JUSTIÇA ITINERANTE FLUVIAL – A JUSTIÇA VEM A BORDO

Por Heraldo Costa. Juiz de Direito

ENFIM, como diz Sueli Pini, chegamos à 100ª Jornada da Justiça
Itinerante Fluvial ao Bailique.
Tantas viagens, muitas histórias dessa forma, bem amazônida, de prestar
justiça.
Tudo começa com muita dificuldade, sem qualquer glamour ou conforto.
Os primeiros juízes que se lançaram nesse projeto, sentiram na pele o
valor de sermos uma justiça de vanguarda.
João Lages e servidores, em cima do barco, partia pra uma semana de
muitos desafios.
O barco MARLUZA que tanto serviu à Justiça do Amapá, mesmo com tantos
desconfortos, já fez sua ultima viagem,
E aguarda, esquecido na frente da Vila Macedônia, no Bailique, que o
tempo e a água lhe consumam.
Veio o TRIBUNA, que ainda encanta a população ribeirinha, como os
inúmeros jornalistas a cobrir viagens.
TRIBUNA que nasceu em 2002, fruto da jovem visão empreendedora de Carmo
Antonio,
Que pensou em levar justiça ao Bailique, com algum conforto.
E assim chegou a 100ª viagem.
A cena se repetindo: o Barco Tribuna ancorado na rampa do Santa Inês no
centro de Macapá, partindo para uma edição histórica da Jornada
Itinerante Fluvial, com mais de 40 servidores do Tribunal de Justiça,
para prestar serviços jurisdicionais as comunidades ribeirinhas.
A cena se repete, mas ficará marcada na vida e no coração de cada um.
Heraldo Costa

Fotos
– Jornada ao Bailique no Marluza (João Lages em cima do barco)
– Foto do Tribuna na 88ª Jornada (Foto de Heraldo Costa)
– Foto do Marluza em Frente à Vila Macedônia (foto de Heraldo Costa)
– Matéria do Site (100º Itinerante)

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