Davi Alcolumbre celebra aprovação da Universidade Federal da Fronteira Norte pelo Senado

Presidente do Senado celebra aprovação da proposta, elogia iniciativa do senador Randolfe Rodrigues e ressalta a importância da pesquisa sobre o petróleo e da valorização dos povos originários

Brasília (DF) – O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (8), o projeto de lei que autoriza a criação da Universidade Federal da Fronteira Norte (Unifron), por meio da transformação do campus da Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Oiapoque. A sessão foi conduzida pelo presidente do Senado e do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), que reconheceu a iniciativa do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), autor da proposta, e destacou que a criação da nova universidade representa uma conquista histórica para o Amapá e para toda a região amazônica.

“Quero cumprimentar o senador Randolfe por essa bela iniciativa. Tenho certeza absoluta de que tem o reconhecimento do povo do Amapá por mais essa agenda fundamental para o desenvolvimento do nosso Estado e na relação acadêmica com a pesquisa desta nova riqueza, que é o petróleo, com os benefícios que ela pode trazer e que vai trazer para o Amapá, e também, naturalmente, na relação com os povos originários,” pontuou Davi.

A nova universidade nasce com a missão de oferecer ensino superior, pesquisa, extensão e inovação, ampliando a autonomia acadêmica do campus do município de Oiapoque e consolidando uma vocação já existente para os estudos sobre a Amazônia, a cooperação internacional e o desenvolvimento regional.

Davi lembrou que, desde a tramitação da proposta na Comissão de Constituição e Justiça, defendia que a transformação do campus em universidade federal fortaleceria a integração entre o Brasil e a Guiana Francesa e abriria novas oportunidades para a produção científica na região. O presidente destacou que a futura universidade terá uma vocação singular para atender às especificidades da região e ampliar oportunidades para as populações da fronteira.

“É também uma conquista para os povos originários e para as comunidades tradicionais da nossa Amazônia, que terão uma instituição ainda mais preparada para produzir conhecimento e contribuir para o desenvolvimento da região com respeito à sua identidade,” frisou.

A criação da Universidade Federal da Fronteira Norte consolida um projeto estratégico para o extremo norte do país, fortalecendo a presença do Estado brasileiro na faixa de fronteira, ampliando a oferta de ensino superior e incentivando a formação de profissionais e pesquisadores comprometidos com o desenvolvimento da Amazônia. A proposta segue agora para sanção presidencial.

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