• A imagem é representativa de uma época de tranquilidade, de chegar em casa, e sem susto ou preocupações com segurança, abrir o portão, a porta. De sentar no pátio e, de repente, levantar pra ir lá dentro, e a porta permanecer aberta. É no Laguinho, mas poderia ser o bairro do Trem, da antiga Favela, ou qualquer parte de Macapá. A pequena cerca de madeira, que dá acesso ao quintal pela lateral da casa evoca os antigos quintais (que começam a ceder espaço para outras construções). É… O progresso chegando, e isso parece ser inevitável e irreversível. Pode parecer saudosismo. Mas, saudade, a gente só tem de coisas boas.
    Parabéns ao autor da imagem; caprichou. Não percebi, mas tive a impressão de ter ouvido um passarinho cantando.

  • Alcilene, esta casa me traz grande nostalgia. Era a casa de minha mãe e nela passei grande parte de minha adolescência e juventude. Saí de lá para me casar. Lá continuaram meus irmãos Evandro, Zé Luis e Suely. De frente para a Av. Mãe Luzia, tem defronte o UNA. Ao lado da residência fica o Beco da Onça, acesso para outras casas. Um grande abraço do Lindoval.

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