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Um blog feito na esquina do Rio Amazonas com a Linha do Equador, no Amapá.

IBRADES – Chegou o Pré-Enem diferenciado no Amapá

Alcilene Cavalcante em 20 de abril de 2016

O IBRADES apresenta a melhor estrutura, professores “feras” e os melhores preços.

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Para alunos da rede pública os preços são menores.

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Da Folha de São Paulo: Senadores apresentam PEC para eleições presidenciais em outubro

Alcilene Cavalcante em 20 de abril de 2016

Um grupo de senadores independentes apresentou nesta terça-feira (19) uma proposta de emenda à Constituição para prever a realização de eleições presidenciais simultaneamente às eleições municipais que ocorrerão em outubro deste ano.

A PEC teve o apoio de 30 senadores e foi protocolada na Secretaria-Geral do Senado. Ela será analisada pelas comissões temáticas e terá que ser aprovada em dois turnos pelo Senado e pela Câmara dos Deputados.

Segundo seus idealizadores, a proposta é uma tentativa de “iniciar um processo para uma saída negociada da crise” porque, para os parlamentares, o vice-presidente Michel Temer não tem as condições de reunificar o país em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

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Prefeitura lança linha executiva – aeroporto – rodoviária- shoppings

Alcilene Cavalcante em 20 de abril de 2016

Será lançada nesta quarta-feira, 20, a linha Executiva 115 – Shopping Garden / Aeroporto / Rodoviária, que contará com cinco microônibus equipados com elevadores de acessibilidade e ar-condicionado. A tarifa será R$4,00

Trajeto

O tempo médio para que a linha faça todo o trajeto, desde a saída do terminal, no Shopping Amapá Garden, até a volta ao lesmo local, é de 120 minutos, com saída de ônibus a cada 30 minutos.

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MP-AP recomenda que nomeação de diretores da CEA respeite legislação

Alcilene Cavalcante em 20 de abril de 2016

Provocado pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado do Amapá (STIUAP), o Ministério Público do Amapá (MP-AP) expediu, nesta segunda-feira (18), Recomendação ao Conselho de Administração da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) para que observe os requisitos legais para a ocupação de cargos na Diretoria Executiva da referida Companhia,  previstos no Decreto nº 757/1993, da Presidência da República, no Estatuto da CEA e o Protocolo de Intenções, assinado entre o Governo do Amapá (maior acionista) e a Eletrobrás.

O procurador-geral de Justiça, Roberto Alvares, recebeu os diretores do Sindicato dos Urbanitários para tratar do assunto relacionado à ocupação de cargos na Diretoria Executiva da CEA. Os sindicalistas procuraram o MP-AP ao tomarem conhecimento das indicações feitas pelo Ministério das Minas e Energias (MME), de cunho político, sem levar em consideração o que prevê o Estatuto da CEA e o Protocolo de Intenções, que preveem requisitos técnicos para investidura nos cargos de direção.

O MP-AP encaminhou, ainda, ofício ao Conselho de Administração da CEA requisitando, no prazo de 24 horas, informações e documentos afetos ao processo de indicação, nomeação e posse dos apontados à composição da nova Diretoria Executiva da Companhia. Em caso de descumprimento, o Ministério Público estudará as medidas legais que possam intervir no processo em busca da legalidade.

Posse adiada

A reunião do Conselho de Administração da CEA que aconteceria hoje, quarta-feira (20/4) foi adiada depois que o presidente do Consad recebeu ofício da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e uma recomendação do Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP), assinada pelo procurador-geral de Justiça Roberto Álvares.

Iriam tomar posse dois diretores indicados pela deputada federal Jozy Araújo.

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Como votaram os deputados do Amapá

Alcilene Cavalcante em 17 de abril de 2016

 

Janete Capiberibe (PSB) – Contra o impeachment.

André Abdon (PP) – A favor do impeachment.

Cabuçu Borges (PMDB) – A favor do impecheament.

Marcivânia (PC do B) – Contra o impeachment.

Vinicius Gurgel (PR)– Se absteve.

Marcos Reategui – A favor do impeachement

Roberto Góes (PDT)– Contra o impeachment.

Jozi Araújo (PTN) – Contra o impeachment.

