Atuação de João Capiberibe é reconhecida na Itália

Por Aline Guedes

O senador João Capiberibe e a deputada federal Janete Capiberibe, ambos do PSB, cumprem agenda na Itália até à quarta-feira, 06, a convite do senador italiano Guido Pollice, membro da Green Cross Itália e presidente da associação ambientalista italiana Verdi Ambiente e Società (VAS).

No final de semana, os dois parlamentares brasileiros foram homenageados pela atuação destacada na militância socioambiental, nas ações de incentivo aos arranjos produtivos da floresta, defesa dos direitos humanos e de populações tradicionais, como quilombolas, ribeirinhos e indígenas.

Jornalistas de várias cidades da Itália viajaram a Sorrento para cobrir o evento. Em entrevista coletiva, João e Janete falaram sobre o Brasil, a Amazônia, o Amapá e suas expectativas para a Rio+20, marcada para ter início no próximo dia 13 de junho, no Brasil.

Para o senador Capiberibe, “representar o Brasil no cenário internacional faz parte da missão que o povo nos confiou”. Ele ressaltou que problemas ambientais são globais, não sendo por acaso a realização da Rio+20, pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Ainda em Sorrento, João e Janete Capiberibe se reuniram com membros da Câmara de Vereadores e o prefeito da cidade, Giuseppe Cuomo, que visitará o Estado do Amapá, para a continuidade das parcerias na área ambiental. Eles também dialogaram com o procurador chefe do grupo anti-máfia de Nápoles, Federico Cafiero, que elogiou a criação da Lei da Transparência pelo senador Capiberibe, demonstrou interesse nas ações por ele desenvolvidas e as considerou um importante instrumento de combate à corrupção.

Nesta terça, 05, dia Mundial do Meio Ambiente, João e Janete reuniram-se com deputados e senadores do Congresso italiano, com representantes da Confederação Italiana de Agricultores, da Green Cross Itália e da Associação Itália-Brasil.

Aline Guedes – Jornalista

Gabinete do Senador João Capiberibe

 

 

    • Este blog nao recebe nada do senador Joao Capiberibe e de nenhum outro político. A notícia é relevante..

      • Então tá. Quero reinterar que respeito você, o Blog, além de considerar este um dos espaços de debate mais democráticos que existem no Amapá.

  • Com devido respeito, mas o Senador Capiberibe ao invés de estar acompanhando de perto o sério problema de toda ordem que o Estado passa, que inclusive a responsabilidade redobrada também é dele, visto que foi eleito pela legenda que hoje governa o estado, o qual o filho é governador. Por favor, nos polpe dessas veiculações nesse momento.

  • E QUE ATUAÇÃO ESSES DOIS TEM PARA SEREM RECONHECIDO!QUE BENEFICIOS O ESTADO JÁ TEVE!É BRINCADEIRA.

  • Parabéns Dep. Janete e Sen. Capi pela iniciativa de fazer o mutirão de nobres cirurgiões plasticos para tratar as mulheres tucujus vitimas de escalpelamento. São políticos como vocês, reconhecidos até no exterior, que merecem nosso respeito. Continuem buscando alternativas para aperfeiçoar o modelo político e economico do AP.

  • Tumucumaque no “The New York Times”

    O conceituado jornal The New York Times, em sua edição de 4 de junho último, na página 5- Science and Technology, traz excelente artigo, sob titulo “ecossistemas prosperam no teto da Amazônia”, escrito por Carl Zimmer, inclusive com a foto que é símbolo no Amapá- o Pico da Lua, no Cordão Orográfico do Tumucumaque-, em que subscreve: “sobre os paredões de pedra, os topos planos dos “Tepuis” abrigam florestas baixas, com ampla biodiversidade.
    Fala sobre este tipo de mesetas- os Tepuis -, que são como ilhas no céu, abrigando uma diversidade de animais como sapos e lagartos, além da floresta.
    Diferentes dos Andes, não muito distante dali- e que se formaram, como tantas cordilheiras, pela colisão de duas placas continentais, há 25 milhões de anos, empurrando camadas de rochas para cima-, os Tepuis são muito mais velhos. As camadas mais altas se formaram pelo depósito de areia no fundo do oceano. Há 12 bilhões de anos.
    O arenito mais tarde subiu e virou terra seca, começou a sofrer erosão e a se fragmentar há cerca de 300 milhões de anos, os Tepuis se ergueram acima da planície “avogada” do Amapá.
    Ainda mais intrigante do que o longo isolamento dos Tepuis é o fato de que muitas espécies que habitam seu topo não são encontradas em nenhum outro lugar. Para muitos biólogos, a única explicação para isso é que os ancestrais desses animais e vegetais viviam há mais de 70 milhões de anos sobre os “Tepuis”.

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