Atuação conjunta da PRE e de instituições de segurança refletiu na redução da criminalidade

O trabalho conjunto realizado pela primeira vez entre as maiores instituições do estado resultou na inibição de crimes eleitorais e até mesmo de crimes comuns, conforme dados da Secretaria de Segurança Pública. Segundo dados da Polícia Militar, aos finais de semana são registrados em média oito homicídios. De sexta-feira, 26, a domingo, 28 de outubro, foi registrado apenas um assassinato em Macapá, o que representa redução de quase 90% nas ocorrências do gênero.

No fim de semana, a sede da Procuradoria da República no Amapá se transformou em uma central de operações de combate a crimes eleitorais. Procuradores, promotores, policiais e servidores do Ministério Público do Estado do Amapá (MP/AP) e do Ministério Público Federal (MPF/AP) prestaram todo o apoio necessário.

A Procuradoria Regional Eleitoral no Amapá (PRE/AP), reconhecendo a eficiência da atuação, agradece às pessoas e instituições envolvidas na fiscalização de irregularidades eleitorais neste ano. Atuaram durante o pleito as polícias Federal, Civil e Militar, o MPF/AP e o MP/AP.

Aparato
– A Polícia Militar disponibilizou mais de 10 viaturas. A Polícia Civil forneceu veículos descaracterizados. Entre fardados e à paisana, foram destacados 110 militares para compor o efetivo durante o pleito. Mais de 50 agentes das polícias Civil e Federal também compuseram as forças de segurança.

A PRE/AP destaca todo o esforço e organização das polícias. O aparato assegurou um pleito com maior lisura e transparência “constituindo-se em um marco no combate aos ilícitos eleitorais no Estado do Amapá”.

Ocorrências – Nos três dias, as denúncias com maior número de atendimentos foram compra de votos, boca de urna, propaganda irregular e transporte de eleitores. Dez pessoas detidas foram encaminhadas à sede da Polícia Federal. A maioria foi ouvida e liberada.

Três pessoas foram apresentadas na PF por fazer registro fotográfico dentro da seção eleitoral. A suspeita era de violação ao sigilo do voto. Dois foram detidos por usar alto-falantes para fazer propaganda irregular para um dos candidatos.

Um homem foi preso em flagrante e encaminhado ao Iapen pelo crime inafiançável de transporte de eleitores. Ocorrências de boca de urna e propaganda irregular resultaram em quatro Termos Circunstanciados. Os envolvidos serão processados pelas condutas criminosas.

Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República no Amapá
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