Governo do Amapá promove mutirão de vacinação para famílias atingidas por alagamentos em Macapá

O Governo do Amapá iniciou nesta quinta-feira, 15, um mutirão de vacinação para as famílias que estão abrigadas no Centro de Acolhimento da Escola Estadual Reinaldo Damasceno, na Zona Sul de Macapá, devido as fortes chuvas registradas no município.

A ação disponibiliza vacinas para prevenir doenças como a gripe e a Covid 19. Também há oferta de imunizantes antirrábicos para cães e gatos das famílias abrigadas na escola. A mobilização é coordenada por equipes da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS).

“Estamos prevenindo essas pessoas de outras doenças através das vacinas disponíveis aqui na escola. A SVS também se preocupou em trazer vacina antirrábica para os cães e gatos das famílias atingidas pelas enchentes”, afirmou o superintendente da SVS, Cássio Peterka.

Os atendimentos estão ocorrendo pela manhã e tarde. O auxiliar de serviços gerais Neivaldo Ferreira da Silva, de 64 anos, é uma das pessoas atingidas pelas fortes chuvas. Ele conta que perdeu a maioria dos móveis e está abrigado na escola com a família, com auxílio do Governo do Estado.

“Eu e minha família recebemos atendimento médico, social e agora vim me vacinar contra a covid e gripe, eu estava com minha carteirinha atrasada, agora está em dia, graças a ação aqui”, relatou Silva.

Quem também aproveitou para se vacinar foi o estudante Marcos Daniel de Lima, de 20 anos.

“Hoje, eu recebi vários atendimentos oferecidos pelo governo. Eu estava preocupado em adoecer porque minhas vacinas estavam atrasadas. Me imunizei contra a Covid e gripe”, contou Lima.

Cuidados com os pets

As famílias que estão abrigadas na escola e possuem cães ou gatos também recebem assistência para os animais. Valdeir Mendes, de 30 anos, carrega no colo a pequena ‘Neve’ de três meses de vida. A cadelinha recebeu a vacina antirrábica.

“Fui na no outro posto da SVS me vacinar contra a gripe e, agora, vim buscar proteção para minha cachorrinha”, pontuou Mendes.

O adolescente Michel Santos Chagas, de 15 anos, aproveitou para vacinar a cadela chamada de ‘Belinha’, de 10 meses, e também recebeu orientações sobre os cuidados com a mascote.

“Sou morador do bairro, mas fiquei sabendo da vacinação aqui na escola e aproveitei para trazer minha cachorrinha. É a primeira vez que ela recebe a vacina”, conta o menino.

Já a dona de casa Cintia de Lima, de 50 anos, não conseguiu vacinar “Esmeralda”, devido a idade, apenas dois meses, contudo, a tutora do animal saiu do posto bem informada sobre as doenças que podem atingir o pet.

“Minha cachorrinha teria que ter mais de três meses para receber a vacina, não consegui com que ela fosse imunizada, mas estou saindo daqui satisfeita com as informações que eu recebi sobre as doenças que podem atingir ela e também como evitá-las”, detalha Cíntia.

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