Nesse começo de campanha registrei o que pra mim, já foram os fatos mais negativos. Pra mim, quero dizer, em minha modesta, mas livre opinião.

– O montão de pedidos de impugnação, a maioria por bobagem.

– O pedido de impugnação do MPF a candidatura de Capi. Foi cassado injustamente. Mas perdeu o mandato. Ok. E agora querem que seja punido duas vezes? Capi é uma liderança popular. A maior do Amapá. Que deve estar sempre no processo democrático. E da deputada Janete Capiberibe, que perdeu o mandato, voltou a se eleger como a deputada vais votada (e fora da máquina e do poder) e faz um grande mandato parlamentar. É de chorar.

– A proibição do PSOL Nacional à aliança do PSOL-AP com o PTB no AP, sem analisar o quadro político local. A estreiteza e o sectarismo abrem mão da grande oportunidade de aumentar a bancada federal, com Clécio, que tinha grandes chances de se eleger nessa coligação. E não prioriza a possível eleição de um senador pelo Amapá, Randolfe Rodrigues, que tem uma intenção de voto crescente a olhos vistos.

– E, não sei quem teve a brilhante idéia na coligação PSB-PT de pedir impugnação da candidatura de Waldez Góes. Pule de 10 como não consegue, e se desgasta logo no início da batalha eleitoral. PDT soltou logo defendendo Waldez e atacando Capi. Waldez ainda vai pisar muito tomate nessa eleição. Repara o cara, Ô…

– O movimentado twitter virou praça de guerra de alguns candidatos, assessores e parentes de candidatos, contra jornalistas e formadores de opinião que estão no twitter. Ofensas, patrulhamento e falta de respeito. Perceberam que não estavam agradando, e devem ter sido orientados que estavam perdendo votos coligados, e parece, parece, que diminuíram.