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Navio Idalino Oliveira

Quem viajou no Idalino aí? A maioria dos que estudaram fora de Macapá, viajou. E pode contar histórias e causos do Idalino, na caixinha de comentários.
Um blog feito na esquina do Rio Amazonas com a Linha do Equador, no Amapá.

Navio Idalino Oliveira

Quem viajou no Idalino aí? A maioria dos que estudaram fora de Macapá, viajou. E pode contar histórias e causos do Idalino, na caixinha de comentários.
ADOREI VER O COMANDANTE IDALINO NOVAMENTE..SOU FILHO DO MILTON SEABRA E NETO DO COMANDANTE PEDRO SEABRA.. LEMBRO QUE ERAM OS TRÊS : PEDRO SEABRA, IDALINO E SOLON.. MEU PAI NAVEGOU 35 ANOS DA VIDA DELE…E TIVE O PRAZER DE VIAJAR NO IDALINO E MINHA INFÂNCIA FOI PELO TRAPIXE ELIEZER LEVI..=)
Falar das viagens no Comandante IDALINO OLIVEIRA pra mim é um orgulho muito grande. Afinal sou NETA dele, Filha da FATIMA OLIVEIRA que morava ai em santana.Fiz muitas viagens MACP/BEL, era super divertido viajar nele, faziamos muitas amizades.Hoje estou mostrando pra minha filha MARINA OLIVEIRA,BISNETA dele,o navio e as historias LINDAS que eu tenho certeza não marcaram só a minha vida , mas a vida de muitas pessoas que nele passaram momentos INESQUECIVEIS…..
Seu Idalino Oliveira e meu pai, Augusto Santos, trabalharam juntos desde os tempos do Sertta Navegação, que mais tarde virou Susnava e Senava. Era pai dos ex-jogadores Carlito Oliveira (morto por bala perdida em Belem), José Maria e João Oliveira.
Vcs não sabem o que rolava por dentro dos camarotes…E aquelas brechadas através dos buraquinhos existentes nas chapas das paredes, deixados por porcas e parafusos caídos? Cuidado! Se era uma menina gostosa (ou mesmo nem tanto), e viajou num camarote desses, huummm…pode estar gerando boas recordações, he, he, he…
essa foto deixou minha boca com gosto de cabo de guarda chuva.
Fomos para o Congresso da Une em Juiz de Fora, MG, eramos 17 estudantes. Entre calouros e veteranos tinha o Garapa, que junto com a turma, tomava todas.
Certas hs da madrugada veio a notícia sobre o desaparecimento do dito cujo, mobilizamos todos (sem dá alarme para o comandante é claro), para procura-lo em todo o navio. As horas se passavam, a correria e a preocupação eram tantas, que a mulherada começou a chorar por que elas pensavam, que ele tinha caído no rio. Ora, o sacana surfava pelo lado de fora do navio, pra cima e pra baixo, sem que ninguém encontrasse. Consegui pega-lo pelo pé na polpa do navio e dei-lhe uma escroteada da quelas – “tu és doido?”…. Imagine a situação do bêbado!
Caramba! E o que era aquele banheiro… Praticamente um caldeirao. A gente saia mais suado do banho do que quando tinha entrado, rsrs.
Estavamos indo para Belém (1985), no Idalino, qdo notamos q um amigo estava jururu. Era saudades da namorada q ficara em Macapá. Oferecemos um gole de pinga q uns amigos conseguiam colocar p dentro do navio burlando a fiscalização. Lá pelas tantas o dito amigo, q não era acostumado a beber, começou a passar mal. Indagamos de uma moça sobre remédio p enjôo, ela respondeu q de remédio só tinha anticoncepcional. Pedimos um comprimido, ela relutou mas entregou, e demos ao amigo dizendo q logo iria ficar bem do enjôo. Não deu outra. Hoje ele vive bem, casado (não com aquela namorada), com dois filhos e é economista. Depois falamos o q tinha tomado, não acreditou.(Histórias q só aconteceram no Idalino)
Não só viajei (Bel/Mcp) como fui para inauguração do Idalino,pelo Amapá Estado.Pensa numa grande farra, banda da PM, fogos, birita, salgadinho e discurso, claro. Eu, Jara e Evandro Luis temos uma história desse dia que te conto em off. Bjs na família.
Dá pra imaginar….hehehe…
Também viajei muito no Idalino. Sempre encontrava o Jucicleber. Viajamos muito também no Solon. E quando o Silja Souza entrou, com música ao vivo no piso de cima, a estudantada não dormiu mais. A gente era feliz, e não sabia.
Gostava muito de viajar dentro do porão.Lá, sempre ia no início ou final de férias uma turma muito boa de estudantes universitários da minha época. Bons tempos…