Blog registra com tristeza o falecimento de Amélia Amaral

Engenheira Agrônoma, Amélia Amaral, amiga muito querida de muitos que visitam este blog, faleceu ontem, bruscamente, em Sobral-CE.

Amélia era amapaense-cearense. Veio para o Amapá, recém-formada, trabalhar. Teve filhos e viveu intensamente as coisas do Amapá por 34 anos. Foi por muitos anos funcionárias da antiga Aster-AP e depois do Incra, e também foi dona de farmácia. Casada com o professor João Batista, os dois voltaram a morar no Ceará, onde os cinco filhos já estavam estudando e trabalhando. Rafael, o mais velho, é Juiz de Direito, e Camila, a mais nova, cursa medicina.

A notícia chegou no sábado pela manhã, melando de tristeza o sábado gordo.

Amélia lia o Repiquete no Ceará todos os dias. Um dia deixou na caixinha este recado: “Alcilene, te leio todos os DIAS. Gostou do trocadilho? “

Comentários de Amélia no blog

No post sobre a eleição no TJAP

28/02/2011 as 18:43

Estas notas correspondem a uma avaliação de quais critérios?

No artigo de Marco Chagas “Para Além do PDSA”

13/12/2010 as 15:24

Professor, penso que levantaste um tema interessantíssimo. Estou lendo ultimamente textos e obras sobre a filosofia do UTILITARISMO, onde a questão da felicidade é defendida com muita razão. Tentemos aprender um pouco sobre o utilitarismo e talvez percebamos quão importante suas teses e a felicidade.

Em uma foto de Açaí

Me bateu a saudade e a fome. Isto equivale a um pensar em todos daí. Daqui (Sobral), no máximo uma chulazinha bem cara.Mas tá chegando um do grosso para mim e aí vou olhar tua foto com outro sentimento.

Uma Homenagem de Maria Emília à Amélia

Hoje o mundo amanheceu definitivamente menos alegre e inteligente, sem a risada escancarada da nossa querida Amélia Lopes do Amaral (ou da Maroca, como era conhecida pela família no Ceará). Amélia era mulher de princípios e valores inabaláveis, tanto que, no meio da podridão dos dias de hoje, chegavam a ganhar uma feição de inocência infantil. Teve cinco filhos biológicos (Rafael, Samara, Daniel, Lucas e Camila) e um filho recebido pelo coração (Luciano). Construiu com o marido João Batista um lar cheio de vida e amor, onde também sobrava atenção e carinho para os muitos amigos, colegas de trabalho e para a garotada que vivia por ali.

Pessoa de inteligência aguçada e leitora voraz, estava sempre pesquisando, aprendendo e se informando sobre tudo. Veio por aqui pela última vez no ano passado para votar no 1º turno das eleições, que para ela era um ritual delicioso, de muitos reencontros e bate-papo nas intermináveis filas das seções eleitorais do colégio Anchieta (ela aproveitou a para convencer uns indecisos que ainda aguardavam por ali); estava muito feliz com a expectativa do nascimento da filha que a Samarinha estava esperando e animada com o momento de efervescência política no Amapá.

Pessoas assim nunca se vão completamente, pois ficam impressas em nossos corações, deixando as marcas das boas lembranças das gargalhadas, dos pratos, dos palavrões, das araras, dos cachorros, o jardim de inverno e uma saudade doce dos momentos compartilhados.

  • frequentei muito a casa da dona amélia, o astral era sempre alto, seus filhos muito bem educados, fizemos muitas rodas de violao, sempre indcentivado pelo meu amigo e fanático por musica rafael, recdebi a noticia com muito pesar, era um pessoa unica, sorridente, caridosa, Deus recebe em sua glória

  • Me sinto sinceramente triste. Apesar de pouca convivência, mantinha muita admiração e carinho pela Amélia e João Batista.
    Ruben

  • Realmente Alcilene, o mundo fica menos bondoso,pois Amélia passou por ele e, com certeza deixou a sua contribuição através de seu exemplo e a personalidade voltada para o bem. Ao amigo João Batista fica um acalento, sua Amélia não era só sua companheira, era de todos nós. Boas Saudades!

  • Ontem cedo quando soube da morte da querida e alegre Amélia não quis acreditar.
    Só à noite a ficha caiu.
    Amélia deixa boas, risonhas e alegres lembranças.
    À família as minhas condolências.

  • Poxa, agora que associei. A d. Amélia era mãe da Samarinha, minha querida amiga dos tempos de escola. Uma pena. Que Deus conforte o coração de todos!! (ps.: salvo engano, o rafael é promotor de justiça do estado do Piau)

  • Tive a honra de conhece-la, pessoa formidável. Meus sinceros sentimentos a familia, e as lágrimas que escorrem por minha face agora, que soube da noticia.
    Companheiro João Batista, um abraço forte, do povo amapaense, do seu povo.

  • Nossa!!!lembro dessa senhora, muito gente boa, eles tinham uma farmácia no bairro do Santa Rita, Que o nosso Deus todo poderoso conforte seus familiares.

