E segue a currutela

A Praça Zagury, no local que está ficando conhecido como “batatódromo” está uma verdadeira currutela, com zilhões de carros e barracas de “ambulantes”, sem padrão e de visual poluente.

Com a falta de padronização, carros e barracas ficam perigosamente maiores, a cada dia. Já tomaram conta da calçada, daqui a pouco serão donos do logradouro inteiro.

Tudo bem que o prefeito Clécio dialoga e respeita os empreendedores populares da cidade. Uu também os reconheço como importante elo da economia e do entretenimento. Mas, na boa, tem que organizar a bagaça.

Nossa orla é tão linda. A organização de seus espaços tem que ser garantida, bem como, garantidos democraticamente os espaços para todos: vendedores, pedestres, crianças, idosos.

Além de  manter o mau gosto longe, e não permitir que fechem o que temos de mais bacana: a visão do Rio Amazonas.

Já não bastasse aquele horrendo espaço de bares, que parece um mercado, dado a Macapá pelo ex-prefeito João Henrique. Que diga-se, está cada dia mais feio.

Pronto. Falei!

 

Macapá é Linda!!!!

macapa 614

  • Nessa porra dessa cidade só querem multar e prender porre e multar motorista que estacionam irregularmente. AFF…

  • O pior disso tudo querida Alcilene é que esses carrinhos de ambulantes estão no espaço que era uma ciclovia…. Menos um espaço para os ciclistas trafegarem com segurança, uma vez que em Macapá existe menos de 5 km de ciclovia…Triste.

  • Em setembro fui a mcp e verifiquei que os quiosque tbm perderam os seus objetivos, são vendidos almoços, etc. Sem nenhuma fiscalização deixando o espaço horrivel

  • Votei no Clécio e sinceramente ainda não vi nenhuma mudança na cidade. Continuam os problemas na coleta do lixo, saúde e principalmente na questão do ordenamento urbano. Qualquer um chega e se instala no passeio público, tornando a cidade uma verdadeira favela de ambulantes sem higiene alguma. Em outras capitais os órgãos de fiscalização agem de forma enérgica, entretanto aqui parece que os gestores municipais estão mais preocupados em não desagradar os ambulantes. Na verdade dão um tiro no pé, pois a grande maioria da população que paga seus impostos querem ver a cidade organizada. Outra aberração é aquela invasão em frente a expofeira da Fazendinha. Será que o poder público vai permitir que os invasores permaneçam em uma área nobre da cidade sem que tomem nenhuma providência. Passei lá no domingo e vi vários carros estacionados próximos aos barracos, tá na cara que a grande maioria são especuladores e pessoas que não possuem necessidade de um terreno.

  • A culpa é de quem???? Hummm… de ADMINISTRAÇÕES PASSADAS!!!!! O espaço físico tem mt, foi mal planejado, essa é a verdade, se for olhar qtos pai de família ali estão tirando o seu ganha pão tds os dias… eu concordo que haja planejamento e que os que lá estão permaneçam, agora tirar os carasde lá… não… Olha gente a fome MATA!!!!

  • Eu desafio um amapaense que esteja desempregado ir para qualquer outra capital tentar a vida, e assim invadir um logradouro público para trabalhar e invadir alguma área para morar. Eu DUVIDO que alguém consiga fazer isso nas outras 26 capitais. Agora aqui a coisa funciona mais ou menos assim:
    O cara está passando dificuldade em alguma cidade de algum estado próximo daqui. Chega aqui, invade uma área para fazer a sua casa, invade nossas calçadas e praças para trabalhar, tudo isso com a ajuda dos nossos políticos. Depois, quando está devidamente instalado e ganhando dinheiro, liga para os outros parentes virem para cá porque aqui é um paraíso. Ora, tudo bem que somos um povo acolhedor, mas já estamos sendo besta. É por isso que a violência es

  • Bom, conforme o “Pai dos burros”, o termo currutela: “São pequenas vilas sempre à beira de estradas em locais isolados, fora das cidades, geralmente com prostíbulos frequentados por garimpeiros, tropeiros, etc.”. Vejam bem caro leitor, essas barracas ai estão enfeando a frente de nossa cidade.
    E os bares, ora ora, além de praticarem preços abusivas por lá, os banheiros é uma lástima !
    Uma sugestão:
    – Aproveitar o espaço público que temos no meio do mundo, ou seja, o estacionamento do sambódromo ou em frente a cidade do samba.

