisa aproveitar melhor as suas ruas.
Arilson Freires
Povo querido que visita esse bombado espaço virtual!
Vou dar uma paradinha com o blog.
Preciso planejar trabalhos. Atualizar outros. Escrever artigo de conclusão de pós-graduação. Cuidar de providências de meu filho em SP, e dar-lhe toda atenção. Por causa de tudo isso, pela primeira vez, abri mão até do carnaval. Não vou sair, nem assistir e nem trabalhar.
Essa foi a opção feita.
O blog dá trabalho e precisa de um tempinho de dedicação pra ficar legal. E chegam muitas informações, fazendo com que não consiga fazer o blog com um post só.
Volto depois do carnaval ou assim que algum fato inusitado ou importante exigir a presença do blog informando ou “dando teco”.
A caixinha de comentários fica a disposição para postarem notícias e informações ou trocarem opiniões com outros leitores. O blog é de vocês. Podem pilotar. Só peço que evitem os excessos, por que não vou poder ficar monitorando e excluindo os comentários ofensivos. E conto com o respeito e consideração de vocês.
Estarei pelo twitter, de vez em quando http://twitter.com/alcileneblog
#beijometwitta
p.s – Para o pessoal da pós. Publico as fotos na volta.
Do leitor José Luis
Espero que alguém do governo leia esta mensagem: O Governo fez parceira com o mosquito da dengue para aumentar os casos e tornar uma grande epidemia. É que na frente do ALMOXARIFADO CENTRAL DA SEAD, na Rua Leopoldo Machado, Bairro do Beirol, há mais de duas semanas, está um grande entulho de caixas de papelão e outros detritos, facilitando a proliferação do mosquito, já que as constantes chuvas estão colaborando para um ambiente propício a multiplicação do inseto. Além disso, na mesma Rua Leopoldo Machado esquina com a Av. Guaranis, do lado esquerdo no sentido centro-sul, está localizada uma grande vala, que deveria ter sido organizada, mas o serviço foi totalmente irregular e ficou pela metade, pois algumas caixas ficaram sem a tampa. Fica o registro.
Do advogado Adelmo Caxias, nos post sobre a posse da nova diretoria da OAB
Comentário:
Fazia bastante tempo que eu não presenciava uma manifestação espontânea na OAB/AP. Quando o Presidente Nacional Ophir Filgueiras Cavalcane Júnior usou da palavra pela ordem para dar posse ao novo presidente, o Teatro estremeceu de vibração. Foi um momento importante, porque, antes disso, ainda sob o comando da Diretoria anterior o Dr. Ulisses foi empossado sob uma cerimônia simples e fria. Até o coquetel servido foi bancado pessoalmente por ele. O Presidente Ulisses surge na OAB/AP como uma nova liderança, que desperna nos advogados a esperança de que tem tudo para dar certo. É jovem, tem boa cultura jurídica, temente a Deus, ilibada conduta e boa independência financeira. Não precisa de cargo. TEm a seu lado noms como o os dos Drs. Cassius Clay e Paulo Campelo. Por isso a Diretoria pode contar com meu apoio irrestrito para alcançar seus verdadeiros fins, quais sejam: uma OAB independente, livre, compromissada somente com o Estado Democrático de Direito, aperfeiçoamento das instituições jurídicas e sociais, com a Verdade, com a Classe dos Advogados e com a sociedade. Não sou membro da chapa vitoriosa, mas sou advogado militante e estou pronto para somar com a nova diretoria. Que Deus ilumine o Dr. Ulisses e demais conselheiros, para que bem conduzam os caminhos da OAB/AP neste triênio que começou em janeiro 2010.
Leia mais no blog da jornalista Alcinéa Cavalcante www.alcinea.com
A primeira ação do projeto acontece no dia 4 de março (quinta-feira), no bairro Perpétuo Socorro.
Danielly Salomão
Nesta terça-feira, 9, o Ministério Público fez o lançamento oficial do projeto MP Comunitário. O projeto tem como objetivo principal levar soluções alternativas de conflitos, diretamente nos bairros, por meio de Mediação Comunitária e outros instrumentos pacificadores. O evento foi prestigiado por membros e servidores da instituição, autoridades, convidados e a comunidade em geral.
Em seu pronunciamento o procurador-geral Iaci Pelaes dos Reis, ressaltou que este é um grande investimento do MP-AP na sociedade amapaense, pois por meio da Mediação Comunitária e outros instrumentos pacificadores, estará sendo praticada a cidadania e o resgate da dignidade da pessoa humana. “Nossa finalidade é chegar até os bairros de Macapá e nas comunidades ribeirinhas do Estado, no sentido de buscar soluções de conflitos, através da técnica da Mediação Comunitária, onde todos os promotores de Justiça sairão de seu gabinete junto com os mediadores para colocar em prática uma justiça popular”, afirmou o representante do Ministério Público.
O MP Comunitário foi apresentado a todos pelo coordenador do projeto na capital, promotor de Justiça Paulo Veiga. Para coordenar as ações do projeto junto às comunidades ribeirinhas do estado, o procurador-geral de Justiça designou o promotor de Justiça Marcelo Moreira, que estará realizando a primeira ação no Arquipélago do Bailique. “Estaremos primeiramente fazendo contato com todos os ribeirinhos para que possamos identificar lideranças, para colocarmos em prática todas as ações sociais e atendimentos jurídicos oferecidos pelo projeto”, informou Marcelo Moreira.
“Parabéns ao Ministério Público por essa iniciativa inovadora de levar até as comunidades do estado o atendimento jurídico e as ações sociais”, ressaltou o deputado Estadual Camilo Capiberibe, que esteve representando a deputada Federal Janete Capiberibe responsável pela Emenda Parlamentar no valor de R$ 500 mil usada para aquisição das unidades móveis do projeto.

SERVIÇO:
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá
Este ano na Beija-flor
O todo poderoso diretor da Beija-flor, Laíla, ao tomar conhecimento que Piratas da Batucada dispensou a colaboração do diretor Sérgio Lemos, o Teco, para o carnaval deste ano, providenciou imediatamente para que Teco colaborasse novamente na diretoria de harmonia da escola Beija-flor no carnaval do Rio de Janeiro.

Momentos de Carnaval
Eu e o belezura do Claudionor, o Mió, com seu indefectível chapeuzinho verde e rosa.

Fora da avenida
Médicos não liberaram o Claudionor, que quebrou a perna, pra desfilar, nem de cadeira de rodas.
Eu também não vou para a avenida, por que optei em aproveitar o feriado do carnaval para descansar, atualizar trabalhos e escrever o artigo da pós-graduação, alem de ficar com meu filho, que passa o carnaval aqui e volta para SP para iniciar vida universitária.
Pra ir pilhados pra avenida
Boêmios do Laguinho contratou a competente Geni Frota, pra fazer trabalho de motivação com diretores e responsáveis por quesitos técnicos na escola.
Presidente Vicente Cruz quer todo mundo “pilhado” na reta final e acreditando no potencial da escola.
Ala dos Patrões: New Capital
A tradicional ala dos patrões de Piratas da Batucada, que esse ano é a ala New Capital, é uma das mais belas alas todo ano na escola.
Se correr, ainda dá tempo de pegar fantasia, que está sendo vendida a 150 reais. A ala fica na residência do Matta, na rua Marcelo Candia, 1293. A casa tem um banner do Piratão na frente, claro.
Aeroporto de Macapá está cada dia mais horrível. O salão está quente como caldeira.
As regras para entradas às salas de check-in e embarque são de acordo com a decisão do segurança de plantão. Uns deixam acompanhantes entrar, outros não.
No domingo não dava pra fazer check-in antecipado na loja da TAM, por que não tinha, veja só, impressora. Check-in antecipado 24 hrs antes do vôo é um direito do consumidor.
O esqueleto no novo/velho aeroporto está lá se acabando, pois roubaram todo o dinheiro.
Bora contar pro Sarney? Né ele o mandão da República?


