O Amapá que empreende: Make Me 

Nascida de uma vontade de empreender que unia a família, a loja na ideia foi muitas outras coisas antes de se concretizar como Make Me. “Surgiram várias ideias e nesse meio tempo de pensar sobre isso, eu e minha mãe sempre tivemos afinidade com cosméticos. Então unimos o útil ao agradável e decidimos abrir  uma loja de maquiagem. Se a gente vai trabalhar com algo, que seja trabalhando com o que a gente gosta”, conta Brunna Silva, 20 anos, proprietária da e-commerce. 

A decisão não partiu somente pela afinidade com a maquiagem, mas principalmente, da falta de identificação com os produtos do mercado local. “Nós somos duas mulheres pretas e sentimos muita dificuldade em encontrar maquiagem para a gente, para o nosso tom de pele, uma base, corretivo ou pó compacto que não deixe nossa pele acinzentada”, explica ela. 

Além de contemplar variados tons de pele, a preocupação em oferecer produtos sem testagem animal e com composições veganas foram algumas prioridades para a construção de um serviço diferenciado em Macapá. As marcas nacionais escolhidas foram os produtos da Visella, pela diversidade de produtos e a marca Negra Rosa, focada em pessoas de pele negra. 

“É muito satisfatório ouvir de uma cliente algo como ‘Caramba, é a primeira vez que uma base dá certo no meu tom de pele!’ e esse sempre foi nosso propósito, de mulheres pretas se sentindo representadas com o que a gente vende” recorda a proprietária, que atualmente se organiza para a abertura da loja física da Make Me

 

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