Sobre Réveillon na Beira-Rio

Não realizar o tradicional Réveillon da Beira-Rio, faz com que o governo de Waldez Góes feche a tampa de 2015, mal.

Vejamos.

O Réveillon da Beira-Rio não custa caro. A programação é um dia só. E os custos são apenas com fogos, cachê dos artistas e estrutura de palco e som. (Muitos zeros a menos que os custos da expo-feira, por exemplo).

A realização do réveillon, além da celebração da virada do ano e da diversão, proporciona trabalho para os músicos do estado. Que, sim, precisam trabalhar e receber pelo seu oficio, em uma época que é de poucos eventos culturais.

A população, pagadora de impostos e fiadora dos mandatos, marca presença todos os anos no Réveillon da Beira-Rio. Principalmente aquela parcela que não pode pagar pelos caros (e na maioria chatos), réveillons privados que são promovidos na cidade.

O espetáculo pirotécnico da virada do ano, na beira do maior rio do mundo, é uma das coisas mais bonitas e alegres que acontecem no Amapá, anualmente.

Vale lembrar que o Réveillon da Beira-Rio foi criado no governo do hoje senador João Capiberibe.

E de lá pra cá, nunca deixou de ser realizado.

reveillon

 

Muito mal

Várias categorias de trabalhadores terceirizados estão em manifestação nos últimos dias do ano pra receber salários. Governo alega que os pagamentos são de responsabilidade das empresas.

  • Por essas e outras é que dizem que o Amapá não tem história. O que já é tradicional simplesmente se apaga. Não seria justamente pela falta dos zeros?

  • Bom seria que se gastasse bem o dinheiro público e se roubasse menos (ao menos!); mas quando se gasta com bobagens, queima de fogos, festas, carnaval, etc., o “povo” reclama: “Em tempos de crise, gastando dinheiro público com besteira!”, se não gasta com essas bobagens, reclama também…
    Bem lembrado que foi o “Reveillon da Beira-Rio” foi invenção do capiroto: “progressistas” também são praticantes da “política do pão e circo”…

  • Antes de tudo quero deixar claro que nunca votei e talvez nunca vote na família Góes. Mas nos momentos difíceis há de se tomar decisões difíceis; e creio que o Waldez tem aprendido a separar politicagem de ações de chefe de Estado. Os críticos do ex-governador Camilo também latiam – nunca antes, jamais aquilo ! Para o bem do nosso querido Amapá ainda bem que estes homens público estão tendo um mínimo de decência com a coisa pública!

    • Ora não me venha com “churumelas”! o que mais o Governador faz é politicagem. Investe milhões em um evento como a Expofeira e não pode investir na comemoração do Ano Novo. Se não tem dinheiro para um não pode haver para outro! Além do mais, não da circo mas também não dá o essencial! O Estado está jogado às traças! E vem com esse papo de “decisões corajosas”! #ChegaDePuxaSaco

  • Prefiro ver meu dinheiro explodindo no ar para a chegada de um ano novo do que ver ele sendo embolsado por uma corja de bandidos corruptos! #ODinheiroÉMeu

  • Melhor é passar o reveillon em casa com a família, em paz. Fogos de artifício não é o mais importante, não é isso que vai fazer nossa vida ser melhor ou pior.

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