De quem sabe

Recebi do médico Eri Barbosa, que sabe muito sobre o assunto.

Sra. Alcilene,

Oportuna a sua preocupação com o trânsito.

O problema é grave e de saúde pública, inclusive.

Eis alguns dados epidemiológicos para reflexão:

EPIDEMIOLOGIA

  • O POLITRAUMA é a principal causa de morte em pacientes com até 45 anos.
  • Responsável por 80% das mortes em pacientes jovens (18-24 anos)
  • Estima-se em 400.000 acidentes ano no Brasil
    • 7% de mortalidade.
    • 62% das mortes intra-hospitalares ocorrem nas primeiras 4h

·     Corresponde a 10% de todas as admissões hospitalares

  • O ônus social das mortes e incapacidades temporárias e permanentes é imenso;
  • O custo de indenizações e dos tratamentos é elevadíssimo e
  • O sofrimento humano assustador.
  • A causas mais freqüente é o resultante de:
    • Acidentes envolvendo veículos motorizados,
  • Seguido de:
    • Agressões físicas
    • Acidentes do trabalho e
    • Acidentes da prática de esportes de ação
  • Certamente, com toda razão o Dr. Eri. É infindável o sofrimento da vítima de acidente de trânsito, que considero desde a vítima fatal, passando pela vítima parcial, até os parentes mais próximos. Todos sofrem! O tratamento médico é caro, mais é direito do cidadão! A propósito, a Lei 6.194/1974 (alterada pela Lei 8.441/1992), que estabelecia pagamento da indenização do seguro obrigatório dpvat, à vítima de acidente de trânsito terrestre, ou a beneficiários, em quantia equivalente a 40 salários mínimos, hoje R$ 18.600,00, foi alterada (na calada da noite), no final de 2006 (MP 340/06) e, posteriormente, em maio de 2007, através da Lei 11.432/07, reduzindo esse valor, para R$ 13.500,00, sem previsão legal de reajuste, como havia na redação anterior. Gostaria de saber se algum parlamentar do Estado do Amapá votou a favor dessa lei (11.432/07)? Trata-se de uma traição contra todos os cidadãos, que são vítimas ou potenciais vítimas de acidente de trânsito! Quem souber, com autorização da Alcilene, publique neste espaço democrático. Todos precisamos saber.

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