  • Tô arrasado com esta notícia.. D. Amélia era uma pessoa muito especial. A conheci na época q estudei na Unifap com o marido dela, o João Batista. Conheci toda a família e inúmeras festas da turma de Pedagogia era na casa deles. Desenvolvi uma amizade com toda a família.. É lamentável saber q ela não mais está entre nós.. que Deus a tenha..
    Saudade das conversas, da Maria Betânia q ela tanto gostava, do camarão no bafo no Naiara em Fazendinha, da farmácia Santa Rita.. enfim.. vá com Deus minha amiga.. vá com Deus…

  • Alcilene Cavalcante,

    O Dr. Rafael Lopes do Amaral é Juiz Titular da Comarca de Bela Cruz – Ceará, tendo, antes, sido Promotor de Justiça no estado do Piaui.

    Fábio Nogueira – FORTALEZA(CE)

  • Trabalhei na ASTER-Amapá com a Amélia, uma pessoa amiga,competente,carismática era muito profissional, uma guerreira. Antes de ir para Sobral foi em minha casa se despedir e há um mês me ligou, conversamos muito sobre a situação do nosso estado e a saudade que ela tinha dos amigos daqui, só que ela sentia necessidade de estar mais perto dos filhos que já estavam morando lá.Que Deus derrame infinitas bençãos e muita luz, descanse em Paz. Minhas condolências a familia.

  • Na minha atividade de rádio e jornal, tive a oportunidade de conviver com a Amélia e com o João Batista. Fiquei abalado ao saber da morte dela, ao acessar o blog no domingo. Como diz a escritora Lya Luft, a Amélia é “daqueles seres amados que se vão sem realmente partir”. Saudades.

  • “Oi Amélia, até que enfim tu vieste!” Deve ser o comentário geral dos santos que, no Paraíso dos que vivem a vida saem peias, livre como ela era só, fez por merecer chegar. Amélia nos deixa um pouco mais tristes, mas deve ter deixado um monte de gente feliz lá em cima, onde devem ter organizado rapidinho uma roda com viola, fogueira e um bom papo… quem sabe até uma biritinha, pois o céu sem birita deve ser um inferno!
    Costumo entender que todos nós, quando partimos para a Grande Viagem não devemos deixar os que ficam com aquela cara de “fim” – pelo contrário, como os povos mais primitivos e sábios, sabemos que quem vai renova a vida dos que ficam; é necessário a renovação e a as boas lembranças do passado. Amélia passou para ensinar a gente a ser gente, pois não tinha medo de mostrar que sentia e fazia questão de dizer estava na vida para aprender, e eu digo que também era pra generosamente compartilhar tudo que era riqueza que ela possuia como uma socialista deve ser. Não fico triste, mas feliz de ter, num curto, mas proveitoso período da minha vida tido a honra e o prazer de conhecer você. Boa Viagem, companheira de lutas e até breve Amélia!

  • É com tristeza que recebi a notícia do falecimento da nossa expontânea e sincera Amélia. Não tinha “papas” na língua; falava o que achava e pensava por ser uma pessoa muito inteligente e profissional. Tive o privilégio de conhecer e conviver com essa mulher, cidadã, política e agrônoma. A extensão rural amapaense está de luto. Vá com Deus!

  • Oba, vai ter festa no céu!
    Deve ter um bocado dos que já se foram e conheceram a Amélia, festejando a chegada dela com toda alegria. Devem ter providenciado uma fogueira e violão que toque a boa música que ela gosta; bom papo, que não deve faltar assunto pra atualizar e muitas lágrimas de reencontro. Não cabe numa pessoa com a alma que Amélia tinha, o ranço do luto pesado, da dor de perda irreparável, o cheiro de velas e flores mortas. Cabe sim, a alegria de dar e receber coisas boas como as lições de vida e os impropérios de marujos de longo curso da vida dão de forma tão dura, mas carinhosa. Boa viagem, companheira de vida. Até logo, que juntos estaremos a trocar figurinhas da vida de cá. saidades com sorriso pra você.

  • Meu Deus, que choque!
    Amélia, João Batista e eu fomos colegas desde o tempo de Acar até Emater-AP. Ela chegou aqui muito jovem, recém-casada. Muito inteligente, sensível, idealista, alegre, bom papo. Que saudade!!! Que saudade!!!!
    Deus a tenha em sua infinita luz e dê ao João e aos seus filhos muita força para enfrentar essa tempestade. Meu grande abraço à família querida.
    Graça

  • É lamentável a partida repentina da minha colega Eng. Agr. Amélia do Amaral. Ela que prestou relevantes serviços à A gricultura do Amapá, como extensionista da ASTER/AP. Alcilene, tomei conhecimento em Belém lendo seu Blog.

  • è com imensa tristeza que chegou esta notícia, onde Amélia prestou verdadeiro serviço ao INCRA/AP, reconhecida pela sua valorização profissional.Estou triste e ao mesmo tempo ciente que ela estará alegrando o plano onde está habitando, com suas maravilhosas risadas.