 

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De olho na holding partidária

Alcilene Cavalcante em 17 de abril de 2016

O desembargador Carlos Tork, presidente do TRE-AP, falou nesse sábado no programa Togas & Becas na Diário FM, que é  ancorado pelo advogado Helder Carneiro, que vai instaurar procedimento para apurar informações dando conta que vários partidos políticos no Amapá estariam sob o comando de um só político. Segundo ele, se a informação for confirmada haverá punições, porque o ‘monopólio’ de partidos influencia diretamente no resultado das eleições, inclusive constituindo-se abuso do poder econômico por conta dos recursos do Fundo Partidário.

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Faleceu a ex-Miss Amapá Maria Monchery

Alcilene Cavalcante em 17 de abril de 2016

Miss Amapá 1976, Maria Monchery era uma negra linda, funcionária do Banco do Brasil, que desfilou pela AABB, quando os concursos de miss estavam no auge e eram disputados pelas mulheres mais lindas do Brasil.

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Sua irmã, Margarida Monchery, foi eleita Miss Pará. Acho que eram descendentes de famílias dos departamentos franceses. Pelo tipo e sobrenome. Na época, em Macapá, tinham muitas famílias da Guyanna, Martinica, Guadaloupe.

Era criança, mas lembro de Monchery, pois minha mãe torcia por ela no Miss Amapá.

Há muitos anos não ouvia falar de Maria Monchery. Acho que há muito tempo foi morar em Belém. Quando ontem o amigo jornalista, Aníbal Sérgio, deu a notícia de sua morte, ocorrida em Belém, na sexta-feira.

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Monchery é a segunda da esquerda para a direita. Foto das representantes dos estados, em Brasília

 

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Artigo do senador Randolfe Rodrigues, no UOL

Alcilene Cavalcante em 17 de abril de 2016

Em vez de Dilma ou Temer, chamem Sua Excelência, o eleitor

Randolfe Rodrigues

Randolfe Rodrigues

Especial para o UOL

Um arrepio de emoção percorreu o milhão de pessoas que ocupava a avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, naquela noite histórica de 10 de abril de 1984, quando ouviu a voz fraca e trêmula, mas clara, do velho advogado de 90 anos: “Peço silêncio para falar. Quero falar à Nação brasileira. “Todo o poder emana do povo, e em seu nome será exercido”, diz o Art. 1º da Constituição”. A multidão explodiu em delírio, muitos chorando, ao ouvir o alerta do veterano Sobral Pinto, o mais lendário advogado do país e o astro inesperado do maior comício das Diretas Já, até então a maior manifestação política da história brasileira.

Protestos de multidões ainda maiores, em 2013, e em março passado, mostram que a solução da recorrente crise brasileira está nas mãos de quem, como lembrava o sábio Sobral, realmente detém o poder: o povo. Dividido em duas facções que não se toleram, retalhado entre um governo que não sabe o que faz e uma oposição que não confessa o que quer, assombrado por um Congresso com mais de meia centena de parlamentares denunciados na Operação Lava Jato, o Brasil se angustia com a certeza de que a crise não acaba neste domingo, com a votação do impeachment. A crise, qualquer que seja o resultado, deve se agravar ainda mais nas semanas seguintes.

Se Dilma ganhar, derrotando uma oposição exasperada, terá um inferno pela frente, com três anos de mandato esvaziado politicamente, com uma base parlamentar em desagregação e uma hostilidade popular aguçada pela crise da economia em recessão e desemprego em alta, sinais invertidos dos êxitos dos governos do PT do passado.

Se Dilma perder, derrotada pela oposição ressuscitada, o Brasil terá que sobreviver a um calvário, conduzido por lideranças políticas perseguidas pela Justiça ou contaminadas pela suspeita de má conduta ética ou moral. Entronizado no Planalto, Michel Temer —o “vice-chefe do golpe”, na dura definição de sua ex-companheira de chapa— terá que produzir uma rápida (e improvável) reversão nos indicadores negativos da economia, a tempo de refrear a inevitável reação das ruas mobilizadas pelas organizações populares e sindicais lideradas por um PT seco por vingança.

Um agravante da sucessão forçada pelo impeachment será a má companhia obrigatória do novo presidente. Dos 62 políticos envolvidos até agora na Lava Jato, 12 são do seu partido, o PMDB, e 31 são do PP, o antigo aliado governista que, diante do naufrágio iminente, revendeu sua lealdade para o capitão da nau adversária. Ali, Temer terá que mostrar sua gratidão ao principal contramestre do impedimento, o deputado Eduardo Cunha —o maior vilão da política brasileira, passível de ser condenado a 184 anos de prisão, de acordo com a denúncia do procurador-geral Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal, baseado em dois casos de corrupção passiva e outros 60 de lavagem de dinheiro.

