Sessão Pipoca: ‘Ray’. filme frenético, empolgante e emocionante

 

Em 1932 Ray Charles interpretado pelo ator (Jamie Foxx) nasce em Albany, uma pequena e pobre cidade do estado da Georgia. Ray fica cego aos 7 anos, logo após testemunhar a morte acidental de seu irmão mais novo. Inspirado por uma dedicada mãe independente, que insiste que ele deve fazer seu próprio caminho no mundo, Ray encontrou seu dom em um teclado de piano. O filme está disponível no Netflix e YouTube.

Fazendo um circuito através do sudeste, ele ganha reputação. Sua fama explode mundialmente quando, pioneiramente, incorpora o gospel , country e jazz, gerando um estilo inimitável. Ao revolucionar o modo como as pessoas apreciam música, ele simultaneamente luta conta a segregação racial em casas noturnas que o lançaram como artista. Mas sua vida não está marcada só por conquistas, pois sua vida pessoal e profissional é afetada ao se tornar um viciado em heroína.

Assim como a música de Ray Charles, Ray é um filme frenético, empolgante e emocionante. O mérito disto é todo do elenco. Jamie Foxx pode não oferecer uma atuação cheia de momentos emotivos, mas sua transformação em Ray Charles é surpreendente. O elenco de coadjuvantes também é excelente, com destaque para as três atrizes que interpretam as mulheres da vida de Ray Charles (além da já citada Sharon Warren, temos Kerry Washington e Regina King).

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