Podcasts. A praticidade dos antigos “radinhos” mas para ouvir só o que lhe interessa e na hora que você quer

Gabriel Cavalcante Leão Dias – Design de Games

Estava ouvindo trechos de um podcast esses dias e fiquei refletindo  sobre essa forma de entretenimento e informação relativamente nova. Há 10 anos, poucos já haviam escutado falar sobre, mas o “podcast” já exista há muitos anos, numa forma diferente e que todo mundo conhece e já escutou em algum momento da vida que é o rádio.

Anos atrás, muitos acreditavam que o rádio iria acabar(mais de uma vez inclusive). Mas a TV a cabo perdeu a relevância antes do rádio, com o surgimento do streaming. Muitos não tinham mais interesse em usar TV pelos canais, mas sim para assistir filmes e séries no seu próprio tempo, no seu próprio horário. Rádio com podcasts são quase o mesmo ponto. Ambos também são  uma “companhia”  de entretenimento e informação quando estamos no trânsito, seja no metrô, na rua, num avião ou mesmo quando estamos fazendo algum trabalho (este inclusive no momento que estou escrevendo).

Tanto o rádio quanto o podcast tem público garantido nas pessoas que passam em média uma ou duas horas por dia indo de suas casas para seus trabalhos (eu inclusive) e nas que podem fazer suas atividades de trabalho, ao mesmo tempo que se informa ou se diverte pela audição. No trânsito, é um público enorme, especialmente nas cidades grandes, onde as coisas tendem a ser longe uma das outras e o meio de transporte principal da população é o transporte público, que oferece bastante downtime, onde as pessoas  só estão esperando chegar no seu ponto e ter alguma coisa para escutar, especialmente, assuntos interessantes, divertidos, de pessoas que produzem conteúdo nesse formato, dentro dessa imensidão e diversidade para todos os gostos e interesses.

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