No seu suspeito estilo bipolar, o presidente da Câmara dos Deputados deu ritmo supersônico ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e impôs cadência de tartaruga ao processo por quebra de decoro contra ele mesmo no Conselho de Ética, onde é acusado de mentir sobre suas contas secretas no exterior.

A turma que cercará Temer presidente, com certeza, não deixará saudades da turma que envolvia Dilma presidente. Esse drama de Lampedusa, que muda tudo para deixar tudo como está, ou pior do que estava, é que assusta os brasileiros de bem.

A radicalização dos tempos que virão, talvez maior do que os tempos que já vimos, poderá surpreender os mais pessimistas. Assim, melhor que Dilma ou Temer, o que resta ao Brasil é apelar ao que ele tem de melhor e mais honesto: o seu povo, o principal interessado em sair desse incompreensível labirinto de incompetência, corrupção e insensibilidade que estrangula a economia, paralisa a política e assusta os brasileiros.

Para romper essa cadeia de ódio e intolerância, que não abre espaço para o entendimento, a solução é convocar o único personagem capaz de frear e superar o radicalismo: Sua Excelência, o eleitor. Corre no Tribunal Superior Eleitoral uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (a AIME nº 761), que pede a cassação da chapa Dilma-Temer por uso de dinheiro de propina do petrolão para financiar a campanha de 2014 —uma cassação que levaria a novas eleições presidenciais.

Um caminho mais rápido do que a Justiça Eleitoral, no entanto, seria o atalho mais expedito do próprio Congresso Nacional. Pela decisão dos senadores e deputados mais conscientes da gravidade da crise, seriam antecipadas as eleições presidenciais, devolvendo ao povo, de onde emana todo o poder, a solução de nossos maiores problemas.

Para dar maior eficácia à nossa democracia sobressaltada, formulei uma proposta de emenda constitucional, a PEC 17/2016, que institui o mecanismo do recall de mandato presidencial. Após transcorrido no mínimo um ano de mandato, a maioria absoluta dos senadores e deputados poderá convocar um referendo para que que os eleitores decidam pela continuidade ou não do mandato dos governantes (presidente e vice). Se o povo assim quiser, novas eleições presidenciais seriam realizadas, no primeiro domingo após 90 dias do referendo. Um único recallserá permitido para cada mandato.

Nossos governantes e nossas elites políticas não souberam corresponder às esperanças da população brasileira. Nada mais natural e urgente do que devolver ao povo, fonte original da democracia, a iniciativa redentora para oxigenar a política e devolver a ela os princípios e personagens capazes de restaurar a confiança da nação brasileira.

Como diria o bom e velho Sobral Pinto: chamem Sua Excelência, o eleitor!

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Prefeitura e Tjap celebram para ressocialização de adolescentes no parque Zoobotânico

Alcilene Cavalcante em 17 de abril de 2016

Clecio-Zoo

O prefeito Clécio Luís e a coordenadora da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), desembargadora Stella Ramos, assinaram na manhã de sábado, 16, na Fundação Parque Zoobotânico Municipal Arinaldo Gomes, um acordo de cooperação para execução do projeto “Cidadão Legal”. A proposta garante que o espaço seja mais um equipamento para desenvolver atividades educativas e de profissionalização junto aos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas na capital. Uma visita monitorada aos logradouros dos animais e às trilhas ecológicas antecedeu a assinatura do convênio.

O projeto será coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e do Trabalho (Semast), por meio dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social das zonas norte e sul de Macapá (Creas’s), com a importante parceria do Tribunal de Justiça do Amapá, por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude.

Clécio Luís destacou o empenho da prefeitura e equipe para com o funcionamento do Zoobotânico e as expectativas para reabri-lo para visitação após 20 anos fechado.

“A reforma de todo o espaço custa 17 milhões de reais e os recursos destinados para iniciar essa revitalização ainda não foram liberados. Então fizemos um projeto mediano, conseguimos aprová-lo junto aos órgãos fiscalizadores e pretendemos reabri-lo em junho, garantindo a segurança dos visitantes, dos animais e fazendo cumprir sua função de lazer, turismo e educação ambiental. É uma riqueza que não podemos mais permitir que continue fechada”, ressaltou o prefeito.

 

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Em missão voluntária, profissionais estrangeiros trazem a Cirurgia Cardíaca Pediátrica para o Amapá

Alcilene Cavalcante em 17 de abril de 2016

Missão no Nepal
O estado do Amapá recebe nesta segunda-feira (18) uma missão internacional humanitária global, chamada CardioStart Internacional, que já realizou ações humanitárias em 27 países do mundo em atendimentos nas áreas de Cardiologia, Cirurgia Cardíaca e procedimentos percutâneos.  Os voluntários já realizaram missões em países como o Peru, Haiti, Uganda e Vietnã, completando 55 missões globais. A articulação da vinda da equipe ao estado foi feita pelo médico cardiologista Dr. Furlan. Os voluntários vão permanecer no Amapá até o dia 29 de abril.

No total, 25 profissionais, dentre médicos, enfermeiros, técnicos, fisioterapeutas, estatísticos e pesquisadores das mais diversas nacionalidades (canadenses, americanos, ingleses, franceses) virão ao Brasil para esta missão.

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Um presente de grego no Amapá: desemprego, aumento de impostos e parcelamento de salários

Alcilene Cavalcante em 17 de abril de 2016

*José Reinaldo Picanço

A expressão “presente de grego” remonta ao artificio usado para enganar os troianos e colocar inimigos dentro de sua cidade fortificada, quando a sua população foi massacrada. O termo    serve para explicar bem a situação vivenciada atualmente pela sociedade amapaense. A melhor tradução para esse tipo de presente, é que trata-se de uma dádiva ou benefício que no final de contas prova trazer apenas malefícios ou, no mínimo, muitas inconveniências a quem as recebe.

Durante as últimas eleições para o governo do estado, a sociedade amapaense foi ludibriada com as promessas de salvação quase messiânicas propagandeadas por Waldez, que prometia o paraíso imediato com imaginativas soluções para todos os problemas. A máscara caiu diante do choque de realidade.

Resgato o tema da Substituição Tributária (ST), hoje esquecida e outrora tão destacada pela oposição e sua mídia. O então candidato prometeu acabar com a execução dessa política nacional, baixar impostos e fazer o dinheiro circular. Entre o discurso e prática, o governador cometeu estelionato eleitoral e fez o contrário: não só manteve a ST, mas aumentou tributos, com repercussão direta no aumento de preços de produtos e serviços. O dinheiro e os empregos sumiram.

Já no segundo ano de governo, para o qual se diziam preparados, culpam a crise e a gestão anterior. Alegam que as receitas diminuíram, mas esses argumentos não se sustentam quando analisam-se os números da receita estadual.

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SENADORES ANUNCIAM, NA SEGUNDA 18, UMA PORTA DE SAÍDA PARA A CRISE

Alcilene Cavalcante em 16 de abril de 2016

Um grupo de senadores, de vários partidos políticos, entende que a solução para a grave crise, cujo governo Dilma/Temer tem total responsabilidade, não será alcançada sem a participação direta do povo Brasileiro.

Por isso, o grupo convoca para uma entrevista coletiva, na próxima segunda-feira, dia 18 de abril, às 17h30, no plenário do Senado Federal, com o objetivo de adotar uma proposta que o momento político do país exige, buscando amplo diálogo para solucionar a crise.

Os senadores entendem que qualquer decisão tomada pela Câmara, no domingo (17), não resolve a crise. Pelo contrário, torna-a mais grave e aprofunda a divisão na sociedade.

O grupo entende que o caminho está em dialogar e pactuar uma saída, que envolva a sociedade, já que os rumos atuais nos conduzem para um sério impasse e apenas aprofundam a crise política e econômica.

O objetivo desse movimento é o de construir um ‘instrumento’ de decisão visando superar um dos graves erros históricos cometidos por essa coalizão de governo, sem que se assista, mais uma vez em nossa história, um arranjo que remeta para as camadas mais populares os custos e os encargos da crise.

Assinam,

Senadores

João Capiberibe (PSB – AP)

Walter Pinheiro (Sem Partido – BA)

Randolfe Rodrigues (Rede –AP)

Lídice da Mata (PSB – BA)

Paulo Paim (PT-RS)

Cristovam Buarque (PPS-DF)

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Publicado no Instagram

Alcilene Cavalcante em 16 de abril de 2016

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