Pleno do TJAP não conhece pedido de suspeição contra procurador do MP-AP

MARCIO_AUGUSTO_ALVEZ

Por unanimidade, o pleno do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) não conheceu do pedido de exceção de suspeição, movido pelo denunciado Luciano Marba contra o Sub–Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Márcio Augusto Alves.

 

O réu Luciano Marba afirmou ser alvo de perseguição e vítima de um esquema para prejudicá-lo, juntamente com sua empresa, a LMS Vigilância. O empresário sustentou, ainda, que devido ter mencionado o Procurador Márcio Augusto Alves em seu depoimento à Polícia Federal, suspeita de sua parcialidade na apreciação do habeas corpus nº 000674-32.2014.08.3.0000, que será julgado pela Secção única do TJAP.

 

O Sub–Procurador-Geral de Justiça, Márcio Augusto Alves, sustentou que não conhece Luciano Marba, não mantém contato algum com ele, muito embora tente o empresário, a todo custo, denegrir sua honra e imagem, assim como, de outros membros do Ministério Público do Amapá.

“Após tomar conhecimento da fantasiosa declaração do empresário junto à Polícia Federal, tomei a iniciativa de provocar a Corregedoria-Geral do Ministério Público do Amapá, a fim de instaurar procedimento administrativo com o propósito de investigar aquelas declarações. Após análise minuciosa dos fatos, tal procedimento foi arquivado pelo Conselho Superior do MP-AP”, ressaltou Márcio Augusto Alves.

 

Marba Silva é réu em duas ações penais que tramitam na 4ª Vara Criminal. O empresário é acusado como autor ou coautor de vários crimes, dentre os quais: corrupção ativa, corrupção passiva, extorsão, afastar interessados à licitação e formação de quadrilha.

 

Participaram do julgamento, os desembargadores Luiz Carlos Gomes dos Santos (presidente), Carlos Tork, Stella Ramos e o juiz convocado Décio Rufino, que não conheceram do pedido de exceção de suspeição.

  • São os fardos do mister da função, não é Dr. Marcio? Como dizem os franceses: bon courage. Quem trabalha na area juridica conhece bem a expressão popularizada do direito de espernear, de reclamar “Jus esperneandis”. Um abraço.

  • Caramba!

    Será que estão querendo calar de quaisquer maneiras tudo aquilo que se pode corrigir em nosso Amapá ou no Brasil?

    Ou o Brasil acaba com as supostas corrupções, ou as supostas corrupções acabam com o Brasil.

    Sou um pacato cidadão brasileiro, e exijo respeitabilidade para com o Amapá e o Brasil.

    Pensem o que pensar, mas, eu penso assim.

  • O Procurador de Justiça Márcio Augusto Alves “só não é uma pessoa perfeita”, porque é torcedor do Paysandu rsrsrs.
    Abs. Matta.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *