“Sou Amapaense, mas morro de saudade das cantinas Italianas do Bairro do Bexiga em São Paulo… Amo a nossa culinária,mas também aprecio bastante a mistura de sabores paulistana” (Preta)

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“Nada como o camosquim da Professora Delzuite ( nossa mamãe ). Em Macapá o Pato no Tucupi da Dona Raimunda. O camarão na brasa do Orlando em Fazendinha. Em Curitiba, da época de estudante a comida chinesa de restaurante caseiro, que nós chamávamos de Chin-chin”.( Alcione Cavalcante)

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“Alcilene, o gostoso mesmo era quando nós saíamos do Grupo Alexandre Vaz Tavares e saboreávamos garapa com donzela ou pão doce no bar do seu Jonas, onde é hoje a Farmacia Saturno”.( Gegê)

“Eu sinto saudade da buchada de carneiro que só minha mãe sabe fazer quando vou de férias ao Nordeste”. (Maria)

“Saudades das comidas do interior de Goiás onde minha avó mora (cumari-GO). Doce de tudo que se possa imaginar…outra saudade é de uma torta de jacaré da minha tia que mora em Araguatins-TO.( Gilberto Junior)

“Eu lembro do chopp de tapioca com monteiro lopes da minha cidade de Breves-Para”. ( Cléia Silva)

“Saudade da picanha na pedra de um barzinho chamado Tuchê, lá na Audeota – Fortaleza (CE) “( Gino)

“Concordo com você, a Picanha na Pedra do Tuchê, também me dá muita saudade. Eu era frequentador assíduo até pq era bem próximo de casa”.( Norberto)

“Eu, morando no interior de Minas, sinto saudades é dos caranguejos, dos peixes, do pato no tucupí e da pimenta daí…”( Mateus Tiago)

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“Morando no RJ e com minha esposa e filhas, aproveito o tempo livre para apreciar os sabores cariocas, a cebola do Outback, o bacalhau do Da Silva, churrasco no Porcão, Picanha do Garota da Urca, petiscos dos botecos cariocas e claro, diariamente as empadinhas do Bar Urca quando saio da ESG. Mas como bom caboclo, nascido em Santana, que cresceu tomando açaí todo santo dia, fico contando as horas de chegar em Macapá, pegar o peixe  assado, pirapitinga, lá no Igarapé da Fortaleza, o açaí do Val, do grosso,SEM AÇUCAR, a farinha de mandioca da feira… Disso eu tenho muita saudade…”( Inácio)

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“Do açaí “amassado” na peneira pela minha vó Teté em sua casa lá no “canal” (mendonça junior) e ultimamente do cafézinho na casa do alemão (entrada de Petrópolis-RJ) com aquele friozinho de serra”. ( Jorge Silva)

“Da mandioca (macaxeira) frita acompanhada com manteiga derretida do bar “Movelaria” na Lapa (RJ).”( João Guerreiro)

“Lembro bem, da linguiça de surubim, que comi em Oriximiná/Pará, assada na beira da praia e com uma cerveja bem gelada…..Saudades!!”( Oldemar Coelho)
“Do Porcão de BH;
Da Vento Haragano de SP;
do Trapiche da BA;
das praias do CE;
Da ilha de Margarita no Caribe;
não posso esquecer do filhote da D.Flora na fazendinha…uma delicia!!!!e o escondidinho de charque do Garcia no Terrazo!!!! E do cachorro quente da Parada do cachorro quente!” ( Patrícia Cunha)

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“Poderia falar do choppe dos petiscos de Blumenau em um Bar Mirante ouvindo tango e dois coroas muito animados a dançar. Poderia falar do Porcão em Recife (adoro um bom churrasco). Do carneiro atolado no arroz de Fortaleza ou o caranguejo no leite de coco que vemos muito pelo nordeste. Da muqueca e do tutú que a Mari fazia (hoje em Campo Grande). Do pastel de bacalhau da feira de São Paulo ao arroz branco do Macacoari quando criança, mas tudo isso em nada se compara às comidas que minha mãe fazia com carinho e amor, e olha que nunca usou “sazon”, eram temperos naturais assim como seu aprendizado na cozinha. Saudade…”(Beneran Santos)

“Do “beijo de moça” que a Dona Margarida fazia. Vocês lembram dela?”(Juca)

“Em termos de boteco, estou com saudades do Copa 70 na antiga Primeiro de Dezembro, lá tem um charque com macaxeira que é um espetáculo. Boteco legal e o melhor peixe frito que já consumi é do Biras Bar na 14 de Março em Belém.
Vontade mesmo, estou de comer um peixe frito no Ver-o-peso, embaixo daquelas lonas plásticas em um baita calor e tomando uma Cerpa. Que maravilha!
No Nordeste tem o camarão na moranga do restaurante Camarões na praia de Ponta Negra, em Natal. E a quiabada com charque do restaurante do Pelourinho em Salvador. Tá bom de parar senão vou ter que ir atrás do sonrisal.”( Aderaldo Gazel)

“Uma grande saudade é do tucunaré na brasa com pimenta e muita farinha que eu costumava comer em Santarém-Pará… Meu tio preparava com tanto carinho quando chegávamos lá que acho que se tornava o mais especial dos temperos… Saudades mesmo. Santarém é uma terrinha boa demais!” (Eliane)

“Saudades dos petiscos do City Bar, na minha época de Campinas. O Melhor Bolinho de Bacalhau do Mundo (segundo eles), Melhor empadinha de camarão (segundo eu mesmo) e a cerveja bem gelada. E pra finalizar um pastel de Belém de dar água na boca!!”(Edgar Torres)

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