Nota de Pesar pela morte do artilheiro Bira

 

A segunda-feira amanheceu com a notícia triste do falecimento de Ubiratan Silva do Espírito Santo, o ex-jogador amapaense Bira, que foi ídolo de duas grandes torcidas do Brasil. Grande artilheiro da década de 70, ele fez história no futebol, onde marcou seu nome no Remo, no Internacional no Rio Grande do Sul, no Ypiranga e no Esporte Clube Macapá.

Bira foi campeão paraense em 1977, 1978 e 1979, o quarto maior artilheiro da história do Clube do Remo, com 115 gols marcados. Ele partiu aos 65 anos, mas construiu uma bela trajetória no futebol, onde será sempre lembrado e reverenciado com seus dribles marcantes e a explosão no gol. Bira era irmão do lateral-direito Aldo, que defendeu o Fluminense nos anos 80. O jogador, que deixou um dos maiores legados do futebol amapaense, foi também treinador do Clube do Remo.

Nascido no bairro do Trem, foi na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição que Bira começou a jogar futebol de verdade. Aos domingos, as chuteiras davam lugar aos sapatos engraxados e à roupa devidamente engomada. Afinal, era sagrado ir à missa de manhã. Para ele, a religião combinava com o esporte, além de trazer responsabilidade ao jovem na época. A molecada só jogava bola se também frequentasse a missa.

 

Neste momento de dor e tristeza, peço ao Pai que conforte o coração de sua esposa, Donalba Vilhena, dos familiares e dos muitos amigos e admiradores que sentem sua partida. Que suas jogadas incríveis sempre sejam referências para incentivar os novos ídolos do nosso estado. Que Bira descanse ao lado do Pai.

 

Clécio Luís

Prefeito de Macapá

  • Conheci pessoalmente o Bira quando morei em Macapá, apresentado pelo amigo César Bernardo. Eu cresci vendo o pôster desse time do Inter, que estava em todas as salas das família que torciam para o Inter, no RS, SC, PR. Foi muito emocionante e fiz questão de dizer o quanto era grato pelas alegrias que ele proporcionou a tantas pessoas. Acho que ele se emocionou com isso, também. Grande time, grandioso jogador, grande lembrança de Macapá. Conforto a família. Gratidão.

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