Indústria Verde é uma das estratégias de mercado da Nova Economia do Amapá

Durante a apresentação do novo modelo de desenvolvimento econômico para o Estado, que ocorreu nesta segunda-feira, 14, o Governo do Amapá trouxe áreas de mercado estudadas estrategicamente para o avanço de políticas públicas no setor, uma delas é a Indústria Verde.
O setor, que abrange áreas de mercado como a biotecnologia, ração animal e reciclagem, abarca fortemente um dos pontos trazidos pelo novo plano, em gerar práticas sustentáveis, sendo um dos fios condutores que busca contemplar os próximos oito anos de planejamento econômico do Estado.
O presidente da Agência Amapá, Antônio Teles Júnior, relatou sobre a reciclagem ser um segmento de considerável potencial dentro dos projetos de indústria verde, enquanto parcela importante no trabalho de reaproveitamento de resíduos gerados no Amapá.


“Podemos crescer nesse aproveitamento através de uma política sustentável, e essas indústrias já existem no Amapá, elas já estão operando, o que a gente precisa fazer agora é potencializar esse mercado, criando incentivos para o segmento.”, afirmou o gestor.


A Ecológica, Gestão Inteligente de Resíduos, é uma das poucas empresas que vêm realizando o serviço de reciclagem no Amapá, o projeto visa fornecer o uso qualificado de coleta e destinação de resíduos, onde é feita a coleta domiciliar de resíduos recicláveis e orgânicos.
O projeto ecológico teve seu pontapé inicial através do Minha Primeira Empresa, programa que faz parte do pacote Amapá mais Forte, para o fortalecimento da economia e do empreendedorismo amapaense, gerenciado pela Agência Amapá, Afap e Sebrae/AP.
Para o idealizador da Ecológica, Géremy Freitas, o programa foi essencial para pôr as ideias no papel e construir um caminho que viabilizasse um modelo e plano de negócios.

“Participei da capacitação e consegui o financiamento para começar a empresa, foi com esse dinheiro que compramos os equipamentos que precisávamos para iniciar o projeto. O programa também possibilitou uma maior rede de contatos e novos aprendizados, alinhando e ampliando nossas perspectivas de negócios”, ressaltou.
Durante a reunião do Plano da Nova Economia do Amapá, o Presidente Teles ressaltou ainda o desenvolvimento da economia do Estado através do crescimento no percentual de novos empreendedores amapaenses. Segundo dados, somente em 2021, foram 8 mil novas empresas abertas.
“A formação de empresas já é um processo consolidado e agora precisamos potencializar, essa é nossa política de estímulo a esse crescimento, abrir novas frentes de trabalho e conseguir dar um gás no pequeno empreendedor para que ele possa crescer mais, participar, se formalizar e dialogar”, concluiu.
Uma das ações de Governo para 2022 será promover uma Feira de Negócios do Minha Primeira Empresa, com o objetivo de reunir todas as empresas implantadas a partir do programa, possibilitando exposição, venda de produtos e rodada de negócios.

Nova Economia do Amapá

É um plano Estadual de Desenvolvimento da Economia do Amapá para os anos de 2022 a 2030, constituindo um conjunto de políticas públicas para um novo modelo circular de crescimento econômico para o Estado, prevendo geração de emprego e renda, através de meios sustentáveis, promovendo qualidade de vida ao povo amapaense. Dentre os mercados estratégicos estão: Indústria Verde, Produção de Alimentos, Exploração Florestal Sustentável, Energia Renovável, Infraestrutura de Integração e Turismo.

  • Um programa tardio, plasticamente bonito, lançado para inglês ver e como sempre, fadado a dar com os burros n’água. Mas é véspera de eleições! Me engana que eu gosto!

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