  • Poxa, fico muito triste, ela foi minha vizinha por um longo tempo, sempre muito alegre. Vai deixar saudades…

  • Sobre a tia Amélia tenho apenas que falar que sentirei enorme saudades, fato que se estende a toda a minha família, pois crescemos ao som de suas risadas… Forte abraço ao tio Amaral e ao meu amigo Rafael e seus irmãos

  • A colega Amélia era uma pessoa querida. A conheci pelo contato profissional entre a Embrapa e Aster onde suas opiniões, sempre fortes, quase sempre pervaleciam.
    Sua farmácia ficava perto da casa em que moramos e sempre que ia comprar algo batáamos longos e bem humorados papos sobre a política local.
    Deixa saudades.

  • Conheci Amélia pelo contato profissional entre Embrapa e Aster. Uma guerreira armada de opiniões e argumentos visando a prestação de melhor serviço de extensão e assistência técnica aos agricultores do Amapá.
    Depois, quando descobri sua farmácia, sempre ia lá, não só para comprar remédios, mas para usufruir de sua grande base intectual em longos e bem humorados papos sobre política.
    Uma pessoa de bem com a vida que deixa saudades.

  • Conheci esta pessoa maravilhosa ‘AMELIA’, posso descreve-lá como uma mulher vitoriosa, amiga, inteligente, batalhadora e muito viva…Que a Luz de Deus ilumine sua alma e conforte sua familia.

  • Caros, agradeço as palavras sinceras com relação a minha mãe. Ela tinha pressa em fazer o bem, em mudar aquilo que estava ao seu alcance e pela política aquilo que ia além de suas forças.
    A presença dela no céu deve nos dar uma renovada força e coragem para continuar transformando o estado do amapá e nosso Brasil. A luta continua!

    • Lucas, que Deus conforte vocês e que a alegria e risadaa da Amélia seja sempre um alento na hora da saudade…

  • De seres como a Amélia podemos dizer: Desencarnou quem precisava Encarnar para privilegiar muitos com a sua presença. Lendo os comentários, pensei: Como é bom ver uma pessoa querida ser elogiada por sua atuação neste espaço terrestre. Quiçá que todos pudessem Desencarnar com este indice de avaliação positiva. Mas devo dizer que endosso todos os comentários, porque como todos aqui, tive o privilégio de gozar da amizade e convivência da Família AMÉLIA/JOÃO BATISTA. Família sem comentários! Entre todos os momentos desfrutados com a fraterna Amélia, um teve uma importância eterna em minha vida.
    Acostumada a me ver dar risadas que se confundiam com as suas. Numa ida a sua Farmácia, Amélia me recebe com um olhar meigo e diz: “Você não está bem. Cadê a o sorriso e a risada gostosa?! Não dava para fugir do poder perceptivo e sensitivo da AMIGA MÃEZONA. Abri meu coração, e ela: – Quando você descobrir o seu valor, nunca mais ninguém vai lhe deixar assim. Quer um segredo?Você é a pessoa mais especial que já encontrei aqui nesta terra. Quando chegas em um lugar, teu brilho, tua luz humana chega antes de você. Portanto, arruma a cara, te veste com aquele sorriso lindo e volta pra luta. Você encabeça a lista de seres iluminados deste Estado. Naquele momento ganhei o dia, e, hoje vejo que não foi só o dia, foi a VIDA toda. Pois não me lembro de não ter vencido os obstáculos dela, sem lembrar das palavras da AMÉLIA, mãe, companheira, amiga, guerreira, profissional e todos os demais adjetivos já ditos em todos os comentários. A música IOLANDA de Pablo Minanês e Chico Buarque, vai sempre recordà-la. Era a primeira música que pedia quando ia prestigiar-me nas cantorias dos Barzinhos das noites amapaenses. Muitas saudades amiga. Vou pedir para a Orquestra Celestial te acordar todos os dias com IOLANDA e assim lembrarás dos amigos aqui desta terra que tanto amas. E guerreiro JOÃO, um abraço APERTADÃO. Teu consolo com certeza vai ser lembrar que viveste com um ser HIPER ESPECIAL. Bjs.

  • Muito triste fiquei quando soube da partida da Amélia. Mulher forte, corajosa que soube se projetar como profissional,esposa mãe e amiga.Deus em sua plenitude dará consolo a seus filhos e esposo, nosso grande amigo João Batista.

  • Alcilene,morei no Amapa´,durante 13 anos,sou casada com um irmão de João Batista Amaral,esposo de Amélia Amaral.
    O SEU FALECIMENTO,nos deixou consternados.
    ´´E UMA PENA,QUE ELA NÃO ESTEJA MAIS AQUI, PARA SOLTAR O GRITO, PELA POSSE DA JANETE E JÕÃO CAPIBERIBE. POR esse Motivo , fiz esse registro. O grito também é meu.

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