  • O que ocorre na orla (zona da batata frita) é um descaso com a saúde pública. Só aqui no Amapá a Vigilância Sanitária não funciona. Em outras cidades é inimaginável a confecção de alimentos na via pública sem atender as mínimas exigências de instalações adequadas. Sem falar na ocupação ilegal do passeio público e de outras situações ligadas à segurança.
    Ano político…tu jura que vai mudar alguma coisa!

  • 1. Desde que o FHC criou a figura da reeilação, avacalhou tudo, em tudo quanto é lugar. Todo gestor vencedor de uma eleição começa o mandato já pensando na sua reeleição e portanto andando na ponta dos pés, pisando sem ovos, para não descontentar seus prováveis eleitores. Resultado: faz discurso, enrola daqui, enrola dali e nada faz de concreto para resolver esse tipo de problema. Tem que se reeleger!
    2. O tal João Henrique quando prefeito, através do Edir Pacheco, tentou tirar aquela avacalhação sobre o canal da Mendonça Junior. Conseguiu? De jeito nenhum! Ministério Público, políticos e outras figuras de nosso estado pularam a favor dos “pobrezinhos” enfeiadores da cidade. E o prefeito dançou.
    3. Aqui é terra da bagunça. Do migrante miserável que aqui chega com uma mão na frente outra atrás e logo aprende que ele pode tudo para sobreviver.
    4. Infelizmente isso aqui nunca vai acabar. Enquanto tiver baixada para ser invadida e “autoridade” sem compromisso com as raízes deste estado, sempre será está droga.

  • O sujeito chega de fora no verão, faz casa em área de ressaca, e quando chega o inverno, vem reclamar do governo porque sua casa está no fundo.
    Faz ligação elétrica clandestina (gato) usando fio telefônico, e depois chama o G.B. para reclamar que seu aparelho queimou.
    Vá um amapaense fazer isso em outro estado para ver o que acontece.
    Em tempo: O G.B. também é paraquedista, não entende patavinas da história e da geografia do Amapá.

  • Encima desta desorganização generalizada da Beira Rio, tem os quiosques que se tornaram uma espécie de “Bar da Lora”, com todo o respeito ao “Bar da Lora” que é mais organizador, cada quiosque da beira rio é regado de muita puta, uns tecladista “PenDrive” que tocam teknomelodis, bregas, melodies da pior qualidade que fica até dificílimo você conversar de tão alto o som e de tanta desafinação desses “cantores”, sugiro ao prefeito Clecio Luis que faça igual ao prefeito do Acre que canetou as rádios por lá e proibiu tocar esta merda de Funk Carioca, Prefeito Clecio de uma caneta e coloque ordem neste Quiosques e que a música ao vivo seja sociabilizada tipows – violão e voz como é na Orla de Santarém, Icoraci e por ai afora..amém.

  • Sou amapaense, macapaense tenho 30 anos, que já é o suficiente para dizer de boca cheia: Macapá não tem jeito, sai e entra gente nos cargos publicos ( governo e prefeitura) e nada muda, infelizmente é a pura realidade.Nada da certo, sem obras expressivas que possam trazer o verdadeiro desenvolvimento para o nosso estado/municipio. Aqui tem uma cabeça de burro enterrada. #sejarealista

  • Sobre a situação atual da Praça Zagury, quero manifestar minha preocupação relativa às Instalações Elétricas daquelas barracas e parque de diversão.
    Sendo que as mesmas representam risco de vida à população.
    Ainda vai morrer gente ali por ELETROCUSSÃO.

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