Recomendando Dignidade

Promotor de Justiça Marcelo Moreira recomendou ao governo do estado que PARE de pagar a bolsa família em escolas, galpões e na sede do trem e sim através da rede bancária e cartão magnético.

A bolsa família foi criada no governo Capiberibe, e já nessa época era paga através da rede bancária.

No governo de WG, pra fazer política com a pobreza alheia, as bolsas começaram a ser pagas como na idade da pedra.

    • Moça, tente pensar com a barriga vazia… Lembra da depressão de 29? Os americanos faziam fila para ganhar uma concha rasa de uma sopa rala e insossa… As políticas de assistência são necessárias, o problema é o uso eleitoreiro que se fazem delas…

      • Carlos, A crise econômica desencadeada em 1929,com quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque reflete a crise do capitalismo..Políticas de assistencia sim, mas me dar o nome de projeto sério nos governos atuaia? Então nada a ver com o assistencialismo “politikeiro” do desgóesverno. Barriga vazia por 28 dias e 02 dias com arroz e feijão…ou tu acha que com a bolsa dar pra fazer um bom supermercado e comprar roupas pra familia todas?( fora os remédios pra dores , pois até apanhar dos policiais algumas pessoas apanham…)

        • Ah!! para lembrar o Carlos que a Depressãop de 29, só houve a quebra e retração da economia norte americana porque as indústrias de guerra diminuiram sua produção e com isso os soldados que voltaram da guerra não encontraram emprego…COISA QUE SE NO ESTADO DO AMAPÁ TIVESSEMOS UM ADMINISTRADOR SÉRIO COMPROMISSADO COM O POVO, AS BOLSAS SERIAM REVERTIDAS EM EMPREGOS!!!

          • Penso igual à vc.As tais “bolsas familia” deveriam ser revestidas em emprego,pois além de dignificar o cidadão,lhe daria melhores condições de vida.Acho “desumano”,oque fazem com essas criaturas e vejo como troca de favores(dos politicos em geral),tipo “eu te dou uma bolsa e vc me dá o seu voto,p/que eu garanta meu emprego”.Eles(politicos), não dão empregos,mas querem garantir o deles.Tenho “nojo” dessa raça.

        • Não entendi. Você é contra ou a favor da minha afirmação? Seus argumentos confirmam a necessidade do assistencialismo com POLITICA de governo, a efetividade da política implantada pode ser discutida, o seu uso eleitoreiro também, entre outros aspectos. Meu argumento inicial é questionar a eliminação das políticas assistencias… Não sei se consegui me fazer entender…

  • Está certo o Promotor de Justiça.Pelo que se sabe,os programas sociais de outros estados, são pagos através da rede bancária.O governo do Amapá é uma exceção e, isso, é bandalheira pura!!!…

  • Os cartões já tinham sido implantados quase que na totalidade em 2002, em 2003 o serviço foi desfeito. Havia até café da manhã nas agencias da caixa para as mães da bolsa.

  • puts esses caras sao terriveis, nao deixam passar nada, uma vergonha, vivemos no estado mais atrasado do brasil, vamos votar melhor ano que vem pelo amor de deus…

  • MPE,será se eu estou sonhando.O básico o Ministério Público Estadual não faz, tipo Nepotismo(114 Góes no governo) e Contratos Administrativos(9.400 só no governo do estado).Penso que estou sonhando.

  • SERÁ QUE O MP ESTADUAL ENFIM ACORDOU E DESPERTOU PARA A PRÁTICA DE SEU PAPEL?
    ANTES TARDE DO QUE NUNCA! INDEPENDENCIA AO MP AMAPAENSE!

  • O pagamento dos benefícios fora da rede bancária embute duas artimanhas: faz parecer aos incautos que o governo se preocupa com os menos favorecidos, ao lhes prestar alguma ajuda, com esses vergonhosos programas assistencialistas; e é porta aberta para a corrupção e dilapidação do erário.

  • O pagamento dos benefícios fora da rede bancária embute duas artimanhas: faz parecer aos incautos que o governo se preocupa com os menos favorecidos, ao lhes prestar alguma ajuda, com esses vergonhosos programas assistencialistas; e é porta aberta para a corrupção e dilapidação do erário.

  • Não! o MP não acordou, foi acordado. O Deputado Camilo, denunciou ao Ministério Federal que mandou para o estadual, que deu esse despacho. Foi assim que o caso se deu.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *