10 crianças em sofrimento físico esperavam no chão e em bancos duros no corredor do Centro Cirúrgico do Hospital de Emergência, na tarde de terça-feira.  Um garoto de 12 anos, berrava de dor de um ferimento à bala, esperando o atendimento que não vinha.

O problema só foi resolvido, emergencialmente, com a chegada dos promotores Laércio e Marcelo Moreira, do Ministério Público do Amapá.

Não está certo. O atendimento de urgência e emergência e a dor do cidadão, principalmente crianças, não podem ser resolvidos somente com a chegada de outra instituição, para obrigar o estado a cumprir um papel que é seu.

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