Hoje, domingo, tem programação do Macapá Verão nos seguintes locais:
Fazendinha, Jandiá, Curiaú, Araxá.

Curiaú
Foto: Arquivo Edgar Rodrigues.

Comerciantes, imigrantes e pioneiros do comércio de Macapá.
Romeu Haber, Raif Ballout, da Casa Amira(pai da Amira, que foi uma grande amiga de colégio) e o dono da Casa Flor da Síria.

Militância do PC do B vai apoiar só um candidato ao senado. Astalayr é o nome dele, candidato do partido a uma vaga no senado.
Foi o que os camaradas disseram no twitter. Não gostaram do fato de Waldez Góes ter limado Evandro Milhomem da vice de Pedro Paulo.
Por Kiara Guedes
Reza a lenda que eu não me choco com nada, ou quase nada. É lenda! Em ano de eleição, descobri, eu ainda me choco com o despreparo, com a intolerância, ignorância, e principalmente com a arrogância de muitos candidatos. Candidatos esses que afirmam querer representar a “minha” voz. Mas pra que isso aconteça, minha voz exige respeito.
Tendo a acreditar que estamos vivendo a era do “Se nada der certo, viro político”. E pelo que nos é apresentado, viram mesmo. Esses são os despreparados e/ou ignorantes de minha lista. Para os quais minha atenção é mínima – pelo menos enquanto são apenas candidatos -, uma vez que não os reconheço como possíveis “representantes”. Mas são, infelizmente, dignos de minha comoção quando são eleitos, sinal de que representam muitas vozes, que é obvio, serão desrespeitadas.
E seguindo a lista, os intolerantes/arrogantes. Que podem ser ou não, também, despreparados. Para os quais um pensamento, se não for o deles, é descartado, ou ainda pior, é contra eles. Crêem que sua filosofia ou idéias políticas são as únicas corretas. Geralmente bombardeiam o eleitor com o discurso no qual, a palavra democracia, pasmem, aparece quase como seus próprios sobrenomes. Podem não fazer parte do mesmo partido, mas jogam todos no mesmo time.
É claro que a efetiva democratização dos Estados é diretamente proporcional à capacidade intelectual dos indivíduos. Num pais onde o déficit educacional é maior que qualquer boa vontade política de mudança, presumo que ainda não será agora que poderei dizer “não me choco com nada”… E não será mesmo:
Ao ser perguntada sobre meus candidatos por um político, e dizer que ainda não havia decidido, recebi um sarcástico “em que mundo você vive?”… Mas aprendi que ninguém pode dar o que não tem, e eu tenho educação, sorri e não respondi. Eis que, semanas depois, um outro candidato, me ofende por “brincar de fazer versinhos” e não falar de política, e que quando faço isso deixo de ser uma mulher inteligente e politizada para me juntar ao restante da corja alienada de nosso Estado. – E antes de qualquer outra consideração, devo dizer que a maior ofensa pra mim, foi o texto pobre e mal redigido em que isso foi dito.
Arrogância pouca é besteira! Até mesmo minha educação me mandou rir. As vezes a política, e aqui também falo da política local, me faz lembrar “Nas dores do Mundo”, em que Schopenhauer afirma que “nem todos os loucos ou burros são fanáticos, mas todos os fanáticos são loucos e burros.” Mas seria mesmo preciso chamar Freud, já que Schopenhauer não fala de causa… Desculpem os mais sérios, mas faço pouco de vocês, nunca levei a sério quem se leva tão a sério assim. Por não confiar, desculpem-me outra vez.
Minha discrição virou alienação política. Ser poeta me tornou burra! Vai ver minha mãe esteja certa quando diz que precisamos ficar atentos pra não perdermos a estação em que os valores trocam de trem.
Pelo que lembro, ainda sou capaz de me orientar politicamente conforme meus próprios interesses. Por um lado, me interesso pela política de meu país, e do outro, não creio na operosidade de instrumentos inoperantes, nem acredito em salvadores de pátrias. E principalmente, não me recuso a raciocinar, decidir e traçar meu próprio projeto de vida. Não compreender o significado disso tudo, bem como o sentido que possa ter, é realmente o conceito de alienação política!
Esse político se referia, talvez, à época em que eu tinha carteira de filiação em partido político, e que até mesmo advoguei para aquele… Meus motivos pessoais não dizem respeito a ninguém, mas é interessante quando alguém nos dá motivos (fortes como os que cito aqui) para nos fazer perder o respeito. E o melhor da vida é mesmo isso: poder fazer escolhas, e saber que amanhã, ou depois de amanhã, minha “voz”, aquela que esse ano todos querem representar, seja pronunciada em outro timbre. Talvez com palavras “filiadas” em versos, afinal, poetas votam, e fazem votar.
Kiara Carrera Guedes

Voz de anjo, de ave cantadeira dos mistérios da floresta. Voz de cantora afinada desde menina nas rodas de viola da cidade onde nasceu, Macapá, mergulhada na musicalidade que vem do colo da família Bastos. Mãe, pai, irmãos, DNA de alma desenhada em notas musicais. Ela merece! Patrícia Bastos chegou lá no 21º Prêmio da Música Brasileira, indicada para concorrer como Melhor Cantora em duas categorias: Regional e Voto Popular.
As indicações são frutos de seu último trabalho, “Eu sou caboca”, um mergulho nos ritmos e na poesia amazônica, com marcante presença do Marabaixo e do Batuque, sonoridades incidentes na cultura popular do Amapá. É o quarto álbum independente da cantora, trabalho selecionado pelo crivo rigoroso do Projeto Pixinguinha da Funarte em 2009. Um álbum que conseguiu mesclar a atmosfera regional com a participação de artistas consagrados na MPB como Leci Brandão, Rosinha de Valença, Zeca Baleiro, Rafael Altério, Dante Ozzetti, Vicente Barreto, Celso Viáfora e Vítor Ramil.
A riqueza musical da Amazônia vem de todos os cantos na voz irretocável de Patrícia. “Eu sou caboca” traz composições de Joãozinho Gomes, Nilson Chaves, Thiago de Melo, Neuber Uchôa, Felipe Cordeiro e Jorge Andrade. Tem arranjos de Dante Ozzetti, Adelbert Carneiro e Aluisio Laurindo Jr. Tesouro de talentos de Norte a Sul do Brasil revelando o jeito de viver das terras tucuju. O resultado não poderia ser outro, a cantora amapaense concorre com nomes como Elba Ramalho, Maria Bethânia, Nana Caymmi, Roberta Sá, Zélia Duncan, entre outras.
O Prêmio
Idealizado pelo empresário e produtor cultural José Maurício Machline, em 1987 nascia o Prêmio Sharp de Música, naquele ano homenageando o poeta Vinícius de Moraes, realizado por doze anos consecutivos. Com o mesmo formato, em 2001 surge o Prêmio Caras de Música, homenageando Gal Costa, que durou só um ano. De 2003 a 2008 a empresa TIM assumiu a premiação com grande sucesso. A partir de 2009 a mineradora Vale identifica a premiação como Prêmio da Música Brasileira, resgatando a cronologia e o histórico do evento mais importante da Música Popular Brasileira. Os produtores Clícia Vieira e Cláudio Silva, da Bacabeira Produções, atentos à riqueza musical de “Eu Sou Caboca”, inscreveram o disco para concorrer à premiação.
Este ano a festa de cantores, compositores, músicos, arranjadores, produtores a apaixonados pela MPB vai acontecer no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, na noite de 11 de agosto, com referência especial à sambista carioca Dona Ivone Lara. Patrícia Bastos estará lá, entre as estrelas da MPB, vivendo um momento ímpar para a sua carreira. Na categoria Melhor Cantora pelo voto popular os fãs poderão participar votando através do site http://www.premiodemusica.com.br/2010/.
Notícia nacional
Recentemente Patrícia Bastos foi notícia em um dos jornais de maior circulação no país, O Estado de São Paulo. O articulista Lauro Lisboa Garcia define: “O canto de Patricia Bastos, originário da tribo tucuju, é como um chamado cativante da natureza, da mais plácida paisagem. De voz cristalina, lapidada e envolvente, a cantora do Amapá lança seu quarto álbum, Eu Sou Caboca”. Quanto ao CD “Eu sou caboca”, o texto reconhece que o trabalho “une o ancestral e o contemporâneo, sem folclorismos nem verniz modernoso”, e assina em baixo do nome de Patrícia, “Merece ser (re) conhecida”.
Pé na estrada
Em parceria com Joãozinho Gomes e Enrico Di Miceli, a cantora compõe atualmente o show “Timbres e Temperos”, que contempla os dois trabalhos selecionados pelo projeto Pixinguinha em 2009, “Eu sou caboca”, de Patrícia e “Amazônica elegância”, dos dois compositores. A turnê faz parte do projeto Sesc Amazônia das Artes e já percorreu estados como Pará, Maranhão, Amazonas e Tocantins. Nos próximos meses os artistas se apresentarão no Piauí e no Acre.
Patrícia Bastos também estará no Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco, dia 24 de julho, como convidada. Fará o show “Eu sou caboca”, levando como participações especiais Joãozinho Gomes e Enrico Di Miceli. O Festival está na sua 20ª edição e compõe um cenário multicultural numa das cidades mais belas do Nordeste.
Texto: Márcia Corrêa
Serviço: Assessoria de Comunicação/Bacabeira Produções
Quer saber o tempo dos candidatos e coligações na TV e no rádio?
O Diniz Sena fez as contas e publicou no blog.
Passa lá
http://blogdodinizsena.blogspot.com/
Consolidado como o maior evento de música independente do Amapá, o Festival Quebramar traz em sua terceira edição, mais de vinte e cinco bandas para se apresentarem em três dias de programação.

Agora em julho, mas uma opção de bar descolado e de bom gosto na cidade, com cardápio diferenciado de coquetéis e outras bebidas e petiscos variados e modernos.
O VitroViano, um Pub-Bar, está nos detalhes finais para inauguração.
No Blog da jornalista Alcinéa Cavalcante, todas as informações sobre as coligações registradas e quanto os candidatos declararam ao TRE que vão gastar em suas campanhas.
Espia lá. www.alcinea.com
O Amapá é o ultimo da região norte e um dos últimos do Brasil, nos indicadores que medem a qualidade da educação.
Sem comentários.
A caravana da Frente Popular depois de passar pelos municípios de Ferreira Gomes, Porto Grande, Tartarugalzinho, Pracuúba, Amapá e Calçoene, na última sexta-feira, 04, e sábado, 05, foi à vez do arquipelágo do Bailique receber o candidato ao governo do Amapá Camilo Capiberibe (PSB-AP).
Durante a viagem da Caravana da Frente Popular ao arquipélago do Bailique, Camilo Capiberibe acompanhado da candidata a vice Dora Nascimento (PT) tirou como prioridade para o plano de governo a retomada do Hotel da Escola Bosque e energia elétrica 24 horas para as comunidades da região.
O hotel que fica na vila Progresso foi entregue em 2002 pelo ex-governador João Capiberibe (PSB), e no governo de Waldez e Pedro Paulo o prédio ficou abandonado. “Lembro que eu cansava de ver franceses, japoneses, e outros gringos que vinham conhecer o projeto da escola bosque e faziam turismo por aqui. E agora não vemos mais nada”, lembrou o comerciante Antenor Farias.
Camilo Capiberibe, disse que além de retomar o funcionamento do hotel da Escola Bosque da Vila Progresso, serão construídas mais duas Escolas Bosque nas comunidades de Itamatatuba e Livramento. “Vamos voltar a desenvolver a região do Bailique e retomar os projetos que foram abandonados pelo governo Waldez e Pedro Paulo”, afirmou Camilo.
O pescador, Antonio Mendes da comunidade do Igarapé do Meio, disse que na época do governo do PSB a maioria das comunidades do Bailique tinha energia 24h. “E agora tem dias que temos até 3h de energia por dia. Isso quando tem”, denuncia o pescador.
As fábricas de Pescado, Açaí e Mel das comunidades de Itamatatuba e Carneiro foram todas desativadas pelo governo Waldez e Pedro Paulo. “E nós vamos retomar com essas fábricas, gerando emprego e renda para o nosso povo”, disse Dora Nascimento, que informou que o governo Lula através do programa Luz Para Todos estará garantido à chegada do Linhão do Bailique que vai ajudar na interligação de energia elétrica entre as comunidades.
Acompanharam a caravana da Frente Popular na viagem ao Bailique os candidatos ao senado João Capiberibe (PSB) e professor Marcos (PT), a deputada federal Janete Capiberibe (PSB), o deputado estadual Joel Banha (PT), a vereadora de Macapá Cristina Almeida (PSB), a candidata a deputada federal Marcivânia Flexa (PT), o candidato a deputado federal Coronel Correa (PSB) e o candidato a deputado estadual Soldado Balieiro (PSB).
(Comunicação do PSB)
Fotos: Chico Terra.
Nota do Blog – O blog está aberto às assessorias de todos os candidatos.
Hoje, 9 horas, tem passagem de comando na Policia Militar.
O novo comandante é o Coronel PM Oliveira, que substitui o Coronel PM Vasconcelos.
Em 2010, aproximadamente 81 mil pessoas são atendidas por mês.
Dados do Departamento de Média Complexidade da Prefeitura de Macapá apontam um alto crescimento nos atendimentos de plantões médico nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Atualmente o município conta com 150 médicos, sendo 53 plantonistas que foram contratados na atual gestão.
Um comparativo realizado entre o ano de 2008 e 2009 mostra um crescimento elevado nos atendimentos. Em 2008, a média era de 19.363 procedimentos/mês. Em 2009 houve um acréscimo de 21%, totalizando 22.442 procedimentos/mês. Já nos primeiros cinco meses de 2010, os números apontam um crescimento de 315% em relação a 2008, totalizando aproximadamente 81 mil procedimentos/mês e 260% em relação a 2009.
O aumento no atendimento é reflexo de uma série de medidas tomadas pela atual administração, que além de ampliar o número de médicos plantonistas, também ampliou o horário de atendimento, estendendo o horário das UPAs para funcionamento 24 horas e das UBSs para 18 horas. Esses fatores trouxeram agilidade no atendimento colocando a disposição da população serviços de saúde com qualidade e rapidez.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Eduardo Monteiro, o aumento dos plantões dilui a demanda de atendimentos no município. “Estamos fazendo um trabalho voltado para o bem estar da população. Com os plantões ampliamos os atendimentos, o que facilita para quem precisa ser atendido em horários alternativos ao comercial”, afirma.
Natália Platon
Assessora de Imprensa – SEMSA
Só ontem, já no final da noite de domingo, veio a decisão final: O vice do governador Pedro Paulo pra disputar a eleição é o arquiteto Alberto Góes.
Sua grande experiência administrativa e suas fortes articulações nacionais e internacionais foram o diferencial pra ser o escolhido.
Até ontem ficaram no páreo: Evandro Milhomem, Josiel Alcolumbre, Conceiçao Medeiros e Ester de Paula.

Praça do Barão.

Quem lembra dela assim?
Foto: Blog do Castro
Deve ter mudança nos próximos dias no Comando da Polícia Militar. O governador Pedro Paulo quer um comandante mais político. O atual comandante, coronel Vasconcelos, quer cuidar da segurança pública e do policiamento.
Simples Assim.
Por Charles Chelala, economista. Mestre em Desenvolvimento Regional.
O maior impacto socioambiental de uma Usina Hidrelétrica é o seu reservatório, ou seja, a massa de água represada pela barragem que inunda propriedades, desloca moradores de maneira involuntária, submerge infraestrutura, emite gases de efeito estufa, elimina hábitats de fauna, ocasiona perdas econômicas, dentre outras mazelas. A Amazônia está calejada com péssimos exemplos como os lagos de Tucuruí e de Balbina.
Entretanto, a história não precisa ser necessariamente assim. Há vários modelos em que reservatórios de usinas se tornam importantes indutores do desenvolvimento regional, como as hidrelétricas do Vale do São Francisco, que sabem usar de forma múltipla e eficaz a água das UHEs.
