Em coletiva, TRE esclarece fatores que levaram a pedir adiamento da eleição em Macapá. Disputa pode ocorrer só em dezembro

Em entrevista coletiva à imprensa, na tarde desta quinta-feira,  o presidente do TRE, desembargador Rommel Araújo e outros membros da corte eleitoral, destacaram e relataram alguns fatores que levaram o Tribunal a pedir ao TSE o adiamento das eleições em Macapá. Entre os principais, questão de segurança, como a redução do efetivo da Polícia Militar do Amapá (PMAP) que estaria no apoio às eleições, e a ameaça de manifestações com pessoas infiltradas de facções criminosa.

As informações vieram de órgãos de inteligência, como ABIN e Inteligência do Exercito, entre outras, e não foram baseadas em achismo, disse Rommel. Ele também informou que pediu apoio da Força de Segurança Nacional, mas não era possível vir ate domingo, e que o exercito Brasileiro nao tem efetivo suficiente em Macapá pra garantir as eleições. Teria que vir reforço de Manaus.

Ele disse que o TRE e o Ministério Público Eleitoral estão preocupados com a segurança dos eleitores, de cada mulher e de cada homem.

Por que só em Macapá será adiada? 

Rommel Araújo disse que os policiais  que ficariam em Macapá serão distribuídos nos demais municípios e depois ficarão exclusivos em Macapá.

Além das questões da segurança pública em Macapá, com as manifestações e outras consequências do apagão, o TRE também recebeu o comunicado de que muitos policiais estão doentes de COVID, com a alta dos casos, diminuindo o efetivo.

Novas datas 

As novas datas de eleição serão definidas ainda com o TSE, bem como, novo calendário eleitoral e propaganda politica.

A entrevista completa você pode assistir no canal do TRE do Amapá no Youtube

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