Nos municípios adjacentes à usina de Sobradinho na Bahia, por exemplo, com potência de 1 mil MW/h e reservatório de 4,2 mil Km2, é desenvolvido um projeto de irrigação há aproximadamente quatro décadas. O projeto, no qual é utilizada a água do reservatório, transformou aquela parcela do semiárido nordestino no maior polo de fruticultura tropical do país, boa parte direcionada para o mercado externo. A ausência de chuvas e a qualidade do solo local permitem, inclusive, a colheita de uvas de qualidade para produção de vinhos finos na região, os quais já competem com os que são produzidos no sul do país. Até Brandy é destilado no sertão nordestino.
Já mais próximo à foz do “velho Chico” está instalada a usina de Xingó, com 3 mil MW/h de potência e um minúsculo reservatório de apenas 60 Km2. Nesta, o que chama a atenção é o aproveitamento turístico. Nas proximidades da barragem há um restaurante flutuante no qual se tomam as barcas para visitar os cânions do São Francisco. As barcas aportam em um deck para que os turistas possam mergulhar entre rochas de 40 metros, pacientemente esculpidas pelos ventos durante séculos. Os que quiserem, podem praticar mergulho, pesca esportiva ou se hospedar em um confortável resort às margens no lago.
No Amapá, apesar de termos uma usina há mais de trinta anos, não se pode afirmar que o reservatório tenha sido bem explorado. Como atualmente estão em vias de se instalar três hidrelétricas e algumas outras PCHs no Estado, o momento é oportuno para, aproveitando as experiências bem sucedidas de outros locais, serem estruturados bons programas de uso múltiplo dos reservatórios, os quais abarquem o turismo sustentável; a agricultura; a pesca esportiva e artesanal; a piscicultura, dentre outras formas de indução ao desenvolvimento econômico do interior amapaense.
Estes exemplos são as alternativas para fazer com que os impactos positivos de uma usina suplantem os inevitáveis danos socioambientais deste tipo de projeto.
Parque do Forte escuro e sem segurança
Gostaria de fazer uma reclamação e ao mesmo tempo denúncia.
Fui caminhar lá pelo parque do forte, isso já umas 19:00hrs. Deparei-me com um lugar totalmente escuro, com pouca segurança, sim! Pouca segurança, isso porque a policia ao invés de ficar na parte perigosa, ou seja, onde está escura, fica do outro lado da praça onde tem mais movimento e uma parte que ainda tem iluminação. Só continuei caminhando porque lá havia muitas pessoas fazendo o mesmo, então penso eu que uma vai confiando na outra. Enfim, esta é a minha reclamação, gostaria muito que fosse dado um jeito nessa situação, pois além de muitas pessoas caminhando lá, tem crianças brincando, famílias passeando e turistas também. É até vergonhoso um ponto turístico do porte que é o parque do forte estar naquela situação.
Ronaldo
Nota do Blog – Não é só o Parque do Forte que está escuro. A cidade inteira está escura. As lâmpadas de iluminação pública não iluminam nada. Colaboração aos bandidos isso.
A COORDENAÇÃO DA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL E O DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ comunicam que estão abertas as inscrições para alunos e professores tutores (a distância e presencial) dos seguintes cursos na modalidade a distância:
- Educação para a diversidade;
- Educação integral e integrada;
- Educação em direitos humanos;
- Cultura e história dos povos indígenas;
- Educação ambiental;
- Educação e Saúde;
- Gênero e diversidade na escola.
Os referidos cursos serão executados na modalidade a distância, no âmbito da Universidade Aberta do Brasil – UAB, oferecidos pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP.
Quem tiver interesse em participar e estiver no perfil, deverá observar as regras contidas nos editais de oferta para realizar sua inscrição (disponíveis no site www.unifap.br).
A educação a distância é uma excelente forma de aperfeiçoamento para quem possui pouca disponibilidade tempo, precisa se aperfeiçoar e tem vontade de estudar e desenvolver novas habilidades.



Marido chama..#partiu... -